elétrico

GWM Tank 300 com motorização híbrida pode chegar ainda em 2024

A GWM lançou recentemente no México o SUV Tank 300. O modelo, que deve estar em breve no mercado brasileiro, é um off-road com motorização hibrida (HEV- Hybrid Electric Vehicle).

Equipado com dois motores, um motor a combustão de dois litros, turbo e outro elétrico que, juntos, desenvolvem 341 cavalos de potência máxima e torque de 64,7 kgfm.
O modelo acelera 0 a 100 km/h em 8,1 segundos. A marca chinesa já comercializou mais de 280 mil unidades do Tank em vários mercados mundiais.

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Volkswagen vai lançar a versão esportiva da Kombi

A Volkswagen criou a versão esportiva da ID. Buzz, ou melhor, da nova Kombi. A marca alemã já havia lançado duas versões: Pro (de passageiros e a Cargo. A nova Velha Senhora conta com 340 cavalos de potência. Quando foi lançada no Brasil, em 1953, o utilitário tinha motor 1,2 litro e 28 cavalos.

O ID. Buzz GTX é equipado com um motor elétrico de tração nos eixos dianteiro e traseiro: juntos eles constituem o sistema de tração integral 4Motion. O GTX será lançado em duas versões: com distância entre eixos normal e uma nova bateria de 79 kWh (conteúdo bruto de energia: 84 kWh), e com entre-eixos alongado em combinação com uma nova bateria de 86 kWh (91 kWh brutos). Os dois modelos aceleraram de zero a 100 km/h em cerca de 6,5 segundos.

O lançamento dos dois modelos ID. Buzz GTX acontecerá no segundo semestre na Europa, enquanto a pré-venda começará a partir de junho.
A Kombi elétrica está disponível no Brasil na versão Sign & Drive (aluguel).

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Peugeot aproveita evento e mostra sua linha de utilitários elétricos

A Peugeot aproveitou o Smart City Expo Curitiba, para mostrar sua linha de veículos 100% elétricos: Partner Rapid, e-Expert, Boxer. A marca francesa hoje é a 4ª marca que mais vende vans comerciais no mercado brasileiro e detém quase 20% do de vans elétricas.

A marca aproveitou para destacar o lançamento de sua nova plataforma de conectividade para frotas, batizada MyPeugeot PRO (powered by MyUconnectFleet Stellantis). E a novidade chegará ao mercado por meio do Peugeot Boxer, que possui um módulo de telemetria embarcado, o que lhe garante conectividade de série. O outro destaque foi a Partner Retrofit, uma unidade do modelo Partner resultado do projeto em parceria com o Senai, que visa a conversão de veículos comerciais leves a combustão para propulsão 100% elétrica.

Controle no celular

O MyPeugeot PRO, de graça por 12 meses, é uma ferramenta digital de gestão de frotas que traz diversas funcionalidades e benefícios. De fácil acesso e simples utilização, a plataforma entrega um grande número de dados em tempo real, o que possibilita melhor tomada de decisões, maior controle de fluxo, otimização de atividades, aumento de produtividade e, por consequência, mais rentabilidade para o negócio – independentemente do porte.

Partner Retrofit

No evento a Peugeot também mostrou a Partner Retrofit. Juntamente com o Senai, a marca desenvolveu um  projeto que prevê a conversão de veículos comerciais leves, novos e usados, com motor a combustão em modelo 100%. A proposta representa uma solução de mobilidade sustentável, com emissão zero.

O processo de conversão passa por algumas etapas, incluindo o estudo do produto, a remoção do powertrain a combustão, a instalação do kit de conversão e do conjunto de baterias no compartimento de carga (para evitar adaptação da estrutura), e a realização de testes para identificar os principais fatores técnicos e econômicos envolvendo os componentes dos veículos. Além do Senai, a iniciativa conta com parceria das empresas WEG e FuelTech.  (Thomaz Fraga)

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Coluna Fernando Calmon — Previsão para 2030: híbridos dominarão vendas no Brasil

Coluna Fernando Calmon nº 1.292 — 12/3/2024

Previsão para 2030: híbridos dominarão vendas no Brasil

 

A transição dos veículos de motor a combustão para os elétricos a bateria continua a desafiar diversas empresas de consultoria especializadas ao redor do mundo. Da visão conservadora ao grupo de moderadas e também às otimistas, as previsões atingem um grau de volatilidade proporcional à complexidade do tema.

Basta um exemplo. Poucos dias atrás a consultoria Gartner previu que até 2027 veículos elétricos terão custo de produção menor que os modelos de motor a combustão, sem contar o valor da bateria que ainda responde por cerca de 40% do preço final ao consumidor. Isso graças aos recentes avanços na manufatura puxados pela Tesla com suas gigaprensas que substituem as tradicionais, além de diminuir o número de robôs de armação e soldagem.

No entanto, isso pode aumentar de forma severa os custos de reparos mesmo em pequenos acidentes, o que levaria as companhias seguradoras a puxar seus preços para cima. A Gartner também previu dificuldades para startups especializadas em elétricos. Afinal, já como minha opinião, é relativamente fácil produzir novos modelos a partir de um motor elétrico de “prateleira” que embora dispense caixa de câmbio, não prescinde de redutor e diferencial.

Alguns desses iniciantes ficaram pelo caminho como Lordsown Motors e Proterra. A Fisker que já “quebrou” uma vez, está novamente em dificuldades. A promissora Rivian sofreu uma queda severa e repentina de vendas: cortou produção pela metade, mas ainda segurou os empregos.

A Bright, que reúne uma equipe muito experiente de consultores brasileiros, acaba de apresentar um cenário bastante interessante para 2030. Reflexo de estudos aprofundados e precisos do que realmente pode acontecer, entre fabricantes de veículos e autopeças, concessionárias, mobilidade como serviço (assinaturas e locações), além de processos de reciclagem.

As três categorias de híbridos somadas – básicos (32,5%), plenos (10,4%) e plugáveis (5,6%) – dominariam as vendas de veículos leves com 48,5% do total daqui a seis anos. Elétricos ficariam apenas com 9,8% e os motores a combustão com os restantes 41,7%. Mais abaixo estão informados os percentuais atuais de mercado.

Desse trabalho de fôlego da consultoria vale destacar algumas de suas conclusões:

  • “Futuro da eletrificação com diferentes alternativas de propulsão é inexorável.
  • Soluções de eletrificação para o Brasil serão diferentes do mundo dadas as alternativas de energia limpa que o País dispõe.
  • Mobilidade sustentável só se viabilizará se focar no social e econômico e não somente no viés ambiental.
  • Transição para a eletrificação acomodará nas linhas de produção os atuais veículos com motor a combustão e híbridos em arcabouços semelhantes.”

Otimismo marcou balanço da indústria em fevereiro

Mesmo com os feriados do Carnaval e o mês passado ter menos dias úteis, produção (189,7 mil unidades), média diária de vendas (8,7 mil unidades) e exportações apresentaram resultados surpreendentemente positivos para a indústria automobilística em relação a janeiro deste ano. Os crescimentos percentuais foram vistosos: + 24,3%; + 18,4% e + 62,7%, respectivamente.

No acumulado do primeiro bimestre em comparação ao mesmo período de 2023 os números também foram bons: + 8,9% e + 19,8%, respectivamente. Só as exportações continuaram fracas com queda de 28%. Esses resultados positivos refletem um início de ano muito difícil em 2023 e, sob esse prisma, devem ser aguardados os próximos meses.

Os estoques se mantiveram estáveis em 38 dias nos dois primeiros meses de 2024. A queda dos juros de financiamento, tendo a taxa Selic como referência, ajudará a recuperação do mercado este ano. Porém, ao mesmo tempo, o recuo dos juros será lento e isso pode adiar a decisão de compra.

Marcio Leite, presidente da Anfavea, chamou atenção para necessidade de novos testes de durabilidade para aumento da mistura de etanol de 27% para até 35% e, muito mais grave, no caso do biodiesel de 14% para 20% ou 25% (em 2031). Ambas as adições estão em pauta no Conselho Nacional de Política Energética.

Veículos elétricos e híbridos tiveram recuo na participação de mercado de 7,9% para 6,7% em fevereiro nas vendas de automóveis e comerciais leves. Especificamente os elétricos puros ficaram no mês passado com apenas 2,3% das preferências, híbridos plugáveis, 2,1%; híbridos, 2,3 %; gasolina, 4,6%; diesel, 10,5%; flex, 78,2%.

Híbrido plugável é alternativa para viagens

Enquanto os carros elétricos avançam na China e Europa (a um ritmo menor nos EUA), embora com tropeços recentes e que lançam algumas dúvidas sobre curto e médio prazos, há uma solução intermediária que se tem mostrado válida para quem quer viajar sem preocupações.

O híbrido plugável permite rodar em cidade, sem emitir CO2 e poluentes, e afasta o incômodo de planejar uma viagem com longas paradas sujeitas à demora natural para carregar a bateria. Além disso, podem acontecer atrasos se há motoristas à espera de sua vez ou atos de vandalismo que danificam os cabos de conexão já relatados em filmes na internet.

No Brasil, atualmente, híbridos desse tipo (PHEV, na sigla em inglês) dividem as preferências dos compradores de veículos com os modelos elétricos a bateria (BEV). Aliás, o equilíbrio se mantém ao incluir os apenas híbridos (HEV). No mês passado, por exemplo, PHEV representou 33,5% das vendas nacionais, BEV 34,7% e HEV 31,6%.

Um exemplo de PHEV adequado às condições brasileiras de uso é o Audi Q5 55 TFSIe quattro. Seu visual imponente destaca-se e o que mais chama atenção é a flexibilidade permitida pelo conjunto motriz. Ao motor a gasolina turbo, 2 litros de 252 cv/37,7 kgf·m se junta um elétrico de 143 cv/35,5 kgf·m acoplado ao câmbio automatizado de duas embreagens e sete marchas. No total são 367 cv e torque combinado de 50,5 kgf·m.

O SUV tem tração dianteira, mas em certas condições pode ser 4×4 ou só tração traseira, tudo feito de forma automática. Alcance no modo elétrico é de até 65 km em uso urbano, desde que não se empolgue muito ao acelerar. Essa distância cobre boa parte dos deslocamentos em cidade, sem gastar uma gota de gasolina.

Nas autoestradas no Estado de São Paulo é possível viajar a 120 km/h e alcançar até 25 km/l. Com a bateria carregada, velocidade média estável na faixa de 100 km/h e o tanque de 54 litros o Q5 pode rodar até 800 km, o que nenhum carro 100% elétrico oferece – ao menos por enquanto.

Preço básico: R$ 462.990.

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Nova fábrica da BYD vai produzir 150 mil carros elétricos por ano

A BYD anunciou hoje o início das obras da primeira fábrica de carros elétricos no Brasil. O complexo fabril será construído onde era a fabrica da Ford, em Camaçari-BA.

“Ao olharmos para o futuro, estamos entusiasmados com as oportunidades que esta nova fábrica irá gerar. Não apenas em termos de emprego, mas também no que diz respeito ao desenvolvimento de novas tecnologias e à contribuição para uma economia mais sustentável”, afirmou Tyler Li, presidente da BYD Brasil.

O início da construção dá continuidade ao processo de instalação do maior polo industrial da BYD fora da China, que conta com o investimento de R$ 3 bilhões. A expectativa é iniciar a produção entre o fim de 2024 e o início de 2025, com capacidade instalada próxima de 150 mil veículos por ano durante a primeira fase de implantação.

A BYD pagou ao Governo da Bahia o valor de R$ 287.816.458,00 pela compra do complexo que possui 4,6 milhões de m2 de área total. Na primeira fase de obras, serão 26 novas instalações entre galpões de produção, pista de testes e outras estruturas que vão ocupar uma área de cerca de 1 milhão de m2. As antigas instalações do complexo serão destinadas a fornecedores que vão ajudar na produção de partes e peças dos novos veículos.

Inicialmente, os carros fabricados no complexo serão o Dolphin, o Song Plus híbrido plug-in, o Yuan Plus e o Dolphin Mini, recém-lançado no Brasil..

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Coluna Fernando Calmon – Mercedes admite que não alcançará meta de elétricos

Coluna Fernando Calmon nº 1.290 — 27/2/2024

 

Mercedes admite, pela primeira vez, que não
alcançará meta de elétricos

“Por favor, levante a mão se você previu isso.” Assim começa o texto da versão global do site Motor 1. O ar de surpresa tem razão de ser, pois a marca premium alemã se classificava como uma das mais otimistas em uma rápida “virada de chave” ao prever, em 2021, que a soma de híbridos plugáveis (PHEV, na sigla em inglês) e elétricos (EV, em inglês) representariam 50% de suas vendas mundiais até 2030.

E foi mais longe: até 2030 pretendia ser “totalmente elétrica, onde as condições de mercado permitissem”. Apesar de ressalvar que isso estaria condicionado à aceitação dos compradores, significava que nem mesmo o PHEV, cujo motor a combustão oferece protagonismo claro sobre o elétrico em termos de alcance máximo na prática, resistiria. No entanto, a empresa agora está bem mais cautelosa.

A soma dos Mercedes-Benz PHEV (que não é elétrico e sim híbrido) com a de EV subiu de 16,2% em 2022 para 19,7% das vendas mundiais da marca em 2023. Porém, a luz amarela acendeu em Stuttgart, sede da empresa, ao prever que os números para 2024 apontam para 19,1% (pouco inferior a 2023) ou até 21% (visão otimista).

Agora, o presidente do Conselho de Administração e também executivo-chefe (CEO, em inglês) do conglomerado germânico, o sueco Ola Kallenius, decidiu ser mais prudente. Para ele, “a paridade de custos entre os carros apenas com motores a combustão e os EV está a muitos anos de distância”, em declaração à Bloomberg Television. Não se comprometeu com metas nem datas, uma posição bem mais próxima à sua principal rival no mundo, a BMW.

O assunto esteve também em alta durante a abertura do Salão de Genebra (26/2 a 3/3/2024), evento tradicional que está bem esvaziado, mais curto e com pouco expositores, a maioria chineses. Luca de Meo, presidente do Grupo Renault e da Acea (Anfavea europeia), esclareceu que “a indústria não vai contestar a regulamentação que bane carros a combustão a partir de 2035”. No entanto, de Meo faz uma importante observação: “O banimento é potencialmente viável, mas as condições corretas para isso têm que ser alcançadas antes.”

Estas condições são muito conhecidas e sempre citadas: continuidade dos subsídios aos compradores e expansão das redes de recarga. A guerra Rússia-Ucrânia vem abalando as finanças dos países europeus que têm de investir em defesa, dificultando bastante os subsídios.

De Meo chegou a sugerir que as marcas europeias se associassem inspiradas na Airbus, fabricante de aviões, como forma de reduzir custos. Em seguida anunciou as tratativas – já falando como Renault – de uma parceria com a VW para produção de carros elétricos pequenos. Enfrentar concorrência chinesa é um grande problema, pois não há transparência sobre subsídios ocultos ou indiretos.

Por aqui, a Audi lançou um novo aplicativo que integra 240 pontos de recarga próprios e de parceiros pelo País, sem custos para seus donos. O app gratuito pode ser usado por qualquer interessado. Os não proprietários da marca pagarão R$ 3,50 em média por kW.

Dolphin Mini estreia com valor acima do esperado

Depois da trajetória do Dolphin que já oferece um modelo elétrico e completo por preço bastante competitivo, esperava-se o mesmo do Dolphin Mini, cujo nome original Seagull não soa bem em português. Na realidade há semelhanças, principalmente internas como a tela multimídia rotacionável e o pouco prático seletor de marchas no centro do painel.

Não dá para afirmar que o novo compacto tem preço pouco atraente. Porém, ficou quase 30% acima dos especulados R$ 90.000. A BYD anunciou a tabela inicial de R$ 115.800. Há uma promoção com desconto de R$ 10.000 para os primeiros 6.600 compradores (só até 29/2) e um “brinde” em forma de carregador de parede que custa R$ 7.000. Estas primeiras unidades são ano-modelo 2023/2024. O diretor comercial da marca chinesa Henrique Antunes afirmou que precisou recolher os 10% de Imposto de Importação para elétricos, em vigor desde de 1º de janeiro último.

Seu estilo é até mais atraente que o Dolphin, porém com interior bem menos espaçoso e apenas quatro lugares. Distância entre eixos, 2.500 mm; comprimento, 3.780 mm; largura, 1.715 mm e altura, 1.580 mm. Na prática há uma boa posição de guiar e bom espaço para dois passageiros no banco de trás. O porta-malas é um ponto fraco: apenas 230 litros.

Esqueça a agilidade de um típico automóvel elétrico. Com apenas 75 cv e 14 kgf·m não se pode esperar desempenho superior a qualquer motor a combustão de 1 litro de outros compactos. Massa relativamente elevada de 1.239 kg limita a aceleração de 0 a 100 km/h a 14,9 s e velocidade máxima a 130 km/h. Alcance médio de 280 km (Inmetro).

Tiggo 7 Sport tem bom preço e simplificações

Caoa Chery desenvolveu uma solução para enfrentar o concorrido segmento dos SUVs médios. O Tiggo 7 Sport foi lançado ainda em fevereiro como ano-modelo 2025 e por preço inicial bastante atraente: R$ 134.990. Porém só chegará às concessionárias na segunda quinzena de março. A estratégia centrou-se em manter o visual igual ao Tiggo 7 Hybrid, incluindo a grade do radiador. Esta série “7” lançada em 2019 acumula 24.000 unidades vendidas.

Item externo mais evidente: eliminação do teto solar panorâmico. Mas na mecânica também houve simplificações. A mais sentida foi a substituição do motor 1,6 L turbo gasolina (187 cv e 28 kgf·m) e da caixa automatizada de duas embreagens pelo motor 1,5 L flex turbo (150 cv/E; 147 cv/G e 21,4 kgf·m) compartilhado com o Tiggo 5X e câmbio automático CVT de 9 marchas. Queda de desempenho é percebível.

Todo o conjunto ficou 20 kg mais leve atribuídos ao teto de aço (no lugar do de vidro) e outras mudanças pontuais: supressão de motorização da tampa traseira e da caixa organizadora no fundo do porta-malas, o que ampliou seu volume útil para 525 litros (padrão VDA). Visualmente o interior ficou igual. No entanto, para oferecer o preço acima saíram três assistentes ao motorista e a câmera 360°.

A Caoa estuda projeto de um modelo próprio, passo bastante ousado. Já o Tiggo 8 Pro PHEV será produzido no próximo semestre, em Anápolis (GO).

Mais espaço e desempenho no CR-V Advanced Hybrid

O SUV médio da Honda (2.700 mm de entre-eixos), CR-V Advanced Hybrid importado da Tailândia, está na sexta geração desde 1995. Dispõe de tração 4×4 permanente, o que ajuda a explicar o preço alto agravado pelo recente Imposto de Importação de 12%: R$ 352.900.

Ao motor a gasolina de 2 litros, aspiração natural, de 147 cv/19,4 kgf·m junta-se o elétrico de 184 cv e 34,2 kgf·m. Potência total combinada é de 206 cv. Torque combinado não é tecnicamente possível de medir. O câmbio automático e-CVT agora tem duas marchas. O sistema trabalha em perfeita harmonia e nível de ruído bastante baixo, numa primeira e rápida avaliação.

Espaço interno muito bom para cinco ocupantes e quem viaja atrás conta com assoalho plano e encosto regulável em oito posições. Ótimo porta-malas de 581 litros. A bordo há quatro entradas para carregar celular e mais sistema por indução de alto desempenho. Mesmo com rodas de 19 pol. de diâmetro o conforto de marcha e estabilidade estão bem adequados às condições brasileiras de rodagem.

Destaque especial para o silêncio a bordo graças ao para-brisa acústico, aos vidros de dupla camada e ao sistema de cancelamento ativo de ruídos.

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Pequeno BYD Dolphin Mini chega por R$115.800,00

A chinesa BYD apresentou esta semana o Dolphin Mini, o modelo 100% elétrico mais barato do Brasil. O Mini além de ter um design muito agradável, impressiona o bom espaço interno.

Espaçoso

A grande atração do BYD Dolphin Mini é o pequeno tamanho por fora e o surpreendente espaço por dentro. Com 3,78 m de comprimento, o modelo tem uma grande distância de entre-eixos (2,5 metros). Isso associado á altura de 1,58 metro de altura e 1,71m de largura, permite um espaço generoso e agradável no seu interior para até quatro passageiros. O acabamento geral é muito bom e os bancos dianteiros são em formato de “concha” e o traseiro, integral.

O do motorista possui ajuste elétrico em seis posições e o banco do passageiro pode ser ajustado manualmente em até quatro posições. Os cintos de segurança dianteiros contam com pré-tensionadores e aviso sonoro. Um dos principais diferenciais dos modelos elétricos, como não têm câmbio, é a ausência de túnel traseiro central, permitindo mais comodidade.

Assim como os demais veículos da BYD, o Mini traz uma enorme tela flutuante e giratória multimídia ICS – Intelligent Cockpit System de 10,1 polegadas. Além do carregamento por indução para smartphone, conta com portas USB-A, USB-C e tomada 12V.
Já o painel de instrumentos LCD de 7” (muito pequeno) oferece diversas informações do veículo. Além de direção elétrica, o volante permite ajuste manual de altura e profundidade, características incomuns em veículos de seu segmento.

O Dolphin Mini oferece controle de cruzeiro com seletor de velocidade, luzes de leitura acionadas via touch, com acionamento automático e luzes de cortesia. O console minimalista, horizontal, assegura as principais funções ao alcance da mão.

O BYD Dolphin Mini conta ainda com vidros elétricos, câmera de ré, função “Follow me Home”, assistente de voz e retrovisores com aquecimento, descongelamento e ajuste elétrico, além de rebatimento manual.

O porta-malas, com o banco traseiro na posição normal, tem apenas 230 litros. Mas pode ser aumentado para 930 litros com o rebatimento do banco traseiro. No porta-malas está o kit de reparo de pneus, para consertos emergenciais.

O Mini vem equipado com um motor elétrico com potência de 75 cavalos com torque máximo de 135 Nm. Segundo a marca chinesa, o Mini acelera de 0 a 100 km/h em 14,9 segundos e pode chegar à velocidade máxima de 130 km/h. O peso de 1.239 kg em ordem de marcha (peso bruto total de 1.568 kg).

Ainda segundo a marca, já que não houve teste drive no lançamento, a autonomia é de 280 quilômetros. Vale ressaltar que, ao contrario dos veículos a combustão, os modelos elétricos na estrada consomem bem mais, reduzindo bastante a autonomia.

A bateria Blade BYD (LFP) de 38 kWh integrada à plataforma foi desenvolvida pela BYD para veículos puramente elétricos. A plataforma é responsável por integrar o sistema de alta tensão e a bateria com o chassi do carro.

A garantia é de cinco anos ou 500 mil quilômetros e a garantia da bateria é de oito anos, sem limite de quilometragem. Na compra do modelo o consumidor ganha um carregador wallbox.

Preço BYD Dolphin Mini
R$115.800,00

 

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Novo Mercedes Classe E tem motor híbrido de 281 cavalos

O modelo mais representativo da Mercedes-Benz, o Classe E, começa a ser vendido no Brasil este mês. Na sua 11ª geração, o modelo foi lançado em maio de 2023 na Europa e comemora 75 anos de existência. Em versão única (sem opcionais), o sedã vem eletrificado, muito luxo e conforto. E ainda trás muita tecnologia embarcada.

Imponente

O novo Mercedes Classe E, que fica posicionado entre o Classes C e S, é bem generoso nas medidas. O modelo mistura com muita elegância o clássico e a esportividade. E a prova disso é a estrela imponente (na geração anterior, algumas versões já tinham recebido) no capô em cima da grade e a volta de muitos cromados. O capô dianteiro longo é seguido por uma cabine que fica bem recuada. O design com a cabine recuada é complementado pela traseira relativamente curta.

No meio da grande grade do radiador com detalhes cromados, está o painel dos assistentes de direção. Os amplos faróis de Led com assistente adaptativo compõem a dianteira. Como característica típica da marca, as luzes diurnas têm a forma de uma sobrancelha.

A vista lateral destaca as proporções harmoniosas e a linha de cintura alta destaca o design harmonioso do sedã. As maçanetas embutidas, conhecidas dos modelos de luxo da Mercedes-Benz, estão disponíveis e ao se chegar perto elas “pulam” para fora. Destaque na traseira são as luzes de LED, com um desenho especial: quando acessas formam desenhos de estrelas vermelhas. Luxo, conforto e beleza estão em todo o interior. Mas o destaque é o painel de fora a fora com três telas.

O MBUX Superscreen, sistema que integra em toda a extensão do painel do carro, três grandes telas digitais. Além do painel de instrumentos 3D de 12,3”, em uma peça inteira, agrega também a central multimídia de 14,4″, que tem, entre outras funções, a navegação com tráfego online, o assistente de estacionamento ativo e as câmeras de 360 graus, uma tela de 12,3″ exclusiva para o passageiro dianteiro. Através dela é possível controlar algumas funções do veículo, como o áudio.

Na tela exclusiva para o ocupante do lado do motorista, o felizardo pode até assistir um filme ou acessar a internet. No painel de instrumentos, dois sensores ficam de olho para ver se o motorista está se distraindo com a tela do passageiro e se for detectado, o sistema a desliga. O áudio Burmester, possui 17 alto-falantes e 730W de potência.

Inédito é a câmera instalada acima do painel, no centro, que permite aos ocupantes tirarem fotos e fazer vídeos do interior do carro. Ela só funciona quando o automóvel está parado.

A seção frontal do painel de instrumentos é iluminada pela faixa de luz do Active Ambient Lighting, que corre como um amplo arco desde o para-brisa, passando pelas colunas A e até as portas. Isso cria uma sensação generosa de espaço.

Os bancos em couro são muito confortáveis e acolhedores. A capacidade de bagagem é de até 540 litros.

Híbrido leve

Com muita força em baixas rotações, o motor oferece um bom desempenho ao novo Classe E. Com quatro cilindros a gasolina desenvolve 258 cavalos de potência e 40,8 mkgf de torque. Com o motor elétrico, que oferece mais 23 cavalos e um torque e adicional de 205 Nm, o modelo tem 281 cavalos. Assim, ele acelera de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos e atinge 250 km/h de velocidade máxima.

Eixo traseiro direcional 

A condução ágil do novo Classe E se deve em grande parte à orientação precisa das rodas dianteiras por meio de quatro braços de controle individual. No eixo traseiro, uma suspensão traseira independente multibraço otimizada com cinco links garante excelente controle das rodas e excelente estabilidade.

Em ambos os eixos, as molas e amortecedores são combinados em uma única torre e não estão envolvidos nas tarefas de orientação das rodas, portanto, a suspensão responde com sensibilidade correspondente. A subestrutura dianteira e o suporte do eixo traseiro desacoplam a suspensão e o corpo de vibrações e ruídos.

O novo Classe E está disponível com o sistema de suspensão pneumática com amortecimento continuamente ajustável ADS+ e eixo traseiro direcional. A suspensão responde de maneira muito sensível. O sistema também mantém sempre a mesma altura livre do solo, independentemente da carga do veículo, mas também faz alterações quando necessário.

O sedã é especialmente ágil e estável com o eixo traseiro direcional e a correspondente relação de direção mais direta no eixo dianteiro. O ângulo de direção no eixo traseiro é de 4,5 graus. Isso reduz o diâmetro de giro em até 90 centímetros.

Preço R$ 639.900,00.

 

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VW vai lançar quatro novos veículos nos próximos anos

A Volkswagen vai investir R$7 bilhões na América Latina até 2026 e anunciou um aporte adicional de R$9 bilhões entre 2026 e 2028. Junto com todos esses investimentos, a marca alemã promete lançar 16 novos veículos até 2028. São modelos híbridos, 100% elétricos e a combustão.

No primeiro momento, o novo aporte contempla o desenvolvimento e a produção de projetos com foco na descarbonização para as quatro fábricas no Brasil: são quatro novos veículos, sendo uma picape, umnovo motor para veículos híbridos e uma nova plataforma.



“A Volkswagen reafirma sua confiança no Brasil e mais que dobra seus investimentos. Assim, reforçamos o nosso compromisso com o País”, afirma Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil.

Um novo motor

Os novos investimentos anunciados pela Volkswagen do Brasil, impulsionam o desenvolvimento de novas tecnologias mais inovadoras e sustentáveis para a marca no País.

Os novos projetos também marcam a chegada de uma nova plataforma no Brasil: o projeto MQB Hybrid. Desenvolvida com a participação da Engenharia da Volkswagen do Brasil especialmente para a Região SAM –  América do Sul, a nova plataforma está sendo desenvolvida utilizando os avançados recursos de tecnologia de simulação virtual. Os investimentos no projeto envolvem a ampliação da capacitação de equipes e uma produção altamente tecnológica e moderna.

Para impulsionar a estratégia de eletrificação da marca no Brasil, os novos modelos eletrificados que chegarão nos próximos anos se somarão aos recém-lançados veículos 100% elétricos ID.4 e ID܂Buzz (Kombi elétrica) já oferecidos no País pelo programa VW Sign & Drive desde o ano passado.

A nova ofensiva de produtos inclui dois veículos a serem produzidos na fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo – SP, na fábrica de São José dos Pinhais – PR a picape Tarok  e outro 100% elétrico na fábrica de Taubaté – SP. Já em São Carlos – SP surgirá um novo motor.

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Macan é o segundo modelo elétrico da Porsche

Dez anos após seu lançamento, o Porsche Macan é o segundo modelo da marca alemã 100% elétrico. O primeiro foi o Taycan. Com um design moderno e esportivo, o novo Macan 4 é o primeiro modelo da marca com eixo traseiro direcionável e amortecedores de dois estágios.

“Nosso objetivo é oferecer o modelo mais esportivo em seu segmento”, disse Jörg Kerner, vice-presidente da linha de produtos Macan.

A Porsche utiliza motores elétricos síncronos montados nos eixos dianteiro e traseiro. Segundo a Porsche o Macan elétrico desenvolve 300 kW ou 408 cavalos de potência, enquanto o Macan Turbo são 470 kW ou 639 cavalos. O torque máximo é de 650 e 1.130 Nm, respectivamente.

Isso garante um bom desempenho para o Macan 4, que acelera de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos, enquanto o Macan Turbo leva apenas 3,3 segundos. Os dois modelos atingem velocidades máximas de 220 e 260 km/h, respectivamente.

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