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Com linhas marcantes e 100% elétrico, GWM lança o Ora 03

Depois de agitar o mercado com o lançamento da linha de SUV Haval, a chinesa GWM lançou esta semana o seu primeiro automóvel 100% elétrico: o Ora 03. Disponível em duas versões, Skin e GT, o hatchback chega já com uma série especial, limitada a 200 unidades, chamada de Skin Copacabana.

A pré-venda já começou e pode ser adquirido nas concessionárias, nas lojas de alguns shoppings e via Mercado Livre, mediante o depósito de R$ 9 mil, que pode ser pago por Pix ou boleto. A marca estipulou o preço do Ora Skin a R$ 150 mil e o GT por R$ 184 mil. A edição especial Skin Copacabana é oferecida por R$ 150 mil, com opcional de teto solar por mais R$ 10 mil.

Linhas agressivas

Moderno e com design esportivo, o Ora 03 chega ao mercado nacional, nas três versões, com um motor de tração dianteira 100% elétrico, que desenvolve 171 cavalos de potência e 250 Nm de torque. Segundo a importadora, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 8,2 segundos.

A principal diferença entre as versões está na capacidade energética da bateria. No Ora 03 Skin (e, também, no Skin Copacabana), a bateria é de 48 kWh. Na opção GT, é de 63 kWh, proporcionando maior autonomia ao veículo.

Os modelos podem ser carregados de 10% a 80% entre três e cinco horas com carregadores de corrente alternada (AC) ou 30 a 40 minutos na corrente contínua (DC). Ainda segundo a GWM, a autonomia do carro é de 310 quilômetros nas versões Skin e 400 quilômetros na GT, no ciclo WLTP.

Segurança 

Com a conquista da nota máxima (cinco estrelas) nos testes do Euro NCAP e foi apontado pela associação como o veículo mais seguro da sua categoria comercializado na Europa.

O modelo conta com Sistema Avançado de Assistência ao Condutor nível 2+ (ADAS – Advanced Driver Assistance System) – que promove uma condução semiautônoma e extremamente segura -, composto por um radar frontal de curto, médio e longo alcances e cinco câmeras (para-brisas, para-choque dianteiro, para-choque traseiro e uma em cada retrovisor).

Para o estacionamento do veículo, a versão Ora 03 GT é equipada com 12 sensores e o Assistente de Estacionamento Automático (Full Parking Assist). O modelo esportivo traz ainda o Smart-Start, não havendo necessidade de apertar o botão “start” para ligar o carro, além de alerta e frenagem autônoma de emergência de tráfego cruzado dianteiro.

Conectado 

No quesito conectividade, o Ora 03 se destaca e é perfeito para quem vive ligado é novas tecnologias. O Ora possui, por exemplo, um painel de instrumentos e multimídia com processador Qualcomm Snapdragon, com duas telas integradas de 10,25 polegadas cada, Full HD, com textos em português.

Sua central multimídia é compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, com conexão via Bluetooth. Portas USB iluminadas nas dianteiras, sistema de som com 120 W de potência e seis alto-falantes também integram a lista de equipamentos do modelo.

Com itens personalizados para o Ora 03 GT, o carro conta com carregador por indução com tecnologia fast charge e potência máxima de 15 W, compatível com telefones certificados no padrão Qi.

Os bancos dispõem de massageador, ventilação, ajuste elétrico, com memória para o motorista e recurso Easy-Entry/Easy Exit, no qual os assentos se afastam automaticamente ao abrir a porta, para oferecer espaço extra no acesso e ao sair do veículo. Além desses diferenciais, o modelo conta com o sistema “free-hands” para abertura do porta-malas, proporcionando mais agilidade e conforto para o cliente.

Cores

Na parte externa, o cliente pode escolher entre as cores branco Ágata, preto Hematita e vermelho Brava disponíveis para as duas versões, além de cinza Amazonita disponível apenas para o GT e o azul Copacabana, exclusivo para o Skin.

Internamente, o consumidor consegue definir o visual da versão  Skin: azul Copacabana, com acabamento nas cores cinza e azul; branco Ágata, nas cores off-white e marrom; preto Hematita, todo preto com costuras azuis; ou vermelho Brava, nas cores gelo e vermelho. Já na versão GT, o interior é sempre preto e vermelho.

 

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Coluna Fernando Calmon — As muitas opções do Brasil para ajudar a descarbonizar o planeta

Coluna Fernando Calmon nº 1.265 — 22/8/ 23

As muitas opções do Brasil para ajudar a descarbonizar o planeta

Esse tema foi muito bem debatido na 30ª edição do Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva (Simea), realizado na semana passada em São Paulo (SP) com o recorde de 900 inscritos. “O Brasil e o futuro sustentável da mobilidade” foi o escopo dos 60 trabalhos técnicos apresentados ao longo de dois dias, além dos dois painéis com 23 palestrantes e moderadores.

O presidente do Simea, Gastón Perez, foi enfático ao afirmar que enquanto outros países têm apenas uma carta na mão para combater os efeitos do gás carbônico (CO2), principal responsável pela elevação da temperatura média da Terra e as consequentes mudanças climáticas, o Brasil conta com o equivalente a várias outras cartas. Ele citou algumas como motor flex com etanol, biodiesel, biogás e a energia elétrica gerada por fontes limpas o que torna viável a produção de hidrogênio verde. Este é considerado o combustível definitivo e o mais adequado com que o planeta poderá contar nas próximas décadas.

O próprio etanol pode ser ponto de partida para pelo menos uma década à frente gerar, por meio de pilha eletroquímica a hidrogênio no veículo, a eletricidade para o motor elétrico deste, tendo como subproduto apenas água. Essa é uma tecnologia inicialmente ainda bem cara, mas que já está sendo estudada pela Universidade de São Paulo.

Não se trata da única opção para obter hidrogênio. A eletrólise da água é outro ponto de partida, mas exige grande quantidade de energia que não poderá vir de fontes fósseis como petróleo e gás. Energia eólica e solar, além da hidráulica em que o País já investe há décadas por meio de represas, são as soluções adequadas.

Como se abordou no Simea, em curto prazo será fundamental regular um mercado de créditos de carbono, prestes a se tornar realidade. Finalmente o motorista veria reverter para o seu bolso a contribuição ao clima do planeta, escolhendo o combustível na hora de abastecer seu veículo com motor a combustão. Já existe tecnologia para isso. Falta só a vontade política. Assim o País conseguirá uma transição viável e inteligente para a mobilidade sustentável que muitos almejam.

Ainda faltam acertos sobre operação BYD na Bahia


Esta é uma novela que já passou por vários capítulos, mas a fabricante chinesa BYD não dá nenhuma indicação de que vá recuar do investimento anunciado de R$ 3 bilhões no estado nordestino. Houve notícias equivocadas sobre a sua compra da unidade industrial de Camaçari (BA) que produziu modelos da Ford de 2002 a 2021.

Por fim, houve um acordo de “reversão da propriedade da fábrica de Camaçari para o Estado da Bahia”. A fábrica só tem as edificações, pois todo o maquinário foi retirado. A empresa americana espera ser indenizada pelas expansões com a fábrica de motores e câmbios que não estava no projeto inicial.

Fala-se em algo entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões, mas a avaliação virá de uma instituição financeira do porte da Caixa Econômica Federal. Os passos seguintes são a BYD se entender com o governo baiano, aceitar o valor e assumir as instalações fabris.

Não se sabe quando as partes envolvidas vão bater o martelo. Existe ainda uma briga política sobre a extensão do regime de incentivos federais para o Nordeste e Centro-Oeste que terminaria em 2025, mas que pode se estender até 2032.

A marca chinesa mantém sua previsão de no último trimestre de 2024 ter o primeiro modelo nacional. Como há décadas não existe mais exigência de conteúdo local mínimo, é factível. A produção começará com o híbrido plugável Song Plus que será equipado com motor flex, mas terá uma bateria de apenas 8,3 kW·h. O segundo produto ainda está em definição, porém tudo indica que a escolha do fabricante recairá sobre o elétrico Dolphin.

Fiat 500e tem vendas discretas, mas mantém o charme

Desde seu lançamento em 2021 por R$ 239.990 o elétrico que substituiu o icônico Fiat 500 teve seu preço reduzido para os atuais R$ 224.990 em razão da valorização do real frente ao dólar. Ainda assim o subcompacto 500e não deslanchou em vendas (393 unidades até agora) e se mantém como um modelo de nicho, embora tenha fãs incondicionais.

Com apenas 3.632 mm de comprimento é fácil de estacionar, porém um entre-eixos limitado a 2.322 mm traz desconforto no banco traseiro para adultos com mais de 1,75 m de altura. O porta-malas comporta apenas 185 litros mesmo sem o estepe, pois utiliza pneus do tipo runflat. Ao se rebater totalmente o banco traseiro o volume aumenta para surpreendentes 550 litros.

Seu alcance médio cidade/estrada é de 227 km, pelo padrão Inmetro. O Fiat 500e, como todo elétrico, destaca-se pela agilidade no para e anda do tráfego urbano, conforme avaliei. E ainda entrega duas características interessantes.

Uma é tocar acordes da música do filme franco-italiano “Amarcord” (1973, de Federico Fellini) quando atinge 21 km/h para avisar sobre sua presença para pedestres e ciclistas. Quem está dentro do carro também ouve. Isso só acontece uma vez após o primeiro uso do dia (para repetir precisa desligar e religar a energização do motor). O silvo de advertência presencial, obrigatório na Europa, é discreto e não incomoda os ocupantes do carro.

Outra função é o modo de condução sherpa (há outros dois, normal e range) para estender ao máximo seu alcance: limita velocidade a 80 km/h e desliga o ar-condicionado sem alterar muito a capacidade de acelerar.

Resposta de Inteligência Artificial (IA): “Sherpa é um termo técnico que se refere a um grupo étnico que vive nas montanhas do Nepal e conhecido por serem excelentes guias em expedições de montanhismo.”

 

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Fiat 500e é muito bem acabado e tem bom desempenho, mas a autonomia é pequena

A venda de veículos elétricos ainda é insignificante e o uso se restringe ao uso urbano. A falta de autonomia, pouquíssimos pontos de abastecimento e o preço são os responsáveis pela baixa demanda.

Apesar das dificuldades, para quem quer um city car muito divertido, com muito bom acabamento e sem poluir nada, o Fiat 500e é uma excelente opção. Depois que você tem contato com o pequeno da marca italiana, fica apaixonado.

O Fiat 500 é uma reestilização de um sucesso de vendas mundial dos anos 1950 e o foi lançado em 2007. Virou uma febre mundial. Compacta e muito atraente, a versão elétrica ganhou novas lanternas e faróis de LED, maçanetas embutidas e rodas de 17 polegadas muito elegantes. Em versão única, a Icon, topo de linha na Europa, tem acabamento muito sofisticado e uma generosa lista de equipamentos.

Entre alguns destaques estão o teto solar panorâmico, chave presencial, farol alto automático, ACC, retrovisores com desembaçador e freio de estacionamento elétrico.

Dentro

Por mais que tenha sido atualizado, ao entrar logo se identifica que está num 500. O espaço e o visual são muito semelhantes aos do 500 à combustão. O painel é muito agradável e completo. Além do quadro de instrumentos, o modelo tem mais uma tela de 7 polegadas com todos os ajustes necessários para agradar o motorista. Porta objetos, o pequeno tem bastantes, e como não tem câmbio, o meio fica mais livre.

Os confortáveis bancos dianteiros e a possibilidade de ajustar a altura contribuem para uma condução muito prazerosa. No banco traseiro cabem duas pessoas de estatura média.

Um detalhe muito interessante: para abrir a porta, tanto do lado de fora, como por dentro, basta apertar um botão. Muito legal e divertido.

Esperto

O Fiat 500e é muito ágil e ligeiro no trânsito urbano. Após apertar o botão que aciona o motor elétrico, é necessário apertar uma das três teclas do seletor do painel central. Esse tipo de seletor, muito mais prático, não é novidade, já era muito utilizado nos carrões norte-americanos dos anos 1950 e 1960. No uso do dia-a-dia, o certo é apertar o Normal.

O motor elétrico tem 118 cavalos e 22,4 kgfm de torque. Apesar de não ser muito potente, o 500e acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 8,9 segundos e atinge a máxima de 150 quilômetros por hora, limitada eletronicamente.

Com o seletor no modo Range, em que a regeneração é bem maior, é possível dirigir o Fiat 500e usando só o pedal do acelerador, já que a recuperação de energia freia o modelo.

Já o modo Sherpa deve ser utilizado quando se está com pouca bateria e precisa chegar a um ponto de abastecimento. Nesse modo, o 500e desliga o ar-condicionado e a velocidade fica limitada a 80 km/h. Vale lembrar que nos veículos elétricos, se a bateria chegar ao final, o carro para. E a única solução é rebocar.

Diferentemente do que é divulgado, a autonomia é de pouco mais de 220 quilômetros, lembrando que na estrada ele consome mais que na cidade e não tem regeneração dos freios com tanta frequência. Assim, tem que se planejar se for pegar uma estrada.

Para completar a bateria num eletroposto ultrarrápido, são mais ou menos 50 minutos, mas na energia caseira de 220 volts, a demora é de mais de 15 horas.

A estabilidade do pequeno italiano é muito boa e passa confiança mesmo em curvas mais ousadas. Os freios são outro ponto muito positivo, parando o modelo em espaços curtos e sem desvios.

Economia 

Como city car, o 500e é muito econômico e vale a pena. Levando em conta que uma pessoa roda menos de 40 quilômetros por dia numa grande cidade, é possível ficar uma semana sem abastecer. Hipoteticamente, uma recarga de energia ficaria em torno de R$ 30,00. A gasolina custaria cinco vezes mais.

Preço
R$ 225.000,00

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Com design atraente e espaço para toda a família, o JAC e-js4 é um boa opção

O JAC E-JS4 se destaca primeiramente pelo design imponente. Ele chama a atenção por onde passa e mesmo quando está estacionado. Há curiosos que o cercam, observando com atenção. Cheguei a perguntar o que estavam achando do design e todos afirmaram terem gostado do modelo. A surpresa era quando eu informava que era um SUV 100% elétrico com 420 km de autonomia. A curiosidade aumentava.

Mas não foi só o design que agradou. O espaço interno e o desempenho são outros pontos positivos do E-JS4. Acomoda cinco pessoas com extremo conforto, que encontram no interior acabamento com qualidade. Este JAC tem uma vasta lista de equipamentos de série.

No quesito desempenho, o JAC E-JS4 surpreendeu com seu motor de 150 cavalos de potência. As respostas nas retomadas são imediatas oferecendo segurança nas ultrapassagens.

A bateria conta com capacidade de 55,1 kWh e com isso a importadora oficial do modelo, informa que a autonomia do JS4 é de 420 km. O motorista consegue fazer a viagem de São Paulo a Campinas sem problemas.

Porém, se for viajar de São Paulo para o Rio de Janeiro, onde percorrerá 430 quilômetros, terá que parar pelo caminho para carregar o veículo pelo menos uma vez para fazer uma recarga total. A fabricante, entretanto, diz que a bateria pode ser carregada em apenas uma hora se o carregador for de carga rápida.

A JAC sempre teve uma postura muito digna ao alertar o comprador de que a autonomia divulgada é na cidade e conforme o uso, inclusive porque tem o auxilio da regeneração de energia.

Ao contrario dos veículos a combustão, que na estrada são mais econômicos, o eletrificados consomem até 60% a mais e pouco podem fazer uso da regeneração.

Como um carro de uso familiar na cidade ou em pequenas viagens, o JAC E-JS4 é uma excelente opção.

Preço
JAC E-JS4 – R$ 242.900,00

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Somente por  assinatura VW já está comercializando o seu SUV elétrico ID.4

Para marcar ainda mais as comemorações dos 70 anos da Volkswagen no Brasil, a marca alemã começou a comercializar o ID.4. O modelo é seu primeiro o SUV 100% elétrico introduzido no mercado nacional exclusivamente pelo programa de assinatura, o VW Sign&Drive.
 

Desde sua primeira aparição na América Latina em 2021, o modelo foi anunciado oficialmente em março deste ano. Junto com o ID.4, a Volkswagen também confirmou a chegada de algumas unidades o ID.Buzz (Kombi 100% elétrica).

Segundo Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil, “depois de anos de trabalho, estudos e testes com nossos IDs, finalmente poderemos vê-los nas ruas com nossos clientes. O lançamento do ID.4 é um marco para a Volkswagen”.

Com o VW Sign&Drive, serviço de carro por assinatura da Volkswagen, oferecerá a possibilidade de contratação da assinatura em 24 meses -, com preço de R$ 9.990,00 já com todas os serviços do programa: manutenção, seguro, documentação, logística de entrega, assistência 24 horas, gestão de multas e serviço de rastreador.

Além disso, clientes poderão optar por incluir um wallbox de 7,4kW e, pela primeira vez no sistema de assinatura, o ID.4 poderá ser entregue blindado ao cliente, como opcional.

ID.4

O SUV elétrico da Volkswagen tem o conjunto elétrico montado no eixo traseiro de 150 kW segue oferecendo 204 cavalos e 31,6 kgfm de torque, com tração apenas nas rodas traseiras.
A autonomia, segundo a marca é de até 520 quilômetros (pelo sistema WLTP) ou 370 quilômetros (INMETRO).

A Germânica, concessionária Volkswagen na região de Campinas,  apresentou o SUV no último dia 20 de julho e já está comercializando o modelo.

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Teste Jeep Compass 4Xe – O melhor e mais econômico dos Compass

Líder de vendas entre os SUVs no mercado brasileiro, o Jeep Compass 4xe é com certeza a versão mais interessante. O primeiro modelo hibrido da Stellantis no mercado nacional, ele chegou no ano passado, custa R$ 350 mil. Portanto, mais caro que o irmão maior, o Commander, que tem capacidade para até sete pessoas, mas tem “só” 185 cavalos e faz uma média, entre cidade e estrada, de pouco mais de 7 quilômetros por litro.

Nesse caso, muito mais inteligente que os veículos somente elétricos, esse híbrido compensa o maior investimento. Por quê?

Além de não ficar dependendo da demora e falta de eletropostos para carregar as baterias, andando com o motor elétrico, pode-se rodar sem gasolina, quase 50 quilômetros e fazer médias superiores a 20 quilômetros por litro.

Milagre

O Jeep Compass 4xe associa o competente motor 1,3 litro turbo de 185 cavalos e torque de 27,5 kgfm instalado no eixo dianteiro com um motor elétrico de 60 cavalos, 24,2 kgfm, no eixo traseiro. Os dois motores geram então 240 cavalos, muito mais que qualquer outro Compass. Os dois motores podem trabalhar juntos ou separados, o que gera a boa potência e a ótima economia. Por isso, o modelo é 4X4.

No painel, há três botões: hybrid, eletric, ou e-save. Assim, o motorista pode selecionar como quer andar. Se comprimir o eletric, vai andar somente com as baterias. Mas, se precisar usar a potência do 4xe, é só acelerar que o motor à combustão entra em atividade.

Já a função e-save é a mais indicada quando se quer usar somente o motor à gasolina, guardando a carga da bateria. É possível ainda programar para que o motor à combustão carregue as baterias, independentemente da regeneração proporcionada pelo acionamento dos freios.

Num bom carregador, as baterias são totalmente carregadas em pouco mais de uma hora e meia. Em casa, numa tomada 220 volts, vão pelo menos 5 horas.

Desempenho

O Compass é bem ágil e suave. O silêncio é outra boa qualidade. O híbrido não tem a preocupação de ser veloz, mas mesmo assim atinge a velocidade máxima de 206 quilômetros por hora e acelera de 0 a 100 em 6,8 segundos. Apenas um quilômetro por hora a menos que a versão flex. Apenas com o motor elétrico, é possível alcançar 130 quilômetros por hora.

Mas está na economia a maior atração do 4xe. Em todas as avaliações, o modelo surpreendeu, alcançando uma média de 24,9 quilômetros por litro na cidade e 24,1 na estrada.

A transmissão automática de seis velocidades, exatamente a mesma dos modelos nacionais, foi recalibrada para trabalhar com as novas motorizações e é muito eficiente.

Acabamento

O acabamento é ótimo e confortável. Utilizando couro, aço escovado e plásticos de excelente qualidade, o interior é bastante agradável e acomoda muito bem até cinco passageiros. Mas, como em todos os veículos, o ideal são quatro. Esses não vão ter do que reclamar.

Como em quase todos os projetos vindo de fora, o modelo que começa a ser produzido no Brasil perde qualidade visando economia de produção. Importado da Itália, o Compass 4xe tem o mesmo acabamento dos modelos produzidos na fábrica de Goiana, em Pernambuco.

Importado em versão única, a “S”, é muito bem equipado e conta com ar-condicionado digital de duas zonas, teto solar panorâmico, bancos de couro com ajustes elétricos, quadro de instrumentos digital, alertas de ponto cego e saída de faixa, frenagem automática de emergência e câmeras 360°. O som é Alpine com oito alto-falantes. O assistente Advance Intelligence foi atualizado e tem funções específicas para o modelo híbrido.

Destaque também para as rodas de 19 polegadas com pintura preta diamantada. Chique.

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BMW iX M60, o SUV elétrico mais potente e rápido da marca será vendido no Brasil

O BMW iX mais potente da marca alemã vai chegar ao mercado nacional no segundo semestre por R$ 700 mil (valor estimado). A linha iX, SUV elétricos,  chegou ao Brasil no início de 2022, se diferenciando pela boa autonomia entre os veículos de seus segmentos.

Em fase de homologação no Brasil, o BMW iX M60 conta com visual ainda mais exclusivo e passa a ser o carro elétrico mais potente da marca no Brasil, com 619 cavalos e mais de 1.000Nm de torque.

Visualmente, a versão M60 segue as linhas das versões já à venda do BMW iX no Brasil, a xDrive50 e xDrive40. Os diferenciais estão em alguns detalhes, que tornam o modelo ainda mais exclusivo.

As rodas de 22 polegadas, por exemplo, têm design inédito. Nos freios M Sport, as pinças são pintadas de Dark Blue. Além disso, o modelo tem acabamentos externos em Titanium Bronze Finish, aumentando o requinte visual e deixando o modelo ainda mais elegante.

A grade, assim como nas versões já à venda, segue sendo um dos destaques. Produzida com nanotecnologia, é capaz de se recuperar pequenos danos por conta própria.

Responsável por proteger boa parte dos sistemas semiautônomos e de segurança ativa que equipam o BMW iX, a grade guarda outra tecnologia. Pequenos filamentos de aquecimento são responsáveis por limpar e/ou secar a superfície para manter todos os sistemas com as melhores condições de funcionamento.

Equipado com dois motores, um no eixo dianteiro e um no eixo traseiro, o BMW iX M60 tem tração integral xDrive de série. São 619 cavalos de potência e incríveis 1.015Nm de torque instantâneo disponíveis diretamente no pedal da direita.

São 96 cavalos e 250Nm de torque a mais do que a versão xDrive50, que já era referência da categoria em termos de desempenho e eficiência.

Com esse conjunto, o BMW iX M60 acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em apenas 3,8 segundos, enquanto a velocidade máxima é limitada a 250km/h para preservação da bateria.

Além de se tornar o carro elétrico mais potente à venda pela BMW no Brasil, desbancando o posto que era ocupado até então pelo BMW i4 M50 (544 cavalos), o iX M60 passa a ser o carro com maior aceleração da BMW à venda no país, dividindo o topo com o BMW X6 M, que também arranca de 0 a 100km/h nos mesmos 3,8 segundos.

Por dentro, o modelo é equipado com BMW Curved Display, uma incrível tela curva composta por uma tela de informações de 12,3 polegadas atrás do volante e outra tela de 14,9 polegadas que faz o papel de central multimídia.

O sistema torna a condução muito mais agradável. A menor, programável em design e itens de controle do veículo, fica responsável por exibir informações do painel de instrumentos, enquanto a maior faz a função de sistema de entretenimento do BMW iX, e tem compatibilidade com Apple Car Play e Android Auto.

Com um interior completamente clean e minimalista, o utilitário aposta na intuitividade do sistema Shy Tech. É possível controlar as funções do sistema multimídia por comandos de voz, gestos, tato ou da forma mais tradicional, por meio dos botões no console central.

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