Destaques

Volvo EC40 Black Edition é potente e tem acabamento refinado

Com um visual escurecido muito bonito e agressivo, o Volvo EC40 Black Edition se destaca no segmento pelo desempenho esportivo e acabamento esmerado. A versão especial do crossover elétrico aposta na pintura Onyx Black e em uma série de elementos em preto brilhante, mas é sob a carroceria que estão alguns de seus números mais expressivos: são 442 cv de potência, 670 Nm de torque e aceleração de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos.


O conjunto utiliza dois motores elétricos, um em cada eixo, o que garante tração integral. A velocidade máxima é limitada eletronicamente a 180 km/h, seguindo a política adotada pela Volvo em seus automóveis.
A energia vem de uma bateria de 82 kWh, que proporciona autonomia de até 404 quilômetros pelo padrão do Inmetro. Em uma estação rápida de corrente contínua de 175 kW, a carga pode passar de 10% a 80% em aproximadamente 28 minutos.

Apesar do desempenho, o EC40 mantém dimensões de um crossover compacto. São 4,44 metros de comprimento, 1,87 m de largura, 1,59 m de altura e 2,70 m de distância entre os eixos. O porta-malas oferece 404 litros, aos quais se soma um compartimento dianteiro de 31 litros, possível graças à ausência do motor a combustão.

Sofisticação

Na Black Edition, a diferenciação é principalmente visual. Além da carroceria Onyx Black, grade, logotipos e outros detalhes externos recebem acabamento escurecido. As rodas de 20 polegadas também são pintadas em preto brilhante, reforçando a proposta monocromática da versão.

Por dentro, o EC40 mantém a arquitetura conhecida do modelo, com painel digital de 12,3 polegadas e uma central multimídia vertical de 9 polegadas. O sistema traz serviços do Google integrados, entre eles Maps, Assistant e Play, dispensando o uso do celular para algumas das principais funções de conectividade e navegação.

A lista de recursos inclui ainda teto panorâmico fixo, sistema de som Harman Kardon, câmera com visão 360 graus e Pilot Assist, que reúne tecnologias de auxílio à condução.
Com a Black Edition, a Volvo não muda a essência do EC40, mas acrescenta uma sofisticação visual  e se destaca no segmento.

Preço
Volvo EC40 Black Edition – R$ 410.950,00

(Fotos cedidas por Gerson Borini)

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CCJ do Senado aprova PEC que acaba com jornada 6×1

Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (2), por votação simbólica, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que põe fim à jornada de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1). A matéria ainda precisa passar pelo plenário da Casa, em dois turnos de votação. 

PEC 221 de 2019 prevê a obrigatoriedade de descanso remunerado de dois dias por semana, sem redução salarial, e reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição de 14 meses.

Dos 27 senadores presentes na comissão, apenas quatro registraram votos contrários: o líder da oposição Rogério Marinho (PL-RN), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Tereza Cristina (PP-MS) e Jaime Bagattoli (PL-RO).

O relator Omar Aziz (PSD-AM) rejeitou todas as 36 emendas apresentadas à PEC, incluindo propostas para manter a possibilidade de escalas de 6×1 ou jornadas superiores a 40 horas.

“Até porque todas as emendas que foram apresentadas, as 36 emendas, nenhuma pede mais benefício para o trabalhador”, justificou o relator.

A PEC foi criticada pelo líder da oposição Rogério Marinho, que reclamou do pouco tempo para debater o tema e destacou que a proposta traria inflação para a economia.

“Nós vamos gerar, sem dúvida nenhuma, inflação, desemprego e informalidade em nome da perpetuação do projeto de poder”, disse o parlamentar potiguar.

Estudos sobre o fim da 6×1 divergem sobre os impactos para a inflação e o Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país).

Rogério Marinho defendeu uma outra PEC, a que cria um regime trabalhista por hora trabalhada, e defendeu as negociações individuais entre patrões e empregados para definição da escala de trabalho.

Esse projeto vai na contramão da necessidade de darmos competitividade à população, ao país e à sociedade brasileira”, criticou.

O líder da oposição ainda apresentou um destaque para limitar o descanso remunerado dos trabalhados à apenas um dia na semana. Porém, o destaque foi rejeitado pela CCJ.

A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) rebateu os argumentos de Rogério Marinho e citou a pressão de empresários contra a PEC por aumentar direitos dos trabalhadores.

“Toda vez que o Congresso Nacional busca assegurar direitos trabalhistas, o discurso é o mesmo, a economia vai quebrar, o desemprego vai imperar, a inflação vai ocorrer. Isso é um discurso simplesmente para atender os grandes empresários deste país”, afirmou.

A senadora defendeu que a PEC assegura mais dignidade à vida dos trabalhadores, “sobretudo às mulheres brasileiras, que têm dupla ou tripla jornada de trabalho, e hoje, com a aprovação do fim da escala 6×1, nós vamos dar dignidade, saúde mental e vamos melhorar a produtividade no Brasil”.

O senador Jaime Bagattoli (PL-RO) reclamou da “falta de mão de obra” no Brasil e defendeu a jornada flexível por hora trabalhada.

“Está difícil a contratação de funcionário. Nós, patrões, queremos que os nossos funcionários estejam com a melhor qualidade de vida”, disse, acrescentando que não tinha como apoiar a PEC.

“Como é que nós vamos reduzir de 44 horas para 40 horas e essa empresa vai ter a mesma produção? Claro que não. Não adianta nós dizermos que não vai aumentar os custos”, completou o senador por Rondônia.

Críticas

O relator da proposta, senador Omar Aziz, lembrou que mesmo o PL, partido da oposição, votou majoritariamente a favor da PEC na Câmara dos Deputados e rejeitou a tese de que a redução da jornada vai “quebrar” a economia.

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Arte do vitral ganha novos olhares em exposição gratuita no Galleria

Uma arte que atravessa gerações ganha novas formas e interpretações na exposição “Entre Vitrais”, que poderá ser visitada gratuitamente de 9 a 13 de setembro no Galleria Shopping, em Campinas. A mostra reúne sete criações autorais de profissionais da arquitetura, do design e da arte, transformadas em vitrais pelo trabalho técnico e artesanal da Vitrais Ton Geuer, empresa campineira cuja história tem origem em uma tradição familiar iniciada na Europa no século XIX.

As peças compõem a nova coleção da Vitrais Ton Geuer, que reuniu profissionais de diferentes repertórios e formas de criação. Os trabalhos são assinados pelo arquiteto Adriano Mendonça, pelo escritório Consoni Ghizzi (dos arquitetos Fernando Consoni e Caio Ghizzi), pelo arquiteto e designer de produto Erlon Tessari, pelo arquiteto, designer e artista Gabriel Rosa, pelo escritório Janinni & Sagarra (do arquiteto João Jannini e da arquiteta e artista plástica Cristina Sagarra), pelo artista visual Luis Roberto de Castro Rios e pela designer de interiores Solange Tannuri.

Idealizado pela relações públicas Cris Soutelo, da Relazione Marketing, responsável também pela seleção e pelo convite aos criadores, o projeto deu liberdade a cada participante para desenvolver sua proposta, do desenho feito à mão à produção digital. A partir desse trabalho, a equipe da Vitrais Ton Geuer realizou a transposição para o vitral, definindo materiais, cortes, cores, texturas e técnicas de execução de forma a preservar a identidade de cada proposta. O resultado são trabalhos que transitam da geometria à figuração e da monocromia à policromia, com diferentes possibilidades de expressão do vitral contemporâneo e sua relação com a luz.

A mostra “Entre Vitrais” poderá ser visitada durante todo o horário de funcionamento do shopping, de quarta a sábado, das 10h às 22h, e no domingo, das 12h às 20h. 

O artista cria, a luz recria 

Em meio aos jardins do Galleria Shopping, os vitrais estarão expostos à luminosidade natural, elemento central na curadoria de arte assinada por Ligia Testa. Ao atravessar o vidro, a luz transforma a percepção das cores e da própria obra ao longo do dia.

“É justamente nesse território entre arte e arquitetura que a exposição pretende lançar seu olhar. Os vitrais deixam de ser vistos apenas como elementos decorativos ou construtivos e passam a ser apresentados como obras capazes de transformar e integrar-se ao espaço”, diz Cris Soutelo.

A proposta se conecta à trajetória da Vitrais Ton Geuer, cuja história com essa arte remonta a 1859, na Alemanha, quando Heinrich Geuer, avô de Ton, já atuava como vitralista. Esse saber atravessou gerações até chegar a Ton Geuer, que se mudou com a família para Campinas em 1960 e deu continuidade à tradição no Brasil.

Desde então, a empresa soma mais de 8 mil projetos catalogados e realizados no Brasil e no exterior. “Hoje, cinco gerações depois do início dessa história, a tradição permanece como base para novas experimentações. ‘Entre Vitrais’ representa justamente esse encontro. De um lado, um conhecimento artesanal construído ao longo de mais de um século. De outro, sete profissionais convidados a explorar livremente as possibilidades contemporâneas do vitral”, diz Cristina Geuer Chaim, gestora comercial da Vitrais Ton Geuer.

As criações da coleção também podem ser aplicadas em novos projetos. A partir de um mesmo desenho autoral, juntamente com os artistas que assinam cada uma das linhas, a Vitrais Ton Geuer desenvolve peças sob medida para diferentes usos, como portas, janelas, divisórias, luminárias ou outros elementos arquitetônicos. Dimensões, proporções e composição podem variar conforme cada projeto, preservando a identidade visual da criação original.

Serviço
Exposição “Entre Vitrais”
Período: de 9 a 13 de setembro de 2026
Local: Palco Central, localizado no primeiro piso do Galleria Shopping (Rod. D. Pedro I, km 131,5, Jardim Nilópolis, Campinas)
Horário: de quarta a sábado, das 10h às 22h; domingo, das 12h às 20h
Entrada gratuita
Site e Instagram: https://www.vtg.com.br; @vitrais_ton_geuer

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Exposição imersiva leva público a conhecer a história da Muralha da China

A história, a cultura e as transformações da China ao longo dos séculos chegam a Campinas em uma experiência imersiva que coloca um dos maiores símbolos do país no centro da narrativa. A partir de 2 de setembro, o Instituto CPFL recebe a exposição “A Grande Muralha da China”, experiência inédita no Brasil que propõe ao visitante uma nova forma de conhecer esse patrimônio histórico.

Com uma combinação de tecnologia e conteúdo histórico, a exposição percorre diferentes momentos da trajetória da Muralha e revela como ela se transformou ao longo do tempo. Criada pela YDreams Global, a mostra utiliza projeções, recursos audiovisuais, mapas digitais, instalações interativas e experiências multissensoriais para conduzir o público por uma viagem que passa pelas primeiras estruturas defensivas, pelas diferentes dinastias chinesas, pela Rota da Seda e chega à importância da Muralha nos dias atuais.

A exposição integra as atividades da 10ª edição da programação da frente “CPFL Intercâmbio Brasil-China” e ganha significado especial em 2026, ano escolhido pelos governos dos dois países como Ano da Cultura China-Brasil. Com entrada gratuita, a mostra permanece em cartaz até 31 de outubro, na Galeria do Instituto CPFL.

Inspirada na metáfora curatorial do “Dragão de Pedra que Nunca Dorme”, a experiência apresenta a Muralha como uma construção que atravessou diferentes períodos históricos e continua viva no imaginário contemporâneo. “Ao completar dez edições, o CPFL Intercâmbio Brasil-China reafirma o propósito do Instituto CPFL de aproximar culturas e ampliar o acesso do público a diferentes formas de conhecimento. Trazer uma experiência inédita sobre a Grande Muralha justamente no Ano da Cultura China-Brasil torna esta edição ainda mais simbólica e fortalece uma ponte cultural construída ao longo de quase uma década”, afirma Daniela Ortolani Pagotto, head do Instituto CPFL.

Sensorial

A experiência começa apresentando ao público diferentes elementos da cultura chinesa e da história da Muralha. O visitante encontra uma ambientação que remete à arquitetura tradicional do país e, ao longo do percurso, é convidado a descobrir como a construção se relacionou com o desenvolvimento de territórios, cidades e rotas comerciais.

Um dos destaques é a Rota da Seda, apresentada de forma interativa. Por meio de recursos digitais, o público pode visualizar os caminhos percorridos por comerciantes e viajantes, conhecer cidades e regiões que fizeram parte desse circuito e compreender a importância dessas conexões para a troca de produtos, costumes e conhecimentos entre diferentes povos.

A exposição também aproxima o visitante dos aspectos menos conhecidos da construção da Muralha. Materiais e técnicas utilizados em diferentes momentos da história podem ser observados e explorados em estações táteis, mostrando como os recursos disponíveis em cada época influenciaram a forma de construir e preservar essa estrutura.

A proposta é proporcionar uma experiência que vá além da observação e permita ao público estabelecer diferentes formas de contato com o conteúdo apresentado. Recursos visuais, sonoros, digitais e táteis são utilizados para ampliar a compreensão sobre a Muralha e sobre o contexto histórico e cultural em que ela foi construída.

Segundo a head do Instituto, a proposta é transformar informações históricas em uma experiência que possa ser explorada por diferentes sentidos e públicos. “A nossa ideia é fazer com que os visitantes não apenas conheçam a história da Grande Muralha, mas se sintam parte dessa jornada. A tecnologia e os recursos imersivos nos permitem apresentar suas dimensões, histórias e simbolismos de uma maneira envolvente, aproximando o público brasileiro de um patrimônio que atravessa séculos da civilização chinesa”, destaca.

Muralha

No centro do percurso, o visitante encontra uma experiência imersiva que amplia a percepção sobre a dimensão e a diversidade dos territórios atravessados pela Grande Muralha. Imagens projetadas em grandes dimensões, sons e efeitos sensoriais criam uma ambientação que remete às montanhas, aos desertos e às antigas passagens que fazem parte dessa trajetória.

A proposta é apresentar a Muralha não como uma estrutura única e estática, mas como resultado de diferentes períodos de construção e transformação. Ao percorrer esse ambiente, o público entra em contato com os contextos históricos e com as pessoas que viveram, circularam e estabeleceram relações ao redor dessas estruturas.

A metáfora do “Dragão de Pedra que Nunca Dorme” ajuda a conduzir essa narrativa. Torres, caminhos e portões ganham novos significados dentro da experiência e passam a representar não apenas elementos arquitetônicos, mas também os fluxos de pessoas, encontros, conflitos e trocas culturais que marcaram a história da região.

Símbolo 

Na parte final do circuito, a exposição acompanha a transformação da Grande Muralha em um dos principais símbolos culturais da China. Com o passar do tempo, sua importância ultrapassou a função para a qual diferentes trechos foram originalmente construídos, tornando-se também um lugar de memória e um patrimônio compartilhado por gerações.

O reconhecimento internacional reforça essa trajetória. A Grande Muralha foi inscrita pela UNESCO na lista do Patrimônio Mundial em 1987 e, posteriormente, passou a integrar a seleção das Novas Sete Maravilhas do Mundo, ampliando ainda mais sua projeção internacional.

A última etapa aproxima o visitante da China atual por meio de uma ambientação que incorpora elementos das celebrações e manifestações culturais do país. O dragão aparece novamente como elemento central, associado à força, à continuidade e à identidade cultural chinesa.

Ao concluir o percurso, a exposição propõe um olhar que conecta diferentes tempos históricos. A Grande Muralha deixa de ser apenas um vestígio do passado e passa a ser compreendida como um símbolo que continua produzindo significados no presente, aproximando história, cultura e identidade.

Celebração 

A exposição faz parte de uma programação especial que marca a 10ª edição do CPFL Intercâmbio Brasil-China, iniciativa criada para promover o diálogo e a aproximação entre os dois países por meio da cultura.

Em 2026, a programação comemorativa segue até novembro e integra as celebrações do Ano da Cultura China-Brasil. Além da exposição “A Grande Muralha da China”, estão previstos quatro concertos com artista chinês convidado, o Festival da Lua, em Campinas, com atividades culturais e gastronômicas, a segunda temporada da série de documentários Brasil-China, publicação de livros sobre filosofia em parceria com a Unicamp, quatro gravações de edições especiais do Café Filosófico CPFL e a exibição de três programas inéditos na TV Cultura e o lançamento de um catálogo comemorativo, que reunirá registros e destaques das dez edições do programa.

Ao longo de uma década, o CPFL Intercâmbio Brasil-China consolidou uma programação voltada à aproximação entre culturas, utilizando a arte, a música, a filosofia, o audiovisual e outras manifestações culturais como instrumentos de diálogo.

Experiência

Especializada na criação e produção de circuitos imersivos, interativos e multissensoriais, a YDreams Global desenvolve projetos que combinam narrativa, design imersivo, tecnologia sensorial e interação para aproximar o público de diferentes universos.

Em “A Grande Muralha da China”, esses recursos são utilizados especialmente como ferramentas de conhecimento. A proposta é permitir que fatos históricos, técnicas construtivas, transformações territoriais e referências culturais deixem de ser apenas informações e possam ser explorados por meio de imagens, sons, texturas, aromas e interação.

A exposição “A Grande Muralha da China” é apresentada pelo Ministério da Cultura e CPFL Energia, correalizada pela Quer Caminhar Comigo e YDreams Global, com o apoio da State Grid, Instituto CPFL e Sympla, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Serviço
Exposição “A Grande Muralha da China”
Local: Instituto CPFL: Rua Jorge de Figueiredo Corrêa, 1632 – Chácara Primavera, Campinas (SP)
Período: 2 de setembro a 31 de outubro de 2026
Entrada: gratuita
Horários: seg, ter, qua. e sex., das 8h às 17h; qui, das 8h às 19h; sáb., das 10h às 16h
Entrada gratuita
Informações: www.institutocpfl.org.br

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Creche e centro de saúde são destruídos pelo temporal de ontem

O temporal de ontem (30) danificou o Centro de Educação Infantil Brígida Chinaglia Costa e o Centro de Saúde Paranapanema, no Jardim Guarani. Os dois prédios públicos são vizinhos e foram os mais afetados pelos fortes ventos e chuvas, que duram mais ou menos dez minutos na tarde de ontem (30).

O prefeito Dário Saadi acompanhou, hoje (31) os trabalhos de limpeza, reparos.

De acordo com a Defesa Civil, 25 ocorrências relacionadas à ventania foram registradas nas regiões Sul e Leste até a manhã desta segunda, incluindo 16 quedas de árvores, oito destelhamentos e um alagamento de via pública. Equipes da Prefeitura estão mobilizadas desde a tarde de domingo para retirar árvores, liberar vias e avaliar prédios atingidos pelo temporal. Não houve vítimas, nem pessoas desabrigadas ou desalojadas.

 

Reconstrução

 

O CEI Brígida Chinaglia Costa foi destelhado, houve queda de paredes e há vazamentos no local. Os danos do prédio estão em levantamento pela equipe técnica, mas a Secretaria de Educação estima que a reconstrução da escola deve levar de seis a dez meses.

A escola atende 111 alunos de 0 a 3 anos. As aulas para este grupo estão suspensas e serão retomadas em 15 de setembro, na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Ciro Exel Magro, localizada a 500 metros.

A secretaria já informou os pais sobre a suspensão temporária das aulas e uma equipe está de plantão no CEI, nesta segunda, para orientar as famílias que, porventura, foram ao local.

Assim como a escola, o CS Paranapanema também permanece fechado nesta segunda. A unidade foi destelhada, houve entrada de água no prédio e há fiação no chão.

Equipes de manutenção já iniciaram os reparos. O prazo para a conclusão da reforma é de 20 dias. Ainda nesta segunda-feira, a equipe vai avaliar se o CS poderá reaberto parcialmente ainda nesta semana.

 

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Campinas Decor apresenta edição 2027 e volta a revitalizar prédios históricos

A Campinas Decor realizou nesta quinta-feira (27), a apresentação oficial da edição 2027, que terá como cenário dois prédios históricos pertencentes à Sociedade Campineira de Educação e Instrução (SCEI), mantenedora da PUC-Campinas, do Hospital e Maternidade Celso Pierro (Hospital da PUC Campinas) e do Hospital e Maternidade de Campinas.

Programada para ocorrer de 14 de maio a 11 de julho, a mostra ocupará o Edifício Instituto de Letras, na esquina das ruas Barreto Leme e Dr. Quirino, e o imóvel que abrigou a Sociedade Israelita Brasileira Beth Jacob. Com a escolha dos dois espaços, a maior mostra de arquitetura, decoração e paisagismo do interior paulista retoma uma de suas principais vocações: contribuir para a recuperação e valorização de edificações de relevância para Campinas, desta vez em uma região estratégica para os esforços de revitalização urbana do Centro.

A Campinas Decor 2027 reunirá cerca de 40 ambientes internos e externos, incluindo espaços residenciais, como salas de estar e jantar, cozinha, quarto de casal, quarto infantil, home theater e lofts, além de áreas destinadas a patrocinadores. Restaurante, café, bar e wine bar também integram o projeto, assim como o espaço Campinas Decor Eventos, voltado à realização de palestras, workshops e outras atividades paralelas.

Parte dos espaços terá tema livre, ampliando as possibilidades de criação dos expositores. Para os ambientes residenciais, a organização seguirá a tradição de elaborar uma “história da família”, com personagens fictícios, seus perfis, profissões, hábitos e hobbies. A proposta orienta arquitetos, designers de interiores e demais profissionais na criação de projetos voltados a diferentes necessidades e estilos de vida.

O processo de comercialização dos espaços seguirá o modelo adotado na edição comemorativa de 30 anos: em uma primeira etapa, a organização tem promovido visitas de profissionais aos prédios mediante agendamento individual. Após o lançamento oficial nesta quinta-feira, serão abertas as inscrições para arquitetos, decoradores, designers e paisagistas que desejarem integrar o time de expositores.

Recuperação e modernização

Os trabalhos de preparação da Campinas Decor 2027 terão início em fevereiro e serão realizados pela organização em conjunto com expositores, patrocinadores, fornecedores e parceiros. Como os edifícios não apresentam problemas estruturais, as intervenções serão concentradas principalmente na modernização das redes elétrica e hidráulica e em melhorias de pisos, revestimentos e outros elementos, buscando preservar suas características arquitetônicas originais. Após o evento, os imóveis serão devolvidos revitalizados à SCEI, parceira institucional da Campinas Decor na realização da edição.

“Temos dois prédios com muita personalidade e que oferecem inúmeras possibilidades aos profissionais. Além de prepará-los para receber a Campinas Decor, vamos realizar um trabalho importante de recuperação e modernização, respeitando suas características. É uma oportunidade de criar uma mostra muito especial e, ao mesmo tempo, deixar um legado para a cidade”, afirma um dos diretores da Campinas Decor, Fernando Teixeira Penteado.

Arquitetura e história

Com cerca de 1.460 metros quadrados de área construída, o Edifício Instituto de Letras apresenta algumas características da Arquitetura Moderna. De volume retangular e geometria rígida, a construção privilegia o funcionalismo e traz elementos típicos desse movimento, como janelas em fita com esquadrias de ferro moduladas, planta livre e grandes vãos estruturados por pilares de concreto. Internamente, preserva elementos originais, entre eles pisos de tacos de madeira.

Elementos preservados na fachada também ajudam a situar historicamente o edifício: a inscrição “Universidade Católica” e um brasão anterior à concessão do título de “Pontifícia”, ocorrida em 1972, indicam que o imóvel possivelmente tenha sido construído ou incorporado à instituição entre 1956 e 1972. O prédio abrigou durante décadas o Instituto de Letras, que deixou o local em 2008, e depois recebeu um curso pré-vestibular, entre 2011 e 2022. Desde então, permanecia sem ocupação.

A Campinas Decor também utilizará o imóvel anexo, atualmente pertencente à mantenedora da PUC-Campinas e conhecido por ter abrigado a Sociedade Israelita Brasileira Beth Jacob, na Rua Barreto Leme, 1.203. Fundada em 1914, a instituição tem sua história ligada à presença da comunidade judaica em Campinas. Em 1960, a coletividade adquiriu o imóvel e, no ano seguinte, realizou uma ampla reforma, que resultou praticamente na construção de um novo prédio. A sinagoga permaneceu no endereço até 2025 e, ao longo das décadas, foi palco de celebrações religiosas e atividades culturais e sociais da comunidade judaica de Campinas e região. Em 2014, sediou as comemorações pelos 100 anos de fundação da Sociedade Israelita Brasileira Beth Jacob.

“A recuperação desses imóveis vai além das próprias edificações. Estamos falando de espaços localizados em uma região importante do Centro de Campinas, e sua revitalização e reocupação têm potencial para valorizar o entorno e atrair novos fluxos de pessoas para essa área da cidade. A parceria com a Campinas Decor se soma ao nosso compromisso com a preservação do patrimônio, a requalificação dos espaços urbanos e a criação de novos usos para construções que fazem parte da história do município”, afirma o reitor da PUC-Campinas, Prof. Dr. Victor de Barros Deantoni.

Vocação para revitalizar

A recuperação de imóveis de relevância histórica e arquitetônica acompanha a trajetória da Campinas Decor. Ao longo de seus 30 anos, a mostra já revitalizou dez prédios do patrimônio público, que receberam investimentos de aproximadamente R$ 47,5 milhões, cotizados entre organização, parceiros, patrocinadores, expositores e fornecedores.

A lista inclui o Casarão do Lago do Café, a Estação Guanabara, duas edificações do Instituto Agronômico de Campinas, a Estação Cultura, a Casa de Vidro do Lago do Café, a Fazenda Argentina, o casarão do antigo Colégio Ateneu, o Cotuca (Colégio Técnico da Unicamp) e o Prédio do Relógio, que integra o Pátio Ferroviário de Campinas.

O trabalho de revitalização também já foi realizado em imóveis privados representativos para a cidade, entre eles a Fazenda Santa Margarida e a Casa de Nossa Senhora, prédio da década de 1940 que recebeu a Campinas Decor 2025. Em cada um desses projetos, as melhorias realizadas para viabilizar a mostra permaneceram como legado para os imóveis após o encerramento do evento.

Investimentos e expectativas

A apresentação da Campinas Decor 2027 acontece pouco mais de dois meses após o encerramento da edição comemorativa dos 30 anos da mostra, realizada de 10 de abril a 7 de junho no mall do complexo Royal Trade Center, reforçando a força e a capacidade de mobilização do evento.

“Foi muito especial celebrar os 30 anos da Campinas Decor com uma edição que marcou nossa história e, poucos meses depois, já apresentar um projeto completamente novo para 2027. Iniciamos esse novo ciclo com muito entusiasmo, retomando nossa vocação para a recuperação de imóveis e com dois prédios que oferecem inúmeras possibilidades criativas aos profissionais”, afirma a diretora da Campinas Decor Hebe Fontenele.

A expectativa é de que os trabalhos de revitalização dos imóveis e montagem dos ambientes gerem cerca de 1.500 empregos diretos e indiretos, além de outros 150 durante o período de funcionamento. Seguindo a média histórica, a organização estima que a Campinas Decor 2027 movimente cerca de R$ 7 milhões em investimentos, cotizados entre organização, expositores, patrocinadores e fornecedores, sem contabilizar obras de arte e outras peças utilizadas nos ambientes, que chegam a valer milhões individualmente.

Serviço
Campinas Decor 2027
Quando: de 14 de maio a 11 de julho de 2027
Endereço: Rua Dr. Quirino, 1.625, Centro, Campinas, SP
Telefone para informações: (19) 99378-7008
Site e Instagram: www.campinasdecor.com.br; @campinasdecor

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GAC GS9 Ultra oferece boa autonomia, espaço e muito luxo

A chinesa GAC aumentou a linha de veículos eletrificados no Brasil com o lançamento do GS9 Ultra. O modelo é um SUV de grande porte e de luxo, que vai concorrer principalmente com o GWM Wey 07, inclusive no preço. O GS9 é também o primeiro modelo da marca no mercado nacional combinando a tecnologia Plug-in Hybrid Electric Vehicle (PHEV) com Range Extender (REEV).

Exatamente como seu concorrente, o novo modelo da GAC tem capacidade para seis ocupantes distribuídos em três fileiras de bancos.

Novidade

O GAC GS9 conta com um motor 1,5 litro turbo a combustão, um gerador elétrico e dois motores elétricos, um em cada eixo e que garantem tração integral inteligente (AWD).

O resultado é uma potência combinada de 500 cavalos e 613 Nm de torque. A bateria de 44,5 kWh permite uma autonomia de 114 quilômetros somente utilizando os motores elétricos. Essa autonomia é maior que a maioria dos consumidores utilizam na cidade diariamente na cidade. Já para as viagens, o sistema REEV utiliza o motor a combustão e o gerador para produzir energia e alimentar a bateria, proporcionando uma condução contínua e econômica.

O modelo conta com sistema inteligente de regeneração de energia durante as frenagens e controle preditivo da dinâmica do veículo através de ajuste automático na suspensão, que é McPherson na dianteira e Multilink na traseira, garantindo estabilidade, conforto e excelente dirigibilidade em diferentes condições de uso.

Muito luxo
Interior pode ser classificado de primeira classe. A cabine conta materiais sofisticados, amplo espaço interno e soluções voltadas ao conforto dos seis ocupantes, como 4 poltronas individuais nas duas primeiras filas.

Os bancos da primeira e da segunda fileiras são revestidos em couro Nappa e oferecem aquecimento, ventilação, ajustes elétricos e função de massagem. Na dianteira, o do passageiro se destaca pela configuração Gravidade Zero, que combina reclinação superior a 100 graus, apoio para as pernas, 12 ajustes elétricos e 18 pontos de massagem. A terceira fileira recebe revestimento de couro legítimo e acionamento elétrico para rebatimento dos bancos.

O ambiente interno também oferece ar-condicionado automático de três zonas, teto panorâmico com cortina elétrica, detalhes em madeira genuína, mesa de apoio para os passageiros da segunda fileira, vidros acústicos, espelho interno fotocrômico e porta-malas com abertura e fechamento elétricos.

O SUV ainda vem com dois painéis: um de instrumentos digital de 10,25 polegadas e uma central multimídia touchscreen de 15,6 polegadas, com conectividade sem fio para Apple CarPlay e Android Auto.

Muito grande

Com 5,06 metros de comprimento, entre-eixos de 2,93 metros e rodas de 20 polegadas, o GAC tem faróis inteligentes com acendimento automático, lanternas traseiras em LED de desenho envolvente, com animações, além de iluminação de boas-vindas, retrovisores externos elétricos com memória, aquecimento e rebatimento automático, além de acabamento que transmite robustez e sofisticação em cada detalhe.

No porta-malas, com a terceira fileira em uso, a capacidade é de 255 litrosCom os bancos eletricamente rebatidos, a capacidade aumenta para 1005 litros.

Preço
GAC GS9 Ultra R$ 399.990,00.
(Até o dia 31/08 tem preço especial de lançamento, R$ 379.990,00)

 

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Frio avança sobre centro-sul do país com mínimas abaixo de 10ºC

Uma massa de ar seco e frio avança sobre o centro-sul do Brasil, fazendo com que o frio fique mais intenso no Rio Grande do Sul e avance sobre Mato Grosso do Sul e partes do Sudeste, com mínimas abaixo de 10°C.

Pela manhã, no Rio Grande do Sul, a previsão é de chuvas isoladas. Até o fim do dia as nuvens permanecem concentradas entre o Rio Grande do Sul e o litoral sul de Santa Catarina. À noite, a faixa leste da região segue com muitas nuvens, mas no interior a massa de ar frio deixa o céu com poucas nuvens e temperaturas baixas.

A temperatura mínima nas capitais da Região Sul será de 10°C em Porto Alegre. Florianópolis deve registrar máxima de 21°C.

No Sudeste do país, São Paulo, o sul de Minas e o Rio de Janeiro amanhecem com muitas nuvens. No leste de São Paulo e na capital paulista, a previsão é de pancadas de chuva e chuva isolada durante a tarde entre o leste de São Paulo, sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

A temperatura máxima prevista é de 33°C em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, e a mínima de 12°C em São Paulo.

No Centro-Oeste, há aviso laranja de perigo para baixa umidade do ar no norte e leste de Mato Grosso, grande parte de Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal. A baixa umidade do ar é menos intensa nas demais áreas da região, onde permanece o aviso amarelo de perigo potencial.

Há previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas na região centro-oeste de Mato Grosso do Sul e possibilidade de chuva isolada no norte e noroeste do estado.

Os termômetros das capitais marcam mínima de 13°C em Campo Grande e máxima de 33°C em Goiânia.

Na Região Norte, o dia será de tempo instável, com chuva e trovoadas no centro-oeste do Acre, oeste e noroeste do Amazonas e norte de Roraima. A instabilidade aumenta ao longo do dia na região, com chuva e trovoadas no oeste do Acre, oeste e norte do Amazonas, em Roraima, noroeste do Pará e no Amapá.

O aviso laranja de perigo para baixa umidade do ar também alcança o sul do Pará e o centro-sul do Tocantins, incluindo a capital Palmas. Nas demais áreas de Tocantins, no centro do Pará e no leste do Amazonas, incluindo a capital Manaus, também há aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade do ar.

A temperatura mínima nas capitais será de 21°C em Rio Branco e a máxima de 39°C em Palmas.

Na Região Nordeste, o aviso laranja de perigo para baixa umidade do ar alcança o sul do Piauí e o oeste da Bahia. Já o amarelo, que aponta perigo potencial para baixa umidade do ar, vai até o centro-sul do Maranhão, grande parte do Piauí, centro-sul do Ceará, sudoeste do Rio Grande do Norte, oeste da Paraíba e de Pernambuco e norte e centro da Bahia.

Durante o dia pode ocorrer chuva isolada entre o litoral norte da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco.

As capitais registram temperatura mínima de 20°C em Teresina e máxima de 33°C em São Luís. Agência Brasil)

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Jeep Avenger é o novo modelo da marca americana no Brasil

Lançado na Europa em 2022, Jeep Avenger começa a ser vendido por aqui no final deste mês. O novo SUV é o modelo de entrada da marca norte-americana e vai se posicionar abaixo do Renegade, concorrendo, principalmente, com Renault Kardian e Volkswagen Tera no segmento B-SUVs. Moderno e com design agradável, o Avenger não nega que é um autêntico Jeep.

Na frente as tradicionais sete fendas iluminadas e lanternas em X e caixas de rodas trapezoidais. Não menos tradicional é a capacidade off-road: o ângulo de ataque é de 22° e a altura do solo de 22 centímetros.
Disponível em três versões, Altitude, Longitude e Limited, o modelo conta com um bom nível de tecnologia, com tela central de 10″ com interface intuitiva e botões físicos para as funções essenciais, além de câmera para os itens de segurança e 6 airbags.

Na versão mais requintada, a Limited, o modelo traz ainda câmeras 360°, pacote ADAS Nível 2, com piloto automático adaptativo (ACC) e centralizador de faixa e farol Matrix, sendo o único em sua faixa de preços com esses itens de série.

O interior vem com painel central, os painéis das portas e bancos com revestimentos de boa qualidade. O Avenger tem teto solar elétrico como opcional. O porta-malas oferece volume de até 364 litros.

Motorização

Todas as versões do Jeep Avenger vêm com o motor turbo flex T200, de 1,0 litro, 116 cavalos e sistema híbrido leve MHEV de 12V. A transmissão é automática do tipo CVT.

Preços
Jeep Avenger
Altitude – R$ 119.990,00
Longitude – R$ 135.990,00
Limited – R$ 145.990,00

 

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Ministério da Fazenda suspende 14 sites de apostas por irregularidades

O Ministério da Fazenda suspendeu a operação de 14 sites de apostas ligados a seis empresas por descumprimento de normas do mercado regulado. As medidas cautelares foram determinadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) e impedem as plataformas de receber novas apostas.

Apesar da suspensão, determinou a pasta, os sites devem continuar acessíveis para que os usuários retirem valores disponíveis nas contas. As decisões também determinam o cancelamento de apostas em andamento e a devolução imediata dos valores apostados.

As empresas terão de informar a suspensão nas próprias páginas. O descumprimento das determinações pode resultar em multa diária de R$ 200 mil.

Falta de informações

A maior parte das medidas está relacionada à ausência de informações consideradas obrigatórias para o monitoramento das operações pelo governo.

Os dados deveriam ser enviados ao Sistema de Gestão de Apostas (Sigap), utilizado pela SPA para acompanhar as empresas autorizadas a atuar no país. Segundo as decisões, a falta dessas informações prejudica a fiscalização e pode colocar em risco apostadores e o mercado regulado.

As empresas e as marcas atingidas são as seguintes:

  • Pixbet Soluções Tecnológicas: Pixbet, Ganheibet e Betdasorte;
  • Zeroumbet Plataforma Digital: Zeroum, Sportvip e Energia;
  • Select Operations: MMA, Betvip e Papigames;
  • Nexus International: Megaposta;
  • Enseada Serviços e Tecnologia: Kbet;
  • RR Participações e Intermediações de Negócios: Multibet, Ricobet e BRXBet.

Medidas cautelares

As suspensões têm caráter cautelar e estão vinculadas a processos administrativos sancionadores em andamento. A oferta de novas apostas fica proibida enquanto as determinações estiverem vigentes.

As empresas poderão regularizar as pendências e apresentar as informações ou documentos exigidos pela SPA.A retomada das operações dependerá da comprovação de cumprimento das exigências estabelecidas pelo órgão. (Agência Brasil)

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