Honda

Abiauto realiza a 26ª eleição para escolher os melhores veículos de 2024

No dia 28 de novembro, os jornalistas especializados na imprensa automotiva, irão eleger os melhores veículos lançados em 2024. Essa é a 26ª edição do Prêmio Abiauto, promovido pela Associação Brasileira de Imprensa Automotiva, que já selecionou os pré-finalistas deste ano.

A cerimônia de premiação será realizada no Espaço Prop Car Racing, de uma das equipes mais emblemáticas do automobilismo brasileiro. O proprietário do local, o piloto, chefe de equipe e preparador Dárcio dos Santos, foi campeão brasileiro de Fórmula 2 em 1981 e é tio do piloto Rubens Barrichello.

Depois de eleitos os finalistas, os jornalistas, que representam veículos de comunicação de todo o Brasil, irão votar nos modelos que mais surpreenderam nos testes durante o ano. Vale lembrar a importância das avaliações com os modelos finalistas para que a eleição seja autêntica e de credibilidade.

 Inclusive, destacamos que desde o ano passado, o torque de cada veículo se tornou um critério fundamental nas avaliações, principalmente por conta da grande quantidade de motores turbo disponíveis hoje no mercado, que têm desempenhos superiores aos aspirados, apesar de terem a mesma cilindrada.

Serão eleitos os melhores veículos em 10 categorias. Além disso, o melhor veículo do ano entre todos, vai receber o Prêmio Carro Abiauto “José Roberto Nasser”, a melhor motocicleta vai ser laureada com o Prêmio Motocicleta Abiauto “Josias Silveira” e o Executivo do Ano, Prêmio “Rosemilton Silva”.

Finalistas do Prêmio Abiauto 2024

Melhor Nacional (até 13 mkgf)

  • Chevrolet Onix
  • Citroën C3
  • Hyundai HB20
  • Peugeot 208
  • VW Polo

Melhor Nacional (13 a 16 mkgf)

  • Fiat Argo
  • Fiat Cronos
  • Citroën C3
  • Honda City
  • Peugeot 208

Melhor Nacional (acima de 16 mkgf)

  • Citroën C3 You
  • Hyundai HB20
  • Peugeot 208
  • Volkswagen Polo
  • Volkswagen Virtus

Melhor Picape Compacta/Média

  • Chevrolet Montana
  • Fiat Strada
  • Ford Maverick
  • Ram Rampage
  • VW Saveiro

Melhor Picape Grande

  • BYD Shark
  • Chevrolet Silverado
  • Chevrolet S10
  • Fiat Titano
  • Ford F-150
  • Ford Ranger
  • Ram 1500
  • VW Amarok

Melhor SUV/Crossover Nacional

  • Caoa Chery Tiggo 8
  • Citroën C3 Aircross
  • Hyundai Creta
  • Peugeot 2008
  • Renault Kardian

Melhor SUV/Crossover Importado

  • BMW X2
  • Honda CR-V
  • Honda ZR-V
  • Ford Territory

Melhor Veículo Híbrido

  • BMW 320e
  • BYD Song
  • BYD King
  • GWM Haval H6
  • Caoa Chery Tiggo 8
  • Honda Civic
  • Honda Accord
  • Volvo XC60

Melhor Veículo Elétrico

  • Audi Q8 e-tron
  • BMW iX2
  • BYD Tan
  • BYD Seal
  • Ford Mustang Mach E
  • Kia EV9
  • Mini Cooper
  • Volvo EX30

Melhor Esportivo

  • BMW M2
  • BMW M3
  • Ford Mustang
  • Honda Civic Type R
  • Mercedes-Benz

Apoio: Ford, Honda, Renault, Stellantis e Prop Car Racing.

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Venda de veículos aumenta 21,6% em outubro, diz Anfavea

A venda de veículos aumentou 21,6% em outubro deste ano, na comparação com o mesmo mês de 2023. No mês passado, foram licenciadas no país 264,9 mil unidades, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (6) pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.

No acumulado do ano – de janeiro a outubro –, as vendas cresceram 15% em relação ao mesmo período de 2023, com um total de 2,124 milhões de unidades.A exportação de veículos também aumentou no mês passado. A alta foi de 39,2% ante outubro de 2023, chegando a 43,5 mil unidades exportadas.

No acumulado do ano deste ano, a exportação somou R$ 327,8 mil, o que representa queda de 7,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. (Agência Brasil)

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Financiamentos de veículos novos e usados cresceram 14,8% em agosto

A melhoria da renda, o aumento da oferta de trabalho e a perspectiva de estabilidade econômica foram os principais fatores para o aumento de 14,8% das vendas financiadas de veículos novos e usados em agosto deste ano. Foram negociadas 631 mil unidades em comparação às 550 mil unidades de veículos novos e usados vendidos por meio de financiamentos no mesmo mês de 2023.

Pesquisa feita pela B3 (Bolsa do Brasil) apontou que o aumento das vendas financiadas em relação a julho deste ano foi 0,9%, quando 626 mil unidades foram negociadas.

No segmento de veículos leves, a alta também foi 14,8% em comparação a agosto de 2023, mas houve uma queda de 3,1% em relação a julho deste ano. O financiamento de veículos pesados teve crescimento de 14,1% na comparação com agosto do ano passado, indicando que as empresas de logística estão renovando suas frotas, até porque houve aumento de 3,2% em relação ao mês de junho deste ano.

Já o financiamento de motocicletas foi 15,1% maior em agosto deste ano em relação ao mesmo mês do ano anterior e 13,8% a mais do que foi financiado em julho deste ano.

“Encerramos o mês de agosto com o maior número de veículos financiados desde agosto de 2012, o que reforça o ritmo forte apresentado no início deste segundo semestre. O segmento de motos mantém-se como destaque, com um crescimento de 29% no acumulado do ano em relação ao mesmo período do ano anterior”, informou Gustavo de Oliveira Ferro, gerente de Planejamento e Inteligência de Mercado na B3.

“No entanto, vale ressaltar o desempenho de automóveis e comerciais leves. Esse segmento representa mais de 70% do total de veículos financiados e teve um crescimento de 21% nessa mesma base de comparação”, acrescentou.

A B3 opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), a maior base privada do país, que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo território nacional.

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Setor automotivo é determinante para bom desempenho da indústria

As atividades da indústria dirigidas para a produção de veículos automotores, reboques e carrocerias exerceram papel fundamental para os resultados apurados do desempenho geral da indústria, ao crescer 12% em julho deste ano em comparação a julho do ano passado.

“Os automóveis foram determinantes para esse resultado. As autopeças, em menor grau, mas também ajudaram o setor”, disse o gerente da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo.

Segundo Macedo, o desempenho negativo da produção industrial em julho, que recuou 1,4%, ocorre após um intenso crescimento verificado em junho, quando a produção cresceu 4,3%, sendo influenciada pelo retorno à produção de unidades produtivas que foram, direta ou indiretamente, afetadas pelas chuvas ocorridas no Rio Grande do Sul em maio. Indústrias automotivas como Scania e Volks, afetadas pela falta de componentes vindos de fábricas do Rio Grande do Sul, chegaram a conceder férias coletivas.

“Grande parte do recuo registrado neste mês tem resultado com o avanço visto no mês anterior, mas também se observa que importantes plantas industriais realizaram paralisações, mesmo assim estamos numa trajetória ascendente”, afirmou.

PIB

Ontem, o IBGE divulgou que o Produto Interno Bruto (PIB) teve crescimento de 1,4% no segundo trimestre, superando as expectativas. A indústria e o setor de serviços foram fundamentais para o resultado positivo.

O vice-presidente Geraldo Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), comemorou o desempenho geral.

“São três boas notícias. A primeira é o crescimento do PIB. O mercado esperava 0,9% e ele cresceu 1,4%. A segunda boa notícia é que fomos o terceiro maior crescimento entre todos os países do G20 e, finalmente, a qualidade desse crescimento. A indústria cresceu, os investimentos cresceram e isso é uma boa notícia para o Brasil e para os brasileiros”, disse Alckmin.

Confira resultados do PIB dos países do G-20 no segundo trimestre de 2024:

Indonésia: 3,8%;
Índia: 1,9%;
Brasil: 1,4%;
Arábia Saudita: 1,4%;
Japão: 0,8%;
Estados Unidos: 0,7%;
China: 0,7%;
Reino Unido: 0,6%;
Canadá: 0,5%;
África do Sul: 0,4%;
União Europeia: 0,3%;
Itália: 0,2%;
França: 0,2%;
México: 0,2%;
Turquia: 0,1%;
Alemanha: -0,1%;
Coreia do Sul: -0,2%

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Produção industrial recua 1,4% em julho; crescimento no ano é de 3,2%

A produção industrial brasileira teve um recuo de 1,4% em julho na comparação com o mês de junho deste ano, quando houve crescimento de 4,3% da atividade, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o mês de julho do ano passado, o desempenho da indústria cresceu 6,1% e no acumulado de janeiro a julho, a produção industrial cresceu 3,2%.

Segundo o IBGE, o crescimento de 6,1% entre julho deste ano e julho do ano passado foi decorrente dos resultados positivos em quatro das quatro grandes categorias econômicas, 21 dos 25 ramos, 60 dos 80 grupos e 67,3% dos 789 produtos pesquisados. Entre as atividades, as influências positivas foram registradas por veículos automotores, reboques e carrocerias, com crescimento nesse período de 26,8%.

Produtos químicos cresceram 10,5%, impulsionados, em grande medida, pela maior produção dos itens automóveis, caminhão-trator para reboques e semirreboques e veículos para o transporte de mercadorias e caminhões. Também tiveram desempenho positivo a produção da indústria de fungicidas para uso na agricultura, tintas e vernizes para construção, desinfetantes, herbicidas para plantas, fertilizantes químicos das fórmulas NPK (Nitrogênio, Potássio e Fósforo), inseticidas para uso na agricultura e polietileno.

Também são destaques da produção industrial na comparação de julho de 2024 com julho de 2023,  os produtos de metal com alta de 13,9%, equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, com alta de 24,4%, produtos de borracha e material plástico, com alta de 11,6% e máquinas e equipamentos, 10,8%. Contribuíram positivamente, ainda, a produção de móveis, com alta de 26,9%; artefatos de couro, artigos para viagem e calçados, com alta de 14,3% e produtos farmoquímicos e farmacêuticos, com 7,2%.

Avaliação

Segundo a Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp), a redução da produção industrial em julho, em 1,4%, foi registrada após um forte crescimento verificado em junho. Portanto, houve uma acomodação. Na avaliação por categorias, o destaque foi a continuidade do processo de recuperação do grupo de bens de capital e bens de consumo duráveis.

A primeira categoria, segundo a Fiesp, tem se beneficiado da recuperação da confiança empresarial e do aumento da capacidade instalada da indústria, enquanto na segunda categoria, de bens de consumo, a expansão da renda das famílias contribuiu para o bom desempenho industrial.  A Fiesp mantém a projeção de crescimento de 2,2% para a produção industrial em 2024. (Agência Brasil)

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Honda lança mais uma motocicleta no segmento on-off road

Secretamente, a Honda apresentou a XR 300L Tornado. Com um chassi derivado da CRF 250F, a nova motocicleta da marca japonesa chega com o mesmo motor que equipa a Sahara 300, um monocilíndrico arrefecido a ar, de 293,5 cm3 e potências máximas de 24,8 cavalos (etanol) e 24,3 cv (gasolina). O torque máximo é de 2,74 kgf.m.

O câmbio é de seis marchas e a relação tem um conjunto coroa/pinhão 14/39 dentes. Os freios são a disco com ABS.

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Coluna do Douglas Mendonça – Os melhores carros importados que dirigi

Os melhores carros importados que dirigi nos
meus 50 anos como jornalista automotivo


Os anos 90 marcaram a volta da importação de carros no Brasil. O então presidente Collor, depois de chamar os carros nacionais de “carroças”, liberou a chegada de modelos fabricados no exterior em solo nacional, desde que recolhidos os devidos impostos pelo então governo. Para pressionar a indústria nacional, o tal imposto cobrado era até baixo, fazendo com que uma verdadeira enxurrada de carros inéditos aportasse por aqui. Foi, sem dúvidas, uma época de muito enriquecimento daquele pobre e restrito mercado brasileiro. De uma hora para outra, tínhamos o Brasil cheio de Audi’s, Alfa’s, BMWs, Mercedes, Porsche’s e outras joias raras que rodavam pelo mundo, e que, nós, só víamos nas fotos.

Para escolher os melhores carros importados que guiei nos meus 50 anos como jornalista automotivo, usei os mesmos critérios das matérias sobre os modelos nacionais. Ou seja, o melhor da década, o coadjuvante mais bacana de ser pilotado, e o conceito mais interessante dos anos 90, 2000 e 2010.

Anos 90

Sinceramente, essa foi a década mais difícil de chegar nos finalistas, já que foram tantos carros bacanas que dirigi nesses dez anos, que escolher o mais legal me tomou tempo. Mas, no final, quem superou todos foi o Honda Civic VTI, um hatch endiabrado com seus 160 cv de potência extraída de um pequeno motor 1.6 de aspiração natural! A verdadeira fera, além de ter um motor que girava a 7.600 rpm em sua potência máxima, tinha o corte de giro lá pra perto dos 8.400 rpm, fazendo inveja a muito motor de corrida.

O carrinho tinha um design meio estranho, mas contava com recursos bons como a eficaz suspensão independente nas quatro rodas e um desempenho que colocava carros de maior cilindrada para comer poeira. O segredo do motor estava no comando variável desenvolvido pela Honda na F1. Para não dizer que era 100% perfeito, faltava no hatch esportivo um sistema de freios à altura, já que aqueles de fábrica passavam longe de serem bons. Mas, um carrinho nervoso, que gostei tanto a ponto de comprar um no começo dos anos 2000.

Um outro carro que marcou a década de 90 para mim, talvez por ter sido um dos primeiros a chegar ao Brasil quando as importações foram liberadas, foi o poderoso Alfa Romeo 164. Não estávamos acostumados, até então, com um carro com tantos recursos e aquele design classudo que impressionava. O 164 tinha no cofre o motor V6 3.0 de 192 cv que, para impressionar ainda mais, dispunha de coletores de admissão cromados, que literalmente brilhavam quando se abria o capô. Um sedanzão grande, espaçoso, com suspensão independente nas quatro rodas e a pompa de poucos, tirando que custava absurdos US$130 mil.

No conceito de ideias bacanas, alguns representantes me marcaram nos anos 90, tanto que preferi escolher dois. Uma verdadeira paixão que tenho até hoje é o Renault Twingo, pelas soluções implantadas na indústria automotiva mundial em uma carroceria menor que a do atual Kwid. O carrinho acomodava muito bem quatro passageiros graças ao recurso do banco traseiro que corria sobre trilhos, e a grande área envidraçada se refletia em um interior claro e com maior sensação de espaço. Além disso, seu parabrisas inclinado aumentava a sensação de amplitude para os ocupantes, sem contar o painel digital central que democratizava as informações para todos a bordo. Um hatch pequeno e econômico com seu 1.2 de 55 cv (parente do CHT), mas muito versátil. Para mim, até hoje no Brasil não existiu outro igual.

Mas eu não poderia deixar de falar também do Toyota Prius, que, em 1997, fui conhecer no Japão. Era o primeiro híbrido da história, e, para a época, ficava boquiaberto sabendo que aquele carro tinha dois motores, um elétrico e outro a gasolina. Parecia bruxaria! Guiei o Prius na pista de testes da Toyota, com o Monte Fuji como plano de fundo, e adorava acompanhar pela telinha digital aquele diagrama do seu complexo funcionamento. Hoje a tecnologia híbrida é comum, mas, para os anos 90, era tão revolucionária que alguns colegas colocavam em xeque. Deu certo, e muito!

Fora da trinca de categorias que escolhi, vale a menção de algumas voltas com um Fórmula 3000 no Autódromo de Curitiba, no Paraná, em 1993. O carro tinha em seu currículo o vice-campeonato da categoria em 1991, nas mãos de Alessandro Zanardi, perdendo apenas para Christian Fittipaldi. Além da performance que assustava, o 3000 parecia um Fórmula 1 com limitações no número de rotações do motor. Um F1 virava a 12 mil rpm, e um 3000 não passava de 9 mil giros. Preparado pela japonesa Mugen, o motor tinha cerca de 400 cv e era muito nervoso, o que me deixou fazer o carro morrer na saída por umas três vezes, tamanha a sensibilidade dos pedais. Inesquecível!

Na próxima semana, não perca os “escolhidos” dos anos 2000 e 2010!

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Coluna Fernando Calmon — Vendas em maio ainda pouco afetadas pela catástrofe

Coluna Fernando Calmon nº 1.304 — 4/6/2024

Vendas em maio ainda pouco afetadas pela catástrofe gaúcha

Embora haja grande preocupação com as consequências das enchentes no Rio Grande do Sul que comprometeram tanto a frota estadual quanto as vendas, há esperança de alguma recuperação ao longo do ano. A comercialização em maio foi prejudicada por um dia útil a menos e também pela tragédia gaúcha cujo mercado representa cerca de 4% do total. Na soma de automóveis e comerciais leves as 183.214 unidades vendidas em maio foram 12% menores que em abril. Os números também refletiram a greve (já encerrada) na fábrica da Renault em São José dos Pinhais (PR), pois cerca de 15.000 unidades deixaram de ser produzidas no mês passado.

Para José Andreta Jr, presidente da Fenabrave, “as condições favoráveis do crédito mantiveram o mercado aquecido no restante do País, tanto em maio quanto no acumulado dos cinco primeiros meses do ano, fazendo o cenário continuar em viés positivo. Ainda é cedo para analisar o impacto do ocorrido no Rio Grande do Sul sobre as vendas anuais”. Em 2024 a comercialização total que inclui caminhões e ônibus soma 929.550 unidades, resultado 15% maior que o mesmo período de 2023.

Aparece também na avaliação do consultor Marcelo Cavalcante a queda brusca de 23% nas vendas de veículos elétricos a bateria (VEB). Em maio foram emplacadas 5.170 unidades contra 6.700 em abril. Híbridos plenos (menos 3,3%) e micro-híbridos (menos 3,4%) também recuaram. Apenas híbridos plugáveis tiveram o modesto crescimento de 2,9%.

Entretanto, em pesquisa recente do site Webmotors, considerando que 83% dos 3.000 respondentes do levantamento revelaram disposição de adquirir ou trocar de carro neste ano, a intenção de compra de elétricos se mantém em alta. Comparada ao primeiro semestre de 2023, passou de 1,6% para 7%. A preferência continua pelos híbridos, que subiriam de 8,4% para 11%.

O intento, porém, pode mudar, por exemplo, na direção de micro-híbridos. Estes começam a chegar com força no próximo semestre por meio de produção nacional da Fiat com a vantagem de preço bem menor que um VEB. A BYD que puxou para baixo as vendas de VEBs e híbridos no mês passado, deve voltar a acelerar. Todavia, a marca chinesa reviu sua meta de 120.000 unidades (elétricos e híbridos), em 2024, para 100.000.

Europa mantém ritmo morno de avanço dos VEBs

Estatísticas na Europa não são tão ágeis como no Brasil e só agora saíram resultados de abril. Confirma-se, pelo segundo mês consecutivo, o esfriamento da venda de elétricos por lá. Segundo a consultoria internacional JATO Dynamics, a participação de VEBs nos 28 países do continente europeu subiu de 13,1% em abril de 2023 para apenas 13,4% no mês passado. Isso denota uma forte desaceleração, atribuída ao fim dos incentivos fiscais, à lenta expansão da rede de recarga e a uma esperança de que os preços diminuam mais rapidamente.

Há expectativa de que depois da eleição do Parlamento Europeu (PE), de 6 a 9 de junho, a taxação sobre elétricos vindos da China suba dos atuais 10% para até 30%. Também é possível forçar a criação de centros de desenvolvimento (inclusive de baterias) e de se abrirem fábricas no continente, o que vendo sendo sondado por algumas marcas chinesas. O movimento do PE deverá ser suave a fim de evitar atritos comerciais. Em abril, VEBs chineses continuaram a crescer e detêm 6,6% de participação na Europa.

Há também uma onda na Grã-Bretanha de furtos de cabos de carregadores públicos para venda do cobre no mercado que está escandalizando os ingleses. No Brasil o alvo é a rede elétrica aérea e até subterrânea, mas há relatos de vandalismo e furtos em postos públicos de recarga.

Marcas japonesas manipulam dados e são punidas

O governo do Japão acusou cinco marcas locais de desvios técnicos de testes manipulados na homologação de segurança e consumo de combustível. A certificação de vários modelos Toyota, Honda, Mazda, Suzuki e Yamaha desobedeceu aos padrões, em certos casos desde 2014. O governo também ordenou que produtos afetados e ainda em produção não fossem comercializados ou exportados até a certificação ser refeita.

O maior fabricante mundial de veículos apresentou pedido de desculpas. Akio Toyoda, presidente do Conselho de Administração da companhia e neto do fundador da Toyota, foi portador da mensagem em pessoa, durante entrevista à imprensa. Três produtos fabricados no Japão em 2014, 2015 e 2020 já tinham sido descontinuados. Segundo a agência noticiosa Reuters, ações da empresa na bolsa de valores caíram 1,8%. No caso da Mazda, recuaram 3,3%.

Quanto à Honda, admitiu irregularidades em testes de potência e ruído em 24 modelos durante oito anos, até outubro de 2017, mas todos saíram de linha.

Apenas alguns dias antes, Mazda, Subaru e Toyota anunciaram um plano de desenvolverem em conjunto novos motores a combustão de dimensões compactas, híbridos e compatíveis com combustíveis de baixa ou nula pegada de carbono. Poderão utilizar hidrogênio líquido, combustível sintético ou biocombustíveis (a exemplo do etanol) e conviver com modelos elétricos.

911 Carrera GTS destaca-se na linhagem Porsche

O preço, claro, está bem longe de caber no bolso da grande maioria de quem senta ao volante: R$ 1,055 milhão (fora opcionais). Isso, no entanto, povoa o sonho de entusiastas ao redor do mundo e não seria diferente no Brasil. O Carrera GTS pode vir com vários dos equipamentos dos 911 Turbo e Turbo S, menos obviamente o motor mais potente e de maior torque de toda a linha (580 cv e 76,4 kgf·m). O GTS se contenta com “apenas” 480 cv e 58,1 kgf·m do mesmo biturbo de 3,7 litros e 6 cilindros horizontais opostos três a três.

Entretanto, sua aceleração de 0 a 100 km/h em declarados 3,4 s deixa para trás não apenas automóveis comuns, porém a maioria de tudo que se move sobre quatro rodas, inclusive outros carros esporte. O motor posicionado atrás do eixo traseiro é herança imutável desde que a marca foi fundada em 1948. Um arranjo único no mercado e mesmo assim apresenta comportamento em curvas excelente, perdendo apenas nesse quesito para a configuração de motor central-traseiro de alguns carros superesportes atuais. Mas, acredite, é por bem pouco, após rodar em ruas e estrada por uma semana.

Conjunto de rodas e pneus é o mesmo do Turbo S, de 20 e 21 pol. frente e traseira, respectivamente, porém nada chama mais atenção do que a imensa asa traseira opcional pintada de preto. No interior, há o refinamento típico da marca alemã com materiais de acabamento de alto nível, além do interruptor de ignição/partida acionado pela mão esquerda no painel como todo Porsche. Há também o botão giratório acoplado ao raio do volante para mudar o modo de desempenho, mas isso vem direto da F-1 e adotado pelos Ferrari de rua com seu “manettino” (alavanquinha, em português) desde o F430, de 2004.

Por último, mas não menos importante, devo ressaltar precisão de direção, incrível potência de frenagem e resistência à perda de eficiência dos freios de qualquer Porsche, este último um reconhecido ponto de honra dos produtos criados em Stuttgart. O primeiro 911 GTS híbrido chegará aqui no primeiro semestre de 2025.

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Marcos Bento é reeleito para mais um mandato na Abraciclo

O presidente da Abraciclo, Marcos Bento, foi reeleito para mais um mandato à frente da Abraciclo –  Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, com vigência a partir de 1º de maio.

Formado em Direito pela UFG (Universidade Federal de Goiás), Bento assumiu a presidência da associação em abril do ano passado. Entre suas metas, está fortalecer ainda mais o polo de Duas Rodas localizado na Zona Franca de Manaus (o maior fora do eixo asiático), por meio dos três pilares de atuação da entidade: Política Industrial, Segurança Viária e Técnico. “Vamos continuar atuando em conjunto com nossas associadas na busca pelo fortalecimento e competitividade do setor”, afirma.

Graças a esse trabalho, hoje a indústria de duas rodas é reconhecida como sinônimo de desenvolvimento, inovação tecnológica e respeito ao meio ambiente. “Um setor que gera empregos, preserva a floresta e impulsiona a mobilidade urbana e a logística das cidades brasileiras”, enfatiza Bento.

Fundada em 1976, a Abraciclo é representante oficial do setor de duas rodas no Brasil, com 15 empresas associadas. Pelo segmento de motocicletas, as afiliadas são Bajaj, BMW, Dafra, Ducati, Harley-Davidson, Honda, JTZ, Kawasaki, Suzuki, Triumph e Yamaha. No segmento de bicicletas, as associadas são a Caloi, Houston, Ox Bike e Sense. 

Nova Diretoria 

 

Cargo Nome Empresa
PRESIDENTE MARCOS ANTONIO BENTO DE SOUSA MOTO HONDA
1º VICE-PRESIDENTE EDUARDO MISSAO SAMBUICHI YAMAHA
SUPLENTE AFONSO CAGNINO
VICE-PRESIDENTE CRESO FRANCO DAFRA
SUPLENTE JOSÉ RICARDO SIQUEIRA
VICE-PRESIDENTE JAIME TERUO MATSUI KAWASAKI
SUPLENTE SONIA HARUE ANDO
VICE-PRESIDENTE CESAR ROGÉRIO DE BARROS MOTO HONDA
SUPLENTE KEITHY GARCIA
VICE-PRESIDENTE REGIONAL GLEIDE MERCIA SOUZA PATRIZI BMW
SUPLENTE SAULO MARQUEZINI
VICE-PRESIDENTE BICICLETAS FERNANDO MORELLI ROCHA CALOI
SUPLENTE NADIA RICAS XAVIER
CONSELHO FISCAL ANA ROCHA MOTO HONDA
EUCLIDES ARAUJO
FERNANDA TOLEDO SUZUKI
VALÉRIA DENARDI
EDUARDO LISBOA MIRANDA YAMAHA
RAFAEL SILVA LIMA
CONSELHO CONSULTIVO JULIO KOGA MOTO HONDA
HILÁRIO HARUOMI KOBAYASHI YAMAHA

 

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Projeto discute empreendorismo feminino na Amazônia

O empreendedorismo feminino cria caminhos, incentiva novos negócios e gera impactos positivos para o mercado de trabalho e para a sociedade. A região amazônica é rica em exemplos de mulheres que desenvolvem soluções ligadas à bioeconomia e à valorização da floresta em pé.

Para mostrar algumas dessas ações, a próxima edição do projeto Diálogos Amazônicos, promovido pela  FGV -Fundação Getúlio Vargas e com apoio da Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, vai destacar a voz de três mulheres na condução de negócios na Amazônia brasileira: Rebecca Garcia (diretora de Desenvolvimento de Negócios na GBR Componentes da Amazônia), Juliana Teles (fundadora do Impact Hub Manaus) e Elizângela Cavalcante (liderança da Reserva de Desenvolvimento Sustentável/RDS).

Com moderação dos professores da FVG, Márcio Holland e Daniel Vargas, elas vão falar sobre suas experiências e os principais desafios nessa jornada que busca aliar inovação e desenvolvimento sustentável.

A webinar será aberta aos interessados e realizada nesta segunda-feira (29 de abril), às 19 horas (horário de Brasília), com transmissão ao vivo no canal do YouTube da FGV.

Além da Abraciclo, o projeto Diálogos Amazônicos conta com apoio Honda, Bic da Amazônica, Coimpa, Copag, CIEAM, MK Eletrodoméstico Mondial, UCB da Amazônia, Visteon, Essilor da Amazônia, Sinaees, Jaime Benchimol, Águas de Manaus, Super Terminais, Midea Carrier, Simmmem, PCE Embalagens e Impressora Amazonense.

Para saber mais e se inscrever
https://eesp.fgv.br/evento/webinar-dialogos-amazonicos-mulheres-empreendedoras-na-amazonia

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