Honda

Mais esportivo do que nunca, Honda Prelude retorna ao Brasil

Vendido no Brasil entre 1992 e 1995, o esportivo da Honda, o Prelude, já está à venda no mercado nacional. O Prelude é o primeiro modelo a combinar o premiado conjunto motriz híbrido elétrico Honda com a arquitetura de chassi de alto desempenho do icônico Civic Type R.

Assim como no Civic, Prelude combina dois motores elétricos com um motor de dois litros a gasolina. A soma do três motores geram 203 cavalos de potência e 32,1 kgfm de torque. O design é aerodinâmico e sofisticado.

Preço – Honda Prelude – R$380.000,00

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Jeep Avenger é o novo modelo de entrada da marca americana no Brasil

A Jeep aumentou o número de ofertas com um novo SUV: o Avenger. O modelo que é fabricado em Porto Real – RJ vai ficar posicionado abaixo do Renegade e vai brigar com o VW Tera e Renault Kardian.

Com motor 1,0 litro, turboflex de 116 cavalos, sistema híbrido leve MHEV de 12V e câmbio automático CVT, o modelo combina a proposta urbana com características da marca off-road.  O Avenger chega em três versões e com preços que vão de R$ 114.990,00 a R$ 145.990,00.

Entre os destaques estão os seis airbags, pacote ADAS nível 2, câmeras 360°, piloto automático adaptativo, centralizador de faixa, sensores de ponto cego e assistente de voz com inteligência artificial do ChatGPT.

O modelo tem, na sua lista de equipamentos, teto solar elétrico, multimídia de 10 polegadas, carregador por indução e iluminação ambiente.

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Nova Ducati XDiavel V4 já está nas concessionárias

A motocicleta Ducati XDiavel chegou ao mercado nacional há dez anos revolucionado o segmento de sport cruiser. Agora, o modelo ganha uma nova geração já á venda no Brasil.

A nova XDiavel V4 mantem as linhas musculosas sem perder a elegância. A posição de pilotagem baixa, oferece uma pilotagem mais relaxada e confortável, sem perder o controle.

A motocicleta tem um motor V4 de 1.158 centímetros cúbicos, 168 cavalos de potência e 126 Nm de torque. O peso é de 229 quilos, o que permite um bom desempenho.

 

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Andamos no competente e ecônomico Nissan Kait Sense

Lançado no final do ano passado para substituir o Nissan Kicks Play, o Kait é um SUV com design moderno e bom espaço interno. De resto é a versão anterior, mas agrada bastante. A finalidade era desenvolver um “novo” carro com um custo baixo. E deu certo.

A versão testada é a segunda opção mais barata, a Sense (a mais acessível é a Active, por R$ 117 mil), que mantém o antigo motor 1,6 litro, aspirado de 113 cavalos, torque de 14,9 kgfm (gasolina) e 15,2 kgfm (etanol) e transmissão CVT que simula seis marchas. Para quem não se preocupa com um desempenho mais elevado, o modelo atende maravilhosamente, privilegiando uma condução suave, tranquila e com boa economia.

E isso fica claro no consumo: na estrada, mantendo os 100 quilômetros por hora, o SUV fez médias de 14,9 km/l com gasolina e 9,7 com etanol. Já na cidade, com gasolina, o Kait consumiu 11,6 km/l e 7,9 km/l com etanol. O tanque é de 41 litros, o que permite uma autonomia na estrada de até 560 quilômetros.  Comparado com os concorrentes, o Nissan está entre os melhores do segmento.
Já o desempenho, como já comentamos, é compatível com a proposta. O SUV japonês acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 11,4 segundos e atinge a máxima de 175 quilômetros por hora.

Espaçoso

Com 4,30 m de comprimento e 2,62 m de entre-eixos, o Kait proporciona espaço para quatro passageiros até de maior estatura. Os passageiros do banco traseiro não terão dificuldades com o espaço para as pernas, nem vão bater a cabeça no teto.

Os bancos dianteiros são bem confortáveis e contam com a tecnologia Zero Gravity, que reduz o cansaço em viagens longas. No entanto, a versão Sense não tem saída de ar-condicionado ou apoio de braço central no banco traseiro.
Entre os equipamentos, a versão Sense tem painel digital, central multimídia de 8 polegadas, seis airbags, controle de cruzeiro adaptativo, tornando-se uma opção competitiva para quem busca um SUV compacto com bom nível de equipamentos e foco em conforto e praticidade.

O modelo também não conta com o sistema de segurança ADAS, que vem nas versões superiores. Ou seja, o Sense não conta com assistentes inteligentes de condução: saem de cena alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência e alerta de saída de faixa ativo. É o preço que o consumidor paga pela versão mais barata.

Mesmo assim, o SUV é bem equipado. Ele conta com faróis e lanternas em LED, rodas de liga diamantadas de 17 polegadas, pneus 205/55, chave presencial, partida por botão, câmera de ré, sensores de estacionamento traseiros, banco traseiro rebatível e bipartido (60/40), ar-condicionado, 6 airbags e bancos com revestimento em tecido especial.

A tela central tátil é de 8 polegadas e permite integração com os sistemas Apple CarPlay e Android Auto para espelhamento de aplicativos e navegação.

 

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Honda bate recorde de vendas do Accord nos Estados Unidos

A Honda norte-americana comemorou as 15 milhões de unidades do sedã Accord vendidas naquele país. O modelo familiar é o automóvel de passeio mais vendido nos EUA nos últimos 50 anos.

Na sua 11ª geração, o modelo representa cerca de 25% das vendas do segmento de sedãs médios no mercado norte-americano, enquanto as versões híbridas responderam por mais de metade das vendas do Accord nos últimos três anos.

Produzido desde 1982, na fábrica de Marysville, em Ohio-EUA, um Accord Sport-L Hybrid 2026, adquirido na Califórnia, marcou as comemorações. O mais interessante é que, a irmã da compradora no mesmo dia e local, comprou o veículo número 15.000.001.

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Com tecnologia 100% elétrica chinesa GWM lança o Suv compacto Ora 5

A GWM Brasil apresentou oficialmente ontem, 24 de junho, o seu primeiro SUV 100% elétrico, o Ora 5. Com preço inicial de R$ 159.000,00, o modelo entra num dos segmentos que mais crescem no mercado brasileiro, o de SUVs compactos e que tem, entre outros, o Volkswagen T-Cross, o Toyota Yaris Cross e o Honda HR-V.

O lançamento do Ora 5 representa um passo importante na estratégia da marca chinesa no Brasil e é o seu segundo modelo 100% elétrico. O primeiro foi o Ora 03, que atende um nicho pequeno do mercado.

Eficiência energética

Equipado com motor elétrico de 204 cavalos e torque de 260 Nm, o Ora 5 tem, como todo o veículo elétrico, respostas rápidas e silenciosas. A bateria de íons de lítio do tipo LFP tem capacidade de 58,3 kWh e oferece autonomia de 349 quilômetros pelo ciclo Inmetro e 435 quilômetros no ciclo WLTP. Aliás, na grande maioria, o ciclo WLTP é muito mais concreto que o regulamentado pelo Inmetro.

O modelo também oferece sistema de frenagem regenerativa ajustável e tecnologia Vehicle-to-Load (V2L), que permite compartilhar energia com equipamentos externos com potência de até 6.000 W.
Segundo a marca, o modelo acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 7,7 segundos e atinge a velocidade máxima de 170 quilômetros por hora.

O desenho atualizado é bem mais harmonioso que o do irmão Ora 03. As linhas ficaram mais fluidas, modernas e muito aerodinâmicas. O coeficiente de arrasto (Cd) de 0,276 é o melhor da categoria.
Os faróis Full LED com assinatura luminosa exclusiva e iluminação de boas-vindas reforçam a personalidade do modelo, enquanto as lanternas de LED integradas contribuem para um visual diferenciado.

As rodas de liga leve de 18 polegadas e os detalhes aerodinâmicos completam o visual. O modelo estará disponível em quatro cores.

Muito espaço

Levando em conta os concorrentes, tanto à combustão quanto elétricos, o modelo leva grande vantagem em tecnologia e espaço interno. Com 4.471 mm de comprimento, 1.833 mm de largura e 2.720 mm de distância entre-eixos, o Ora 5 tem bastante espaço para até cinco ocupantes. Esses números revelam que o novo SUV elétrico é 236 mm maior no comprimento, 70 mm maior no entre-eixos e 8 mm maior na largura quando comparado ao irmão menor, o hatch Ora 03.

Apesar das dimensões maiores, a construção mais moderna fez o Ora 5 atingir 1.669 quilos de peso – exatamente 1 kg a menos que o Ora 03. Além disso, são 175 mm de vão livre do solo, 17 graus de ângulo de entrada e 25 graus no ângulo de saída, o que ajuda a aguentar as ruas e estradas brasileiras, até em alagamentos.

O interior tem acabamento refinado e moderno. Com duas opções de acabamento interno, uma clara e outra mais escura, o SUV oferece um teto panorâmico de vidro fixo de 1,65m² com cortina elétrica, bancos revestidos de couro sintético com ventilação para motorista e passageiro, ajustes elétricos, memória de posição para o banco do motorista, iluminação ambiente configurável e compartimento climatizado (mini geladeira) de 3,2 litros. Entre os diversos itens que foram adotados para o mercado brasileiro está o estepe.

O sistema de áudio conta com nove alto-falantes, incluindo subwoofer e amplificador, entrega 216 watts de potência e ajuste automático de volume de acordo com a velocidade do veículo.

Comandos com IA

A tecnologia é um dos diferenciais do Ora 5 e permite uma utilização digital avançada e intuitiva. Um dos destaques é o sistema operacional Coffee OS 3, a plataforma inteligente de terceira geração da GWM que integra mais de 300 comandos de voz com auxílio de IA (Inteligência Artificial), navegação nativa, conectividade e atualizações remotas de software Over-The-Air (OTA), permitindo que o veículo receba atualizações ao longo dos anos.

A central multimídia com tela de 14,6 polegadas de alta definição oferece interface personalizável, integração sem fio com Apple CarPlay e Android Auto, além de GPS nativo com informações de trânsito em tempo real e visualização tridimensional. O ORA 5 recebe o mesmo sistema que estreou no Wey 07 e no novo Haval H6, com direito a uma barra de menu personalizável, criada especialmente para o mercado brasileiro.

Complementando o pacote tecnológico, o SUV traz quadro de instrumentos digital Full HD de 10,25 polegadas, personalizável pelo motorista.
A experiência conectada é ampliada pelo aplicativo My GWM, que permite controlar remotamente diversas funções do veículo.

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Honda Biz 125 ganha poucas novidades na linha 2027

A Honda Biz chegou ao mercado nacional em 1998 para substituir a popular C100 Dream, vendida no Brasil de 1992 a 1998. A Biz é o segundo modelo mais vendido no Brasil, somente atrás Honda CG 150, principalmente entre os entregadores de aplicativos.

Com câmbio semi-automático, a linha 2027 da versão ES, vem com rodas de liga-leve com pneus tubless (sem câmara) que evitam a perda de pressão rápida em caso de furo, assim como oferece maior facilidade em um eventual reparo do pneu, que na maioria das vezes pode ser realizado sem a retirada da roda e desmontagem do pneu do aro. Já a Biz125 EX é o único veículo com motor bicombustível em sua categoria.

Preços
Honda Biz 125
EX – R$ 16.849,00
ES – R$ 13.505,00

 

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GWM Haval H9 é muito superior ao seu concorrente direto

Sem dúvidas, o GWM H9 é um SUV surpreendente. Além do design imponente, o H9 tem um acabamento de excelente nível, é muito confortável e traz muita tecnologia embarcada. Se o proprietário do seu concorrente direto, o Toyota SW4, andar no modelo da marca chinesa, vai se arrepender da compra. Com outra grande vantagem: o preço é muito menor.

O modelo tem um motor de 2,4 litros, turbo diesel de 184 cavalos e torque máximo de 480 Nm entre 1.000 rpm e 100% a 1.500 rpm. A transmissão é automática de 9 marchas. O desempenho é apenas razoável, pois falta um pouco de potência, ainda mais levando-se em conta que pesa 2.525 quilos. O jipão acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 12,3 segundos e atinge a velocidade máxima de 170 quilômetros por hora. Os números poderiam ser melhores, mas como é um dos poucos pontos negativos, vale relevar. Além disso, não estão muito distantes da concorrente, que têm mais potência, mas gasta bem mais.

Na estrada, ainda mais se for uma pista boa, são impressionantes o baixo nível de ruído e o conforto. E isso, fazendo 10,8 quilômetros por litro de diesel. Na cidade, o consumo cai para 9,2 quilômetros por litro. São números bons.
Se na estrada os números não impressionam, no fora-de-estrada, a coisa muda totalmente. Mesmo levando em conta que boa parte de seus compradores jamais vai colocar o SUV numa estrada de terra.

Fizemos uma aventura por estradas bem acidentadas e com diversos trechos muito difíceis de transpor. Nada parou o H9, pelo contrário. O modelo tem tração integral 4×4, bloqueio de diferenciais (dianteiro e traseiro), caixa de redução e sete modos de condução do Sistema Todo-Terreno (ATCS), que permitem enfrentar desde o asfalto até trilhas severas. Recursos exclusivos, como a função Tank Turn, que reduz o raio de giro em até 1,5 metro, e a visão panorâmica 540° com chassi transparente, tornam o SUV ainda mais versátil.

Sua capacidade off-road é reforçada por ângulo de ataque de 31°, saída de 25°, altura livre do solo de 224 mm e habilidade de vencer rampas de até 57% (29,7°) e a maior capacidade de imersão da categoria, de até 800 mm.
O Haval H9 é equipado com uma suspensão dianteira independente do tipo duplo A com molas helicoidais e barra estabilizadora com 221 mm de curso, e uma traseira com eixo rígido com cinco braços (five link) com molas helicoidais e barra estabilizadora de 235 mm de curso. Ou seja, é um valente mesmo.

Conforto

O acabamento e a harmonia do GWM H9 estão entre os melhores em seu segmento. Os bancos dianteiros em couro são muito confortáveis e ainda oferecem massagem, aquecimento, ventilação, ajustes elétricos e memória de posição. É muita mordomia, principalmente em viagens mais longas. O conforto se estende para a segunda fileira, que também tem ventilação e tomadas exclusivas (uma 12V, uma USB Tipo A e uma USB tipo C).

Mesmo não tendo o conforto das duas primeiras fileiras, por conta do espaço, os dois bancos da última fila comportam bem duas crianças, com acesso fácil, saídas de ar no teto e porta-objetos laterais. Outra coisa que melhora muito para os passageiros das duas fileiras de trás é o amplo teto solar panorâmico com acionamento elétrico, que deixa o ambiente mais iluminado e atraente.

O volante tem excelente empunhadura com controles. O painel digital de 10,25” é bem completo e pode ser customizado. A central multimídia de 14,6” Full HD tem conectividade e integração sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, além de comandos de voz em português desenvolvidos no Brasil. O carregador sem fio de celular é muito rápido de 50W e há ainda múltiplas entradas USB-C e USB.

Para acessar o jipão, principalmente para passageiros com menor estatura, o modelo tem um útil estribo retrátil automático.

Preço
GWM Haval H9 Exclusive R$ 319 mil

 

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Yamaha Crosser ABS 2026 com motor de 150 cc ganha novos grafismos

A Yamaha apresentou esta semana a Crosser ABS com novos de grafismos. A linha 2026 continua com a motorização de 150 cilindras, flex, que desenvolve 11,7 cavalos de potência a 7.250 rpm, quando abastecidas com etanol e 11,4 cavalos com gasolina, e 1,3 kgf.m de torque a 6.000 rpm.

As suspensões, com garfo telescópico dianteiro de 180 mm de curso e balança traseira tipo monocross com link e 160 mm de curso. O assento tem dois níveis e o guidão tem a opção de ajuste na inclinação. A Crosser é oferecida em duas versões.

Preço
Yamaha Crosser ABS 2026 R$ 22.790,00.

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Honda lança XR300L Special Edition e resgata o nome Tornado

A antiga XR250 Tornado fez muito sucesso no mercado entre 2001 e 2008. Por conta desse sucesso, a Honda decidiu resgatar o nome Tornado e aplicá-lo à XR300L . Com mais de 30 mil unidades comercializadas em um ano, fez a marca japonesa lançar uma edição especial do modelo.
A cor “Fighting Red” foi a escolhida para a criação da XR300L Special Edition. A agressiva tonalidade alia discretos detalhes em branco e azul, formando o clássico tripé cromático das Honda mais radicais.

O preto fosco aplicado ao guidão, rodas, chassi, suspensão dianteira, balança traseira e sistema de escapamento acrescenta o necessário caráter de motocicleta pronta para um uso radical. A inscrição “300” aplicada na porção superior da carenagem de farol e nas laterais, emulando number plates, é outro elemento de distinção do modelo.

Mecanicamente a Honda XR300L Tornado Special Edition mantém as mesmas características: motor monocilíndrico 4T com 293,5 cmde capacidade arrefecido a ar com tecnologia FlexOne, cabeçote OHC de quatro válvulas. A potência máxima é de 24,8 cv usando etanol e 24,3 cv com gasolina. O torque máximo é de 2,74 kgf.m (etanol), 2,70 kgf.m (gasolina). O câmbio tem seis marchas com embreagem assistida e deslizante.

Na parte ciclística o destaque é o chassi de aço tipo berço semiduplo, com suspensão dianteira telescópica de tubos de Ø 41 mm e 245 mm de curso, com roda de alumínio aro 21 polegadas. A suspensão traseira tipo Pro-Link tem conjunto mola/amortecedor regulável em sete posições ancorado à balança de alumínio. O curso é de 227 mm e a roda com aro de alumínio tem 18 polegadas. A frenagem ABS de dois canais dispõe de disco dianteiro de Ø 256 mm e cáliper de pistão duplo. O disco traseiro tem Ø 220 mm e cáliper de pistão simples.

A Honda XR300L Special Edition já está à venda por R$ 31.540,00

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