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Coluna Fernando Calmon — SUV Boreal é aposta da Renault em segmento muito disputado

Coluna Fernando Calmon nº 1.373 — 14/10/2024

SUV Boreal é aposta da Renault em segmento muito disputado

Foi reservado ao Brasil a estreia do SUV médio-compacto Boreal, modelo que a Renault marca sua evolução no segmento com mais de 15 concorrentes entre eles Compass, Corolla Cross, Tiggo 7 e Taos. Na dianteira seu desenho elaborado destaca-se pela assinatura luminosa do emblema-logo, capô alto e módulos de LED. Laterais são marcadas por vincos, rodas de 19 pol. (só na versão de topo) e o desenho inusitado das colunas traseiras. Lanternas traseiras bem desenhadas não seguiram a moda de interligação luminosa. Pintura bitonal da carroceria é de série na versão mais cara e opcional nas duas outras.

As dimensões do Boreal: comprimento, 4.556 mm; entre-eixos, 2.702 mm; largura, 1.841 mm; altura, 1.652mm. Porta-malas tem 522 L (padrão VDA, o correto), maior do segmento. Motor é o conhecido turbo flex, 1,3 L, 163 cv (E)/156 cv (G), 27,5 kgf·m (E)/25,5 kgf·m (G). Câmbio sempre automatizado de seis marchas com dupla embreagem. Está prevista versão híbrida, porém a marca francesa ainda não estabeleceu data de lançamento.

Interior apresenta bom grau de refinamento com destaque para revestimento dos bancos (o do motorista com massageador) e o console central elevado. Quadro de instrumentos e tela multimídia têm 10 pol. e pela primeira vez no Brasil está disponível o Google Automotive Services de série. Há quatro modos de condução: Comfort, Eco, Sport e Smart. A partir da versão intermediária já oferece freio de estacionamento eletromecânico com imobilização e liberação automáticas nas paradas.

A Renault deu especial atenção aos sistemas ADAS de auxílio avançado ao motorista. O número destes importantes recursos de segurança aumenta conforme a versão: de entrada são 13, na intermediária, 19 e na de topo nada menos de 24 itens (inclui frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres e ciclistas).

Os preços estão bem situados frente aos concorrentes. Começam em R$ 179.990 e chegam a 214.990, mas haverá condições especiais com descontos no lançamento, em quatro de novembro.

BYD anuncia primeiro híbrido plugável flex

A oportunidade surgiu pela realização, de 10 a 21 de novembro próximos, em Belém (PA), da COP (Conferência das Partes, na sigla em inglês), um fórum da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. A BYD enviará para o evento 30 unidades dos protótipos do SUV médio Song Pro Híbrido Plugável com o primeiro motor flex que a marca vem desenvolvendo no Brasil. Lançamento previsto para abril de 2026. Até o momento apenas a Toyota comercializa um híbrido pleno (não plugável) cujo motor pode funcionar com etanol ou gasolina puros ou misturados em qualquer proporção.

O modelo chinês, na prática, teve seu peso institucional somado à segunda “inauguração” da nova fábrica da BYD, em Camaçari (BA), desta vez com presença do presidente da República. Na realidade a produção começa por juntar as primeiras peças importadas no regime SKD (sigla em inglês para unidades semidesmontadas). Numa segunda etapa passará ao regime de unidades desmontadas vindas da China e integração de alguns componentes produzidos no Brasil, prevista para 2026 (prensas, soldagens e pintura, talvez em meados do ano). A conterrânea GWM, em Iracemápolis (SP), já tem armação, pintura e montagem desde agosto último.

Nesta primeira fase, investiram-se R$ 5,5 bilhões e a capacidade de produção será de 150.000 unidades anuais que a empresa espera alcançar “em menos de três anos”. A área construída atual é de 270.000 m² e numa segunda etapa a capacidade será aumentada para produzir 300.000 unidades anuais. Em cinco anos espera vender 600.000 unidades/ano (nacionais e importadas) e assumir a liderança absoluta de vendas no Brasil.

Até agora a BYD errou em suas projeções. Pretendia vender 120.000 unidades no ano passado, depois revisou para 100.000 e no fechamento de 2024 foram 77.000 (23% a menos).

O Brasil tem uma fábrica fechada (CAOA Chery, em Jacareí-SP) e outra a ser desativada (Toyota, em Indaiatuba-SP) ainda sem data confirmada. Há uma subutilizada da JLR, em Itatiaia (RJ). E a fábrica da Stellantis, em Porto Real (RJ), também subutilizada, passará a produzir o Jeep Avenger já em 2026.

Incertezas sobre elétricos também nos EUA

Já abordei os problemas na Europa e outros específicos da Itália. Com o fim do crédito fiscal do governo americano para compra de carros elétricos, em 30 de setembro último, pairam dúvidas sobre como reagirá o mercado nos próximos anos. Análise do site Yahoo Finance, após ouvir várias fontes, aponta previsões otimistas demais feitas até o momento. Veículos elétricos (VEs) são cerca de US$ 9.000 (R$ 49.000) mais caros, em média, do que modelos a gasolina comparáveis. A diferença era quase toda coberta pelo subsídio federal agora cancelado.

Há quatro anos, Ford, GM e Stellantis afirmaram em comunicado conjunto que aspiravam atingir até 2030 uma participação de mercado de VEs de 40% a 50%, incluindo híbridos plugáveis (meu comentário: estes não são exatamente elétricos, contudo somados como se fossem, uma “invenção” da China que distorce os números de produção e vendas de VEs).

Jim Farley, CEO da Ford, afirmou agora: “Acredito que será uma indústria vibrante, porém muito menor do que pensávamos. Não me surpreenderia se as vendas de VEs caíssem para 5% do total da indústria já neste mês de outubro”. A consultoria J.D. Power projeta que VEs poderão alcançar até 20% das vendas em 2029. Já a Ernest & Young prevê atingir 50% em 2039, cinco anos depois do previsto anteriormente.

Outra consultoria, iSeeCars, foi incisiva. VEs vão bem em estados de clima quente, como Califórnia e Flórida, e em uso urbano. Todavia, só se consolidarão quando os preços forem iguais aos carros de motores a combustão, puderem rodar 800 km com apenas uma carga e recarregarem em menos de 10 minutos. Algumas marcas enfrentam pressões financeiras motivadas por investimentos fracassados ​​em veículos elétricos e foram forçadas a adiar ou cancelar projetos.

A agência de notícias Reuters relembrou um estudo conjunto de professores das universidades da Califórnia, Berkeley, Duke e Stanford: emplacamentos de VEs podem cair 27% sem o crédito fiscal federal. Alguns estados seguem a Califórnia e mantêm seus subsídios para sustentar a demanda. Até quando, ninguém sabe.

Taos 2026 vem agora do México

Para abrir espaço à nova Amarok (talvez até receba versão híbrida, a partir de 2027) na fábrica argentina de Gal. Pacheco, a VW traz agora do México (também isento de imposto de importação) o SUV médio-compacto Taos 2026. A frente segue a fórmula quase onipresente em todas as marcas de aumentar a área da grade em simbiose com o para-choque também novo. Lanternas traseiras são novas assim como a sua interligação iluminada e o emblema-logotipo agora também iluminado. Porta-malas de 498 L (padrão VDA) é o maior do seu segmento.

Internamente a novidade bem-vinda é a volta de botões de comando para os raios do volante multifuncional. Materiais de acabamento melhoraram, há iluminação ambiente com 10 opções, um novo painel que destaca a tela multimídia flutuante de 10,1 pol., além de internet 4G e carregador de celular por indução. Mecanicamente sem novidades: mantido motor flex 1.4-L, 150 cv, 25,5 kgf·m e câmbio sempre automático epicíclico de oito marchas.

Preço ainda não anunciado.

Entretanto, a VW informou que o sedã médio-compacto Jetta GLI 2026, também mexicano, estará nas concessionárias a partir de 8 de novembro por R$ 269.990. Motor 2-L turbo entrega 231 cv e 35,7 kgf·m. Câmbio DSG, robotizado, sete marchas.

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Com motorização hibrida e muito valente GWM Tank 300 é uim boa opção

A agressividade da GWM está surpreendendo o mercado nacional e os concorrentes. O Tank 300, terceiro produto da GWM a chegar ao mercado brasileiro, tem um design tradicional e agressivo típico de um jipe, bom acabamento e mecânica híbrida.

O motor à gasolina de 2,0 litros, turbo, conta com a “ajuda” de um motor elétrico. Juntos produzem 394 cavalos de potência e 76,4 kgfm de torque. O motor elétrico é alimentado por baterias NMC de 37kwh. No modo 100% elétrico, a autonomia é de até 75 quilômetros. A transmissão é automática de 9 marchas, muito bem desenvolvida para um modelo off road.


Andando, o jipe chinês surpreende tanto no percurso urbano como no off-road. Na cidade, apesar de a autonomia declarada ser de 75 quilômetros, superamos a marca em quase 20%. Isso se deve à maneira que é conduzido. Se o pé for suave no acelerador, a autonomia aumenta bem.

Na estrada o desempenho é bom, principalmente e graças à boa potência e torque. Por ser um veículo de uso misto e pesado, surpreende a aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora, em 6,9 segundos. O consumo rodoviário foi de 13,1 quilômetros por litro com ajuda do motor elétrico. Sem ele, o consumo cai para 7,3 quilômetros por litro.

Já no fora-de-estrada, o Tank 300 mostra para que veio. É valente e supera as maiores dificuldades sem muito esforço. Com ajuda do 4X4 com reduzida, três bloqueios de diferencial (dianteiro, central e traseiro), e vários modos de condução, o modelo vence os obstáculos, transmitindo confiança.

O Tank 300 tem linhas retas, grade tradicional, faróis redondos e capô reto, bem como deseja o consumidor desse veículo. O Tank mede 4,76 metros de comprimento, 1,90 metro de largura, 1,90 metro de altura e 2,75 metros de entre-eixos. Ângulo de entrada de 32°, 22cm de altura do solo e 33° de saída. Ou seja, são números muito bons para um SUV aventureiro.

Apesar do tamanho, peso e altura do solo, o SUV chinês é estável e não inclina muito nas curvas. E vale lembrar que ele é montado em cima de um chassi sobre longarinas.

Completo

Bem-acabado, o interior agrada e está em sintonia com as linhas externas. O painel é reto, as saídas de ar redondas e possui 2 telas integradas com plataformas GUX e 24,6”, multimídia com Apple CarPlay e Android Auto sem fio.  O SUV conta com o aplicativo “MY GWM” com controles do veículo, manutenção e comandos remotos.

O console é elevado e conta com porta-objetos climatizado, seletor de modos de condução e tração e a alavanca do câmbio. O sistema de som é muito bom, com 9 falantes e 4 tweets.

Os bancos são bem confortáveis, tanto para os passageiros da frente como atrás. O banco do passageiro ao lado do motorista tem 4 ajustes elétricos e o do motorista 8. Outro detalhe que agrada muito é o silêncio interno, mesmo quando o motor é exigido. Para aumentar o conforto, o modelo ainda conta com um amplo teto solar.
Uma coisa ruim que atrapalha, principalmente em shoppings ou supermercados, é a abertura do porta-malas. Como a tampa abre para o lado, quando for estacionar tem que calcular o ângulo de abertura da porta.

Preço
GWM Tank 300 (versão única) R$ 333 mil.

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Novo Ford Territory oferece muito espaço interno e tecnologia

A Ford do Brasil hoje (07) a nova geração do SUV Territory. O segundo modelo mais vendido pela marca americana no mercado nacional, surpreende pelo espaço interno, acabamento e tecnologia embarcada. E com mais uma grande vantagem: não teve aumento no preço.

Com um design marcante e moderno, o novo Territory chama a atenção por onde passa, não só pelas suas linhas, mas também pela imponência da dianteira que conta com faróis full-LED em L, grade preta com detalhes cromados, para-choque redesenhado e o logo Ford renovado. Maior 5,5 centímetros que a versão anterior, o suv tem  4,7 metros de comprimento e 2,72 cm de entre-eixos, o que colabora para o ótimo espaço interno, principalmente, para os passageiros do banco de trás. O porta-malas com capacidade de 448 litros ou 1.422 litros com o banco traseiro rebatido, oferece a praticidade do acionamento elétrico sem as mãos, com regulagem do ângulo de abertura e sistema antiesmagamento.

A harmonia das linhas são reforçadas pelas rodas esportivas de 19 polegadas com acabamento escuro e cromado e pneus 235/50,  maçanetas cromadas e o para-choque traseiro com linhas retas.

Requintado

O interior do Territory é luxuoso e agradável. Os bancos são muito confortáveis, com acabamento em couro micro perfurado e novos encostos de cabeça. O assento do motorista pode ser ajustado eletricamente em até dez posições e em quatro para o passageiro, que também possuem aquecimento e resfriamento.

Na cor preta contrastada por faixas marrons nas laterais dos bancos e nas portas, criam no suv um efeito esportivo e moderno.

O volante revestido em couro conta com vários comandos der fácil controles, o seletor de marchas no console central é rotativo, luz ambiente de LED configurável em 26 cores e ar-condicionado digital de dupla zona com saídas para a segunda-fileira ampliam o conforto e comodidade.

Na versão 2026, a tecnologia foi ampliada. Tanto o painel digital como a central multimídia, ambos de 12,3”, com respostas rápidas e intuitivas, ganharam novos grafismos e softwares, e estão alinhados com as tendências mais atuais. Além das conexões sem fio com Android Auto e Apple CarPlay, o Territory oferece um novo sistema de áudio com efeito 3D, carregador por indução, três portas USB-C, uma porta USB-A e tomada de 12 V.

O novo suv também é 100% conectado, com todas as funcionalidades do aplicativo FordPass, como partida remota e agendada, travamento e abertura de portas, alertas e status do veículo (odômetro, nível de combustível, pressão dos pneus, carga da bateria e localização) e alarme perimétrico.

Esses recursos fazem parte das experiências convenientes, conectadas e personalizadas oferecidas pela Ford, que incluem ainda agendamento de serviços online, serviço leva e traz, Guia 360, sistema Ford Concierge e o exclusivo acompanhamento preventivo inteligente, que avisa o cliente proativamente se houver alguma manutenção importante a fazer no veículo.

Motorização

Apesar de na linha do Territory a marca dispor de uma versão hibrida, a Ford brasileira optou por trazer o modelo equipado com a motorização turbo de 1,5 litro EcoBoost a gasolina, com injeção direta e comando variável que gera 169 cavalos a 5.500 rpm e torque máximo de 250 Nm entre 1.500 e 3.500 rpm. A transmissão é automática de sete velocidades com dupla embreagem banhada a óleo e quatro modos de condução – normal, eco, trilha e esportivo.  Os freios são a disco nas quatro rodas, com discos ventilados na dianteira e discos sólidos na traseira e freio de estacionamento eletrônico com auto-hold.

Segundo a marca, com o auxílio do sistema start-stop, o modelo faz 8,8 km/l na cidade e 11,2 km/l na estrada. O tanque de combustível é de 60 litros.

O conjunto de suspensão independente, tipo McPherson na dianteira e multilink na traseira, foi especialmente calibrado para as condições brasileiras.

O suv, que é fabricado na China, também vem com vários recursos de segurança e assistência ao motorista: frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo com Stop & Go, monitoramento de ponto cego com alerta de tráfego cruzado, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, assistente de permanência e centralização em faixa e seis airbags com detecção inteligente de ocupantes. Conta ainda com câmera 360°, assistente de partida em rampa, assistente de descida, controle de estabilidade e tração, monitoramento de pressão dos pneus e farol alto automático.

Preço

Ford Territory Titanium 2026 R$ 215.000,00

 

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Commander Limited surpreende pelo conforto, luxo e desempenho

O modelo topo de gama da Jeep no Brasil, foi lançado em 2021 e é fabricado na planta da marca em Pernambuco. Desde a sua chegada, é uma referência entre os SUVs de sete lugares. Utilizando a plataforma Small Wide 4×4 da Stellantis, o Commander é um modelo grande: são 4.769 mm de comprimento, 1.859 mm de largura, 1.680 mm de altura e 2.794 mm de entre-eixos.

Em relação ao seu irmão menor, o Compass, o Commander é 365 mm mais longo e tem 158 mm a mais na distância entre-eixos. Outra virtude do modelo é o volume do porta-malas, que tem abertura elétrica, que é um dos maiores do mercado: 661 com os bancos da última fileira abaixados, 233 litros com os bancos para os sete ocupantes e 1.760 litros com as duas últimas fileiras recolhidas.

O Jeep Commander versão Limited T270 é o nosso modelo avaliado da semana. Com motor turbo flex 1,3 litros, turbo de quatro cilindros em linha, que desenvolve 180 cavalos com gasolina e 185 cavalos com etanol e torque de 27,5 mkgf. A velocidade máxima é de 202 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 9,5 segundos. Esses números fazem o Commander ter um bom desempenho e proporcionar segurança tanto nas ultrapassagens como nas retomadas.

Aliás, mesmo sendo um modelo grande e com quase 1800 quilos, o SUV de sete lugares, como demonstram os números, tem muita agilidade e bom desempenho. Ainda se levando em conta o tamanho e o peso, o Commander não poderia ser um SUV econômico. Mas surpreendeu ao fazer, no perímetro urbano, 7,1 km/litro com etanol e 10,2 km/l com gasolina. Já na estrada, consumiu 8,7 km/l com etanol e 11,6 km/l com gasolina.

Outra surpresa muito positiva é o conjunto harmonioso que o motor faz com a transmissão automática de seis velocidades, que têm trocas suaves e precisas. A tração é dianteira.

No modo de condução Sport, bastando apertar um botão, se ativa uma calibragem diferenciada, com trocas de marchas mais rápidas e em rotações mais altas, deixa o Jipão com respostas do acelerador mais ágeis e a direção fica mais pesada, para uma experiência de condução mais “esportiva”.

O modelo traz suspensão independente na dianteira e traseira, tipo McPherson, com molas helicoidais, barra estabilizadora e amortecedores hidráulicos, semelhante ao do Compass, mas com geometria e calibração redimensionadas para o maior tamanho e peso. Mas mostrou em todas as situações, até em pisos irregulares ser muito competente e transmitir conforto aos passageiros.

Os freios são a disco nas quatro rodas, ventilados na frente e sólidos atrás param o carro em espaços curtos e sem desvios. Transmitem confiança ao motorista.

Mesmo sendo um veículo elevado, pesado e grande, o Commander tem muito boa estabilidade e passa tranquilidade para quem o conduz em todas as situações. Mesmo em curvas mais rápidas ou manobras de emergência, o modelo transmite muita segurança.

Muito dessa tranquilidade é passada pelo “Traction Control +”, sistema de controle de tração que atua em condições de baixa aderência com o solo em uma das rodas. É exclusivo do modelo com tração dianteira e atua dando um “toque” de frenagem na roda que está escorregando, transferindo o torque para outra roda que esteja em contato com o piso. Para habilitar a função, basta que o motorista pressione a tecla “ASR OFF”. Mesmo sendo tração dianteira, essa tecnologia ajuda com muita eficiência no uso off-road ou em dias de chuva.

Bem equipada

Por ser a versão mais sofisticada do Commander, o modelo é muito bem equipado. O SUV vem com faróis de LED, painel de instrumentos digital com tela de 10,25 polegadas, multimídia com tela de 10,1 polegadas, bancos e painel revestidos com material sintético que imita couro e camurça, seis airbags, abertura elétrica do porta-malas, rodas de liga-leve aro 18, espelhamento sem fio do smartphone, Traction Control+, “pacote” ADAS nível 2, sistema de som Harman Kardon, terceira fileira de bancos, monitoramento de ponto-cego, carregador sem fio para smartphone, entre outros.

Em termos de segurança e conforto, o SUV americano vem com direção semi-autônoma, cruise control adaptativo, alerta de colisão com frenagem automática, detecção de ponto cego e de tráfego cruzado, alerta de mudança de faixa, frenagem de emergência para pedestres, detector de fadiga do motorista, reconhecimento de placas de velocidade e a útil comutação automática de faróis (acende e apaga a luz alta).

Design

Quem olha o Commander logo se identifica com um modelo da Jeep. A dianteira tem a tradicional grade com sete aberturas e um conjunto óptico integrado e finos. Os faróis Full LED oferecem mais segurança e tem a luz de piscas dinâmicos. Vários detalhes do modelo topo de gama da Jeep nacional, são encontrados em modelos superiores e bem mais caros.
A traseira muito harmoniosa conta com lanternas estreitas e horizontais. Elas têm luz de LEDs.

Por dentro o Commander é muito bem acabado e conta com materiais de muito boa qualidade. O espaço interno é um dos maiores entre todos os modelos de sua categoria á venda no Brasil. Os bancos, muito confortáveis, e quase todo o acabamento são revestidos de um material que imita couro, mas de muito boa qualidade. O meio dos bancos é de um material similar a camurça, que é muito mais agradável, tanto no calor como no frio.

A fileira do meio, para ainda proporcionar mais conforto aos ocupantes, pode ser deslocada para a frente ou para trás em 14 cm e são reclináveis.

O barulho interno é muito baixo, graças ao bom nível de materiais de isolamento acústico e dos vidros também com isolamento termoacústico. Esses vidros exclusivos também proporcionam uma redução do calor no interior do veículo.

Sem dúvida, o Jeep Commander, principalmente para quem famílias grandes, é uma das melhores opções do mercado.

Preço
Jeep Commander Limited 1.3T flex R$ 247.990,00

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GWM Haval H6 One híbrido custa bem menos que o modelo normal

Com um preço bem menor que o modelo Haval H6 HEV, a GWM lança uma série especial: a One. Segundo a marca, a série limitada em duas ml unidades, é para comemorar o sucesso de vendas da chinesa no Brasil.

Baseado na versão Haval H6 HEV2, a One mantém o mesmo trem de força do modelo normal, ou seja, um motor 1,5 litro turbo a combustão e um motor elétrico que atingem juntos 243 cavalos e 54 kgfm.

O modelo se diferencia pelas lanternas traseiras vermelhas, rodas de liga leve com design exclusivo e interior com acabamento em black piano.

Com preço único de R$ 199 mil, ou seja R$ 21 mil mais barato, o One perde o teto solar e a abertura elétrica do porta-malas.

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Avenger será o novo modelo da marca Jeep á venda no Brasil

O quarto modelo da Jeep no Brasil está confirmado para começar a produção em 2026. A marca norte-americana está no Brasil desde os anos 40 e começou a produzir veículos no Brasil, no Polo Automotivo de Goiana-PE, em 2015.

De lá até hoje, já foram produzidos mais de 1 milhões de unidades do Renegade, Compass e Commander. A eles vai se juntar o novo Avenger, lançado em 2022 com muito sucesso na Europa.

O Jeep Avenger, que utiliza a mesma plataforma dos modelos Peugeot 2008 e Citroën C3 Aircross, a arquitetura CMP. No Brasil, quando começar a sua produção, o modelo ganhará uma nova geração.

O novo Jeep chegará com uma motorização hibrida de 1,0 litro, turbo flex, 3 cilindros com até 130 cavalos de potência. A transmissão será CVT que simulará sete marchas.

Menor de o Renegade, Jeep Avenger tem 4,08 m de comprimento e um porta-malas de 380 litros. Na Europa, o próximo Jeep brasileiro, usa um motor híbrido leve de 1,2 litro, turbo, a gasolina. O modelo também tem a opção de uma versão 100% elétrica com alcance de 408 quilômetros

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Fiat 500 100% elétrico é bom de andar e muito confortável

Para quem um city car elétrico, o Fiat 500e é realmente uma excelente opção. Não só pelo design atraente e alegre, como pelo acabamento muito bom. O único problema é a autonomia pequena, de apenas 240 quilômetros segundo o Inmetro, mas que pode ser ampliada na cidade andando com moderação. Na estrada essa autonomia cai para 170 quilômetros. Para quem vai utilizar na cidade e tem carregador disponível, não é um grande problema.

O 500 elétrico é a reestilização da reestilização. O modelo surgiu com muito sucesso em 1957 e foi produzido até 1975. Foram produzidos mais de quatro milhões de unidades. Em 2007, a marca italiana surpreendeu o mudo ao relançar uma nova “geração” do 500. Elegante, bonita e confortável, virou outro sucesso de vendas. No Brasil, foi vendido de 2009 a 2019. Em 2021 chegou a versão 100% elétrica. Por ser um veículo de nicho e com uma tecnologia ainda em aprovação, não tinha nem como ser um fenômeno de vendas.

Aliás, não foi o primeiro modelo elétrico fabricado pela marca italiana. Em 1974, no salão Turim Motor Show, a Fiat mostrou um protótipo de um modelo 100% elétrico: o X1/23. Com dois lugares e muito feio nunca entrou em produção. Em 1990, a Fiat lança o primeiro modelo elétrico de produção normal. O Panda Elettra tinha um motor elétrico de corrente contínua com 9,2 kW ou 12,5 cavalos de potência, atingia 85 quilômetros por hora e uma autonomia de apenas 100 quilômetros. Porém, a maior dificuldade, ainda mais naquela época, era o abastecimento.

Elétrico

Com toda a certeza, nas ruas, o 500e chama muito mais á atenção que muitos modelos de luxo e bem mais caros. E é uma delícia para dirigir. Esperto e ágil, o Cinquecento tem um motor elétrico tem 118 cavalos e 22,4 kgfm de torque. Mesmo não sendo muito potente, o 500e acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 8,9 segundos e atinge a máxima de 150 quilômetros por hora, limitada eletronicamente. Ou seja, bons números para um carro urbano. Porquê urbano? Porque a autonomia é de apenas 240 quilômetros. Na cidade atende, mas na estrada essa autonomia cai para menos de 170 quilômetros e mantendo no máximo os 100 quilômetros por hora.

Como pesquisas indicam que, na cidade um motorista usar o veículo por no máximo 40 quilômetros por dia, o dono do 500e vai andar de segunda a quinta-feira sem precisar abastecer. E mais um detalhe: o modelo tem, nas freadas, regeneração de energia, aumentando um pouco a autonomia urbana.

Como o demais 500, o elétrico tem uma excelente estabilidade e passa confiança mesmo em curvas mais ousadas. Os freios são outro ponto muito positivo, parando o modelo em espaços curtos e sem desvios.

Confortável

Além do bom acabamento, o 500e é muito agradável por dentro. Para os passageiros da frente, á espaço generoso e os bancos dianteiros, revestidos de um couro muito bonito, são muito confortáveis. Já no banco traseiro, que possuem o mesmo revestimento, o espaço é para crianças.

Assim como a versão a combustão, o painel redondo fica bem na frente do motorista, oferecendo excelente visualização. Além do quadro de instrumentos, o modelo tem mais uma tela de 7 polegadas com todos os ajustes necessários para agradar o motorista. Outra curiosidade do modelo é que o seletor de mobilidade, é um teclado baixo da tela central.

Ou seja, para andar para a frente se aperta a tecla D (drive) e para dar ré a letra R. Ao parar, basta apertar a letra P (park). Muito simples. Esse teclado, por sinal muito prático, não é nenhuma novidade. Aqueles enormes carros americanos dos anos 50 e 60 já dispunham.
Outro detalhe divertido é que, para abrir a porta, tanto do lado de fora, como por dentro, basta apertar um botão. Muito legal.

Modos

Além do modo Normal, o elétrico italiano dispõe dos modos Range e Sherpa. No modo ranger a regeneração é bem maior e é possível dirigir usando somente o pedal do acelerador, já que, na recuperação de energia, o sistema atua nos freios. O modo Sherpa deve ser utilizado quando se está com pouca bateria e precisa chegar a um ponto de abastecimento. Nesse modo, o e500 desliga o ar-condicionado e a velocidade fica limitada a 80 km/h.

Com bastante eletrônica embarcada, a versão que vem para o Brasil é a mais sofisticada, contado com novas lanternas, faróis de LED, maçanetas embutidas e rodas de 17 polegadas. Destaque também, para o teto solar panorâmico, chave presencial, farol alto automático, retrovisores com desembaçador e freio de estacionamento elétrico.

Vale destacar que, em relação á primeira versão que testamos, esta tem  sistemas de segurança ativos com mais tecnologia, o ACC com controle automático adaptativo de velocidade e monitoração o trânsito intenso, que acelera e freia automaticamente dependendo do fluxo.

Novidades

Tudo indica que em 2027 o Cinquecento ganhe mais uma nova geração. Nessa renovação, o modelo deverá ganhar além das versões a combustão e elétrica, uma versão hibrida.

Preço
Fiat 500 e – R$ 225.000,00

 

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Linha 2026 do Ora 03 chega com poucas novidades e mais caro

Já está nas concessionárias, a linha 2026 do GWM Ora 03, sendo o aumento de peço a sua maior novidade. Os modelos agora passam a ser denominados de Ora Skin BEV 48  e Ora 03 GT BEV63, A sigla se refere a BEV – Battery Electric Vehicle e os números á   capacidade das baterias (48 kWh e 63 kWh).

No início deste do ano, o modelo passou a contar com estepe, e a conectividade com o aplicativo My GWM, que permite o monitoramento e o controle remoto de diversas funções do veículo. Na “nova” linha, o teto solar panorâmico é de série em ambas as versões.

Os novos preços são: GWM Ora 03 Skin BEV48 R$ 169.000, 00 (aumento de dez mil reais) e o GT BEV63, R$ 199.000,00 (aumento de doze mil reais).

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Boreal é o novo SUV de luxo que a Renault vai lançar em breve

Depois do sucesso do Kardian no Brasil, a Renault continua sua renovação com mais um SUV: o Boreal. Assim como o Sandero, Logan e Duster, o Boreal foi desenvolvido pela Dacia, subsidiária romena do grupo Renault e deverá ser apresentado em breve.

Com um design elegante e até esportivo, o Boreal vai “brigar” num segmento que a marca francesa nunca atuou e competir com Jeep Compass, Honda HR-V, GMW Haval, entre outros. Por dentro, o novo SUV deverá ter um interior sofisticado e muita tecnologia embarcada.

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Com muita tecnologia e conforto chega ao Brasil o novo XC 90

A Volvo Car Brasil apresentou de uma só vez, os seus dois SUVs grandes e mais icônicos: o EX 90 e o XC 90. Para marca sueca, que comemorou esta semana 98 anos de existência, os dois modelos, um hibrido e o outro 100% elétrico, são muito importantes em sua história. Afinal, o XC 90 foi o primeiro SUV da marca, lançado em 2002 no Salão de Detroit – EUA, e logo virou um sucesso mundial de vendas.

Já o EX 90, totalmente elétrico foi apresentado em 2022 e é o modelo mais sofisticado tecnologicamente da marca. Numa plataforma totalmente nova e exclusiva, o EX 90 tem capacidade para sete passageiros, totalmente elétrico, e se destaca pela tecnologia, segurança e requinte.

Volvo EX90 e Volvo XC90

A terceira e nova geração do XC 90, traz uma série de atualizações de tecnologia e no design. A versão híbrida pode rodar até 49 km no modo totalmente elétrico, segundo dados oficiais do Inmetro.

Preços
Volvo XC 90 – R$ 639.950,00
Volvo EX 90 – R$ 849.950,00

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