híbrido

Novo Geely EX5 EM-i plug-in pode alcançar 1.300 quilômetros

O  Brasil virou a “casa” dos modelos chineses. Uns de boa qualidade, outros nem tanto, mas é aqui que eles estão vendendo muito. Como será no futuro, ninguém se arrisca a cravar. Mas uma das marcas de boa qualidade é a Geely, que, no Brasil, é representada pela Renault.
Depois do lançamento do pequeno EX2 e do EX5, chega o “irmão” híbrido: o EX5 EM-i plug-in. O modelo, que será fabricado em breve na planta fabril da Renault no Paraná, chega em três versões: Pro, Max e Ultra.

Design Imponente

Com design muito minimalista e moderno, igual ao EX5, o SUV tem a dianteira alta, capô retilíneo, completado por uma barra de LED central que se conecta à assinatura de luz diurna dos faróis (DRL), criando uma faixa de luz contínua no design, nas versões Max e Ultra. Atrás, as lanternas traseiras seguem a mesma concepção, sendo todas em LED com efeito tridimensional.
A linha de cintura encorpada, marcada por amplos para-lamas traseiros, e os arcos de rodas pronunciados reforçam a largura do modelo. As rodas de liga leve são de 18” na versão Pro e 19” nas demais versões.

O interior acompanha o design moderno do exterior e traz console central elevado do tipo cockpit, e botões físicos para a operação dos principais comandos, como o acionamento do teto solar panorâmico e os controles do ar-condicionado, unindo funcionalidade e estilo.
Os bancos dianteiros contam com ventilação e aquecimento. Graças à boa distância do entre-eixos, o espaço interno é generoso para todos os passageiros. O porta-malas oferece uma capacidade de 428 litros.

Ambiente Conectado

O EX5 EM-i apresenta o sistema de cockpit inteligente de última geração Flyme auto, oferecendo uma experiência interativa com três telas: um painel de instrumentos totalmente digital de 10,2 polegadas, uma tela central de 15,4 polegadas com moldura ultrafina e um head-up display (HUD) de 13,8 polegadas. Já a conectividade sem fio é acessível aos sistemas Android Auto e Apple CarPlay. É possível interagir com o carro por meio da assistente de voz inteligente com o comando: “Olá, Geely!”. A interface compreende até 200 comandos e funciona em 10 idiomas, tudo sem a intervenção manual.

Eficiência Inteligente

O híbrido plug-in Geely EX5 EM-i utiliza o sistema Super Híbrido (E-Motive intelligence), que oferece uma potência combinada de 262 cavalos e torque total do sistema de 380 Nm. Segundo a marca, o EX5 EM-i acelera de 0 a 100 km/h em 7,8 segundos. O sistema traz como principal propulsor um conjunto de motores elétricos de 160 kW e 262 Nm, combinado a um motor à combustão de quatro cilindros de 1,5 litro, que atua prioritariamente como um gerador, mas que pode ser combinado ao conjunto elétrico.

Esse sistema permite uma eficiência energética de 0,55 MJ/km e uma autonomia de 112 quilômetros no modo 100% elétrico. Juntando o sistema elétrico e o à combustão, o modelo tem uma autonomia de até 1.300 quilômetros. O consumo urbano pode ser superior a 14,8 km/l, dependendo da forma como é conduzido.

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Importado pela Stellantis, Leapmotor tem boa autonomia e excelente preço

Cada dia é mais frequente ver rodando em nossas ruas modelos chineses elétricos ou híbridos. As marcas chinesas brotam. Há os modelos 100% elétricos, que precisam ser conectados a um carregador para alimentar as baterias; há os híbridos, que andam tanto com o motor à combustão quanto com o elétrico; ou com os dois juntos. E há a novidade do mercado: o Leapmotor C10 REEV – range extended electric vehicle.

O que quer dizer essa sigla? Apesar de ser híbrido, quem “manda” força para as rodas é o motor elétrico. O motor 1,5 litro à combustão serve apenas para alimentar as baterias e não tem “contato” com as rodas motrizes. Ou seja, tendo gasolina no tanque, o motorista do Leapmotor nunca ficará parado. Para ajudar e economizar ainda mais, o SUV pode ter as baterias carregadas na tomada. Nos modelos 100% elétricos, quando acaba a bateria, o motorista só tem uma alternativa: chamar um guincho.

Marca presença

Com um design limpo e elegante, o Leapmotor tem mais algumas diferenças dos demais modelos chineses: é discreto. O interior é muito espaçoso e luxuoso, com um acabamento impecável. Em termos de equipamentos, o C10 tem tudo o que se espera de um modelo de luxo: sete airbags, ar-condicionado automático de duas zonas, saídas de ar comandadas pela tela, teto panorâmico, sistema de som de 840 W com 12 alto-falantes, iluminação completa por LEDs, multimídia com tela de 14,6″, atualizações remotas, controle de cruzeiro adaptativo atuante também em congestionamentos, monitor de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, assistente de permanência em faixa e bancos de couro com aquecimento, ventilação e memória.

O porta-malas tem capacidade para 435 litros. Para deixar o modelo ainda mais harmonioso, as rodas de 20 polegadas são pintadas num bonito grafite fosco.

O interior não tem botões, pois tudo é resolvido na grande tela central. É legal? Sim. Mas pouco prático. Uma simples regulagem dos espelhos retrovisores ou das saídas do ar-condicionado, que poderia ser feita num botãozinho em alguns segundos, demanda uma complexa operação de toques em vários ícones na tela. Mas são sinais da modernidade, que devem ser cada vez mais frequentes nos futuros veículos.

Atração motriz

Como já falamos acima, a maior novidade é o sistema de propulsão do Leapmotor C10. O SUV vem equipado com um motor elétrico instalado na traseira que desenvolve 215 cavalos de potência e 32,6 kgfm de torque. Não esqueça: a força vem só do elétrico, por isso não há a soma dos dois motores (elétrico e à combustão).

Mesmo com sua autonomia declarada de 141 quilômetros usando somente as baterias, sem entrar em ação o motor à combustão para carregá-las, em nossa avaliação, chegamos a mais de 150 quilômetros. Depende da forma de condução. Ou seja, é muito bom. Agora, usando as baterias e o tanque de combustível de 50 litros, a autonomia pode passar dos 950 quilômetros. São realmente números muito interessantes. Em nossa avaliação, o SUV fez médias de 12,7 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada.

Muito agradável de dirigir, tanto no uso urbano como nas rodovias, o C10 tem mais uma boa surpresa. Enquanto a grande maioria dos modelos chineses dá prioridade ao conforto, as suspensões do Leapmotor são muito bem equilibradas. Não são macias demais, nem duras a ponto de o carro ficar pulando e dando tranco nas costas do motorista. O equilíbrio obtido pela engenharia da marca é surpreendente, o que beneficia, além do conforto e prazer ao dirigir, uma melhor dirigibilidade e estabilidade.

O desempenho não é nada de impressionante, mas atende às necessidades de quem o vai usar no dia a dia. A velocidade máxima é de 170 quilômetros por hora e a aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora leva 8,6 segundos.

Preço R$ 219.990,00

 

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Mais cara, nova Mercedes Benz GLE chega ao mercado nacional

A Mercedes-Benz apresentou na semana passada a nova geração do SUV GLE 450 d 4Matic no mercado brasileiro. Diante da “enxurrada” de novos SUVs de várias marcas, é uma tentativa da marca alemã de se manter competitiva.

Com o pacote esportivo AMG Line e rodas de 21 polegadas, o SUV alemão chega com uma motorização híbrida leve, EQ Boost, que se junta a motor a combustão desenvolvendo potência máxima de 387 e um torque de 750 Nm.
Preço
R$ 785.000,00.

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Nova geração do Jeep Renegade agora também tem motor híbrido

Um dos SUVs mais vendidos da história da indústria automotiva nacional e que já vendeu quase 600 mil unidades, ganha novo interior, alterações no design exterior e motor hibrido. E continua sendo o único na categoria a ter tração 4×4.

Nas versões Altitude, Longitude, Sahara e Willys (4×4), o Renegade ganhou interior renovado, que inclui novos acabamentos dos bancos, manopla de câmbio, banco elétrico do motorista (nas versões Sahara e Willys), novo console central com saída de ar traseira e mais conteúdos. Outras novidades são o painel multimídia de 10,1 polegadas com maior resolução de imagem e quadro de instrumentos digital de 7 polegadas.

Na frente, uma nova grade que continua destacando a marca registrada da Jeep, as sete fendas, novos para-choques dianteiro e traseiro, novas máscaras DRL e novo design de rodas de liga leve.

Híbrido 

As versões Longitude e Sahara estreiam o sistema híbrido MHEV de 48V aplicado ao motor 1.3 turboflex, de 176 cavalos.  O sistema não tem função de mover o SUV só com a motorização elétrica (na verdade é um pequeno compressor), mas ajuda o motor a combustão nas saídas, proporcionando uma redução no consumo de até 7% no ciclo urbano e 8% a menos nas emissões de CO₂.

Segundo a marca, o consumo dessas motorizações chega a 11,9 km/l (gasolina) e 8,3 km/l (etanol) no ciclo urbano; e a 11,8 km/l (gasolina) e 8,6 km/l (etanol) na estrada, além de proporcionar também uma série de benefícios como isenções de IPVA em alguns estados e isenção do rodízio na cidade de São Paulo.

Preços
Jeep Renegade
Altitude   (preço de lançamento) R$ 129.990,00
Longitude – R$ 158.690,00
Sahara – R$ 175.990,00
Willys – R$ 189.490,00

 

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Muito atraente e econômico, Peugeot 208 híbrido é uma ótima opção

O Peugeot 208 é, sem dúvida, o hatch compacto mais harmonioso de sua categoria. O modelo conta com linhas marcantes, esportivas e com identidade visual muito especial. E agora mais moderno e atual com a motorização semi-hibrida de 12 volts. É um sistema híbrido leve e que apenas auxilia o motor a combustão, ou seja, nunca se move apenas com a motorização elétrica.

Qual a diferença? Um modelo híbrido é acionado com dois motores: um a combustão e outro elétrico. No sistema utilizado em vários modelos da Stellantis, o motor elétrico é um gerador de corrente alternada, que nada mais é que um alternador. Apesar do sistema utilizado pelo 208 ser bem atual, é um sistema já utilizado desde a década de 50.

O alternador substituiu o dínamo, um gerador de corrente contínua logo abandonado pela indústria automobilística mundial devido à superioridade absoluta do alternador em todos os aspectos, especialmente eficiência em baixa rotação do motor, insensibilidade a altas rotações e durabilidade.

Por volta de 2003, uma fabricante francesa de autopeças, desenvolveu um alternador reversível, pois era motor também. A Citroën adotou num C3 versão Start&Stop de desligamento automático do motor nas paradas visando diminuir consumo e emissões. A nova partida era feita ao pisar no acelerador, era imediata e sem o desagradável ruído produzido pelos motores de partida convencionais, uma vez que o engrenamento para virar o motor a combustão já era por correia poli-V.

A evolução natural desse sistema, pela própria fabricante, foi o alternador funcionar como motor de modo a adicionar potência ao motor a combustão, e ampliar a função de gerador nas frenagens e ao levantar o pé do acelerador, a chamada frenagem regenerativa.

O auxílio do motor elétrico é pequeno, apenas 4 cavalos, mas que é notado em situações como sair da imobilidade. Aliás, é a maior virtude desde sistema, pois “alivia” o motor a combustão e assim economiza combustível.

O gerador-motor elétrico é alimentado por uma bateria de íons de lítio de 12 V posicionada sob o banco, atua por correia, funcionando como motor de partida, alternador e suporte de torque em baixa rotação.
Motorização

O 208 utiliza o motor GSE Turbo 200, que equipa outros modelos da própria Peugeot, Fiat, Jeep e Citroen. O motor de 1,0 litro, três cilindros, turbo, bloco e cabeçote de alumínio, injeção direta, controle das válvulas de admissão através do sistema MultiAir III e das válvulas de escapamento por comando no cabeçote com corrente, desenvolve 125 (gasolina) e 130 (etanol) cavalos de potência máxima a 5.750 rpm e torque máximo de 20,4 m·kgf a 1.750 rpm. Esses números rendem um bom desempenho para o modelo. A velocidade máxima é de 205 quilômetros por hora e acelerou de 0 a 100 quilômetros por hora em 8,4 segundos.

Por conta do motor elétrico, o 208 ficou mais econômico na cidade. No percurso urbano o 208 Hibrido fez 13,4 km/l com gasolina e 9,5 com etanol. Já no percurso rodoviário o consumo foi de 14,1 com gasolina e de 9,8 com etanol. Uma melhora de mais de 10% em relação ao modelo não hibrido.

A estabilidade é muito boa e os freios param o GT Hybrid em espaços corretos e sem desvios. No todo, o conjunto é muito bom, gostoso de dirigir e transmite confiança ao motorista.

Interior

O interior é muito agradável e confortável, principalmente para os passageiros dos bancos dianteiros. Porém, para os passageiros do banco traseiro o espaço para as pernas é limitado. Como um todo, o acabamento é muito bom, ainda mais, para um modelo da sua categoria.

O bonito e atraente i-Cockpit, com volante compacto ovalizado com excelente empunhadura e painel elevado, cria uma posição de condução envolvente, mas que merece uma certa adaptação.

O quadro de instrumentos digital 3D específico para a versão híbrida entrega informações claras sobre fluxo de energia e estado do sistema, enquanto a central multimídia de 10,3” cumpre bem sua função, sem distrações desnecessárias, e conta com pareamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay.

Preço
Peugeot 208 GT Hybrid – R$ 149.990,00

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Volvo lança o EX60, o SUV elétrico com maior autonomia do mundo

A Volvo lançou hoje, em Estocolmo, o EX60, o seu novo SUV de porte médio 100% elétrico. O EX60, com capacidade para até cinco passageiros, vai disputar o maior segmento de veículos elétricos do mundo.

Segundo a marca sueca, o EX60 tem autonomia de até 810 quilômetros com a capacidade total da bateria, o que o torna o SUV com maior autonomia do mercado mundial. Outro detalhe muito importante, é a rapidez do carregamento.

O EX60 está disponível com três versões diferentes. Na versão P12 AWD Electric, o proprietário contará com a melhor autonomia da categoria, de até 810 quilômetros, enquanto a P10 AWD Electric atinge uma autonomia de até 660 quilômetros. Outra opção é o P6 Electric, que vem com tração traseira e oferece até 620 quilômetros de autonomia. No total, o EX60 está disponível em sete versões.

O modelo vai chegar ao mercado brasileiro ainda este ano.

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Testamos o econômico e espaçoso Hyundai Kona Hybrid

Quem está procurando um SUV híbrido deve procurar conhecer o Hyundai Kona. Com design moderno e excelente acabamento, o Kona surpreende também pela autonomia. Num misto de cidade e estrada, com a bateria totalmente carregada e o tanque de gasolina cheio, conseguimos rodar 1.156 quilômetros.

Teoricamente, dá para ir e voltar de São Paulo ao Rio de Janeiro ou de São Paulo a Curitiba. O modelo avaliado foi o Hyundai Kona Hybrid Signature, versão mais sofisticada do modelo e que custa R$ 234.990.

Luxuoso

O Kona está num segmento com poucos concorrentes e muito acima do Toyota Corolla Cross. Com 4.350 mm de comprimento, o Kona não é muito maior que os concorrentes, mas no entre-eixos de 2.660 mm, está a maior diferença em relação aos demais. Isso resulta num espaço maior para os passageiros. O porta-malas é generoso: 407 litros.

Apesar do design moderno, a posição das lanternas traseiras são questionáveis. Ficam no para-choques, muito para baixo. Muito esquisito.

O interior é bem agradável. Além de muito espaçoso, com acabamento esmerado, o Kona oferece duas telas de 12,3″ integradas, os bons e úteis comandos para o ar-condicionado de duas zonas e outras finalidades. No meio fica o seletor dos modos de condução, Eco, Sport e Snow. O modelo dispõe de diversos e amplos porta-objetos. O seletor da transmissão automatizada de dupla embreagem, com 6 marchas, fica atrás da coluna de direção, perto do acionamento dos limpadores dianteiro e traseiro.

Motorização

O motor à combustão é de 1,6 litro e desenvolve 105 cavalos de potência máxima e 14,7 kgfm. Já o motor elétrico entrega 57 cavalos. Juntos oferecem ao motorista 141 cavalos e 27 kgfm. A bateria é de 1,32 kWh.

O SUV acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 11,2 segundos e atinge a velocidade máxima de 165 quilômetros por hora. Tanto na cidade como na estrada, o modelo não decepciona e atende bem às solicitações do motorista. Mesmo nas retomadas, ele é “espertinho”. Na cidade, é possível andar longos períodos utilizando apenas o motor elétrico e o desempenho é muito bom.

O consumo é surpreendente. Na estrada, chegou a fazer 16,1 quilômetros por litro e na cidade, 18,6 quilômetros por litro  Poderia ser melhor, sim, mas tem números superiores no consumo e no desempenho do que o concorrente Corolla Cross Híbrido.

No mercado nacional, no qual estamos acostumados com tanques de combustíveis grandes, assusta o do Kona ter apenas 38 litros. Mas como se pode avaliar, não faz falta um reservatório maior, pois o motor elétrico e o à combustão garantem uma boa autonomia, de quase 700 quilômetros.

Rodando

Como o objetivo do Kona é principalmente o conforto dos passageiros, a suspensão é bem macia. Mas como no Brasil contamos com pisos muito ruins na grande maioria das estradas e ruas, a suspensão às vezes bate seco.  A estabilidade é boa e a carroceria se mantém estável mesmo em curvas mais dinâmicas.

Na estrada, os assistentes de condução são muito úteis. Muito bem equipado, o Kona conta com teto-solar panorâmico, câmeras 360 graus, freio de estacionamento elétrico, porta-malas com abertura elétrica e luzes ambientes.

A conclusão é que o SUV híbrido da Hyundai, apesar do design muito futurístico, é muito competente, espaçoso e econômico.

Preço
Hyundai Kona Hybrid R$ 234.990,00

 

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Prêmio Imprensa Automotiva 2025 será realizado dia 19 de novembro

Uma das principais premiações da indústria automobilística, o Prêmio Imprensa Automotiva 2025, realizado há 27 anos pela Abiauto – Associação Brasileira da Imprensa Automotiva, acontecerá neste mês de novembro, em São Paulo. Quarenta e cinco jornalistas de quase todos os Estados brasileiros, de meios de comunicação variados, como jornal, rádio, revista, TV, internet, escolherão os melhores veículos comercializados no Brasil.

“Somos um dos mais tradicionais prêmios do Brasil, com quase três décadas de realização ininterrupta, com um júri formado por jornalistas com décadas de experiência no setor automotivo. Nossa proposta com a premiação é que os nossos leitores, ouvintes ou telespectadores possam saber o que na opinião dos jornalistas especializados foi o lançamento mais representativo em cada segmento do setor automotivo. Um guia para auxiliar os consumidores na compra de modelos que se destacam pela tecnologia, design e inovação. A divulgação dos resultados em nível nacional contribui para uma visibilidade expressiva para os modelos vencedores dada a abrangência dos jornalistas que fazem parte de nossa Associação”, conta Antônio Fraga, presidente e fundador da Abiauto.

Os profissionais escolherão o Melhor Carro Nacional, o Melhor Carro Importado, a Melhor Picape Pequena/Média, a Melhor Picape Grande, o Melhor Carro Verde, o Melhor Utilitário Esportivo Nacional pequeno /médio, Melhor Utilitário Esportivo grande, o Executivo de 2025 e Assessor de Imprensa. Além dessas premiações, os profissionais elegerão ainda o Carro Abiauto 2025 (Prêmio José Roberto Nasser) e a Moto Abiauto 2025 (Prêmio Josias Silveira), entre os modelos testados durante o ano e que mais se destacaram. Até final de outubro os jornalistas escolherão cinco finalistas em cada uma das categorias. Em seguida, votarão em apenas um modelo nessas categorias.

No total, serão 16 premiações, que também incluem o melhor Assessor de Imprensa, o Homenageado do Ano (normalmente um piloto consagrado no automobilismo), Executivo do Ano (Prêmio José Rosemilton Silva) e o Homenageado Locutor Automotivo do Ano (Prêmio Luciano do Valle). Os ganhadores serão anunciados na cerimônia de premiação que será realizada no dia 19 de novembro, às 19 horas, no maior clube independente de automóveis do mundo, o P Talk, no bairro de Indianópolis, em São Paulo.

“ É com muito orgulho que nós do P Talk Brasil recebemos em nosso espaço o Prêmio Abiauto 2025 e seus convidados, para a eleição dos melhores existentes no mercado brasileiro”, disse Mauricio Billy.

 

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Jetour chega ao Brasil com veículos sofisticados e eletrificados

Já são quase 20 marcas automotivas chinesas disputando o mercado brasileiro. A mais nova, a Jetour começará a vender seus produtos a partir do início de 2026. Com três modelos, a marca promete mais opções ao longo do próximo ano. Os S06, T1 e T2 com tecnologia Plug-in Hybrid (PHEV), vão brigar no segmento de SUV/off road de luxo. Aliás, os modelos apresentados surpreendem pelo acabamento de altíssimo nível e muita tecnologia embarcada.

Já disponível em vários países do mundo, a marca pretende produzir veículos no Brasil em curto prazo.

Enquanto a produção local não começa, os veículos comercializados no mercado brasileiro serão importados da China. O primeiro lote de veículos da Jetour chega ao Brasil em dezembro, no porto de Vitória, Espírito Santo.

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Novo Toyota Yaris Cross chega no próximo dia 19 com motor híbrido

Depois de ter a fábrica em Porto Feliz-SP devastada por um temporal no dia 22 de setembro deste ano, a Toyota remarcou o lançamento oficial do novo Yaris Cross, que será no dia 17 de novembro. O início da produção, antes da catástrofe, estava marcada para outubro. Na Argentina, o novo modelo será apresentado no dia 29 de novembro.

O Yaris Cross, com um design totalmente novo, será oferecido em cinco versões: SEG, XEi e XLi com motorização a gasolina e XEi Hybrid e SEG Hybrid.

O novo modelo da marca japonesa terá duas opções de motorização: uma a normal e outra híbrida. As duas versões de entrada usaram um motor 1,5 litro aspirado, que produz 110 cavalos. Já as versões mais sofisticadas, usaram o mesmo motor e mais um motor elétrico leve, que geraram juntos 115cavalos. Todos os modelos serão equipados com transmissão CVT.

Fábrica destruída

No dia 22de setembro, um temporal em Porto Feliz-SP, região de Sorocaba, destruiu completamente a fábrica de motores da Toyota. Curiosamente, os estoques de motores que equipam todos os modelos da marca japonesa, eram muito pequena.

Os fortes ventos arrancaram telhado do galpão, entortando as estruturas metálicas e ferindo dez pessoas. Automóveis que estavam no estacionamento também foram atingidos pelos destroços.

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