híbrido

Honda CR-V Advanced Hybrid já está á venda no Brasil

A primeira versão do Honda CR-V foi apresentada no Salão de Tóquio, no Japão, em 1995. O SUV  começou a ser comercializado em 1996, quando os SUV ainda não eram a febre que são hoje.

Logo se tornou um sucesso mundial. No Brasil foi apresentado no final de 1999 e começou a ser vendido em 2000. Na sua sexta geração, o CR-V chega ao mercado nacional com a adoção da exclusiva tecnologia híbrida e:HEV. Flagship.

O Honda CR-V Advanced Hybrid conta com um design mais arrojado e moderno, mas que mantém marcante a sua identidade. O modelo também conta com uma maior distância de entre-eixos e da largura da carroceria.

Do ponto de vista dinâmico, o CR-V Advanced Hybrid vem com sistema híbrido e:HEV, com dois motores elétricos dispostos em paralelo – um para tração e outro para geração de energia – e o motor a combustão de quatro cilindros, 2,0 litros DOHC de ciclo Atkinson com injeção direta de gasolina. A tração integral Real Time AWD Intelligent Control System, de última geração, permite uma maior segurança e adaptabilidade aos mais diferentes tipos de terreno e condições de aderência, exaltando sua renomada versatilidade.

Com um interior totalmente renovado, o CR-V tem teto solar panorâmico, multimídia com tela de 9 polegadas, painel com tela TFT de 10,2 polegadas, Head-up display, 10 airbags, a operação inteligente da tampa do porta-malas, a conectividade proporcionada pelo myHonda Connect, o sistema de alto-falantes premium Bose e o evoluído sistema de condução assistida Honda Sensing colocam o CR-V em um estado de arte em equipamento, conforto, tecnologia e segurança.

Tecnologia híbrida

O novo CR-V Advanced Hybrid adota a tecnologia da marca japonesa e:HEV, que combina dois motores elétricos – um para tração e outro para geração de energia – e um motor a combustão.

O sistema e:HEV tem como um de seus destaques o motor a combustão de dois litros DOHC 16 válvulas de quatro cilindros, com ciclo Atkinson e injeção direta de gasolina. Ele tem 147 cavalos de potência máxima e 19,4 kgfm de torque máximo. A transmissão é CVT.

O sistema e:HEV possui três modos de operação: EV Drive (100% elétrico), Hybrid Drive (elétrico e combustão) e Engine Drive (somente combustão). A alternância entre eles acontece de maneira suave e automática, de acordo com variáveis como topografia, acionamento do acelerador, nível de energia nas baterias, entre outros.

O modelo tem 3 anos de garantia, sem limite de quilometragem. O conjunto elétrico (baterias e motores) tem garantia de 8 anos ou 160.000 km.

Preço
Honda CR-V Honda CR-V Advanced Hybrid  R$ 352.900,00.

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Nova geração do SUV Honda CR-V é híbrida

A primeira versão do Honda CR-V foi apresentada no Salão de Tóquio, no Japão, em 1995. O SUV  começou a ser comercializado em 1996, quando os SUV ainda não eram a febre que são hoje.

Logo se tornou um sucesso mundial. No Brasil foi apresentado no final de 1999 e começou a ser vendido em 2000. Na sua sexta geração, o CR-V chega ao mercado nacional com a adoção da exclusiva tecnologia híbrida e:HEV. Flagship.

O Honda CR-V Advanced Hybrid conta com um design mais arrojado e moderno, mas que mantém marcante a sua identidade. O modelo também conta com uma maior distância de entre-eixos e da largura da carroceria.

Do ponto de vista dinâmico, o CR-V Advanced Hybrid vem com sistema híbrido e:HEV, com dois motores elétricos dispostos em paralelo – um para tração e outro para geração de energia – e o motor a combustão de quatro cilindros, 2,0 litros DOHC de ciclo Atkinson com injeção direta de gasolina. A tração integral Real Time AWD Intelligent Control System, de última geração, permite uma maior segurança e adaptabilidade aos mais diferentes tipos de terreno e condições de aderência, exaltando sua renomada versatilidade.

Com um interior totalmente renovado, o CR-V tem teto solar panorâmico, multimídia com tela de 9 polegadas, painel com tela TFT de 10,2 polegadas, Head-up display, 10 airbags, a operação inteligente da tampa do porta-malas, a conectividade proporcionada pelo myHonda Connect, o sistema de alto-falantes premium Bose e o evoluído sistema de condução assistida Honda Sensing colocam o CR-V em um estado de arte em equipamento, conforto, tecnologia e segurança.

Tecnologia híbrida

O novo CR-V Advanced Hybrid adota a tecnologia da marca japonesa e:HEV, que combina dois motores elétricos – um para tração e outro para geração de energia – e um motor a combustão.

O sistema e:HEV tem como um de seus destaques o motor a combustão de dois litros DOHC 16 válvulas de quatro cilindros, com ciclo Atkinson e injeção direta de gasolina. Ele tem 147 cavalos de potência máxima e 19,4 kgfm de torque máximo. A transmissão é CVT.

O sistema e:HEV possui três modos de operação: EV Drive (100% elétrico), Hybrid Drive (elétrico e combustão) e Engine Drive (somente combustão). A alternância entre eles acontece de maneira suave e automática, de acordo com variáveis como topografia, acionamento do acelerador, nível de energia nas baterias, entre outros.

O modelo tem 3 anos de garantia, sem limite de quilometragem. O conjunto elétrico (baterias e motores) tem garantia de 8 anos ou 160.000 km.

Preço
Honda CR-V Honda CR-V Advanced Hybrid  R$ 352.900,00.

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Novo Mercedes Classe E tem motor híbrido de 281 cavalos

O modelo mais representativo da Mercedes-Benz, o Classe E, começa a ser vendido no Brasil este mês. Na sua 11ª geração, o modelo foi lançado em maio de 2023 na Europa e comemora 75 anos de existência. Em versão única (sem opcionais), o sedã vem eletrificado, muito luxo e conforto. E ainda trás muita tecnologia embarcada.

Imponente

O novo Mercedes Classe E, que fica posicionado entre o Classes C e S, é bem generoso nas medidas. O modelo mistura com muita elegância o clássico e a esportividade. E a prova disso é a estrela imponente (na geração anterior, algumas versões já tinham recebido) no capô em cima da grade e a volta de muitos cromados. O capô dianteiro longo é seguido por uma cabine que fica bem recuada. O design com a cabine recuada é complementado pela traseira relativamente curta.

No meio da grande grade do radiador com detalhes cromados, está o painel dos assistentes de direção. Os amplos faróis de Led com assistente adaptativo compõem a dianteira. Como característica típica da marca, as luzes diurnas têm a forma de uma sobrancelha.

A vista lateral destaca as proporções harmoniosas e a linha de cintura alta destaca o design harmonioso do sedã. As maçanetas embutidas, conhecidas dos modelos de luxo da Mercedes-Benz, estão disponíveis e ao se chegar perto elas “pulam” para fora. Destaque na traseira são as luzes de LED, com um desenho especial: quando acessas formam desenhos de estrelas vermelhas. Luxo, conforto e beleza estão em todo o interior. Mas o destaque é o painel de fora a fora com três telas.

O MBUX Superscreen, sistema que integra em toda a extensão do painel do carro, três grandes telas digitais. Além do painel de instrumentos 3D de 12,3”, em uma peça inteira, agrega também a central multimídia de 14,4″, que tem, entre outras funções, a navegação com tráfego online, o assistente de estacionamento ativo e as câmeras de 360 graus, uma tela de 12,3″ exclusiva para o passageiro dianteiro. Através dela é possível controlar algumas funções do veículo, como o áudio.

Na tela exclusiva para o ocupante do lado do motorista, o felizardo pode até assistir um filme ou acessar a internet. No painel de instrumentos, dois sensores ficam de olho para ver se o motorista está se distraindo com a tela do passageiro e se for detectado, o sistema a desliga. O áudio Burmester, possui 17 alto-falantes e 730W de potência.

Inédito é a câmera instalada acima do painel, no centro, que permite aos ocupantes tirarem fotos e fazer vídeos do interior do carro. Ela só funciona quando o automóvel está parado.

A seção frontal do painel de instrumentos é iluminada pela faixa de luz do Active Ambient Lighting, que corre como um amplo arco desde o para-brisa, passando pelas colunas A e até as portas. Isso cria uma sensação generosa de espaço.

Os bancos em couro são muito confortáveis e acolhedores. A capacidade de bagagem é de até 540 litros.

Híbrido leve

Com muita força em baixas rotações, o motor oferece um bom desempenho ao novo Classe E. Com quatro cilindros a gasolina desenvolve 258 cavalos de potência e 40,8 mkgf de torque. Com o motor elétrico, que oferece mais 23 cavalos e um torque e adicional de 205 Nm, o modelo tem 281 cavalos. Assim, ele acelera de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos e atinge 250 km/h de velocidade máxima.

Eixo traseiro direcional 

A condução ágil do novo Classe E se deve em grande parte à orientação precisa das rodas dianteiras por meio de quatro braços de controle individual. No eixo traseiro, uma suspensão traseira independente multibraço otimizada com cinco links garante excelente controle das rodas e excelente estabilidade.

Em ambos os eixos, as molas e amortecedores são combinados em uma única torre e não estão envolvidos nas tarefas de orientação das rodas, portanto, a suspensão responde com sensibilidade correspondente. A subestrutura dianteira e o suporte do eixo traseiro desacoplam a suspensão e o corpo de vibrações e ruídos.

O novo Classe E está disponível com o sistema de suspensão pneumática com amortecimento continuamente ajustável ADS+ e eixo traseiro direcional. A suspensão responde de maneira muito sensível. O sistema também mantém sempre a mesma altura livre do solo, independentemente da carga do veículo, mas também faz alterações quando necessário.

O sedã é especialmente ágil e estável com o eixo traseiro direcional e a correspondente relação de direção mais direta no eixo dianteiro. O ângulo de direção no eixo traseiro é de 4,5 graus. Isso reduz o diâmetro de giro em até 90 centímetros.

Preço R$ 639.900,00.

 

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Imposto faz brasileiros antecipar compra de híbridos e elétricos

Compra antecipada de híbridos e de elétricos, a partir do anúncio da majoração da alíquota do imposto de importação impactou fortemente nos dados de desempenho das filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, em dezembro último, com licenciamento de 8.349 unidades, das quais 5.508 unidades importadas e 318 veículos de produção nacional. Comparadas ao desempenho de dezembro de 2022, as vendas cresceram 281,2%: 8.349 unidades contra 2.190 veículos emplacados.

Ao considerar somente as unidades importadas, dados de licenciamento em dezembro mostram crescimento de 45,8% ante novembro último e de 282,4% em relação a dezembro de 2022, enquanto a produção nacional, com 318 emplacamentos, registrou alta de 133,8% ante as vendas de novembro (155 unidades) e aumento de 253,3% se comparados ao mês de dezembro de 2022 (90).

Com esse desempenho de dezembro, o acumulado do ano, de importados e produção nacional, com 43.428 unidades, mostra alta de 110,2%. Se consideradas somente as unidades importadas, o acumulado do ano expõe crescimento de 127,7% (41.501 unidades em 2023 contra 18.224 em 2022). No entanto, a produção local apresenta queda de 20,9% (1.927 unidades versus 2.436 veículos em 2022).

Na avaliação de João Henrique Garbin de Oliveira, presidente da Abeifa, “os dados de desempenho de vendas de nossas associadas nos mostram a imediata reação dos consumidores brasileiros, ao antecipar as compras de veículos híbridos e elétricos, cuja incidência de imposto de importação passou a valer a partir da última terça-feira, 2 de janeiro. Na realidade, o início desse movimento se deu na sequência ao anúncio da volta do imposto aos elétricos e aumento aos híbridos, em 10 de novembro, com alíquotas escalonadas até julho de 2026, quando chegarão ao limite de 35%”.

Em comunicado à imprensa, no dia 10 de novembro de 2023, a Abeifa ponderou que “a proposição de aplicação imediata (janeiro de 2024) da nova política de alíquota do imposto de importação para veículos elétricos e híbridos, ainda que faseada até julho de 2026, até 35%, é por demais punitiva ao nosso setor, em especial quando as nossas associadas já estruturaram seu planejamento estratégico/comercial para o próximo ano, além de ter produção em andamento em suas matrizes, unidades em trânsito por via marítima e até compromissos já firmados com as redes autorizadas de concessionárias para os primeiros meses do ano vindouro”.

“Mesmo assim”, de acordo com o presidente da Abeifa, “algumas empresas filiadas já anteciparam que não repassarão a incidência das novas alíquotas do imposto de importação aos atuais estoques em território brasileiro e outras vão repassar parcialmente”. Com isso, argumenta João Oliveira, “a entidade mantém seu compromisso de atuar fortemente no processo de descarbonização da frota brasileira e contribuir para o projeto de neoindustrialização do país, bases da inovação, da sustentabilidade e do fortalecimento do mercado interno, com geração de emprego e de renda, propostas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços”.

Participações

Em dezembro último, com 8.349 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 3,5% do mercado total de autos e comerciais leves (236.582 unidades). No acumulado do ano, a participação das associadas à Abeifa é de 2%.

Ainda segundo o presidente da entidade, “os importadores contribuíram (e contribuem) efetivamente com a modernização da frota brasileira, com a introdução de novas tecnologias e inovação com veículos eletrificados, trazendo perspectivas de colocar o Brasil no cenário internacional da mobilidade descarbonizada, além de possibilidade clara de instalação de novas unidades produtivas no país”.

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Muito confortável, o Volvo XC 60 híbrido impressiona pela economia

Num processo de renovação de toda a sua linha e buscando um consumidor mais jovem, a Volvo investe pesado em modelos híbridos e elétricos. O modelo testado, o XC 60 híbrido plug-in, foi renovado fazem dois anos e ganhou atualizações no meio do ano passado. Para ajudar no carregamento das baterias do veículo, a Volvo agora fornece um carregador portátil junto com o modelo. Afinal, diferente da Europa, por aqui, a quantidade de eletropostos é muito pequena.

Outro drama para quem tem um modelo 100% elétrico é que, com o aumento nas vendas, dificilmente se chega num eletroposto “publico” com ele disponível. Alguém já chegou primeiro e tem espera normalmente. Fora que é difícil achar um com carga de alta potência e a recarga fica demorada. Realidade muito diferente da vvida pelos consumidores europeus.

Por isso, a vantagem de ter um veicula hibrido. E nesse quesito o Volvo XC 60 de destaca, entre outras qualidades, se não tem eletroposto ele continua andando. E muito, já que a autonomia é grande.

Com uma bateria de 14,7 kW·h, somente com a eletricidade, o XC60 consegue andar até 55 quilômetros. Junto com o tanque de 70 litros de gasolina e as regenerações nas freadas, a autonomia passa dos 900 quilômetros.
Num eletroposto com corrente alternada (AC) de até 6,4 kW, que é o que acompanha o XC 60, a demora para carregar as baterias é de 3 horas.

Dois motores

A motorização do XC 60 Hybrid é bem competente. Com quatro cilindros, 2 litros, tração dianteira, oferece potencia máxima de 317 cavalos e  torque máximo  de 40,8 m·kgf. para as rodas dianteiras. O motor conta com injeção é direta, o bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas (correia dentada) e quatro válvulas por cilindro.

Junto com o motor a combustão, o XC 60 conta com um motor elétrico instalado junto ao eixo traseiro, proporcionando uma tração integral (e-AWD). Juntos, combustão e elétrico, o modelo sueco desenvolve 462 cavalos e torque combinado de 72,3 m·kgf.

Mesmo com esse enorme torque, está longe de ser uma aceleração igual aos modelos 100% elétricos, mas não desaponta. A transmissão é automática de oito velocidades, acoplada ao motor a combustão. É possível fazer as trocas manualmente. As trocas são muito suaves.

A velocidade máxima é limitada por segurança em 180 quilômetros por hora e a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 4,8 segundos.
Essa junção, combustão e elétrica, proporciona uma grande economia. Na estrada o modelo consumiu 25,1 km/l e na cidade 27,6 km/l.

Um dos destaques é que o modelo proporciona vários modos de atuação. Se o motorista optar pelo hibrido, as mudanças são selecionadas automaticamente. Mas também pode ser feita a opção de somente utilizar a carga da bateria e o motor elétrico. Nesse caso, há a possibilidade de andar até 55 quilômetros em velocidades moderadas.

Comportamento

A suspensão dianteira do tipo McPherson com molas helicoidais, amortecedores pressurizados e barra antirrolagem utiliza componentes em alumínio para que a massa do veículo não seja mais alta. Esse controle da massa não suspensa paga os dividendos no maior conforto e menor aspereza da suspensão.

Na traseira, a Volvo se afasta do tradicional multibraço com molas helicoidais para utilizar lâmina de mola transversal em material compósito. Uma solução interessante para melhor distribuição de espaço entre suspensão, tanque de combustível e bateria. Os amortecedores pressurizados e barra antirrolagem complementam a suspensão que também tem componentes em alumínio.

O resultado dinâmico dessa configuração de suspensão é muito bom. O suv roda macio e com baixo nível de aspereza, que tem participação dos pneus montados em rodas de liga de alumínio de 21 polegadas.

Para frenagens mais vigorosas o XC60 conta com freio a disco nas quatro rodas e está integrado ao freio por regeneração elétrica. A modulação é bem integrada e praticamente imperceptível quando da comutação entre elas. Há possibilidade de ativar o sistema one pedal que proporciona  ação de freio ao se levantar o pé do acelerador, e sua modulação também está bem ajustada.

O sistema de direção com assistência elétrica tem calibração de centragem positiva e bom compromisso de esforço entre as condições estático, baixa velocidade e alta velocidade. Combina-se com a boa empunhadura do volante, tornando o dirigir do XC60 bem confortável.

Conforto

Por dentro o XC60 é harmonioso e bonito. Tirando claro, a avalancha seletora de marchas, que é de gosto duvidoso. Imitando uma pedra preciosa, destoa do restante do interior. Os bancos são bem confortáveis e seguram bem o corpo do motorista em curvas mais fechadas. Para achar a melhor posição de dirigir, os bancos dianteiros contam com ajustes elétricos com duas memórias. Já os traseiros, com engates Isofix, acomodam bem duas pessoas.

O painel é muito funcional, agradável e permite algumas configurações, sendo que uma delas é projetar o mapa de navegação, deixando a tela do multimídia livre para outras funções. É uma maneira também de evitar que o motorista tire a visão da frente. Para auxiliar, o modelo tem na parte central uma tela multimídia incorpora navegador com GPS e mapas, além de permitir o pareamento Android Auto e Apple CarPlay através de cabo USB.

O sistema operacional Google permite instalar aplicativos e serviços, além de ser um bom atalho para configurações do veículo e inclusão de serviços digitais. A operação pode ser feita através de comando de voz, sem que o motorista perca foco na condução.

Tida como uma fabricante sempre preocupada com a segurança de ponta, o Volvo XC 60 utiliza vários sensores para alimentar o sistema avançado de assistência o motorista (ADAS). O controle de velocidade de cruzeiro do tipo adaptativo tem a funcionalidade de anda e para em seguimento ao veículo à frente. O sistema de permanência e centragem de faixa é um dos melhores do mercado, sendo intrusivo na maneira certa.

O sistema de ar-condicionado em duas zonas com saídas nas colunas para o banco traseiro é bem eficientes e mantém a temperatura da cabine sem que o ruído de fluxo de ar incomode. Os bancos dianteiros têm aquecimento e no console central está o carregador por indução para bateria de telefone celular.

Preço
Volvo XC60 Ultimate Hybrid – R$ 449.950,00

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Nova geração do Jeep Grand Cherokee será vendida no Brasil

Em 1994, desembarcava no Brasil o primeiro Jeep após a abertura das importações. O Grand Cherokee chegou trazendo conceitos de muito luxo, tecnologia e conforto que, até então, o Brasil não conhecia.

Agora, na sua quinta geração, o modelo retorna ao mercado nacional totalmente renovado e ainda mais sofisticado.

Lançado em 1992 no Salão de Detroit, numa ação cinematográfica, o SUV deixou a fábrica, cruzou a cidade e subiu as escadarias do Cobo Center.

A versão que será vendida em breve no Brasil será a híbrida plug-in, utilizando a plataforma 4xe.

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Teste Jeep Compass 4Xe – O melhor e mais econômico dos Compass

Líder de vendas entre os SUVs no mercado brasileiro, o Jeep Compass 4xe é com certeza a versão mais interessante. O primeiro modelo hibrido da Stellantis no mercado nacional, ele chegou no ano passado, custa R$ 350 mil. Portanto, mais caro que o irmão maior, o Commander, que tem capacidade para até sete pessoas, mas tem “só” 185 cavalos e faz uma média, entre cidade e estrada, de pouco mais de 7 quilômetros por litro.

Nesse caso, muito mais inteligente que os veículos somente elétricos, esse híbrido compensa o maior investimento. Por quê?

Além de não ficar dependendo da demora e falta de eletropostos para carregar as baterias, andando com o motor elétrico, pode-se rodar sem gasolina, quase 50 quilômetros e fazer médias superiores a 20 quilômetros por litro.

Milagre

O Jeep Compass 4xe associa o competente motor 1,3 litro turbo de 185 cavalos e torque de 27,5 kgfm instalado no eixo dianteiro com um motor elétrico de 60 cavalos, 24,2 kgfm, no eixo traseiro. Os dois motores geram então 240 cavalos, muito mais que qualquer outro Compass. Os dois motores podem trabalhar juntos ou separados, o que gera a boa potência e a ótima economia. Por isso, o modelo é 4X4.

No painel, há três botões: hybrid, eletric, ou e-save. Assim, o motorista pode selecionar como quer andar. Se comprimir o eletric, vai andar somente com as baterias. Mas, se precisar usar a potência do 4xe, é só acelerar que o motor à combustão entra em atividade.

Já a função e-save é a mais indicada quando se quer usar somente o motor à gasolina, guardando a carga da bateria. É possível ainda programar para que o motor à combustão carregue as baterias, independentemente da regeneração proporcionada pelo acionamento dos freios.

Num bom carregador, as baterias são totalmente carregadas em pouco mais de uma hora e meia. Em casa, numa tomada 220 volts, vão pelo menos 5 horas.

Desempenho

O Compass é bem ágil e suave. O silêncio é outra boa qualidade. O híbrido não tem a preocupação de ser veloz, mas mesmo assim atinge a velocidade máxima de 206 quilômetros por hora e acelera de 0 a 100 em 6,8 segundos. Apenas um quilômetro por hora a menos que a versão flex. Apenas com o motor elétrico, é possível alcançar 130 quilômetros por hora.

Mas está na economia a maior atração do 4xe. Em todas as avaliações, o modelo surpreendeu, alcançando uma média de 24,9 quilômetros por litro na cidade e 24,1 na estrada.

A transmissão automática de seis velocidades, exatamente a mesma dos modelos nacionais, foi recalibrada para trabalhar com as novas motorizações e é muito eficiente.

Acabamento

O acabamento é ótimo e confortável. Utilizando couro, aço escovado e plásticos de excelente qualidade, o interior é bastante agradável e acomoda muito bem até cinco passageiros. Mas, como em todos os veículos, o ideal são quatro. Esses não vão ter do que reclamar.

Como em quase todos os projetos vindo de fora, o modelo que começa a ser produzido no Brasil perde qualidade visando economia de produção. Importado da Itália, o Compass 4xe tem o mesmo acabamento dos modelos produzidos na fábrica de Goiana, em Pernambuco.

Importado em versão única, a “S”, é muito bem equipado e conta com ar-condicionado digital de duas zonas, teto solar panorâmico, bancos de couro com ajustes elétricos, quadro de instrumentos digital, alertas de ponto cego e saída de faixa, frenagem automática de emergência e câmeras 360°. O som é Alpine com oito alto-falantes. O assistente Advance Intelligence foi atualizado e tem funções específicas para o modelo híbrido.

Destaque também para as rodas de 19 polegadas com pintura preta diamantada. Chique.

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