economia

Iguatemi tem alta de 110% no lucro líquido e reforça consistência operacional

A Iguatemi S.A. [B3: IGTI11], administradora do Iguatemi Campinas e do Galleria Shopping, uma das maiores companhias full service do setor, com participação em 15 shopping centers, dois premium outlets, quatro torres comerciais, além do e-commerce Iguatemi 365 e das lojas operadas pela iRetail mantendo a consistência de sua trajetória operacional e financeira, com crescimento nos principais indicadores e fortalecimento contínuo de seu posicionamento no segmento premium e de luxo. No primeiro trimestre de 2026, a Companhia atingiu R$ 5,6 bilhões em vendas totais, alta de 12,8% em relação ao 1T25, impulsionada pela resiliência do consumo no segmento premium, pela produtividade dos ativos e pela contínua qualificação do portfólio. O desempenho reforça a expansão de market share e a capacidade de sustentar crescimento mesmo em um cenário macroeconômico mais desafiador.

O lucro líquido ajustado atingiu R$ 239,5 milhões, alta de 110%, com margem líquida ajustada de 64,9%. O FFO ajustado foi de R$ 274,7 milhões, 98,4% acima do 1T25, com margem FFO ajustada de 74,5%. A alavancagem encerrou o trimestre em 1,29x Dívida Líquida/EBITDA ajustado, reforçando a solidez financeira e a disciplina na alocação de capital.

A receita bruta totalizou R$ 414,8 milhões no trimestre, alta de 11,7% na comparação anual , enquanto a receita líquida ajustada somou R$ 368,9 milhões, avanço de 11,8% em relação ao 1T25, sustentada pela expansão da receita de aluguel e pela captura de valor dos ativos adquiridos. O EBITDA ajustado consolidado foi de R$ 405,2 milhões, crescimento de 65,9% sobre o mesmo período do ano anterior, com margem EBITDA ajustada de  109,9%, mantendo elevada eficiência operacional.

“O desempenho deste primeiro trimestre materializa nossa tese de resiliência ativa e reflete uma disciplina rigorosa na execução. Mesmo em um cenário de juros restritivos, seguimos crescendo acima da inflação, com ativos cada vez mais produtivos, níveis recordes de ocupação e a menor inadimplência para um primeiro trimestre em 16 anos. Essa consistência operacional nos permite manter margens robustas e uma estrutura de capital extremamente saudável, mesmo após ciclos importantes de investimento”, afirma Guido Oliveira, CFO da Iguatemi S.A.

No trimestre, as vendas mesmas áreas (SAS) cresceram 7,8% e as vendas mesmas lojas (SSS) avançaram 5,2%, ambas acima da inflação. O aluguel percentual cresceu 26,4%, enquanto os aluguéis mesmas lojas (SSR) avançaram 6,0% e os aluguéis mesmas áreas (SAR), 6,7%, com ganhos reais acima da inflação e leasing spread positivo. Na análise de produtividade, as vendas por metro quadrado cresceram 7,3% na visão 100%, passando de R$ 7,7 mil para R$ 8,2 mil, e 12,1% na visão proporcional à participação da Iguatemi, de R$ 7,3 mil para R$ 8,1 mil. Já o aluguel por metro quadrado avançou 8,8% na visão 100%, de R$ 613 para R$ 667, e 12,7% na visão IGTI, de R$ 560 para R$ 631, reforçando a qualidade dos ativos e o potencial de reprecificação do portfólio.

A taxa média de ocupação atingiu 97,3%, a maior para um primeiro trimestre dos últimos anos e 0,7 p.p. acima do 1T25. O resultado reflete a estratégia de qualificação de mix e a atratividade dos ativos para marcas premium e internacionais, consolidando a Iguatemi como parceiro preferencial para expansão de marcas de alto valor agregado. O custo de ocupação seguiu controlado em 11,9%, ainda abaixo das médias históricas da Companhia, enquanto a inadimplência líquida atingiu 0,7%, o menor patamar para um primeiro trimestre nos últimos 16 anos, reforçando a saúde financeira dos lojistas e a qualidade do crédito.

A operação de varejo, composta pelo Iguatemi 365 e pela iRetail, registrou avanço expressivo no trimestre, com aumento de 59,2% na receita bruta sobre o 1T25, fruto da combinação entre o crescimento orgânico das marcas já presentes no portfólio e a entrada de novas operações ao longo dos últimos trimestres. O desempenho do período foi impulsionado por um crescimento de 22% nas vendas mesmas lojas (SSS), além do forte resultado da Birkenstock e da Polo Ralph Lauren após a mudança de ponto no Iguatemi São Paulo. A operação apresentou forte ganho de eficiência, resultando em um EBITDA positivo de R$ 4,8 milhões, com crescimento de 808,6% em relação ao 1T25.

Expansão estratégica

Dando continuidade à estratégia de otimização de portfólio, a Iguatemi finalizou a venda de participações minoritárias em quatro ativos (Iguatemi Alphaville, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Praia de Belas) para o fundo XP Malls, por R$ 372 milhões. A transação gerou um ganho de capital de aproximadamente R$ 143 milhões, refletindo a capacidade da Companhia de cristalizar valor em ativos maduros para realocar recursos em frentes de maior potencial de retorno. Como evento subsequente, em abril, foi concluída a aquisição de 3,0% adicional no Pátio Paulista, por R$ 75,6 milhões, a um cap rate de 7,5%, elevando a participação da Iguatemi no shopping para 14,45% e ampliando a exposição a um empreendimento com elevada produtividade por m² e perfil de público AB+.

“Nossa estratégia de alocação de capital é pautada pela profundidade e dominância nos mercados onde o consumo premium é mais resiliente”, explica Oliveira. “A alienação de participações minoritárias é uma alavanca estratégica de geração de valor e liquidez, que nos permite concentrar recursos em ativos dominantes e preservar uma estrutura de capital extremamente robusta. Entramos no restante de 2026 com o balanço limpo e um portfólio altamente qualificado, prontos para capturar a maturação das novas marcas internacionais que escolheram a plataforma Iguatemi como seu destino no país”.

A Iguatemi S.A. encerra o 1T26 não apenas com eficiência operacional comprovada, mas com uma estrutura de capital otimizada que a diferencia em seu setor. A combinação entre a dominância física de seus shoppings e a aceleração do ecossistema digital e de varejo próprio pavimenta o caminho para um crescimento sustentável. A Companhia mantém o foco na geração de valor para o acionista através da seletividade de ativos e do fortalecimento de sua posição como o hub indispensável para o mercado de luxo e alta renda no Brasil.

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Quarenta e uma empresas em Portugal reduzem escala para 4×3

Com o livro Sexta-Feira é o Novo Sábado, o professor de economia da Universidade de Londres, o português Pedro Gomes, tem divulgado os casos de 41 empresas em Portugal que decidiram, por conta própria, reduzir a escala para quatro dias de trabalho por três de descanso (4×3).

O especialista da Escola de Negócios da universidade londrina sustenta que a redução da jornada não só é viável, como pode “salvar a economia”, sendo benéfica para o conjunto da economia e da sociedade.

Em relação ao Brasil, o especialista avalia que o país tem condições de reduzir a jornada para 40 horas semanais e acabar com a escala 6×1. A pesquisa de Gomes aponta que a mudança reduz as faltas ao trabalho, diminui a rotatividade nos empregos e incentiva a indústria do lazer e do entretenimento.

“Há muito alarmismo econômico contra a redução da jornada de trabalho. Qualquer redução, em qualquer país que eu vou, dizem exatamente o mesmo: que é impossível reduzir, que vai aumentar os custos para a empresa”, comentou.

À reportagem, o economista português disse que o aumento da produtividade – quando a empresa consegue produzir mais com menos tempo de trabalho –, pode compensar os custos da redução da jornada.

“O que, historicamente acontece, em todas as reduções do tempo de trabalho, é que há um aumento da produtividade por hora. Existem melhoras, na forma como estamos a produzir, que compensam em grande medida, do ponto de vista das empresas, essa redução do tempo de trabalho”, explicou.

Sexta é o novo sábado

O autor analisou a redução da jornada voluntária para 4×3 em 41 empresas portuguesas que somam mais de mil empregados, de diferentes setores e tamanhos.

Dessas companhias, 52% afirmam que vão manter a jornada reduzida para quatro dias de trabalho; 23% dizem que vão manter a jornada reduzida, mas em uma escala menor; e apenas 19% disseram que vão retomar a jornada de 5×2.

Para mais de 90% das empresas, a mudança não teve custos financeiros, com 86% informando que aumentaram as receitas em relação ao ano anterior, sendo que 14% tiveram receitas menores. Cerca de 70% delas ainda concordam que melhoraram os processos da companhia após a mudança.

“A semana de trabalho de quatro dias é uma prática de gestão legítima e viável, que proporciona benefícios operacionais às empresas, como melhor ambiente de trabalho, redução do absentismo [faltas] e aumento da atratividade no mercado de trabalho. No entanto, para ser bem-sucedida, a sua implementação requer uma reorganização profunda”, escreveu Gomes.

Entre as mudanças organizacionais realizadas pelas empresas portuguesas, a mais frequente foi a diminuição da duração das reuniões.

Indústria do lazer

O tempo que o empregado ganha com a redução da jornada tem também um valor econômico que incentiva as indústrias do lazer, do entretenimento, e que tem um efeito positivo para o conjunto da economia.

“Os trabalhadores também são consumidores. Eles também são inovadores, também são cidadãos, têm estudantes e, portanto, o que eles fazem no tempo livre tem um impacto econômico”, explicou.

Pedro Gomes cita o exemplo do industrial Henry Ford, dono da montadora Ford, nos Estados Unidos (EUA), que reduziu, em 1926, há 100 anos, a jornada de trabalho na sua empresa para 40 horas semanais, consolidando o final de semana de dois dias.

“Quando os EUA reduziram para 40 horas, 70% das pessoas passaram a ir ao cinema. Isso fez consolidar Hollywood como uma das principais indústrias americanas. Foi muito positivo para empresas ligadas aos esportes, à música, aos livros, à cultura, aos hotéis”, disse Pedro.

Ainda segundo o economista, “é um passo que já foi feito há 100 anos nos EUA e, portanto, está mais do que na hora do Brasil, e os outros países da América Latina, façam essa passagem para as 40 horas”.

O economista cita ainda o caso da China, que, em 1995, adotou o final de semana de dois dias para parte dos trabalhadores do país.

“Não foi para toda a gente, foi mais para uma classe média. Mas pouco depois, o mercado de turismo interno da China se tornou o maior do mundo porque eles tiveram tempo para viajar. E o Brasil tem um potencial enorme de turismo”, completou

Em Portugal, a jornada de trabalho foi reduzida de 44 horas para 40 horas em 1996.

Faltas e rotatividade

Outro efeito positivo da jornada menor é a redução das faltas ao serviço e a menor rotatividade no emprego, o que aumenta a capacidade de conciliar trabalho com família, sendo especialmente benéfico para as mulheres.

“A rotatividade de trabalhadores e altos níveis de absentismo (faltas) tem um custo enorme para as empresas. Com menos horas trabalhadas, eles vão faltar menos e vão querer sair menos do trabalho, reduzindo a rotatividade”, disse.

Comércio aos sábados

O pesquisador Pedro Gomes acrescentou que algumas das empresas que ele pesquisou não precisaram fechar o comércio no sábado, ou em outro dia, por causa da redução da jornada. Muitas companhias passaram a adotar escalas com menos trabalhadores nos dias de fluxo mais baixo.

“Se vê que tem menos fluxo de clientes nas terças e quartas, então dá mais dias livres aos trabalhadores naqueles dias de menor movimento. Ficam menos trabalhadores na loja, mas a loja fica aberta.”

Para Gomes, as empresas têm a tendência de rejeitar mudanças na extensão da jornada de trabalho, ainda que ela traga benefícios.

“Há muitas escolhas do lado das empresas, só que, muitas vezes, elas não querem pensar nisto. Vão pensar depois da legislação. Não conseguem perceber antes os benefícios que vão ter”, ponderou.

PIB

O economista rejeita a previsão de estudos que apontam para uma possível queda no Produto Interno Bruto (PIB) caso a redução da jornada e o fim da escala 6×1 seja aprovada no Brasil.

O autor Pedro Gomes verificou 250 casos de redução de jornada pela via legislativa que ocorreram no mundo a partir de 1910. Nos cinco anos antes da reforma, a média de crescimento do PIB foi de 3,2%, subindo para 3,9%, em média, após a redução da jornada de trabalho.

“Esses efeitos sobre a produtividade por hora foram muito significativos e compensaram amplamente a redução da jornada de trabalho. Além disso, todos esses outros efeitos macroeconômicos também tiveram impacto [no PIB]”, explicou.

Para o professor de economia, a grande quantidade de horas que o trabalhador brasileiro passa no deslocamento para o serviço também justifica a redução da jornada de trabalho no Brasil.

“É uma razão adicional. Os trabalhadores vão melhorar muito a qualidade de vida, vão valorizar muito, e os custos para as empresas são muito mais baixos do que eles costumam argumentar”, finalizou. (Agência Brasil)

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Prefeitura e Unicamp promovem seminário sobre a Reforma Tributária

“A Reforma Tributária de Consumo e seus Efeitos nos Municípios” é o tema do seminário que será realizado em Campinas no próximo dia 23 de abril, em realização conjunta da Prefeitura e da Unicamp, por meio do Instituto de Economia.

Para o secretário de Finanças, Aurílio Caiado, a Reforma Tributária ainda tem gerado muitas dúvidas, principalmente no que diz respeito à arrecadação dos municípios. “Hoje, temos gerência total sobre o ISSQN, que por sinal é a maior fonte de arrecadação de Campinas. A partir da Reforma e a criação do IBS, essa dinâmica vai mudar e os municípios ainda têm muitas dúvidas sobre como serão os repasses”, explicou.

O secretário destaca a escolha dos palestrantes e debatedores, que são especialistas na temática. “Entre os convidados, temos a confirmação da presença de Bernard Appy, considerado o pai da reforma tributária. Tenho certeza que ele e os demais palestrantes e debatedores trarão uma grande contribuição para o seminário”, completou Caiado.

Entre os convidados estão Luis Felipe Vidal Arellano, secretário municipal da Fazenda de São Paulo; Andrea Riechert Senko, secretária municipal da Fazenda do Rio de Janeiro; Fernando Sarti, Pró-Reitor de Desenvolvimento Universitário e Professor do IE/Unicamp; Bernard Appy, ex-secretário Extraordinário da Reforma Tributária — Ministério da Fazenda; Geraldo Biasoto Jr., professor do Instituto de Economia da Unicamp; Aurilio Caiado, secretário de Finanças de Campinas e Miguel Juan Bacic, professor do Instituto de Economia, coordenando o debate final nas duas mesas.

“A realização deste seminário é especialmente oportuna diante do início da implementação gradual da reforma tributária sobre o consumo, a partir de 2026, inaugurando um período de transição até 2033. Trata-se de uma mudança estrutural no sistema tributário brasileiro, com impactos diretos sobre a arrecadação, a gestão fiscal e a autonomia dos municípios”, comentou Giuliano Contento de Oliveira, professor e pesquisador da Unicamp.

Ainda segundo ele, a fase inicial, ainda que com alíquotas reduzidas e caráter experimental, já exige adaptações relevantes nos sistemas de informação, na administração tributária e na assimilação das novas regras de repartição de receitas. “Nesse contexto, promover um espaço qualificado de debate é fundamental para antecipar desafios, esclarecer incertezas e contribuir para o aprimoramento do desenho institucional da reforma, especialmente no que se refere ao federalismo fiscal e à capacidade dos entes municipais de se adaptarem ao novo regime”, completou.

O Auditório Zeferino Vaz fica no IE/Unicamp, na Rua Pitágoras, 353 – Cidade Universitária. Mais informações no link https://campinas.sp.gov.br/sites/workshopreformatributaria/reforma-tributaria-de-consumo-e-seus-efeitos-nos-municipios .

Programação
14h – Abertura oficial com autoridades
14h30 – Mesa 1 — Reforma Tributária e os Municípios: impactos fiscais, transição e desafios de implementação
Palestrante: Luis Felipe Vidal Arellano: impactos da reforma nas finanças municipais
Debatedores: Andrea Riechert Senko e Fernando Sarti
Coordenador: Luiz Rossini

15h45 – Mesa 2 — Panorama da Reforma Tributária do Consumo: desenho institucional, federalismo e perspectivas
Palestrante: Bernard Appy: panorama geral e impactos da reforma sobre os entes subnacionais
Debatedores: Aurílio Caiado e Geraldo Biasoto Jr.
Coordenador: Luis Yabiku

17h – Debate aberto com o público
Mediação: Miguel Juan Bacic

Serviço
Seminário “A Reforma Tributária de Consumo e seus Efeitos nos Municípios”
Quando: 23/4
Horário: 14h
Inscrições: https://campinas.sp.gov.br/sites/workshopreformatributaria/reforma-tributaria-de-consumo-e-seus-efeitos-nos-municipios
Local: Auditório Zeferino Vaz (Unicamp)
Rua Pitágoras, 353 – Cidade Universitária

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Dólar comercial cai 1,6% e fecha em R$ 5,23 com alívio externo

O mercado financeiro teve um dia de alívio nesta segunda-feira (16). O dólar caiu com força e encerrou o dia próximo de R$ 5,20, acompanhando o movimento da moeda no exterior. O dólar comercial encerrou as negociações vendido a R$ 5,229, com recuo de R$ 0,085 (-1,60%). A cotação encostou em R$ 5,28 durante a manhã, mas despencou à tarde, até fechar próxima da mínima do dia.

Apesar da queda nesta segunda, o dólar acumula alta de 1,87% em março. No acumulado do ano, porém, a moeda registra queda de 4,72% em relação ao real. A moeda estadunidense caiu após dois pregões de forte alta, quando superou R$ 5,30 e alcançou o maior nível de fechamento desde janeiro.

A redução da aversão global ao risco, impulsionada pela queda do petróleo, favoreceu ativos de mercados emergentes e levou o real a registrar um dos melhores desempenhos entre essas moedas.

Bolsa reage

No mercado de ações, o principal índice da B3 também reagiu positivamente ao ambiente externo e se recuperou após duas quedas seguidas. O Ibovespa avançou 1,25%, encerrando o pregão aos 179.875 pontos, após ultrapassar momentaneamente os 181 mil pontos durante a sessão.

O desempenho refletiu a melhora na percepção de risco global e a queda das cotações do petróleo, fatores que ajudaram a aliviar a pressão sobre os mercados financeiros após dias de forte volatilidade ligados ao conflito no Oriente Médio.

Petróleo recua

O principal fator por trás da melhora no humor dos mercados foi a queda nas cotações do petróleo. A commodity (bem primário com cotação internacional) recuou diante da expectativa de retomada gradual do tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% da oferta global de petróleo. O contrato do petróleo do tipo Brent (usado nas negociações internacionais) para maio fechou em queda de 2,84%, embora o barril ainda permaneça acima de US$ 100 e acumule valorização de 40% no mês.

Declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também ajudaram a reduzir a tensão geopolítica. Ele afirmou que o acesso ao estreito poderá ser restabelecido em breve e indicou que há interlocutores no Irã dispostos a dialogar. Com as declarações e a reabertura gradual do Estreito de Ormuz, os investidores desmontaram posições defensivas montadas na sexta-feira anterior, quando havia receio de escalada da guerra no Oriente Médio.

Fatores internos

No cenário doméstico, operadores também apontam como fator positivo as intervenções do Tesouro Nacional no mercado de títulos públicos. O órgão realizou duas operações de recompra de papéis, ampliando a liquidez e reduzindo tensões na curva de juros. A movimentação ajudou a derrubar as taxas de contratos de Depósito Interfinanceiro (DI), que registraram quedas superiores a 30 pontos-base (0,3 ponto percentual) em alguns vencimentos.

Expectativa do Copom

Investidores também ajustam posições antes da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil, marcada para quarta-feira (18). A expectativa predominante no mercado é de corte mais moderado da taxa Selic, possivelmente de 0,25 ponto percentual, levando os juros de 15% para 14,75% ao ano.

Parte dos analistas, porém, já considera a possibilidade de manutenção da taxa diante das pressões inflacionárias provocadas pela alta recente do petróleo. Mesmo com eventual redução, o diferencial de juros do Brasil continuará elevado, o que tende a sustentar a atratividade do real para investidores internacionais. (Agência Brasil)

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Outback oferece 86 vagas de emprego para novo restaurante em Indaiatuba

Quem quer ser um “Outbacker”? Restaurante inspirado na cultura australiana, o Outback Steakhouse inicia um processo seletivo para preencher 86 vagas de emprego para a unidade que será inaugurada no Polo Shopping, em Indaiatuba. As oportunidades são para os cargos de atendente de bar, atendente de restaurante, auxiliar de limpeza, auxiliar de cozinha e recepcionista. O processo se inicia em 16 de março e as inscrições podem ser feitas pelo site Outback – Pandapé.

Com um plano de carreira bem estruturado, o Outback se orgulha de ter 86% de seus sócios proprietários, que comandam as unidades ao redor do país, formados internamente. Isso significa que grande parte dos gestores iniciou as suas carreiras na operação, atuando como recepcionistas, atendentes de restaurante ou bar ou auxiliares de cozinha e limpeza.

Desde o primeiro dia, os colaboradores participam de um programa robusto de treinamento, que dispensa experiência prévia na função. A cada nova etapa da carreira, são oferecidos conteúdos e capacitações para desenvolver sua qualificação e contribuir com o desenvolvimento profissional.

O Outback oferece, além da remuneração, benefícios como vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica. A inscrição pode ser feita virtualmente, e, o processo seletivo inclui entrevistas e, para os selecionados, um treinamento prático nos restaurantes, com foco na operação e na cultura da companhia.

A sócia regional da rede, Thayse Maia, enfatiza os pontos positivos de se tornar um “Outbacker”. “Temos um ambiente de trabalho acolhedor e muitas oportunidades de crescimento. Nosso treinamento e plano de carreira são excelentes motivos para fazer parte do nosso time”, afirma Thayse.

Quem pode participar

Podem se candidatar pessoas com mais de 18 anos, ensino médio ou técnico completo e disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados. O Outback busca profissionais dedicados, com perfil dinâmico e vontade de crescer. Não é necessário ter experiência na área.

Serviço
Como participar: a inscrição para o processo seletivo pode ser feita por meio do site https://outback.pandape.infojobs.com.br/
Cargos disponíveis:  atendente de bar, atendente de restaurante, auxiliar de limpeza, auxiliar de cozinha e recepcionista.
Requisitos: pessoas com ensino médio/técnico completo e disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados.
Faixa etária: maiores de 18 anos.
Remuneração: variável de acordo com o cargo exercido e as horas trabalhadas.
Benefícios: vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica (os dois últimos após o período de experiência).
Etapas do processo seletivo e duração:  inscrição online, dinâmica de grupo e entrevistas.

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Dia do Consumidor deve injetar mais de R$ 8 bilhões na economia

Segundo estimativa da ACSP – Associação Comercial de São Paulo, com base em dados do setor, o Dia do Consumidor, comemorado em 15 de março, deve movimentar entre R$ 8,4 e R$ 8,6 bilhões no País, considerando, principalmente, as vendas realizadas durante a chamada Semana do Consumidor.

Para o economista da ACSP, Ulisses Ruiz de Gamboa, “a data, hoje, é fortemente associada ao comércio eletrônico. Mesmo caindo em um domingo, neste ano, a expectativa é a de que isso não prejudique o desempenho das vendas, já que grande parte das compras ocorre on-line”. Ele ainda complementa que “muitos varejistas ampliaram as promoções para vários dias, transformando o evento em uma semana inteira de ofertas”.

Segundo dados da Neotrust Confi, em 2024, a Semana do Consumidor movimentou, aproximadamente, R$ 8,3 bilhões no Brasil. A estimativa da ACSP, com base nesses dados, este ano, é que a expectativa será de um crescimento entre 2% e 4%, o que levaria o volume de vendas para a faixa estimada de R$ 8,4 a R$ 8,6 bilhões.

“O avanço projetado é considerado moderado, apesar da melhora recente nos níveis de renda e emprego, que tende a estimular o consumo. Por outro lado, os juros elevados e o alto nível de endividamento das famílias ainda limitam uma expansão mais forte das compras”, diz Ruiz de Gamboa.

O Dia do Consumidor também passou a fazer parte de uma sequência quase contínua de promoções no comércio eletrônico ao longo do ano, o que reduz os picos de vendas concentrados em poucas datas específicas.

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Criminosos estão aplicando novo golpe através do celular

Clientes de bancos devem ficar atentos a um novo golpe que vem ocorrendo por telefone, de acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Os criminosos ligam para os clientes e se passam por falsos gerentes de instituições financeiras.

Eles pedem senhas e outros dados bancários para dar o golpe. Geralmente, o golpista mascara o número de origem da ligação, fazendo parecer que a chamada é feita do próprio banco ou agência do cliente.

Ao fingir ser funcionário do banco, ele alega que foram feitos descontos indevidos na conta-corrente do cliente ou que o cartão foi clonado. Alegam que há necessidade de fazer atualização de segurança. Quando o cliente passa os dados e senhas aos criminosos, essas informações são usadas para o golpe.

A instituição alerta que nenhum funcionário de banco liga para clientes a fim de pedir dados financeiros. Por isso, ao receber uma ligação desse tipo, o cliente deve desligar o telefone. E, caso tenha dúvidas, ele mesmo deve procurar os canais oficiais do banco.

“Nenhum gerente ou funcionário de banco pede senhas, dados financeiros e muito menos que ele faça uma transação bancária para resolver supostos problemas na conta. Se receber este tipo de contato, encerre-o na hora. Se tiver dúvidas, contate os canais oficiais do banco”, disse Raphael Mielle, diretor de Serviços e Segurança da Febraban.

Segundo a Febraban, o cliente deve estar sempre alerta, porque os bancos nunca solicitam dados pessoais, senhas, atualizações de sistemas, chaves de segurança, pagamentos ou estornos de transações.

Além disso, a entidade orienta que senhas pessoais, códigos ou tokens são de uso pessoal, intransferível e exclusivo do cliente e não devem ser compartilhados com outras pessoas. Essas informações nunca devem ser digitadas ou fornecidas durante uma ligação ou em mensagens de e-mails ou links.

Caso tenha sido vítima de algum crime, o cliente deve notificar imediatamente o seu banco para que medidas de segurança sejam adotadas, como o bloqueio do aplicativo ou de sua senha de acesso. Também é importante registrar um boletim de ocorrência. (Agência Brasil)

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Qualificação do mix e novos ativos impulsionam a Iguatemi S.A. em 2025

A Iguatemi S.A. [B3: IGTI11], administradora do Iguatemi Campinas e do Galleria Shopping, uma das maiores companhias full service do setor, com participação em 15 shopping centers, dois premium outlets, complexos imobiliários de uso misto, além do e-commerce Iguatemi 365 e das operações da i-Retail, encerrou o quarto trimestre de 2025 de forma robusta, em linha com a trajetória construída ao longo do ano, refletindo aumento real das vendas, elevada ocupação e disciplina operacional no ano passado.

No acumulado de 2025, a Receita Bruta atingiu R$ 1,7 bilhão, avanço de 16,2% frente a 2024, enquanto a Receita Líquida Ajustada alcançou R$ 1,5 bilhão, alta de 16,6%. As vendas somaram R$ 25,2 bilhões, crescimento de 19,3%, reforçando a consistência da estratégia e a capacidade de execução da Companhia no segmento. Ainda nos doze meses de 2025, na comparação com o mesmo período de 2024, o EBITDA Ajustado totalizou R$ 1,3 bilhão, alta de 28,5%, com margem de 85,5%. O Lucro Líquido Ajustado encerrou o ano em R$ 610 milhões, avanço de 22,7%, representando o maior patamar já registrado pela Companhia e consolidando mais um ciclo de expansão com disciplina financeira e geração consistente de valor.

“Tivemos em 2025 um ano de execução consistente e resultados robustos para a Iguatemi. Entregamos aumento real de vendas, ampliamos nossas receitas e fortalecemos nossa geração de caixa, sempre com disciplina financeira e foco na qualidade do portfólio. Esse desempenho sustenta a solidez do nosso modelo de negócios e a capacidade de gerar valor de forma consistente nos mercados em que atuamos”, afirma Guido Oliveira, CFO da Iguatemi S.A.

No 4T25, as vendas totais do portfólio atingiram R$ 7,9 bilhões, alta de 12,8% frente ao mesmo período de 2024, já incorporando integralmente o shopping Pátio Paulista e os avanços na qualificação do mix, em janeiro o crescimento de vendas totais foi de 18,5% . Em termos financeiros, no quarto trimestre, a Receita Bruta totalizou R$ 482,5 milhões, crescimento de 12,2% em relação ao 4T24. A Receita Líquida Ajustada alcançou R$ 422,6 milhões, alta de 12,6% na mesma base de comparação. O EBITDA Ajustado consolidado somou R$ 324,6 milhões, com Margem Ebitda ajustado de 76,8%. O Lucro Líquido Ajustado atingiu R$ 158,9 milhões no período.

O desempenho do trimestre foi sustentado pelo avanço das vendas mesmas lojas (SSS), que cresceram 5,9%, e das vendas mesmas áreas (SAS), que avançaram 8,4%, desempenho 1,4 pontos percentuais (p.p) acima do IPCA. Em janeiro de 2026, SAS foi de 10,0%. O resultado evidencia a resiliência operacional, o ganho de market share e o diferencial competitivo do portfólio premium da Iguatemi frente a um varejo de evolução mais moderada. A produtividade também avançou, com alta de 7,0% nas vendas por m² no período. No acumulado do ano, SSS e SAS registraram expansão de 7,7% e 10,1%, respectivamente.

Esse avanço operacional se refletiu de forma consistente na evolução das receitas imobiliárias. No 4T25, os aluguéis mesmas áreas (SAR) cresceram 5,9%, desempenho 2,6 p.p. acima do IGP-M médio aplicado na carteira, evidenciando crescimento real e reforçando a capacidade de reprecificação do portfólio. O aluguel por m² avançou 9,5%, enquanto, na visão 100%, a receita de aluguel cresceu 15,4% em relação ao 4T24, refletindo tanto o repasse contratual quanto a incorporação do Pátio Paulista, que elevou a produtividade da base.

No acumulado de 2025, SSR e SAR registraram altas de 7,0% e 6,6%, respectivamente, sustentadas pela redução contínua dos descontos, que atingiram os menores patamares já observados. O crescimento de 24,5% do aluguel percentual e o avanço de 11,6% das receitas de locação temporária no trimestre reforçam vetores adicionais de captura de upside do portfólio. A inadimplência líquida permaneceu negativa em -3,5% no 4T25 encerrou  o ano em -0,2%, posicionando-se entre os menores níveis da série histórica, enquanto o custo de ocupação fechou 2025 em 10,9%, patamar saudável que indica que as vendas seguem crescendo acima do aluguel e que ainda há espaço para a continuidade do processo de reprecificação ao longo dos próximos ciclos.

A taxa de ocupação encerrou o 4T25 em 96,7%, avanço de 0,6 p.p. em relação ao 3T25. Na comparação anual, houve redução de 1,0 p.p., movimento pontual associado ao calendário de inaugurações e à entrada gradual de novas operações. Entre as assinaturas anunciadas no 3T25, incluindo quatro lojas da H&M e o supermercado Zaffari, parte das áreas passou a vigorar apenas no último mês do ano, contribuindo parcialmente para o resultado do trimestre. Com a vigência dessas contratos no final de 2025, a ocupação atingiu 98,2% no encerramento do ano, reforçando a qualidade do pipeline comercial e a forte demanda pelos ativos da Companhia.

Estratégica e monetização

Além do desempenho operacional, a Iguatemi avançou em sua agenda estratégica no último trimestre, com disciplina na alocação de capital e foco na qualificação do portfólio. No 4T25, celebrou a venda de participações minoritárias em quatro ativos, Iguatemi Alphaville, Iguatemi Ribeirão Preto, Iguatemi São José do Rio Preto e Praia de Belas, totalizando R$ 372 milhões (cap rate médio de 8,0% para o NOI 2025). Em fevereiro, foi assinado MOU vinculante com o BB Premium Malls (BBIG11) para aquisição de 4,5% adicionais no Shopping Pátio Paulista, ativo que passou a integrar o portfólio em 2025 e está entre os mais rentáveis da carteira. A operação, de R$ 113,4 milhões, reforça a concentração em ativos dominantes e com alto potencial de geração de valor no longo prazo.

A Iguatemi S.A. também avançou na ampliação das frentes de monetização do seu ecossistema. No trimestre, firmou novo contrato de patrocínio com o Bradesco Principal, com duração de três anos. A movimentação solidifica a atratividade comercial da marca Iguatemi e a capacidade da Companhia de gerar receitas recorrentes por meio de mídia, eventos e ativações, consolidando a estratégia de captura de valor para além das receitas tradicionais de aluguel.

Para 2026, a Companhia mantém visão otimista, sustentada por um pipeline já contratado de inaugurações relevantes, pela continuidade da qualificação do mix e pela consolidação dos ativos incorporados ao portfólio. “Seguimos focados na construção de um portfólio que combina ativos dominantes, marcas icônicas e uma base de clientes altamente qualificada. Nossa estratégia de longo prazo permanece clara: crescer com disciplina, fortalecer o posicionamento premium da Iguatemi e ampliar de forma sustentável nossa capacidade de geração de valor”, acrescenta o CFO.

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Dólar cai para o menor valor em 21 meses e bolsa bate recorde

Num dia de euforia no mercado financeiro, o dólar caiu para o menor nível em 21 meses e fechou abaixo de R$ 5,20. A bolsa de valores teve forte alta e bateu recorde, superando os 186 mil pontos.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (9) vendido a R$ 5,188, com queda de R$ 0,032 (-0,62%). A cotação caiu durante toda a sessão, chegando a R$ 5,17 por volta das 13h. A partir daí, investidores aproveitaram para comprar moeda barata, mas a moeda não deixou de operar em baixa.

A moeda estadunidense está no menor nível desde 28 de maio de 2024, quando estava em R$ 5,15. A divisa acumula queda de 5,47% em 2026.

O mercado de ações teve um dia de ganhos. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 186.241 pontos, com alta de 1,8%. O indicador foi puxado por ações de bancos, de petroleiras e de mineradoras, setores com maior peso no índice.

A última vez em que o Ibovespa tinha batido recorde foi no último dia 3. A bolsa brasileira sobe 15,69% em 2026.

Recomendação da China

O dólar iniciou o pregão em queda frente ao real, acompanhando o movimento no mercado internacional. Possíveis intervenções para fortalecer o iene japonês e a repercussão de dados recentes da economia dos Estados Unidos contribuíram para a queda.

Os números do mercado de trabalho americano, divulgados na semana passada, vieram abaixo do esperado. Isso aumentou as chances de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) volte a reduzir os juros. Além disso, a vitória eleitoral da primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi fez o dólar recuar diante do iene.

O principal fator, no entanto, que pesou no mercado foi a recomendação do governo da China de que bancos privados reduzam a compra de títulos do Tesouro dos Estados Unidos. O país asiático é o maior detentor de papéis estadunidenses e pretende diversificar as reservas internacionais.

Essa combinação de fatores fez o dólar cair e a bolsa subir. A moeda estadunidense também cedeu diante de divisas de outros países emergentes, como o rand sul-africano, o peso mexicano e o peso chileno. Esse ambiente mais favorável aos mercados emergentes, observado desde o início do ano, tende a persistir e pode continuar a beneficiar o câmbio brasileiro nos próximos meses. (Agência Brasil/Reuters)

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Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda

O novo salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda-feira (2) aos trabalhadores. O valor pode ser conferido no contracheque referente a janeiro.

O reajuste de 6,79%, equivalente a R$ 103, foi oficializado pelo Decreto 12.797/2025. O aumento segue a política de valorização do salário mínimo, que combina inflação (INPC) e crescimento do Produto In terno Bruto (PIB), respeitando os limites do arcabouço fiscal, que restringe o reajuste a 2,5% acima da inflação do ano anterior.

Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começaram a receber o novo salário mínimo no último dia 26. O pagamento segue até sexta-feira (6), conforme o número final do cartão, sem considerar o dígito verificador.

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