Brasil

Luiz Henrique marca dois e Brasil derrota seleção peruana em Brasília

Os três pontos vieram, mas não da forma como a torcida que compareceu ao Estádio Mané Garrincha, em Brasília, esperava. O Brasil derrotou o Peru por 4 a 0 na noite de ontem (15), mas com uma atuação discreta para somar 16 pontos na classificação das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026.

A seleção brasileira continua na 4ª posição da classificação. Já o Peru permanece com seis pontos em dez partidas, ocupando a vice-lanterna da tabela.

Mesmo contando com o apoio de mais de 60 mil torcedores no Mané Garrincha, a equipe comandada pelo técnico Dorival Júnior fez um primeiro tempo de pouca intensidade. Porém, apesar da atuação morna, o Brasil criou as melhores oportunidades, e conseguiu abrir o placar em cobrança de pênalti de Raphinha aos 23 minutos.

Após o intervalo, o Brasil conseguiu ampliar logo aos oito minutos, novamente com Raphinha em cobrança de pênalti. A partir daí o Peru adiantou suas linhas e ofereceu espaço para o ataque brasileiro, que passou a ser mais efetivo, em especial após a entrada em campo de Luiz Henrique.

O jogador do Botafogo começou a brilhar aos 25 minutos, quando avançou pela direita e cruzou na medida para Andreas Pereira deixar o seu com um belíssimo voleio. Mas Luiz Henrique queria mais, e conseguiu aos 28 minutos com um chute colocado para marcar o quarto do Brasil.

Goleada 

Quem brilhou nesta terça foi o craque argentino Lionel Messi, que marcou três gols e deu dois passes para gol na vitória de 6 a 0 da Argentina sobre a Bolívia em partida disputada no Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires. Com este resultado os hermanos permanecem na liderança das Eliminatórias, mas agora com 22 pontos conquistados. (Agência Brasil)

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Fernanda Torres é premiada pelo Critics Choice Award com “Ainda Estou Aqui”

 atriz e escritora brasileira Fernanda Torres será homenageada pelo Critics Choice Awards na categoria Atriz – filme internacional por sua atuação em Ainda Estou Aqui.

A honraria faz parte da 4ª edição do Celebration of Latino Cinema and Television, que ocorrerá no dia 22 de outubro, no Egyptian Theatre, em Hollywood, nos Estados Unidos.

“O evento homenageia performances e trabalhos de destaque, tanto na tela quanto fora dela, da indústria do entretenimento latino”, informa o Critics Choice Awards, em seu perfil no Instagram.

Nas redes sociais, a atriz comemorou o anúncio e disse que a iniciativa proposta pela associação de críticos representa “uma das principais premiações do mundo do cinema”.

Dirigido por Walter Salles, Ainda Estou Aqui é estrelado por Fernanda Torres, Fernanda Montenegro e Selton Mello e baseado no livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva.

No filme, a personagem Eunice Paiva – interpretada por Fernanda Torres – é mãe de cinco filhos e se vê obrigada a se reinventar depois que a família sofre um ato violento e arbitrário por parte do governo durante a ditadura militar.

Brasília (DF), 23/09/2024 - Cena do filme Ainda estou aqui. Foto: Alile Dara Onawale/Sony Pictures

O filme foi escolhido para representar o Brasil na disputa por uma vaga de Melhor Filme Internacional no Oscar 2025. O anúncio foi feito pela Academia Brasileira de Cinema após decisão unânime da comissão de seleção.

Ainda Estou Aqui recebeu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza e foi exibido nos festivais de Toronto e de San Sebastián.

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Novo Hyundai Creta chega com novo design e mais sofisticação

Um dos Suvs compactos mais vendidos no Brasil, o Hyundai Creta chega em sua quinta geração com um design muito moderno e mais tecnologia embarcada. Inclusive, o modelo é líder de vendas em sua categoria. O novo SUV, que em breve ganhará mais uma nova geração, aposentou o beberão 2,0 litros e agora conta com duas modernas opções de motorização: 1,0 turbo GDI e 1,6 turbo.

Novo design

Sem duvida a maior atração da nova geração do Creta está no seu interior e na frente. O modelo teve seu conjunto óptico frontal redesenhado e ganhou uma faixa em LED que percorre toda a frente do carro e luzes de seta sequenciais nas pontas. O para-choque também tem novo desenho. O conjunto passa uma imagem de modernidade e força.

A lateral é a mesma do modelo anterior, mas teve a coluna C redesenhada. Destaque para as novas rodas 16 polegadas para a versão Comfort, 17” para versões Limited, Platinum e N Line, e 18” para a versão topo de gama Ultimate.

Na traseira ficou mais elegante com as novas lanternas em LED e a faixa luminosa que percorre o porta-malas de ponta a ponta.

O interior do Creta foi todo renovado. Logo ao entrar no modelo impressiona o grande painel de instrumentos de 10,25 polegadas integrado à multimídia, também de 10,25 polegadas, para as versões Platinum, N Line e Ultimate.

Os bancos, em couro nas versões mais sofisticadas contam com sistema de ventilação para o motorista, extremamente apreciado nos dias de calor intenso. Em sua versão topo de gama, o Hyundai Creta vem com ajustes elétricos de quatro posições para os bancos dianteiros. Teto panorâmico com comando de voz, ar-condicionado automático de duas zonas, retrovisor interno eletrocrômico, carregador de celular por indução e seletor de modo de direção são algumas das funcionalidades oferecidas para o condutor e passageiros.

Outro destaque do SUV coreano é conectividade. O sistema Bluelink oferece avançados recursos, como serviços de rastreamento e recuperação veicular, possibilidade de realizar comandos pelo celular para ligar o carro, abrir as janelas, receber alertas, ajustar a temperatura do ar-condicionado automático digital e acessar o sistema da Smart Camera 360°. Este último permite visualizar, pelo aplicativo no celular, o que se encontra ao redor do veículo antes de se aproximar para embarcar.

É possível ainda buscar e acessar pontos de interesse através de um mapa no aplicativo do Bluelink e enviá-los para o multimídia do carro. Ao traçar uma rota, o sistema de navegação indicará o melhor caminho usando informações de tráfego em tempo real.

Muito interessante são os comandos de voz. Ao pressionar um botão no volante, uma série de funcionalidades podem ser acionadas por voz, tais como: ligar e desligar o ar-condicionado, ativar a ventilação do banco do motorista e abrir e fechar o vidro do motorista. Caso o Bluelink esteja ativado, por comandos de voz também é possível enviar mensagens de texto, obter informações sobre o clima e encontrar pontos de interesse para navegação.

Esportivo

A versão esportiva, a N Line, vem com um design diferenciado dos demais modelos. Na frente o SUV vem com visual muito moderno e esportivo, tanto na grade como nos para-choques.

Na traseira tem escapamento duplo, “saias” laterais em cinza brilhante, pedaleiras exclusivas, bancos em couro em preto e vermelho, a coluna C em black piano, e detalhes em grafite nas maçanetas, volante, painel e console.

SmartSense

O pacote de segurança Hyundai SmartSense está mais sofisticado. Além da Smart Camera 360°, oferece câmera para monitoramento de ponto cego, que exibe no display central do painel de instrumentos, em vídeo, a visão do ponto cego para a direção indicada após acionar o sinal de mudança de faixa; Sistema de Frenagem Autônomo, fundamental para situações em que há risco de colisão frontal com pedestres, outros veículos, ciclistas e em convergências à esquerda; Assistentes de Permanência e Centralização em Faixa, Detector de Fadiga, Farol Alto Adaptativo, Assistente de Tráfego Cruzado Traseiro e Controle de Velocidade Adaptativo. Freio de Estacionamento Eletrônico e sensores de estacionamento dianteiro e traseiro também estão disponíveis no novo Hyundai Creta.

Seis airbags, freios a disco nas quatro rodas, controle de velocidade de cruzeiro com limitador de velocidade, acionamento inteligente one-touch das luzes de direção são oferecidos em todas as versões, assim como freios ABS com EBD, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, sinalização de frenagem de emergência e monitoramento de pressão dos pneus.

Motorizações

As versões Comfort, Limited, Platinum e N Line do Creta continuam com o motor 1,0 turboflex GDI de injeção direta de combustível que, segundo o fabricante, teve melhoras no consumo de combustível. O propulsor de três cilindros entrega potência de 120 cavalos e torque máximo de 17,5 kgf.m.

Mas em termos de motores, o grande avanço é para a aposentadoria do modor de dois litros e a chegada do moderno 1,6 litro, turbo, somente a gasolina, com potência máxima de 193 cavalos e torque de 27,0 kgf.m a 4.500 rpm. É o mais potente da categoria. A transmissão é de sete velocidades e tem dupla embreagem.

Garantia

A nova geração do Creta tem cinco anos de garantia sem limite de quilometragem e as revisões periódicas com preços fixos.

Preços
Hyundai Creta
Comfort – R$ 141.890,00
Limited – R$ 156.490,00
Platinum – R$ 172.690,00
Ultimate – R$ 189.990,00
N Line – R$ 182.090,00

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Coluna Fernando Calmon — Anfavea projeta cenários flexíveis para híbridos e elétricos

Coluna Fernando Calmon nº 1.321 — 1/10/2024

Anfavea projeta cenários flexíveis para híbridos e elétricos até 2040

No atual panorama de incertezas no mundo em relação ao que os consumidores vão decidir comprar, fica mais difícil ainda fazer projeções para o Brasil. Mas como a indústria automobilística tem que fazer investimentos altos e com grau de risco elevado porque não pode errar, tudo se torna complicado.

De nada adianta produzir só o que o governo quer, como na China, se os compradores com direito de escolha nos outros países estiverem inseguros sobre os rumos. Mesmo no maior mercado individual, o chinês, já se detectou este ano um soluço nas vendas de modelos elétricos. Isso está cristalino — e algo bem mais que um soluço — nos outros dois maiores polos mundiais, EUA e Europa. Na Índia e Japão, terceiro e quarto mercados tomados individualmente, o cenário está favorável aos híbridos.

Por isso, as conclusões do estudo da Anfavea e da especialista contratada Boston Consulting Group, que acaba de ser revelado em versão final, apontam três hipóteses dentro do escopo de descarbonização da atmosfera, pois o gás carbônico (CO2) é o principal responsável pelo efeito estufa.

“Se hoje os modelos eletrificados respondem por pouco mais de 7% do mix de vendas de veículos leves, em 2030 eles representarão de 39% a 54%, em 2035, de 65% a 78% e em 2040, de 86% a 91%. Primeira possibilidade, nível de adoção gradual; na segunda, nível de adoção acelerada”, afirmou a Anfavea em comunicação oficial.

Convém comentar o termo da moda “eletrificado”. Veículos híbrido básico (ou semi-híbrido), híbrido pleno e híbrido plugável enquadram-se na categoria de motores a combustão com diferentes níveis de auxílio de um motor elétrico. Diferente, portanto, de um carro 100% elétrico a bateria. No caso dos hipotéticos 91% em 2040, estão somadas as quatro opções.

Entretanto, mesmo essa análise pode não refletir a realidade atual, abalada por notícias recentes do exterior. A Northvolt está demitindo um quinto de sua equipe global e suspendeu a expansão de sua principal fábrica de baterias na Suécia. Stellantis e a empresa francesa Orano abandonaram o projeto para reciclar baterias de veículos. A empresa também congelou os planos de construir duas novas fábricas de baterias. Acea (Anfavea europeia) também solicitou revisão da meta de redução de emissões de 2025 porque contava com a “ajuda” de carros elétricos, contudo estes não encontraram compradores suficientes.

Audi Q7 2025 chega no fim do mês com boas novidades

A marca das quatro argolas entrelaçadas quer marcar os 30 anos de presença no Brasil com mais lançamentos. Um deles é o Q7 2025 de sete lugares, visual renovado e preço confirmado de R$ 692.000 já no final de outubro. Além da grade e para-choque traseiro novos, a Audi substituiu em boa hora as saídas de escapamentos, antes apenas decorativas, por elementos autênticos.

Faróis altos com tecnologia laser (opcionais) são acompanhados por assinaturas luminosas selecionáveis. Suspensões passaram a ser adaptativas com distância livre que pode variar entre 60 mm para cima e 30 mm para baixo, além de rodas de 22 pol. Há opção de eixo traseiro esterçante.

Nos próximos três anos haverá 20 novos modelos e agora em dezembro estreia o elétrico Q6 e-tron com preços a partir de R$ 530.000. O modelo terá alcance de 411 km no padrão Inmetro (bateria 100 kWh), 387 cv e sua arquitetura é a PPE (sigla em inglês para Plataforma Elétrica Premium, de origem Porsche).

Hyundai lança Palisade e Ioniq 5 simultaneamente

Agora única responsável pela importação de todos os seus modelos (antes exclusividade do grupo Caoa) a marca sul-coreana já pôs à venda o SUV de oito lugares Palisade (R$ 449.990) e o elétrico Ioniq 5 (R$ 394.990).

O primeiro é um dos poucos SUVs de oito lugares no mercado brasileiro e suas dimensões impressionam: 4,99 m de comprimento, 2,90 m de entre-eixos, 1,97 m de largura e 1,75 m de altura. O porta-malas comporta 595 litros e com as duas fileiras de trás rebatidas são nada menos que 2.494 litros. Mesmo os dois passageiros da última fileira encontram espaço para ombros, pernas e cabeças surpreendentes. E o acesso a esta terceira fileira exibe menos contorcionismo do que em outros modelos de menor porte.

Bancos dianteiros têm comandos elétricos, o do motorista com memória. Central multimídia de 10,2 pol. tem boa resolução, mas poderia ser um pouco maior. Ergonomia interna também se destaca. Motor 3,8 L, V-6 entrega 295 cv e 36 kgf·m, com aceleração de 0 a 100 km/h em 7,7 s e velocidade máxima de 210 km/h. Mesmo com lotação total não deve demonstrar lentidão em ultrapassagens em estradas, pelo que demonstrou em um primeiro contato no autódromo Capuava, Indaiatuba (SP).

Consumo, no entanto, cobra seu preço como esperado: pelo padrão Inmetro 7,3 km/l (urbano) e 9,9 km/l (rodoviário).

Quanto ao Ioniq 5, como todo elétrico, impressiona muito bem pelo desempenho. São dois motores com a repartição correta: traseiro de 228 cv e 35,7 kgf·m e dianteiro de 101 cv e 26 kgf·m. Potência e torque combinados: 325 cv e 61,6 kgf·m. A sensação que passa, ao pisar fundo no acelerador, é parecida com a de um carro esporte logo nos primeiros 50 metros pela pressão no pescoço. Hyundai indica aceleração de 0 a 100 km/h em 5,3 s.

Embora a fabricante sul-coreana o classifique como SUV, parece mesmo um hatch de teto elevado dentro de um estilo agradável com um vinco lateral pronunciado em diagonal. Trata-se de um modelo avantajado em dimensões: 4,65 metros de comprimento, 1,89 m de largura, 1,60 m de altura. Entre-eixos de 3,00 m acomoda com grande conforto os cinco passageiros.

Um pormenor interessante: na alavanca do que seria o câmbio (obviamente não existe) a posição D é para a frente e R para trás. Ao contrário do que se convencionou em modelos automáticos, onde a posição R é sempre colocada para a frente. Esse novo arranjo tem sua lógica, embora possa confundir em um primeiro momento. Achei razoável.

Mais potência e retoques de estilo no Porsche 911

Estreia está programada para o primeiro trimestre de 2025 nas versões cupê (R$ 868.000) e o cabriolet (R$ 920.000). Além do foco na redução de emissões, ainda assim a potência do boxer biturbo de 3 litros subiu para 394 cv e o torque manteve-se em 45,9 kgf·m. Receberá ainda freios maiores tanto na frente quanto atrás.

No estilo, mudanças sutis: os faróis agora são de LED HD-Matrix e incorporam as luzes auxiliares; atrás reduziu-se o número de grelhas de ar de resfriamento no capô, integrou mais duas entradas de ar e recebeu novos tubos de escape.

A marca alemã ainda não informou quando será a abertura de pré-vendas.

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Maior da AL, Volkswagen comemora 20 anos do seu centro de distribuição de peças

Há 20 anos, no dia 13 de agosto de 2004, a Volkswagen do Brasil inaugurava o seu centro de distribuição de peças em Vinhedo-SP (Sport Motor estava lá). Hoje é o maior centro de distruição de peças automotivas da América Latina. De lá, saem peças e acessórios para todo o Brasil e mais cinco países. Pela importância da operação de logística, o PAC – Parts and Accessories Center receberá parte dos investimentos de R$ 16 bilhões anunciados pela Volkswagen para o Brasil até 2028, sendo que R$ 13 bilhões serão destinados para as operações no Estado de São Paulo. O valor será para as automatizações e transformação digital no PAC de Vinhedo, que opera com a mais alta tecnologia e inovação.

Responsável pelo armazenamento e distribuição de peças e acessórios da Volkswagen do Brasil, Volkswagen Caminhões e Ônibus e Audi, marcas que integram o Grupo Volkswagen, inclusive modelos clássicos há muitos anos fora de produção, o PAC de Vinhedo conta com uma operação grandiosa que garante a excelência em pós-vendas. Os números impressionam:

  • Área de 132.000 m2 (equivalente a 18 campos de futebol).
  • 25 milhões de peças armazenadas.
  • Média de 1,7 milhão de peças faturadas por mês.
  • 78.000 tipos de peças disponíveis.
  • Aproximadamente 650 fornecedores.
  • 730 colaboradores Volkswagen e prestadores de serviços parceiros trabalhando em dois turnos.
  • Agilidade: 11.000 linhas de pedidos por dia, sendo 3.000 urgentes, com 90% faturados no mesmo dia.
  • 65 caminhões circulam por dia no PAC de Vinhedo.

Estoque de peças

O Centro de Peças e Acessórios de Vinhedo conta com itens originais para todos os veículos Volkswagen com, no mínimo, 10 anos após o fim de sua produção no Brasil, como determina as Leis brasileiras, e 15 anos para o mercado de exportação. O PAC de Vinhedo também inclui estoque de peças para veículos clássicos Volkswagen, que são verdadeiros ícones e movimentam inúmeros fãs da marca no Brasil e no mundo.

“Caso o cliente precise de peças para modelos Volkswagen como Fox, up! ou New Beetle, o PAC de Vinhedo estará pronto a atender. Até mesmo peças de veículos clássicos, como Apolo, Logus, Fusca ou Kombi. Esse é um grande diferencial da Volkswagen frente os concorrentes, especialmente os novos entrantes. Na Volkswagen, o cliente tem a segurança de encontrar tudo aquilo que precisa para o seu carro, com a segurança que somente uma marca com 71 anos de Brasil pode proporcionar”, afirma Ciro Possobom CEO da Volkswagen do Brasil.

Sustentabilidade

Desde de 2020, o Centro de Peças e Acessórios da Volkswagen foi a primeira unidade da empresa a operar com energia elétrica 100% renovável, desde 2020. Uma iniciativa estendida para todas as fábricas da Volkswagen do Brasil, que conta com o Certificado Internacional de Energia Renovável (I-REC), comprovando o uso de energia elétrica 100% proveniente de fontes renováveis. A iniciativa está diretamente ligada à estratégia global da Volkswagen Way to Zero, que tem a meta de ser neutra em carbono até 2050.

A Volkswagen do Brasil foi a 1ª fabricante de veículos do País a conquistar o Certificado Lixo Zero multisites, em 2023, comprovando que todas as unidades da empresa encaminham seus resíduos de forma ambientalmente correta. Para a conquista do importante certificado, a Volkswagen obteve nota média de 94%, acima da exigida pelo Instituto Lixo Zero Brasil para conceder o certificado (90%). Destaque para o PAC – Centro de Peças e Acessórios da Volkswagen, em Vinhedo, que conquistou nota 99,9%, a mais alta já concedida pelo instituto, além de ser o primeiro centro de distribuição de peças a conquistar a certificação no País. A Certificação Lixo Zero é válida pela ZWIA (Zero Waste International Alliance – Aliança Internacional Lixo Zero).

Outro ponto importante que reforça o compromisso da Volkswagen do Brasil com o meio ambiente é a nova estratégia de desenvolvimento de embalagens sustentáveis e com melhor qualidade. O PAC de Vinhedo tem o máximo reúso de caixas no fluxo produtivo, reduzindo de forma significativa o consumo de papelão e madeira.

Em breve, o PAC de Vinhedo iniciará uma nova estratégia de distribuição por cabotagem marítima para o Nordeste e fluvial para a cidade de Manaus (AM). A navegação pela costa permite economia de combustível e redução anual de emissões de CO2 com ganhos ambientais que equivalem a 19 mil árvores plantadas ou 3.500 m2 de geleira não derretida. Além disso, o PAC de Vinhedo conta com as certificações Ambiental (ISO 14.001) e de Eficiência Energética (ISO 50.001).

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Morre aos 97 anos Cid Moreira, a voz do Jornal Nacional por 26 anos

Faleceu nesta quinta-feira (03) aos 97 anos, o jornalista, locutor e apresentador Cid Moreira.  Famoso pelo “Boa noite”, que diariamente dizia no começo do Jornal Nacional, Moreira estava internado em um hospital de Petrópolis – RJ, com pneumonia.

Por 26 anos e mais de 8 mil edições Cid Moreira apresentou o Jornal Nacional. O locutor começou na Rede Globo em setembro de 1969. O programa foi o primeiro telejornal transmitido em rede nacional no Brasil.

Cid Moreira começou a carreira como locutor em uma rádio de Taubaté, sua cidade natal. Transferiu-se para São Paulo em 1949 e foi trabalhar na Rádio Bandeirantes. Em 1951 mudou-se para o Rio de Janeiro para trabalhar na Rádio Mayrink Veiga.

Um dos pioneiros do jornalismo televisivo no Brasil, sempre costumava lembrar que, na época de ouro do rádio, ninguém acreditava muito no futuro da TV. Mas apesar disso, Cid passou a apresentar comerciais ao vivo na extinta TV Rio. Em 1963 tornou-se locutor do “Jornal da Vanguarda”. O locutor passou pelas emissoras, Tupi, Globo, Excelsior e Continental.

Em 1996 foi substituído no Jornal Nacional por William Bonner e Lillian Witte Fibe e passou a fazer as locuções de reportagens especiais no “Fantástico”.  Os últimos trabalhos na Rede Globo foram durante a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul.

Faleceu nesta quinta-feira (03) aos 97 anos, o jornalista, locutor e apresentador Cid Moreira.  Famoso pelo “Boa noite”, que diariamente dizia no começo do Jornal Nacional, Moreira estava internado em um hospital de Petrópolis – RJ, com pneumonia.

Por 26 anos e mais de 8 mil edições Cid Moreira apresentou o Jornal Nacional. O locutor começou na Rede Globo em setembro de 1969. O programa foi o primeiro telejornal transmitido em rede nacional no Brasil.

Cid Moreira começou a carreira como locutor em uma rádio de Taubaté, sua cidade natal. Transferiu-se para São Paulo em 1949 e foi trabalhar na Rádio Bandeirantes. Em 1951 mudou-se para o Rio de Janeiro para trabalhar na Rádio Mayrink Veiga.

Um dos pioneiros do jornalismo televisivo no Brasil, sempre costumava lembrar que, na época de ouro do rádio, ninguém acreditava muito no futuro da TV. Mas apesar disso, Cid passou a apresentar comerciais ao vivo na extinta TV Rio. Em 1963 tornou-se locutor do “Jornal da Vanguarda”. O locutor passou pelas emissoras, Tupi, Globo, Excelsior e Continental.

Em 1996 foi substituído no Jornal Nacional por William Bonner e Lillian Witte Fibe e passou a fazer as locuções de reportagens especiais no “Fantástico”.  Os últimos trabalhos na Rede Globo foram durante a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul.

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Exposição no TRE-SP destaca a segurança das urnas eletrônicas

A segurança das urnas no Brasil é destaque da exposição Verdades Eletrônicas: saiba tudo sobre a segurança da urna, em cartaz até o dia 29 de outubro, na sede do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, no centro da capital paulista.

A mostra está aberta ao público das 12h às 18h e tem o objetivo de enfrentar a desinformação sobre a segurança das urnas eletrônicas e do processo eleitoral brasileiro.

A exibição apresenta painéis com explicações sobre todos os processos de auditoria e que garantem a segurança dos equipamentos. Há também uma cronologia sobre o desenvolvimento da urna eletrônica e o caminho do voto, que explica o funcionamento da urna no dia das eleições até o transporte das mídias e a totalização dos votos.

São Paulo (SP), 02/10/2024 -  Exposição sobre o processo eleitoral  no Espaço Democrático Poeta Paulo Bonfim, no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo - TRE-SP. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Entre as curiosidades da exposição estão urnas antigas de madeira e de lona, nas quais eram armazenados os votos impressos. Há também um modelo das primeiras urnas eletrônicas que foram utilizadas no país, nas eleições de 1996, e um modelo de uma urna translúcida, que permite ver um pouco do interior do equipamento.

Os visitantes também encontrarão documentos históricos, como títulos eleitorais do Brasil Império, da República Velha e até o título de uma eleitora emitido em 1933, logo após a instituição do voto feminino pelo Código Eleitoral de 1932.

São Paulo (SP), 02/10/2024 -  Exposição sobre o processo eleitoral  no Espaço Democrático Poeta Paulo Bonfim, no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo - TRE-SP. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A sede do tribunal está localizada na Rua Francisca Miquelina, 123, Bela Vista, na capital paulista.

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Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste poderão ver o eclipse solar de hoje

Nesta quarta-feira (2), moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste terão a chance de observar um eclipse solar que ocorrerá no fim da tarde, próximo ao pôr do sol.  O fenômeno ocorre quando a Lua se alinha entre a Terra e o Sol, o que faz com que a sombra da Lua não cubra totalmente o Sol, mesmo o satélite estando muito mais próximo da Terra do que o Sol, o que faz aparecer o chamado “anel de fogo” no céu.

O eclipse será visto como anular em uma estreita faixa que passa pelo Oceano Pacífico, Oceano Atlântico e no extremo sul da América do Sul, incluindo Chile e Argentina.

De acordo com a astrônoma do Observatório Nacional, Josina Nascimento “quanto mais ao sul maior será a área eclipsada [coberta pela Lua]”, explicou.

Fenômeno

Tanto no eclipse total quanto no anular, a Lua se alinha entre a Terra e o Sol, bloqueando toda ou a maior parte da luz do sol em uma parte da superfície da Terra. A sombra mais escura, onde toda a luz solar é bloqueada, é chamada umbra. Em torno da umbra se define a sombra mais clara, a penumbra, onde a luz solar é parcialmente bloqueada e o eclipse é visto como parcial.

“Esse tipo de eclipse ocorre quando a Lua está em seu apogeu, o ponto mais distante de sua órbita da Terra, ou próxima deste ponto, fazendo com que pareça menor do que o Sol no céu. A frequência com que os eclipses do Sol ocorrem é, em média, duas vezes por ano, podendo ser somente parciais, anulares ou totais. O último eclipse anular do Sol ocorreu em 14 de outubro de 2023 e foi visto em uma parte do Brasil”, esclareceu Josina.

No eclipse de outubro de 2023, o Observatório Nacional coordenou uma grande ação integrada internacional para observação e transmissão do evento astronômico. A transmissão superou 2,2 milhões de visualizações, com retransmissão das imagens brasileiras pela Nasa (agência espacial norte-americana)  e o Time and Date (organização internacional que fornece serviços relacionados ao tempo, clima, fenômenos astronômicos e fusos horários).

De acordo com a astrônoma, eclipses da Lua e do Sol costumam ocorrer em sequência. Isso se deve à inclinação da órbita da Lua em relação à Terra. No caso deste eclipse anular, ele faz par com o eclipse parcial da Lua ocorrido na noite de 17 para 18 de setembro.

Observação 

Para aqueles que pretendem observar o eclipse, é importante estar em um local com vista desimpedida para o oeste, uma vez que o evento ocorrerá próximo ao pôr do sol.

No Rio de Janeiro, por exemplo, o eclipse parcial começará às 17h01, atingirá seu máximo às 17h42, e o Sol irá se pôr às 17h52.

Josina Nascimento alerta para os cuidados necessários para observar o fenômeno.

“Em hipótese alguma olhe diretamente para o Sol sem proteção adequada. Óculos escuros, chapas de raio-X ou outros filtros caseiros não protegem contra os danos. É essencial utilizar filtros certificados, como os óculos especiais para observação solar ou vidros de soldador 14”, informou.

Ao vivo

O Observatório Nacional fará transmissão ao vivo do eclipse anular no YouTube, em parceria com astrônomos do Projeto Céu em sua Casa: observação remota e com o Time And Date. (Agência Brasil)

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Chinesa BYD ultrapassa as 50 mil unidades vendidas de modelos eletrificados

A BYD está comemorando a marca de 50 mil carros eletrificados comercializados no Brasil. Ao total, a marca vendeu 51.174 veículos de janeiro a setembro deste ano.

“Conquistar esse número expressivo é marcante e significativo para a BYD”, diz Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da companhia.

Entre os modelos mais vendidos da marca, estão o BYD Dolphin Mini e a família Song, com o Song Plus, seguido do Song Pro. Segundo a marca chinesa, em setembro atingiu o primeiro lugar em Criciúma (SC), e em Brasília (DF).

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Grupo adquire a fábrica da Troller e vai voltar a produzir o jipe brasileiro

Ao longo dos anos, várias fabricantes de jipes marcaram suas épocas no Brasil. Willys-Overland, Jeep, Ford, Agrale, Engesa, CBT, JPX (Peugeot), mas nenhuma fez tanto sucesso como a Troller. A fabricante cearense começou em 1995 produzindo um jipe com peças de modelos da Volkswagen, inclusive o motor era um AP de dois litros. Logo ela mudou o projeto e fez um acordo com a Ford para usar o motor, transmissão, e componentes da picape Ranger a diesel.

Em 2007, a Ford decidiu adquirir a Troller para conseguir compensações em impostos. O produto melhorou muito e foi ganhando evoluções até 2021, quando a marca americana decidiu encerrar sua produção de veículos no Brasil e passar a ser importador. Começava aí o fim do jipe brasileiro. Mesmo depois do encerramento das atividades, a Ford ainda manteve por uns meses a fábrica de Horizonte – CE produzindo os T4 e TX4 (automático) por conta de contratos e vendas assumidas.

Depois de uma longa negociação com o governo da Bahia, a Ford entregou a fábrica de Camaçari – BA, que foi adquirida pela chinesa BYD. Agora, foi à vez da Troller, já que a Ford devolveu para o governo do Ceará a fábrica dos jipes. O acordo foi assinado na última segunda-feira (23).

Uma empresa do estado, a Comexport, com atividades no setor de comércio exterior, pretende adquirir e voltar a produzir os jipes e outros modelos. Para isso, ela pretende investir R$ 400 milhões.

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