Últimas Notícias

Feirão de Emprego amanhã em Campinas oferece mais de 900 vagas

A 13ª edição do Feirão de Emprego e Oportunidades deste ano, organizado pela Secretaria de Trabalho e Renda de Campinas realiza amanhã (8) terá mais de 900 vagas em diferentes setores da economia.

O feirão, aberto a moradores de Campinas e da região, reunirá 17 empresas que realizarão processos seletivos e entrevistas presenciais durante o evento. Os candidatos passam por uma triagem realizada pela equipe do Centro Público de Apoio ao Trabalhador (CPAT) antes do encaminhamento aos recrutadores. A equipe é responsável por direcionar os trabalhadores de acordo com o perfil profissional e os requisitos de cada vaga.

O evento também contará com atendimentos da Casa do Empreendedor, orientações para Microempreendedores Individuais (MEIs), apoio do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e serviços do Banco do Povo. A edição contará ainda com a parceria da Organização Internacional para as Migrações (OIM), que oferecerá atendimento e informações voltadas à população migrante.

Os interessados devem comparecer ao local do evento com documento oficial com foto, currículo impresso e carteira de trabalho (física ou digital). Quem fez cadastro antecipado deve levar também a carta de encaminhamento, documento que garante prioridade na entrevista com as empresas.

Serviço
13º Feirão de Emprego e Oportunidades de Campinas
Data: 08/07 (quarta-feira)
Horário: das 9h às 16h
Local: Unisal Campinas
Endereço: Avenida Dr. Theodureto de Almeida Camargo, 224 – Jardim Nossa Senhora Auxiliadora, Campinas

O cadastro pode ser feito de forma presencial ou digital nos seguintes meios:

Feirão de Emprego amanhã em Campinas oferece mais de 900 vagas Read More »

Abbraccio transforma o inverno em uma experiência de comfort food italiana

O inverno costuma mudar a forma como os brasileiros escolhem comer. Pratos mais cremosos, massas e refeições para compartilhar passam a ganhar mais espaço à mesa. Apostando nesse movimento, o restaurante Abbraccio inicia o Festival Invernale e apresenta como principal novidade o Gnocchi Gratinato al Formaggio, receita inédita de gnocchi artesanal servido ao molho de queijos e gratinado, que transforma o inverno em uma experiência inspirada na hospitalidade italiana.

O novo prato combina gnocchi de massa fresca de batatas, feita à mão, envolta em um molho cremoso preparado com parmesão Faixa Azul, queijo de cabra e blue cheese. A receita é finalizada com muçarela gratinada e a tradicional farofa crocante da Mama Mandola, matriarca da família que deu origem à inspiração do conceito do Abbraccio, criando uma combinação que equilibra cremosidade, intensidade de sabor e diferentes texturas.

Disponível de 6 de julho a 30 de agosto, o Festival Invernale traz, além da nova receita de gnocchi, um menu especial pensado para compartilhar. A experiência completa para duas pessoas inclui um aperitivo, dois pratos principais e duas bebidas a partir de R$ 169,90.

Para começar, os clientes podem escolher entre as opções de Bruschetta Caprese ou Carbonara Bites como aperitivo e, na sequência, selecionar dois pratos principais entre Gnocchi Gratinato al Formaggio, Gnocchi Creamy Pesto, Carbonara di Roma, Lasagna Bolognese .

A experiência está disponível por R$ 169,90, acompanhada de duas Sodas Italianas ou refrigerante refil ou Iced Tea Refil, ou por R$ 199,90, com duas taças de vinho Abbraccio.

Para quem prefere aproveitar a experiência em casa, o Festival Invernale também estará disponível no delivery, em formato para compartilhar por R$ 149,90, sem bebidas.

“O Festival Invernale já se consolidou como um dos momentos mais aguardados do calendário do Abbraccio. Nesta edição, quisemos reforçar essa tradição com o lançamento do Gnocchi Gratinato al Formaggio, um prato que traduz o conforto e a generosidade da culinária italiana e leva nossa massa fresca e artesanal, preparada diariamente nos restaurantes. Nosso objetivo é proporcionar momentos de conexão em volta da mesa, com receitas preparadas para serem compartilhadas”, afirma Cláudia Vilhena, Vice-Presidente de Marketing, Vendas e Growth da Bold Hospitality Company, grupo das marcas Abbraccio, Outback e Aussie no Brasil.

Em Campinas, o Abbraccio está localizado no primeiro piso do Shopping Iguatemi. Na região metropolitana de Sorocaba, possui uma unidade no Iguatemi Esplanada. Nesta segunda-feira, 6 de julho, a marca chega também a Jundiaí, com a inauguração de um restaurante no JundiaíShopping.

 Serviço
Festival Invernale – Abbraccio
Período: 6 de julho a 30 de agosto
Restaurante
1 aperitivo + 2 pratos + 2 Sodas Italianas – R$ 169,90
1 aperitivo + 2 pratos + 2 taças de vinho Abbraccio – R$ 199,90

Delivery
Menu para compartilhar (sem bebidas) – R$ 149,90.

 

Abbraccio transforma o inverno em uma experiência de comfort food italiana Read More »

Alexandre de Moraes decide manter Bolsonaro em prisão domiciliar

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (3) prorrogar o prazo da prisão domiciliar concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Bolsonaro continuará sob o monitoramento de tornozeleira eletrônica e só poderá receber visitas com autorização do ministro, que é relator do caso.

O ex-presidente também está proibido de usar celular e acessar redes sociais, inclusive por intermédio de terceiros, além de gravar vídeos para a internet. Agentes da Polícia Militar do Distrito Federal vão fazer a segurança da casa para evitar fuga.

No ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão no processo de trama golpista. Em seguida, após passar por uma cirurgia, ele ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar temporária por 90 dias. O ex-presidente se recupera de uma pneumonia bacteriana. O prazo de 90 dias começou a contar no dia 27 de março e terminou em 25 de maio.

Armas

Moraes também determinou a suspensão do porte de arma de Bolsonaro e a apreensão de dez pistolas e espingardas que estão registradas em nome do ex-presidente. A defesa terá prazo de 48 horas para entregar o armamento à Polícia Federal (PF).

A decisão foi motivada pela repercussão do caso da apreensão de uma arma com um dos seus seguranças particulares. Apesar de a Polícia Civil do Distrito Federal não ter indiciado o ex-presidente, por entender que a arma está legalizada e que Bolsonaro não cometeu nenhum crime, o ministro entendeu que as armas devem ser apreendidas.

“O descumprimento das regras da prisão domiciliar humanitária temporária ou de qualquer uma das medidas cautelares implicará na sua revogação e ao retorno imediato ao regime fechado”, ressaltou Moraes. (Agência Brasil)

Alexandre de Moraes decide manter Bolsonaro em prisão domiciliar Read More »

Museu Carde renova seu acervo com muitas novidades

Depois de uma breve parada para manutenção e modernização, o Museu Carde, em Campos do Jordão-SP, reabriu com uma renovação parcial no acervo de carros, obras de arte e mobiliário. Com centenas de automóveis antigos e peças raras em seu acervo, o Carde vai fazendo um rodizio de usas preciosidades.

Entre as obras de arte, o destaque vai para a escultura Trepante (versão 1) em aço inox e troncos de madeira, de Lygia Clark. Há também os vasos Xangô, Oxaguiam, Oxossi e Ogum, de Almir Lemos, modelado à mão em argila primitiva crua sem queima, mantendo toda sedimentação do solo. Nas obras primas do mobiliário histórico brasileiro está a Cadeira de Três Pés, de Joaquim Tenreiro, de 1947, utilizando madeiras jacarandá, roxinho, pau-marfim, imbuia de mogno e pau ferro.

Na lista dos carros, são 21 modelos, que vão desde a Lancia Aurelia B52 B Junior Coupé, de 1952, o Cadillac Eldorado Biarritz 1959, Porsche 356 Speedster, de 1957, Plymouth Superbird 1970, e vários modelos aspiracionais nacionais das décadas de 1980 e 1990, como o Passat Pointer, os Chevrolet Kadett, Opala Diplomata e Corsa GSI, Fiat Tempra Turbo, entre outros, em estado de zero-quilômetro. Entre os importados de mesma época, o Lotus Omega 3.6 Biturbo 1992 está em evidência pela sua potência e body kits esportivos. No tema exclusividade, outro modelo que chega ao Carde é o Volkswagen SP1, azul, de 1974, lado a lado com um SP2, prata, que já fazia parte da exposição.

O mais importante museu automotivo do Brasil e um dos mais completos do mundo, o Carde acaba de superar a marca de 150 mil visitantes, desde a sua inauguração, em novembro de 2024.


Recém-chegados:

Opel Lotus Omega 1992 – Considerado um dos automóveis mais velozes e instigantes da década de 1990, o Lotus Omega/Carlton nasceu de um arrojado projeto de cooperação entre a Opel, a Vauxhall e a Lotus. Marcas integrantes, na época, do vasto conglomerado automotivo da General Motors. Revelado em março de 1989, no Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça, o novo modelo era baseado na plataforma do Opel Omega, porém continha uma série de alterações de desempenho, na mecânica e na carroceria. Mudanças desenvolvidas pela Lotus, tradicional fabricante inglesa de esportivos.

Fabricado entre 1990 e 1992, vinha equipado com um motor de seis cilindros em linha, de 3.6 litros, biturbo, de 377 cavalos de potência. Possuía câmbio manual de seis marchas (o mesmo utilizado no contemporâneo Chevrolet Corvette ZR-1) e era capaz de alcançar a velocidade máxima de 283 quilômetros por hora, indo de 0 a 100 em aproximadamente cinco segundos. A produção, inicialmente prevista para 1.100 unidades, limitou-se aos 950 exemplares construídos. O veículo em exibição corresponde ao chassis de número #0752 e foi produzido em 1992. Vendido originalmente para a França, é, atualmente, o segundo Opel Lotus Omega existente no Brasil.

Plymouth Road Runner Superbird 1970 – Versão modificada e aerodinâmica do Plymouth Road Runner, o Superbird começou a ser produzido no final de 1969, já anunciado como modelo 1970. Projetado especificamente para a temporada de provas da NASCAR (National Association for Stock Car Auto Racing), tinha como objetivo principal superar a Ford nas pistas.

Famoso por seu longo bico e pela enorme asa traseira, desenvolvidos em túnel de vento, o  muscle car norte-americano se tornou um dos maiores vencedores da categoria. Devido às mudanças de regulamento em 1971 e às dificuldades de aceitação do visual do carro por parte do público, o Superbird saiu de linha após um ano no mercado. Esta unidade é equipada com um motor V8 440 “Six-Barrel”, de 390 cavalos de potência. Possui câmbio manual “Pistol Grip”, de quatro velocidades, e é capaz de atingir a máxima aproximada de 230 quilômetros por hora.

Ostenta a chamativa cor “Limelight Green”, um tom cítrico de verde limão. Vendido, originalmente, pela concessionária ChryslerPlymouth da cidade de Reno, nos Estados Unidos, este exemplar participou de diversas competições na região. Venerado pelos colecionadores, a produção total do Plymouth Road Runner Superbird foi de 1.935 unidades.

Cadillac Eldorado Biarritz 1950 – No final dos anos 40, e no decorrer dos 50, a indústria americana vivenciou um boom estético influenciado pelo tema aeronáutico. Perfis e feitios conceituais foram absorvidos por todos os setores e não seria diferente o ocorrido com o campo automobilístico. Este movimento estilístico alcançaria o seu ápice durante o período da corrida espacial. Um dos principais, talvez o maior exemplo desta eufórica fase, foi o Cadillac de 1959.

Destacando-se dos demais concorrentes, a divisão de luxo da GM retratava o exagero das formas e o auge do uso dos metais cromados decorativos. Os típicos e famosos “rabos-de-peixe” da marca eram os maiores já vistos. Neste ano, treze opções distintas compunham o catálogo de vendas. Apesar de semelhantes em design, se diferenciavam por séries, motorização e preço.

O automóvel em exibição corresponde ao modelo Eldorado Biarritz, e é equipado com um motor V8, de 6.4 litros, de 345 cavalos de potência. Ícone sobre rodas, seu comprimento total é de 5 metros e 71 centímetros. Caro e luxuoso, apenas 99 carros saíram de fábrica com bancos dianteiros individuais.

Porsche 356 A 1600 Speedster 1957 – Considerado um dos carros mais famosos e cobiçados de todos os tempos, o 356 Speedster foi apresentado ao público em setembro de 1954. Criado pela Porsche, a partir de um pedido feito por Max Hoffman, renomado importador de automóveis europeus sediado em Nova Iorque, nos Estados Unidos, o novo modelo tinha em vista o crescente e competitivo mercado norte-americano de veículos esportivos.

Apesar de compartilhar componentes e elementos de estilo com a versão Cabriolet, o Speedster diferenciava-se por apresentar, em seu design, traços mais dinâmicos, que transmitiam a sensação de movimento e de liberdade. Outros detalhes exclusivos incluíam: para-brisa mais baixo, panorâmico; capota de lona, removível; bancos concha e a ausência de vidro nas portas. Alterações que priorizavam a leveza e a agilidade.

Construído na Alemanha em 1957 e exportado, logo em seguida, para os Estados Unidos, o Porsche 356 A 1600 Speedster em exibição é equipado com um motor boxer de quatro cilindros, 1600, traseiro, arrefecido a ar. Possui cerca de 60 cavalos de potência e é capaz de atingir a máxima aproximada de 160 quilômetros por hora. Totalmente restaurado nos padrões originais de fábrica, ainda preserva seus números correspondentes de mecânica, chassis e carroceria.

Lancia Aurelia B52 B Junior Coupé 1952 – Tradicional fabricante de automóveis e veículos pesados, a marca italiana Lancia foi fundada em 1906. Reconhecida pelas soluções originais de design e vanguarda tecnológica, produziu inúmeros tipos consagrados na história automotiva, como o inovador Lambda, o luxuoso Astura e o aerodinâmico Aprilia.

Entretanto, foi durante o início de 1950 que um dos maiores sucessos da montadora foi apresentado: o Lancia Aurelia. Revelado no 32º Salão do Automóvel de Turim, destacava-se por seu perfil elegante e pelo inédito motor V6, sendo o primeiro carro de produção em série do mundo a utilizar esta mecânica. Batizado em homenagem à Via Aurelia, importante estrada da Roma Antiga, o novo modelo serviu de base para diversas variações ao decorrer da década, até ser descontinuado em 1958. Construído em 1952, o exemplar em exposição corresponde ao Lancia Aurelia B52.

Fornecido exclusivamente para encarroçadores renomados, apenas 98 chassis especiais foram criados. Dentre estes 98, somente duas unidades foram elaboradas neste feitio pela Carrozzeria Ghia. Desenhado por Gian Paolo Boano sob a forte influência das tendências americanas de estilo e denominado “B Junior”, o moderno Coupé é equipado com um motor V6, de 2.0 litros, de 70 cavalos de potência.

Serviço
Museu Carde

Endereço: Rua Benedito Olímpio Miranda, 280, Alto da Boa Vista,
Campos do Jordão – SP, CEP: 12.472-610
Site: www.carde.org
E-mail: contato@carde.org
Instagram: @carde.museu
Telefone: (12) 3512-3547
Fechado: terças e quartas-feiras

 

Museu Carde renova seu acervo com muitas novidades Read More »

Prefeitura vai cortar amanhã a árvore da Praça do Coco

Com a autorização do Ministério Público, a Secretaria de Serviços Públicos de Campinas, vai retirar amanhã (3), uma árvore da Praça do Coco, em Barão Geraldo, que está colocando em risco os frequentadores. A ação acontece após um despacho favorável expedido pelo Ministério Público, com base nos laudos apresentados pela Prefeitura de Campinas.

No ofício encaminhado à pasta, o MP orienta que a supressão seja feita com urgência, conforme constatado nos laudos periciais. No local, serão plantados dois exemplares adultos de jequitibá-rosa.

Segurança

Segundo a secretaria, a extração de duas árvores da Praça do Coco foi decidida após avaliações técnicas. Além de documentos internos, também foi solicitada uma análise de profissionais da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, da Universidade de São Paulo (Esalq-USP).

O parecer avaliou os dados presentes nos laudos 7.391 e 7.392 sobre as condições das árvores da espécie Ficus benjamina. De acordo com o documento, a permanência das árvores na Praça do Coco, que se encontram em “péssimo estado geral”, representaria um risco contínuo para as pessoas.

Prefeitura vai cortar amanhã a árvore da Praça do Coco Read More »

História do Fusca é celebrada com troca de modelos icônicos

Trinta anos de uma história que se conecta com a história do Brasil. E um legado que se mantem, representado por dois Fuscas e dois presidentes. Esse é o mote para a parceria inédita entre a Garagem Volkswagen e o Museu Carde para celebrar um dos maiores ícones da mobilidade brasileira: o Fusca. Como marco da iniciativa, as instituições lançam um filme especial que narra o encontro simbólico entre dois automóveis históricos ligados à Presidência da República e a momentos decisivos da trajetória industrial do País.

No centro da narrativa estão dois veículos que atravessaram décadas e representam diferentes capítulos do desenvolvimento do Brasil. De um lado, o Fusca Conversível utilizado pelo presidente Juscelino Kubitschek durante a inauguração da primeira fábrica da Volkswagen fora da Alemanha em 1959, em São Bernardo do Campo (SP), pertencente ao acervo do Museu CARDE. Do outro, o Fusca Itamar de chassi 001 apresentado ao presidente Itamar Franco na cerimônia que marcou a retomada da produção do modelo em 1993, preservado pela Volkswagen do Brasil na Garagem VW.

O filme criado para marcar a parceria transforma essa travessia histórica em narrativa audiovisual. Ao acompanhar o deslocamento simbólico dos dois Fuscas entre seus novos destinos temporários, a produção resgata personagens, memórias e o papel do automóvel como testemunha de transformações econômicas, industriais e sociais do Brasil. O conteúdo conecta passado e presente para mostrar como modelos históricos ultrapassam sua função original e se tornam patrimônio cultural.

“A parceria com o Museu Carde mostra como a história da Volkswagen do Brasil é também parte da história do desenvolvimento do País. O Fusca atravessou gerações, esteve presente em momentos marcantes da nossa indústria e continua despertando conexão emocional entre as pessoas. Reunir esses dois carros históricos é uma forma de preservar memória, compartilhar legado e criar novas histórias para o público brasileiro”, afirma Ciro Possobom, Presidente & CEO da Volkswagen do Brasil.

Para o Luiz Goshima, diretor do Museu Carde, a iniciativa reforça o papel dos automóveis como elementos de preservação cultural. “O Museu nasceu com o propósito de contar histórias por meio dos automóveis. Receber temporariamente o Fusca Itamar e compartilhar com a Volkswagen o Fusca que marcou a inauguração da fábrica em 1959 é uma oportunidade de conectar diferentes gerações e mostrar como esses veículos ajudam a entender momentos importantes da construção do Brasil.”

Na década de 1950, o País vivia o auge do projeto desenvolvimentista do governo de Juscelino Kubitschek, marcado pelo Plano de Metas e pela industrialização acelerada. A inauguração da fábrica da Volkswagen, em São Bernardo do Campo (SP), em 1959, foi um marco desse movimento, consolidando o Brasil como um polo relevante na produção automotiva global.

Já nos anos 1990, em um cenário de instabilidade econômica e inflação elevada, o então presidente Itamar Franco enxergava no retorno do Fusca uma forma de estimular empregos e ampliar o acesso ao automóvel popular. O modelo voltou às linhas de montagem em 1993, reforçando sua conexão com os brasileiros e sua importância histórica para o País. O exemplar preservado pela Volkswagen do Brasil corresponde ao primeiro veículo produzido nessa segunda fase e foi o mesmo apresentado ao presidente durante a cerimônia de retomada da produção.

A troca de Fuscas

Em celebração dupla, dos 30 anos do fim da produção do Fusca Itamar e quatro décadas do fim da primeira fase do Fusca em 1986, a narrativa entre a VW e o Museu Carde também dá origem a um intercâmbio histórico entre as duas instituições.

A partir de 3 de agosto, o lendário Fusca Itamar, pertencente à Garagem VW, passa a integrar temporariamente o acervo do Museu CARDE, em Campos do Jordão (SP). Em contrapartida, o Museu disponibilizará o Fusca JK para exposição na Garagem Volkswagen, em São Bernardo do Campo (SP), em uma troca simbólica que conecta dois momentos decisivos da indústria automotiva brasileira.

O intercâmbio entre os veículos não apenas aproxima duas instituições dedicadas à preservação da história automotiva, como também proporciona ao público a oportunidade de vivenciar de perto dois ícones que atravessaram décadas e governos, mantendo-se como símbolos de simplicidade, robustez e conexão emocional com os brasileiros.

 

História do Fusca é celebrada com troca de modelos icônicos Read More »

Abbraccio chega a Jundiaí apostando em tradição italiana e na hospitalidade

Conhecida pela força econômica e pela forte influência da imigração italiana em sua formação cultural, Jundiaí recebe o primeiro Abbraccio. A inauguração, marcada para o dia 6 de julho no JundiaíShopping, amplia a presença da rede de inspiração italiana no interior paulista e reforça a aposta do grupo Bold Hospitality Company na região, onde já opera três unidades de sua marca mais famosa, Outback Steakhouse.

À frente do projeto está Douglas Rodrigues, que começou sua trajetória na companhia em 2004 como auxiliar de limpeza de salão, participou da inauguração das primeiras unidades do Abbraccio no Brasil e agora assume a operação de Jundiaí como sócio-proprietário.

Nesta entrevista, ele fala sobre diferenciais da marca e expectativas com o novo restaurante, que consumiu R$ 5 milhões em investimentos e gerou 85 empregos diretos na cidade. 

Por que Jundiaí passou a ser considerada estratégica para uma marca de atuação nacional como o Abbraccio?
Douglas Rodrigues – Jundiaí reúne uma combinação muito interessante de fatores. É uma cidade economicamente forte, com alto poder de consumo, localização privilegiada e uma população que valoriza experiências gastronômicas de qualidade. Além disso, observamos há anos a presença de clientes da região em outras unidades da marca. A inauguração no JundiaíShopping é resultado dessa conexão que já existia e também da confiança que temos no potencial de desenvolvimento da região.

O grupo Bold Hospitality Company já mantém uma relação importante com Jundiaí e cidades vizinhas. Isso contribuiu para a decisão?
Douglas Rodrigues – Sem dúvida. Nossa história na região não começou agora. O grupo está presente em Jundiaí desde 2012, com a inauguração do Outback no JundiaíShopping, que abriu as portas praticamente junto com o empreendimento. Depois chegamos ao Outlet Premium São Paulo, em Itupeva, em 2018, e mais recentemente ao Maxi Shopping Jundiaí, em 2024. E a terceira marca do grupo, Aussie Chicken and More, também está presente aqui, exclusivamente no delivery. Ao longo desses anos, construímos uma relação muito próxima com os consumidores locais. A chegada do Abbraccio é uma evolução natural dessa trajetória e reforça nossa confiança no potencial local. 

Jundiaí tem uma ligação histórica com a imigração italiana. Isso cria uma conexão especial com a proposta do Abbraccio?
Douglas Rodrigues – Acreditamos que sim. O Abbraccio tem inspiração no lifestyle italiano e tem como pilares a hospitalidade, a convivência à mesa e a valorização da boa gastronomia, com produtos e massas artesanais produzidos diariamente nas cozinhas dos seus restaurantes. São elementos que dialogam naturalmente com uma cidade que preserva uma forte influência italiana em sua cultura e em suas tradições. É uma conexão que faz muito sentido para nós e que certamente contribui para tornar a chegada da marca ainda mais especial.

 

Além do cardápio, o Abbraccio aposta em algumas experiências que remetem à cultura italiana. Como isso aparece no dia a dia do restaurante?
Douglas Rodrigues – Procuramos traduzir a inspiração italiana em diversos detalhes da experiência. Um exemplo são os áudios com expressões e pequenas lições de italiano reproduzidos nos banheiros das unidades. Outro é o pão servido como cortesia aos clientes, acompanhado de azeite e ervas, valorizando a tradição da convivência à mesa. São elementos simples, mas que ajudam a criar uma atmosfera acolhedora e reforçam a identidade do Abbraccio.

Como nasceu a marca Abbraccio?
Douglas Rodrigues – A marca nasceu nos Estados Unidos, onde é conhecida como Carrabba’s Italian Grill. Quando chegou ao Brasil, em 2015, passou a se chamar Abbraccio, dentro de uma estratégia de adaptação ao mercado brasileiro. Apesar da mudança de nome, a essência permaneceu a mesma: um restaurante inspirado no lifestyle italiano, com foco na hospitalidade, na gastronomia e na experiência de reunir pessoas ao redor da mesa.

O interior paulista vive um momento especial para o setor de alimentação?
Douglas Rodrigues – Com certeza. O interior se desenvolveu muito nos últimos anos e hoje possui mercados extremamente sofisticados. O consumidor está mais exigente, mais informado e busca experiências completas. Isso faz com que cidades como Jundiaí sejam tão relevantes quanto muitas capitais para empresas que desejam crescer de forma sustentável.

O que mudou no comportamento do consumidor de restaurantes nos últimos anos?
Douglas Rodrigues – Hoje as pessoas não procuram apenas uma refeição. Elas querem viver uma experiência. O ambiente, o atendimento, a qualidade dos ingredientes, o clima do restaurante e até a história por trás da marca passaram a ter um peso muito grande na decisão. É justamente nessa combinação que o Abbraccio busca se destacar.

 

Como o Abbraccio pretende se diferenciar em um mercado cada vez mais competitivo?
Douglas Rodrigues – Nosso foco está em unir hospitalidade, qualidade e inovação. Produzimos massas artesanais diariamente dentro das nossas cozinhas, utilizamos ingredientes frescos e trabalhamos para que cada visita seja especial. Além disso, buscamos constantemente criar novidades, promoções e experiências que mantenham a marca sempre relevante para os clientes. 

O restaurante chega em um momento em que Jundiaí amplia sua oferta gastronômica. Isso aumenta a responsabilidade?
Douglas Rodrigues – Aumenta e também nos motiva. A concorrência saudável é positiva porque eleva o nível do mercado. Jundiaí vem se consolidando como um polo importante de gastronomia e lazer, e queremos contribuir para esse movimento oferecendo uma experiência diferenciada para moradores e visitantes.

Sua trajetória dentro da empresa começou há mais de duas décadas. O que significa chegar a Jundiaí como sócio-proprietário depois desse percurso?
Douglas Rodrigues – Tem um significado muito especial. Entrei na companhia em 2004 como auxiliar de limpeza de salão, no Outback Alphaville. Ao longo dos anos tive a oportunidade de aprender diferentes funções dentro do restaurante, passando pelo bar, atendimento, liderança de equipes e gestão, mesmo tendo ficado um breve período fora da empresa para morar nos Estados Unidos, entre agosto de 2007 e junho de 2008. Em 2014 fui convidado para integrar o projeto do Abbraccio e participei da inauguração das primeiras unidades da marca no Brasil. Em 2019 me tornei sócio-proprietário de uma unidade na capital paulista e agora assumo a operação de Jundiaí. Olhando para trás, é uma trajetória que mostra como a empresa acredita no desenvolvimento das pessoas e oferece oportunidades reais de crescimento para quem se dedica ao negócio.

A sua história ajuda a mostrar como funciona a cultura da empresa?
Douglas Rodrigues – Sem dúvida. Acreditamos muito na formação de talentos dentro de casa. Grande parte das lideranças da companhia construiu sua carreira dessa forma, começando em funções operacionais e crescendo ao longo dos anos. Eu sou apenas um exemplo desse processo. Isso cria uma conexão muito forte com a cultura da empresa e ajuda a manter os valores da marca vivos em cada nova unidade que inauguramos. 

Qual legado o Abbraccio espera construir em Jundiaí?
Douglas Rodrigues – Queremos ser muito mais do que um restaurante. Nosso objetivo é criar vínculos com a cidade, participar dos momentos especiais das pessoas e nos tornar uma referência quando o assunto for hospitalidade, gastronomia e boas experiências. 

Qual mensagem você gostaria de deixar para os moradores de Jundiaí e região?
Douglas Rodrigues – Gostaria de agradecer pela receptividade que já estamos sentindo antes mesmo da inauguração. Estamos chegando com muito respeito pela história da cidade e com a vontade de fazer parte dela. Queremos que o Abbraccio seja um lugar para celebrar conquistas, reunir amigos e famílias e criar boas memórias. As portas estarão sempre abertas para receber todos com o acolhimento que é a essência da nossa marca.

Serviço
Abbraccio JundiaíShopping
Endereço: Avenida Nove de Julho, 3.333, bairro Anhangabaú, Jundiaí (SP) – Piso Jundiaí
Inauguração: 6 de julho de 2026, segunda-feira, às 11h
Horários: de segunda a sábado, das 11h às 23h; domingos e feriados, das 11h às 22h
WhatsApp: (11) 95604-5880
www.abbracciorestaurantewww.jundiaishopping.com.br

Abbraccio chega a Jundiaí apostando em tradição italiana e na hospitalidade Read More »

MIS recebe mostra que resgata 15 anos da cena musical da cidade

Por muito tempo, parte da memória da música foi construída exclusivamente nas ruas. Colados em muros, espalhados em bares, distribuídos em forma de convites e flyers, os cartazes anunciavam encontros, revelavam bandas, apresentavam artistas e ajudavam a escrever a história cultural das cidades. Muito além da divulgação de um show, tornavam-se registros de uma época, de uma cena e de uma comunidade.

É esse patrimônio visual que a exposição Eco dos Palcos resgata. De 13 de julho a 13 de agosto, o Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS Campinas) recebe uma mostra inédita com 120 cartazes de apresentações realizadas em bares e espaços culturais de Campinas e região, produzidos ao longo dos últimos 15 anos. A entrada é gratuita.

 

Idealizada pelo músico, ator e produtor cultural Rafael Smeke, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, a exposição apresenta um recorte documental da produção musical independente entre 2011 e 2026.

“Com a transição das estratégias de divulgação para plataformas digitais, muitos cartazes físicos que circulavam pela cidade (lambe-lambe, convites e flyers) perderam visibilidade, reduzidos a pequenos fragmentos de poucos centímetros nos feeds. A mostra nasce do desejo de resgatar essas peças gráficas como documentos culturais”, explica Smeke.

 

A abertura acontece em 13 de julho, data em que se celebra o Dia Mundial do Rock. A coincidência reforça a importância desse gênero na formação da cena musical campineira, mas também evidencia que os palcos sempre foram espaços de encontro entre diferentes estilos, artistas e públicos.

Seguindo esse ritmo plural, a programação de abertura acontecerá das 19h às 22h. Em uma jam session que reunirá exclusivamente músicos representados nos cartazes expostos, mais de 20 artistas irão apresentar um repertório que passeia por clássicos do rock, canções brasileiras, improvisações e diferentes influências musicais. Também haverá discotecagem comandada por Riva Rock, personagem tradicional da cena musical campineira, além de food trucks de alimentação e bebidas e feira de artes.

Grande parte das peças expostas foi criada pelo próprio Smeke, responsável por desenvolver a identidade visual de inúmeros shows da cena local. A mostra também reúne trabalhos produzidos por casas de espetáculo e outros designers, todos identificados nos painéis expositivos.

“Esta exposição é um gesto de reconhecimento àqueles que movem a noite de Campinas, músicos, produtores, casas, designers e público. Ao resgatar cartazes que circulavam pela cidade, buscamos preservar a memória visual e sonora de uma cena viva que, muitas vezes, é apagada pela efemeridade das redes. Espero que a mostra funcione como arquivo, celebração e incentivo à continuidade das práticas culturais que fizeram e fazem nossa comunidade mais rica”, afirma Smeke.

Músico desde meados da década de 1990, Smeke também construiu trajetória no teatro. Em 2002 recebeu, pela APTC (Associação dos Profissionais de Teatro de Campinas), o prêmio de Melhor Ator pela peça Homens de Papel e, em 2009, escreveu e dirigiu Odeio Teatro, apresentada no Centro de Convivência Cultural. Paralelamente, participou de diversas bandas e projetos musicais, vivência que lhe permitiu acompanhar de perto as transformações da cena artística campineira e reunir um acervo que agora se torna público.

Conheça todos os músicos que vão participar da jam session e os bares e casa de shows contemplados pela exposição: https://docs.google.com/document/d/1QsXK_8Lw3KV1ckVVwB7LXpalFrt8TYTk/edit.

Link dos os cartazes que serão expostos: https://drive.google.com/drive/folders/1gd3cjBEzPIT8C1nblg2iFGlyCgM9PnYA

Serviço
Exposição Eco dos Palcos
Quando: de 13 de julho a 13 de agosto
Onde: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS Campinas) – Palácio dos Azulejos (Rua Regente Feijó, 859 – Centro)
Entrada: Gratuita
Horário: de terça a sexta-feira, das 9h às 18h30; sábados, das 10h às 16h. Fechado aos domingos e feriados
Abertura: 13 de julho, segunda-feira, das 19h às 22h, com jam session, discotecagem de Riva Rock, food trucks e feira de artes
Apoio: Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura Municipal de Campinas, Museu da Imagem e do Som de Campinas e Sanasa.

MIS recebe mostra que resgata 15 anos da cena musical da cidade Read More »

DPBEA promove mais uma feira de adoção no Centro de Convivência

O Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes, no Cambuí, recebe neste domingo(5), mais uma edição da Campet – Feira de Adoção de Animais promovida pelo Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal (DPBEA). O evento ocorre das 9h às 13h, e contará com a presença de cinco cãezinhos saudáveis que estão sob a guarda da Prefeitura, à espera de um novo lar.

Os pets foram recolhidos das ruas pelo Samu Animal e, depois de tratados, vermifugados, castrados e microchipados, foram colocados para adoção.

Serviço
Campet – Feira de Adoção de Animais
Realização: Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal (DPBEA) da Prefeitura de Campinas
Data: 05/07/2026 (domingo)
Horário: das 9h às 13h
Local: Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes
Endereço: Praça Imprensa Fluminense, s/n, Cambuí

DPBEA promove mais uma feira de adoção no Centro de Convivência Read More »

Brasil derrota o Japão e vai às oitavas de final na Copa do Mundo

O sonho do hexa segue vivo para o Brasil na Copa do Mundo de 2026. Nesta segunda-feira (29), a seleção brasileira venceu o Japão por 2 a 1 em Houston (Estados Unidos), pelos 16 avos de final.

Após um primeiro tempo marcado por nervosismo, erros de passe – como o que resultou no gol japonês – e controle adversário, a equipe de Carlo Ancelotti conseguiu pressionar os Samurais Azuis (apelido da seleção nipônica) na etapa final e ter a paciência necessária para, nos acréscimos, ser recompensada com o gol dramático do atacante Gabriel Martinelli, que saiu do banco para decidir a classificação.

Nas oitavas de final, o Brasil aguarda o ganhador de Noruega e Costa do Marfim, que se enfrentam às 14h (horário de Brasília) desta terça-feira (30), em Dallas. O duelo será no domingo (5), às 17h, em Nova Jersey, também nos Estados Unidos.

Pressão

O Brasil voltou do intervalo com o atacante Endrick no lugar de Lucas Paquetá. O meia deixou o gramado com dores na coxa esquerda e teve de ser substituído.

O desenho do segundo tempo era claro: Japão recuado e Brasil no ataque, apostando no jogo aéreo. Aos seis minutos, Danilo cruzou pela direita e o volante Bruno Guimarães, de cabeça, obrigou Suzuki a uma bela defesa. Aos oito, Rayan levantou na área, o lateral Douglas Santos apareceu pela esquerda e ajeitou para Casemiro escorar na frente do gol. O zagueiro Takehiro Tomiyasu salvou em cima da linha.

A insistência deu resultado no minuto seguinte. O zagueiro Gabriel Magalhães recebeu de Vinícius Júnior perto da grande área pela esquerda e cruzou na medida para Casemiro superar o meia Keito Nakamura pelo alto e mandar para as redes de cabeça.

O empate animou o Brasil e assustou os japoneses. Aos 12, Vinícius Júnior fez grande jogada pela esquerda, colocando a bola entre as pernas de Tomiyasu, invadindo a área, deixando Sano para trás com um drible de corpo e chutando de bico, cruzado, acertando a trave.

Paciência 

Com o jogo fluindo pelos lados, Ancelotti colocou Gabriel Martinelli no lugar de Matheus Cunha. Ele e Vinícius Júnior passaram a se revezar pela esquerda, um aberto em campo, próximo à lateral, e o outro por dentro, junto com Endrick.

A intensidade dos primeiros minutos da etapa final caiu, mas o Brasil seguiu ocupando o campo ofensivo. O jogo se tornou um teste de paciência. A seleção verde e amarela tocava a bola, procurando espaços e o melhor momento para tentar um passe em profundidade, um chute ou um bom cruzamento. O Japão, com postura claramente reativa, estava armado para, no primeiro erro, sair em velocidade no contra-ataque.

O duelo caminhava para a prorrogação e Casemiro tinha acabado de ser substituído com dores (Fabinho entrou) quando brilhou a estrela de Gabriel Martinelli. Aos 49 minutos, Bruno Guimarães recebeu de Rayan e deixou o atacante frente a frente com Suzuki. O camisa 22 bateu cruzado e a bola ainda encostou na trave esquerda antes de explodir a massa brasileira, maioria dos 68 mil torcedores presentes em Houston.

Brasil derrota o Japão e vai às oitavas de final na Copa do Mundo Read More »

Rolar para cima