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O esportivo BMW M135 xDrive é simplesmente espetacular

Um dos hot hatches mais emocionantes do mercado já está à venda no Brasil. A quarta geração do BMW M135 xDrive é um “brinquedo” de respeito: 317 cavalos de potência e aceleração de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos.

Lançado há 20 anos, o BMW Série 1 foi totalmente renovado em sua quarta geração. Com carroceria hatch e tamanho compacto, a boa distância do entre-eixos (2,67 m) garante espaço interno para até quatro passageiros.

Porta de entrada para os carros da linha M Performance, o M135 deixa claro o DNA da marca alemã, com linhas esportivas, capô alongado, faróis afilados e a grade tradicional da BMW.

Muito interessante é a grande entrada de ar inferior, que dá uma aparência mais baixa, esportiva e colada à estrada. Os faróis de LED de série incluem elementos verticais para as luzes diurnas e indicadores de direção. A iluminação de contorno para a grade, chamada BMW Iconic Glow, é de série.

A traseira deixa evidente a pegada esportiva do modelo. As lanternas têm design imponente e invadem a tampa do porta-malas. O para-choque, o spoiler e as duas saídas duplas de escapamento garantem ainda mais um aspecto esportivo e de agressividade. As rodas são de 19 polegadas.

O propulsor, que garante um desempenho de carro de corrida, é um TwinPower, turbo, de dois litros e quatro cilindros em linha. São 317 cavalos e 400 Nm de torque, acoplados ao câmbio Steptronic de dupla embreagem e 7 marchas. A tração é integral xDrive. Com esse conjunto, o hatch acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,9 segundos, e a velocidade máxima é limitada a 250 km/h.

Sem o limitador, a velocidade seria bem maior. Não é uma lei, mas sim um acordo entre as principais marcas alemãs, para não produzir carros de rua, excluídos os superesportivos, com velocidade máxima superior a 250 km/h.

Por dentro, o novo BMW M135 xDrive oferece ao motorista e passageiros o máximo em esportividade. Os bancos inteiriços contam com logotipo M iluminado e, apesar da esportividade, entregam conforto e apoio curvo. O volante M tem revestimento em couro, conta com marcação de 12 horas e também abriga aletas para trocas de marcha manuais. Os acabamentos internos com iluminação dinâmica, feitos de alumínio fresado, também contribuem para um ambiente refinado e esportivo.

O modelo dispõe de duas telas: uma de 10,25 polegadas, que é o painel de instrumentos, e a outra, multimídia, de 10,7 polegadas. A conectividade fornece serviços como chamada de emergência, aviso de manutenção por telemetria, navegação com informação de trânsito em tempo real, portais de notícias, clima e aplicativos.

Destaque para a Digital Key Plus, que substitui as chaves físicas do veículo para a abertura das portas e ignição do motor. A tecnologia está disponível para modelos compatíveis da Apple e Samsung. O cliente também pode compartilhar chaves de forma totalmente digital, por envio de mensagem.

Há ainda os serviços remotos que podem ser acionados a partir do app My BMW, como trancar e destrancar as portas, buzinar, climatizar, localizar o veículo e enviar destinos diretamente ao sistema de navegação. Ainda é possível utilizar aplicativos de smartphones, com preparação para Apple CarPlay e Android Auto sem fio.

Acelerando

Num breve teste drive que fizemos na região de Itu-SP, o novo BMW M135 xDrive deixou claro porque recebe a letra “M” (Motorsport – divisão esportiva da marca). A agilidade, estabilidade, frenagem e performance são impressionantes.

Além do desempenho, a estabilidade é fantástica, graças à tração integral e ao equilíbrio da suspensão (McPherson na frente e multilink atrás). Com tanta disposição, o M135 precisa parar rápido. Com enormes discos de freio ventilados com pinças de quatro pistões, o esportivo para em espaços muito curtos e sem nenhum desvio. O “brinquedo” passa muita segurança e confiabilidade em qualquer situação. Realmente, é quase um carro de corrida que tem a autorização de andar nas ruas.

Preço
BMW M135 xDrive: R$ 459.950,00.

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Quarenta e uma empresas em Portugal reduzem escala para 4×3

Com o livro Sexta-Feira é o Novo Sábado, o professor de economia da Universidade de Londres, o português Pedro Gomes, tem divulgado os casos de 41 empresas em Portugal que decidiram, por conta própria, reduzir a escala para quatro dias de trabalho por três de descanso (4×3).

O especialista da Escola de Negócios da universidade londrina sustenta que a redução da jornada não só é viável, como pode “salvar a economia”, sendo benéfica para o conjunto da economia e da sociedade.

Em relação ao Brasil, o especialista avalia que o país tem condições de reduzir a jornada para 40 horas semanais e acabar com a escala 6×1. A pesquisa de Gomes aponta que a mudança reduz as faltas ao trabalho, diminui a rotatividade nos empregos e incentiva a indústria do lazer e do entretenimento.

“Há muito alarmismo econômico contra a redução da jornada de trabalho. Qualquer redução, em qualquer país que eu vou, dizem exatamente o mesmo: que é impossível reduzir, que vai aumentar os custos para a empresa”, comentou.

À reportagem, o economista português disse que o aumento da produtividade – quando a empresa consegue produzir mais com menos tempo de trabalho –, pode compensar os custos da redução da jornada.

“O que, historicamente acontece, em todas as reduções do tempo de trabalho, é que há um aumento da produtividade por hora. Existem melhoras, na forma como estamos a produzir, que compensam em grande medida, do ponto de vista das empresas, essa redução do tempo de trabalho”, explicou.

Sexta é o novo sábado

O autor analisou a redução da jornada voluntária para 4×3 em 41 empresas portuguesas que somam mais de mil empregados, de diferentes setores e tamanhos.

Dessas companhias, 52% afirmam que vão manter a jornada reduzida para quatro dias de trabalho; 23% dizem que vão manter a jornada reduzida, mas em uma escala menor; e apenas 19% disseram que vão retomar a jornada de 5×2.

Para mais de 90% das empresas, a mudança não teve custos financeiros, com 86% informando que aumentaram as receitas em relação ao ano anterior, sendo que 14% tiveram receitas menores. Cerca de 70% delas ainda concordam que melhoraram os processos da companhia após a mudança.

“A semana de trabalho de quatro dias é uma prática de gestão legítima e viável, que proporciona benefícios operacionais às empresas, como melhor ambiente de trabalho, redução do absentismo [faltas] e aumento da atratividade no mercado de trabalho. No entanto, para ser bem-sucedida, a sua implementação requer uma reorganização profunda”, escreveu Gomes.

Entre as mudanças organizacionais realizadas pelas empresas portuguesas, a mais frequente foi a diminuição da duração das reuniões.

Indústria do lazer

O tempo que o empregado ganha com a redução da jornada tem também um valor econômico que incentiva as indústrias do lazer, do entretenimento, e que tem um efeito positivo para o conjunto da economia.

“Os trabalhadores também são consumidores. Eles também são inovadores, também são cidadãos, têm estudantes e, portanto, o que eles fazem no tempo livre tem um impacto econômico”, explicou.

Pedro Gomes cita o exemplo do industrial Henry Ford, dono da montadora Ford, nos Estados Unidos (EUA), que reduziu, em 1926, há 100 anos, a jornada de trabalho na sua empresa para 40 horas semanais, consolidando o final de semana de dois dias.

“Quando os EUA reduziram para 40 horas, 70% das pessoas passaram a ir ao cinema. Isso fez consolidar Hollywood como uma das principais indústrias americanas. Foi muito positivo para empresas ligadas aos esportes, à música, aos livros, à cultura, aos hotéis”, disse Pedro.

Ainda segundo o economista, “é um passo que já foi feito há 100 anos nos EUA e, portanto, está mais do que na hora do Brasil, e os outros países da América Latina, façam essa passagem para as 40 horas”.

O economista cita ainda o caso da China, que, em 1995, adotou o final de semana de dois dias para parte dos trabalhadores do país.

“Não foi para toda a gente, foi mais para uma classe média. Mas pouco depois, o mercado de turismo interno da China se tornou o maior do mundo porque eles tiveram tempo para viajar. E o Brasil tem um potencial enorme de turismo”, completou

Em Portugal, a jornada de trabalho foi reduzida de 44 horas para 40 horas em 1996.

Faltas e rotatividade

Outro efeito positivo da jornada menor é a redução das faltas ao serviço e a menor rotatividade no emprego, o que aumenta a capacidade de conciliar trabalho com família, sendo especialmente benéfico para as mulheres.

“A rotatividade de trabalhadores e altos níveis de absentismo (faltas) tem um custo enorme para as empresas. Com menos horas trabalhadas, eles vão faltar menos e vão querer sair menos do trabalho, reduzindo a rotatividade”, disse.

Comércio aos sábados

O pesquisador Pedro Gomes acrescentou que algumas das empresas que ele pesquisou não precisaram fechar o comércio no sábado, ou em outro dia, por causa da redução da jornada. Muitas companhias passaram a adotar escalas com menos trabalhadores nos dias de fluxo mais baixo.

“Se vê que tem menos fluxo de clientes nas terças e quartas, então dá mais dias livres aos trabalhadores naqueles dias de menor movimento. Ficam menos trabalhadores na loja, mas a loja fica aberta.”

Para Gomes, as empresas têm a tendência de rejeitar mudanças na extensão da jornada de trabalho, ainda que ela traga benefícios.

“Há muitas escolhas do lado das empresas, só que, muitas vezes, elas não querem pensar nisto. Vão pensar depois da legislação. Não conseguem perceber antes os benefícios que vão ter”, ponderou.

PIB

O economista rejeita a previsão de estudos que apontam para uma possível queda no Produto Interno Bruto (PIB) caso a redução da jornada e o fim da escala 6×1 seja aprovada no Brasil.

O autor Pedro Gomes verificou 250 casos de redução de jornada pela via legislativa que ocorreram no mundo a partir de 1910. Nos cinco anos antes da reforma, a média de crescimento do PIB foi de 3,2%, subindo para 3,9%, em média, após a redução da jornada de trabalho.

“Esses efeitos sobre a produtividade por hora foram muito significativos e compensaram amplamente a redução da jornada de trabalho. Além disso, todos esses outros efeitos macroeconômicos também tiveram impacto [no PIB]”, explicou.

Para o professor de economia, a grande quantidade de horas que o trabalhador brasileiro passa no deslocamento para o serviço também justifica a redução da jornada de trabalho no Brasil.

“É uma razão adicional. Os trabalhadores vão melhorar muito a qualidade de vida, vão valorizar muito, e os custos para as empresas são muito mais baixos do que eles costumam argumentar”, finalizou. (Agência Brasil)

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Pastor Malafaia vira réu no STF por falas contra generais do Exército

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (28) tornar o pastor Silas Malafaia réu pelo crime de injúria contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva, e outros generais da corporação. 

Malafaia foi denunciado por injúria e calúnia pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por falas proferidas durante uma manifestação em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro, ocorrida em São Paulo.

Durante o ato, em abril do ano passado, o pastor, que é apoiador de Bolsonaro, chamou os generais de “frouxos, covardes e omissos”. Ele também disse que os militares “não honram a farda que vestem”.

O placar da votação ficou empatado em 2 votos a 2 e favoreceu o pastor. Os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino votaram pelo recebimento da denúncia pelos crimes de injúria e calúnia, conforme solicitação da PGR. No entanto, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia entenderam que Malafaia deveria responder somente por injúria.

Diante do impasse, os ministros aplicaram o entendimento de que o réu deve ser favorecido quando ocorre um empate na votação. Dessa forma, o pastor virou réu somente pelo crime de injúria.

Defesa

Durante a tramitação do processo, a defesa de Malafaia disse que o pastor usou “palavras fortes” para criticar os generais de forma genérica, sem citar nominalmente Tomás Paiva.

Os advogados também afirmaram que o pastor se retratou das declarações e acrescentaram que ele não pode ser julgado pelo STF porque não tem foro privilegiado. (Agência Brasil)

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BB lança boleto com Pix automático para pagamentos recorrentes

O Banco do Brasil (BB) anunciou nesta terça-feira (28) uma nova ferramenta para facilitar o pagamento de contas recorrentes: o boleto com Pix automático. A solução, inédita no país, permite que boletos mensais, como contas de luz ou mensalidades, sejam pagos automaticamente após uma única autorização do cliente.

A ferramenta pretende simplificar o processo tanto para quem paga quanto para empresas que recebem, reduzindo etapas e evitando atrasos.

Como funciona

O funcionamento é simples: ao pagar um boleto com Código QR via Pix, o cliente pode autorizar, naquele momento, que os próximos pagamentos sejam feitos automaticamente.

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Creche Bento Quirino promove “Feijoada do Bem” em Barão Geraldo

A Creche Bento Quirino, pilar da assistência social em Campinas, promove, no sábado, 23 de maio, das 12h30 às 16h30, a 22ª edição da “Feijoada do Bem”. O encontro solidário terá como cenário o Bar Candreva, em Barão Geraldo, unindo gastronomia e filantropia em prol da manutenção das unidades da entidade — Centro e Itatinga —, onde são atendidas 360 crianças e suas famílias.

O evento contará com um buffet de feijoada completa, com as carnes servidas separadamente, além de acompanhamentos à vontade (feijoada, arroz, couve, farofa, vinagrete, torresmo, mandioca) e três tipos de sobremesas: pudim, torta e cocada.

Pensando na comodidade do público, a organização disponibilizará a opção de kit para retirada, permitindo que a feijoada seja degustada em casa, além da possibilidade de doações diretas, para quem deseja apoiar a causa mesmo sem comparecer.

Para Mara Fioravante, presidente da Creche Bento Quirino, o evento é um marco no calendário de mobilização social da cidade. “É uma oportunidade de reunir amigos em torno de uma corrente de generosidade. Os recursos arrecadados são vitais para a manutenção das nossas unidades no Centro e no Jardim Itatinga, garantindo a continuidade do suporte integral que oferecemos a 360 crianças e seus familiares”, destaca.

Valores e reservas 

Os convites podem ser adquiridos pelos telefones (19) 99514-0604 (WhatsApp) e (19) 3231-2831. Os valores são: R$ 99,00 para consumo no local, R$ 85,00 para o kit de retirada e R$ 59,00 para crianças de 6 a 13 anos. O estacionamento está incluso no valor, e as bebidas serão pagas à parte.

O pagamento deve ser efetuado via chave PIX (CNPJ: 46.044.228/0001-84 – Sociedade Feminina de Assistência à Infância), com envio do comprovante pelo WhatsApp da instituição.

Impacto Social

Fundada em 1914 por iniciativa do bispo Dom Nery e viabilizada pelo legado do fazendeiro Bento Quirino dos Santos, a entidade carrega o título de primeira filiada à Federação das Entidades Assistenciais de Campinas (FEAC).

Gerida pela Sociedade Feminina de Assistência à Infância desde 1948, a Creche Bento Quirino transformou-se ao longo das décadas. O que nasceu como um orfanato hoje é um centro de Educação Infantil de excelência, atendendo crianças de 2 a 6 anos nas unidades I – Centro e II – Jardim Itatinga.

O trabalho é reconhecido pelo resgate de valores humanos e pelo suporte a famílias em situação de vulnerabilidade social.

A creche oferece desde alimentação e higiene até atividades lúdicas e educativas e é conhecida por projetos que resgatam brincadeiras antigas (amarelinha, corda, roda) para integrar pais e filhos, como forma de combater o isolamento digital e fortalecer a relação familiar.

Serviço
22ª Feijoada do Bem da Creche Bento Quirino
Data: 23 de maio de 2026
Horário: das 12h30 às 16h30
Local: Bar Candreva – Unidade Barão Geraldo (Avenida Albino J. B. de Oliveira, 1240, Campinas-SP)
Valores: R$ 99,00 (adulto) | R$ 59,00 (crianças de 6 a 13 anos) | R$ 85,00 (kit para retirada, incluindo feijoada, arroz, couve, farofa, vinagrete, torresmo e mandioca) | Horário da retirada: 12h às 14h
Estacionamento: gratuito
Bebidas: pagas à parte
Taxa de serviço: não há
Vendas e informações: (19) 99514-0604 (WhatsApp) ou (19) 3231-2831

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Simpósio gratuito para mães atípicas será no dia 6 em Campinas

A Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria de Políticas para as Mulheres, realiza o simpósio, gratuito, “Mães Atípicas” (aquelas que cuidam de filhos com deficiência, doença rara, transtorno ou condição que demandará tratamentos especiais ao longo da vida), no dia 6 de maio, no IAC – Instituto Agronômico de Campinas, das 8h30 às 13h.

“O objetivo do simpósio é oferecer às mães atípicas um espaço de acolhimento, informação e troca de experiências. A iniciativa busca oferecer apoio emocional, acesso à orientação qualificada e visibilidade às demandas, contribuindo para o fortalecimento dessas mulheres”, comentou a secretária de Políticas para as Mulheres, Alessandra Herrmann.

Neurodivergentes

No evento haverá uma sala sensorial em que terapeutas, psicólogos e especialistas em Transtorno do Espectro Autista (TEA) estarão disponíveis para acolher os filhos atípicos enquanto as mães estiverem participando do simpósio.

Acolhimento e troca de experiênciasO evento conta com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, da Comissão de Direitos das Pessoas com Deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Campinas e do plano da Primeira Infância Campineira (PIC), programa composto por um comitê de representantes do Poder Público e da sociedade civil que têm o objetivo de pensar e planejar a cidade para crianças de zero a seis anos.

Serviço
Simpósio de Mães Atípicas
Data: 6 de maio
Horário: das 8h30 às 13h
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/simposio-de-maes-atipicas/3384681
Entrada gratuito
Local: IAC (Instituto Agronômico de Campinas)
Endereço: Avenida Barão de Itapura, 1481, Campinas

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Mais de 50 mil pessoas devem deixar Campinas no feriado do Trabalho

O feriado do Dia do Trabalho, celebrado em 1º de maio, traz uma nova oportunidade para quem vai aproveitar a data para viajar. Por isso, a procura por passagens registra aumento, bem como o movimento do terminal de Campinas, que também tem um crescimento de passageiros e usuários. Neste ano, são esperados mais de 53.000 passageiros na rodoviária, que irão viajar em cerca de 3.790 ônibus. Por isso, é importante o passageiro se antecipar e garantir a compra da sua passagem.

Neste feriado prolongado, os destinos mais procurados a partir do terminal de Campinas são a Praia Grande (SP), Ubatuba (SP, Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Poços de Caldas (MG), Sorocaba (SP) e Belo Horizonte (MG).

É importante reforçar que as passagens compradas pela internet devem conter o selo de embarque (QR Code). Caso não haja, o passageiro deve passar na bilheteria da empresa para retirar o selo. Por isso, é importante chegar à rodoviária com antecedência de pelo menos 30 minutos em relação ao horário marcado de embarque.

“A partir do terminal de Campinas, os passageiros contam com diversas opções de destinos, tanto no Estado de São Paulo quanto em outras regiões do país”, afirma Clair do Valle Junior, gerente do Terminal Rodoviário de Campinas.

 

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Empresas aéreas terão linha de crédito para enfrentar alta de custos

As companhias aéreas ganharam uma nova ferramenta para lidar com o aumento recente de custos, especialmente com combustíveis. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (23) uma nova linha de crédito para ajudar as empresas do setor.

A iniciativa permite que empresas de transporte aéreo doméstico peguem empréstimos para capital de giro, dinheiro para manter as operações do dia a dia, como pagamento de fornecedores, salários e despesas imediatas.

A medida não reduz diretamente o preço das passagens, mas tenta evitar aumentos imediatos. Ao dar acesso a crédito mais barato, o governo espera que as empresas não precisem elevar preços rapidamente para cobrir os custos. (Agência Brasil)

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CATI lançará estudo sobre polinização da araucária no Festival do Pinhão

Entre abril e maio, a araucária produz sementes nas regiões sul e sudeste do Brasil. Em Cunha-SP, município que responde por 70% da produção paulista do pinheiro brasileiro, a colheita é de aproximadamente 800 toneladas por ano. Parte dela é consumida no Festival do Pinhão, que movimenta a praça central da cidade desde 2002.

Na festa, que chega a sua 24ª edição neste ano, a Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI) apresenta o Projeto Pinhão SP. Além do apoio técnico do órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA-SP), a iniciativa promove o manejo racional e sustentável da espécie e fomenta o plantio de araucária enxertada para produção precoce de semente.

“Nosso objetivo com a execução do projeto é fornecer uma alternativa de trabalho e renda para os agricultores da região, por meio do pinhão, que é uma cultura adequada às áreas declivosas e frias, que são comuns na Serra da Bocaina, e possuem baixa aptidão agropecuária para quase todas as outras explorações. Além disso, o intuito também é de promover a maior sustentabilidade na cadeia de pinhão, reduzindo a pressão de coleta nos remanescentes nativos”, explica o engenheiro agrônomo da CATI, Cesar Frizo.

Segundo ele, o pinhão é um alimento muito nutritivo, saudável e que ajuda a manter a floresta em pé, ao mesmo tempo em que gera renda para famílias rurais em regiões de poucas alternativas agropecuárias, por conta dos fatores limitantes de relevo, solo e clima. “Junto à associação de coletores e parceiros que vieram somar ao trabalho de extensão rural da CATI, estabelecemos a base para desenvolver o Pinhão SP na Serra da Bocaina, principal região produtora do estado, que abrange o nosso município de Cunha”, complementa o agrônomo.

Documento Técnico 138

No próximo sábado (25), durante o 24º Festival do Pinhão, será lançado o “Documento Técnico 138 – Monitoramento da polinização da araucária”. “Essa publicação da CATI apresenta um panorama técnico e estratégico sobre a produção e valorização do pinhão paulista, destacando seu potencial econômico, ambiental e social no contexto da agricultura sustentável. O material aborda práticas de manejo, conservação da espécie nativa e iniciativas de incentivo à cadeia produtiva, evidenciando o papel das instituições de pesquisa e extensão no fortalecimento da atividade. Além disso, traz reflexões sobre inovação, geração de renda e preservação ambiental, reforçando a importância do pinhão como recurso estratégico para o desenvolvimento rural no estado”, comenta Frizo, que é um dos autores do estudo.

No evento, a partir das 14h, o técnico ministrará, em conjunto com jovens coletores de sementes do pinheiro brasileiro, uma oficina prática de enxertia da espécie. Em seguida, ocorrerá uma palestra sobre o monitoramento da polinização da araucária em Cunha, na qual outro grupo de jovens coletores e a CATI apresentarão o Documento Técnico 138. Ainda no dia 25 de abril, o órgão da SAA-SP e a Associação dos Moradores, Produtores Rurais e Empreendedores da Estrada do Paraibuna (Amprasp) vão conduzir o Concurso do Maior Pinhão.

Serviço
Lançamento do Documento Técnico 138, da CATI, no 24º Festival do Pinhão
Quando: 25 de abril de 2026
Horário: 15h
Onde: Praça da Matriz – Rua Dom Lino, 54-118, Cunha (SP)
Entrada: gratuita

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Pesquisa indica que empresas têm dificuldade para contratar talentos

O mercado de tecnologia no Brasil enfrenta um cenário desafiador: 98% das empresas têm dificuldade para encontrar profissionais qualificados, uma realidade que freia o crescimento e a inovação. Esse dado é um dos destaques da pesquisa “Mercado de Trabalho Tech: Raio-X e Tendências”, desenvolvida pela Ford em parceria com o Datafolha, um dos mais renomados institutos de pesquisa do Brasil.

No estudo, foram entrevistados 250 líderes de RH e Tecnologia da Informação de médias e grandes empresas para compreender os principais desafios e tendências do setor. A amostra abrange profissionais responsáveis por contratações em todas as regiões do país, em segmentos como tecnologia, varejo, serviços, educação, finanças e saúde.

“Os dados revelados por este estudo inédito com o Datafolha reforçam que o descompasso entre a velocidade da inovação e a disponibilidade de profissionais qualificados é um dos grandes desafios do mercado hoje. Na Ford, acreditamos que enfrentar esse cenário exige democratizar o acesso ao conhecimento tecnológico conectado às demandas do mercado”, comenta Pamela Paiffer, diretora de Comunicação e Responsabilidade Social da Ford América do Sul.

Para enfrentar esse desafio, a Ford criou o Ford <Enter>, programa social de capacitação em tecnologia que já soma mais de 1.000 alunos formados desde 2022. “O programa foi desenhado para servir como uma ponte, capacitando talentos em situação de vulnerabilidade com as habilidades que as empresas buscam. O propósito dessa pesquisa é justamente identificar as lacunas de competências que o mercado apresenta e aprimorar o conteúdo do curso para acompanhar essa evolução”, completa Pamela.

Lacunas de qualificação 

A pesquisa revela que a dificuldade em encontrar profissionais na área de tecnologia é quase unânime no Brasil. Para 72% das empresas, a falta de conhecimento técnico é um dos principais desafios enfrentados, seguido pela ausência de experiência (54%), o que acende um alerta sobre a formação e o desenvolvimento de talentos no país.

Consequentemente, o tempo para preencher vagas se estende. Apenas 14% das empresas conseguem fazer a contratação em menos de um mês, enquanto 50% levam entre um e dois meses, 24% demoram de dois a três meses e 11% chegam a exceder quatro meses de busca. O LinkedIn consolida-se como a principal ferramenta de recrutamento para 60% das organizações.

Competência técnica

Quando o assunto são as habilidades técnicas, a pesquisa aponta que as posições mais difíceis de preencher são as de especialistas em IA (35%) e engenheiros de software (31%). Em linha com essa demanda, conhecimentos em Segurança da Informação (30%) e Inteligência Artificial e Machine Learning (29%) são os mais escassos.

Porém, ter competência técnica já não é suficiente. A pesquisa destaca que 37% das empresas frequentemente, ou sempre, rejeitam candidatos tecnicamente aptos devido à falta de “soft skills”. As habilidades comportamentais mais difíceis de encontrar são Inteligência Emocional (36%) e Pensamento Crítico e Capacidade de Resolver Problemas (33%). Outro ponto crítico é o idioma: 78% das empresas desclassificam candidatos que não possuem domínio do inglês.

“A pesquisa mostra que precisamos ir além da qualificação técnica. A demanda por habilidades como inteligência emocional e pensamento crítico é imensa e continuará crescendo. Com o Ford <Enter>, focamos em uma formação abrangente que prepara o indivíduo não apenas para a atuação técnica, mas para os desafios de um mercado em constante evolução”, diz Fernanda Ramos, diretora de Recursos Humanos da Ford América do Sul.

Geração Z 

O estudo também revela as prioridades da Geração Z e os desafios da diversidade. Segundo as empresas entrevistadas, para esses jovens talentos o salário (53%), a flexibilidade na jornada de trabalho (49%) e equilíbrio entre vida pessoal e profissional (39%) são os principais fatores na hora de decidir onde trabalhar. Paralelamente, 93% das companhias admitem ter dificuldades em encontrar candidatos de grupos sub-representados, o que reforça a relevância de programas como o Ford <Enter>, que oferece oportunidades de qualificação para pessoas em condição de vulnerabilidade.

O futuro do trabalho 

Projetando os próximos dois anos, a Inteligência Artificial é citada por 46% das empresas como o principal motor de mudança no mercado de tecnologia. A necessidade de qualificação profissional aparece em segundo lugar (29%), seguida por inovações tecnológicas (17%). A pesquisa prevê ainda que as “soft skills” serão as habilidades mais difíceis de encontrar no futuro (citadas por 50% das empresas), superando as “hard skills” (44%).

“A pesquisa mostra que a Inteligência Artificial já está mudando o mercado, mas para que ela entregue valor real é preciso ter dados organizados, contexto e profissionais preparados para transformar informação em decisão. Quando vemos que IA, Machine Learning e Segurança da Informação estão entre as áreas mais difíceis de contratar, fica claro que o desafio das empresas é duplo: investir em tecnologia e, ao mesmo tempo, desenvolver talentos e fortalecer sua base de dados”, diz Djalma Brighenti, diretor de TI da Ford América do Sul.

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