Das vagas oferecidas pela Secretaria de Trabalho e Renda no Feirão da Qualificação Profissional, 84% (1.801) são da para as áreas de informática e tecnologia. Esses números reforçam o bom momento do mercado de trabalho em Campinas, que precisa cada vez mais de mão de obra qualificada. Com todos os cursos gratuitos, o feirão é um programa que oferece mensalmente qualificação profissional ao público jovem.
Uma das empresas participantes do feirão é a Microlins. A escola profissionalizante oferece 850 vagas e 400 são para tecnologia e informática. O diretor da escola em Campinas e responsável pelo projeto, Márcio Ferreira, diz que as vagas foram descentralizadas para atender o maior número possível de pessoas.
“Nós disponibilizamos nossas unidades no Campo Grande, Ouro Verde e no centro da cidade. Fizemos isso para que o jovem possa estudar onde for mais fácil na rotina dele. Nós somos procurados semanalmente por empresas ávidas por candidatos qualificados e essa oportunidade de qualificação está sendo oferecida,” explica. Além dos cursos de tecnologia a escola oferece oportunidade para curso básico de inglês e PDP (Programa de Desenvolvimento Pessoal).
Outra empresa que oferece muitas oportunidades em tecnologia é a Softex, especializada em promover políticas públicas para o ecossistema da tecnologia e inovação. A instituição disponibiliza no feirão 950 vagas em cursos como Data Science, Desenvolvimento back-end node JS, Devops containers, entre outros.
Carlos Passos diretor da empresa e responsável pelo projeto explica que o treinamento oferecido prepara os alunos para conhecer a realidade do mercado, aumentando a possibilidade de empregabilidade.
“Essa é uma área muito disputada, mas esse “casamento” entre o que o mercado procura e o preparo dos alunos tem sido um grande desafio. Por isso eles terem acesso a um curso como esse faz toda diferença,” argumenta.
O secretário de Trabalho e Renda, Paulo Sérgio de Andrade, traça um paralelo entre os cursos oferecidos e a vocação tecnológica de Campinas. “A nossa cidade é a capital da tecnologia, portanto, é natural que as escolas estejam preparadas para oferecer capacitação volta a essa área. Isso é muito bom para os jovens que conseguem ter uma base sólida para conhecer uma área que tende a pagar bons salários,” explica.
Qualificação
O Feirão da Qualificação Profissional da Prefeitura de Campinas segue com inscrições abertas. Para mais informações e acesso a lista geral de vagas basta acessar o site: https://cpat.campinas.sp.gov.br/
Com mais de 60 anos inovando com tecnologias para a Fórmula 1, a McLaren está em uma posição vantajosa para fornecer soluções automotivas que estabelecem os padrões na engenharia de supercarros.
E é com a fibra de carbono que as capacidades inovadoras da McLaren estão fortemente representadas. Leve, forte e rígida, a McLaren está agora se aproximando de meio século como líder mundial nesta área altamente técnica da ciência dos materiais e continua a ultrapassar os limites do que é possível.
A fibra de carbono desempenha um papel essencial na entrega de supercarros com a melhor combinação possível de atributos de estrada e de pista. Todos os carros de produção da McLaren desde o primeiro, o McLaren F1, foram baseados em um chassi feito desse compósito.
O baixo peso e a rigidez do material são fundamentais para proporcionar um desempenho de referência e uma dinâmica emocionante, mas também uma qualidade de condução líder na sua classe e os benefícios adicionais de eficiência. Sua resistência proporciona segurança, garantia e durabilidade. É o material perfeito para criar uma plataforma com soluções incríveis, permitindo aos designers criar carros com uma estética e eficiência aerodinâmica superlativas.
É uma tecnologia firmemente enraizada no legado da McLaren na Fórmula 1 e parte essencial de seu DNA:
MP4/1 (1981)
O MP4/1 revolucionou a Fórmula 1 como o primeiro carro de corrida a usar um chassi monocoque totalmente em fibra de carbono. A sua estrutura leve e rígida melhorou significativamente a segurança e o desempenho. Projetado por John Barnard, este chassi pioneiro levou à ampla adoção da fibra de carbono no automobilismo, mudando para sempre o design dos carros de F1.
A introdução de carros com chassi de fibra de carbono no esporte deu início a uma nova era na Fórmula 1. A superioridade da fibra de carbono do ponto de vista da segurança foi demonstrada de forma espetacular no Grande Prêmio da Itália de 1981. O piloto da McLaren, John Watson, saiu ileso de um grave acidente a mais de 220 km/h.
Foi um momento importante para convencer todo o paddock da Fórmula 1 de que a tecnologia de chassis de fibra de carbono era o futuro da segurança na categoria. O potencial de desempenho de um chassi de carbono ficou claro quando Watson venceu o Grande Prêmio da Inglaterra daquele ano com mais de 40 segundos de vantagem sobre o segundo colocado.
McLaren F1 (1993)
Das muitas características de design inovadoras do McLaren F1, a utilização de um chassi monocoque e de uma carroceria em fibra de carbono, enfatizando o peso mínimo e a máxima rigidez estrutural, estavam entre as mais importantes. Pioneiro no uso do material em carros de rua, o F1 ostentava um desempenho incomparável devido ao seu baixo peso (apenas 1.140 kg) e à imensa potência (627 cv) do seu motor V12 de 6,1 litros.
O monocoque de fibra de carbono – projetado usando design e análise de dados auxiliados por computadores de última geração – permitiu ao F1 alcançar uma relação peso-pótência significativa, nunca antes vista em carros de estrada, tornando-se um ícone da engenharia de supercarros.
Foi a plataforma sobre a qual não só foi construído o carro de rua mais rápido do mundo, alcançando uma velocidade máxima de 394 km/h no campo de provas de Ehra-Lessien, na Alemanha, mas que também conduziu o F1 GTR à vitória nas 24 Horas de Le Mans de 1995.
McLaren 12C (2011)
O 12C, primeiro carro produzido pela marca no moderno McLaren Production Center, apresentou o MonoCell, uma estrutura de fibra de carbono de peça única que proporcionava rigidez e leveza sem precedentes em um automóvel de rua. O desenvolvimento do chassi levou a história da fibra de carbono da McLaren para o século XXI. O MonoCell foi a espinha dorsal da primeira linha de supercarros produzidos em massa totalmente construída em fibra de carbono, proporcionando os benefícios desse tipo de construção de chassi em uma escala nunca vista antes na indústria automotiva.
O MonoCell foi uma das várias tecnologias revolucionárias introduzidas pelo 12C no segmento dos supercarros, ao mesmo tempo que foi um dos elementos centrais na criação do DNA dos supercarros modernos da McLaren, estabelecendo as bases para o futuro. Suas vantagens sobre as estruturas de alumínio ainda populares na época não estavam apenas no incrível peso de apenas 75 kg, mas também no nível de rigidez torcionalque permitia ao 12C Spider dispensar reforço adicional no chassi – uma solução que se estende a todos os conversíveis da McLaren criados até o momento.
McLaren P1 (2013)
Apenas dois anos após o lançamento do 12C, a McLaren revolucionaria mais uma vez a tecnologia de supercarros de fibra de carbono com o lançamento do McLaren P1, em 2013. Este segundo exemplar da linhagem de carros “1” da McLaren deu mais um passo à frenteatravés do uso de uma estrutura de carroceria totalmente em fibra de carbono, incorporando não apenas o teto e as estruturas inferiores, o teto e a cavidade de entrada de ar do motor; mas também a bateria e a carcaça dos componentes eletrônicos de potência que foram parte integrante do trem de força híbrido de alto desempenho do P1, em uma estrutura conhecida como MonoCage.
Toda a estrutura pesava apenas 90 kg – uma obra-prima da engenharia que provou ao mundo que a eletrificação não significa necessariamente comprometer o peso total do veículo e pode desempenhar um papel fundamental na entrega de desempenho num verdadeiro supercarro.
McLaren 720S (2017)
O 720S introduziu a estrutura de fibra de carbono Monocage II que ainda hoje é empregada pelo McLaren 750S, aumentando ainda mais a rigidez e reduzindo o peso em comparação com seu antecessor, o MonoCell. A estrutura leve compreende agora toda a célula de passageiros. Este avanço significativo na tecnologia monocoque de carbono em supercarros de produção em série proporcionou não apenas desempenho e dinâmica premiados, mas também melhorias na ergonomia, na visibilidade e no design.
Os pilares do teto incrivelmente finos do Monocage II resultam numa excelente visibilidade através do para-brisas e, combinados com os pilares B posicionados atrás no cockpit da cabine, o Monocage II contribui para uma sensação de espaço excepcional. As soleiras do Monocage II descem até onde estão os pés dos ocupantes, para facilitar a entrada e saída. As dramáticas portas diédricas de painel duplo articulam-se para frente e para cima à medida que se abrem. A célula de carbono proporcionou um supercarro tão fácil de entrar e sair quanto de extrair o máximo desempenho.
E tal como as vantagens introduzidas pelo MonoCell, a versão Spider do 720S e posteriormente do 750S apresentam uma estrutura traseira superior personalizada em fibra de carbono, sem a necessidade de reforço adicional, garantindo uma dinâmica emocionante e um aumento mínimo de peso.
Centro de tecnologias
A abertura do McLaren Composites Technology Centre (MCTC) em Sheffield, Reino Unido, em 2018, marcou um investimento de £ 50 milhões na primeira unidade de produção independente da McLaren fora de Woking. Esta instalação de classe mundial, formada por meio de uma parceria entre a McLaren Automotive, o AMRC da Universidade de Sheffield e a Câmara Municipal de Sheffield, pretende ser um centro de excelência em engenharia e pesquisa de compósitos, mas também na produção de tubos de fibra de carbono de nova geração que possam ser integrados diretamente com futuras tecnologias de trem de força.
As primeiras peças de produção de fibra de carbono a serem fabricadas no MCTC seriam para o incrível e ultraleve McLaren 765LT, com a asa traseira ativa do carro, para-choque traseiro e piso dianteiro, projetados, desenvolvidos e fabricados no MCTC.
McLaren Artura (2021)
O McLaren Artura introduziu a McLaren Carbon Lightweight Architecture (MCLA), projetada especificamente para integrar uma nova geração de motores híbridos de alto desempenho. Mais leve e mais forte que o chassi anterior, o MCLA suporta o trem de força V6 híbrido do Artura, ao mesmo tempo em que continua a otimizar e desenvolver ainda mais as vantagens estruturais do uso de um monocoque de fibra de carbono.
Fabricado na primeira grande instalação da McLaren fora de sua sede em Woking, o MCLA é fabricado no McLaren Composites Technology Center em Sheffield. O MCLA marca um momento revolucionário na tecnologia monocoque de fibra de carbono, melhorando não apenas os benefícios de leveza e rigidez anteriormente desenvolvidos nas estruturas MonoCell e MonoCage II, mas incorporando uma célula de segurança para a bateria do sistema híbrido usado pelo Artura e integrando ainda mais funcionalidade de colisão e suporte de carga no chassi.
As tecnologias revolucionárias da McLaren também permitiram que o monocoque de fibra de carbono MCLA do Artura fosse produzido em volumes nunca antes alcançados. E com o lançamento do Artura Spider, a McLaren continua seu DNA de conversíveis leves, sem nenhum fortalecimento ou reforço adicional para o chassi do Artura Spider.
McLaren W1 (2024)
O McLaren W1 dá continuidade à evolução do DNA leve da fibra de carbono da McLaren com a chegada do Aerocell, nosso tubo de fibra de carbono mais radical e tecnologicamente avançado já projetado para um carro de estrada. Construída com fibra de carbono pré-impregnada, esta tecnologia – usada no Solus GT, exclusivo para as pistas – utiliza compósito pré-impregnado com um sistema de resina que simplifica o processo de cura. O tratamento de pressão é então aplicado no molde, o que confere à Aerocell maior resistência estrutural do que banheiras comparáveis.
McLaren Automotive
Quilo por quilo, resulta em uma estrutura mais leve que elimina a necessidade de carroceria adicional em locais no exterior do carro – um benefício de leveza explorado no design do W1. O Aerocell também foi projetado como um elemento-chave do pacote aerodinâmico extremo do W1, fazendo uso do verdadeiro efeito solo, obtido ao elevar o piso do monocoque em 65 mm, o que elevou a posição dos pés e subiu para 80 mm em direção à frente do Aerocell. Ao mesmo tempo, para reduzir o comprimento do Aerocell – e de todo o veículo – foi tomada a decisão de fixar a posição do assento e incorporar assentos no monocoque. Ao reduzir a distância entre eixos em quase 70 mm, isto também tem a vantagem adicional de poupar ainda mais peso.
O McLaren W1 também apresenta a introdução da tecnologia de fibra de carbono de próxima geração da McLaren, ART. Tornada possível através do desenvolvimento da inovadora técnica de fabricação de deposição de “alta taxa” Automated Rapid Tape, a fibra de carbono McLaren ART abre novas possibilidades para os engenheiros. Mais leve e mais rígida, produzida com menos resíduos e permitindo a rápida criação de peças otimizadas de fibra de carbono com propriedades especializadas, a asa dianteira ativa do McLaren W1 estreia esta nova tecnologia.
A fibra de carbono é parte integrante da história da McLaren e uma parte essencial do nosso DNA. Permite-nos entregar supercarros superleves com os melhores atributos dinâmicos e continua a ser uma área de exploração técnica com muito a descobrir e muitos mais ganhos a serem obtidos”, explica Michael Leiters, CEO da McLaren Automotive.
Muito agressiva no mercado nacional no segmento de eletrificados, a BYD apresentou no último final de semana a picape hibrida Shark. A nova picape chinesa é muito potente, conta com a tecnologia DMO, que combina um motor turbo de 1,5 litro e um motor elétrico com a bateria blade de 29.6 kWh de capacidade. Apesar de muito tecnológica e luxuosa, a Shark, segundo a marca, tem bom desempenho também no off-road.
Sistema
A tecnologia da picape alterna entre diferentes modos de condução, conforme a necessidade. Quando usada somente no modo elétrico a Shark tem uma autonomia de até 100 quilômetros, o que pode ser uma grande vantagem, principalmente no uso urbano. De acordo com os testes feitos pelo Inmetro, no PBEV – Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, o utilitário possui um consumo gasolina/eletricidade médio de até 24,6km/l na cidade e 19,9 km/l na estrada.
Quando se alia o motor elétrico e o de combustão, a potência chega a incríveis 437 cavalos e um torque combinado de 65 KGf.m. Isso permite uma aceleração de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos. É mais rápida que muito esportivo á venda no mercado nacional. A velocidade máxima é de pouco mais de 180 quilômetros por hora. São números impressionantes para uma picape que pesa 2.720 quilos.
Tecnologia
Em termos de tecnologia, a Shark se destaca por oferecer o head-up display, que projeta no vidro do motorista, a velocidade, navegação e informações do ADAS, dentre outras informações importantes, proporcionando segurança já que o condutor não precisa tirar o olho da estrada.
O painel da caminhonete oferece um ecossistema totalmente integrado, possibilitando aos motoristas, através de comandos de voz, gerenciar de maneira intuitiva os modos de condução, ajustar as configurações de ar-condicionado e executar diversas tarefas.
Ainda é possível gerenciar remotamente por meio do aplicativo BYD, diversas funções do carro à distância, como ligar o veículo, acionar os faróis, ativar o ar-condicionado, destrancar as portas, ajustar a ventilação e o aquecimento dos assentos, além de outras funcionalidades.
Segurança
Além de seu bom desempenho, a BYD Shark tem de maneira integrada a bateria blade no chassi de aço, através da tecnologia CTC (cell to chassis). Segundo a marca chinesa, isso garante uma proteção elevada. A bateria funciona tanto como unidade de energia quanto parte da estrutura do veículo.
Em termos de tecnologia a nova picape vem com um Sistema Avançado de Assistência ao Motorista (ADAS) com controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência, assistente ativo de faixa, reconhecimento de placas de trânsito, sensor de ponto cego, alerta para abertura de portas, câmera 360º e alerta de tráfego cruzado.
Design
Com um design muito agressivo inspirado num tubarão, a Shark é grande, tanto por fora, como por dentro. A picape chinesa mede 1,92 m na altura, 5,45 m comprimento e 1,97 m de largura. O entre eixos é de 3.260 mm, o que proporciona um bom espaço interno. A caçamba tem capacidade de receber cargas de até 790 quilos e uma possibilidade de rebocar 2.500 quilos.
Na caçamba também estão três tomadas que permite conectar aparelhos externos, como TV, geladeira, iluminação etc.
A marca está dando seis anos de garantia, sem limite de quilometragem, oito anos na bateria (mas é bom quando for adquirir qualquer modelo eletrificado olhar as condições), também sem limite de quilometragem.
A Stellantis, grupo de detém a marca Fiat, anunciou a chegada do primeiro veículo híbrido-flex da marca no Brasil. Os modelos Fastback e Pulse equipados com a tecnologia Bio-Hybrid, já estão sendo produzido no Polo Automotivo de Betim e serão lançados no próximo mês no mercado brasileiro.
Também já iniciou a produção dos motores flex híbridos. Ampliada recentemente, a planta agora possui capacidade de produção de 1,1 milhão de motores por ano no Polo Automotivo de Betim, consolidando o Brasil como hub de referência global no desenvolvimento de powertrains e da tecnologia Bio-Hybrid.
“O lançamento do primeiro veículo híbrido-flex concebido e produzido no país representa mais um marco para a engenharia da Stellantis na América do Sul. Nosso time se dedicou ao máximo para lançar essa nova tecnologia, desenvolvida para o mercado brasileiro, bem como para outras regiões do mundo que tenham acesso aos biocombustíveis, como o etanol”, afirma Emanuele Cappellano, Presidente da Stellantis para América do Sul.
Com os investimentos de R$ 32 bilhões na América do Sul, serão lançados mais de 40 produtos e 8 powertrains ao longo dos próximos anos. A produção dos primeiros veículos equipados com a tecnologia Bio-Hybrid é flexível e pode ser integrada a diversos modelos fabricados pela Stellantis, sendo compatível com todas as linhas de produção da empresa na região.
Desvalorização de elétricos usados impactam
no crescimento de vendas
O comportamento do mercado quando uma nova tecnologia começa a se desenvolver, costuma enfrentar percalços que não podem ser previstos com facilidade em sua duração e alcance. Isso se repete agora no Brasil em relação aos carros 100% elétricos na comercialização de modelos usados. Comprar por impulso levou uma primeira leva de clientes a ter frustrações com a recarga de baterias em estradas e colocar o carro à venda sem encontrar interessados. O resultado foi uma forte desvalorização no preço de mercado.
Uma segunda onda ocorreu com a chegada dos elétricos chineses. Seus preços bem abaixo do mercado levaram a uma previsível e súbita desvalorização de veículos usados de todas as marcas. Para contornar a elevação do imposto de importação houve antecipação de importação e altos estoques destes veículos. Uma “invasão” de marcas chinesas com preços baixos levaram à atual onda de supertaxação tanto nos EUA quanto na Europa.
Em recente reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o presidente do portal Webmotors, Eduardo Jucevic, informou que a desvalorização média ao longo deste ano de modelos elétricos atingiu 12% contra 2,2% de carros convencionais. E acrescentou que o tempo médio para venda é 26% maior em relação a modelos híbridos ou com motores só a combustão.
Também na Europa e nos EUA os compradores resolveram esperar os preços dos elétricos recuarem e isso também levou à demanda em baixa. Por fim, o interesse redobrou por outras soluções com a consequente mudança de rumo de vários fabricantes em direção a híbridos e híbridos plugáveis. Estes últimos atraem quem deseja viajar sem se preocupar com postos de recarga.
Porsche 911 Turbo: meio século de existência
Motor de combustão interna, ciclo Otto, superalimentado por turbocompressor não foi primazia da Porsche. Em 1962 o Chevrolet Corvair (não confundir com Corvette) apareceu com esta novidade, já utilizada bem antes em motores de ciclo Diesel. Era uma unidade motriz de seis cilindros horizontais, opostos três a três, arrefecida a ar, 2,4 litros e apenas 151 cv. No entanto, a iniciativa não deu certo. A GM insistiu e lançou o Oldsmobile Toronado, em 1966, com um V-8 turbo, logo abandonado. Também houve tentativa da BMW, em 1973, no sedã 2002 Turbo e retirado de linha dois anos depois.
Coube ao 911 em 1974, no Salão de Paris, insistir na solução. A Porsche costuma afirmar que foi o primeiro motor turbo em automóveis de rua que deu certo. Inspiração veio dos monstruosos (no bom sentido) modelos de competição 917/10 e 917/30 do início dos anos 1970. As versões mais potentes, de 12 cilindros horizontais opostos seis a seis e também arrefecidos a ar, entregavam inacreditáveis 1.085 cv para corridas curtas da Série Can-Am, disputadas no Canadá e EUA, entre 1966 e 1974.
O primeiro modelo batizado apenas de Porsche Turbo (930, no jargão interno) tinha um seis-cilindros horizontais opostos três a três, arrefecidos a ar, 3-litros, 260 cv, 35 kgf·m, arrancava de 0 a 100 km/h em espantosos (para a época) 5,2 s e velocidade máxima de 250 km/h.
Passou meio século de sua estreia e a maioria dos motores de ciclo Otto atuais utilizam a mesma solução Turbo, até em modelos de entrada de baixo preço. Só que o 911 Turbo continua a impressionar como poucos modelos superesportes no mundo, já com arrefecimento a líquido, desde 1996. O motor atual biturbo, também seis-cilindros horizontais, 3,7 litros, 650 cv e 81,6 kgf·m, acelera de 0 a 100 km/h em estonteantes 2,7 s e velocidade máxima de 330 km/h.
Preços competitivos para o Peugeot 208 2025
Reestilização para o ano modelo 2025 do hatch 208 marcou também o fim de linha para o motor EC5 de 1,6 L de aspiração natural da própria Peugeot. Não havia mesmo porque mantê-lo em razão das novas exigências de emissões e consumo, tendo à mão as unidades mais modernas da Fiat e tudo sob o mesmo chapéu da Stellantis. Os motores de 1 litro são de aspiração natural ou turbo, sem alteração de potência e torque, em relação aos aplicados nos Fiat.
O compacto francês, produzido apenas em El Palomar, Argentina, recebeu modesta atualização visual concentrada na parte dianteira: luzes DRL de LED em forma de “garra de leão” (antes eram “dentes de sabre”), mudanças sutis na grade e para-choque e o novo logotipo da marca que estreou no 2008. A versão básica com câmbio manual Fiat de cinco marchas parte de um preço competitivo de R$ 76.999 e não recebeu essas mudanças. Porém ficou R$ 15.000 mais em conta que o modelo 2024, igualando-se ao valor do C3 básico, fabricado no Brasil, embora este tenha apenas dois airbags e o 208, quatro.
Atrás as modificações são ainda mais sutis. As lanternas agora têm elementos horizontais, o que dá (apenas) sensação de maior largura, que permanece igual. No interior mudou somente a interface da central multimídia de 10 pol.
Entre as outras três versões volta a GT, idêntico mecanicamente à versão Allure, e os preços vão de R$ 88.999 a R$ 114.990.
Pirelli e Bosch integram pneus aos sistemas de segurança
Pela primeira vez um fabricante de pneus e de autopeças juntam-se para ampliar sinergias e desenvolver recursos eletrônicos de segurança ativa para automóveis. O objetivo é integrar sensores internos nos pneus desenvolvidos pela Pirelli aos dispositivos da Bosch. Estes, atualmente, já monitoram pressão dos pneus dentro de um escopo mais amplo que a empresa alemã chama de Sistemas Microeletromecânicos ou MEMS, na sigla em inglês
O objetivo é coletar, processar e transmitir outros dados sobre pneus em tempo real, não limitados somente à pressão interna. Para fornecer parâmetros ao sistema de controle eletrônico do veículo, utiliza-se o BLE (sigla em inglês para Baixa Energia via Bluetooth) já desenvolvido pela Bosch.
Por sua vez, a Pirelli já aplicou seus sensores internos de pneus em atuação conjunta com a fabricante de hipercarros Pagani, do argentino naturalizado italiano Horácio Pagani. Este fundou a empresa em 1992 na cidade italiana de Modena, a mesma onde são fabricados os Ferrari. O modelo escolhido foi roadster Utopia, de 860 cv e velocidade máxima de 380 km/h!
Spin tem visual melhorado, mas ainda falta potência
Praticamente o único monovolume que resistiu ao avanço do SUVs no mercado, o Spin apresenta agora um estilo mais atual e de acordo com o restante da linha Chevrolet. Capô alto, faróis divididos em dois níveis, grade em três seções, novas rodas de 16 pol. com pneus 205/60 e lanternas traseiras redesenhadas tornaram seu estilo mais atual desde seu lançamento em 2012.
A fim de se aproximar do figurino SUV recebeu arcos plásticos nas caixas de rodas e rack de teto, além de vão livre do solo elevado em 16 mm. Dimensões externas: comprimento, 4.420 mm; entre-eixos, 2.620 mm; largura, 1.768 mm e altura, 1.699 mm. A fabricante também teve o cuidado de alargar as bitolas dianteira (1.503 mm) e traseira (1.509 mm) para compensar a altura de rodagem que alterou o centro de gravidade e assim manter o equilíbrio do carro. Os aumentos de bitolas foram pelas rodas em vez de alterações na suspensão. Porta-malas destaca-se com 553 L e mesmo na versão de sete lugares ainda há 162 L.
Novo Spin Premier
Mudanças maiores foram no interior, que incluíram novo quadro de instrumentos digital, tela multimídia de 8 pol., acabamento geral melhorado e novos porta-objetos nas laterais de portas. Há saídas de ar-condicionado para o banco traseiro, onde três adultos têm bom espaço nas três dimensões e ainda contam com regulagem longitudinal. Também houve atualização nos itens de segurança ativa: frenagem autônoma de emergência, o sempre útil indicador de distância do carro da frente, câmera de ré e os alertas de colisão, ponto cego e de saída de faixa. São seis airbags. Para o celular há carregador por indução.
Alguns senões sobre ergonomia interna: posição de regulagem dos espelhos na coluna dianteira, botão de volume da multimídia, volante sem regulagem de distância e botões de destravamento das portas mal posicionados no console.
O motor 1,8 L flex de aspiração natural continua com 111 (E)/106 (G) cv e 17,7 (E)/16,8 (G) kgf·m, porém a fábrica indica diminuição de consumo de até 11%. A massa em ordem de marcha 1.292 kg limita o desempenho do Spin, especialmente em ultrapassagens na estrada, e mesmo no uso urbano ainda falta fôlego ao ser exigido.
Sinônimo de requinte, elegância e inovação no design brasileiro de mobiliário, a Franccino chega a Campinas. Em um importante movimento de expansão, a marca mineira, que há 23 anos se destaca pelo trabalho artesanal aliado à tecnologia na criação de peças para ambientes internos e externos, inaugura no dia 2 de outubro sua primeira loja exclusiva na cidade e no interior paulista.
Localizado na Rua General Osório, no Cambuí, o novo showroom é fruto do empreendedorismo do casal Claudia Almeida e Cláudio Silveira, convidados pela Franccino a serem os primeiros franqueados da marca, iniciando um novo modelo de negócios para a empresa.
“Estamos muito entusiasmados com a inauguração da nova loja Franccino em Campinas, uma cidade que sempre vimos como um polo de grande potencial e crescimento. Acreditamos que o público daqui merece uma experiência exclusiva e à altura de suas expectativas, e não poderíamos estar mais confiantes em ter nossos parceiros, Claudia e Cláudio, como proprietários da unidade, liderando esta nova jornada de sucesso conosco”, afirma Isaac Francino, CEO e um dos fundadores da empresa.
A Franccino busca transformar os ambientes por meio de móveis que unem tecnologia de ponta à tradição artesanal, em criações que nascem de um processo minucioso e sustentável. Preza pelo respeito ao ser humano e à natureza, utilizando matérias-primas de plantios renováveis e promovendo a reciclagem de insumos do processo produtivo.
Cada peça é fruto de produção própria, em colaboração com designers de renome, resultando em coleções que expressam autenticidade e sofisticação. Mais do que móveis, a empresa busca criar experiências que celebrem o design em sua forma mais pura. Uma mistura única na qual madeira certificada, aço, alumínio, fibras, estofados e outros materiais transformam móvel em arte.
Com uma área total de 1.150 metros quadrados, a Franccino Campinas propiciará uma experiência imersiva em diversos ambientes personalizados, divididos entre térreo e mezanino. Além de móveis exclusivos de fabricação própria para áreas internas e externas, irá comercializar tapetes e outros itens de decoração.
O showroom irá trabalhar com o catálogo completo, incluindo a nova coleção Gerais, assinada por Marina Linhares, inspirada em Minas, que será lançada oficialmente em outubro.
“Iremos oferecer toda a excelência característica da Franccino e nossas expectativas são as melhores possíveis. Campinas e os municípios vizinhos possuem inúmeros condomínios de alto padrão, tanto horizontais como verticais, além de hotéis e outros empreendimentos corporativos aos quais pretendemos atender. Em termos de vendas, acredito que possamos ter um desempenho muito próximo ao das unidades paulistanas da marca”, conta Cláudio Silveira, diretor financeiro e de operações da Franccino Campinas.
Segundo o empresário, já existem planos de expansão das atividades, com a inclusão de outras linhas de negócios que ainda estão sendo delineadas e serão anunciadas em breve.
Claudia Almeida, diretora comercial e de marketing, acrescenta que uma das intenções é desenvolver parcerias com arquitetos e com a comunidade. “Uma das ações que já estão definidas é trazermos para cá o projeto da Franccino que promove a doação de sobras de materiais da fábrica para ONGs, que poderão aproveitar essa matéria-prima na produção de itens a serem comercializados por elas”, exemplifica.
O ministro do STF – Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes determinou na noite desta quarta-feira (18) que a rede social X suspenda imediatamente o uso de novos acessos pelos servidores de internet CDN, Cloudflare, Fastly e Edgeuno e outros semelhantes, criados para burlar a decisão judicial de bloqueio da plataforma em território nacional, sob pena de aplicação de multa diária de R$ 5 milhões ao X Brasil e ao Twitter.
“Não há, portanto, dúvidas de que a plataforma X – sob o comando direto de Elon Musk [proprietário do X] –, novamente, pretende desrespeitar o Poder Judiciário brasileiro, pois a Anatel identificou a estratégia utilizada para desobedecer a ordem judicial proferida nos autos, inclusive com a sugestão das providências a serem adotadas para a manutenção da suspensão”, escreveu o ministro Alexandre de Moraes na decisão.
Adicionalmente, o ministro ordenou que a Anatel adote, imediatamente, todas as providências necessárias à manutenção da suspensão do funcionamento do X Brasil em território nacional, determinada pela Primeira Turma da Corte. A Anatel deve, inclusive, suspender os novos acessos pelos servidores de internet identificados.
Em sua decisão, o ministro Alexandre de Moraes estipulou o prazo de 24 horas para que a Anatel comunique ao STF quais providências foram adotadas e que medidas foram implementadas para cumprimento da decisão de bloqueio do X no país.
O ministro ainda intimou as empresas Twitter International Unlimited Company e X Brasil Internet, via edital, já que o X encerrou as atividades no Brasil e, atualmente, não tem representação legal no país. O ministro também intimou a Starlink Brazil, empresa de tecnologia também de propriedade do bilionário Elon Musk.
Desrespeito
Em nota à imprensa, a Anatel diz que a acessibilidade dos usuários à rede X desrespeita a decisão judicial e esclarece que teve o apoio ativo das prestadoras de telecomunicações e da empresa Cloudfare para identificar o mecanismo que permitiu o desbloqueio da plataforma. A agência reguladora ainda noticiou possíveis providências que podem ser adotadas para cessar a desobediência à ordem judicial.
“A conduta da rede X demonstra intenção deliberada de descumprir a ordem do STF. Eventuais novas tentativas de burla ao bloqueio merecerão da Agência as providências cabíveis”, diz a nota da Anatel.
O X está bloqueado no Brasil desde o fim de agosto, após uma determinação do ministro Alexandre de Moraes. De acordo com a decisão, a suspensão vale até que a rede pague multas e indique um representante legal no país. (Agência Brasil)
A Kia apresentou esta semana o seu mais novo SUV de luxo no mercado nacional: o EV 5. O modelo é o primeiro veículo 100% elétrico da marca coreana á venda no Brasil e chega em versão única e sem opcionais. O SUV visa atender a famílias que buscam um veículo moderno, muito grande e muito bem acabado.
Com alcance de 402 km, de acordo com o Inmetro, o Kia EV5 vem com uma bateria de alta tensão de fosfato de ferro e lítio, estrutura tipo lâminas, 220,4 Ah de capacidade, tensão operacional de 400V, que gera 88,16 kwh de energia, além de uma bateria de baixa tensão (auxiliar), de chumbo ácido, 45 Ah de capacidade e 12V de tensão operacional. Essa tecnologia consegue conservar, mesmo em estradas, um menor consumo de energia.
Segundo a marca, o EV5 fornece uma potência máxima de 160 kW ou 217,5 cavalos e torque de 31,6 Kgf.m. A aceleração é de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos. O consumo, adotando ainda a metrologia Inmetro, o modelo foi classificado com a nota A. Dados fornecidos pelo importador, e usando a equivalência para um motor a combustão, na cidade faz 37,6 km/l equivalente, e 30,5 km/l equivalente na estrada. A eficiência energética do motor elétrico é de 0,63 MJ/km rodado.
Quanto ao recarregamento, em corrente contínua (DC) de 360 kW, a bateria do EV5 pode ser “abastecida” em 27 minutos (80%) e em estação de 50 kW em 83 minutos (também 80%); enquanto em corrente alternada (AC), de 11 kW (rede trifásica), em 8h10, e com unidade de 7 kW (rede bifásica) em 9h40.
O modelo tem tração 4×2, suspensão dianteira do EV5 é independente, tipo McPherson, com molas helicoidais e amortecedores a gás, enquanto na traseira é multilink. A direção é elétrica, sua transmissão é composta por sistema de engrenagem de redução.
As dimensões do Kia EV5 são generosas com 4,6 metros de comprimento, 1,8 m de largura, 1,7m de altura e entre-eixos de 2,7m. Com essas medidas, o EV5 oferece um excelente espaço interno. O porta-malas é de 513 litros e, com o banco traseiro rebatido (piso plano) chega a 1.718 litros.
Diferente
O design do EV5 é no mínimo muito moderno e chamativo. Ninguém vai passar desapercebido na ruas ou estradas. Como não precisa ter refrigeração para o motor, a frente é toda fechada e conta com uns faróis esguios com um desenho diferenciado.
Na traseira, um spoiler estendido e rebaixado mantém o perfil distinto do SUV enquanto melhora a eficiência aerodinâmica. No conjunto, mesmo sendo muito futurista, é agradável e harmonioso.
Espaço
É sem duvida o local de maior destaque o modelo. Além do espaço é muito grande para qualquer passageiro, o conforto também é surpreendente. O ambiente interno proporciona uma sensação de bem-estar e muito prazer. Os bancos são muito confortáveis e amplos.
Tecnologia
O Kia EV5 está recheado de tecnologias de condução semi-autônoma, o ADAS – Advanced Driver-Assistance System: alertas de fadiga do condutor incluindo partida do veículo à frente (DAW – Driver Attention Warning w/ Leading Vehicle Departure Alert); de prevenção de colisão por ponto cego (BCA – Blind-spot Collision-avoidance Assist) traseiro; de saída de faixa de rodagem (LDW – Lane Departure Warning); de saída em segurança (SEW – Safe Exit Warning); assistentes de prevenção de colisão traseira em tráfego cruzado (RCCA – Rear Cross-traffic Collision-avoidance Assist); de centralização na faixa de rodagem (LFA – Lane Following Assist); de farol alto (HBA – High Beam Assist); permanência na faixa de rodagem (LKA – Lane Keep Assist); para prevenção de colisão frontal (FCA – Front Collision-avoidance Assist) com frenagem de emergência e detecção de veículos, pedestres e ciclistas; para prevenção de colisão frontal incluindo conversão em cruzamentos (FCA-JT); câmeras de ré com guias dinâmicas de estacionamento (RVM – Rear View Monitor) e de visão 360° (SVM – Surround View Monitor); monitor de ponto cego com visualização no painel digital de instrumentos (BVM – Blind-spot View Monitor); piloto automático adaptativo (SCC – Smart Cruise Control) com assistente de congestionamentos e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros (PDW – Park Distance Warning, Forward & Reverse).
Preço Kia EV5 – R$399.990,00.
Garantia 5 anos. As revisões de 20 mil, 40 mil e 60 mil são gratuitas.
A empresa parceira da Stellantis para o desenvolvimento, produção e venda de veículos eletrificados, a chinesa Leapmotor, já tem hotsite no Brasil.
A página www.leapmotorbrasil.com.br irá reunir todas as informações da marca que estreia na região em 2024 com uma estratégia inovadora e portfólio desenvolvido para os consumidores da América do Sul, com design premiado e muita tecnologia.
Na mesma página clientes também poderão acessar as redes sociais da empresa no Brasil. Interessados nas novidades e produtos da Leapmotor terão a possibilidade de se cadastrar no hotsite para receber as últimas notícias da marca, incluindo informações do primeiro veículo a ser lançado na região, cujos detalhes serão divulgados nos próximos meses.
Alunos do 7º ano do Ensino Fundamental da rede municipal de ensino terão a oportunidade de mergulhar no universo científico na próxima sexta-feira (9). Serão mais de dois mil estudantes visitaram o CNPEM – Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, em Campinas.
O espaço abrirá as suas portas para o evento “Ciência Aberta”, que chega em sua 6ª edição. O evento continua no sábado (10), mas desta vez para o público em geral.
Levar os estudantes das escolas municipais ao Centro é oferecer uma vivência de exploração às pesquisas que são realizadas no CNPEM, considerado um dos principais parques tecnológicos da América Latina. Além disso, os estudantes poderão ver de perto o famoso Siríus, o acelerador de partículas brasileiro.
“O CNPEM é um lugar onde os alunos serão provocados e despertados a descobrirem a ciência, o desenvolvimento das tecnologias, e como todo esse conhecimento volta em benefícios para a população. Quem sabe por meio dessa visita descobriremos futuros pesquisadores, cientistas”, disse a coordenadora do Planejamento Estratégico da Secretaria Municipal de Educação, Mariana Volpato.
O evento também contará com diversas atividades programadas pelas unidades que integram todo o centro, nas áreas de Biociência, Nanotecnologia, Biorrenováveis e Engenharia e Tecnologia.