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Começa amanhã em SP o maior evento voltado para transporte coletivo

A capital paulista recebe de 6 a 8 de agosto, no São Paulo Expo, o maior evento voltado para transporte coletivo e mobilidade da América Latina: a Lat.Bus 2024, que reúne a indústria de ônibus, autopeças, acessórios e provedores de tecnologia.

Na agenda do evento, estão programados lançamentos de veículos e apresentações de produtos que mais se sobressaíram em seus portfólios nos últimos meses, com destaque para a sustentabilidade e a descarbonização do transporte de passageiros, uma das grandes tendências em termos de chassis, carrocerias, peças e componentes. Modelos elétricos e movidos a outras fontes de energia limpa também marcarão presença.


“Teremos um evento grandioso, que será um marco para uma nova fase da mobilidade no Brasil. Esta edição da Lat.Bus se destaca não apenas pela diversidade de expositores e pelo alto nível das discussões do Seminário NTU, mas também pelo esforço das empresas de nosso setor em apresentar novidades e inovações em diferentes níveis”, avalia o diretor da OTM Editora, Marcelo Fontana.

Lançamentos de tecnologia

No segmento de tecnologia, as empresas expositoras reservam novidades em gestão de frotas e meios de pagamento, além das soluções ligadas ao conceito de MaaS (Mobility as a Service). Ferramentas tecnológicas para proporcionar mais segurança para os passageiros e para os veículos, como sistemas de videomonitoramento e de controle de modo de condução, têm chamado a atenção das empresas operadoras e têm destaque no cenário atual.

A gestão das frotas e o planejamento dos sistemas de transporte começam a contar com soluções baseadas em Inteligência Artificial (IA). Os principais provedores de tecnologia prometem trazer muitas inovações ao evento. Equipamentos para refrigeração, desinfecção, peças e acessórios completam a vitrine do setor.

Conteúdo inédito

Tradicional fórum de debates do setor, a 37ª edição do Seminário da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), realizado nos dias 6 e 7 de agosto, explora os temas mais relevantes para o transporte urbano na atualidade, como tarifas, legislação e eletrificação, além de debater os desafios da indústria, sempre com a presença de convidados especiais e autoridades.

“Vamos fazer um apanhado geral do que está acontecendo com o setor, incluindo marco regulatório, descarbonização, reforma tributária e modelos de negócios. Outro tema importante é o financiamento, as linhas de crédito. E teremos vários cases, inclusive internacionais”, comenta o diretor-executivo da NTU, Francisco Christovam.

O Seminário da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati) acontece no dia 8 de agosto. A reunião do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Mobilidade Urbana também será realizada no evento, assim como o Fórum Paulista de Secretários de Transporte.

Outra atração da Lat.Bus 2024 é o Fórum Transporte Sustentável, com painéis e cases voltados para o tema da mobilidade, que será realizado no dia 8 de agosto.

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Campinas cria lei que permitirá expansão da tecnologia 5G

Foi publicada no Diário Oficial de hoje (18) uma nova lei que vai possibilitar o desenvolvimento de inovações a partir do 5G. A sanção da lei que disciplina em Campinas a instalação e o licenciamento de infraestrutura de suporte para equipamentos de telecomunicações e afins regulamenta a instalação de estruturas, como as antenas e equipamentos de retransmissão do sinal de celular. Até então era permitido que esses equipamentos fossem instalados apenas em antenas já existentes.

A lei complementar nº 493 contempla as estruturas e dispositivos autorizados, homologados ou fiscalizados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), incluindo equipamentos de radiodifusão, observada a legislação federal. Também renova a legislação da cidade que precisava ser atualizada por conta das inovações tecnológicas em telecomunicações.

Com o novo regramento, as empresas terão mais segurança para investir e instalar essas estruturas na cidade. Entre os pontos abordados estão onde pode, onde não pode ser instalado equipamento do tipo, as diretrizes e o que a Prefeitura exige de documentação.

As secretarias municipais de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, de Infraestrutura e de Urbanismo estiveram envolvidas na proposta. A lei foi aprovada na Câmara Municipal após audiências públicas que contaram com a participação da comunidade, empresas e do poder público municipal.

“A atualização da legislação é um passo importante para uma cidade mais conectada, pois as mudanças melhoram os entraves para a necessária expansão que favorece o acesso e torna a cidade mais competitiva”, disse a secretária de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, Adriana Flosi.

A secretária de Urbanismo, Carolina Baracat, destacou alguns pontos importantes da lei, como o fato de que a tecnologia 5G, ao contrário do 4G, envolve parâmetros urbanísticos mais simples e, por isso, sua instalação precisava ser desburocratizada. “As licenças não serão dadas para as operadoras e sim para os proprietários das torres. O alvará será válido por 10 anos e só será alterado se houver aumento no número de pontos ou na altura, por exemplo”, destacou.

“No 5G, em vez de grandes torres de transmissão, podemos ter antenas pequenas, mais próximas umas das outras, o que possibilita que sejam instaladas em semáforos, fachadas de edifício e postes de iluminação”, exemplificou Carolina. “Melhora o acesso para a população porque aumenta a conectividade e o acesso às informações, fazendo com que a tecnologia seja acessível a todo cidadão com velocidade até 100 vezes maior. É uma inovação que fomenta novas tecnologias, de automação e de uso de Inteligência Artificial”, complementou a secretária de Urbanismo.

Regras

De acordo com o secretário de Infraestrutura, Carlos José Barreiro, a lei permite regularizar a instalação das antenas em Campinas, estejam elas em áreas públicas e/ou privadas. “Todas as empresas que têm interesse em ter antenas de telecomunicações, de transmissão de voz e de dados para os clientes nos espaços que existem no município, terão um regramento efetivo e simplificado. Com a aplicação da lei a implantação do novo sistema 5G, que já está sendo feito na cidade, poderá ser executada sem dificuldades pelas empresas de telecomunicações. Com isso, a Prefeitura também poderá fazer a fiscalização tendo como base as diretrizes legais”, afirmou Barreiro.

A instalação das infraestruturas de suporte das estações transmissoras de radiocomunicação de pequeno porte (ETR) deverá ocorrer com o mínimo de impacto paisagístico. Elas não poderão, por exemplo, prejudicar a visibilidade ou obstruir a circulação de veículos, pedestres ou ciclistas; contrariar parâmetros urbanísticos e paisagísticos; e prejudicar o uso de praças e parques e outros serviços públicos. As infraestruturas poderão ser instaladas até os limites do imóvel e nas fachadas. A implantação depende da expedição prévia do alvará de instalação pela Prefeitura.

Fiscalização e penalidades

A fiscalização do atendimento aos limites para exposição humana aos campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos e a aplicação de sanções serão efetuadas pela Anatel. Já a ação fiscalizatória referente ao atendimento das normas da lei municipal será feita pelo poder público municipal. A cada dois anos, poderão ser exigidas comprovação das condições da infraestrutura de suporte e atualização cadastral das empresas responsáveis.

A lei informa quais são as condutas que podem se caracterizar como infrações e suas penalidades. Instalar e manter no município uma infraestrutura de suporte para ETR sem o alvará ou autorização ambiental leva à multa de 500 UFICs (Unidades Fiscais de Campinas); passar por áreas públicas sem cumprir as regras, 250 UFICs; dar informações técnicas inexatas ao poder público, 500 UFICs; não cumprir intimação para remover infraestrutura, também 500 UFICs; e não reparar, em até 48 horas, danos a bem público de uso comum do povo, multa de 100 UFICs por dia. O valor da UFIC para 2024 é de R$ 4,6659.

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Câmara Federal faz homenagem á cidade de Campinas

A poucos dias de comemorar 250 anos, a cidade de Campinas foi ontem (03) homenageada pela Câmara de Deputados. A sessão solene foi proposta pelo deputado federal e ex-prefeito da cidade, Jonas Donizette, que também é autor da lei que torna Campinas a ‘Capital Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovação’. Além do prefeito Dário Saadi e do vice, Wanderley de Almeida, vereadores, autoridades e representantes de diversos setores da cidade participaram da cerimônia, em Brasília.

“A emoção é muito forte por representar Campinas nesta sessão solene. Nossa cidade nasceu da necessidade, da fé e da paixão que todos tiveram e que têm por ela”, disse o prefeito Dário Saadi.

O prefeito também parabenizou o deputado pela iniciativa da lei, aprovada recentemente na Câmara Federal, que torna Campinas a capital nacional da inovação. “Isso, sem dúvidas, reconhece o nosso ecossitema de inovação e tecnologia e faz justiça à nossa cidade”, completou.

O vice-prefeito, Wanderley de Almeida, também se emocionou ao falar durante a cerimônia. “Essa é uma das cerimônias mais marcantes da programação do aniversário da cidade. Campinas é uma das melhores cidades deste país e é uma honra estar aqui, no centro da democracia, em um momento como este”, disse.

Jonas Donizette, que adotou Campinas há mais de 50 anos, comparou cidades com pessoas, no que diz respeito à vocação. “Eu comparo muito cidades com pessoas, porque cidades são como pessoas, cada uma com sua vocação. Tem uma que tem uma indústria do calçado, a outra tem uma cadeia produtiva em outra área e Campinas tem a vocação da ciência, da tecnologia e da inovação, por isso a denominamos assim”, disse o deputado federal.

Ainda segundo ele, muitas pessoas vêm para Campinas para estudar e decidem viver aqui. “Campinas merecia uma tese sobre a formação da sua população levando em conta as universidades. Nós agregamos pessoas que, com o tempo, vão amando Campinas e ficam na cidade”, completou o parlamentar.

Os reitores da Unicamp e da PUC-Campinas, Antonio José de Almeida Meirelles e Germano Gigacci Jr, respectivamente, também ressaltaram as vocações de Campinas. “A inovação hoje em dia é a rota para desenvolvermos a nossa sociedade com grande rapidez e intensidade”, disse o reitor da Unicamp. “Campinas é oficialmente a capital nacional da ciência, tecnologia e inovação. Não é apenas um nome descolado de uma realidade, mas um nome que está muito vinculado à história de Campinas”, falou Gigacci.

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Campinas Innovation Week começa dia 10 no Prédio do Relógio

Durante quatro dias, o Campinas Innovation Week, evento na área de tecnologia, espera receber cerca de 15 mil pessoas pelos quatro espaços destinados a palestras, reuniões de negócios e shows. A participação é gratuita e a inscrição pode ser feita no site oficial do evento (https://campinasinnovationweek.com.br/).

A realização é da Prefeitura de Campinas, em parceria com o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, a Acic – Associação Comercial e Industrial de Campinas, a Fundação Fórum Campinas, a Venture Hub e a 100 Open StartUps.

O Innovation Week será realizado no prédio da Oficina de Locomotiva da Companhia Mogiana de Estrada de Ferro (Prédio do Relógio), uma área de mais de 7,5 mil metros quadrados, que foi totalmente reformada pelo evento Campinas Decor. No dia 11, acontece a Retail Conference; 12 e 13, a Inova Trade Show; e o TechStart Summit e a OiWeek encerram a programação, na sexta-feira, 14.

“Temos aqui importantes universidades, empresas, laboratórios, o que fortalece nossa vocação tecnológica e inovadora. O Campinas Innovation Week vem coroar tudo isso e nos colocar no cenário nacional de debate sobre indústria 4.0, inteligência artificial, transição energética, empreendedorismo e tantos outros temas da atualidade”, disse a secretária de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, Adriana Flosi.

Além da geração de cerca de 400 empregos diretos e indiretos e de envolver outros 500 profissionais na organização, o evento também vai influenciar na taxa de ocupação dos hotéis, que deve ficar em 70%, além de movimentar os restaurantes da cidade.

Acessibilidade e sustentabilidade

Os espaços do Campinas Innovation Week foram pensados para que todos possam prestigiar palestras, fazer networking ou apreciar os shows. O prédio onde ocorrerá o evento é térreo, com placas de identificação de acessibilidade ao longo de todo o espaço e rampas e banheiros adaptados. As palestras também contarão com tradução em libras.

O cuidado com o meio ambiente também é uma preocupação dos organizadores do evento. As lixeiras serão sustentáveis e de material reciclável e uma cooperativa fará a coleta dos recicláveis para a destinação correta dos materiais; além disso, toda a iluminação do espaço será com LED, o que vai gerar economia de energia. Outra novidade são os climatizadores que reduzem a temperatura e purificam o ar e também são econômicos.

Palestras

Serão 50 palestras em quatro dias. Entre os temas estão os ligados à sustentabilidade, transformação digital, indústria 4.0, inteligência artificial, comunicação, empreendedorismo, agronegócio, ecossistemas de negócios, transição energética, marketing digital, indústria e tecnologia.

Entre os convidados estão representantes do CpqD, Unicamp, iFood, Institutos Ethos, Enel Trading, Associação Brasileira de Indústria de Alimentos (ABIA), Centro de Pesquisas Petrobras, Cepetro, Bosch, Stanley, Ciesp e Fiesp, entre outros.

Programação Cultural

O Campinas Innovation Week também promete agitar quem gosta de boa música. Antes dos shows principais, um DJ vai fazer o público entrar no clima. Todos os shows são gratuitos.

A primeira atração, na terça-feira, 11, será um Duo de irmãs DJs e produtoras que vem se destacando na cena eletrônica. Formado por Juliana e Natalia, Etta tem como característica marcante a mescla de diferentes estilos musicais em suas produções e apresentações, criando um som autêntico e envolvente.

No dia 12, Dia dos Namorados, a Família Lima fará um show gratuito a partir das 17h30. O grupo, formado em 1994, tem uma história de sucesso. Com nove discos e dois DVDs lançados, a Família Lima já vendeu mais de 1 milhão de cópias e se apresentou nas mais importantes casas de shows do Brasil, além de já ter feito shows em mais de 13 países.

Para os amantes do sertanejo, a dupla Bruninho e Davi é a atração do dia 13. A dupla Sul-Mato-Grossense, que completa 15 anos de carreira em 2024, soma mais de um bilhão de views no Youtube e é uma das grandes referências no nicho sertanejo. Em 2013, se destacaram com o hit “Onde Nasce o Sol” com a participação de Jorge & Mateus. Outro grande marco na carreira foi o DVD “Ao Vivo No Ibirapuera”, gravado em 2016, que contou com as participações de Luan Santana e Gusttavo Lima.

Dubdogz vai trazer o melhor da música eletrônica para encerrar a Campinas Innovation Week, na sexta-feira, 14 de junho. Dubdogz é um duo de música eletrônica formada pelos irmãos gêmeos Marcos Ruback Schmidt e Lucas Ruback Schmidt. Nascidos em Juiz de Fora, Minas Gerais, os jovens contabilizam mais de 10 anos de carreira, nos quais criaram diferentes projetos solos de Hi-Tempo, sendo eles Wega e Ruback.

Serviço
Campinas Innovation Week
Quando: 10 a 14 de junho
Onde: Prédio do Relógio (antiga Oficina de Locomotivas da Companhia Mogiana)
Endereço: rua Dr. Sales de Oliveira, 1.380, Vila Industrial
Entrada gratuita
Inscrições no site oficial do evento (https://campinasinnovationweek.com.br/).

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Coluna Histórias & Estórias – Por Chico Lelis

A moça que entende muito de graxa

Lá se vão alguns anos (não perguntei a idade dela hoje, por cavalheirismo. Ainda sou daquele tempo), mas quando ela criança, que havia apagado umas 4 ou 5 cinco velinhas, quando a moça se apaixonou pela mecânica.

Apesar do seu pai ser mecânico, e o avô ferramenteiro, os dois nunca a incentivaram para que fosse como eles.  Então cresceu acompanhando aquele movimento na oficina na garagem da sua casa. E a graxa foi tomando conta dos seus pensamentos. Sonhava em fazer Mecânica, mas acabou seguindo os conselhos do pai e fez Ciência da Computação. Trabalhou 15 anos na área de tecnologia, mas sempre com pensamento na “graxa”.

Até que um dia, uma amiga falou para sobre um curso grátis de Mecânica. E lá foi ela aprender o ofício que mais queria. A exigência única era um estágio de 6 meses em oficina.

Foi quando, depois do primeiro contato com a “graxa”, decidiu-se pela profissão de mecânica. Fez dois anos no SENAI do Ipiranga entre 2011 e 2013. Thais Roland, a moça a quem me refiro, nunca montou sua própria oficina. Foi enriquecendo seu currículo, fazendo um curso de restauração no Clube de Carros Antigos e foi trabalhar em uma oficina do ramo.

Naquela ocasião criou uma empresa para ensinar às mulheres a cuidar dos seus carros e, quando em uma oficina, não ser respeitada, com aquelas justificativas de o problema era na “rebimboca da parafuseta”.

Criou um workshop que dura 4 horas, com duas variações, uma delas exclusiva para mulheres e outra mista. Neste sábado próximo ((25/05) fará outro em Sorocaba, Como os demais, na sede do SESC local.

– As mulheres são mais atentas e não fazem piadas ou tentam “pegadinhas” como ocorre com alguns homens que, com o passar do tempo, param com suas brincadeiras.

O trabalho consiste em transmitir conhecimentos básicos de um carro, como sistema de combustão, freio, suspensão, arrefecimento, pneus e tudo mais o que envolve um veículo.
Ela leva ensinamentos também pelo Youtube, Instagram e um blog: http://youtube.com/@thaisroland-mec
http://instagram.com/thaisfr
http://www.cmn.blog.br

O amor, um Maverick 75

Quando fazia estágio em uma oficina no ABC, passou de ônibus defronte de uma oficina, avistou sua paixão: um Maverick branco com teto de vinil. Desceu no próximo ponto e foi lá ver quanto queriam no carro, muito maltratado.

– Estava muito ruim, mas me lembrava dos  carrinhos que ganhei uma “cegonha” de presente do meu pai e nele, entre outros carros, tinha um Maverick igualzinho.

Thais conta que o carro estava muito ruim: funilaria horrorosa, motor errado, já que o modelo, um V8 e o propulsor era um 4 cilindros em péssimo estado. Conseguiu comprá-lo e o levou para sua casa, ocupando toda a garagem com o desmonte que fez do modelo. Ela já tem o motor V8 para fazer a troca, mas ainda não foi possível continuar com o restauro.

Foi pensando nessa ação que comprou uma Vemaguet 67, para restaurar, vender e tornar sua paixão em condições de rodar. Mas, o coração agiu novamente e agora a família – ela casou-se com um mecânico, com quem tem dois filhos e que é professor de graduação e pós-graduação no SENAI do Ipiranga, onde se conheceram.

Mas, naquela época eu era casada e ele também. Mas, em 2017, se reencontraram em uma palestra que ela foi fazer do SENAI. E estão junto até hoje.

Filhos de peixes, peixinhos são!

A exemplo da mãe, desde pequeninos gostam de mexer nas ferramentas dos pais. É só ter uma chance que lá estão eles com uma ferramenta nas mãos ou querendo ajudar na troca de um pneu.

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O valente e rústico Lada Niva ainda está á venda em vários países

Com o fim das importações uma das primeiras marcas a desembarcar no Brasil, no inicio dos anos 90, foi a soviética Lada. Eram carros rústicos, com pouca tecnologia e acabamento espartano. Primeiro chegou o sedã Laika e o valente jipe Niva 4X4.

Posteriormente, um, modelo com um design mais moderno, o Samara 1,5 litro. As linhas eram um pouco mais agradáveis (tanto que ganhou apelido de cópia do VW Passat. Mas estava longe), mas o acabamento era sofrível. Com quase 400 mil veículos importados e vendidos, a marca deixou o Brasil em 1995.

E o que pouca gente sabe é que o Niva 4X4 continua a ser produzido e vendido em países como a Arménia, Azerbaijão, Bielorrússia, Bolívia, Egito, Jordânia, Cazaquistão, Quirguizistão, Líbano, Mongólia, Turquemenistão, Ucrânia e Uzbequistão.

Lançado em 1977 na antiga União Soviética, o motor ao longo destes 47 anos teve poucas modificações ou atualizações. Em 1977 foi lançado com motorização de 1,6 litro a gasolina, que durou até 1994. Na segunda geração, passou para e 1,7 litro, injeção de combustível e potência de 80 cavalos. Com algumas atualizações, passado alguns anos, o motor ganhou mais 3 cavalos. Mas ainda era muito fraco para um modelo off-road. A falta de modernização impede que o modelo seja comercializado em outros países.

Curto, o Niva têm 3,74 metros de comprimento e uma distancia do solo de 24,5 centímetros. No uso off-road ele é valente, tanto pela altura do solo, como graças ao eixo rígido, tração integral, diferencial central bloqueável, caixa de redução e o entre-eixos curto. Hoje, onde é vendido, o Lada Niva de entrada custa em torno de R$ 50 mil.

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Mercedes elétricos EQA e EQB chegam com pequenas atualizações

A Mercedes-Benz já está começando a vender as novas gerações do EQA e EQB. Os dois modelos elétricos receberam atualizações. A marca alemã comercializa hoje sete modelos 100% elétricos no Brasil.

Novo design

A principal mudança no design está na nova grade frontal com o padrão de estrelas em fundo na cor preta – presentes em outros modelos elétricos da marca. Uma faixa de luz conecta as luzes diurnas dos faróis, enquanto um novo para-choque enfatiza a amplitude frontal dos modelos. O interior das lanternas traseiras também tem novo design.

As inovações no interior incluem um volante multifuncional em couro com teclas de controle sensíveis ao toque, bem como o acabamento interno com o padrão de estrelas da marca no console e portas.Esportivo AMG

Ambos os automóveis elétricos estão equipados com o Pacote Esportivo AMG que traz os genes esportivos da AMG para a eletromobilidade. O para-choque dianteiro AMG com entradas de ar e o para-choque traseiro da AMG com design de difusor enfatizam o potencial de condução dinâmica.

As rodas de liga leve AMG de 19 polegadas com dez raios e os revestimentos dos arcos das rodas na cor da carroceria completam o design.

Versões para o Brasil

Lançados no final de 2022, os modelos têm melhor aerodinâmica e pneus otimizados para menor resistência ao rolamento. O objetivo é ampliar a autonomia.

O EQA 250 não teve alteração no conjunto motriz, com um motor frontal (PSM) que gera 190 cavalos e autonomia de até 321 quilômetros.

Enquanto o EQB 350 4MATIC é oferecido agora em versão 4×4, com dois motores (frontal ASM e traseiro PSM) que geram 292 cavalos e com uma autonomia de até 272 quilômetros.

Preço
Mercedes Benz EQA 250 de R$ 399.900,00
Mercedes Benz EQB 350 4MATIC de R$ 449.900,00.

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Teste para HTLV passa a ser indicado para gestantes durante pré-natal

O Ministério da Saúde ampliou o uso de testes para diagnóstico do vírus Linfotrópico de Células T Humanas (HTLV) na rede pública. A tecnologia, a partir de agora, passa a ser utilizada também em gestantes, durante o pré-natal.

A incorporação do teste para gestantes foi recomendada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). A proposta é reduzir a transmissão vertical (de mãe para filho) do vírus durante a amamentação.

A comissão considerou que o procedimento, feito por meio de exame de sangue, é eficaz e seguro e que a implementação no Sistema Único de Saúde (SUS) utilizaria recursos já disponíveis, uma vez que os testes já são realizados fora do programa de triagem pré-natal.

Em nota, o ministério informou que as áreas técnicas terão prazo máximo de 180 dias para efetivar a oferta na rede pública.

Notificação compulsória

Desde fevereiro, infecções por HTLV em gestantes, parturientes, puérperas e crianças expostas ao risco de transmissão vertical passaram a ser de notificação compulsória no Brasil. Isso significa que profissionais de saúde de serviços público e privado devem comunicar obrigatoriamente os casos ao ministério.

À época, a pasta informou que a inclusão do HTLV na lista nacional de notificação compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública permite estimar o número de pessoas com o vírus e a quantidade de insumos necessários, além de qualificar a rede de atenção para atendimento dessa população.

Vírus

O HTLV, da mesma família do HIV, foi descoberto na década de 1980. O vírus infecta principalmente as células do sistema imunológico e possui a capacidade de fazer com que percam sua função de defender o organismo.

A infecção está associada a doenças inflamatórias crônicas como leucemia, linfoma de células T do adulto (ATLL) e mielopatia associada ao HTLV-1 (HAM). Outras manifestações como a dermatite infecciosa, uveíte, síndrome de sicca, ceratite intersticial, síndrome de Sjögren, tireoidite de Hashimoto, miosite e artrite, embora de menor gravidade, também são associadas ao vírus.

O tratamento é direcionado de acordo com a doença relacionada ao HTLV. O paciente deve ser acompanhado nos serviços de saúde e, quando necessário, receber seguimento em serviços especializados para diagnóstico e tratamento precoce de doenças associadas ao vírus.

Números

A estimativa do governo federal é que mais de 800 mil pessoas estejam infectadas pelo HTLV no Brasil. O vírus pode ser transmitido durante relações sexuais sem o uso de preservativo e pelo compartilhamento de seringas e agulhas.

O HTLV também pode ser transmitido verticalmente, de mãe para filho, sobretudo via amamentação e, de forma mais rara, durante a gestação e no momento do parto.

O ministério tem como meta eliminar a transmissão vertical do HTLV até 2030, objetivo alinhado às diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

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Regulamentação de redes sociais no Brasil é inevitável, diz Pacheco

O presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (8) que a regulamentação das redes sociais no país é inevitável para que não haja discricionariedade por parte das plataformas.

“O que podemos contribuir para efetivação da solução desse debate que se travou nos últimos dias é entregar marcos legislativos que sejam inteligentes e eficientes para poder disciplinar o uso dessas redes sociais no país”, disse o senador, em entrevista coletiva, após manifestações do empresário Elon Musk, dono da rede X, sobre decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Segundo Pacheco, é preciso ter uma disciplina legal sobre o tema, inclusive para evitar que o Poder Judiciário tenha que decidir sobre questões relativas ao uso das redes sociais sem que haja uma lei que discipline o assunto.

“Isso acaba gerando controvérsias como essa que nós vimos de o Poder Judiciário precisar agir em relação a atos antidemocráticos, a violações de direitos, atentado à democracia e isso ser interpretado como algum tipo de censura ou inibição da liberdade de expressão”.

Pacheco citou o projeto de lei sobre a regulação das plataformas digitais, que foi aprovado em 2020 no Senado e agora tramita na Câmara dos Deputados.

“Considero isso fundamental, não é censura, não é limitação da liberdade de expressão, são regras para o uso dessas plataformas digitais para que não haja captura de mentes de forma indiscriminada e que possa manipular desinformações, disseminar ódio, violência, ataques a instituições. Há um papel cívico que deve ser exercido pelas plataformas digitais de não permitir que esse ambiente seja um ambiente de vale tudo vale tudo” disse Pacheco. 

Outra proposta em debate no Congresso é a que prevê um marco regulatório sobre o uso da tecnologia de inteligência artificial (IA) no país, de autoria do próprio senador Rodrigo Pacheco.

O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, considerou “inadmissíveis” os ataques de Musk ao STF. Ele também ressaltou a necessidade de aprovação da legislação sobre inteligência artificial, e disse que o governo apoia a proposta, que está sendo relatada pelo senador de oposição, Eduardo Gomes (PL-TO).

“A melhor resposta que o Brasil pode dar a esse que eu considero um ataque inadmissível à Suprema Corte e à própria soberania brasileira é a resposta político-institucional. De um lado, todo apoio ao trabalho do Judiciário pelos instrumentos de apuração de quem utiliza as redes sociais para atos criminosos. E ao mesmo tempo, o debate político que o Congresso Nacional vem fazendo”. afirmou Padilha.

Nos últimos dias, Elon Musk publicou uma uma série de postagens criticando o ministro Alexandre de Moraes e o STF. No sábado (6), ele usou o espaço para comentários do perfil do próprio ministro no X para atacá-lo. Na noite de domingo, Moraes determinou a inclusão de Musk entre os investigados do chamado Inquérito das Milícias Digitais (Inq. 4.874), que apura a atuação criminosa de grupos suspeitos de disseminar notícias falsas em redes sociais para influenciar processos políticos. Na mesma decisão, o ministro ordena a instauração de um “inquérito por prevenção” para apurar as condutas de Musk.

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Arq. Futuro promove debate em Campinas sobre como melhorar a vida nas cidades

Com participação de palestrantes internacionais e apresentação de cases de sucesso no país e exterior, evento “Novas Centralidades Urbanas” acontecerá no dia 9 de abril no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi e será aberto a todos os interessados

O palestrante internacional Alejandro Echeverri, que estará em Campinas no dia 9 de abril

O Arq. Futuro, plataforma que desde 2011 fomenta a discussão sobre como melhorar a vida nas cidades, promove no dia 9 de abril, no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi, em Campinas, o evento “Novas Centralidades Urbanas”. Com a participação de renomados palestrantes internacionais e de expoentes brasileiros dos setores público e privado, meio acadêmico e terceiro setor, a programação gratuita e aberta a todos os interessados debaterá sobre o futuro dos municípios, tendo como foco as tendências do urbanismo e tecnologias que vêm sendo empregadas na contramão do desenho excludente predominante no planejamento das cidades contemporâneas.

“Na maioria das cidades mundo afora, as infraestruturas que as fazem funcionar convergem para o centro. Em contraste à vitalidade gerada por tais concentrações, territórios periféricos são formados cada vez mais distantes das regiões centrais, tendo como traços marcantes a vulnerabilidade social e a falta de acesso aos serviços urbanos. Diante desse cenário, ganha força a ideia de novas centralidades, que são motores de desenvolvimento tecnológico, social, ambiental e econômico capazes de dar corpo a um tecido urbano mais equilibrado, dinâmico e inclusivo”, contextualiza Tomas Alvim, cofundador do Arq. Futuro e organizador do seminário.

Para discutir esse tema incontornável da atualidade e debater quais os mecanismos, sistemas, formas e atores que tornarão essas novas centralidades uma realidade, o seminário do Arq. Futuro, com patrocínio da Iguatemi S.A., apresentará experiências com novas centralidades que evidenciam como o uso misto (residencial e não residencial), a mobilidade bem planejada, a eficiente gestão da água e dos resíduos e a criação de espaços públicos de qualidade têm o potencial de viabilizar a integração exitosa entre morar, trabalhar e se divertir em um único bairro.  A prática demonstra ainda que a inclusão social deve ser a premissa básica de todo planejamento que vise, de fato, a melhoria da vida do cidadão.

Serão apresentados três casos que ilustram o acerto desse tipo de visão urbanística, um internacional e dois nacionais: London King’s Cross (Inglaterra), Pedra Branca (Santa Catarina) e Casa Figueira (Campinas).

O evento acontecerá das 10h às 17h20, tendo como palestrantes Joshua Prince-Ramus, diretor fundador do REX, premiado escritório de arquitetura baseado em Nova York, Estados Unidos, Alejandro Echeverri, um dos arquitetos de peso do Urbanismo Social de Medellín, na Colômbia, Nadia Somekh, professora emérita da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Mackenzie, conselheira do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e ex-presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo Brasil, Marcelo Gomes, CEO da Pedra Branca Empreendimentos S.A, de Palhoça, Santa Catarina, e Carlos Jereissati, conselheiro da Iguatemi S.A (programação detalhada abaixo).

A agenda terá ainda a participação do prefeito de Campinas, Dário Saadi, e terá como mediadores Maria Rita Silveira de Paula Amoroso, da Unicamp, Felipe Cavalcante, do Somos Cidade, Vera Santana Luz, da FAU PUC Campinas, e Robinson Borges, do jornal Valor Econômico.

Os interessados em participar devem fazer a inscrição por meio do link https://arqfuturo.cadastro9.com.br/ até o término das vagas.

Programação

 Dia 9 de abril de 2024

Manhã

10h – 10h30

  • Abertura: Dário Saadi – prefeito de Campinas
  • Tomas Alvim – cofundador do Arq. Futuro
  • Carlos Jereissati – conselheiro da Iguatemi S.A

10h30 – 11h10

  • Palestra principal 1: Joshua Prince-Ramus / REX

11h20 – 12h

  • Debate com Joshua Prince-Ramus. Mediação de Maria Rita Silveira de Paula Amoroso (Unicamp) e Felipe Cavalcante (Somos Cidade).

12h10 – 13h20 – Pausa para o almoço

 Tarde

13h30 – 14h10

  • Palestra principal 2: Alejandro Echeverri

14h20 – 15h

 Debate com Alejandro Echeverri. Mediação de Vera Santana Luz (FAU PUC Campinas) e Tomas Alvim (cofundador do Arq. Futuro).

15h10 – 16h10

  • Center vs. Centrality: Casos de Estudo com:
    • Nadia Somekh – London King’s Cross, Londres
    • Marcelo Gomes – Pedra Branca, Palhoça, Santa Catarina
    • Carlos Jereissati – Casa Figueira, Campinas

16h10 – 16h40

  • Debate com Nadia Somekh, Marcelo Gomes e Carlos Jereissati.  Mediação de Robinson Borges e Tomas Alvim.

16h40 – 17h20 – Fechamento: Tomas Alvim (cofundador do Arq. Futuro)

Serviço

Seminário “Novas Centralidades Urbanas”

Quando: dia 9 de abril, terça-feira, das 10h às 17h20.

Onde: Teatro Oficina do Estudante, localizado no terceiro piso do Shopping Iguatemi Campinas (Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina, Campinas, SP). 

Inscrições: gratuitas, abertas a todos os interessados, por meio do link https://arqfuturo.cadastro9.com.br/.

Joshua Prince-Ramus

 

Carlos Jereissati

 

Marcelo Gomes

 

Nadia Somekh

Sobre o Arq. Futuro – Criado em 2011, o Arq. Futuro é uma plataforma brasileira para discutir o futuro das cidades. Ao longo dos últimos anos, foram convidados pensadores proeminentes nos campos de Design, Arquitetura, Urbanismo, Economia, Saúde pública, entre outros setores, para trocar ideias sobre os caminhos coletivos em direção a espaços urbanos mais equitativos, inclusivos, ecológicos, inovadores e belos. Entre os convidados, estiveram nomes como Zaha Hadid, Herzog & DeMeuron, Shigero Ban, Edward Glaeser, Alejandro Aravena, Paul Goldberger e outros 60 pensadores ilustres.

Uma parceria firmada em 2019 com o Insper resultou no Laboratório Arq. Futuro de Cidades. Estruturado em núcleos temáticos, o Laboratório tem na interdisciplinaridade e na inovação a orientação para o ensino e a pesquisa sobre os desafios do desenvolvimento urbano, com a missão de contribuir para o impacto real na vida de sua população.

Atualmente, cerca de 85% dos habitantes do Brasil moram em cidades – e quase um quarto deles em situação de pobreza. É preciso não apenas “enxergar” esse grupo quase sempre invisibilizado; é fundamental “ouvi-lo” também. Só o esforço conjunto entre poder público e privado, academia, terceiro setor e lideranças comunitárias será capaz de tornar as cidades brasileiras desenvolvidas, justas, inclusivas e sustentáveis.

 

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