Tarifaço

Lula inaugura fábrica da chinesa GWM no interior de São Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta sexta-feira (15) da inauguração da nova fábrica da montadora chinesa Great Wall Motors (GWM), em Iracemápolis, no interior paulista.

A planta, adquirida da Mercedes-Benz em 2021, já conta com cerca de 400 trabalhadores contratados e está preparada para produzir até 50 mil veículos por ano, com foco em modelos híbridos e sustentáveis. A previsão da montadora é que a fábrica paulista gere, até o fim de 2025, de 800 a mil postos de trabalho.

A produção inicial prevista é de 20 mil a 30 mil veículos por ano e deve ser expandida para 50 mil em três anos. No futuro, a GWM pretende chegar a 100 mil carros feitos por ano no local.

Os investimentos já anunciados pela GWM no Brasil são de R$ 10 bilhões, cerca de R$ 4 bilhões de 2022 a 2025 e R$ 6 bilhões de 2026 a 2032. Na fábrica de Iracemápolis, o primeiro modelo a ser produzido será o SUV Haval H6, que contará com versões híbridas.

Segundo a empresa, a produção local começa com peças importadas, mas dentro das regras do programa federal MoVer, que estimula a mobilidade verde. De acordo com a GWM, no início da produção já haverá conteúdo local nos carros montados no local, o que inclui componentes como pneus, vidros, rodas, bancos e chicotes elétricos, além do processo de pintura dos veículos que deverá ser realizado localmente desde o princípio. O objetivo da empresa é alcançar 60% de nacionalização dentro de três anos.

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Padilha chama Trump de inimigo da saúde e afirma que sanção é absurda

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (foto), classificou como absurda a sanção imposta pelo governo dos Estados Unidos a dois profissionais brasileiros vinculados ao programa Mais Médicos. Hoje (14), durante a inauguração de uma nova etapa da fábrica de hemoderivados da Hemobrás, em Pernambuco, ele se referiu ao presidente norte-americano Donald Trump como “inimigo da saúde”.

“Estamos enfrentando não só o tarifaço. Estamos enfrentando a figura do presidente atual dos EUA, um inimigo da saúde. Antes das tarifas, desde o começo do governo dele, a cada momento, ele faz ataques à saúde do mundo como um todo”, disse, ao citar o corte de recursos feito por Trump para a produção de vacinas em território estadunidense.

Perseguição

O ministro da Saúde avaliou que o mandatário norte-americano incentivou “uma verdadeira perseguição” contra pesquisadores de vacinas nos EUA.

“Tanto é que estamos atraindo aqui para o Brasil, para a Hemobrás e para a Fiocruz, para as empresas nacionais e para as empresas privadas internacionais que investem no Brasil, vários pesquisadores que estão saindo dos EUA porque não aguentam mais a perseguição do negacionismo da extrema direita”, argumentou.

Em seu discurso, o ministro lembrou ainda que Trump também retirou recursos provenientes dos EUA da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dos principais fundos de produção de vacinas, além de ter rompido contratos de produção de vacinas nos EUA “porque não quer apostar mais na vacina RNA mensageiro”.

Ataque

“O último ataque que o governo Trump fez à saúde foi a sanção absurda ontem (13) contra dois brasileiros – um deles, inclusive, pernambucano de coração, Mozart Sales – que tiveram, pelo governo dos EUA, seus vistos e o direito retirados, deles e das famílias deles, filhos e esposas, de poder entrar nos EUA porque participaram da criação do programa Mais Médicos,” argumentou Padilha.

E acrescentou: “digo ao querido Mozar Sales, ao Alberto Kleiman e a todos aqueles que participaram do programa Mais Médicos: tenho orgulho do que vocês fizeram. Tenho orgulho da luta de vocês”, assegurou Padilha, ao destacar que, atualmente, o programa contabiliza mais de 28 mil profissionais espalhados pelo país, sendo mais de 95% deles brasileiros.

“No Mais Médicos, lá atrás, a gente não só trouxe médicos para onde faltava. A gente abriu possibilidade para que jovens brasileiros pudessem entrar numa faculdade de medicina, abrindo mais cursos. Hoje, mais jovens brasileiros se formam e, por isso, ocupam as vagas no Mais Médicos”, concluiu o ministro.

Entenda

O Departamento de Estado norte-americano anunciou, nessa quarta-feira (13), a revogação dos vistos de funcionários do governo brasileiro, de ex-funcionários da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e de seus familiares. A justificativa do governo Trump é que eles atuaram na implementação do Mais Médicos enquanto trabalhavam no Ministério da Saúde e que são cúmplices “do trabalho forçado do governo cubano”.

Foram revogados os vistos do secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales, e do ex-assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde e atual coordenador-geral para a 30ª Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Mudanças Climáticas COP30, Alberto Kleiman.

Logo após a sanção, Padilha defendeu o programa que, segundo ele, “sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja”.

“O programa salva vidas e é aprovado por quem mais importa: a população brasileira. Não nos curvaremos a quem persegue as vacinas, os pesquisadores, a ciência e, agora, duas das pessoas fundamentais para o Mais Médicos na minha primeira gestão como ministro da Saúde, Mozart Sales e Alberto Kleiman”, disse em postagem nas redes sociais.

Após ter o visto revogado, Mozart Sales também defendeu o programa, citando impactos positivos e melhoria expressiva na saúde da população.

Manifestação

Em seu perfil no Instagram, o médico classificou o programa como “iniciativa primordial” para garantir atendimento a milhões de brasileiros e lembrou que, no momento da criação do Mais Médicos, o governo brasileiro recorreu à possibilidade de cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), levando à contratação de profissionais cubanos.

“Médicos cubanos já prestavam esse atendimento em outros 58 países de diferentes orientações político-ideológicas, por meio de mecanismos de cooperação internacional. Graças a essa iniciativa, a presença de profissionais brasileiros, cubanos e de outras nacionalidades ofereceu atenção básica de saúde e mãos fraternas a quem mais precisava. Diminuiu dores, sofrimentos e mortes”, escreveu Mozart. (Agência Brasil)

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Mais Médicos promoveu melhoria da saúde da população, afirma secretário

Após ter o visto revogado pelo governo dos Estados Unidos em razão de sua ligação com o Mais Médicos, o secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales, defendeu nesta quinta-feira (14) o programa, citando impactos positivos e melhoria expressiva na saúde da população.

Em seu perfil no Instagram, o médico classificou o programa como “iniciativa primordial” para garantir atendimento a milhões de brasileiros. Lembrou que, no momento da criação do Mais Médicos, o governo brasileiro recorreu à possibilidade de cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), levando à contratação de profissionais cubanos.

“Médicos cubanos já prestavam esse atendimento em outros 58 países de diferentes orientações político-ideológicas, por meio de mecanismos de cooperação internacional. Graças a essa iniciativa, a presença de profissionais brasileiros, cubanos e de outras nacionalidades ofereceu atenção básica de saúde e mãos fraternas e quem mais precisava. Diminuiu dores, sofrimentos e mortes”, escreveu Mozart.

No post, o secretário citou ainda uma aprovação, logo no início do programa, de 87%, segundo dados do Datafolha divulgados em 2013. “Inúmeras publicações científicas comprovam os impactos positivos e a melhora expressiva na saúde da população”, escreveu.

“Essa sanção injusta não tira minha certeza de que o Mais Médicos é um programa que defende a vida e representa a essência do SUS [Sistema Único de Saúde], o maior sistema público de saúde do mundo – universal, integral e gratuito”, concluiu Mozart.

Entenda

O Departamento de Estado norte-americano anunciou nessa quarta-feira (13) a revogação dos vistos de funcionários do governo brasileiro, de ex-funcionários da Opas e de seus familiares.

A justificativa do governo de Donald Trump é que eles atuaram na implementação do Mais Médicos enquanto trabalhavam no Ministério da Saúde e que são cúmplices “do trabalho forçado do governo cubano”.

Foram revogados os vistos de Mozart e do ex-assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde e atual coordenador-geral para COP30, Alberto Kleiman.

Após a sanção, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu o programa que, segundo ele, “sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja”.

“O programa salva vidas e é aprovado por quem mais importa: a população brasileira. Não nos curvaremos a quem persegue as vacinas, os pesquisadores, a ciência e, agora, duas das pessoas fundamentais para o Mais Médicos na minha primeira gestão como ministro da Saúde, Mozart Sales e Alberto Kleiman”, disse em postagem nas redes sociais. (Agência Brasil)

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Ford Mustang mais potente já está á venda no Brasil por R$ 650 mil

A Ford já está vendendo o Mustang Dark Horse no mercado nacional. A versão de rua mais potente já produzida, é quase um modelo de competição, já que foi baseada no GT3 que disputa várias competições mundiais. O esportivo dá sequência à linhagem de grandes clássicos da linha, como Shelby GT350, Boss 302, SVT Cobra R e Mach 1, que marcaram época dentro e fora das pistas.


Com um motor Coyote de 5,0 litros, V8 aspirado, produz 507 cavalos a 7.250 rpm e 57,8 kgfm a 4.900 rpm. O Dark Horse acelera de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos e a velocidade máxima é limitada em de 250 km/h.

A transmissão é automática de dez velocidades e a suspensão adaptativa MagneRide também trazem calibração específica para alto desempenho. A direção é 25% mais responsiva e o diferencial traseiro Torsen conta com um sistema de arrefecimento dedicado. Os freios são da marca italiana Brembo, e possuem alta performance.

Preço
Ford Mustang Dark Horse R$ 649.000,00

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Ram anuncia a volta da picape Dakota ao mercado brasileiro em 2026

A Stellantis, proprietária das marcas Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, Ram e Abarth, anunciou ontem oficialmente, a volta em 2026 da picape média Dakota. A picape vai entrar num segmento de veículos utilitários de luxo e concorrer, principalmente, com a Ford Ranger. E, curiosamente, com a agora renovada Fiat Titano.

Como ainda Dodge Dakota,a picape chegou a ser produzida no Brasil entre 1998 e 2002. Apesar da “fábrica” ter sido construída para produzir 40 mil unidades/ano, juntando todos os anos em que esteve em fabricação, foram vendidas apenas 12 mil. Na oportunidade, a picape americana chegou a ter várias versões, com cabine simples e dupla, e motores a gasolina e a diesel. E tinha até uma versão “esportiva”, com motor V8.

Em 2010, a marca norte-americana, que é um sucesso de vendas no Brasil entre as picapes mais sofisticadas do mercado, abandonou a marca Dodge, passando a ser somente Ram.

Design espetacular

A nova Dakota será fabricada na Argentina e atenderá toda a América Latina. Logo na dianteira se destaca a grade do radiador, com o nome Ram vazado e grafado na parte central, emoldurado por uma linha de led que cruza a dianteira da picape entre as laterais e indo até os faróis, também de leds.

O capô bem esportivo, conta com uma entrada de ar superior iluminada por três pontos de luz laranja, uma referência e homenagem à algumas das picapes mais famosas da história da marca. No para-choque, gancho de reboque frontal, guincho elétrico e protetor inferior reforçam a capacidade e robustez presente em todas as picapes da marca, adornados por elementos pintados em um exclusivo tom bronze.

A carroceria recebeu uma série de vincos e linhas retilíneos, transmitido solidez e força. Esses atributos continuam na suspensão elevada, nos exclusivos pneus todo-terreno de 33 polegadas e nas rodas de liga-leve de 18” com beadlock, recurso essencial para garantir bom desempenho nos percursos off-road. O visual é complementado pelos estribos laterais e molduras pretas dos para-lamas, mesma cor aplicada nos para-choques e retrovisores.

Na traseira, onde se destaca o estepe aparente, também adota luzes de led de longo alcance, outro diferencial para os mais diferentes desafios no campo e fora de estrada. Outros destaques da traseira são as lanternas também de led e o emblema Ram na tampa traseira, além do para-choque traseiro com ganchos de reboque. A marca não divulgou detalhes do interior e nem as motorizações.

Veja Vídeo
https://www.media.stellantis.com/br-pt/ram/media-library/press-videos/630582?campaign_id=689d2436ec28b&mail_id=689d24baecc1d&utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=ram-dakota-nightfall-concept-antecipa-nova-picape-media-que-ira-surpreender-o-brasil-em-2026

 

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Para comemorar os 70 anos da Festa do Peão, VW lança série especial

Para comemorar os 70 anos da Festa do Peão de Barretos, a Volkswagen lançou uma série especial da sua picape média. A Amarok Barretos 70 Anos é limitada em 200 unidades.

O modelo especial da Amarok será o carro oficial da Festa, que ocorre entre os dias 21 e 31 de agosto de 2025, no Parque do Peão, em Barretos-SP. O evento organizado há 70 anos pelos Os Independentes, deve receber quase um milhão de visitantes, terá mais de 130 shows e reunirá dezenas de atrações, além de contar com uma programação intensa de cultura, tradição e entretenimento.

A picape comemorativa, que conta com motor V6, diesel, de 252 cavalos, é baseada no modelo Extreme. O modelo conta com itens e detalhes únicos no interior e exterior. Ela chega com capota marítima, amortecedor na tampa da caçamba, adesivo lateral alusivo a Barretos e adesivos laterais e traseiro com o tradicional logo da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos. A única cor disponível é a cinza Moonstone, antes presente apenas nos modelos Nivus e Saveiro.

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Cross Urbano Caixa/Corrida da Ponte aquece o domingo do Dia dos Pais

O domingo do Dia dos Pais amanheceu ensolarado e frio em Campinas-SP. Com os termômetros indicando 10 graus às 7h, 2 mil atletas alinharam para a largada do Cross Urbano Caixa/Corrida da Ponte. A partir daí, a temperatura subiu. Esquentou com o calor provocado pelas passadas durante o percurso de 5k e 10k. Também pela paixão pelo clube, que comemora 125 anos de fundação nesta segunda-feira (11), e pelo amor de muitos pais e filhos, que correram lado a lado nas ruas da cidade do interior paulista.

A cereja do bolo para os corredores foi a volta olímpica ao final da prova, passando por dentro do tradicional estádio Moisés Lucarelli antes da linha de chegada. Foi esse tipo de emoção que tornou a corrida ainda mais especial para atletas como Marina Malachias, campeã dos 10k, com o tempo de 41min19seg. “Adorei a prova. Sou de Jaguariúna e torcedora da Ponte. O percurso é técnico e desafiador e chegar dando a volta olímpica é maravilhoso. Não tem como não lembrar dos jogos”, comentou.

Jorge Luís Siqueira e Thaís Reinaldi Siqueira compartilharam os mesmos sentimentos. Pontepretanos, pai e filha correram juntos os 5k. “Cruzei a linha de chegada chorando, muito agradecida por estar ao lado do meu pai, que me ensinou a paixão pelo clube. Eu entrava em campo junto com o time quando tinha seis anos de idade e hoje trago o meu filho. Amor não se explica”, disse Thaís.

Jorge, que começou a correr em 2023, incentivado pela filha, ainda ganhou um presente extra neste domingo. Bateu seu recorde pessoal. “Adorei a prova e correr com a minha filha é sempre especial, ainda mais no Dia dos Pais. Eu estava fazendo os 5k para 45 minutos e esperava correr para 42 hoje. No final, baixamos e completamos em 40 minutos”, contou.

O pai de Thaís chegou cerca de 3 minutos atrás do campeão dos 10k. Sebastião Donizete Vida cruzou a linha de chegada do Cross Urbano Caixa/Corrida da Ponte após 37min34seg de prova. E foi uma chegada acirrada, decidida nos últimos metros. O segundo colocado, Walter Ricardo Nicolucci, veio na cola do líder, um segundo atrás, com o tempo de 37min35seg.

Freddy Carvalho, idealizador do Cross Urbano, destacou o recorde de 2 mil participantes e a presença das famílias. “A parceria com a Ponte rendeu bons frutos para o nosso evento, que tem patrocínio da CAIXA e do Governo Federal, e também para o clube, que comemora 125 anos. Tivemos um resultado fantástico em Campinas. E com o Dia dos Pais, reunimos ainda mais pessoas. Vieram não só os corredores, mas seus familiares, tanto que contabilizamos cerca de 4 mil pessoas, incluindo adultos e também crianças. E não podemos esquecer dos pets, pois tivemos muitos cachorros com seus tutores também”, comentou.

Diego Almeida,  gerente de marketing e novos negócios da Ponte Preta, também comemorou o resultado. “Este ano foi desafiador por conta dos 125 anos do clube. E a chegada do Cross Urbano Caixa representou um reforço importante para o nosso evento. E conseguimos entregar um grande evento, com recorde de participantes. Vimos muitas mulheres, muitas crianças, muitas famílias. Filhos correndo com os pais. E pelos pais que deixaram um legado ao ensinar a paixão pela Ponte. Queremos trazer esse público para perto do estádio, para o dia a dia do clube. Queremos abraçar cada vez mais a comunidade de Campinas”, completou.

Resultados
10k – Masculino
Sebastião Donizete Vida (37min34seg)
Walter Ricardo Nicolucci (37min35seg)
Fernando Anastácio de Moura (37min52seg)
Billy Joe da Silva Queiroz (38min12seg)
Rodrigo Regis Romão (38min27seg)

10k – Feminino
Marina Malachias (41min19seg)
Julia Alves de Oliveira (45min07seg)
Luana Cunha de Andrade (45min34seg)
Tamara Brígida Padula (48min12seg)
Verônica Santos (47min40seg)

5k – Masculino
Douglas Miguel (17min12seg)
Wevertton da Silva Santos (17min42seg)
Rafael Cabral (17min53seg)
Erivaldo Domingues Mendes (17min57seg)
Pedro Diego Zoli (18min07seg)

5k – Feminino
Letícia Soares (19min56seg)
Yane Lima Pereira(20min06seg)
Pâmela Jorge Paiva (21min14seg)
Natália Monteiro de Souza (22min23seg)
Regina Célia Teixeira Boretti (22min41seg)

Conhecido como Corrida dos Estádios, o Cross Urbano Caixa 2025 já passou por Brasília (DF), em prova diurna, e Belém (PA) e Teresina (PI), noturnas. Depois de Campinas, chegará também a Fortaleza (CE), Maceió (AL) e Rio de Janeiro (RJ), todas à noite, totalizando sete etapas na temporada. Lançado em 2014, ano da Copa do Mundo no País, veio para fomentar o multiuso das arenas. A ideia do evento é não usar as vias públicas, em um circuito de corridas conceito.

O Cross Urbano Caixa/Corrida da Ponte foi organizado pela Bravus, com patrocínio da Caixa, Governo Federal e Associação Atlética Ponte Preta.

Próximas etapas 2025
06/09 – Arena Castelão – Fortaleza (CE) – noturna
04/10 – Estádio Rei Pelé –  Maceió (AL) – noturna
01/11 – Parque Olímpico da Barra – Rio de Janeiro (RJ) – noturna

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Na tentativa de se recuperar no mercado premium, Audi lança novos modelos

Depois de liderar por décadas o mercado brasileiro de veículos premium e hoje perder para todas as concorrentes, a Audi do Brasil tenta, sem sucesso, recuperar terreno e lança na semana que vem dois modelos: o A5 sedan e o A6 e-Tron.

O novo sedã, que chega em versão única, vai substituir o modelo A4 (?), e custará R$ 380 mil. O sedã já está á venda, apesar das entregas serem somente em setembro.

Já o sportback A6 e-tron, 100% elétrico, se destaca pelo design elegante, esportivo e possui uma autonomia de até 625 quilômetros. O modelo também dispõe da versão Avant (perua) que não deve vir para o Brasil. O preço é de R$ 650 mil.

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Coluna Fernando Calmon — Automóveis de entrada têm desempenho positivo

Coluna Fernando Calmon nº 1.363 — 5/8/2025

Automóveis de entrada mostram desempenho positivo em julho

 

Embora os reflexos do Programa Carro Sustentável só tenham começado no dia 10 do mês passado, a movimentação e as vendas nas concessionárias aumentaram. De acordo com a Fenabrave, apesar de apenas cinco marcas se enquadrarem nos requisitos exigidos, houve resultado positivo. Em julho do ano passado, somaram 85.588 emplacamentos e, no mesmo mês deste ano, após a divulgação do decreto, os modelos enquadrados totalizaram 95.305 unidades, crescimento de 11,3%. Carros especificamente com motor de 1 litro tiveram desempenho um pouco melhor: mais 13%. O resultado também foi influenciado por descontos promocionais agregados pelos fabricantes.

Na comparação a julho deste ano, que teve três dias úteis a mais que junho, as vendas totais, incluídos veículos comerciais, deram um salto de 14,2%. No entanto, o volume acumulado somados todos os segmentos em 2025 de 1,442 milhão de unidades avançou apenas 4,1% em relação aos sete primeiros meses de 2024. Por estes números conclui-se que sem o programa federal de estímulos o mercado teria um percentual de avanço bastante modesto. Especificamente caminhões e ônibus, um dos termômetros da saúde econômica do País, tiveram vendas estagnadas em relação ao ano passado.

De acordo com Arcélio Santos Jr., presidente da Fenabrave, “a nova política de IPI para uma parte importante dos automóveis impactou os preços dos modelos de entrada, o que estimulou a demanda já no mês da sua implementação e deve se refletir nos emplacamentos do restante do ano”. Por este resultado preliminar positivo a entidade manteve a previsão de crescimento de 5% nas vendas de automóveis e veículos comerciais em 2025 sobre 2024.

Em contraste com a análise corretamente discreta e confiável da associação das concessionárias, a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) apresenta seus números com o otimismo exagerado de sempre. Ao considerar apenas os veículos elétricos de verdade em todo o Brasil, a entidade informa que se atingiu “um feito inédito ao registrar 7.010 unidades comercializadas em julho, o maior volume mensal da série histórica. Até então, o recorde havia sido alcançado em maio, com 6.969 unidades”. De fato, passa entusiasmo sem sentido: recorde anterior superado por apenas 0,6%… Forçar uma situação dessa maneira pode sinalizar dificuldade à frente.

A venda de elétricos no Brasil mantém-se naquela fase de comemorar bases comparativas muito baixas e mesmo assim o mercado ainda está longe de se firmar. Como todos os modelos são importados e o imposto de importação chegará a 35% já no próximo ano, somente a produção nacional pode melhorar as vendas de verdade. Todavia, sem fabricação local de baterias e uma queda maior dos preços, os elétricos continuarão como mercado de nicho, ao contrário dos híbridos que crescerão bem mais.

Habilitação será ampliada, mas há dúvidas

A iniciativa tem méritos pois, segundo o Ministério dos Transportes, 39% dos proprietários de carros dirigem sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o percentual sobe para 45% no caso de veículos de duas rodas. Não se sabe como esses percentuais foram calculados e certamente estão errados, pois se baseiam nos apontamentos oficiais com uma enorme distorção. A frota registrada tem pouco a ver com a frota circulante. Inexiste controle sobre veículos abandonados, desmontados ou sucateados. O Sindipeças faz estudos anuais e os dados são públicos no seu site.

Certo que há um vasto contingente de condutores não habilitados e isso traz riscos à segurança do trânsito. Como diminuí-lo foi explicado de forma vaga pelo ministro Renan Filho. “Democratizar o acesso à habilitação, tornando-o mais acessível e menos burocrático” é apenas uma frase de efeito. Sem adiantar como e quando passará das intenções. Tudo ainda se limita a estudos. Obviamente a solução passa não apenas por uma rede de Centros de Formação de Condutores (autoescolas) que dê maior atenção ao ensino técnico, sem se limitar à decoreba das regras de trânsito para o exame escrito e deixar de aprofundar ou fazer compreender o perigoso trânsito brasileiro.

Bem posicionado está o Detran-SP: “Fundamental que qualquer mudança preserve e reforce a qualidade da formação dos motoristas (…) e não se comprometa a excelência no processo de aprendizagem.”

Seguro de carros fica estável em 11 capitais

Apesar do número de acidentes de trânsito continuar em alta, os preços das apólices (no jargão segurador chama-se prêmio) praticamente não aumentaram no último mês de junho tanto para o perfil masculino quanto o feminino. A variação foi de apenas 1% para homens e 2% para mulheres. No primeiro semestre, a redução foi de cerca de 15% e 14%, respectivamente. Levantamento feito pela Minuto Seguros.

Segundo esta corretora digital independente, em junho o segurado masculino pagou em média o prêmio de R$ 2.133,86, cerca de 1% acima do mês anterior. No caso das mulheres houve uma leve alta de cerca de 2%, chegando aos R$ 2.175,50. A pesquisa foi feita seguindo os perfis homem e mulher, 35 anos, casado(a).

Entretanto, o cenário apontado em média por seguradoras tradicionais é diferente. Consultei um corretor particular e ele informou que em geral ocorre justamente o contrário. O segurado masculino, principalmente jovens e solteiros, em geral quase sempre paga um preço superior pela apólice, entre outros motivos porque os consertos resultantes de acidentes costumam ser mais caros.

Porém, a diferença entre gêneros tem diminuído. Antes de existirem recursos de segurança ativa as colisões eram mais graves e, em consequência, os consertos encareciam.

Argo e Cronos analisados em sequência

Hatch e sedãs compactos têm públicos distintos. Contudo, nesta avaliação conjunta dos dois modelos da Fiat, o hatch Argo confirma sua posição competitiva (segundo em vendas neste segmento, atrás apenas do Polo). Já o sedã Cronos aparece em quarto lugar, somente 380 unidades a menos do que o terceiro colocado, o HB20S. Números do primeiro semestre.

O Argo é oferecido em quatro versões e avaliei a Trekking 1.3 CVT, topo de linha. Suas dimensões estão dentro da média deste segmento: comprimento, 4.031 mm; entre-eixos, 2.521 mm; largura, 1.750 mm; altura, 1.538 mm. Porta-malas: 327 L. Motor flex de quatro cilindros e 1,3 litro aspirado: 107 cv (E)/98 cv (G); 13,7 kgf·m (E)/13,2 kgf·m/(G). A diferença de potência entre etanol e gasolina (mais 9%) demonstra se tratar de um bom motor flex. Câmbio CVT de sete marchas garante boas acelerações (0 a 100 km/h em 11,3 s com etanol) e, apesar do diferencial curto, em autoestradas consegue manter 2.400 rpm a 120 km/h, bem razoável.

Na linha 2026, as principais novidades: faróis principais e de neblina de LED, multimídia com espelhamento sem fio para AndroidAuto e Apple CarPlay, além de acabamento escurecido no interior. Muito úteis o sensor de estacionamento traseiro e o assistente de partida em rampa. Posição de dirigir elevada é o padrão da marca italiana e agrada em especial no uso urbano nesta versão Trekking com altura de rodagem um pouco maior. Preço com incentivo governamental: R$ 108.980.

Quanto ao Cronos 1,3 T Precision, fabricado na Argentina onde os sedãs imperam, chama atenção a nova frente com grade de desenho atraente, novo para-choque, além de faróis de neblina e principais (ambos de LED) modificados e acendimento automático. Dimensões: comprimento, 4.372 mm; entre-eixos, 2.521 mm (igual ao Argo); largura, 1.726 mm; altura, 1.524 mm. Porta-malas oferece generosos 509 L, 40 L maior que o do Onix sedã, por exemplo. Motor e câmbio, o mesmo do Argo. Massa em ordem de marcha de 1.190 kg é apenas 29 kg maior que o Treking. Assim, na prática, o desempenho de ambos praticamente o mesmo.

Central multimídia, como a do hatch, poderia ser maior, mas o pareamento com o celular funcionou de acordo. Também se destaca o conforto de marcha. O comportamento em curvas transmite sensação melhor que a do Argo cujo centro de gravidade é um pouco mais alto. Preço com incentivo governamental: R$ 119.900. www.fernandocalmon.com.br

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Citroën faz promoções com descontos de até R$ 24 mil reais

A Citroën anuncia mais uma grande promoção para os seus modelos. Até o dia 3 de setembro é possível comprar um modelo da marca francesa com até R$ 24,2 mil de desconto, planos de financiamento com entrada facilitada, taxa zero e valorização do usado na troca.

Entre os destaques, o Citroën Aircross Shine 7 lugares tem valor de R$ 145.690 por R$ 126.490 com taxa zero e bônus de até R$ 5 mil na troca do veículo usado Citroën. Já a versão Citroën Aircross Shine de 5 lugares sai de R$ 138.100 por R$ 118.990 com seu usado Citroën na troca. E por fim, a versão Citroën Aircross Feel de 5 e 7 lugares, contam com descontos de até R$ 11.610, com seu usado na troca, com valores respectivos de R$ 109.990 e R$ 112.490. O Citroën Aircross tem motor turbo com 130 cavalos, câmbio automático CVT de sete marchas, painel de instrumentos TFT 7″ e ar-condicionado automático e digital. Além, é claro, do maior espaço interno do segmento.

O SUV Citroën Basalt Feel Turbo 200 com transmissão automática tem até R$ 13.400 de desconto, por R$ 106.890, com bônus de R$ 2 mil na troca do veículo usado e taxa zero. E para a categoria PcD, o Basalt Feel Turbo 200, na versão com câmbio automático, sai de R$ 118.290 por R$ 92.440, já com o desconto oferecido pela marca adicional às isenções fiscais.

Já o modelo de entrada, o C3 mantém as condições especiais de julho com descontos que chegam até R$ 11.410 com seu usado na troca, como é o caso da versão Live Pack 1.0 com transmissão manual, por R$ 77.990.

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