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Museu Carde renova seu acervo com muitas novidades

Depois de uma breve parada para manutenção e modernização, o Museu Carde, em Campos do Jordão-SP, reabriu com uma renovação parcial no acervo de carros, obras de arte e mobiliário. Com centenas de automóveis antigos e peças raras em seu acervo, o Carde vai fazendo um rodizio de usas preciosidades.

Entre as obras de arte, o destaque vai para a escultura Trepante (versão 1) em aço inox e troncos de madeira, de Lygia Clark. Há também os vasos Xangô, Oxaguiam, Oxossi e Ogum, de Almir Lemos, modelado à mão em argila primitiva crua sem queima, mantendo toda sedimentação do solo. Nas obras primas do mobiliário histórico brasileiro está a Cadeira de Três Pés, de Joaquim Tenreiro, de 1947, utilizando madeiras jacarandá, roxinho, pau-marfim, imbuia de mogno e pau ferro.

Na lista dos carros, são 21 modelos, que vão desde a Lancia Aurelia B52 B Junior Coupé, de 1952, o Cadillac Eldorado Biarritz 1959, Porsche 356 Speedster, de 1957, Plymouth Superbird 1970, e vários modelos aspiracionais nacionais das décadas de 1980 e 1990, como o Passat Pointer, os Chevrolet Kadett, Opala Diplomata e Corsa GSI, Fiat Tempra Turbo, entre outros, em estado de zero-quilômetro. Entre os importados de mesma época, o Lotus Omega 3.6 Biturbo 1992 está em evidência pela sua potência e body kits esportivos. No tema exclusividade, outro modelo que chega ao Carde é o Volkswagen SP1, azul, de 1974, lado a lado com um SP2, prata, que já fazia parte da exposição.

O mais importante museu automotivo do Brasil e um dos mais completos do mundo, o Carde acaba de superar a marca de 150 mil visitantes, desde a sua inauguração, em novembro de 2024.


Recém-chegados:

Opel Lotus Omega 1992 – Considerado um dos automóveis mais velozes e instigantes da década de 1990, o Lotus Omega/Carlton nasceu de um arrojado projeto de cooperação entre a Opel, a Vauxhall e a Lotus. Marcas integrantes, na época, do vasto conglomerado automotivo da General Motors. Revelado em março de 1989, no Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça, o novo modelo era baseado na plataforma do Opel Omega, porém continha uma série de alterações de desempenho, na mecânica e na carroceria. Mudanças desenvolvidas pela Lotus, tradicional fabricante inglesa de esportivos.

Fabricado entre 1990 e 1992, vinha equipado com um motor de seis cilindros em linha, de 3.6 litros, biturbo, de 377 cavalos de potência. Possuía câmbio manual de seis marchas (o mesmo utilizado no contemporâneo Chevrolet Corvette ZR-1) e era capaz de alcançar a velocidade máxima de 283 quilômetros por hora, indo de 0 a 100 em aproximadamente cinco segundos. A produção, inicialmente prevista para 1.100 unidades, limitou-se aos 950 exemplares construídos. O veículo em exibição corresponde ao chassis de número #0752 e foi produzido em 1992. Vendido originalmente para a França, é, atualmente, o segundo Opel Lotus Omega existente no Brasil.

Plymouth Road Runner Superbird 1970 – Versão modificada e aerodinâmica do Plymouth Road Runner, o Superbird começou a ser produzido no final de 1969, já anunciado como modelo 1970. Projetado especificamente para a temporada de provas da NASCAR (National Association for Stock Car Auto Racing), tinha como objetivo principal superar a Ford nas pistas.

Famoso por seu longo bico e pela enorme asa traseira, desenvolvidos em túnel de vento, o  muscle car norte-americano se tornou um dos maiores vencedores da categoria. Devido às mudanças de regulamento em 1971 e às dificuldades de aceitação do visual do carro por parte do público, o Superbird saiu de linha após um ano no mercado. Esta unidade é equipada com um motor V8 440 “Six-Barrel”, de 390 cavalos de potência. Possui câmbio manual “Pistol Grip”, de quatro velocidades, e é capaz de atingir a máxima aproximada de 230 quilômetros por hora.

Ostenta a chamativa cor “Limelight Green”, um tom cítrico de verde limão. Vendido, originalmente, pela concessionária ChryslerPlymouth da cidade de Reno, nos Estados Unidos, este exemplar participou de diversas competições na região. Venerado pelos colecionadores, a produção total do Plymouth Road Runner Superbird foi de 1.935 unidades.

Cadillac Eldorado Biarritz 1950 – No final dos anos 40, e no decorrer dos 50, a indústria americana vivenciou um boom estético influenciado pelo tema aeronáutico. Perfis e feitios conceituais foram absorvidos por todos os setores e não seria diferente o ocorrido com o campo automobilístico. Este movimento estilístico alcançaria o seu ápice durante o período da corrida espacial. Um dos principais, talvez o maior exemplo desta eufórica fase, foi o Cadillac de 1959.

Destacando-se dos demais concorrentes, a divisão de luxo da GM retratava o exagero das formas e o auge do uso dos metais cromados decorativos. Os típicos e famosos “rabos-de-peixe” da marca eram os maiores já vistos. Neste ano, treze opções distintas compunham o catálogo de vendas. Apesar de semelhantes em design, se diferenciavam por séries, motorização e preço.

O automóvel em exibição corresponde ao modelo Eldorado Biarritz, e é equipado com um motor V8, de 6.4 litros, de 345 cavalos de potência. Ícone sobre rodas, seu comprimento total é de 5 metros e 71 centímetros. Caro e luxuoso, apenas 99 carros saíram de fábrica com bancos dianteiros individuais.

Porsche 356 A 1600 Speedster 1957 – Considerado um dos carros mais famosos e cobiçados de todos os tempos, o 356 Speedster foi apresentado ao público em setembro de 1954. Criado pela Porsche, a partir de um pedido feito por Max Hoffman, renomado importador de automóveis europeus sediado em Nova Iorque, nos Estados Unidos, o novo modelo tinha em vista o crescente e competitivo mercado norte-americano de veículos esportivos.

Apesar de compartilhar componentes e elementos de estilo com a versão Cabriolet, o Speedster diferenciava-se por apresentar, em seu design, traços mais dinâmicos, que transmitiam a sensação de movimento e de liberdade. Outros detalhes exclusivos incluíam: para-brisa mais baixo, panorâmico; capota de lona, removível; bancos concha e a ausência de vidro nas portas. Alterações que priorizavam a leveza e a agilidade.

Construído na Alemanha em 1957 e exportado, logo em seguida, para os Estados Unidos, o Porsche 356 A 1600 Speedster em exibição é equipado com um motor boxer de quatro cilindros, 1600, traseiro, arrefecido a ar. Possui cerca de 60 cavalos de potência e é capaz de atingir a máxima aproximada de 160 quilômetros por hora. Totalmente restaurado nos padrões originais de fábrica, ainda preserva seus números correspondentes de mecânica, chassis e carroceria.

Lancia Aurelia B52 B Junior Coupé 1952 – Tradicional fabricante de automóveis e veículos pesados, a marca italiana Lancia foi fundada em 1906. Reconhecida pelas soluções originais de design e vanguarda tecnológica, produziu inúmeros tipos consagrados na história automotiva, como o inovador Lambda, o luxuoso Astura e o aerodinâmico Aprilia.

Entretanto, foi durante o início de 1950 que um dos maiores sucessos da montadora foi apresentado: o Lancia Aurelia. Revelado no 32º Salão do Automóvel de Turim, destacava-se por seu perfil elegante e pelo inédito motor V6, sendo o primeiro carro de produção em série do mundo a utilizar esta mecânica. Batizado em homenagem à Via Aurelia, importante estrada da Roma Antiga, o novo modelo serviu de base para diversas variações ao decorrer da década, até ser descontinuado em 1958. Construído em 1952, o exemplar em exposição corresponde ao Lancia Aurelia B52.

Fornecido exclusivamente para encarroçadores renomados, apenas 98 chassis especiais foram criados. Dentre estes 98, somente duas unidades foram elaboradas neste feitio pela Carrozzeria Ghia. Desenhado por Gian Paolo Boano sob a forte influência das tendências americanas de estilo e denominado “B Junior”, o moderno Coupé é equipado com um motor V6, de 2.0 litros, de 70 cavalos de potência.

Serviço
Museu Carde

Endereço: Rua Benedito Olímpio Miranda, 280, Alto da Boa Vista,
Campos do Jordão – SP, CEP: 12.472-610
Site: www.carde.org
E-mail: contato@carde.org
Instagram: @carde.museu
Telefone: (12) 3512-3547
Fechado: terças e quartas-feiras

 

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Brasil derrota o Japão e vai às oitavas de final na Copa do Mundo

O sonho do hexa segue vivo para o Brasil na Copa do Mundo de 2026. Nesta segunda-feira (29), a seleção brasileira venceu o Japão por 2 a 1 em Houston (Estados Unidos), pelos 16 avos de final.

Após um primeiro tempo marcado por nervosismo, erros de passe – como o que resultou no gol japonês – e controle adversário, a equipe de Carlo Ancelotti conseguiu pressionar os Samurais Azuis (apelido da seleção nipônica) na etapa final e ter a paciência necessária para, nos acréscimos, ser recompensada com o gol dramático do atacante Gabriel Martinelli, que saiu do banco para decidir a classificação.

Nas oitavas de final, o Brasil aguarda o ganhador de Noruega e Costa do Marfim, que se enfrentam às 14h (horário de Brasília) desta terça-feira (30), em Dallas. O duelo será no domingo (5), às 17h, em Nova Jersey, também nos Estados Unidos.

Pressão

O Brasil voltou do intervalo com o atacante Endrick no lugar de Lucas Paquetá. O meia deixou o gramado com dores na coxa esquerda e teve de ser substituído.

O desenho do segundo tempo era claro: Japão recuado e Brasil no ataque, apostando no jogo aéreo. Aos seis minutos, Danilo cruzou pela direita e o volante Bruno Guimarães, de cabeça, obrigou Suzuki a uma bela defesa. Aos oito, Rayan levantou na área, o lateral Douglas Santos apareceu pela esquerda e ajeitou para Casemiro escorar na frente do gol. O zagueiro Takehiro Tomiyasu salvou em cima da linha.

A insistência deu resultado no minuto seguinte. O zagueiro Gabriel Magalhães recebeu de Vinícius Júnior perto da grande área pela esquerda e cruzou na medida para Casemiro superar o meia Keito Nakamura pelo alto e mandar para as redes de cabeça.

O empate animou o Brasil e assustou os japoneses. Aos 12, Vinícius Júnior fez grande jogada pela esquerda, colocando a bola entre as pernas de Tomiyasu, invadindo a área, deixando Sano para trás com um drible de corpo e chutando de bico, cruzado, acertando a trave.

Paciência 

Com o jogo fluindo pelos lados, Ancelotti colocou Gabriel Martinelli no lugar de Matheus Cunha. Ele e Vinícius Júnior passaram a se revezar pela esquerda, um aberto em campo, próximo à lateral, e o outro por dentro, junto com Endrick.

A intensidade dos primeiros minutos da etapa final caiu, mas o Brasil seguiu ocupando o campo ofensivo. O jogo se tornou um teste de paciência. A seleção verde e amarela tocava a bola, procurando espaços e o melhor momento para tentar um passe em profundidade, um chute ou um bom cruzamento. O Japão, com postura claramente reativa, estava armado para, no primeiro erro, sair em velocidade no contra-ataque.

O duelo caminhava para a prorrogação e Casemiro tinha acabado de ser substituído com dores (Fabinho entrou) quando brilhou a estrela de Gabriel Martinelli. Aos 49 minutos, Bruno Guimarães recebeu de Rayan e deixou o atacante frente a frente com Suzuki. O camisa 22 bateu cruzado e a bola ainda encostou na trave esquerda antes de explodir a massa brasileira, maioria dos 68 mil torcedores presentes em Houston.

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Outback leva clima de estádio para dentro de casa com box exclusivo

Uma excelente dica para quem vai curtir a próxima partida do Brasil em casa ou no trabalho: se nos restaurantes o Outback Steakhouse quer ser o ponto de encontro dos torcedores, dentro de casa a missão é a mesma. Como parte da campanha “É Clima de Outback”, a maior plataforma de futebol já criada pela marca no Brasil, a rede lança o Box Comemoração em Casa, uma edição limitada desenvolvida em parceria com a Casa CazéTV para levar toda a energia dos jogos para a sala dos consumidores.

Mais do que um combo de delivery, a novidade foi criada para transformar cada partida em uma experiência completa de celebração. A caixa traz identidade visual exclusiva, inspirada no universo da Casa CazéTV, e reúne alguns dos produtos mais icônicos do Outback em uma seleção pensada para compartilhar durante os jogos.

A experiência inclui Ripas de Ribs nos molhos Barbecue e Billabong, Quesadillas de queijo e cogumelos, Kookaburra Wings, Mini Burgers, Nachos e molhos especiais, compondo uma verdadeira mesa de celebração para reunir amigos e família sem precisar sair de casa.

O item exclusivo está disponível para pedidos pelo delivery nas plataformas iFood, 99 com o valor de R$ 299,90 e pelo Meu Outback, novo app de relacionamento exclusivo da marca, pelo preço de R$ 199,90, que conta com valores especiais, cupons e incentivos para aproximar a experiência de quem deseja celebrar de casa. O box serve até quatro pessoas.

O Outback possui cinco unidades em Campinas, nos shoppings Iguatemi, Parque Dom Pedro, Galleria, Campinas Shopping e Parque das Bandeiras. Em Piracicaba, está presente no Shopping Piracicaba, e em Limeira, no Pátio Limeira Shopping. A rede também tem restaurantes em Jundiaí, no JundiaíShopping e Maxi Shopping Jundiaí, e Itupeva, no Outlet Premium São Paulo. Na região metropolitana de Sorocaba, o Outback está presente no Iguatemi Esplanada e no Pátio Cianê Shopping. Em maio, a marca chegou também a Indaiatuba, com a inauguração de uma unidade no Polo Shopping. Com exceção do Outback ltupeva, todas as unidades acima possuem serviço de delivery.

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Minis desfilam em São Paulo para homenagear seleção inglêsa

Numa ação muito criativa, a Mini do Brasil, durante os jogos da Inglaterra na Copa do Mundo, faz um desfile com os modelos da marca á venda no mercado nacional pelas ruas de São Paulo. A ação, que já foi realizada nos dois primeiros jogos, continuará durante a participação do time britânico no Mundial.

Todos os modelos trazem uma caracterização inspirada no universo do futebol inglês e um dos modelos, um Mini Cooper S 5 portas, está personalizado com referência lúdica à bola de futebol. No comboio, um Mini JCW, é o capitão e dos demais “jogadores”.

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Vini Jr. brilha e Brasil se classifica em 1º com 3×0 sobre a Escócia

O Brasil, enfim, desencantou na Copa do Mundo. Nesta quarta-feira (24), a seleção verde e amarela derrotou a Escócia por 3 a 0, em Miami, pela terceira e última rodada do Grupo C.

Após um empate com o Marrocos na estreia, por 1 a 1, e uma vitória com altos e baixos sobre o Haiti, por 3 a 0, a equipe de Carlo Ancelotti teve sua melhor atuação até o momento. De quebra, garantiu o primeiro objetivo do Mundial, que era terminar o grupo na liderança, com sete pontos.

A Escócia, com três pontos e saldo negativo de dois gols, aguarda a sequência da fase de grupos para saber se avança como um dos oito melhores terceiros colocados, o que seria inédito para o país.

Principal nome do Brasil na Copa, Vinícius Júnior voltou a brilhar, balançando as redes pelo terceiro jogo seguido na competição. Algo que apenas outros quatro jogadores fizeram na história da seleção nacional: Jairzinho (1970), Romário (1994), Ronaldo e Rivaldo (ambos em 2002). Coincidentemente, todos eles campeões mundiais.

Com os dois gols desta quarta, o camisa 7 foi a quatro nesta Copa e entrou na briga pela artilharia. O também atacante Lionel Messi, da Argentina, é quem lidera, com cinco gols. Além disso, ele teve participação direta em seis dos sete gols do Brasil no Mundial.

A partida marcou, ainda, o retorno de Neymar. Recuperado de uma lesão grau dois na panturrilha direita, o atacante entrou na etapa final e esteve em campo por cerca de 20 minutos. Foi o primeiro jogo dele pela seleção canarinho desde 17 de outubro de 2023. O camisa 10 estava sem atuar há mais de um mês.

Próxima fase

O primeiro lugar da chave assegura ao time brasileiro, se for até a final, estar sempre nos Estados Unidos. Com isso, a delegação pode seguir baseada em Nova Jersey, onde está reunida desde antes da Copa, evitando maiores deslocamentos e facilitando a logística e a recuperação dos atletas.

Na fase de 16 avos de final, a seleção canarinho terá pela frente o segundo colocado do Grupo F, que tem Holanda, Japão, Suécia e Tunísia. A partida será na próxima segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), em Houston.

O adversário será conhecido nesta quinta-feira (25), em jogos que iniciam às 20h (horário de Brasília). Os holandeses, que lideram a chave, encaram os já eliminados tunisianos em Kansas City. Os japoneses, em segundo, enfrentam os suecos em Dallas. (Agência Brasil)

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Troca de figurinhas pode atenuar alto custo do álbum da Copa

O torcedor que quiser completar o álbum de figurinhas da Copa do Mundo de 2026 vai ter que preparar o bolso. O torneio tem atualmente 48 seleções – em edições anteriores eram 32 – e com isso o número total de figurinhas subiu para mais de 980, a maior coleção lançada pela editora Panini.

Para o colecionador isso significa mais páginas, mais figurinhas e muito mais reais. O valor para completar o álbum no Brasil pode chegar a mais de R$ 7,3 mil para quem não gosta de trocar figurinhas e tem como meta completar álbum só comprando os pacotes. Cada um com sete unidades custa R$ 7.

Mas tem outro caminho mais barato, com o se juntar a colecionadores e amigos, ou ir a lugares específicos para trocar as figurinhas repetidas no formato de “um por um”. Nestes casos o custo pode cair até 80% e o gasto variar entre R$ 1.200 a R$ 1.700.

Em um mundo perfeito, sem nenhuma figurinha repetida – cenário quase impossível por conta da distribuição aleatória em cada pacote – o gasto é de R$ 1.004,90, somando o custo de 140 pacotes (R$ 980) ao valor do álbum brochura padrão (R$ 24,90)

O alto custo para completar o álbum da Copa do Mundo de 2026 tem levado muitos colecionadores a uma verdadeira caça às cobiçadas figurinhas raras. Além das 980 figurinhas da coleção principal, o álbum tem outras 68 consideradas especiais: elas fazem pate da série Legends, que desperta grande interesse  dos fãs.

Trata-se de versões especiais de alguns dos principais jogadores do mundo com diferentes níveis de raridade: bordeaux, bronze, prata e dourada. A última é a mais rara de todas e, segundo a Panini, só sai uma vez a cada 1.900 pacotes. Entre as mais cobiçadas estão as de Cristiano Ronaldo (Portugal), Lionel Messi (Argentina), Kylian Mbappé (França), Lamine Yamal (Espanha), e a do brasileiro Vinicius Júnior.

Em plataformas de compra e venda, algumas versões de nível dourada já ultrapassam os R$ 500 e estão entre as mais caras desta edição. A busca por elas tem transformado os pontos de troca de figurinhas, para quem somente queria completar o álbum, em um espaço de muita negociação.

“[Nos pontos de troca] só ficou o pessoal mais desesperado para conseguir trocar essas figurinhas e muita gente querendo pagar valores altos”, disse o estudante de Engenharia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Guilherme Ferreira. “Tem um pessoal gastando realmente muito dinheiro”, acrescentou o universitário ao repórter Rafael Sofia, da Rádio da UFRJ.

Outra curiosidade desta edição está na diferença entre os retratados no álbum publicado pela Panini e a convocação oficial das seleções. O álbum foi lançado em maio, mas a produção da coleção teve início meses antes do anúncio da lista final de convocados de cada país participante.Alguns jogadores ficaram de fora, enquanto outros não jogarão.

No Brasil, Rodryigo, Éder Militão e Estevão ganharam figurinhas, mesmo fora da lista do técnico italiano Carlo Ancelotti por estarem lesionados Essa situação ocorreu também com outras seleções e mostra como o álbum registra o retrato de meses antes da competição.

Brasília (DF), 17/06/2026 - Vendedores, revendedores e colecionadores em busca das figurinhas que faltam para completar o álbum da Copa do Mundo se reúnem para comercializar em uma banca de jornal.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Entre os ausentes, o nome que mais chama a atenção é o de Neymar Júnior. O camisa 10 da seleção brasileira não apareceu na primeira versão da coleção.

“A [ausência] do Neymar eu não acho um absurdo, ninguém sabia se ele ia ou não, provavelmente, não iria”, brincou o estudante da UFF. “Os outros, realmente, a Panini vacilou. O Rodrygo já estava fora da Copa há seis meses e foi para o álbum”, criticou.

Enquanto a bola rola nos Estados Unidos, Canadá e México, a disputa segue também fora dos gramados, entre colecionadores que podem investir mais. É o caso do engenheiro Lucas Antonio Pinheiro que não quer saber de economizar. Ele só pensa em completar o álbum o mais rápido possível.

“Estamos com cerca de 50% do álbum completo e, até o momento, gastamos em torno de R$ 800. É um valor considerável, mas encaramos mais como uma e

Além de gostar de futebol, o colecionador tem outa motivação para essa coleção. Ficou noivo um mês antes da abertura da Copa.

“A principal motivação é a oportunidade de construir uma memória junto de quem amamos. No nosso caso, eu e minha noiva Paula estamos colecionando juntos e temos aproveitado muito cada momento desse processo, especialmente as trocas de figurinhas”.

Lucas Pinheiro considera o álbum da Copa um investimento emocional e não somente uma despesa.

“O que mais nos encanta é o ambiente que a Copa proporciona. Nas trocas, é comum ver pessoas de diferentes gerações reunidas em uma mesma mesa: crianças de 6 e 10 anos, jovens de 26 e adultos de 40 anos ou mais, todos compartilhando a mesma paixão. É uma experiência muito especial. Além disso, esta será a nossa primeira Copa do Mundo colecionando juntos, algo que certamente ficará marcado na nossa memória. E, claro, seguimos na torcida e cheios de esperança pelo tão sonhado hexa”, concluiu o engenheiro. (Agência Brasil)

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Segundo jogo da Seleção Brasileira: como a energia acompanha a torcida

Hoje (19), o Brasil volta a campo para enfrentar a seleção do Haiti, em seu segundo jogo pela Copa do Mundo, e milhões de torcedores vão acompanhar cada lance pela televisão. Durante os 90 minutos de bola rolando, há uma queda acentuada na demanda, já que a atenção da população se concentra na transmissão. Logo após o apito final, porém, a retomada é imediata e intensa, com milhões de lares voltando a ligar eletrodomésticos, chuveiros e outros equipamentos ao mesmo tempo.

Esse comportamento, monitorado de perto pelo setor elétrico, mostra como o futebol mexe não apenas com as emoções, mas também com os hábitos cotidianos de milhões de brasileiros.

De acordo com os dados apresentados pela Gerência de Operação da Transmissão da CPFL Energia, a curva de carga registrou o comportamento típico de grandes eventos esportivos durante a partida entre Brasil e Marrocos, realizada no último sábado, 13 de junho. A demanda iniciou o período em aproximadamente 7.430 MW e apresentou redução gradual ao longo do jogo, atingindo o patamar mínimo de 6.230 MW no intervalo. Ao final da partida, houve uma rápida recuperação da carga para cerca de 6.770 MW, refletindo a retomada simultânea de atividades domésticas e comerciais após o encerramento da transmissão.

Esse comportamento evidencia a influência direta de transmissões de grande audiência sobre os hábitos de consumo de energia, caracterizado pela redução da demanda nos momentos de maior atenção do público e posterior recomposição acelerada da carga após o término do evento.

Operação Especial

Para garantir a segurança e a estabilidade do sistema elétrico diante dessas oscilações acentuadas, a CPFL Paulista estruturou um plano operacional especial para os dias de jogos da Seleção Brasileira. A companhia reforçou as equipes de campo e dos Centros de Operação, suspendeu temporariamente os desligamentos programados para manutenção durante os horários das partidas e ampliou o monitoramento em tempo real da rede elétrica, acompanhando a evolução da curva de carga, as condições meteorológicas e eventuais ocorrências que pudessem afetar o fornecimento. Além disso, sistemas digitais e ferramentas de análise de dados dão suporte à tomada de decisão ágil dos operadores durante todo o período crítico.

A preparação para eventos dessa magnitude começa meses antes do início dos jogos. A empresa realiza o mapeamento de pontos de interesse estratégico, como torres de transmissão de TV, centros de transmissão e locais de grande concentração de público para exibições coletivas, incluindo essas instalações em sistemas de monitoramento prioritário.

O objetivo é assegurar capacidade de resposta rápida justamente no momento mais sensível para o sistema elétrico: o pós-jogo, quando milhões de consumidores retomam suas atividades domésticas praticamente ao mesmo tempo, gerando uma elevação abrupta da carga na rede de distribuição.

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Flamengo empata com Athletico-PR e “ajuda” Palmeiras

A meta do Flamengo era iniciar a semana do confronto diante do Palmeiras, líder do Campeonato Brasileiro, a somente dois pontos. Faltou combinar com o Athletico-PR. O duelo entre os rubro-negros, pela 16ª rodada, que terminou a noite desse domingo (17), na Arena da Baixada, em Curitiba, terminou empatado em 1 a 1.

O time da Gávea, que não perde há sete rodadas, soma 31 pontos, a quatro do Alviverde. Independentemente do que ocorrer no jogo entre eles no próximo sábado (23), às 21h (horário de Brasília), no Maracanã, o Palmeiras permanecerá na primeira colocação do Brasileirão. O Flamengo tem uma partida a menos que o rival.

O Athletico, por sua vez, perdeu a oportunidade de ultrapassar o São Paulo e entrar na zona de classificação direta à fase de grupos da Libertadores, que envolve os quatro primeiros colocados. O Furacão, que voltou este ano da Série B, foi a 24 pontos, em quinto lugar, ficando atrás do Tricolor paulista, que tem a mesma pontuação, pelo saldo de gols.

A partida teve um espectador especial: Carlo Ancelotti. O técnico da seleção brasileira, que anuncia a convocação da Copa do Mundo nesta segunda-feira (18), acompanhou o jogo em um dos camarotes do estádio do Athletico. O treinador tem chamado atletas do Flamengo em compromissos anteriores da Amarelinha, como os zagueiros Danilo e Léo Pereira, o lateral Alex Sandro e o atacante Pedro.

Arena da Baixada

A pressão que a equipe da casa fez nos primeiros minutos deu resultado. Aos 10, o meia Bruno Zapelli abriu na direita com o lateral Gastón Benavídez, que escorou para dentro da área. O atacante Stiven Mendoza dominou e finalizou cruzado. O chute desviou no volante Léo Ortiz e o goleiro Agustín Rossi não conseguiu defender.

Após o gol, o Furacão passou a jogar nos contra-ataques, cedendo espaço para o Flamengo, que não aproveitou. Na volta do intervalo, o Rubro-Negro carioca tentou sufocar os donos da casa. O meia Jorge Carrascal quase empatou aos cinco minutos, mas a bola parou no travessão. Aos 12, Pedro desperdiçou boa chance na área, após cruzamento de Alex Sandro pela esquerda.

O Athletico conseguiu sair da pressão com o desenrolar do segundo tempo e teve duas grandes chances para ampliar a vantagem. Aos 33, Viveros, livre na área, chutou duas vezes e parou em Rossi. Na terceira tentativa, ele acertou o travessão. Três minutos depois, o volante Felipinho arriscou de longe e também mandou a bola no poste superior.

O Flamengo, então, puniu o Furacão pelas oportunidades desperdiçadas. Aos 38, Léo Pereira lançou o atacante Bruno Henrique, que entrou na área e tocou para Pedro que, desta vez, aproveitou, deixando tudo igual e assumindo a artilharia do Brasileirão, com nove gols.

Quando o time carioca se lançava com tudo ao ataque em busca da virada, Danilo recebeu o segundo amarelo por falta em Viveros e foi expulso, deixando os visitantes com um a menos. O cenário inverteu, com o Athletico partindo para cima nos acréscimos. O placar, no entanto, não se alterou mais.

Triunfos 

Outros dois jogos movimentaram a noite de domingo pela 16ª rodada do Brasileirão. Destaque à vitória do Remo sobre a Chapecoense, por 3 a 2, na Arena Condá, em Chapecó (SC), em duelo entre dois times que figuram nas quatro últimas colocações da competição, a chamada zona de rebaixamento.

O triunfo do Leão Azul foi definido em um gol contra do zagueiro Bruno Leonardo, no fim do segundo tempo. Antes, Yago Pikachu e Jajá balançaram as redes para o clube paraense, que foi a 15 pontos e assumiu o 18º lugar. O também atacante Neto Pessoa e o volante Rafael Carvalheira marcaram para o Verdão do Oeste, lanterna com 10 pontos.

Quem também venceu na rodada foi o Red Bull Bragantino, que superou o Vitória por 2 a 0 no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP). O goleiro Tiago Volpi (cobrando pênalti) e o meia Lucas Barbosa, nos instantes finais, foram os autores dos gols do Massa Bruta, sexto colocado com 23 pontos. O Leão rubro-negro, com 19 pontos, é o 14º.

Confusão

Os holofotes estavam voltados para Neymar no último jogo dele antes da convocação de Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo. A Neo Química Arena, em São Paulo, estava lotada. Mas o Coritiba roubou a cena e atropelou o Santos por 3 a 0 na manhã deste domingo (17), pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Estacionado nos 18 pontos, o Peixe segue colado na zona de rebaixamento, que envolve as quatro piores campanhas. Já a equipe paranaense, com 23 pontos, ocupa a parte de cima da tabela e entrou na briga por um lugar na próxima Libertadores, que reúne os cinco primeiros colocados da competição.

Neymar esteve em campo por 65 minutos e foi discreto em sua última chance para convencer Ancelotti de que merece ir a Copa. Foram quatro faltas sofridas, nenhum drible acertado, três finalizações (uma em direção ao gol) e dois passes considerados decisivos (que levam ao chute de um companheiro), segundo o site Sofascore, especializado em estatísticas esportivas em tempo real.

O camisa 10, porém, acabou protagonizando – sem querer – o momento mais inusitado da partida. Aos 22 minutos do segundo tempo, o quarto árbitro, Bruno Mota Correia, ergueu a placa eletrônica anunciando a troca de Neymar, que recebia atendimento na panturrilha fora de campo, pelo também atacante Robinho Júnior.

O problema é que o papel que teria sido entregue informando a substituição indicava a saída do lateral Gonzalo Escobar, diferentemente do que aparecia na placa eletrônica entregue ao quarto árbitro. Apesar das reclamações santistas, a alteração foi mantida e Neymar, que chegou a entrar em campo para argumentar sobre o erro, levou cartão amarelo.

 

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Carlo Ancelotti investe em estreantes em penúltima convocação

A três meses do início da Copa do Mundo, o técnico Carlos Ancelotti anunciou seis novidades na penúltima convocação da seleção brasileira de futebol masculino, que enfrentará França e Croácia em amistosos fora de casa nos dias 26 e 31 de março, respectivamente. Entre os 26 jogadores elencados, oito ganharam a primeira oportunidade de vestir a Amarelinha sob comando do treinador italiano: os atacantes Endrick (Lyon/França), Rayan (Bournemouth/Inglaterra) e Igor Thiago (Brentford/Inglaterra); os defensores Léo Pereira (Flamengo), Bremmer (Juventus/Itália) e Ibañez (Al-Ahli/Arábia Saudita); e os meio-campistas Danilo (Botafogo) e Gabriel Sara (Galatasaray/Turquia).

“É uma lista criada com jogadores que estão 100% de condição física. Todos que estão jogando, já que temos lesões importantes, como Militão, Bruno Guimarães, Estevão, Rodrygo, que desejamos uma rápida recuperação. Mas é uma lista de quem esta bem fisicamente, porque vamos jogar dois jogos muito importantes, de intensidade, com um prazo muito curto, incluindo a viagem. Então preferi chamar quem está 100%. Levando em conta também a posição de alguns jogadores que não conheço, como Ibañez, Bremer, Rayan, Danilo, Gabriel Sara. É uma última oportunidade de conhecer eles e fazer uma lista final com a ideai mais clara possível”,  disse Ancelotti.

Durante a entrevista coletiva na sede da CBF, no Rio de Janeiro, Ancelotti revelou o que considera importante observar em jogadores estreantes durante o período de treinos e jogos da Data Fifa.

“Quando chamamos jogadores novos não é porque queremos ver como se preocupa no campo, isso já sabemos. Queremos saber como ele se incorpora no nosso ambiente, seu caráter, em todos os jogadores novos é isso que vamos ver. Sabemos perfeitamente com está jogando, porque temos avaliações de cada jogador que está e não está na lista, de cada jogador que não está em nenhuma lista nesse ano. Em nível técnico [sabemos] tudo, em questão de caráter, quero saber mais”, ressaltou o treinador.

Ausência recorrente nas convocações de Ancelotti, Neymar ainda pode ser chamado para a seleção.  “É uma avaliação física, não técnica. Neymar com bola está muito bem, tem que melhorar fisicamente. Porque para a comissão e para mim não está 100% de suas possibilidades. Ele tem que trabalhar para estar 100%. Essa é a minha opinião e de toda a comissão que vê o jogo dele e que vai ver os jogos dele nos próximos dias e meses”, pontuou.

A dois meses de divulgar a lista final para a Copa, Ancelotti revelou quais são as atuais carências do escrete carnarinho. “Temos dúvidas para os zagueiros e no meio-campo. Algumas poucas dúvidas na frente. Depois, temos que dar conta das possíveis lesões que podem ocorrer durante dois meses de competição muito intensos na Europa, no Brasileirão… Temos que estar bem, focados na avaliação de todos os jogadores. Os que não estão hoje podem estar na convocação final, sem sombra de dúvidas. Hoje, por exemplo, não está o Paquetá, que voltou para cá, mas ele pode estar muito bem na convocação final e ter uma nova oportunidade. Quis ter a chance de ver dois meias novos que estão jogando muito bem no Botafogo e no Galatasaray”.

Amistosos

Brasil x França – 26 de março (uma quinta-feira), às 17h (horário de Brasília), no Gillette Stadium, em Boston (EUA);

Brasil x Croácia – 31 de março (uma terça), às 21h, no Camping World Stadium, em Orlando (EUA).

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Com Neymar Jr. de fora, Ancelotti convoca Seleção para amistosos

O técnico Carlo Ancelotti anunciou hoje á tarde (16) a relação de jogadores convocados para os amistosos contra França e Croácia, marcados para os dias 26 e 31 de março. O jorgador Neymar Jr. continua fora. Essa é a última convocação da seleção brasileira antes da lista final para a Copa do Mundo de 2026.

Convocados
Goleiros: Alisson (Liverpool), Bento (Al-Nassr) e Ederson (Fenerbahçe);
Defensores: Alex Sandro (Flamengo), Bremer (Juventus), Danilo (Flamengo), Douglas Santos (Zenit), Gabriel Magalhães (Arsenal), Ibañez (Al-Ahli), Leo Pereira (Flamengo), Marquinhos (PSG) e Wesley (Roma);
Meio-campistas: Andrey Santos (Chelsea), Casemiro (Manchester United), Danilo (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad) e Gabriel Sara (Galatasaray);
Atacantes: Endrick (Lyon), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), João Pedro (Chelsea), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth) e Vinicius Junior (Real Madrid).

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