Jeep

GWM lança picape a diesel com acabamento esmerado e competente

Diferente das demais marcas chinesas que chegaram ao Brasil, que apostam em carros 100% elétricos e híbridos, a GWM está “disputando” o mercado em vários segmentos na mobilidade. De uma só vez, apresentou uma picape média e um SUV/jipe a diesel muito bem acabados, com motores competentes e design agradável.

O compromisso com o mercado nacional e sul-americano se destaca pela inauguração de uma fábrica que realmente vai produzir veículos (apesar de a maioria das peças serem importadas) e não somente “aparafusar”  todas as peças vindas da China. Vale destacar que, os modelos que começaram a ser comercializados esta semana, são importados, mas logo entrarão em produção no Brasil.

A GWM não é uma novata na produção de picapes. A marca já vendeu mais de 2,65 milhões de unidades da Poer e é líder no mercado chinês de picapes há 27 anos consecutivos.

Competente

A picape Poer P30 atende é exatamente o que o consumidor desse produto quer: motor a diesel, confortável e robusto. Equipada com motor 2,4 litros, turbo diesel, ela produz 184 cavalos de potência máxima e tem transmissão automática de nove velocidades.

Na disputa de marketing que explora qual a picape mais potente, quase todas com mais de 200 cavalos, a Poer mostra sua disposição pelo torque máximo de 480 Nm, superior ou equivalentes ás concorrentes, mas que chega num estágio de rotação bem menor, o que dá mais valentia nas dificuldades do off-road e nas ultrapassagens e retomadas.  Cerca de 50% do torque total já está disponível a apenas 1.000 rpm e 100% a 1.500 rpm.
Assim como a maioria das picapes médias a diesel, a Poer conta com tração 4×4.


Tradicional

O design da Poer P30 é muito semelhante á sua concorrente direta, a Toyota Hilux, com linhas tradicionais, mas imponentes. A grade frontal cromada e os faróis full LED marcam a dianteira. Na traseira o que ressalta é as inscrições da marca chinesa. A caçamba, com capacidade para 1.248 litros, suporta até 1.010 kg na versão Exclusive e 1.018 kg na versão Trail. A tampa de caçamba conta com uteis amortecedores, que permite abrir e fechá-la com o mínimo esforço, além de contar com o travamento elétrico da tampa traseira.

Com 5.416 mm de comprimento, 2.107 mm de largura, 1.884 mm de altura e entre-eixos de 3.230 mm, a Poer P30 oferece espaço interno amplo e dirigibilidade segura. A caçamba permite transporte de cargas pesadas, enquanto o tanque de diesel de 78 litros e o reservatório de ARLA 32 de 15 litros garantem autonomia estendida.

A nova picape utiliza suspensão dianteira independente com braços duplos e na traseira com eixo rígido e molas semi-elípticas. A direção é elétrica e os freios a disco nas quatro rodas, com ABS e distribuição eletrônica.

 

Interior

Mais uma feliz surpresa da Poer é o acabamento e o baixo nível de ruídos do motor no interior da cabine. Na versão Trail os bancos são de couro ecológico e têm ajustes elétricos para o motorista. O ar-condicionado mantém os tradicionais botões físicos.

Em termos de tecnologia a picape chinesa vem com carregador sem fio de 50W, telas full HD de 10,25” no painel de instrumentos e 14,6” na multimídia, que permite espelhamento Android e CarPlay sem fio, além do controle remoto via aplicativo MY GWM, que integra funções como travamento, localização do veículo, programação do ar-condicionado e monitoramento do status do motor, tudo pelo celular.

A cabine da versão Exclusive oferece acabamento em couro legítimo, painel soft touch, paddle shift no volante para troca das marchas, resfriamento/aquecimento de bancos e amplo espaço interno. O console central ainda traz um recurso exclusivo, que são três botões que acionam os pontos de alimentação 12V para instalação de equipamentos. Eles ficam posicionados no cofre do motor (para a instalação de um guincho elétrico, por exemplo), no banco do motorista (rádio amador ou geladeira) e na parte traseira do chassi (para uso de reboques).

Desempenho

Segundo a marca, a Poer acelera de 0 a 100 km/h em 11,2 segundos e atinge a velocidade máxima de 165 quilômetros por hora. O consumo, ainda segundo a GWM, é de 9,5 km/l na cidade e 10,6 km/l na estrada, permitindo autonomia de até 740 km na cidade e 820 km na estrada.

Confiança

A GWM lança a P30 com uma garantia de dez anos (para motor, transmissão, eixos, freios, caixa de direção e ar-condicionado), assim como a concorrente Hilux, porém o da marca chinesa é muito mais abrangente. Na Toyota, itens como suspensão, volante, acabamentos internos, borrachas, cintos de segurança, painel de instrumentos e central multimídia têm garantia de apenas três anos e na GWM o prazo sobe para cinco anos.

Preço
GWM Poer P30
Exclusive R$ 260 mil;
Trail R$ 240 mil.
(Para o lançamento a marca está dando R$20 mil de desconto até o dia 20 de setembro).

GWM lança picape a diesel com acabamento esmerado e competente Read More »

A cada geração, o Jeep Wrangler fica mais valente e tecnológico

No ano que comemora os 80 anos do surgimento do primeiro modelo do Jeep, o CJ2A, decidimos avaliar a última geração do valente modelo.

Não existe no mercado mundial um modelo off-road do nível do Jeep Wrangler. Existem vários modelos com boa disposição para o off-road, mas nada se compara ao verdadeiro Jeep. Com a mesma desenvoltura que um veículo de passeio enfrenta o asfalto, o Wrangler enfrenta as vias mais difíceis e muitas vezes, que se calcula intransponíveis. Para ele não existe obstáculo que não possa, bem ou mal, ser superado. E com uma grande vantagem; não tão agradável como nas dificuldades do fora de estrada, ele vai muito bem no asfalto.

Porquê não tão agradável? Porque é um carro duro, grande (quase 5 metros) e pesado (mais de duas toneladas). Não se pode esquecer que é uma carroceria montada sobre chassi de longarinas, com eixo cardã, tração 4×4 de última geração, pneus enormes, super reforçado, etc.

Tradição

Com diversas evoluções, o Wrangler mantém o desenho base da primeira geração, principalmente na icônica grade dianteira com sete aberturas na vertical, os para-lamas salientes e faróis redondos. Até teve uma versão nos anos 80 com faróis retangulares, mas com as atualizações voltou ao tradicional. A geração testada começou a ser vendida nos EUA em 2024 e ganhou grade dianteira e rodas redesenhadas, novas saídas de ar e uma central multimídia maior, 12,3 polegadas com conexão sem fio via Android e Apple CarPlay.

Apesar da dificuldade de acessar o seu interior, principalmente os mais baixos, o espaço interno não é ruim. No banco traseiro dois adultos vão bem acomodados e graças ás quatro portas, não é difícil entrar. O acabamento em couro é excelente e tem ar condicionado de duas zonas, bancos com regulagem elétrica com aquecimento, assim como o volante. Por conta da possibilidade de uso em terrenos difíceis, os tapetes são de borracha e o assoalho tem um dreno para escoar a água que possa entrar e facilitar a lavagem.

Em termos de segurança, o modelo vem com santo antônio, estrutura de tubos de ferro que protege os passageiros num possível capotamento, já que é possível retirar toda a estrutura superior, (teto, portas,  abaixar o vidro dianteiro,  e transformar num modelo conversível, quatro airbags, e assistências à condução: alerta de colisão, frenagem automática de emergência, alerta de ponto cego, comutação automática do farol alto e controle de velocidade de cruzeiro adaptativo, monitoramento de pressão dos pneus, câmeras na traseira e na dianteira, e avisos sonoros durante o estacionamento.

Desempenho

O Jeep faz algum tempo abandonou os motorzões e usa um motor de dois litros, Hurricane somente a gasolina, que desenvolve 272 cavalos de potência máxima e torque de 40,8 kgfm a 3.000 rpm. Ou seja, tanto na cidade, na estrada ou no off-road, o motorista tem folego sobrando.

A transmissão é automática de oito velocidades e uma caixa de transferência com reduzida e bloqueio de diferencial. A barra estabilizadora dianteira pode ser desconectada eletronicamente.,

Mesmo não sendo essa a finalidade do modelo, o Wrangler Rubicon atinge a velocidade máxima de 156 quilômetros por hora e acelera de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos. A nota ruim é para o consumo, apesar de ser compatível com a proposta e se levando em conta os pneus de uso misto, peso e tamanho: 7,15 km/l na cidade e 7,27 km/l na estrada.

Muito bem equipado, de série o jipão vem com: faróis full-LED com comutação automática da luz alta, lanternas traseiras com LEDs, desconexão eletrônica da barra estabilizadora dianteira, monitoramento da pressão dos pneus, freios a disco nas quatro rodas, rodas de liga leve de 17 polegadas com pneus de uso misto, chave presencial, partida do motor por botão, sistema de som Alpine com nove alto-falantes e subwoofer , controle de velocidade de cruzeiro adaptativo, alerta de colisão com frenagem automática de emergência e alerta de ponto cego

Preço
Jeep Wrangler Rubicon R$ 499.990,00

A cada geração, o Jeep Wrangler fica mais valente e tecnológico Read More »

Jeep Commander produzido no Brasil vai rodar no Oriente Médio

Produzido em Pernambuco, o Jeep Commander começou a ser exportado o Oriente Médio. Mais de 500 unidades estão sendo enviados para a Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Omã, Catar, Kuwait e Bahrein.

O negócio representa um passo estratégico na consolidação internacional da Stellantis brasileira.

“A ampliação das exportações do Jeep Commander para o Oriente Médio comprova a força do produto desenvolvido no Brasil e sua competitividade em mercados altamente competitivos”, destaca Matias Merino, vice-presidente de Supply Chain para a América do Sul.

Jeep Commander produzido no Brasil vai rodar no Oriente Médio Read More »

Jeep comemora 80 anos da versão civil do valente CJ2A

Sem dúvida, o valente Jeep é o veículo civil é o modelo mais longevo da história automotiva mundial. Este mês ele completa 80 anos de produção. Mesmo gerando uma série de outros modelos, nenhum chega aos pés da sua tradição e da enorme legião de faz.

Derivado do modelo de 1941, destinado para o exército americano usar na Segunda Guerra Mundial o Jeep CJ-2A, versão não militar, foi lançado em 1945 e até hoje mantém a icônica grade com sete fendas, um elemento de design que atravessou décadas e ainda define a identidade visual do modelo. Ao longo dos anos, foi ganhando sofisticação e tecnologia e se tornou um dos mais importante e respeitados veículos para o off-road.

O CJ-2A foi fabricado até 1949 quando foi substituído pelo CJ-3A, que trouxe melhorias estruturais como para-brisas de peça única e eixo traseiro reforçado, mantendo o motor original, de quatro cilindros com cabeçote em L. O CJ-3A chegou com melhorias estruturais, seguido pelo CJ-3B em 1953, que passou a ser montado no Brasil, em São Bernardo do Campo, pela Willys-Overland do Brasil.

O CJ-5, fabricado de 1957 a 1982, e o CJ-6 introduzido em 1956 e produzido até 1975, vieram depois e receberam ainda eixos mais robustos, freios maiores e bitola mais larga.

A grande virada veio em 1986, com o lançamento do CJ-7, o primeiro Jeep a oferecer transmissão automática, teto rígido moldado e portas de aço como opcionais. Com entre-eixos maior e visual mais moderno, o CJ-7 foi um marco. Hoje, o Wrangler e a picape Gladiator mantêm viva a valentia off-road.

Ao longo de quatro décadas, mais de 1,5 milhão de veículos CJ foram produzidos.

Jeep comemora 80 anos da versão civil do valente CJ2A Read More »

Ram anuncia a volta da picape Dakota ao mercado brasileiro em 2026

A Stellantis, proprietária das marcas Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, Ram e Abarth, anunciou ontem oficialmente, a volta em 2026 da picape média Dakota. A picape vai entrar num segmento de veículos utilitários de luxo e concorrer, principalmente, com a Ford Ranger. E, curiosamente, com a agora renovada Fiat Titano.

Como ainda Dodge Dakota,a picape chegou a ser produzida no Brasil entre 1998 e 2002. Apesar da “fábrica” ter sido construída para produzir 40 mil unidades/ano, juntando todos os anos em que esteve em fabricação, foram vendidas apenas 12 mil. Na oportunidade, a picape americana chegou a ter várias versões, com cabine simples e dupla, e motores a gasolina e a diesel. E tinha até uma versão “esportiva”, com motor V8.

Em 2010, a marca norte-americana, que é um sucesso de vendas no Brasil entre as picapes mais sofisticadas do mercado, abandonou a marca Dodge, passando a ser somente Ram.

Design espetacular

A nova Dakota será fabricada na Argentina e atenderá toda a América Latina. Logo na dianteira se destaca a grade do radiador, com o nome Ram vazado e grafado na parte central, emoldurado por uma linha de led que cruza a dianteira da picape entre as laterais e indo até os faróis, também de leds.

O capô bem esportivo, conta com uma entrada de ar superior iluminada por três pontos de luz laranja, uma referência e homenagem à algumas das picapes mais famosas da história da marca. No para-choque, gancho de reboque frontal, guincho elétrico e protetor inferior reforçam a capacidade e robustez presente em todas as picapes da marca, adornados por elementos pintados em um exclusivo tom bronze.

A carroceria recebeu uma série de vincos e linhas retilíneos, transmitido solidez e força. Esses atributos continuam na suspensão elevada, nos exclusivos pneus todo-terreno de 33 polegadas e nas rodas de liga-leve de 18” com beadlock, recurso essencial para garantir bom desempenho nos percursos off-road. O visual é complementado pelos estribos laterais e molduras pretas dos para-lamas, mesma cor aplicada nos para-choques e retrovisores.

Na traseira, onde se destaca o estepe aparente, também adota luzes de led de longo alcance, outro diferencial para os mais diferentes desafios no campo e fora de estrada. Outros destaques da traseira são as lanternas também de led e o emblema Ram na tampa traseira, além do para-choque traseiro com ganchos de reboque. A marca não divulgou detalhes do interior e nem as motorizações.

Veja Vídeo
https://www.media.stellantis.com/br-pt/ram/media-library/press-videos/630582?campaign_id=689d2436ec28b&mail_id=689d24baecc1d&utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=ram-dakota-nightfall-concept-antecipa-nova-picape-media-que-ira-surpreender-o-brasil-em-2026

 

Ram anuncia a volta da picape Dakota ao mercado brasileiro em 2026 Read More »

Commander Limited surpreende pelo conforto, luxo e desempenho

O modelo topo de gama da Jeep no Brasil, foi lançado em 2021 e é fabricado na planta da marca em Pernambuco. Desde a sua chegada, é uma referência entre os SUVs de sete lugares. Utilizando a plataforma Small Wide 4×4 da Stellantis, o Commander é um modelo grande: são 4.769 mm de comprimento, 1.859 mm de largura, 1.680 mm de altura e 2.794 mm de entre-eixos.

Em relação ao seu irmão menor, o Compass, o Commander é 365 mm mais longo e tem 158 mm a mais na distância entre-eixos. Outra virtude do modelo é o volume do porta-malas, que tem abertura elétrica, que é um dos maiores do mercado: 661 com os bancos da última fileira abaixados, 233 litros com os bancos para os sete ocupantes e 1.760 litros com as duas últimas fileiras recolhidas.

O Jeep Commander versão Limited T270 é o nosso modelo avaliado da semana. Com motor turbo flex 1,3 litros, turbo de quatro cilindros em linha, que desenvolve 180 cavalos com gasolina e 185 cavalos com etanol e torque de 27,5 mkgf. A velocidade máxima é de 202 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 9,5 segundos. Esses números fazem o Commander ter um bom desempenho e proporcionar segurança tanto nas ultrapassagens como nas retomadas.

Aliás, mesmo sendo um modelo grande e com quase 1800 quilos, o SUV de sete lugares, como demonstram os números, tem muita agilidade e bom desempenho. Ainda se levando em conta o tamanho e o peso, o Commander não poderia ser um SUV econômico. Mas surpreendeu ao fazer, no perímetro urbano, 7,1 km/litro com etanol e 10,2 km/l com gasolina. Já na estrada, consumiu 8,7 km/l com etanol e 11,6 km/l com gasolina.

Outra surpresa muito positiva é o conjunto harmonioso que o motor faz com a transmissão automática de seis velocidades, que têm trocas suaves e precisas. A tração é dianteira.

No modo de condução Sport, bastando apertar um botão, se ativa uma calibragem diferenciada, com trocas de marchas mais rápidas e em rotações mais altas, deixa o Jipão com respostas do acelerador mais ágeis e a direção fica mais pesada, para uma experiência de condução mais “esportiva”.

O modelo traz suspensão independente na dianteira e traseira, tipo McPherson, com molas helicoidais, barra estabilizadora e amortecedores hidráulicos, semelhante ao do Compass, mas com geometria e calibração redimensionadas para o maior tamanho e peso. Mas mostrou em todas as situações, até em pisos irregulares ser muito competente e transmitir conforto aos passageiros.

Os freios são a disco nas quatro rodas, ventilados na frente e sólidos atrás param o carro em espaços curtos e sem desvios. Transmitem confiança ao motorista.

Mesmo sendo um veículo elevado, pesado e grande, o Commander tem muito boa estabilidade e passa tranquilidade para quem o conduz em todas as situações. Mesmo em curvas mais rápidas ou manobras de emergência, o modelo transmite muita segurança.

Muito dessa tranquilidade é passada pelo “Traction Control +”, sistema de controle de tração que atua em condições de baixa aderência com o solo em uma das rodas. É exclusivo do modelo com tração dianteira e atua dando um “toque” de frenagem na roda que está escorregando, transferindo o torque para outra roda que esteja em contato com o piso. Para habilitar a função, basta que o motorista pressione a tecla “ASR OFF”. Mesmo sendo tração dianteira, essa tecnologia ajuda com muita eficiência no uso off-road ou em dias de chuva.

Bem equipada

Por ser a versão mais sofisticada do Commander, o modelo é muito bem equipado. O SUV vem com faróis de LED, painel de instrumentos digital com tela de 10,25 polegadas, multimídia com tela de 10,1 polegadas, bancos e painel revestidos com material sintético que imita couro e camurça, seis airbags, abertura elétrica do porta-malas, rodas de liga-leve aro 18, espelhamento sem fio do smartphone, Traction Control+, “pacote” ADAS nível 2, sistema de som Harman Kardon, terceira fileira de bancos, monitoramento de ponto-cego, carregador sem fio para smartphone, entre outros.

Em termos de segurança e conforto, o SUV americano vem com direção semi-autônoma, cruise control adaptativo, alerta de colisão com frenagem automática, detecção de ponto cego e de tráfego cruzado, alerta de mudança de faixa, frenagem de emergência para pedestres, detector de fadiga do motorista, reconhecimento de placas de velocidade e a útil comutação automática de faróis (acende e apaga a luz alta).

Design

Quem olha o Commander logo se identifica com um modelo da Jeep. A dianteira tem a tradicional grade com sete aberturas e um conjunto óptico integrado e finos. Os faróis Full LED oferecem mais segurança e tem a luz de piscas dinâmicos. Vários detalhes do modelo topo de gama da Jeep nacional, são encontrados em modelos superiores e bem mais caros.
A traseira muito harmoniosa conta com lanternas estreitas e horizontais. Elas têm luz de LEDs.

Por dentro o Commander é muito bem acabado e conta com materiais de muito boa qualidade. O espaço interno é um dos maiores entre todos os modelos de sua categoria á venda no Brasil. Os bancos, muito confortáveis, e quase todo o acabamento são revestidos de um material que imita couro, mas de muito boa qualidade. O meio dos bancos é de um material similar a camurça, que é muito mais agradável, tanto no calor como no frio.

A fileira do meio, para ainda proporcionar mais conforto aos ocupantes, pode ser deslocada para a frente ou para trás em 14 cm e são reclináveis.

O barulho interno é muito baixo, graças ao bom nível de materiais de isolamento acústico e dos vidros também com isolamento termoacústico. Esses vidros exclusivos também proporcionam uma redução do calor no interior do veículo.

Sem dúvida, o Jeep Commander, principalmente para quem famílias grandes, é uma das melhores opções do mercado.

Preço
Jeep Commander Limited 1.3T flex R$ 247.990,00

Commander Limited surpreende pelo conforto, luxo e desempenho Read More »

Nissan lança nova geração do Kicks com o mesmo motor do Kardian

A Nissan lançou hoje a nova geração (finalmente) do Kicks. Além de um design e um interior totalmente novo, o SUV japonês trocou o velho motor por uma motorização mais competente, fabricada pela Horse e que já é utilizada pelo Renault Kardian.  O motor oferece 120 cavalos e torque de 20,4 kgfm com gasolina e 125 cavalos e 22,4 kgfm com etanol.

Para a nova geração do Kicks, a Nissan optou por um câmbio DCT, de dupla embreagem a óleo. Outra novidade muito interessante é que o SUV não tem alavanca seletora das atividades da transmissão e sim, botões no console central.

Preços
Nissan Kicks 2026
Sense –  R$ 159.990,00
Advance – R$ 167.990,00
Exclusive – 177.990,00
Platinum – 199.000,00

Nissan lança nova geração do Kicks com o mesmo motor do Kardian Read More »

Picape Fiat Titano fica mais potente com nova motorização

Transferida a produção para a Argentina, a Titano ficou mais potente, tecnologica e segura. Na linha 2026 a picape média da Fiat ganhou o motor Multijet 2,2 e um câmbio automático de oito velocidades. Com o conjunto, a Titano passa a ter 200 cavalos de potência e 450 Nm de torque, ficando mais próxima da concorrência.

Segundo a marca, com o novo conjunto o consumo no ciclo urbano, que era de 8,5 km/l, passa a ser de 9,9 km/l, gerando uma economia de 16%. Já na estrada, a Titano passa a fazer 10,8 km/l, 17% melhor se comparado aos 9,2 km/l do motor anterior. A aceleração de 0 a 100 km/h passou de 12,4 km/h para 9,9 km/h, ou seja, 20% de melhora.


Ainda sobre as novidades mecânicas, destacam-se a nova calibração da suspensão e a direção passa a ser elétrica.

Em termos de segurança, a linha 2026 passa a contar com o sistema ADAS (Advanced Driver Assistance Systems), na versão Ranch, oferecendo recursos como frenagem automática de emergência, monitoramento de ponto cego e piloto automático adaptativo.

Picape Fiat Titano fica mais potente com nova motorização Read More »

Coluna Fernando Calmon — Frota brasileira de veículos continua a envelhecer

Coluna Fernando Calmon nº 1.351 — 13/5/2025

Frota brasileira de veículos continua a envelhecer
e sem melhora à vista

 

Sindipeças tem feito um trabalho bastante pormenorizado sobre a frota efetiva de veículos no Brasil. Como costumo comentar, os dados de veículos registrados oficialmente no País divulgados pela Senatran só têm certidão de nascimento, mas não de fim de vida. Pode ser até compreensível porque exigências burocráticas dificultam a baixa oficial do número do chassi. Também no fim da vida útil de qualquer veículo é difícil que o último proprietário tenha conhecimento ou enfrente a burocracia.

Em 2024, por exemplo, a frota oficial brasileira era de 123,97 milhões de unidades, um volume muito distante da realidade, embora incluam-se motocicletas, motonetas, ciclomotores, reboques e semirreboques, entre outros. Neste cenário o Sindipeças prepara todos anos seu próprio relatório de frota circulante por meio de critérios técnicos. Estes incluem taxa de sucateamento e estimativa de perda total de veículos em acidentes de trânsito, além de abandono em desmanches. O estudo norteia o volume de peças de reposição a serem fabricadas pelos mais de 500 associados de capital nacional e estrangeiro.

A soma de autoveículos e motocicletas em 2024 alcançou 62,1 milhões de unidades (48,1 milhões e 14 milhões, respectivamente), metade do que aponta a Senatran. Depois de um período de crescimento de apenas 0,8% ao ano entre 2016 e 2023, o aumento de 2023 para 2024 foi de 2,8%, sendo 2% para autoveículos e 5,7% para motos. Automóveis e motocicletas representaram 85,4% da frota total.

Chama mais atenção o envelhecimento da frota de autoveículos novos de 0 a 5 anos que encolheu de 38,5% para 22,3% entre 2015 e 2024. Em termos absolutos de 16,5 milhões para 10,7 milhões, recuo de 35,2%. Entre os veículos acima de 16 anos de uso, a representatividade subiu de 17,6% da frota em 2015 para 23,8% em 2024. Na média, a idade dos automóveis passou de 8 anos e 10 meses em 2015 para 11 anos e 2 meses no ano passado. Na mesma situação, as motos: em 2015, 85% tinham até 10 anos, caindo para 65% no ano passado.

Uma solução infalível seria um programa de reciclagem atrelado à renovação de frota e à Inspeção Técnica Veicular, esta hoje — pelo jeito, para sempre — no limbo. Trata-se de uma pauta impopular que nenhum político parece ter visão ou coragem de implantar com consequências graves para segurança de trânsito, poluição atmosférica e economia de combustível.

Brasil tem hoje 4,4 habitantes por veículo, ainda muito atrás da Argentina (2,6) e do México (2,4). Nada mudou.

Jeep terá série especial e confirma lançamento do Avenger

Depois de 10 anos e mais de 1,3 milhão de unidades produzidas na fábrica de Goiana (PE), a Jeep decidiu comemorar com uma edição especial de 1.010 unidades do SUV compacto que chegou a liderar este segmento. O Renegade teve participação decisiva nos 9,5% que a marca chegou a conquistar antes da avalanche de produtos de todos os portes, marcas e origens (nacionais e do exterior). SUVs representam, hoje, 54% de todas as vendas de veículos leves no Brasil.

A série especial do Renegade sairá por R$ 185.990 (mesmo valor do atual topo de linha). Será facilmente reconhecida pelos apliques no capô, para-lamas (inclusive alusão ao pioneiro modelo Willys, de 1953), na coluna traseira, novas rodas de 17 pol., bordados nos encostos dos bancos dianteiros e adesivos nas soleiras das portas. Faz parte do pacote kit de mochila e camiseta em alusão ao universo off-road e numeração da série em cada modelo.

Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis América do Sul, confirmou R$ 13 bilhões para modernização de instalações e novos produtos na fábrica pernambucana de 2025 a 2030, cerca de 45% do total que o grupo investirá no Brasil. Três modelos Jeep são produzidos lá e outros três importados, além de Fiat Toro e Ram Rampage. A notícia mais aguardada: confirmação que o Jeep Avenger será o quarto produto nacionalizado, flagrado com camuflagem em testes, já a partir de 2026.

Cappellano ainda não informou em que fábrica o novo modelo (deverá ocupar espaço abaixo do Renegade) será produzido. Provavelmente em Porto Real (RJ), a unidade com maior capacidade ociosa, onde já estão C3, Aircross e Basalt. Avenger utiliza a mesma plataforma CMP destes três.

Produção, primeiro quadrimestre: a maior em seis anos

Nível de empregos na indústria é sustentado em especial pela produção. Vendas dependem do maior ou o menor avanço dos importados e as exportações ficam sujeitas aos mercados fora do País. O presidente executivo da Anfavea, Igor Calvet, apesar de destacar que as 811,2 mil unidades produzidas no primeiro quadrimestre foram o melhor resultado desde 2019, mantém a previsão de crescimento de 7,8% ao final de 2025 sobre 2024. A entidade também não alterou a estimativa de aumento das vendas internas, de 6,3% em relação ao ano passado, percentual marginalmente superior aos 5% previstos pela Fenabrave.

Hoje, há 109,5 mil funcionários nas fábricas de veículos leves e pesados: 7.500 postos de trabalho novos em um ano. Boa parte deste resultado animador (crescimento de 7,3%) deve-se ao aumento das exportações em 45%, puxadas pela reviravolta do mercado argentino que importou 151% a mais de produtos brasileiros.

Em contrapartida, Calvet demonstrou preocupação com o crescimento de 18,7% das importações de janeiro a abril, enquanto modelos nacionais só avançaram 0,2% no mesmo período. Chegaram 44.137 unidades da China, aumento de 28% em relação ao mesmo período do ano passado e que representaram 6% dos emplacamentos totais no primeiro quadrimestre.

Embora ele continue a cobrar do Governo Federal a volta das alíquotas históricas do imposto de importação (I.I.) para híbridos e elétricos, parece improvável que isso aconteça. Fato é que novas marcas chinesas continuam a chegar, embaladas por carga tributária (I.I.) bastante atraente, até julho de 2026, naqueles veículos específicos. Estreante GAC, no entanto, já anunciou produção no Brasil, em Catalão (GO), em provável parceria com a HPE (Mitsubishi), ainda sem confirmação. Pormenores, no próximo dia 23.

Apesar do falatório sobre a “realidade” de aceitação de carros 100% elétricos, as estatísticas confirmam outro fato no primeiro quadrimestre. Representam apenas 2,5% do mercado, exatamente o mesmo percentual de 2024. Para os demais: gasolina, 4,8%; híbridos, 3,7%; híbridos plugáveis, 3,7%; diesel, 11% e flex, 74,4%.

Apesar de juros altos, crescimento se mantém

Estas previsões foram confirmadas por Roger Corassa, vice-presidente de vendas e marketing da Volkswagen, e Arnaud Mourebrun, diretor de vendas e rede da Renault, durante o Fórum AutoData Perspectivas Automóveis 2025. As vendas financiadas pelo CDC (Crédito Direto ao Consumidor) são diretamente impactadas pela taxa de juros, em torno de 30% ao ano, um dos patamares mais altos até hoje. Ainda assim, 55% dos modelos novos comercializados utilizam o CDC, percentual ainda inferior à participação histórica nas vendas, em torno de 2/3.

Estratégia das duas marcas tem sido usar seus próprios bancos para subsidiar parte dos juros e manter o crescimento dos segmentos de automóveis e comerciais leves. Corassa espera vender em ritmo acima do mercado graças ao lançamento do SUV compacto Tera, no próximo dia 25, em São Paulo (SP). Mourebrun prevê comercialização alinhada ao aumento de vendas previsto pela Fenabrave, mantido até agora em 5% sobre 2024. Este percentual foi confirmado pelo presidente da federação, Arcélio Junior, também participante do Fórum, porém poderá revisar para cima sua previsão em meados do ano.

Coluna Fernando Calmon — Frota brasileira de veículos continua a envelhecer Read More »

Avenger será o novo modelo da marca Jeep á venda no Brasil

O quarto modelo da Jeep no Brasil está confirmado para começar a produção em 2026. A marca norte-americana está no Brasil desde os anos 40 e começou a produzir veículos no Brasil, no Polo Automotivo de Goiana-PE, em 2015.

De lá até hoje, já foram produzidos mais de 1 milhões de unidades do Renegade, Compass e Commander. A eles vai se juntar o novo Avenger, lançado em 2022 com muito sucesso na Europa.

O Jeep Avenger, que utiliza a mesma plataforma dos modelos Peugeot 2008 e Citroën C3 Aircross, a arquitetura CMP. No Brasil, quando começar a sua produção, o modelo ganhará uma nova geração.

O novo Jeep chegará com uma motorização hibrida de 1,0 litro, turbo flex, 3 cilindros com até 130 cavalos de potência. A transmissão será CVT que simulará sete marchas.

Menor de o Renegade, Jeep Avenger tem 4,08 m de comprimento e um porta-malas de 380 litros. Na Europa, o próximo Jeep brasileiro, usa um motor híbrido leve de 1,2 litro, turbo, a gasolina. O modelo também tem a opção de uma versão 100% elétrica com alcance de 408 quilômetros

Avenger será o novo modelo da marca Jeep á venda no Brasil Read More »

Rolar para cima