Fiat

Polícia apura atropelamento de cinco ciclistas em Brasília

Policiais Civis da 3ª Delegacia de Polícia, no Cruzeiro Velho, bairro próximo ao Plano Piloto em Brasília, estão entrevistando os cinco ciclistas que foram atropelados na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (via Epia), na pista de acesso Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), trecho 14, por volta das 22h30 desta sexta-feira (5)

Todas as vítimas são homens, estão Hospital de Base e foram socorridas em estado de consciência. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), uma vítima de 25 anos tinha suspeita de hemorragia interna, estava com hematoma no olho direito, luxação no ombro direito e escoriações no tórax; outra vítima da mesma idade sofreu corte na cabeça e tinha suspeita de fratura no braço, estava consciente e orientado.

A vítima de 30 anos foi socorrida apresentando “hemorragia abundante”, conforme os bombeiros, além de fratura exposta na perna direita e fratura exposta no braço esquerdo. As duas outras vítimas, uma de 22 e outra de 50 anos tinham suspeitas de fratura na perna esquerda.

Nota do CBMDF ainda informa que o causador do acidente é homem de 32 anos, iniciais A.C.A, que dirigia um Fiat Palio de cor vermelha. Ele não necessitou de atendimento médico, foi autuado em flagrante e está preso.

O local do acidente foi periciado pelo Instituto de Criminalística da Polícia Civil e o laudo deverá ficar pronto em até 30 dias. No ano passado, 20 ciclistas morreram por causa de acidentes, conforme registro do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran- DF).

Para Ana Júlia Pinheiro, coordenadora de comunicação da ONG brasiliense Rodas da Paz, os acidentes com ciclistas acontecem pelo abandono das políticas de segurança no trânsito, baixa fiscalização, impunidade dos culpados, e aumento de velocidade nas avenidas do DF. “A velocidade é o fator que mais prevalece no crime de trânsito, que é mais determinante tanto de letalidade, quanto da severidade e gravidade dos danos.”

 

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Abarth comemora 75 anos de veículos muito especiais

Uma das empresas mais tradicionais e importantes do automobilismo europeu, principalmente, está comemorando 75 anos de fundação. A Abarth, conhecida também pelo escorpião que marca os seus modelos (era seu símbolo no horóscopo), começou em 31 de março de 1949, quando ítalo-austríaco Carlo Abarth (1908-1979), juntamente com o piloto italiano Guido Scagliarini e seu irmão Armando Scagliarini, fundaram a preparadora.


A ideia inicialmente era produzir somente veículos de competição. Mas para sustentar a empresa, começou a produzir veículos de rua. Além dos modelos da Fiat, Carlo Abarth preparou diversos modelos vitoriosos para a Simca, Autobianchi, Lancia, Alfa-Romeo, Crisitalia,  e Porsche. Mas se aventurou por outras áreas, como um escapamento esportivo desenvolvido para o scooter Lambretta.

Marca vencedora

O primeiro Abarth foi o 204 A, derivado do Fiat 1100. O modelo foi o centro das atenções em 10 de abril de 1950, quando Tazio Nuvolari o dirigiu em busca da vitória em sua última corrida, no Palermo-Monte Pellegrino. Desde então, a história da marca traz inúmeros recordes em corridas e no setor automotivo, combinando sempre máximo desempenho, design e constante aprimoramento técnico.

Carlo Abarth teve a ideia de complementar as atividades de corrida com a produção de kits de tuning para carros de produção em massa com o objetivo de aumentar sua potência, velocidade e aceleração. Os componentes do escapamento tiveram lugar de destaque e, ao longo dos anos, se tornaram marca registrada do “estilo Abarth”. Assim, em alguns anos, a Abarth & C. se tornou global. Em 1962, a marca já produzia 257 mil tubos de escape, 65% dos quais destinados aos mercados de exportação.

O auge do sucesso veio no final da década de 1950 e nos anos 1960. Com um Fiat Abarth 750 projetado por Bertone, a marca quebrou o recorde de resistência e velocidade em 1956. Em 18 de junho, na pista de Monza, quebrou o recorde de 24 horas, cobrindo 3.743 km a uma velocidade média de 155 km/h. Então, de 27 a 29 de junho, no mesmo circuito, acumulou vários recordes: os 5 mil e 10 mil km, as 5 mil milhas e as 48 e 72 horas. O mesmo veículo foi projetado pela Zagato em duas versões diferentes: o Fiat Abarth 750 Zagato (1956) e o Fiat Abarth 750 GT Zagato (1956).

Em 1958, Carlo Abarth criou uma verdadeira obra de arte com o novo Fiat 500, transformando completamente o pequeno carro utilitário e aumentando ao máximo seus potenciais. No mesmo ano, a marca intensificou sua parceria com a Fiat, que se comprometeu a dar prêmios com base no número de vitórias e recordes que a equipe conquistasse. Foram dez recordes mundiais, 133 recordes internacionais e mais de 10 mil vitórias em pistas de corridas.

 

A lenda continuou a crescer, tornando-se um nome familiar. Os anos 60 foram a década de ouro de Abarth, que se tornou sinônimo de velocidade, coragem, desempenho e desenvolvimento. São diversos os modelos que se destacaram na história do automobilismo: do 850 TC, que foi vitorioso em todos os circuitos internacionais, ao Fiat Abarth 1000 Berlina e à 2300 S, que obteve uma extraordinária série de recordes na pista de Monza.

Em 1971, a Abarth foi totalmente assumida pelo Grupo Fiat e, para sublinhar o seu caráter italiano, o tricolor passou a aparecer no logotipo no fundo da escrita Abarth. A lenda continuou com o Fiat 124 Abarth, vencedor do título europeu de 1972 e 1975; o Abarth 131, campeão mundial de ralis em 1977, 1978 e 1980, e o Ritmo Abarth. Carlo Abarth faleceu em 24 de outubro de 1979.

Ainda assim, o glorioso passado da marca foi atualizado em 2008, quando foi relançada com uma nova linha criada para entusiastas do automobilismo, como o Abarth Grande Punto (2007) e o Abarth 500 (2008), além de kits de tuning para cada carro.

Desde então, diversos novos modelos chegaram ao mercado, como o Abarth 695 Tributo Ferrari (2010), o Abarth 595 Yamaha Factory Racing (2015), o Abarth 695 Biposto Record (2015), o Abarth 695 Rivale (2017), o Abarth 124 spider (2016), o Abarth 124 GT (2018), o Abarth esseesse 595 e o Abarth 124 Rally Tribute (2019), o Abarth 595 e o Abarth 695 (2022). A marca ainda entrou em uma nova era com a apresentação em 2022 de seu primeiro modelo envenenado elétrico: o Novo Abarth 500e.

O mais recente, apara comemorar os 75 anos, a Fiat lançou a edição limitada do 500 Abarth 695 75° Anniversario. São apenas 1368 unidades, como forma de homenagem ao motor 1.4 T-Jet, que tem exatamente 1368 cm3 de capacidade. Para completar as comemorações, a marca revelou ainda no velho continente três imagens inéditas do Novo Abarth 600e Scorpionissima: o modelo da marca mais potente até hoje, equipado com 240 cv, diferencial autoblocante mecânico e muitos itens de veículos de corrida.

No Brasil

A marca do escorpião já teve dois modelos vendidos no país antes de sua fase atual. Em 2002, lançou o Stilo, com a versão mais potente do hatch. Ela era equipada com um motor de cinco cilindros, 2,4 litros, 167 cv de potência e 22,8 kgfm de torque. Sua velocidade máxima era de 212 km/h e a aceleração de 0 a 100km/h era de apenas 8,4 segundos.

Já em 2014 foi a vez do icônico 500 Abarth que, ainda mais rápido, fazia de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos. O compacto era equipado com o propulsor 1.4 Multiair 16 V Turbo com 167 cv e 23 kgfm de torque. O design também trazia referência à esportividade da marca, com 16 elementos espalhados pela carroceria e interior do modelo, compondo linhas e contornos exclusivos.

Em 2022, o escorpião fez história novamente. Desta vez, com o Pulse Abarth, primeiro SUV da marca no mundo (sinal dos novos tempos) e em 2023 o Fastback Abarth.

Títulos

Campeonatos Mundiais de Rali conquistados em 19771978 e 1980 com o (Fiat 131 Abarth Rali)
1 Campeonato Mundial de Pilotos de Rali conquistado por Walter Röhrl em (1980)
Copa FIA para Pilotos de Rally conquistado por Markku Alén em (1978)
Campeonatos Europeus de Rali conquistados por Raffaele Pinto em (1972), Maurizio Verini em (1975), Adartico Vudafieri em (1981), Giandomenico Basso em (2006 e 2009) e Luca Rossetti em (2010 e 2011)
Campeonatos Italianos de Rali conquistados por Alcide Paganelli em (1970), Maurizio Verini em (1974), Roberto Cambiaghi em (1975), Adartico Vudafieri em (1980), Paolo Fabbri em (1984), Paolo Andreucci em (2003 e 2006) e Giandomenico Basso em (2007).
Taças Mitropa de Rali conquistados por Raffaele Pinto em (1972), Vanni Tacchini em (1975), Vanni Fusaro em (1978), “Lucky” em (1979), Mario Aldo Pasetti em (1981), Franco Corradin em (1982) e Franco Ceccato em (1983).
Campeonatos Internacionais de Carros GT conquistados em (1960, 1961, 1962, 1963, 1964 e 1965)
Campeonatos Internacionais de Carros Esportivos conquistados em (1966 e 1967).
Campeonatos Mundiais de desportivos conquistados em (1962, 1963, 1964, 1965, 1966 e 1967).
Campeonatos Europeus de Carros de Turismo conquistados em (1965, 1966, 1967, 1969, e 1970).
Campeonato Europeu de Protótipos Esportivos conquistado por Arturo Merzario em (1972).
Desafio Intercontinental de Rali conquistado por Giandomenico Basso em (2006).
Taças R-GT conquistadas por Raphaël Astier em (2018), Enrico Brazzoli em (2019), e Andrea Mabellini em (2020).

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Muito bonito novo Citroën Basalt chega no final do ano

Como  noticiamos, a Citroën mostrou o belo Basalt, que chegará ao mercado brasileiro no último trimestre deste ano. Apresentado como conceito e estático, o modelo mostrou ter linhas muito bonitas, elegantes e seguindo uma nova tendência do mercado mundial: SUV Coupé.

O Basalt, assim como o C3 e o C3 Aircross, fazem parte do programa C-Cubed, que a marca europeia adotou para vários mercados.

O futuro Citroën deixa claro a boa distância ao solo, como convém a um veiculo do seu segmento, capô alto, dianteira vertical, para-lamas alargados e molduras das caixas de roda com formas geométricas distintas. Sua traseira, tipo Coupé, acrescenta fluidez e dinamismo ao conjunto. O interior também tem a promessa de luxo e bom espaço.

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Chevrolet Spin ganha mudanças estétcas mas mantém motor antigo

Lançada em 2012, o monovolume Chevrolet Spin passa por mais uma leve reforma para tentar enfrentar a concorrência. Até então praticamente sozinha no mercado, o modelo familiar com até sete lugares ganhou a concorrência do Citroen C3 Aircross (veja teste).

A principal dificuldade para enfrentar seu mais novo rival é o velho motor 1,8 litro de 111 cavalos e 17,7 kgfm. O C3 Aircross conta com um moderno motor de um litro turbo de 130 cavalos torque de 20,4 m·kgf. Isso reflete na aceleração e na velocidade máxima, onde o Aircross é muito superior.

Segundo informações, a marca americana fez uma recalibração no motor para tentar dar agilidade ao monovolume e também diminuir o consumo em 11%.
A suspensão foi também recalibrada, pois aumentaram as bitolas dianteiras e traseiras para agregar as rodas mais largas e maiores (16 polegadas).

Design

O design, agradável e mais atual, tenta seguir as linhas adotas na picape Montana. Na frente é onde aconteceram as maiores mudanças. Com uma frente alta, o novo Spin tem uma nova grade e faróis full led. Já na traseira, uma nova tampa e novas lanternas em Led.

Por dentro, melhorou a tecnologia. O novo Spin tem duas telas digitais. Uma tela de 8 polegadas que é o quadro de instrumentos, e outra, ao centro, de 11 polegadas, que é a tela multimídia com o sistema Chevrolet MyLink, que foi atualizado.

O Spin 2025 chega em três versões: LT, LTZ e Premier e duas opções de câmbio: manual e automática. Aqui uma vantagem sobre o concorrente direto, que tem uma transmissão CVT – Transmissão Continuamente Variável, enquanto a Spin é uma transmissão automática de verdade, a GF6, com conversor de torque e seis velocidades.

Outra virtude do Spin de cinco lugares é possuir o maior porta-malas do segmento: 756 litros. O C3 Aircross é de 499 litros.

Preços
LT Manual – R$ 199.990,000
LT automática – R$ 126.990,00
LTZ Automática – R$ 137.990,00
Premier automática – R$ 144.990,00

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Coluna Histórias e Estórias – Por Chico Lelis

Ele era o cara mais expedito (*) que conheci
em meus 55 anos de carreira

Ele foi “dedado” por Wilson Fittipaldi, quando, aos 17 anos, correu em Interlagos, com seu MG Tourer. Foi tão bem na prova que o “Barão” anunciou o fato pela rádio Jovem Pan, naquele tempo, Panamericana. O pai dele ouviu o programa e o deixou de castigo. Mas essa punição não tirou dele o espírito arrojado, ou melhor atrevido, de viver. Tanto que, em 1976, “roubou” um carro lançado no dia anterior para fazer fotos, da revista Auto Esporte; testou uma Caravan 1987, em um lançamento da linha 88, que não estava disponível para os jornalistas.

Voltou a correr em 1963, na mesma corrida de estreia do José Carlos Pace, o Moco. Correu de DKW, Simca e Uirapuru, e participou da equipe Willys, apesar do fato nunca ter sido divulgado pelo seu chefe, Antônio Greco.


Como gostava de correr, resolveu criar uma escola de pilotagem, que depois, quando ele faleceu, em 1988, foi passada para o filho, Gabriel, que também gostava, e  ainda gosta, de correr com carros e também motos da sua coleção.

Antes de falecer, em 1988, ele passara por várias redações, entre elas Quatro Rodas, Manchete e Fatos & Fotos, Auto Esporte. Motor 3 e Caminhoneiro, sua última participação na Imprensa.

Eu vi!!!!

Agora vou contar aqui uma história da qual eu fui testemunha e revelar, para quem ainda não conseguiu. identificar o personagem dessa coluna, o jornalista, piloto e instrutor, EXPEDITO MARAZZI.

Em seu campo de provas, a General Motors promovia o lançamento da nova suspensão da linha Opala 1988, incluindo a Caravan, em todas as suas versões.

O teste drive para a Imprensa seria realizada na Pista D1, com suas sinuosas curvas, com delicioso trecho chamado “Serrinha” com seus declives e aclives. Um desafio para quem gosta de pilotar, perigosamente, como o personagem gostava.

Ansioso, ele viu uma Caravan parada em um canto, com a chave no contato. Entrou nela, deu na partida e saiu cantando pneus. O pessoal responsável pelo programa, não percebeu o que acontecera, mas todo mundo ouviu os pneus da Caravan cantando, a cada curva na “Serrinha”, incluindo o então diretor de Engenharia, Carlos Buechler que ficou preocupado com o excesso de velocidade desenvolvido na pista e perguntava quem estaria dirigindo daquele modo.

Poucos minutos depois, o autor da façanha para a Caravan no ponto de chegada do teste. E, com a maior naturalidade, lança seu veredito sobre o carro, não sabendo que a Caravana ainda era 1987:

– Parabéns, essa nova suspensão da Caravan ficou ótima.

Ou sejam, Expedito Marazzi, o nosso personagem, conduzia tão bem, que nem percebeu que não nada havia mudado na Station Wagon.

Quanto ao carro “roubado”, foi o Fiat 147, o primeiro modelo da fábrica, lançado no Brasil em 1976. Ele saiu de Outo Preto (MG), e foi para São Paulo, em Interlagos, para as fotos de capa e da matéria da Auto Esporte. E levou com ele seu filho Gabriel Marazzi que, como disse, herdou do pai a mania de automóveis.

(*) EXPEDITO – reza o dicionário, significa, além de nome próprio é um adjetivo para quem desempenha tarefas ou resolve problemas com presteza e rapidez, ativo.
nome próprio é um adjetivo para quem desempenha tarefas ou resolve problemas com presteza e rapidez, ativo.

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Coluna Fernando Calmon — Kardian: valor competitivo além de arquitetura bastante evoluída

Coluna Fernando Calmon nº 1.293 — 19/3/2024

Kardian: valor competitivo além de arquitetura bastante evoluída

A Renault investiu para valer e juntou modernidade, estilo e desempenho no inteiramente novo SUV compacto Kardian. Aparenta ares de hatch com altura de rodagem elevada, mas isso pouco impactou no visual típico que tem atraído cada vez mais compradores no Brasil e no mundo. Graças aos 209 mm de vão livre do solo é o mais alto (1.595 mm) entre concorrentes como Pulse e Nivus (este se trata de SUV cupê).

O carro se baseia na nova Renault Group Modular Platform e teve participação total da filial brasileira. Entre os recursos práticos estão as barras de teto que podem ser usadas tanto no sentido longitudinal quanto transversal. Também apresenta a maior distância entre eixos (2.604 mm) deste segmento para conforto de quem senta tanto atrás quanto na frente e um bom volume de porta-malas (358 litros VDA).

Capô alto, grade do radiador, faróis principais, de neblina e luzes de rodagem diurna em três planos formam um conjunto moderno, complementados por lanternas traseiras no formato semibumerangue e um aplique no para-choque que esconde a saída do escapamento.

Por dentro, chama atenção a posição de dirigir com o banco do motorista regulável em altura até bem próximo do assoalho ao contrário de outros SUVs. Destaques para a alavanca de câmbio do tipo joystick e o freio de estacionamento eletromecânico de autoimobilização nas paradas.

Tela multimídia de 8 pol. tem pareamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, carregamento por indução para smartphone com refrigeração e quatro portas de entrada USB C (duas atrás e duas na frente). Faltam saídas de ar-condicionado para o banco traseiro.

O Kardian tem seis airbags e 13 sistemas de assistência avançada ao motorista (ADAS, em inglês), destacando-se frenagem automática de emergência.

No primeiro contato com o Kardian no entorno de Gramado (RS), notei o ótimo estreante motor 3-cilindros turbo flex de 1 litro, 120/125 cv (G/E), 20,4/22,4 kgfm (G/E), que trabalha bem afinado com o câmbio automatizado de duas embreagens a banho de óleo e seis marchas.

Ronco típico do motor interfere pouco no índice interno de articulação, porém é inevitável o nível de vibrações superior a um quatro-cilindros. Não detectei situações de hesitação em acelerações repentinas e há borboletas para troca manual de marchas atrás do volante. Apesar da altura de rodagem, as suspensões bem calibradas fazem um bom trabalho, sem sustos.

As três versões custam R$ 112.790 (Evolution), R$ 122.990 (Techno) e R$ 132.790 (Premiere Edition). 

Fiat aposta no preço da Titano e na robustez do conjunto

O mercado de picapes médias, de certo modo saturado com modelos de seis fabricantes (Hilux, Ranger, S10, Frontier, Amarok e L200), ganha mais um, a Titano, da Fiat. Na realidade, se o critério for capacidade de carga de 1.000 kg e motor Diesel, o segmento ainda agrega Toro (1.010 kg) e Rampage (1.019 kg), únicas de configuração monobloco.

As demais mantêm a tradicional cabine sobre chassi tipo escada que a maioria dos compradores prefere mais como meio de transporte familiar do que para trabalho, sem esquecer do uso misto. Entre 2014 e 2013 cresceram sua participação de mercado de 13% para 18%, só superadas pelos SUVs de vários portes.

A Titano, na realidade, é uma Peugeot Landtrek, projeto conjunto da marca francesa e da chinesa Changan com motor diesel Fiat (o mesmo do Ducato) de 2,2 L, 180 cv e 40,8 kgf·m. Únicas alterações são a grade do radiador e logotipos externos e interno. Uma escolha natural considerando o peso de mercado da italiana e uma ampla rede de 520 concessionárias. Se em média cada loja vender duas unidades por mês, atingiria a meta da Fiat de 12.000 unidades anuais para um mercado que foi de 188.000 unidades em 2023 (35% concentrado nas capitais).

Uma atração em particular é o preço das três versões: Endurance, R$ 219.990, Volcano, R$ 239.990) e Ranch, R$ 259.990. Garantia de cinco anos. Além da maior caçamba do segmento de 1.314 litros (medida sem protetor), há câmeras de três tipos: frontal, de 180 graus e 360 graus off road. Tração é sempre 4×4 sob demanda e bloqueio do diferencial traseiro. As duas opções mais caras oferecem câmbio automático epicíclico de seis marchas; na versão de entrada, de câmbio manual, o torque máximo cai para 37,7 kgf·m.

Na avaliação inicial, tendo o cenário de fundo a Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, a Titano se destacou pela impressão de robustez ao enfrentar estradas de terra, buracos e ondulações. No entanto, o comportamento dinâmico em geral não transpareceu tão amigável e previsível como de uma Ranger ou mesmo da líder de mercado, Hilux. O nível de ruído pareceu-me ligeiramente maior do que a média do segmento. Na distância livre do solo (235 mm) é praticamente igual à Ranger (232 mm), porém perde para Hilux (286 mm).

Entre as amenidades há tela multimídia de 10 pol. e espelhamento de Android Auto e Apple CarPlay só por meio de fio. Há duas entradas USB dianteiras e uma traseira. Carregador de celular por indução é oferecido à parte como acessório Mopar.

Bentley posterga elétricos em favor de híbridos plugáveis

O cenário mundial cada vez mais afeta a indústria automobilística e algumas marcas já aliviaram o pé do acelerador no ritmo de migração para os carros elétricos. Isso não significa que lançamentos deixarão de acontecer, porém o protagonismo do híbrido padrão e do híbrido plugável ganhou força no desejo dos consumidores.

Há algumas razões para isso. Natural que o desejo de experimentar algo novo aguçasse os primeiros compradores. A barreira do preço alto não é um problema para quem pode rechear sua garagem com mais de um veículo. Porém, viagens exigem planejamento e dependem basicamente da rede de recarregadores. A opção é recorrer a um automóvel de motor a combustão ou híbrido.

Incertezas pelo prolongamento de guerras no Oriente Médio e na Europa também prejudicam as decisões pessoais. Os governos retiraram total ou parcialmente os subsídios. Marcas de alto padrão pareciam imunes a esse panorama, porém a Mercedes-Benz foi a primeira a reconhecer que teria de diminuir o ritmo (esperado) da migração. Os híbridos voltaram a representar uma alternativa viável.

Bentley é uma marca de luxo inglesa que já pertenceu à Rolls-Royce. Hoje ambas estão em grupos alemães: a primeira, na VW e a segunda, na BMW. O Bentley elétrico perdeu a prioridade para os híbridos plugáveis que utilizam motores V-8 e baterias recarregáveis em tomada. Antes a previsão era que em 2030 toda a linha seria apenas de elétricos e agora passou para 2033.

Em 2035 a Europa pretende permitir a venda apenas de modelos elétricos, mas existe a possibilidade de híbridos plugáveis estarem incluídos. Nos EUA, a previsão para este ano é que 12% do mercado seja de elétricos, 20% de híbridos e 68% de modelos com motor a combustão.

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Novo Renault Kardian mais mudar a história da marca francesa no Brasil

Com toda a certeza o novo Renault Kardian é o modelo mais importante da marca francesa dos últimos anos. O novo automóvel da Renault é primeiro veículo produzido no Brasil com a nova identidade visual de marca, traz o novo motor turbo de 125 cavalos com 220 Nm de torque e câmbio “automático” de dupla embreagem úmida. O Kardian é realmente um carro novo, moderno e bonito, que chega para competir no segmento SUV-B. A marca pretende até 2027 lançar outros sete novos modelos.

Produzido no Complexo Ayrton Senna, no Paraná, o Kardian é o primeiro veículo produzido no Brasil com a nova identidade de marca, com o logo “Nouvel R”, a grade frontal exibe desenhos em formato de “diamante”, na cor preta. A assinatura luminosa do Kardian apresenta dois módulos de cada lado, na frente.  Comparado com os concorrentes, o Kardian se destaca pela linhas harmoniosas e muito atuais. Os faróis em três níveis e a grade, que imita elementos em forma piramidal, são o destaque do novo SUV.

Na traseira, o mesmo destaque 3D da dianteira, estão nas lanternas e para-choque com um visual muito agradável.  O defletor no teto colabora muito com a harmonia do design. Destaque para a “engenharia” muito moderna das barras longitudinais do teto.

Além de acomodarem carga de até 80 quilos, ainda tem a flexibilidade de poderem ser rotacionadas em 90 graus, ficando duas barras transversais para acomodar cargas longas como pranchas de surfe ou bicicletas.  As rodas diamantadas são de 17 polegadas.

Por dentro o design é muito agradável, moderno e surpreende pelo bom e bonito acabamento. Apesar de ter o uso de muito material plástico, eles são de muito boa qualidade e os encaixes são perfeitos. O console central elevado e a alavanca de câmbio em formato de joystick dá uma aparência sofisticada e só encontrada em modelos de nível muito superior.

Nele, além dos porta-objetos, é possível dispor do apoio de braço e quatro entradas USB (duas na frente e duas para os passageiros traseiros) disponíveis já na versão techno. Ele também oferece um espaço especialmente dedicado ao smartphone, com um sistema de recarga por indução sem fio com resfriamento, presente na versão Première Edition.

Outro importante item de conforto é o freio de estacionamento que é eletrônico, diferente do concorrente, por exemplo, o Toyota Corolla Cross que ainda é de pedal, como nos caminhões e picapes dos anos dos anos 60/70.

O painel de instrumentos digital de 7 polegadas apresenta todas as informações sobre a condução. O motorista pode escolher entre três modos de visualização: um traz as informações dos sistemas de assistência ao condutor (ADAS), outro destaca o conta-giros e um terceiro prioriza a velocidade com design minimalista.

Na parte central superior do console, está a central multimídia de 8 polegadas com design flutuante e que oferece conexão Android Auto e Apple CarPlay com e sem fio permitindo que os aplicativos de condução e entretenimento do smartphone sejam utilizados diretamente na tela.

Esta tela também oferece acesso às regulagens do exclusivo sistema Multi-Sense. Assim, o comportamento e o ambiente a bordo do veículo mudam de acordo com a vontade do condutor, que pode escolher entre três modos de condução: Eco, Sport e My Sense (personalizável) oferecido na versão Première Edition.

Somado a esses modos de condução, o ambient lighting presente na versão première edition, permite a escolha de oito opções de cores para o fundo da tela do painel de instrumentos, que se harmoniza com iluminação em LED dos painéis das portas dianteiras, valorizando o design interno do Kardian.

Nas versões Techno e Première Edition, o Kardian traz sistema de áudio com seis alto falantes (dois boomers e dois tweeters na dianteira e dois coaxiais na parte traseira) especialmente desenvolvido para a cabine do modelo, com o objetivo de oferecer alta fidelidade, som espacial e cristalino, respeitando o timbre original das músicas e em qualquer volume.

Ótimo motor 

O SUV Kardian vem equipado com um novo motor turbo 1,0 litro flex, que tem a mesma base de engenharia do motor turbo TCe 1.3 flex (desenvolvido em parceria com a Mercedes e equipa modelos de ambas as marcas). Esses dois propulsores compartilham 70% de componentes, tendo como características um alto torque em baixas rotações e baixo consumo de combustível.

O novo motor desenvolve 125 cavalos de potência e 220 Nm de torque, sendo 200 Nm (90% da força máxima) já disponível a 1.750 rpm. Produzido no Paraná, o motor turbo 1,0 flex é, segundo a marca, o mais econômico do segmento.

Assim como outros modelos da marca francesa na Europa, o Kardian conta com uma moderna transmissão muito competente. O câmbio “automático” com dupla embreagem úmida. O novo câmbio da Renault é uma excelente evolução da tecnologia ruim e ultrapassada dos CVT.

Equipamentos de segurança 

O Kardian vem com 13 dispositivos avançados de assistência ao motorista (ADAS). Confira abaixo todos eles: Controle de velocidade adaptativo (ACC), Alerta de colisão frontal (FCW), Frenagem automática de emergência (AEB), Alerta de distância segura (DW), Alerta de ponto cego (BSW), Câmera multiview (são quatro câmeras) Câmera de estacionamento traseira, Sensor de estacionamento traseiro, Sensor de estacionamento frontal, Sensor crepuscular, Controlador de velocidade, Limitador de velocidade, Assistente de partida em rampa (HSA), Seis airbags e, controle eletrônico de estabilidade (ESP).

Preços
Evolution – R$ 112.790,00
Techno – R$ 122.990,00
Première Edition – R$ 132.790,00

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Ford Territory feito na China é espaçoso e tem design moderno

A Ford começou a vender em setembro do ano passado a nova geração do Territory. Importado da China, conta com um desenho marcante e atual. A grade dianteira hexagonal, o conjunto óptico com faróis e lanternas full-LED e as rodas de liga leve de 19 polegadas dão uma aparência mais esportiva ao modelo. A traseira ficou muito harmoniosa com as enormes e bonitas lanternas envolventes.

O Territory ficou bem maior. O modelo cresceu de 4.580 mm para 4.630 mm de comprimento, ou seja, 50 mm. Um detalhe que surpreende é o bom espaço interno, principalmente, no banco traseiro. O acabamento é bem mais sofisticado do que no modelo anterior.

A nova motorização oferece ao SUV um trem de força eficiente. O motor turbo de 1,5 litro a gasolina, conta com injeção direta e comando variável. Ele desenvolve 169 cavalos a 5.500 rpm e torque de 250 Nm entre 1.500 e 3.500 rpm. O novo motor e recebeu uma calibração exclusiva para se adaptar ao combustível do Brasil. A transmissão CVT simula sete velocidades.

O consumo é razoável levando em conta que o SUV pesa quase duas toneladas. No uso urbano ele consomo 9,1 km/litro e na estrada média de 11,8 km/litro. A velocidade máxima é limitada em 180 quilômetros por hora e a aceleração de 0 a 100 km/h 11,2 segundos.

Ao volante

Dirigir o modelo é muito agradável e os quatro modos de condução – normal, serra/colina, eco e esportivo –, ajudam nessa operação.

O modelo, topo de linha a Titanium, vem da China em pacote único. Ele dispõe de painel de instrumentos digital de 12,3”, teto solar panorâmico, ar-condicionado digital de dupla zona com saídas traseiras, bancos de couro com ajuste elétrico e assentos ventilados, câmera 360°, farol alto automático, central multimídia com tela de 12,3”, carregador por indução e luz ambiente configurável, entre outros.

Em termos de segurança o Territory possui  assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestres, controle de cruzeiro adaptativo com stop/go, sensor de ponto cego, alerta e assistente de permanência em faixa, sensor e assistente de estacionamento e seis airbags com detecção inteligente de ocupantes.


Preço
Ford Territory Titanium R$ 209.990,00

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Nova geração do Ford Explorer chega no ano que vem

No inicio dos anos 90 a Ford importou as primeiras unidades do SUV Explorer. Carente de carros familiares sofisticados, a Explorer chegava com cheia de atributos e tinha a missão de enfretar a nacional Chevrolet Blazer. A sua setima geração começa a ser vendida nos Estados Unidos no segundo trimestre de 2025 totalmente renovando. O SUV mais vendido de todos os tempos na América do Norte deve ser vendido no Brasil no final do próximo ano.

Com três fileiras de bancos e sete lugares, o utilitário esportivo ganhou um visual mais robusto, interior redesenhado e um novo sistema de infotenimento Ford Digital Experience. Pela primeira vez, ele também oferece em algumas versões o sistema de direção sem as mãos Blue Cruise, para uso em determinadas estradas da América do Norte.

Para orgulho da engenharia nacional, brasileiros participaram do desenvolvimento de vários itens do SUV, trabalhando em parceria com o time dos Estados Unidos.
Nesse trabalho, mais de 50 profissionais participaram do desenvolvimento de vários itens, incluindo testes e integração de processos de engenharia. Entre eles, estão o refinamento de vários elementos do exterior e interior – como faróis, lanternas, tampa traseira, painéis de portas e USBs.

Outros exemplos são o novo alerta de ocupante do banco traseiro, que evita o esquecimento de crianças no interior do veículo, e a saudação de boas-vindas com animação no painel e iluminação quando o motorista abre e fecha a porta.

Versões luxuosas

O novo Explorer será oferecido nas versões Active, de entrada, ST-Line, com visual esportivo, ST, de alto desempenho, e topo de linha Platinum. O SUV tem duas opções de motorização 2,3 EcoBoost ou 3,0 V6 EcoBoost, de 400 cavalos. Todas têm tração traseira, com 4WD opcional, e transmissão automática de dez velocidades.

O novo design inclui grade dianteira maior, faróis de LED mais esguios, protetor dianteiro e difusores laterais mais largos que ajudam a rebaixar visualmente o veículo. As versões ST-Line, ST e Platinum têm a opção de teto preto. Na traseira, as novas lanternas de LED avançam pelo porta-malas, conectando-se ao nome Explorer no centro. As rodas são de 18, 20 ou 21 polegadas.

A cabine, mais refinada, traz novas texturas, cores e materiais suaves ao toque, com ppainel redesenhado para ampliar o espaço dos ocupantes. Além de bancos dianteiros aquecidos e oito entradas USB, há um sistema de iluminação em sete cores opcional.

Preproduction mode show. Available spring 2024.

Experiência digital

O Explorer é o primeiro veículo da marca a trazer o novo sistema de infotenimento Ford Digital Experience, que prioriza o uso da voz para controlar várias funções, como temperatura, navegação, busca, música, rádio, chamadas, mensagens, agenda e aparelhos domésticos, por meio do Google Assistant ou Alexa.

A integração com o Google Maps permite navegar tanto pela tela central de 13,2” como pelo painel de instrumentos de 12,3”. Além de conexão com Android Auto e Apple CarPlay, é possível baixar e usar aplicativos de música, audiolivros e podcast sem depender de um smartphone. Quando o carro está estacionado, o usuário pode ver TV e vídeos em aplicativos e até jogar games, conectando um teclado ou controle via Bluetooth.

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Stellantis anuncia investimento recorde na America do Sul

A Stellantis (empresa que detém as marcas Fiat, Jeep, Citroen, Peugeot, Ram) anunciou hoje (06) o maior plano de investimentos para a região da América do Sul. No total são R$ 30 bilhões a serem investidos entre 2025 e 2030, tornando-se o maior investimento na história da indústria automotiva brasileira e sul-americana. Os investimentos divulgados impulsionarão o lançamento de 40 novos produtos durante o período, bem como o desenvolvimento das novas tecnologias bio-hybrid, tecnologias inovadoras de descarbonização em toda a cadeia de suprimentos automotivos e novas oportunidades estratégicas de negócios.

O investimento da Stellantis reforça sua liderança na região, fortalece o desenvolvimento da indústria local e acelera a realização do plano estratégico de longo prazo Dare Forward 2030, além de manter a empresa como líder da mobilidade limpa, segura e acessível no Brasil e na América do Sul.

“Este anúncio solidifica nossa confiança e comprometimento com o futuro da indústria automotiva sul-americana e é uma resposta ao ambiente de negócios favorável que encontramos aqui”, disse o CEO da Stellantis, Carlos Tavares. “Como parte fundamental da nossa estratégia de crescimento, a América do Sul assumirá um papel de liderança na aceleração da descarbonização da mobilidade, juntamente com nossos funcionários, nossa rede de fornecedores e nossos parceiros. Gostaria de agradecer a cada membro da equipe envolvido em ajudar a criar e executar nossa estratégia de investimento para que, juntos, possamos alcançar nossa ambição de liderar a neutralidade de carbono na indústria.”

“Entramos em um novo ciclo virtuoso para o Brasil e para a região com este anúncio. Serão implementadas quatro plataformas globais, associadas às tecnologias bio-hybrid, mais de 40 modelos, além de oito novos powertrains e aplicações em eletrificação”, detalhou Emanuele Cappellano, COO da Stellantis para a América do Sul.

Como parte de seu plano estratégico Dare Forward 2030, a Stellantis está investindo mais de €50 bilhões em eletrificação ao longo da próxima década, e está no caminho para se tornar uma empresa com zero emissão de carbono até 2038, incluindo todos os escopos, com compensação percentual de um dígito das emissões restantes.

Novas tecnologias

Uma das protagonistas deste investimento é a tecnologia bio-hybrid, que combina eletrificação com motores flex movidos a biocombustíveis (etanol) em três diferentes níveis. O Polo Automotivo Stellantis, em Betim-MG, é o centro global da empresa no desenvolvimento da tecnologia bio-hybrid, dando continuidade ao seu legado de inovação.

A Stellantis, através da marca Fiat, foi pioneira no desenvolvimento e aplicação da tecnologia de motores a biocombustíveis, que em 1979 lançou o 147 movido 100% a etanol. No futuro, a região também produzirá um veículo elétrico a bateria (BEV).

A produção dos primeiros veículos equipados com a tecnologia bio-hybrid é flexível e pode ser integrada a diversos modelos fabricados pela Stellantis. É compatível com todas as linhas de produção da empresa na região. As novas tecnologias híbridas e elétricas fortalecerão ainda mais a engenharia brasileira e da região, além da indústria nacional.

A tecnologia bio-hybrid é suportada por três powertrains híbridos que serão gradualmente produzidos e introduzidos no mercado. Essas novas tecnologias incluem a bio-hybrid; bio-hybrid e-DCT com transmissões eletrificadas de dupla embreagem; bio-hybrid plug-in; e BEV (100% elétrico). As novas tecnologias híbridas começarão a ser disponibilizadas até o final de 2024.

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