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Quase no final da carreira, VW Saveiro bate recorde de vendas

Prestes a ser substituída depois de 44 anos, a Volkswagen Saveiro registrou em agosto deste ano, a liderança de vendas nas picapes pequenas de entrada, destinadas praticamente para frotistas. A Saveiro vai ser substituída em breve pela nova Tukan.

Com 4.183 unidades emplacadas em agosto, a versão Robust liderou as vendas das picapes pequenas de entrada, vendendo mais que a líder Fiat Strada, que emplacou 3.983 unidades. Segundo especialistas, o fato se deve porque os consumidores fieis da marca querem garantir aquisição de um veículo que sempre transmitiu, ao longo destes anos, confiança e durabilidade.

Derivada do Gol, a Saveiro foi lançada em 1982 e logo se transformou numa picape de sucesso. Nascida com o fraco motor 1,6 litro a ar, que equipava o Gol e a Brasília, em 1986 ganhou um motor muito melhor, o 1,6 refrigerado a água, melhorando muito o desempenho, conforto e eficiência. A linha conta com as versões como Robust, Trendline e Extreme, equipadas com motor 1.6 flex e câmbio manual de cinco marchas.

 

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Jeep Renegade com motor elétrico ganha em economia e aceleração

Se você conheceu o Jeep Renegade antes das alterações feitas pela marca norte-americana no ano passado, vai se surpreender muito positivamente. O modelo teve um salto de qualidade nas suspensões, que estão mais macias e eficientes, no acabamento e na tecnologia a bordo.

As medidas continuam as mesmas: 4,27 metros de comprimento, 1,80 m de largura e 2,57 m de distância entre os eixos. A altura livre do solo é de 208 mm, o que ajuda muito no uso off-road ou ao transpor obstáculos. Com a nova motorização híbrida leve de 48V, o SUV também ficou mais econômico na cidade.

Híbrido

O Renegade é equipado com um motor flex de 1,3 litro, turbo, que entrega 176 cavalos e 270 Nm de torque. Associado à motorização à combustão, há um gerador elétrico de 11,4 kW e até 65 Nm.

A economia vem desse auxílio elétrico, que recupera energia durante desacelerações e frenagens e a utiliza para “facilitar” o motor à combustão, para tirar o SUV da imobilidade e em algumas situações no trânsito urbano. Em nenhuma hipótese o veículo será movimentado somente com a energia elétrica.

A bateria não pode ser recarregada externamente. No caso do modelo avaliado, Sahara MHEV, a transmissão é automática de seis marchas, que desempenha um papel muito eficiente em conjunto com a motorização.

Por conta do sistema híbrido, o consumo urbano é ligeiramente melhor que o rodoviário, dado incomum entre carros movidos à combustão.

Na avaliação, o Renegade Sahara MHEV fez 12,0 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, o consumo foi de 8,5 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada. O tanque tem capacidade para 55 litros.

O motor híbrido também colaborou com a melhor aceleração: de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos, uma melhora de um segundo. Já nas retomadas não houve melhora, pois nessa situação o motor elétrico não faz diferença. A velocidade máxima é de 206 quilômetros por hora.

O Renegade, que não é mais o modelo de entrada da marca após o lançamento do Avenger, ganhou novo interior, mais sofisticado e com layout mais elegante. Outra alteração foi a central multimídia de 10,1 polegadas.

O SUV conta ainda com painel de instrumentos digital, carregador de celular sem fio e saídas de ar para quem viaja no banco traseiro. Na versão avaliada, a lista inclui banco do motorista com regulagem elétrica e teto solar panorâmico, além de sistemas eletrônicos de assistência à condução.

O porta-malas comporta 385 litros e pode chegar a 1.448 litros com o banco traseiro rebatido.

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Novo Fiat Argo X chega ao mercado ainda este ano

Durante as comemorações dos 50 anos da Fiat no Brasil, o presidente da marca na América Latina, Herlander Zola, confirmou que o próximo lançamento será denominado de Argo X. O Campinas de Fato já havia antecipado essa decisão da Fiat.
O modelo, que será produzido no Polo Automotivo Stellantis de Betim-MG, é derivado do Panda europeu. Apesar da chegada do novo modelo, o Argo atual continuará sendo produzido e vendido como versão de entrada.

O Argo X é o primeiro produto inédito, em Betim, a compor o plano da Stellantis, que prevê investimento de R$32 bilhões na América do Sul, até 2030, sendo R$14 bilhões destinados ao Polo de Betim. O veículo é o segundo modelo mais vendido da Fiat no Brasil e o quarto do mercado brasileiro em 2026.

“A chegada do novo Argo representa mais um passo na estratégia de renovação do portfólio de marca. O modelo totalmente novo irá conviver com o Argo atual”, reforçou Zola.

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Fiat comemora os 50 anos de uma trajetória de muito sucesso no Brasil

No início de julho de 1976, a Fiat começou oficialmente suas atividades no Brasil. A fábrica de Betim, próximo a Belo Horizonte-MG, que completou 50 anos de operação no dia 9, comemora, ao longo dessas cinco décadas, a produção de mais de 18 milhões de veículos.

Exportou mais de 4 milhões de unidades para cerca de 40 países e se tornou um polo de inovação capaz de desenvolver, testar e fabricar tecnologias voltadas aos mercados brasileiro e latino-americano. Hoje, transformada em um Polo Automotivo, é uma das maiores fábricas do grupo Stellantis (dono de várias marcas, inclusive a Fiat).

Com quase 19 mil funcionários (sendo 3 mil engenheiros), mais da metade da força de trabalho da Stellantis na América do Sul, a planta fabril tem autonomia tecnológica para realizar todas as etapas do desenvolvimento de novos veículos, desde a concepção até os testes e a validação final.
Em 2024, essa capacidade resultou no lançamento dos primeiros modelos híbridos desenvolvidos no Brasil.
Para continuar seu crescimento, o Polo vai receber, até o final de 2030, um investimento de R$ 14 bilhões.

Marca de sucesso

A história da Fiat Automóveis no Brasil começou com a produção do Fiat 147, em setembro de 1976. O modelo revolucionou e impulsionou a indústria automotiva nacional. Entre outros destaques, o 147 introduziu o motor transversal, os pneus radiais e o conceito de pequeno por fora e grande por dentro. Poucos anos depois, voltou a fazer história ao se tornar o primeiro automóvel movido exclusivamente a álcool produzido em série no país. Do hatch derivaram outras versões, como uma linha inédita de furgões e picapes, que até então não existia no Brasil, além de uma perua e um sedã.

Na esteira do 147, em 1984 chegou outro modelo que transformou, ao lado do Volkswagen Gol, a história da indústria automotiva: o Uno. Com design marcante, amplo espaço interno e soluções práticas para o dia a dia, o modelo se tornou um sucesso de vendas. O Brasil foi o país onde mais se produziu e vendeu o modelo. O Uno Mille foi, no início dos anos 1990, responsável pelo surgimento do carro popular. Em 1994, o Uno ganhou uma versão esportiva, o Turbo, primeiro modelo com turbocompressor produzido em série no país.

Os modelos de sucesso foram se sucedendo, com a chegada do Palio, em 1996. Em outubro de 1978, a marca italiana lançou a primeira picape derivada de um modelo de passageiros. A Pick-up, derivada do 147, foi ganhando variações ao longo do tempo, a ponto de dar origem à Strada, que, nos últimos dois anos, liderou o mercado nacional por vários meses. Em 2016, chegou ao mercado a Toro, a primeira com tampa traseira bipartida e que inaugurou uma nova categoria.

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Os sucessos continuaram com Tipo, Idea, Doblò, Stilo, Punto, Tempra, Marea e, em 2021, o Pulse. No ano seguinte, foi lançado o Fastback, primeiro SUV cupê da marca. Produzido no Polo Automotivo Stellantis de Betim-MG, o modelo conquistou mercado em vários países.

 

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Fiat Mobi Trekking surpreende e faz até 20,6 quilômetros por litro

Tendo como concorrente o Renault Kwid, o Fiat Mobi é um dos poucos modelos de entrada em seu segmento no mercado brasileiro. Na linha 2026, o modelo ganhou vários melhoramentos, como um novo painel, volante (os mesmos da picape Strada), ajuste de altura da coluna de direção e uma nova motorização. Por isso, pegamos a versão Trekking para avaliação.

Apesar de pequeno no tamanho, os passageiros dos bancos dianteiros não terão do que reclamar. Obviamente que de um modelo com 3,64 metros de comprimento e entre-eixos de 2,30 m não se pode exigir muito.

Para quem viaja no banco traseiro, o conforto não é o mesmo, mas contando com boa vontade dos passageiros da frente, o Mobi acomoda bem duas pessoas atrás.
Com a regulagem de altura do banco do motorista, achar a posição mais cômoda para dirigir não é uma tarefa difícil.




Apesar de ser um carro de entrada, o Trekking é bem equipado. O modelo avaliado tinha multimídia de 7 polegadas com conexões sem fio, volante multifuncional, vidros dianteiros e travas elétricas, direção elétrica, ar-condicionado e som com seis alto-falantes. O painel de instrumentos, bem completo para um modelo do seu segmento, tem uma mistura de analógico e digital. É fácil de visualizar e operar.

No teto, um console com o útil espelhinho para olhar, principalmente, as crianças no banco traseiro, e Porta-CDs. Mas causou espanto o compartimento para CDs, pois o equipamento de som do carro não tem essa opção. Em compensação, para deixar o modelo mais atraente e auxiliar no pouco espaço do porta-malas, o Mobi Trekking tem racks de teto. A unidade testada ainda tinha sensores traseiros de estacionamento, rodas de liga leve, faróis de neblina, tampa do porta-malas com abertura elétrica e retrovisores elétricos com função tilt-down do lado direito.

Rodando

Na cidade, seu lugar, o Mobi é espetacular. Ágil, com bom desempenho, econômico e cabe em qualquer vaga. Com a nova motorização Firefly (nova no modelo), o Mobi ganhou um “plus”. Com três cilindros e até 75 cavalos e 10,7 kgfm de torque, o modelo não faz feio no trânsito urbano, ainda mais se o motorista aproveitar bem as marchas da transmissão manual de cinco velocidades. Outra vantagem do novo motor é que o modelo ficou mais silencioso, econômico e esperto. No perímetro urbano,  chegou a fazer médias de 14,8 quilômetros por litro com gasolina e 13,7 quilômetros por litro com etanol. Números muito bons.

Mesmo sendo um city car, o Trekking não tem medo da estrada. Com um comportamento até surpreendente, o modelo tem boa dirigibilidade, disposição e passa segurança para quem dirige. Sofre um pouco com os ventos laterais, mas a barra estabilizadora dianteira e o acerto da suspensão garantem a boa dirigibilidade.

O modelo atingiu a velocidade máxima de 165 quilômetros por hora e acelerou de 0 a 100 quilômetros por hora em 14,6 segundos. Aqui, mais uma vez, a boa utilização do câmbio é muito importante.

Mas foi no consumo que o Mobi mais surpreendeu. Com gasolina, fez uma média de 16,9 quilômetros por litro, e com etanol, 14,9. Como mostra a foto tirada durante a avaliação, na estrada, em um lugar plano e a 100 quilômetros por hora, chegou a fazer incríveis 20,6 quilômetros por litro com gasolina. Com o tanque de 47 litros, é possível fazer quase 800 quilômetros.
Os freios, nada de excepcional, param o carro em espaços normais e sem sustos.

Conclusão

Além dos ótimos números de consumo, apesar de ser um modelo de entrada, o Mobi Trekking é muito legal de ser dirigido, principalmente na cidade. O desempenho é compatível com a proposta e o conforto também. Ou seja, para quem mora na cidade, tem família pequena e viaja pouco (mais por conta do porta-malas que comporta apenas 200 litros), o modelo é uma ótima opção.

Preço (modelo avaliado)
Fiat Mobi Trekking R$ 87.270,00

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Assim co mo modelos da Fiat, a picape Toro ganha motor “híbrido”

A linha 2027 da Fiat Toro passa a ser a primeira picape híbrida-leve produzida no Brasil. O sistema MHEV de 48V estreia nas versões Volcano e Ultra, com motor Turbo 270 Flex. A tecnologia híbrida-leve, que na verdade é um gerador que auxilia a sair da imobilidade, combina um motor a combustão com um sistema elétrico de baixa tensão (48 volts).

Com o sistema elétrico multifuncional a força do motor a combustão é menor, diminuindo o consumo de combustível. Como não tem carregamento externo, a bateria é abastecida com a regeneração nas desacelerações ou no acionamento dos freios.

Segundo a marca, a economia pode ser de até 12%, além de reduzir as emissões de CO² em cerca de 11%. No estado de São Paulo, os modelos híbridos, contam com desconto no IPVA e dispensa do rodízio na capital.

Preços
Volcano Turbo Flex MHEV – R$ 197.490,00
Ultra Turbo Flex MHEV – R$ 206.490,00

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Depois de quarenta anos, a Fiat Elba ainda é uma referência

Prestes a comemorar 50 anos da inauguração da fábrica brasileira, a Fiat também está festejando os 40 anos de um de seus modelos mais vendidos: a perua Elba. O modelo chegou para substituir a primeira perua da marca no Brasil, a Panorama, que era derivada do 147.

Lançada em 1986, pouco depois do lançamento do Uno, da qual derivava, a perua tinha o nome de uma ilha da Toscana, na Itália. Naquela época, o mercado era ávido por esse segmento familiar, hoje substituído pelos SUV.


O modelo era espaçoso e robusto e chegou em duas versões: S e CS. Tinha três portas e possuía um excelente espaço interno com capacidade para 610 litros até o topo do banco traseiro e 1.749 litros com esse banco rebatido.

Em seu lançamento, o modelo era equipado com o motor 1,3 litro na versão S e 1,5 na CS. Três anos após o lançamento, em 1989, a perua ganhou uma nova versão mais luxuosa: a CSL.

 

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Nova geração do Jeep Renegade agora também tem motor híbrido

Um dos SUVs mais vendidos da história da indústria automotiva nacional e que já vendeu quase 600 mil unidades, ganha novo interior, alterações no design exterior e motor hibrido. E continua sendo o único na categoria a ter tração 4×4.

Nas versões Altitude, Longitude, Sahara e Willys (4×4), o Renegade ganhou interior renovado, que inclui novos acabamentos dos bancos, manopla de câmbio, banco elétrico do motorista (nas versões Sahara e Willys), novo console central com saída de ar traseira e mais conteúdos. Outras novidades são o painel multimídia de 10,1 polegadas com maior resolução de imagem e quadro de instrumentos digital de 7 polegadas.

Na frente, uma nova grade que continua destacando a marca registrada da Jeep, as sete fendas, novos para-choques dianteiro e traseiro, novas máscaras DRL e novo design de rodas de liga leve.

Híbrido 

As versões Longitude e Sahara estreiam o sistema híbrido MHEV de 48V aplicado ao motor 1.3 turboflex, de 176 cavalos.  O sistema não tem função de mover o SUV só com a motorização elétrica (na verdade é um pequeno compressor), mas ajuda o motor a combustão nas saídas, proporcionando uma redução no consumo de até 7% no ciclo urbano e 8% a menos nas emissões de CO₂.

Segundo a marca, o consumo dessas motorizações chega a 11,9 km/l (gasolina) e 8,3 km/l (etanol) no ciclo urbano; e a 11,8 km/l (gasolina) e 8,6 km/l (etanol) na estrada, além de proporcionar também uma série de benefícios como isenções de IPVA em alguns estados e isenção do rodízio na cidade de São Paulo.

Preços
Jeep Renegade
Altitude   (preço de lançamento) R$ 129.990,00
Longitude – R$ 158.690,00
Sahara – R$ 175.990,00
Willys – R$ 189.490,00

 

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Fiat faz festa para comemorar as 600 mil unidades do Mobi

O Fiat Mobi chegou ao mercado nacional em 2016, com a difícil missão de substituir o Uno, que vendeu entre 1994 e 2021 (37 anos), 4,37 milhões de unidades só no Brasil. No mundo, ao longo de sua vida, vendeu quase 9 milhões de unidades, ou seja, metade foi no mercado nacional.

Após 10 anos, o Mobi alcança a marca de 600 mil unidades vendidas. No mês de fevereiro foi o terceiro veículo mais vendido. O hatch subcompacto da Fiat brasileira, está disponível nas versões Like e Trekking. O preço começa em R$82.560,00, mas nas revendas é possível achar por R$69.990,00.

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Stellantis vende utiliários elétricos com o mesmo preço dos a diesel

Numa ação ousada, a Stellantis europeia, colocou sua linha de veículos utilitários elétricos a bateria (BEV) com o mesmo valor dos modelos equipados com motores Diesel. A iniciativa visa aumentar as vendas de veículos utilitários elétricos e diminuir o principal entrave, que é preço dos modelos elétricos.

Na ação, a Stellantis põe todos os utilitários do grupo, como, Citroën Berlingo e Jumpy, Fiat Doblò e Scudo, Opel Combo e Vivaro, e Peugeot Partner e Expert. A promoção vai até junho deste ano.

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