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Emdec vai interditar a estrada da Rhodia até o dia 13 de março

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) volta a bloquear ao tráfego de veículos trecho da avenida Albino José Barbosa de Oliveira (popular estrada da Rhodia), na Cidade Universitária, distrito de Barão Geraldo. A interdição começa neste sábado, 7 de março, e terá continuidade na segunda-feira, 9 de março, no horário das 8h30 até as 16h.

A previsão é de que os trabalhos se estendam até o dia 13 de março. Após as 16h, a via será liberada para circulação e o bloqueio retomado às 8h30 do dia seguinte. A ação é para cortar e retirar os eucaliptos na rua Maria Tereza Dias da Silva.

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Dário Saadi determina que todos os ônibus vão para as ruas

O prefeito de Campinas, Dário Saadi, determinou que os operadores garantam 100% da frota operacional do transporte público coletivo circulando na cidade, a partir da próxima segunda-feira, 2 de março. O alinhamento foi realizado após reunião nesta sexta-feira, 27 de fevereiro, envolvendo representantes da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), da Secretaria de Transportes (Setransp) e da empresa VB Transportes e Turismo.

A iniciativa ocorreu após o registro de diversas situações de falta de veículos na operação, que se intensificaram nesta semana, principalmente nas linhas operadas pela empresa VB3.

“É inadmissível que pessoas que dependem do transporte público coletivo não possam ter previsibilidade na hora de utilizar os ônibus para realizar seus deslocamentos diários. Por isso, acionamos a Emdec e determinamos a convocação e o compromisso dos operadores envolvidos”, destacou o prefeito Dário Saadi.

Em paralelo, a Emdec montou e mantém um plano de contingência (Plano de Apoio entre Empresas de Transporte frente às Situações de Emergência) para suprir eventuais falhas na operação. Neste plano emergencial, veículos reservas de cooperativas e de outras empresas da concessão podem ser acionados para atender linhas mais críticas, identificadas a partir do monitoramento remoto dos índices operacionais, da fiscalização in loco e das solicitações da população.

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Emdec tem nova metodologia para contabilizar as mortes no trânsito

A Emdec – Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas passa, a partir deste ano, a adota uma nova metodologia de análise de óbitos no trânsito. Campinas passa a considerar como vítima fatal no trânsito aquelas que falecem em até 30 dias após o sinistro (acidente).

O parâmetro de cálculo do tempo de sobrevida está alinhado às normas nacionais e padrões internacionais adotados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e Ministério da Saúde (Programa Vida no Trânsito). Também é utilizado pelo Sistema de Informações Gerenciais de Sinistros de Trânsito (Infosiga), ferramenta oficial adotada no Estado de São Paulo, vinculado ao Detran-SP.

Até o ano de 2025, a Emdec utilizava um parâmetro distinto do amplamente adotado, que considerava óbitos até 180 dias após a ocorrência. A metodologia de análise até 30 dias após o sinistro já tinha sido utilizada pelo município no período de 1995 a 2000.

Para promover a atualização, a Emdec considerou que 96% dos óbitos ocorrem em até 30 dias após o sinistro. Apenas 4% correspondem a vítimas que vieram a óbito entre 31 e 180 dias após a ocorrência – uma média de seis óbitos/ano. Apesar do volume relativamente baixo, esses casos têm grande impacto no cálculo do indicador de óbitos por 100 mil habitantes do município.

“Estamos alinhando a forma de analisar as mortes no trânsito à utilizada pela maioria dos municípios paulistas. A mudança permite maior uniformidade e precisão no monitoramento dos indicadores e metas de segurança viária”, explica o presidente da Emdec, Vinicius Riverete.

A readequação permite comparações mais realistas com as estatísticas já consolidadas utilizadas em outros municípios. Quando se considera, por exemplo, a taxa de mortalidade de cidades paulistas com mais de 400 mil habitantes, Campinas ocupa a sexta posição, com 13,15 óbitos a cada 100 mil habitantes, usando a metodologia que leva em conta os 180 dias após o sinistro. Com a mudança metodológica, passa a ocupar a 10ª posição, com 12,65 óbitos a cada 100 mil habitantes.

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Emdec começa na segunda a fiscalizar o trânsito na Unicamp

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) iniciam, na próxima segunda (2), a campanha educativa que vai distribuir multas “morais” como alerta aos motoristas que cometem infrações de trânsito. A ação é fruto de um contrato que viabiliza ações de fiscalização de trânsito dentro do campus da Cidade Universitária “Zeferino Vaz”, no distrito de Barão Geraldo.

Após o período educativo, a partir de 16 de março, tem início a fiscalização efetiva dentro do campus de Barão Geraldo. Os agentes da mobilidade urbana vão monitorar situações de estacionamento irregular e uso indevido de vagas exclusivas, por exemplo. Constatada a irregularidade, nos locais que contam com sinalização regulamentada, haverá a autuação.

A iniciativa foi da Unicamp e tem o objetivo de ampliar a segurança viária e prevenir sinistros (acidentes) no campus, promover o respeito às Leis de Trânsito e à sinalização, principalmente no que se refere às regras de estacionamento regulamentado e uso indevido (sem credencial) de vagas exclusivas/especiais para idosos e deficientes.

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Lombadas em excesso são um mal brasileiro e muito perigosas

Durante o período de férias, com mais tempo para circular por Campinas e outras cidades da região, uma constatação tornou-se recorrente: a quantidade de lombadas espalhadas pela malha viária urbana é elevada — e, em muitos casos, elas estão fora dos padrões técnicos estabelecidos pelo Contran, com sinalização deficiente ou simplesmente inexistente.

A lombada é um dispositivo previsto no Código de Trânsito Brasileiro como medida pontual de moderação de tráfego, a ser utilizada apenas quando outras soluções de engenharia se mostram insuficientes. Não se trata, portanto, de um elemento de aplicação indiscriminada. Quando isso ocorre, o impacto deixa de ser apenas local e passa a comprometer o funcionamento do sistema viário como um todo.

Estimativas baseadas em dados abertos do OpenStreetMap — ajustadas para a cobertura típica desse tipo de base colaborativa — utilizando Campinas como estudo de caso e indicam algo entre 2.500 e 3.200 lombadas em sua malha urbana. Considerando que a cidade possui entre 2.500 e 4.000 quilômetros de vias pavimentadas, chega-se a uma média próxima de uma lombada por quilômetro de via, número elevado sob qualquer critério técnico de engenharia de tráfego.

Quando a exceção vira padrão

Essa média não significa distribuição homogênea. Pelo contrário: em bairros residenciais e vias locais, a densidade tende a ser significativamente maior, enquanto corredores estruturais também utilizam esse recurso, ainda que em menor quantidade. Ainda assim, o número revela uma política baseada em intervenções repetitivas e corretivas, em detrimento de soluções estruturais de desenho viário.

O resultado é previsível: a lombada deixa de ser uma ferramenta excepcional e passa a funcionar como elemento permanente de controle comportamental, substituindo investimentos em hierarquização viária, geometria adequada e indução natural de velocidade.

Ruído urbano: um efeito ignorado

Um dos impactos mais imediatos do excesso de lombadas é o aumento do ruído urbano. A frenagem brusca seguida de aceleração — especialmente de veículos comerciais, ônibus e motocicletas — eleva de forma consistente os níveis sonoros em áreas residenciais. Trata-se de um efeito contínuo, que ocorre 24 horas por dia e compromete diretamente a qualidade de vida urbana.

Em vias com sequência de lombadas, o ruído deixa de ser episódico e passa a ser estrutural.



Consumo e emissões: o custo ambiental invisível

Do ponto de vista energético, lombadas em excesso são ineficientes. Cada desaceleração forçada seguida de retomada de velocidade, ocasiona:

  • aumenta o consumo de combustível;
  • eleva as emissões de CO2  e outros poluentes;
  • penaliza ainda mais veículos mais antigos ou de maior peso;

Em um cenário urbano que discute redução de emissões e eficiência energética, o uso sistemático de lombadas vai claramente na contramão desses objetivos.

Transporte coletivo e veículos de emergência

O transporte coletivo sofre impacto direto: maior desgaste mecânico, menor velocidade média e pior qualidade da viagem para o passageiro. Mas o efeito mais sensível recai sobre veículos de emergência, especialmente ambulâncias.

Cada lombada representa:

  • perda de tempo em deslocamentos críticos;
  • desconforto e risco adicional ao paciente transportado;
  • necessidade de redução extrema de velocidade, mesmo em situações de urgência;

Quando esses dispositivos são mal projetados ou mal sinalizados — como observado em diversos pontos das cidades — o problema se agrava.

Lombadas fora do padrão: um problema adicional

Durante a circulação pela região, chama atenção a quantidade de lombadas que:

  • não seguem altura e geometria padronizadas;
  • não possuem pintura adequada;
  • carecem de sinalização vertical;
  • surgem de forma inesperada ao longo da via, muitas vezes após curvas;

Além de contrariar normas do Contran, isso cria risco adicional, especialmente à noite ou sob chuva, penalizando justamente o condutor que trafega de forma regular.

Lombada tipo “A” – para locais onde tiver a necessidade de limitar a velocidade máxima para 30km/h – Fonte: www.ebanataw.com.br / Resolução Contran 600/2016

Lombada tipo “B” – Pode ser instalada somente em via urbana local em que não circulem linhas regulares de transporte coletivo e não seja possível implantar a lombada do Tipo A, reduzindo pontualmente a velocidade máxima para 20 km/h – Fonte: www.ebanataw.com.br / Resolução Contran 600/2016

O que cidades mais maduras fazem diferente

Na engenharia de tráfego contemporânea, a redução eficaz de velocidade é obtida prioritariamente por meio de:

  • estreitamento visual de pistas;
  • calçadas mais largas;
  • platôs elevados integrados a travessias;
  • chicanes e mudanças permanentes de geometria;
  • desenho viário que desestimula naturalmente a velocidade excessiva;

Essas soluções atuam na causa, não apenas no efeito.

Um indicador que merece reflexão

A relação aproximada de uma lombada por quilômetro de via não é um dado oficial, mas funciona como indicador indireto de política pública. Quando esse número é elevado, ele sugere cidades que respondem ao problema da velocidade com soluções rápidas, baratas e repetitivas, porém com custos ambientais, operacionais e sociais relevantes.

A lombada é necessária, útil e eficaz quando bem aplicada. O problema surge quando ela deixa de ser exceção e passa a substituir o planejamento.

Talvez a pergunta que as cidades brasileiras precisem enfrentar não seja onde instalar a próxima lombada, mas por que tantas vias ainda dependem delas para funcionar com segurança. (Texto e fotos Gerson Borini – AutoEntusiastas)

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Paralisação de motoristas de ônibus em Campinas prejudica a população

Para evitar que novas paralisações prejudiquem os usuários do transporte público coletivo, a Emdec – Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas formalizou, na manhã desta quinta-feira, 23 de outubro, pedido de liminar junto ao Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.

A Emdec solicita manutenção de 100% da frota do transporte e aplicação de multa de R$ 50 mil por dia ao Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Campinas e Região em caso de descumprimento. Na hipótese de indeferimento, solicita a operação de ao menos 70% da frota nos horários de pico (5h às 8h / 16h às 19h) e 50% nos demais horários. A empresa aguarda despacho do desembargador designado.

Paralisação

A paralisação dos motoristas do transporte público aconteceu na madrugada de hoje (23) e a Emdec adotou a Operação Paese (Plano de Apoio entre Empresas de Transporte frente às Situações de Emergência), com 28 ônibus.

A paralisação, justificada por atrasos no pagamento de salários e benefícios, teve início por volta de 4h e foi encerrada 6h. Aderiram ao movimento motoristas das empresas concessionárias VB1, VB3, Campibus e Onicamp. Cerca de 70% dos ônibus do sistema convencional não circularam.

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Identificação de multas de trânsito só será possivel pelo site

A partir de 1º de setembro, a identificação do condutor infrator para motoristas autuados pela Emdec – Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas deverá ser feita exclusivamente online. Com a mudança, não serão mais aceitos procedimentos enviados pelos Correios ou realizados presencialmente nos postos de atendimento da empresa.

Para pessoa física, o processo deverá ser feito pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT) ou pelo portal de serviços da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Já para pessoas jurídicas ou condutores estrangeiros, o procedimento permanece disponível pelo aplicativo da Emdec ou pela página: www.emdec.com.br/protocolos.

Mudança

O novo fluxo atende à Portaria Normativa nº 18/2023 do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SP), para dar mais segurança às identificações. As notificações emitidas pela Emdec até o último dia útil de agosto ainda permitirão a tramitação atual, mas as notificações emitidas a partir de setembro deverão respeitar os novos procedimentos.

Quem cometeu a infração de trânsito deve ser identificado, a não ser que isto já tenha ocorrido na fiscalização. Quando não há a indicação, entende-se que o infrator foi o principal condutor ou proprietário do veículo, que recebe a pontuação na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

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Emdec concede isenções para veículos recolhidos no pátio municipal

No primeiro fim de semana após a publicação das novas regras, a Emdec – Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas concedeu dez isenções das taxas de estádia do Pátio Municipal: seis para automóveis e quatro para motocicletas. Foram beneficiados aqueles que cumpriram o procedimento de liberação na última segunda-feira (02/06), ou seja, no primeiro dia útil posterior. O valor da taxa de estadia é de R$ 40,72.

Foram 34 veículos recolhidos ao Pátio entre sábado (31 de maio, após as 13h) e domingo (1º de junho, até as 23h59). As dez isenções concedidas envolviam apreensões relacionadas a estacionamento irregular e veículos conduzidos com equipamentos obrigatórios inoperantes.

Têm direito à isenção proprietários de veículos com a documentação regularizada, que tiveram os veículos apreendidos após as 13h dos sábados, aos domingos, feriados e após as 17h das vésperas de feriados. Se o proprietário não regularizar a liberação no primeiro dia útil, perde o direito à isenção do período.

 

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Emdec amplia o horário de retirada de veículos apreendidos no sábado

Os veículos apreendidos no Pátio Municipal da Emdec – Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas poderão ser liberados nos sábadsos até 14horas. A ampliação do horário começa amanhã (10). O atendimento é exclusivo via WhatsApp, no número (19) 3731-2910, das 8h às 13h. Após os procedimentos de liberação, no sábado, o veículo poderá ser retirado até as 14h, na rua Miguel Cascaldi, 141, no Jardim São José.

Além de ampliar o horário no pátio no Jardim São José, a Emdec ainda estendeu o horário de atendimento presencial ao público, neste caso nos dias úteis, na rua Antônio Manoel, 50, na Vila Industrial. A partir de agora, o serviço vai funcionar das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira.

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Emdec realiza blitz e autua veículos com escapamento barulhento

Das 933 infrações aplicadas durantes as 32 blitz realizadas pela Emdec –  Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas no mês de março, 107 (11,5%) foram em motocicletas e automóveis  com os escapamentos adulterados. As motocicletas foram maioria, com 57 autuações.

Para realizar as operações, a Emdec conta com o apoio da Guarda Municipal e a Polícia Militar.

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