Cachaça

Crianças de até 5 anos morrem mais de dengue, revela pesquisa

No Brasil, crianças com menos de cinco anos morrem mais de dengue, seguidas pelas de cinco a nove anos. Já os adolescentes entre 10 e 14 anos apresentam o maior número de casos registrados este ano. Os números constam do levantamento do Observatório de Saúde na Infância (Observa Infância), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), sediada no Rio de Janeiro.

O Observa Infância avaliou os dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde das primeiras 10 semanas epidemiológicas de 2024, até 9 de março.

Segundo o coordenador do Observa Infância, Cristiano Boccolini, na pesquisa foi observado que, apesar de concentrar o menor número de casos entre as crianças, a faixa etária entre zero e cinco anos foi a que até agora mais concentrou vítimas fatais das formas mais graves da doença, seguida da faixa entre cinco e nove. Para ele, é importante que as famílias levem seus filhos para vacinar e que todos continuem tomando as medidas profiláticas possíveis.

“O Ministério da Saúde acerta em vacinar o grupo onde estamos vendo mais casos. Nossa recomendação é que a imunização avance para as crianças mais novas, de cinco a nove anos, que, proporcionalmente, estão morrendo mais”, afirmou Boccolini.

Segundo o estudo, foram notificados em todo o país 239.402 casos em crianças até 14 anos, com maior incidência entre adolescentes de 10 a 14 anos, sendo 24,5% em menores de cinco anos, 33,7% entre cinco e nove anos e 41,8% de 10 a 14 anos.

Mortes

Quanto às mortes, a situação se inverte: houve 52 óbitos – 16 deles confirmados e 36 em investigação – por dengue em crianças com menos de 14 anos no período. Deste total, 44,2% das vítimas tinham menos de cinco anos, enquanto a faixa de cinco a nove anos representou 32,7% dos óbitos e a faixa de 10 a 14 anos correspondeu a 23,1% das mortes, o que mostra uma gradativa diminuição da proporção de óbitos com o aumento da idade.

O levantamento alerta para um aumento de 21,2% no número de óbitos na décima semana epidemiológica em relação à anterior, o que demonstra a necessidade de reforço nas medidas de prevenção à doença, segundo a Fiocruz.

O Observa Infância também analisou a letalidade, que mede o número de óbitos em relação ao total de casos, entre as crianças de zero a 14 anos. Ao pesquisar somente os casos confirmados, a letalidade é de 6,7 óbitos para cada 100 mil casos de dengue no país.

A letalidade para a faixa etária inferior a cinco anos é cinco vezes superior em comparação com a faixa de 10 a 14 anos. Além disso, a letalidade confirmada em crianças de cinco a nove anos é três vezes maior do que a observada entre adolescentes de 10 a 14 anos.

Divulgação científica

O Observatório de Saúde na Infância (Observa Infância) é uma iniciativa de divulgação científica para levar ao conhecimento da sociedade dados e informações sobre a saúde de crianças de até cinco anos.

A meta é ampliar o acesso à informação qualificada e facilitar a compreensão sobre dados obtidos junto aos sistemas nacionais de informação.

arte dengue
 Arte/Agência Brasil

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Número de bares e restaurantes com prejuízo em janeiro aumenta 60%

O movimento reduzido, especialmente nas cidades com menor fluxo turístico, fez com que 29% das empresas do setor de bares e restaurantes do Brasil relatassem prejuízos em janeiro deste ano, mostrando aumento de 60% em comparação aos 18% dos empreendimentos que fecharam dezembro de 2023 “no vermelho”. É o que revela pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Foram ouvidos 2.128 empresários do setor, em todos os estados do país, entre os dias 19 e 26 de fevereiro.

“Janeiro foi um mês duro”, disse ontem (7) o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci. “A gente vinha melhorando. Em dezembro, o setor tinha chegado ao menor número do ano. Isso estava nos animando. Mas veio uma rebordosa grande em janeiro”. De acordo com a pesquisa, 59% dos bares e restaurantes do país tiveram faturamento menor em janeiro do que no mês anterior. A queda no faturamento ajuda a explicar o mau desempenho. Nas regiões não turísticas, o faturamento caiu 10%.

Paulo Solmucci esclareceu que janeiro tem particularidades. Nas áreas turísticas brasileiras, como o Rio de Janeiro, Santa Catarina e o litoral do Nordeste, janeiro foi um mês bom. Em outras localidades, como o estado de São Paulo e o Distrito Federal, o movimento caiu. “O Brasil é muito diferente. Ele fica mais assimétrico em janeiro do que o normal”. No primeiro mês deste ano, houve queda significativa no percentual de estabelecimentos que registraram lucro, passando de 48% em dezembro para 34% em janeiro.

O presidente da Abrasel destacou que janeiro sofreu também o efeito das chuvas que levaram muita gente a ficar em casa, com algumas cidades inundadas, inclusive os grandes centros. “Acabou que janeiro foi um mês duro. Não foi bom, não”, assegurou.

Plano de recuperação

A Abrasel encomendou à Fundação Getulio Vargas um grande estudo visando a recuperação do setor de bares e restaurantes, incluindo impacto da reforma tributária. Paulo Solmucci espera que dentro de seis ou oito meses se possa ter um grande plano de recuperação para ser submetido às partes interessadas, sob a coordenação do governo federal, “para que o plano possa acontecer de fato”.

“O que a gente quer trazer é uma grande proposta que possa ser liderada pelo governo federal, mas que transcenda as esferas públicas. A gente quer um plano que não seja só sobre o ângulo do poder público, mas que seja alargado para agências de fomento, como o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae) e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Também queremos compartilhar um conjunto de iniciativas e possibilidades com as grandes empresas privadas”. Segundo ele, companhias do porte da Coca Cola e Ambev já manifestaram que darão apoio ao projeto, inclusive financiando esses estudos.

De acordo com Solmucci, o setor está com 43% das empresas com pagamentos em atraso. “Esse número está estável há quase dois anos e a gente não consegue melhorar isso. Ou seja, quatro em cada dez empresas do setor estão caminhando para uma situação de insolvência, porque adquiriram um endividamento muito forte durante a pandemia da covid-19 e não estão conseguindo quitar”. Sessenta e nove por cento dessas empresas estão devendo impostos federais e um quarto dos estabelecimentos endividados devendo encargos trabalhistas. Outras 28% devem serviços públicos.

“A situação precisa de um olhar sistêmico”, afirmou Paulo Solmucci.  Ele avalia que essas quatro em cada dez empresas que caminham para a insolvência necessitam de uma ajuda mais forte “porque, senão, a gente vai ter uma destruição em massa, de novo, de empregos no setor”. Destacou que é preciso fazer um grande pacto nacional para recuperação do setor. (Agência Brasil)

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Coluna Histórias & Estórias – Por Chico Lelis

Othon BH. Uma vez ele pegou fogo. Mas antes, ele já
havia abrigado um outro tipo de fogo

Ao acordar, o relógio marcava 19 horas. Mas, olhando pela janela do Othon Palace Hotel, como estava escuro, pensei tratar-se ainda da madrugada. Mas ao olhar com mais atenção para o “clok” vi que já eram sete da noite. Me olhei no espelho e vi que, fora estar descalço, estava com a mesma roupa que usara na noite anterior. Intrigado, tomei um banho e desci.

Saindo do elevador, uma recepção de alegria por parte do pessoal do hotel. Mais intrigado ainda, cumprimentei o pessoal e perguntei o que acontecera na noite anterior.

Constrangido, o gerente respondeu: bem, o senhor chegou aqui em um táxi e entrou no hotel sem qualquer problema. Nem percebemos que estava como estava. O senhor nos cumprimentou com gentileza e pediu a chave do seu apartamento.

– Não lembro, foi a sua resposta.

Então, segundo ele, fui perguntado sobre qual era o meu nome. – E o senhor simplesmente tirou o seu RG do bolso e o apresentou. Foi aí que percebemos que o senhor estava com algum problema.

O gerente seguiu o seu relato, me contando o que eu não lembrava, que encarregou um funcionário a me acompanhar até o meu apartamento. Segundo ele, não houve nenhuma necessidade de apoio físico. Eu não demonstrava estar de meio “esquecido”. No apartamento, eu (segue o relato) me deitei e o funcionário apenas me tirou os sapatos e se retirou. Antes dele sair, eu já dormia.

Preocupados com meu estado, lá pelas nove da manhã, chamaram um médico que me examinou (não lembro disso também) que deu seu parecer: ele está bem, deixem que ele durma. Quando acordar estará resolvido. E nos reencontramos no Clube do Chopp, para as “saideiras”.

Uma semana antes

Lindolfo Paoliello, então diretor de Comunicação da Fiat Automóveis (lembram desse tempo, em que a empresa ainda não tinha irmãs no Brasil, com o sobrenome Stellantis?) convidou a mim, que era repórter da área em O Globo (Sucursal de SP) e o Nereu Leme, da Folha de São Paulo para uma visita à fábrica, em Betim, em uma sexta-feira.

E lá fomos nós dois. Visitamos a fábrica e fomos convidados a ficar para o fim de semana. Aceitamos. No sábado, fomos fazer uma visita a histórica Ouro Preto (100 km distante da Capital mineira). A visita começou por uma entrada em um bar antigo, muito antigo, em Ouro Petro. E, mesmo não sendo um grande apreciador de cachaça (sou cervejeiro), como meus amigos Joel Leite e Koichiro Matsuo e outros, integrantes do grupo Provadores de Cachaça, ao avistar uma garrafa do produto escrito: fabricada em Ponte Nova, lembrei do meu irmão, Luiz Antônio (que lá nasceu, mas não está mais por aqui) e da minha infância.

– Puxa – aleguei eu – jamais tomei cachaça de Ponte Nova (distante cerca de 180 km de BH). E tomamos um primeiro gole, ainda antes do almoço. Um golinho só, que desceu suavemente, goela abaixo. Preciso esclarecer aqui que  viajamos a Ouro Preto em um belo Alfa Romeo 2.300 (fabricado aqui entre 1974 – primeiro pela FNM em 1986 – depois pela Fiat) conduzido por um motorista. Ainda bem, porque nenhum de nós teria condições de enfrentar a descida da serra, dirigindo naquela neblina.

Fomos deixados no Hotel Othon (rua Bahia x avenida Afonso Pena) e convidados a conhecer o Clube do Chopp e a Doce D’ocê. O bar, do Levindo Coelho Martins a e a doceira de Tereza Coelho, sua esposa, em prédios contíguos. O clube, frequentado por elegantes notivagos de BH e a doceira por quem queria comer doces deliciosos. Ambos não existem mais, embora o nome Doce D’ocê ainda exista, em uma fábrica de doces congelados.

Foi lá pela tantas da madrugada que, claro não lembro a hora, resolvi tomar e um táxi e rumar para o Othon onde a história da minha falta de memória começou. Isso aconteceu em 1981 ou 1982, mas nem Lindolfo, nem Nereu têm certeza da data, muito menos eu. Lindolfo lembra que o presidente da Fiat e um dos fundadores das Usiminas, era Amaro Lanari.

E dos dois “fogos” do Othon?


Bem, acontece que o Hotel Othon, o mais luxuoso na época, além de abrigar o meu lapso de memória, causado por amnésia alcoólica, um verdadeiro fogo (depois do ocorrido consultei um médico que me deixou livre de qualquer preocupação maior. Ele tinha razão pois o fato nunca mais aconteceu) foi destruído pelo fogo de um incêndio e fechado em 2018. Hoje voltou a funcionar.

NOTA: NÃO SOU E NUNCA FOI ALCOÓLICO/ALCOÓLATRA. ANÔNIMO OU NÃO! E NUNCA MAIS O EPISÓDIO SE REPETIU, MESMO TENDO VOLTADO A BH ALGUMAS VEZES.


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Inflação de janeiro fica em 0,42%, pressionada pela alta dos alimentos

A inflação oficial no mês de janeiro ficou em 0,42%, puxada principalmente pela alta no preço dos alimentos. Esse patamar fica abaixo do 0,56% apurado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no mês anterior, dezembro.

Em 12 meses, o índice soma 4,51%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em janeiro, o grupo alimentação e bebidas, que tem maior peso na cesta de consumo das famílias (21,12%), subiu 1,38%. Isso significa um peso de 0,29 ponto percentual (p.p.) no IPCA do mês. É a maior alta de alimentação e bebidas para o mês desde 2016, quando o grupo alcançou elevação de 2,28%.

O IBGE explica que fatores climáticos foram os principais motivos que causaram o aumento no preço dos alimentos no começo de 2024.

“O aumento nos preços dos alimentos é relacionado, principalmente, à temperatura alta e às chuvas mais intensas em diversas regiões produtoras do país”, explica o gerente da pesquisa, André Almeida.

Custos da alimentação

Entre os alimentos que mais pesaram no bolso do brasileiro estão a cenoura (43,85%), batata-inglesa (29,45%), feijão-carioca (9,70%), arroz (6,39%) e frutas (5,07%).

“Historicamente, há uma alta dos alimentos nos meses de verão, em razão dos fatores climáticos, que afetam a produção, em especial, dos alimentos in natura, como os tubérculos, as raízes, as hortaliças e as frutas. Neste ano, isso foi intensificado pela presença do El Niño”, destaca Almeida.

O pesquisador contextualiza ainda que no caso do arroz, a Índia, maior produtor mundial, enfrentou questões climáticas que atingiram a produção e cortou as exportações no segundo semestre de 2023. O resultado é menos produto à venda e, consequentemente, maior o preço.

Transportes

O grupo transportes – o segundo que mais pesa na cesta mensal das famílias (20,93%) – ajudou a frear a inflação em janeiro. Houve deflação, ou seja, recuo nos preços, de 0,65%. O alívio veio de um vilão dos últimos meses, o preço das passagens aéreas. Depois de terem subido 82,03% no acumulado de setembro, outubro, novembro e dezembro do ano passado, os bilhetes vendidos pelas companhias aéreas caíram, em média, 15,22% em janeiro de 2024. Esse foi o item que teve o maior impacto negativo em todo o IPCA.

Ainda no grupo dos transportes, houve queda nos preços dos combustíveis (-0,39%), com os recuos do etanol (-1,55%), óleo diesel (-1,00%) e gasolina (-0,31%).

“Como a gasolina é o subitem de maior peso individual no IPCA, essa queda de preços em janeiro ajudou a conter o resultado geral do índice”, analisa o gerente do IBGE.

O gás veicular, com aumento de 5,86%, foi o único dos combustíveis pesquisados a ter alta no mês.

Terceiro grupo com maior peso no orçamento familiar (15,31%), a habitação teve alta de 0,25%.

12 meses

O IPCA é considerado a inflação oficial do país, pois é o índice utilizado pelo Banco Central para perseguir a meta oficial de inflação (3% no acumulado de 12 meses, com tolerância de 1,5 p.p para mais ou para menos). O índice calcula o custo de vida de famílias que ganham entre um e 40 salários mínimos.

Com o resultado de janeiro, o acumulado de 12 meses diminuiu de 4,62% para 4,51%. É o quarto mês seguido com redução nesse acumulado. No mesmo mês do ano passado, o IPCA tinha sido de 0,53%.

INPC

O IBGE também divulgou nesta quinta-feira o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). A principal diferença dele para o IPCA é que apura a inflação para famílias com renda de um a cinco salários mínimos. O resultado do INPC em janeiro, 0,55%, ficou acima do IPCA por conta do maior peso que o grupo alimentação e bebidas tem para as pessoas dessa faixa de renda, ou seja, quanto menor a renda, maior o gasto proporcional com comida. O índice acumula alta de 3,82% em 12 meses. (Agência Brasil)

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Resultado do Enem 2023 será publicado nesta terça-feira

Os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023 aplicado nos dias 5 e 12 de novembro de 2023 serão divulgados nesta terça-feira (16). O acesso às notas deverá ser feito por meio da Página do Participante, com o login único da plataforma gov.br.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), as notas dos chamados “treineiros” – pessoas que participaram do exame na busca por autoavaliação, sem concorrer para as vagas – serão divulgadas em março. Ao todo, mais de 3,9 milhões de pessoas participaram do certame.

O espelho com a avaliação das redações será disponibilizado em 90 dias, após a divulgação dos resultados. O MEC reitera que os textos são avaliados de acordo com as cinco competências apresentadas na matriz de referência; e que a nota pode chegar a 1000 pontos, mas que há fatores que podem resultar em nota zero.

Entre esses fatores estão fuga ao tema, extensão total de até sete linhas, trecho deliberadamente desconectado do tema proposto, não obediência à estrutura dissertativo argumentativa e desrespeito à seriedade do exame.

Além de avaliar o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, o Enem é a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni).

Os resultados também são utilizados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).(Agência Brasil)

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Trio “brasileirinho” de drinks do Outback é boa pedida para comemorar o Dia da Cachaça

Sabores Jabuticaba, Caipirinha Frozen e Jambu Mule são as novas bebidas oferecidas no combo Tropical Trio da rede, por tempo limitado

Os fãs do restaurante de temática australiana Outback Steakhouse poderão aproveitar a semana da cachaça em grande estilo. A data é celebrada nesta quarta-feira, 13 de setembro, dia em que foi liberada a produção e venda da bebida no Brasil. E a dica é provar os novo drinks “brasileirinhos” da rede, que chegaram ao cardápio este mês, por tempo limitado.

O Tropical Trio (R$39,90) é composto por um trio de cachaças feito com ingredientes genuinamente nacionais e que celebram as raízes do brasileiro: uma de Jabuticaba, com cachaça, xarope de jabuticaba com toque de limão e finalizado com espuma de jabuticaba; a de Jambu Mule, cachaça de jambu com toque de limão e xarope de maracujá, finalizado com espuma de gengibre e a Caipirinha Frozen, um frozen refrescante de cachaça com limão, toque de canela e pimenta caiena, finalizado com raspas de limão.

Os produtos fazem parte da campanha “Brasilidades Outback”, estrelada pelo cantor Thiaguinho, e que traz não só drinks, mas também novos pratos como o Outback Brazilian Barbecue, perfeito para compartilhar, e o Thunder & Brigadeiro Cake como opção de sobremesa.

As novidades podem ser encontradas nas unidades físicas do Outback de todo o país e por tempo limitado. Na região, o Outback possui cinco unidades em Campinas, nos shoppings Iguatemi, Parque D. Pedro, Galleria, Campinas Shopping e a mais recente inaugurada este ano no Parque das Bandeiras, além de uma em Piracicaba, no Shopping Piracicaba, e uma em Limeira, no Pátio Limeira Shopping, todas com o serviço de delivery via iFood disponível. A rede também tem restaurantes em Jundiaí, no JundiaíShopping (com delivery), e Itupeva, no Outlet Premium São Paulo (sem delivery). Na região metropolitana de Sorocaba, o Outback está presente no Iguatemi Esplanada, com entregas para diversos bairros de Sorocaba e Votorantim.

*Produto destinado a maiores de 18 anos. Beba com moderação.

Sobre o Outback 

O Outback Steakhouse possui 153 restaurantes no Brasil e está presente em 61 cidades, 20 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer.

Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback. A rede Outback Steakhouse pertence ao grupo Bloomin’ Brands, que ainda conta com as marcas Abbraccio e Aussie Grill.

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Nova campanha do Outback celebra paixões dos brasileiros: churrasco, cachaça e brigadeiro

Novidades ‘outbackzadas’ acompanham ainda pão de alho australiano e linguiça feita com icônica Ribs da marca e estão disponíveis por tempo limitado 

O churrasco é a estrela das festas brasileiras, sempre regado a itens icônicos, como pão de alho, cachaça que garante o brinde e o brigadeiro que encerra em grande estilo. No Outback Steakhouse, local oficial do público para celebrações e bons momentos, esses pratos queridinhos do Brasil acabam de ganhar uma versão para lá de especial. A marca apresenta sua mais nova campanha, “Brasilidades Outback”, estrelada pelo cantor Thiaguinho. O lançamento traz produtos inspirados nos sabores preferidos dos brasileiros quando o assunto é celebração, agora em versões únicas e cheias do Bold Flavour característico do Outback. Os itens já estão disponíveis em todos os restaurantes da marca pelo Brasil, por tempo limitado.

Como prato principal, não poderia ser diferente, o Outback trouxe uma versão “outbackzada” da famosa festa brasileira, o churrasco. O Outback Brazilian Barbecue (R$ 139,90), é ideal para compartilhar de 2 a 3 pessoas e vem com 2 steaks Outback (225g ao todo), 3 costelas da Ribs on the Barbie, 3 sobreasas de frango, legumes grelhados e 2 novidades incríveis que são as linguiças de costela com molho Barbecue – tudo isso servido numa churrasqueira exclusiva da marca, cheia de personalidade e que promete agradar os fãs. Entre os acompanhamentos, a estrela é a adaptação do famoso pão de alho brasileiro, só que dessa vez com o pão australiano da casa, já conhecido pelos clientes da marca. Não poderia faltar uma farofa de banana da terra, vinagrete e a Homemade Golden Potatoes finalizadas com novo Sour Cream Ranch.

Seguindo no clima de celebração, a campanha traz o drink Tropical Trio (R$ 39,90), um trio de cachaças feito com ingredientes genuinamente nacionais e que celebram nossas raízes: uma de Jabuticaba, com cachaça, xarope de jabuticaba com toque de limão e finalizado com espuma de jabuticaba; a de Jambu Mule, cachaça de jambu com toque de limão e xarope de maracujá, finalizado com espuma de gengibre e a Caipirinha Frozen, um frozen refrescante de cachaça com limão, toque de canela e pimenta caiena, finalizado com raspas de limão.

E, para fechar a festa, não poderia faltar uma sobremesa tipicamente querida em território nacional! O Thunder & Brigadeiro Cake (R$ 44,90) consiste no clássico Brownie Thunder da marca, numa combinação de brigadeiro branco e uma camada de bolo de chocolate Outback, com leve toque de canela e pimenta caiena. Servido com calda de brigadeiro, 2 Thunderdeiros (trufa de Brownie Thunder recheada de brigadeiro branco), morango e farofa de Brownie Thunder.

“Somos conhecidos como o local de comemorações há 26 anos, desde que chegamos ao Brasil e sabemos que a forma de celebrar do brasileiro é com o churrasco. Aliás, essa é uma das apostas em tendências de consumo para os próximos anos. Essa campanha chega, justamente, para aliar tudo isso: já temos um carinho enorme pelo nosso público por aqui e isso se mostra recíproco de norte a sul do país. Estamos celebrando o Brasil e seus sabores, já tão queridos e presentes no dia a dia do brasileiro, agora com o nosso característico Bold Flavour, em uma apresentação que é a nossa cara e que promete surpreender nosso consumidor”, comenta Renata Lamarco, Diretora Sênior de Marketing e Vendas na Bloomin’ Brands Brasil, holding que detém o Outback em território nacional.

Os lançamentos estão disponíveis nas unidades físicas do Outback de todo o país e por tempo limitado. O Outback Brazilian Barbecue e o Thunder & Brigadeiro Cake também podem ser encontrados no delivery da marca.

Na região, o Outback possui cinco unidades em Campinas, nos shoppings Iguatemi, Parque D. Pedro, Galleria, Campinas Shopping e a mais recente inaugurada este ano no Parque das Bandeiras, além de uma em Piracicaba, no Shopping Piracicaba, e uma em Limeira, no Pátio Limeira Shopping, todas com o serviço de delivery via iFood disponível. A rede também tem restaurantes em Jundiaí, no JundiaíShopping (com delivery), e Itupeva, no Outlet Premium São Paulo (sem delivery). Na região metropolitana de Sorocaba, o Outback está presente no Iguatemi Esplanada, com entregas para diversos bairros de Sorocaba e Votorantim.

Sobre o Outback

O Outback Steakhouse possui 153 restaurantes no Brasil e está presente em 61 cidades, 20 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer.

Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback. A rede Outback Steakhouse pertence ao grupo Bloomin’ Brands, que ainda conta com as marcas Abbraccio e Aussie Grill.

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