Brasil

Para Lula, presidente argentino deve pedir desculpas ao Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (26) que o presidente da Argentina, Javier Milei, tem que pedir desculpas ao Brasil. Para Lula, o presidente do país vizinho “falou muita bobagem” sobre ele e o Brasil. A Argentina é o principal parceiro comercial do Brasil na América do Sul, mas Lula e Milei ainda não se reuniram após a posse do argentino em dezembro do ano passado, quando o Brasil foi representado pelo chanceler Mauro Vieira.

“Eu não conversei com o presidente da Argentina porque eu acho que ele tem que pedir desculpas ao Brasil e a mim, ele falou muita bobagem. Eu só quero que ele peça desculpas. A Argentina é um país que eu gosto muito, é um país muito importante para o Brasil, o Brasil é muito importante para a Argentina, e não é um presidente da República que vai criar uma cizânia entre o Brasil e a Argentina”, disse Lula em entrevista ao Portal Uol.

“O povo argentino e o povo brasileiro é maior do que os presidentes e eles querem viver bem, quer viver em paz. Então, se o presidente da República da Argentina governar a Argentina já está de bom tamanho, não tem que governar o mundo”, acrescentou Lula.

Javier Milei, autodenominado “anarcocapitalista”, foi eleito presidente em uma coligação conservadora e se coloca como representante de um liberalismo extremo. Durante a campanha eleitoral, criticou abertamente o presidente Lula e ameaçou cortar relações com o Brasil.

As relações continuam de pé. Em abril, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, recebeu a chanceler argentina, Diana Mondino, em sua primeira visita oficial a Brasília desde a posse de Milei. Durante o encontro, eles discutiram temas como a infraestrutura física fronteiriça, cooperação em energia e defesa, melhoria da Hidrovia Paraguai-Paraná e fortalecimento do Mercosul e dos processos de integração regional.

Foragidos 8/1

Outro tema que está na mesa das autoridades dos dois países são os foragidos de 8 de janeiro. Na semana passada, o Itamaraty recebeu do governo da Argentina uma lista com nomes de brasileiros que cumpriam medidas cautelares por participação nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, em Brasília, e estão foragidos no país vizinho. O documento foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) que foi quem solicitou ao Itamaraty que fizesse a consulta ao governo argentino.

Lula defende que, aqueles que já estiverem condenados, sejam extraditados ou cumpram a pena na Argentina. Segundo o presidente, o tema está sendo tratado “da forma mais diplomática possível”.

“Dos que estão lá, eu não sei o número, cerca de 60 pessoas, você tem uma parte já condenada. Essa parte, tanto o meu ministro [da Justiça, Ricardo] Lewandowski, quanto o Andrei [Passos, diretor] da Polícia Federal e mais o Mauro Vieira, do Itamaraty, estão discutindo para ver o seguinte: se esses caras não quiserem vir, que eles sejam presos lá e fiquem presos na Argentina. Se não, venham para cá”, disse.

Os trâmites para uma eventual extradição para o Brasil dependem de pedido formal pelo Judiciário e são de responsabilidade do Ministério da Justiça e Segurança Pública. No que diz respeito à cooperação jurídica internacional, o Itamaraty atua de forma auxiliar na tramitação de documentos.

No início deste mês, a Polícia Federal (PF) realizou operação para cumprir mandados de prisão de centenas de investigados por envolvimento na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes. Os alvos são pessoas foragidas ou que descumpriram medidas cautelares determinadas pelo STF, inclusive aqueles que romperam tornozeleiras eletrônicas e fugiram para países como a Argentina e Uruguai. Condenados a penas superiores a dez anos de prisão, eles recorrem em liberdade das condenações.

Pelo menos 50 pessoas foram presas até o dia seguinte à operação e a PF segue trabalhando para localização e captura de outros 159 condenados ou investigados considerados foragidos. As diligências fazem parte da Operação Lesa Pátria, que desde o ano passado apura quem são os responsáveis e os executores dos ataques. (Agência Brasil)

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Volvo promove feirão de caminhões seminovos em todo o Brasil

A Volvo caminhões está promovendo, de hoje até quarta-feira que vem (26), um novo feirão de seminovos com centenas de caminhões. As negociações podem ser feitas em todas as concessionárias da marca no País, ou por meio do portal seminovosvolvo.com.br.

É a primeira vez que os transportadores terão um número tão grande de benefícios durante o evento. Quem adquirir um seminovo Volvo terá o IPVA quitado, transferência gratuita, um ano de Plano de Serviço Azul Clássico (troca de óleo e filtros úmidos), um ano de assinatura Volvo Connect (plataforma de conectividade da marca), uma geladeira dentro do veículo e ainda um kit motorista, com brindes da marca.


“É uma oportunidade única de adquirir um caminhão seminovo durante um feirão repleto de benefícios e condições supercompetitivas”, declara Rogério Kowalski, gerente comercial de seminovos da Volvo.

Facilidade

As condições de financiamento podem ser de até 100% do valor do veículo, financiado em um prazo de até 60 meses no CDC, com taxas exclusivas. Pode ainda haver carência de até 90 dias. As condições dependem do perfil de crédito de cada cliente.

Procedência

Na Rede de Seminovos Volvo todos os caminhões são inspecionados e têm certificado de origem.  

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Nova geração da picape Ford F-150 chega no segundo semestre

A Ford comunicou ontem que pretende trazer para o Brasil , a nova F-150 2024 no segundo semestre. A versão atualizada da picape, lançada no começo do ano nos Estados Unidos, traz aprimoramentos no design, na tecnologia e nos equipamentos.

A picape F-150 é a mais vendida da América do Norte há 47 anos consecutivos. Atualmente, a picape está na 14ª geração e com mais de 41 milhões de unidades produzidas.

“A F-150 construiu sua liderança global porque é um produto que está constantemente evoluindo e inovando, sempre à frente das tendências e antecipando as necessidades do mercado”, diz Martín Galdeano, presidente da Ford América do Sul. “O lançamento do novo modelo faz parte do nosso compromisso de aprimoramento contínuo para oferecer aos clientes o que há de melhor em picapes”.

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Coluna Fernando Calmon — Mover põe o País no caminho certo

Coluna Fernando Calmon nº 1.305 — 11/6/2024

Mover, finalmente aprovado, põe o País no caminho certo

Trâmite tortuoso e difícil, depois de idas e vindas entre Câmara dos Deputados e Senado Federal, porém terminou aprovado o Mover (Programa de Mobilidade Verde). Grandes centros econômicos mundiais já tinham avançado nas opções de mobilidade limpa futura. O Brasil até que não se atrasou tanto e nos próximos cinco anos os incentivos fiscais vão somar 19,3 bilhões. As fabricantes já garantiram pelos menos R$ 130 bilhões de investimentos em pesquisa e desenvolvimento para atender não apenas o Mover, mas também as novas exigências de segurança ativa e passiva já estabelecidas por lei.

Antes do Mover, a indústria já cumpriu o Inovar-Auto (2012-2017) e o Rota 2030 (2018-2023), mas a exigência agora será bem maior e inclui veículos leves e pesados. O principal avanço está no cálculo de emissões de gás carbônico (CO2), agora do poço à roda, que mede a eficiência ambiental do combustível desde o início de sua produção. Na Europa, por exemplo, o cálculo só é feito do motor à roda, que esconde a fraqueza do continente em sua matriz energética com altas emissões daquele gás de feito estufa.

Aqui 27% de etanol (que capta 80% do CO2 no seu processo agroindustrial) é misturado à gasolina e mais 30% são usados diretamente nos motores. No total, veículos leves ajudam a diminuir em 55% os efeitos deletérios do CO2. Nenhum país chega perto desses resultados. Com o avanço da hibridização nos próximos anos os ganhos serão ainda maiores.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, a partir de 2027 haverá medição da pegada completa de carbono dos veículos vendidos no Brasil, numa classificação conhecida como do berço ao túmulo.

Toyota vai quase dobrar fábrica de Sorocaba – SP 

O primeiro brasileiro a assumir a presidência da filial da Toyota, Evandro Maggio, espera que no máximo em dois anos esteja pronta a ampliação da sua unidade mais moderna em Sorocaba (SP). A marca japonesa está investindo R$ 11 bilhões no Brasil até 2030. Uma das prioridades é a fabricação local dos conjuntos híbridos plenos que estão nos Corolla e Corolla Cross, hoje totalmente importados.

Maggio adiantou que todos os modelos nacionais terão oferta de híbridos flex até 2026 e para isso não descarta a produção local de baterias. “Fomos pioneiros e 40% das vendas atuais do Corolla Cross são de híbridos flex. Os concorrentes só agora se movimentam nessa direção”, afirmou. Ele elogiou o programa Mover que equilibrou melhor a concorrência. “De tempos em tempos é preciso fazer mudanças em termos de tributos e incentivos para ter igualdade nas condições de mercado”, lembrou.

Embora o executivo não tenha confirmado, é dado como certo que Yaris Cross será o produto principal em Sorocaba. A unidade terá praticamente dobrada a área construída. Ele confirmou que a fábrica de motores em Porto Feliz (SP) terá sua capacidade ampliada em quase um terço e fica a menos de 30 km de distância. Espera ainda que boa parte do pessoal empregado na unidade de Indaiatuba (SP), em processo de fechamento, possa aceitar a transferência para Sorocaba distante 60 km por boas estradas.

Quanto às notícias sobre o interesse da recém-chegada chinesa Neta em produzir no Brasil e que uma opção poderia ser as instalações em Indaiatuba, o diretor de Comunicação da Toyota, Roberto Braun, admitiu que existem sondagens de alguns grupos. “A partir do próximo ano, negociações podem ser abertas. Contudo, não há uma data definida para isso”, esclareceu.

Mustang GT Performance foca em desempenho e freios

Ao completar 60 anos do lançamento do Mustang, a Ford só tinha uma escolha: melhorar desempenho, focar nos freios e aperfeiçoar características que tornaram o cupê uma verdadeira lenda. As primeiras unidades da nova versão GT Performance serão entregues no final deste mês para quem o adquiriu em pré-venda por exatos R$ 529.000.

Externamente dá para reconhecê-lo com facilidade: novas rodas de 19 pol., freios a disco Brembo também atrás, pequeno aerofólio sobre a tampa do porta-malas e lanternas traseiras de LED.

No interior, quadro de instrumentos digital de 12,4 pol., novo desenho da alavanca do freio de estacionamento, tela multimídia de 13,2 pol. com controle externo do ar-condicionado, carregador de celular por indução, Android Auto e Apple CarPlay sem fio.

O cupê avançou em outros pontos: motor ganhou 5 cv (agora, 488 cv) e torque passou para 58 kgf·m, novos amortecedores com sensores que detectam buracos, barras antirrolagem do Mach 1, pneus Pirelli P-Zero e freios específicos para provas de drifting (derrapagem controlada). Quanto à segurança ativa recebeu assistente de manobras evasivas, monitoramento de pontos cegos e sensores estacionamento traseiros.

O Mustang continua um automóvel de reações previsíveis, acelerações empolgantes, freios ainda mais eficientes e perfeita definição de centro do volante. Em algumas voltas no autódromo Velocitta, em Mogi Guaçu (SP), com cones na pista para conter os afoitos, nada de surpresas ou comportamentos inesperados. Carro na mão, puro prazer.

Seal: estilo e espaço como maiores destaques

O porte de sedã grande, 4.800 mm de comprimento e 2.920 mm de distância entre eixos, garante espaço muito bom em especial para os três passageiros do banco traseiro. Estes contam com assoalho plano e confortável grau de inclinação do encosto. Seu estilo mais esportivo é bastante agradável, embora a inspiração para a seção dianteira reflita as linhas do elétrico Taycan, da Porsche.

Na traseira, há um arranjo moderno e interligado das lanternas, mas um número excessivo de emblemas-logotipos (inclusive um que indica aceleração de 0 a 100 em 3,8 s) e decoração de para-choque que apenas imita um extrator de ar. O visual é o de sedã-cupê moderno e com rodas de 19 pol. de desenho arrojado. Porta-malas oferece volume de 400 litros (sem informação se segue a norma VDA) e mais 53 litros sob o capô para alojar o carregador portátil e seu cabo.

Atmosfera na cabine destaca-se pelo grande teto solar panorâmico e a enorme tela giratória de 15,6 pol. Entretanto, esta inclui os comandos do ar-condicionado (com purificador de íons negativos) que desviam atenção do motorista para uma simples regulagem. Freio de estacionamento é eletromecânico.

A distância livre do solo de apenas 120 mm exige cuidado adicional em obstáculos e desníveis em rampas. Parte inferior, porém, está bem protegida porque a bateria Blade e o chassi estão integrados pela primeira vez em um modelo BYD. Desempenho é forte graças aos motores dianteiro e traseiro que juntos entregam 531 cv e 60,2 kgf·m. Como todo elétrico o comportamento em curvas sobressai. Destaco ainda precisão de direção e potência de frenagem.

Em viagem de avaliação por estradas as ultrapassagens foram bastante tranquilas. Alcance médio (padrão Inmetro) é de 372 km, mas convém não abusar do acelerador. Com apenas 5 s de pé no fundo, o alcance diminuiu em 6 km.

Apesar do preço competitivo de R$ 296.800, o Seal sofreu forte queda de vendas de 65% entre janeiro e maio. Recuo geral da comercialização de elétricos pode ser em razão das exigências do Corpo de Bombeiros de São Paulo sobre instalação de carregadores nas garagens de prédios. O tema está em revisão.

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Centro de pesquisa em SP vai estudar tecnologias offshore

A USP – Universidade de São Paulo, o IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas, a Fapesp –  Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e a Shell Brasil inauguraram nesta semana o novo Centro de Inovação em Tecnologia Offshore (OTIC, Offshore Technology Innovation Centre).

Com um investimento total de R$ 163 milhões ao longo de cinco anos – em recursos financeiros e não financeiros – o Centro tem como objetivo contribuir para o futuro da indústria offshore, promovendo a geração de conhecimentos que possibilitem a exploração sustentável e eficiente dos recursos oceânicos, dentro do contexto da transição energética e da transformação digital global. O novo centro contará com mais de 250 pesquisadores e já começa suas atividades com um portfólio de 24 projetos de pesquisa e desenvolvimento financiados pela Shell Brasil e pela Fapesp.

A Shell Brasil destinará cerca de R$ 49 milhões por meio da cláusula de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

“A Shell está comprometida com a transição energética. Esse é um movimento imperativo para o mundo, e a jornada para a transformação da indústria offshore deve ser feita com planejamento, de forma segura, acessível e sustentável, de modo a diversificar e expandir as fontes de energia disponíveis. Nosso investimento dá início a um portfólio de projetos de pesquisa voltados para a descarbonização da indústria e a otimização das operações, contribuindo para o futuro da indústria offshore”, disse o gerente-geral de Tecnologia e Inovação da Shell Brasil, Olivier Wambersie.

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Brasil empata com EUA em último teste antes da Copa América

O Brasil ficou no empate de 1 a 1 com os Estados Unidos, na noite desta quarta-feira (12) no estádio Camping World, em Orlando (Flórida), em seu último amistoso antes do início da Copa América, que será disputada entre os dias 20 de junho e 14 de julho.

Após fazer uma apresentação de altos e baixos na vitória de 3 a 2 sobre o México no último domingo (9), a equipe comandada pelo técnico Dorival Júnior voltou a mostrar dificuldades para controlar as ações diante de uma seleção dos Estados Unidos que vem de derrota de goleada de 5 a 1 para a Colômbia, um dos adversários da equipe brasileira na primeira fase da competição continental de seleções.

O problema de conceder espaços para a equipe adversária ficou evidente logo aos quatro minutos do primeiro tempo, quando o volante Musah teve liberdade para acertar um chute muito forte da entrada da área que foi no travessão do gol defendido pelo goleiro Alisson.

Os Estados Unidos também apresentavam dificuldades na marcação, e concederam espaços para o rápido ataque do Brasil, que criou boas oportunidades com Rodrygo, aos seis minutos, e Vinicius Júnior, aos treze, aos quinze e aos dezesseis minutos.

Após tanto tentar o Brasil abriu o placar aos dezessete minutos, quando Bruno Guimarães recuperou uma bola no campo de ataque e tocou para Raphinha, que serviu Rodrygo, que bateu cruzado para superar o goleiro Turner. Mas os Estados Unidos não demoraram a igualar. O árbitro marcou uma falta perto da risca da grande área, que, aos 25 minutos, o atacante Pulisic cobrou com categoria, de forma rasteira, para superar o goleiro Alisson.

O confronto continuou aberto, com oportunidades de lado a lado, mas nenhuma das duas equipes teve competência para mudar novamente o placar no restante do primeiro tempo. Após o intervalo o técnico ainda realizou algumas mudanças, como a entrada do centroavante Endrick, mas o Brasil continuou muito mal e a igualdade perdurou até o apito final.

Copa América

Agora a seleção brasileira joga pela Copa América, competição na qual disputa a primeira fase pelo Grupo D. A estreia da equipe comandada pelo técnico Dorival Júnior será contra a Costa Rica, no dia 24 de junho em Los Angeles. O segundo compromisso do Brasil é diante do Paraguai, no dia 28 de junho no Allegiant Stadium, em Las Vegas.

A última participação da seleção brasileira na fase inicial da competição será no dia 2 de julho, contra a Colômbia no Levi’s Stadium, em Santa Clara. (Agência Brasil)

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Brasil enfrenta EUA em último teste para a Copa América

O Brasil enfrenta a seleção dos Estados Unidos, a partir das 20h (horário de Brasília) desta quarta-feira (11) no estádio Camping World, em Orlando (Flórida), em sua última partida amistosa antes do início da próxima edição da Copa América, que será disputada entre os dias 20 de junho e 14 de julho.

A expectativa para este último ensaio para a competição continental de seleções é que o técnico Dorival Júnior arme sua equipe com o que tem de melhor, ao contrário do que foi feito na vitória de 3 a 2 sobre o México.

Com uma formação alternativa, na qual suas principais peças entraram apenas na etapa final, o Brasil teve muitas dificuldades diante dos mexicanos. O objetivo era aproveitar o amistoso para dar oportunidade a novos jogadores, como afirmou o comandante da seleção brasileira em entrevista coletiva: “Na partida anterior, eu tinha como obrigação observar jogadores e botar as disputas em aberto. Seleção é o momento, é aproveitar o melhor de cada um no instante em que estão brigando por posição”.

Agora, o técnico Dorival Júnior deve colocar em campo o que tem de melhor diante dos norte-americanos para dar mais entrosamento à equipe titular, que deve ser formada por: Bento; Danilo, Marquinhos, Beraldo e Wendell; João Gomes, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Rodrygo, Vinicius Júnior e Raphinha.

Um dos jogadores que espera aproveitar a oportunidade diante da seleção dos Estados Unidos é o volante Bruno Guimarães. “Quem está entrando quer mostrar serviço. Conosco não será diferente. Quero jogar. Meu último jogo na Premier League [Campeonato Inglês] foi dia 20 do mês passado. Vai ser um grande jogo, todo mundo empenhado para desempenhar o melhor e buscar a vitória”, declarou o jogador do Newcastle (Inglaterra). (Agência Brasil)

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Coluna do Douglas Mendonça – Os melhores carros importados que dirigi

Os melhores carros importados que dirigi nos
meus 50 anos como jornalista automotivo


Os anos 90 marcaram a volta da importação de carros no Brasil. O então presidente Collor, depois de chamar os carros nacionais de “carroças”, liberou a chegada de modelos fabricados no exterior em solo nacional, desde que recolhidos os devidos impostos pelo então governo. Para pressionar a indústria nacional, o tal imposto cobrado era até baixo, fazendo com que uma verdadeira enxurrada de carros inéditos aportasse por aqui. Foi, sem dúvidas, uma época de muito enriquecimento daquele pobre e restrito mercado brasileiro. De uma hora para outra, tínhamos o Brasil cheio de Audi’s, Alfa’s, BMWs, Mercedes, Porsche’s e outras joias raras que rodavam pelo mundo, e que, nós, só víamos nas fotos.

Para escolher os melhores carros importados que guiei nos meus 50 anos como jornalista automotivo, usei os mesmos critérios das matérias sobre os modelos nacionais. Ou seja, o melhor da década, o coadjuvante mais bacana de ser pilotado, e o conceito mais interessante dos anos 90, 2000 e 2010.

Anos 90

Sinceramente, essa foi a década mais difícil de chegar nos finalistas, já que foram tantos carros bacanas que dirigi nesses dez anos, que escolher o mais legal me tomou tempo. Mas, no final, quem superou todos foi o Honda Civic VTI, um hatch endiabrado com seus 160 cv de potência extraída de um pequeno motor 1.6 de aspiração natural! A verdadeira fera, além de ter um motor que girava a 7.600 rpm em sua potência máxima, tinha o corte de giro lá pra perto dos 8.400 rpm, fazendo inveja a muito motor de corrida.

O carrinho tinha um design meio estranho, mas contava com recursos bons como a eficaz suspensão independente nas quatro rodas e um desempenho que colocava carros de maior cilindrada para comer poeira. O segredo do motor estava no comando variável desenvolvido pela Honda na F1. Para não dizer que era 100% perfeito, faltava no hatch esportivo um sistema de freios à altura, já que aqueles de fábrica passavam longe de serem bons. Mas, um carrinho nervoso, que gostei tanto a ponto de comprar um no começo dos anos 2000.

Um outro carro que marcou a década de 90 para mim, talvez por ter sido um dos primeiros a chegar ao Brasil quando as importações foram liberadas, foi o poderoso Alfa Romeo 164. Não estávamos acostumados, até então, com um carro com tantos recursos e aquele design classudo que impressionava. O 164 tinha no cofre o motor V6 3.0 de 192 cv que, para impressionar ainda mais, dispunha de coletores de admissão cromados, que literalmente brilhavam quando se abria o capô. Um sedanzão grande, espaçoso, com suspensão independente nas quatro rodas e a pompa de poucos, tirando que custava absurdos US$130 mil.

No conceito de ideias bacanas, alguns representantes me marcaram nos anos 90, tanto que preferi escolher dois. Uma verdadeira paixão que tenho até hoje é o Renault Twingo, pelas soluções implantadas na indústria automotiva mundial em uma carroceria menor que a do atual Kwid. O carrinho acomodava muito bem quatro passageiros graças ao recurso do banco traseiro que corria sobre trilhos, e a grande área envidraçada se refletia em um interior claro e com maior sensação de espaço. Além disso, seu parabrisas inclinado aumentava a sensação de amplitude para os ocupantes, sem contar o painel digital central que democratizava as informações para todos a bordo. Um hatch pequeno e econômico com seu 1.2 de 55 cv (parente do CHT), mas muito versátil. Para mim, até hoje no Brasil não existiu outro igual.

Mas eu não poderia deixar de falar também do Toyota Prius, que, em 1997, fui conhecer no Japão. Era o primeiro híbrido da história, e, para a época, ficava boquiaberto sabendo que aquele carro tinha dois motores, um elétrico e outro a gasolina. Parecia bruxaria! Guiei o Prius na pista de testes da Toyota, com o Monte Fuji como plano de fundo, e adorava acompanhar pela telinha digital aquele diagrama do seu complexo funcionamento. Hoje a tecnologia híbrida é comum, mas, para os anos 90, era tão revolucionária que alguns colegas colocavam em xeque. Deu certo, e muito!

Fora da trinca de categorias que escolhi, vale a menção de algumas voltas com um Fórmula 3000 no Autódromo de Curitiba, no Paraná, em 1993. O carro tinha em seu currículo o vice-campeonato da categoria em 1991, nas mãos de Alessandro Zanardi, perdendo apenas para Christian Fittipaldi. Além da performance que assustava, o 3000 parecia um Fórmula 1 com limitações no número de rotações do motor. Um F1 virava a 12 mil rpm, e um 3000 não passava de 9 mil giros. Preparado pela japonesa Mugen, o motor tinha cerca de 400 cv e era muito nervoso, o que me deixou fazer o carro morrer na saída por umas três vezes, tamanha a sensibilidade dos pedais. Inesquecível!

Na próxima semana, não perca os “escolhidos” dos anos 2000 e 2010!

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“O Brasil é a China dos Trópicos”, diz Alckmin, em visita ao país

O vice-presidente Geraldo Alckmin fez, na madrugada desta sexta-feira (7), em Pequim, uma comparação do momento de desenvolvimento e parceria estratégica vivido pelo Brasil e pela China. “Há 65 anos, isto, 65 anos, o sociólogo Gilberto Freire vaticinou, antevendo o desenvolvimento e a importância que os dois países teriam: o Brasil é a China dos trópicos”.

Ao encerrar entrevista coletiva na capital chinesa, Alckmin, que também é ministro de Indústria, Desenvolvimento, Comércio e Serviços, afirmou que não há retrocesso nessa relação, que só tende a crescer, principalmente na área de descarbonização.

Alckmin enfatizou a importância do Projeto Mover, de mobilidade verde, aprovado nesta semana pelo Senado, que seguirá para votação na Câmara dos Deputados, possivelmente na semana que vem. O investimento do Mover na cadeia da indústria automobilística será de R$ 130 bilhões nos próximos anos.

“O que o Mover faz? Ele faz um estímulo de crédito tributário de R$ 3,5 bilhões até 2028 para incentivar a inovação. Nós queremos uma indústria inovadora, descarbonizada e temos várias rotas tecnológicas, não uma só. O Brasil é privilegiado, porque vai ter carro elétrico puro, vai ter o plug-in [que tem dois motores e pode ser movido tanto a energia elétrica quanto a combustível], o híbrido e o elétrico e o flex“, disse ele, acrescentando que o potencial brasileiro é referência mundial.

Na entrevista, o vice-presidente citou o etanol e o etanol de segunda geração. O da primeira é proveniente da cana-de-açúcar que se torna álcool pela sacarose. O etanol de segunda geração é resultado da palha, da folha e do bagaço da cana transformados  em celulose e depois em combustível. “Com a pegada de carbono mais baixa, temos o biogás e o hidrogênio verde. E o mundo vai trocar o querosene de aviação pelo óleo vegetal. Portanto, o Mover vai apoiar todas essas rotas tecnológicas. Estamos na vanguarda”, destacou Alckmin.

Ele questionou que outro país tem essa diversidade energética, em que o óleo vegetal é adicionado ao diesel comum em 14%, percentual que será de 15% no ano que vem, ou na adição de etanol na gasolina comum, hoje em 27% e posteriormente em 30%.

Ao comentar a atração para que fossem implantadas no Brasil duas montadoras de veículos oriundas da China, a BYD – Build Your Dreams e GWM – Great Wall Motors, o vice-presidente disse que aliaram-se duas situações, Imposto de Importação progressivo (8%, 15%, 20%, 30% até 35% de alíquota) e quotas de importação, 40 mil veículos, depois 30, 20, 10 até zerar, garantindo, portanto, tempo para instalação das fábricas e organização das redes de concessionárias.

Sobre o Brasil tornar-se um aliado geoestratégico e geopolítico para a China, Alckmin destacou que o país é o principal parceiro comercial e os Estados Unidos, o maior parceiro de investimentos locais. “Acredito que a parceria com a China vai crescer, e defendemos o multilateralismo. A China também. O Brasil é um grande protagonista em segurança alimentar, um dos maiores exportadores do mundo, tem eficiência energética, a maior floresta tropical do planeta e compromisso com o desmatamento zero.

O BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social tem R$ 10 bilhões  do Fundo do Clima, e temos 28 milhões de pessoas na região amazônica, que precisa gerar renda. Como fazer a floresta gerar renda, na medicina, medicamentos, cosméticos, frutas? Tem várias possibilidades, daí a importância do Centro de Biotecnologia da Amazônia”, afirmou. (Agência Brasil)

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Francesa Citroën está comeorando 105 anos de fundação

Uma das marca mais importantes da indústria automotiva mundial comemora neste mês de junho, 105 anos. A Citroën celebra com uma trajetória de automóveis marcantes, campanhas publicitárias marcantes e com uma importante renovação de produtos.

A história da marca francesa começou quando, em 5 de fevereiro de 1878, André-Gustave Citroën inaugurou a empresa. Em 1811, por conta da realização de um censo proposto por Napoleão Bonaparte, todos os cidadãos deveriam ter sobrenome. Os que não tivessem, deveriam adotar uma alcunha que o identificasse pela profissão exercida. O bisavô de André, Roelof, que era vendedor de frutas, passou a se chamar Roelof Limoenmann (literalmente, “o homem dos limões”), em referência à sua profissão. No entanto, por outras necessidades, o Limoenmann virou Citroen, apelido que, em neerlandês, é grafado sem o trema e significa “limão”.

Durante todos esses anos, alguns dos destaques foram além das inovações que se referem exclusivamente a chassis, motores e estrutura mecânica, já que seu fundador sempre entendeu toda a força que há por trás de uma produção: mão de obra, comunicação, direitos trabalhistas e pós-venda.

Pioneirismo

Em 1919, em um terreno no Cais de Javel, em Paris, nasceu a fábrica de automóveis André Citroën, sendo um dos projetos iniciais da nova planta o Type A 10 HP, primeiro automóvel europeu construído em série e o primeiro automóvel francês com direção à esquerda. Foi fabricado até 1921.

Junto com o Type A 10 HP, surgiu outra parte de toda essa história e que também já passou dos 100 anos: o “Deux Chevrons”, ou Duplo Chevron, logotipo da marca inspirado em uma engrenagem, em forma de V, fabricada em moldes de areia e utilizada principalmente na moagem de farinha.

Ainda entre os anos de 1919 e 1927, Citroën não só se tornou o primeiro empregador na França a pagar o décimo terceiro mês a seus funcionários, como implementou serviços sociais, cantinas e creches para as colaboradoras que tinham filhos. Ele também criou um serviço completo de pós-venda que incluía uma rede de reparadores, um catálogo de peças, garantia, aluguel de carros e venda a crédito.

Com as campanhas publicitárias, não poderia ser diferente. Em 1922, durante o Salão do Automóvel de Paris, o nome da montadora foi escrito no céu com a fumaça de um avião ao longo de cinco quilômetros. Em 1980, o anúncio do Citroën Visa GTI chamou a atenção quando o veículo foi lançado de um porta-aviões e, logo em seguida, surgiu em cima de um submarino.

Modelos marcantes

Quase um centenário, o Traction Avant, apresentado em abril de 1934, tornou-se um ícone por ser o primeiro modelo a combinar, em uma única estrutura, suspensão independente, carroceria monobloco, tração dianteira e freios hidráulicos.

Há 102 anos, durante o Salão Automóvel de Paris, a marca apresentou o 5 CV, primeiro automóvel concebido para as mulheres. Leve, com um motor de 4 cilindros, sua manutenção era muito simples e os pneus estreitos tornavam a condução mais suave.

No mesmo evento automotivo francês, só que na edição de 1948, era apresentado o 2 CV, originado no projeto “TPV” (“Toute Petite Voiture” ou “carro muito pequeno”) de 1936, cujo objetivo era tornar os carros versáteis, econômicos e acessíveis. Inicialmente equipado com motor bicilíndrico plano de 9 cv, 375 cc, refrigerado a ar, capaz de atingir velocidade máxima de 50 km/h, o veículo foi considerado uma revolução na indústria.

No segmento de utilitários, uma das estrelas foi o Citroën TUB, produzido entre 1939 e 1941 e que inaugurou no mercado o conceito de tração dianteira.

Em 2001, inaugurou sua produção no Brasil com o lançamento do Xsara Picasso, primeiro monovolume fabricado no país. Dois anos depois, chegava o C3, um novo conceito de carro popular e considerado uma solução prática para o dia a dia na cidade. Muito em breve, a marca vai lançar no Brasil o belo Basalt.

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