Brasil

Aussie aposta no clássico e amplia cardápio com novo lanche de frango

O básico, no capricho! Essa é a definição para o novo lanche de Aussie, pertencente ao grupo Bloomin’ Brands, que também detém o Outback Steakhouse e o Abbraccio no Brasil. O restaurante especializado na proteína do frango, que na região opera exclusivamente via iFood, expande o cardápio e lança o The Chicken Sandwich. 

Composto por duas tiras de peito de frango empanadas com o mix de temperos Aussie, queijo tipo cheddar, ketchup, molho aioli da casa e picles, servidos no pão de hambúrguer, o sanduba custa R$ 14,90 e torna o menu da rede ainda mais completo, com opções para todos os gostos e momentos.

O The Chicken Sandwich pode ser encontrado na região nas operações 100% delivery, nas cidades de Campinas (disponível nas unidades Galleria Shopping, Parque Dom Pedro, Campinas Shopping e Parque das Bandeiras), Piracicaba (Shopping Piracicaba), Limeira (Pátio Limeira Shopping) e Sorocaba/Votorantim (Iguatemi Esplanada).

“A nova opção traz toda a suculência e sabores característicos da marca e chega para agradar ao paladar de quem prefere lanches mais clássicos”, afirma a sócia regional da marca, Thayse Maia.

Ela relembra que, além do The Chicken Sandwich, recentemente o cardápio de Aussie ganhou outros três novos sanduíches, o Double Bacon Burger, o Chicken Classic Burger e o Classic Cheese Burger, esses dois últimos voltados para o público infantil.

Além dos sandubas, a marca tem como opções de acompanhamentos as Aussie Chips, batatinhas super crocantes em formato de chips e as Crispy Chicken Tenders, tiras de peito de frango preparadas com os temperos da marca, empanadas e servidas bem crocantes.

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Handebol brasileiro estreia em Paris com vitória impecável contra Espanha

A seleção brasileira feminina de handebol fez uma estreia impecável na Olimpíada de Paris ao derrotar a Espanha por 29 a 18, na Arena 6 do Complexo Esportivo Paris, pelo Grupo B. A vitória inédita do país sobre as adversárias – tanto nos Jogos quanto em Mundiais – teve uma protagonista: a goleira Gabi Moreschi, estreante em Jogos, que fez incríveis 14 defesas em 31 arremessos das espanholas (aproveitamento geral de 47% quando a média costuma ser de 30%).

As maiores pontuadoras no jogo de hoje foram Bruna de Paula e Patrícia, com seis gols cada. A seleção volta à quadra contra a Hungria, no domingo (28), às 4h (horário de Brasília). A seleção está no “grupo da morte”, considerado o mais difícil da competição. Terá ainda pela frente a França, atual campeã olímpica e mundial, e a Holanda, campeã mundial em 2021. O último jogo da fase de grupos será contra Angola. Na Chave A estão Noruega, Alemanha, Eslovênia, Suécia, Dinamarca, República da Coreia do Sul.

As brasileiras, comandadas pelo técnico Cristiano Rocha, dominaram a partida desde o início. A defesa bem fechada não deu espaço para a Espanha jogar, e facilitou o ataque brasileiro. Destaque para Bruna de Paula, Larissa, Tamires e Patrícia que anotaram três gols cada, ajudando a seleção a abrir vantagem 15 a 10 antes do intervalo.

No segundo tempo, o Brasil não tirou o pé do acelerador. O ataque brasileiro chegou a ter 70% de aproveitamento na etapa final e seguiu liderando o marcador mantendo ao menos nove pontos a frente, até o fim da partida, com triunfo de 29 a 18. As maiores pontuadoras do jogo foram Bruna de Paula e Patrícia, com seis gols cada.

Classificação

Na fase de grupos todas as equipes de cada chave jogam entre si. As quatro seleções mais bem colocadas em cada grupo avançam às quartas de final (jogos eliminatórios). Os vencedores jogam as semifinais e, depois haverá a disputa pela medalha de ouro e do terceiro lugar (bronze)..

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Grandes nomes do esporte buscam o Olimpo nos Jogos de Paris

Como de costume, os Jogos Olímpicos são uma oportunidade única para acompanhar os melhores atletas de diversas modalidades competirem um atrás do outro. Nesta edição de 2024, cuja cerimônia de abertura no Rio Sena terá início às 14h30 (horário de Brasília) de sexta-feira (26),  Paris receberá nomes vindos de todas as partes do mundo buscando entrar para a história com vitórias memoráveis. Estes atletas, mesmo não sendo brasileiros, merecem ser acompanhados de perto.

Possivelmente a maior figura dos Jogos (não em termos literais) é a ginasta norte-americana Simone Biles. Depois de abrir mão de participar de diversas provas durante a Olimpíada de Tóquio para cuidar de sua saúde mental, a atleta de 27 anos e 1,42 metro de altura está de volta em plena forma, inclusive tendo conquistado cinco ouros no Mundial de 2023. Garantia de espetáculo, ela soma sete medalhas olímpicas, somando os Jogos do Rio e de Tóquio.

No outro extremo da estatura, a seleção masculina de basquete dos Estados Unidos, que sempre gera expectativa nos fãs, chega com um elenco reforçado. LeBron James (que não participou das duas últimas edições) está lá. Kevin Durant também. Um dos maiores astros, além de figura influente na evolução do esporte, o armador Stephen Curry, por incrível que pareça, irá para a primeira Olimpíada da carreira. Todos são veteranos possivelmente se despedindo dos Jogos.

Ainda nos esportes coletivos, o futebol terá a atual campeã do mundo entre as mulheres, a Espanha, contando com as vencedoras dos últimos três prêmios de melhor do mundo da Fifa: Alexia Putellas (duas vezes) e Aitana Bonmatí.

No tênis, a número 1 do mundo, a polonesa Iga Swiantek, é presença confirmada. Maior vencedor de Grand Slams entre os homens, com 24 conquistas, Novak Djokovic vai em busca do seu primeiro ouro olímpico (o sérvio tem um bronze em Pequim 2008). No entanto, a maior curiosidade está por ver os espanhóis Carlos Alcaraz, de 21 anos, e Rafael Nadal, de 38, competindo juntos na chave de duplas. Duas gerações de excelência do tênis mundial atuando juntos é algo raro.

As modalidades que oferecem mais provas e, portanto, mais medalhas, são natação e atletismo. Nas pistas, vale acompanhar o norte-americano Noah Lyles. Com estilo irreverente que emula os traços da lenda Usain Bolt, ele chega para tentar bater o recorde mundial do jamaicano nos 200 metros, sua melhor prova. Mas também quer levar o ouro nos 100 metros, repetindo o que alcançou no Mundial de 2023.

O sueco Armand Duplantis, que já bateu o recorde mundial do salto com vara oito vezes mesmo tendo apenas 24 anos, é uma das maiores barbadas nos Jogos. Nos 400 metros com barreira, o norueguês Karsten Warholm, ouro em Tóquio, surge como um rival à altura do brasileiro Alison dos Santos.

Nas piscinas, o francês Léon Marchand, de 22 anos, aparece como principal nome da delegação anfitriã. Após derrubar o recorde mundial de Michael Phelps nos 400 metros medley, que durava 15 anos, o nadador é tido como favorito nesta e em outras três provas. A americana Katie Ledecky, medalhista em Londres, Rio e Tóquio, é outra figura forte.

Por fim, entre as modalidades radicais, nas quais o Brasil tem força, o norte-americano Nyjah Huston, do skate, é um nome a acompanhar com atenção. (Agência Brasil)

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BMW vai aumentar os pontos de carga pública na América Latina

O grupo alemão BMW decidiu investir 724 mil euros na América Latina (distribuídos na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, México, Panamá e Peru), com o objetivo de fortalecer a rede de carga pública para veículos eletrificados na região.

Através desse investimento, os usuários de automóveis eletrificados da BMW e Mini, assim como motocicletas elétricas da BMW Motorrad, terão acesso a mais pontos de carga em vias públicas.

“Para o BMW Group, o futuro é elétrico, digital e circular; é por isso que estamos comprometidos em reforçar e impulsionar essa estratégia na região. Todo modelo BMW e Mini vendido na América Latina é acompanhado de um carregador pessoal ou corporativo, e já somamos mais de 65 mil pontos de carga na casa ou no escritório de nossos clientes. Além dessas ações, buscamos continuar apoiando o investimento em carregadores em vias públicas como líder em mobilidade elétrica no segmento Premium e proporcionar soluções para nossos clientes que escolhem a eletromobilidade”, comentou Reiner Braun, Presidente e CEO do BMW Group América Latina. “Este ano celebramos 10 anos de vendas de carros elétricos na América Latina e continuaremos impulsionando a mobilidade Premium. Hoje, são 9 modelos puramente elétricos disponíveis na América Latina e outras 9 opções híbridas plug-in,” reforça o executivo.

A abertura tecnológica é fundamental no BMW Group, com recorde de vendas em elétricos e híbridos. A marca BMW se mantém como a marca premium preferida na região, com 20.678 veículos entregues de janeiro a junho; enquanto a Mini alcançou 3.344 vendas no mesmo período.

Nesta primeira metade do ano, as vendas de modelos eletrificados da marca BMW chegaram a um total de 4.703 unidades vendidas (+22%). Os modelos puramente elétricos alcançaram a marca de 1.584 unidades (+43%), um recorde. As vendas de modelos híbridos plug-in foram as maiores da história da companhia na América Latina, chegando a um total de 3.119 unidades (+13%). A MINI começou forte com a chegada da nova geração de modelos e fechou esta primeira metade do ano com 720 unidades vendidas de modelos eletrificados, da mesma forma que no ano anterior, sendo 9,2% de modelos puramente elétricos.

A instalação de carregadores em vias públicas será realizada com diferentes parcerias nos diversos mercados.

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MG Club do Brasil comemora 100 anos da marca inglesa

Para reunir os apaixonados pelo ícone inglês MG – Morris Garage, em 1983 foi fundado o clube MG Club do Brasil, que iniciou as comemorações dos cem anos da marca inglesa. Fundada em 1924 por Cecil Kimber e William Morris, a MG logo ganhou fama por construir carros esporte leves, ágeis e de bom desempenho, sem abrir mão do conforto e do estilo. 

No Brasil, os automóveis MG, em especial os modelos TD e TF, conquistaram vários adeptos depois da Segunda Guerra Mundial. Vários foram trazidos para o País até 1975, ano em que o governo federal proibiu a importação de veículos automotores (algo que só seria revogado em 1990). A paixão pelos MG se manteve intacta e motivou em 1983 a criação do MG Club do Brasil. Atualmente, o clube possui sede no bairro da Lapa, em São Paulo, e é aberto a carros clássicos de todas as marcas.

“A marca MG sempre se destacou pela criatividade e esportividade. Não eram carros exatamente luxuosos, mas fruto de projetos muito inteligentes que resultavam em um grande prazer de dirigir. Colocavam-se motores relativamente pequenos, tipicamente de 1,0 a 1,8 litro, em carrocerias pequenas e leves. Isso proporcionava agilidade e rapidez ao carro, e ótimos resultados em competições. Era exatamente o que muitos aficionados buscavam. E havia o fato de muitos serem conversíveis, proporcionando a sensação do ‘vento na cara'”, explica Américo Nesti, presidente do MG Clube do Brasil.

A história do MG TD, provavelmente o modelo mais conhecido da marca no Brasil, começa em 1936. Naquele ano, a MG lançou o roadster TA, um elegante carro esporte com motor de 1,3 litro, vendido por um preço mais acessível que seus concorrentes. Nos anos seguintes, o modelo evoluiu e teve a nomenclatura alterada para TB (1939), TC (1945) e finalmente TD (1950). Militares norte-americanos que serviram na Inglaterra durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) encantaram-se com os MG e um número indeterminado de carros da marca foi levado para os Estados Unidos depois do conflito. Os MG TD “americanos”, com volante no lado esquerdo, foram trazidos para o Brasil e logo passaram a ser reconhecidos nas ruas.

O MG TF foi apresentado em 1953 e produzido até 1955. Na essência, era um MG TD reestilizado. Além de pequenas mudanças no motor que o deixavam mais potente, o TF diferenciava-se do antecessor pelos faróis dianteiros instalados diretamente nos para-lamas, e não mais fixos na moldura do radiador. Este, por sua vez, passou a ser separado da grade, e esta passou a ser ligeiramente inclinada (nos anteriores, era completamente vertical).

Para quem deseja ter um autêntico modelo MG na garagem, outras boas opções são os Midget. Ele teve quatro gerações: Mk1 (1961 a 1964), Mk2 (1964 a 1966), Mk3 (1966 a 1974) e 1500 (1974 a 1980). Os primeiros Midget tinham motor de quatro cilindros com 948 cm³; nos últimos, como o próprio nome indica, a cilindrada subiu para 1.493 cm³. O MG B, um roadster (conversível de dois lugares) lançado em 1962, também teve várias unidades trazidas para o Brasil. O modelo gerou versões como o MG B GT (um cupê de três portas e carroceria 2+2 lugares) em 1965. As duas carrocerias do MG B foram usadas no MG C, lançado em 1967 e produzido até 1969.


Em 1973, surgiu o MG B GT V8, unicamente com carroceria cupê. A ideia foi do preparador inglês Ken Costello, que adaptou um V8 a seu carro e mostrou-o à fábrica, que aprovou a ideia e decidiu produzir o MG B GT V8 em série. Esse motor havia sido projetado pela General Motors para a Oldsmobile, mas já estava fora de uso. Ao saber do interesse da Rover, então proprietária da marca MG, a General Motors cedeu-lhe o projeto e os diretos de fabricação. O motor tinha bloco de alumínio e era o V8 de produção em série mais leve existente na época. A versão com motor V8 foi oferecida até 1976 e o MG B foi fabricado até 1980.

Quinze anos depois, em 1995, os fãs da MG exultaram com o lançamento do modelo F, o primeiro carro totalmente novo da marca desde o MG B. O MG F era um roadster de linhas contemporâneas com todas as características mais atraentes dos MG anteriores: um esportivo pequeno, ágil e de bom desempenho. Em vários anos da década de 1990, foi o carro esporte mais vendido de sua faixa de preço na Grã-Bretanha. Deixou de ser produzido em 2002.

Atualmente, a marca MG pertence ao grupo chinês SAIC, um dos maiores da indústria automobilística na China, e dedica-se principalmente à produção de SUVs de portes variados com motores a combustão, híbridos e elétricos. As comemorações pelos 100 anos da marca motivaram a MG a apresentar o Cybester, um roadster elétrico com todos os atributos dos carros esporte da MG: pequeno, ágil e proposta de ser agradável de dirigir. O Cybester estará à venda na Europa a partir de agosto e será oferecido em duas opções: motor elétrico atuante nas rodas traseiras ou dois motores elétricos, um em cada eixo, com tração integral. “O Cybester é elétrico e fabricado na China, mas resgata o espírito que fez a MG ser um sucesso”, diz Nesti.

Competições

Como fabricante de carros esportivos, a MG possui uma história de sucesso em corridas.No dia 26 de agosto de 1934, a MG obteve uma de suas vitórias mais marcantes no automobilismo. Ao volante de um MG K3 Magnette, o inglês Richard Seaman venceu o Prix de Berna, uma prova para “voiturettes” (monopostos com motor de até 1,5 litro) preliminar do GP da Suíça, realizado no circuito de Bremgarten, em Berna. A corrida foi realizada sob chuva e três fatos valorizam ainda mais o resultado: o MG tinha motor de 1,1 litro (contra adversários com motor de 1,5 litro), Seaman largou em último entre os 23 concorrentes e… nunca havia pilotado no molhado.

Infelizmente, a alegria pela vitória durou pouco. Horas depois, o irlandês Hugh Hamilton, um dos que correram com MG no Prix de Berna, morreu em consequência de um acidente sofrido com seu Maserati na prova principal. Esta vitória fez o até então desconhecido Seaman tornar-se bastante respeitado na Europa. Em 1937, ele se integrou à equipe Mercedes-Benz. Venceu o GP da Alemanha de 1938 e faleceu após sofrer um acidente no GP da Bélgica de 1939.

Outro feito expressivo é o recorde mundial de velocidade em terra estabelecido em 23 de agosto de 1957 no deserto de Bonneville, em Utah, nos Estados Unidos: 395,320 km/h, a melhor marca obtida até então por um carro enquadrado na categoria para veículos de quatro rodas equipados com motor de 1,1 a 1,5 litro. Para estabelecer esse recorde, a MG desenvolveu o modelo EX 181 e confiou-o ao inglês Stirling Moss, até hoje considerado por muitos como o melhor piloto da história da Fórmula 1 que jamais foi campeão mundial (foi quatro vezes vice).

O MG EX181 tinha carroceria aerodinâmica em forma de gota instalada sobre um chassi tubular especialmente construído. O motor sobrealimentado de 1,5 litro era movido por uma mistura de metanol, nitrobenzeno, acetona e éter – parece estranho hoje, mas a fórmula é muito semelhante à do combustível utilizado pelas principais equipes de Grand Prix antes da Segunda Guerra Mundial. Esse motor desenvolvia 290 cv a 7.300 rpm e ficava em posição central, com a cabine do piloto situada imediatamente à frente.


Mas a MG ainda queria mais. Desenvolveu o EX181 e, entre outras alterações, aumentou a cilindrada do motor de 1.489 para 1.506 cm³. Estes míseros 17 cm³ fizeram duas diferenças: a potência passou para mais de 300 bhp a 7.300 rpm e o carro passou a ser enquadrado na categoria entre 1,5 e 2,0 litros. Em 1959, dois anos depois do recorde de Moss, a MG e o EX181 estavam de volta ao deserto de sal de Boneville, nos Estados Unidos, com o objetivo de obter o recorde da categoria na qual o carro passou a ser enquadrado. Pilotado pelo norte-americano Phil Hill, o MG EX181 cravou 410,23 km/h na média das duas passagens. No começo de sua carreira, Phil Hill pilotou um MG TC. Seu currículo inclui três triunfos nas 24 Horas de Le Mans e o título mundial de Fórmula 1 em 1961.

Em 1966, o MG B pilotado por Julien Vemaeve/Andrew Hedges venceu a Marathon de La Route (84 horas de Nürburgring) na classificação geral. Na década de 1960, os MG B também obtiveram primeiros lugares em suas categorias no Rallye de Monte Carlo e em provas de pista como a Targa Florio, os 1000 Km de Spa-Francorchamps e as 24 Horas de Daytona.

No começo da década de 2000, a MG desenvolveu o MG-Lola EX257 para disputar as 24 Horas de Le Mans de 2001. Esse carro obteve resultados discretos, mas a marca obteve triunfos na prova francesa em 2005 e 2006, quando os protótipos MG-Lola EX264 venceram na classe LMP2. Em ambas as ocasiões, um dos pilotos do carro vencedor foi o brasileiro Thomas Erdos.

MG Club 

Fundado em 1983, o MG Club do Brasil é um dos mais atuantes clubes de carros clássicos do País. Foi criado para congregar proprietários de modelos da marca inglesa MG, mas logo tornou-se um clube multimarca, admitindo proprietários de carros clássicos de qualquer modelo.

O clube organiza raids e rallies de regularidade, como a 1000 Milhas Históricas Brasileiras, o Raid de Campos do Jordão e o Raid da Serra do Mar. Por serem concebidos para carros clássicos, esses passeios cronometrados percorrem boas estradas, entre paisagens agradáveis, e incluem visitas a pontos de interesse cultural, histórico e turístico.

Todos os sábados, o MG Club do Brasil promove encontros informais entre os associados, nos quais o antigomobilismo é o assunto predominante. Também acontecem na sede social (localizada na Vila Romana, zona oeste de São Paulo) eventos temáticos e homenagens a personalidades do automobilismo. O local possui um acervo de publicações automobilísticas disponível aos sócios para consulta. Para saber mais, visite o site do MG Club do Brasil: mgcbr.com.br.

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Coluna Fernando Calmon — Vendas sobem, porém importações bem mais

Coluna Fernando Calmon nº 1.310 — 16/7/2024

Vendas sobem, porém importações bem mais

O Brasil está perdendo a batalha da balança comercial entre exportações e importações de veículos. Nos últimos anos, desde 2015 o País sempre alcançou superávit com destaque em 2017. Mas este ano o crescimento das importações vai superar as exportações, segundo projeções da Anfavea. Trata-se de uma combinação deletéria. Para manter o nível de empregos na indústria automobilística é necessário que exportações compensem importações. Se o balanço for superavitário, melhor ainda.

No fechamento do primeiro semestre deste ano na comparação com igual período do ano passado a produção total de veículos leves e pesados subiu apenas 0,5%. Passou de 1,132 para 1,138 milhões de unidades. De janeiro a junho de 2024 as exportações caíram 28,3% e importações subiram bem mais: 37,7%. O resultado pífio deu-se em contraste com o firme aumento de vendas internas (varejo e atacado; leves e pesados), na soma de veículos nacionais e importados, que subiram 14,6%.

Na realidade o aumento das importações — nada contra isso, contudo de forma prudente ­­— deu-se em razão de carros elétricos e híbridos, além de concentradas em marcas chinesas. Híbridos convencionais e plug-in (somados 4,5%) e elétricos (2,9%) ainda representaram parcela muito pequena das vendas de veículos leves no primeiro semestre deste ano.

No entanto a Anfavea defende uma volta imediata do imposto de importação de 35% para veículos elétricos e híbridos, sem o escalonamento em curso de 2024 a 2026. Será difícil o governo voltar atrás sobre o estabelecido.

A Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa) reúne hoje 10 marcas entre as 50 que atuam no mercado brasileiro de veículos leves, pesados e máquinas, sem incluir motos.

Marcelo de Godoy, presidente da Abeifa, afirma que “medidas protecionistas ou barreiras alfandegárias artificiais são sempre ineficazes e prejudiciais a toda a cadeia automotiva”. Mesmo discurso simplista de sempre. Ele tem razão num ponto: “Além disso, poderá prejudicar as relações com um parceiro comercial importante para o Brasil como a China”.

A BYD é, de longe, a maior associada da entidade em vendas, no primeiro semestre: 32.572 unidades, 71%. GWM vendeu menos, porém não se associou. Mas o otimismo extrapola. A chinesa já previu comercializar 120.000 unidades este ano e depois corrigiu para 100.000. Só que a Abeifa projeta 94.000 veículos emplacados das 10 marcas em 2024. Uma das duas estará errada.

 Novo lançamento da GM incluirá versão híbrida básica

O primeiro dos produtos incluído no plano de investimentos de R$ 1,2 bilhão para modernização da fábrica de Gravataí (RS) será, como esperado, um SUV compacto inédito que terá como base o Onix, ou seja, menor do que o atual Tracker. O novo modelo está previsto para 2026. O que se antevê é uma versão híbrida flex básica com alternador e motor de arranque integrados, além de uma pequena bateria auxiliar.

A GMB se convenceu, ao sondar clientes, que passar direto para carros elétricos no Brasil vai demorar em razão do preço alto e de uma rede de recarga incompleta. Um híbrido pleno para veículos maiores, a exemplo de Tracker, Montana, S10 e Trailblazer, deve chegar numa segunda etapa.

Fábio Rua, vice-presidente da GM, afirmou que o novo produto (não adiantou que se tratava de um SUV) está sendo desenvolvido pela engenharia da empresa, líder mundial para este projeto. Será exportado para países da América do Sul e México. No Brasil vai mirar, principalmente, no Kardian, Pulse e, em breve, no modelo equivalente da VW.

Outra atualização esperada, segundo o site Autos Segredos, é a injeção direta de combustível no motor a combustão interna. Até agora a Chevrolet era uma das poucas marcas a manter a injeção multiponto no duto de admissão por achá-la uma solução de menor custo e suficiente. Porém, o tempo mostrou que se trata de uma mudança viável e necessária aos olhos do mercado.  Deve estrear já neste novo SUV.

No total a empresa americana investirá R$ 7 bilhões no Brasil entre este ano e 2028 na renovação de seus modelos, introdução de tecnologias avançadas e agregação de novos negócios.

BYD avança com híbrido plugável Song Pro

SUV de porte médio da fabricante chinesa tem a seu favor o estilo atraente e o conjunto motriz. O sistema híbrido plugável a gasolina também é um recurso vantajoso que se reflete em baixo consumo de combustível. Todavia, o alcance médio declarado de até 1.100 km refere-se à antiga norma europeia NEDC abandonada por pouco refletir a realidade e caiu em desuso a partir de 2017. Sem sentido continuar a citá-la.

Pela norma brasileira NBR 7024, revista e utilizada pelo Inmetro, o alcance médio é de 780 km, mas na prática pode ser um pouco melhor com bateria totalmente carregada e tanque de 52 litros cheio.

Por outro lado, uma característica bem interessante informada pela BYD é a eficiência térmica de 43% do conjunto comparável aos melhores motores a diesel. O Song Pro, na versão GS de topo que dispõe de uma bateria maior (18,3 kW·h), entrega 235 cv e 43,8 kgf·m ao combinar, segundo a fábrica, um motor a gasolina de 98 cv e 12,4 kgf·m ao elétrico de 197 cv e 30,6 kgf·m. Bom lembrar que torque combinado tecnicamente não pode ser medido em aplicações em um mesmo eixo, embora BYD insista.

Aceleração de 0 a 100 km/h em 7,9 s comprova desempenho muito melhor do que o Corolla Cross híbrido não plugável limitado por seu motor flex de apenas 101 cv (etanol)/14,1 kgf·m associado a um motor elétrico 72 cv e 16,6 kgf·m com potência combinada de somente 122 cv.

Isso ficou claro na primeira e curta avaliação pelas ruas de São Paulo. O SUV chinês tem ótimo desempenho. Mas ao partir da imobilidade há um certo atraso na resposta do acelerador, sem aquela reação fulminante dos elétricos. Impressiona o silêncio a bordo com os vidros dianteiros de dupla camada para isolamento de ruído. Porém, ao rodar em asfalto irregular ou passar por lombadas falta o acerto fino das suspensões.

Também se destaca pelo espaço interno com distância entre-eixos de 2.712 mm, pouco menor que a do Song Plus. Os passageiros no banco traseiro, além do assoalho plano, contam com regulagem do encosto. Bancos dianteiros são confortáveis e o do motorista tem regulagem elétrica (só no GS). O porta-malas oferece 520 litros, mas não inclui estepe e perde espaço devido a uma maleta contendo carregador portátil da bateria e seus cabos.

Preços: R$ 189.800 (GL) e R$ 199.800 (GS).

 

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Vai viajar de férias? Saiba como transportar seu bichinho com segurança

O mês de julho é de férias escolares e muitas famílias aproveitam a época para uma viagem de automóvel. Além do cuidado com o carro e as crianças, querm vai levar junto um animal precisa saber alguns cuidados. O Brasil tem a terceira maior população de pets do mundo, de acordo com o Instituto Pet Brasil  e a fintech Zapay. E seus donos não abrem mão de ter sempre o “bichinho” ao seu lado. Como transportá-lo de forma segura?

É importante alertar que o motorista não pode dirigir com o pet no colo. Quem desrespeitar essa regra está cometendo uma infração média, estando sujeito a multa de R$130,16 e quatro pontos na habilitação. Também é proibido transportar o pet com a cabeça para fora da janela do carro, sob risco de cometer infração grave, com multa no valor de R$ 195,23, além de gerar cinco pontos na CNH.

Use uma caixa de transporte
Se o animal é de pequeno ou médio porte, a dica é utilizar uma caixa de transporte apropriada para animais, pois garante que eles não se movam livremente pelo veículo, reduzindo o risco de distrações do motorista. Além disso, também é um ambiente protegido, que pode ajudar a reduzir a ansiedade do animal. É preciso passar o cinto de segurança ao redor da caixa para que fique imóvel durante o trajeto.

Cadeirinha também é opção
Outra alternativa é a cadeirinha para pet. Ela é fixada ao banco do veículo e, geralmente, possui uma alça ou cinto que se prende ao peitoral do animal. As cadeirinhas os elevam, permitindo que vejam pela janela, além de proporcionar um ambiente acolchoado e confortável.

A caixa não funciona? Use o cinto de segurança personalizado
Se o seu pet não se adaptar às caixas de transporte ou se for grande demais para usá-las, a recomendação é optar pelo cinto de segurança personalizado para animais, que pode ser encontrado em pet shops. Ele se conecta ao cinto de segurança do carro e ao peitoral do animal, mantendo-o seguro no banco. Os cintos automotivos permitem algum movimento ao cachorro, mas impedem que ele saia do banco ou seja projetado, caso ocorra uma parada brusca ou acidente.

O motorista pode ainda consultar os artigos 169, 235 e 252- inciso II, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para mais informações e conhecer os detalhes da lei sobre o transporte de animais no carro. Dessa forma, o condutor evita multas e penalidades, além de garantir o bem-estar e a segurança do próprio bichinho, dos demais passageiros e também das outras pessoas no trânsito.

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BYD promove “48 horas eletrizantes” com ofertas e taxas especiais

A BYD promove hoje e amanhã (19 e 20), a quarta edição da campanha “48 Horas Eletrizantes” nas mais de 100 concessionárias em todo o Brasil. Serão dois dias com condições especiais de até 0,99% para toda linha da marca, incluindo os últimos lançamentos híbridos plug-in: o sedã King e o SUV Song Pro.

Nesta edição, a BYD, em parceria com o um banco, oferece taxas únicas para os modelos 2025, sendo válidas exclusivamente durante a campanha.

 

MODELO PREÇO TAXA (%) ENTRADA
DOLPHIN MINI 4L 2025 R$ 115.800 0,65% 60%
0,99% 40%
DOLPHIN MINI 5L 2025 R$ 119.800 0,99% 40%
DOLPHIN GS 2025 R$ 159.800 0,99% 40%
DOLPHIN PLUS 2025 R$ 184.800 0,69% 50%
KING GL 2025 R$ 175.800 0,00% 50%
KING GS 2025 R$ 187.800 0,99% 50%
YUAN 2025 R$ 235.800 0,00% 60%
SONG PLUS 2025 R$ 239.800 0,99% 50%
SEAL 2025 R$ 299.800 0,00% 60%
SONG PRO GL 2025 R$ 189.800 0,99% 50%
SONG PRO GS 2025 R$ 199.800 0,99% 50%

 

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Renault do Brasil chama compradores do Kardian para um recall

A Renault do Brasil está convocando preventivamente os proprietários dos novos Kardian Evolution a comparecem à rede de concessionárias da marca para a substituição dos tambores de freio traseiro.

Após uma investigação da própria Renault, com testes e análises locais, ficou constatado que, devido a uma falha de produção, os parafusos das rodas traseiras podem apresentar uma fixação insuficiente, em razão de uma possível deterioração da rosca dos tambores do freio traseiro.

A fixação inadequada dos parafusos, poderá ocasionar um ruído e deslocamento das rodas traseiras, gerando uma perda nas características originais de dirigibilidade. Em casos extremos, esta condição pode resultar em acidentes com lesões graves e/ou fatais aos ocupantes.

A substituição dos tambores do freio traseiros e dos parafusos das rodas dianteiras e traseiras será realizada em até 1h05 e o reparo é gratuito.

Para mais informações e agendamento consulte www.renault.com.br/recall ou ligue para o SAC 0800 055 5615.

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Empresa campineira é destaque no setor autopeças e serviços automotivos

Uma das empresas mais tradicionais do setor de autopeças e serviços automotivos, a campineira DPaschoal comemorou, em junho, 75 anos de fundação. Adquirida em janeiro deste ano pela Stellantis, um dos maiores grupos automotivos do mundo (a Stellantis detém as marcas Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, Ferrari, Alfa Romeo, Ram, etc), é hoje o maior distribuidor de peças automotivas do Brasil e da América do Sul, com 125 lojas próprias espalhadas por oito estados brasileiros.


O empresa oferece uma gama ampla e variada de produtos e serviços para veículos leves, pesados e agrícolas. Além disso, conta com 28 centros de distribuição de peças e pneus, o que garante sua presença em todo o território nacional. A empresa fundada em Campinas em 1949 hoje também atua no e-commerce com as unidades de negócio DPK, KDP, AutoZ, Kmaxx, Recmaxx, Autocred e Maxxipel.

“Comemorar os 75 anos da DPaschoal é um momento de grande orgulho e um marco crucial em nossa história empresarial. Desde o início, nossos valores de tradição, confiabilidade e dedicação ao cliente têm sido os pilares de nossa jornada. Cada desafio superado e cada conquista alcançada ao longo do caminho contribuíram para tornar a DPaschoal uma referência no setor automotivo brasileiro. Ao longo dessas sete décadas e meia, construímos relações de confiança com nossos clientes, colaboradores e parceiros. Expresso minha sincera gratidão a todos que contribuíram para nosso sucesso “, avalia Gerson Prado, Diretor-Geral da DPaschoal.

Formação

A DPaschoal sempre dedicou um carinho especial aos seus funcionários. E para mostrar a importância que dá aos colaboradores, a DPaschoal criou a  Maxxi Trainning Academy, que dá cursos de formação técnica, comercial e de gestão, não só para as empresas do grupo como para terceiros. Ao longo dos seus 13 anos foram realizadas mais de 150 mil certificações, com formações voltadas à manutenção de veículos de passeio, pesados, motos e linha agrícola, além de treinamentos sobre gestão de negócios.

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