Brasil

Novas temporadas de FBI estão de volta com muita adrenalina

Quando o produtor executivo Dick Wolf lançou FBI em 2018, talvez nem ele imaginasse o impacto que a cativante série policial teria sobre um público já fiel às suas produções há mais de duas décadas. Conhecido como o “Rei Midas” da televisão, Wolf já havia consolidado seu nome com duas franquias de grande sucesso — Law & Order e One Chicago. Contudo, FBI superou as expectativas, abrindo caminho para a criação de dois spin-offs igualmente aclamados: FBI Most Wanted e FBI International.

A partir de quinta-feira, 19 de setembro, chegam ao Brasil, exclusivamente no Universal TV, as aguardadas novas temporadas das três séries de sucesso, trazendo ainda mais adrenalina e emoção do que nunca.

 

FBI (SEXTA TEMPORADA)

ESTREIA ÀS 21H30

A série principal da franquia, FBI, retorna com sua esperada sexta temporada, iniciando com um evento traumático: uma explosão devastadora em um ônibus que abala profundamente a equipe de operações. A agente Maggie Bell (Missy Peregrym) assume a investigação de um caso que trará revelações surpreendentes e impactará diretamente a equipe, que se verá confrontada com uma perda trágica.

FBI Internacional
Estreia às 22h20

Em FBI International, a terceira temporada começa com uma cena desoladora: os escritórios da equipe antiterrorismo são destruídos após um ataque inesperado. O agente Scott Forrester (Luke Kleintank) enfrenta o desafio de reorganizar o trabalho enquanto tenta manter a coesão da equipe em meio a uma situação devastadora. Estreia às 22h20.

FBI Most Wanted
Estreia ás 23h10
Retorna com sua quinta temporada, iniciando em ritmo acelerado. No primeiro episódio, dirigido por Ken Girotti (Vikings, Supernatural), um funcionário da NASA e um ativista se envolvem em uma negociação misteriosa que termina de forma trágica. Para investigar o caso, o agente Remy Scott (Dylan McDermott) confia totalmente em sua equipe, enquanto lida com um drama pessoal que se torna sua prioridade. Estreia às 23h10

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Estação Cultura em Campinas recebe a 3ª edição do Festival da Lua

Nos dias 14 e 15 de setembro, sábado e domingo, a 3ª edição do Festival da Lua será realizada na Estação Cultura promovida pela Associação Shaolin Chan. O evento será aberto ao público, acontecerá das 11h às 19h, com atividades gratuitas que exploram a cultura, a gastronomia e a arte milenar da China. A programação inclui uma exposição sobre o Programa Especial Chinês, que visa levar o homem à Lua novamente até 2030.

A iniciativa faz parte da 8ª edição da frente CPFL Intercâmbio Brasil-China, organizada pelo Instituto CPFL e patrocinada pela empresa. Daniela Ortolani Pagotto, head do Instituto, destaca que o festival é uma oportunidade de aprofundar o conhecimento sobre a cultura chinesa e fortalecer os laços entre Brasil e China.

O festival também celebra os 50 anos das relações diplomáticas Brasil-China e incluirá workshops variados, como teatro de sombras, pintura facial e exposições táteis. As atrações principais serão as Danças do Dragão e do Leão, além de oficinas de laço, lanterna e tambor, e atividades como badminton, tai chi chuan e kung fu.

Uma novidade desta edição será a oficina de robótica, realizada em parceria com a Cyberzukas Ensino Maker. As crianças poderão interagir com robôs vencedores de torneios e participar da montagem de robôs de lego. Além disso, uma praça de alimentação com capacidade para 300 pessoas estará disponível com comidas típicas chinesas e outras opções para os mais de 2,5 mil visitantes esperados.

Serviço
3ª Edição do Festival da Lua
Data: 14 e 15 de setembro
Horário: das 11h às 19h
Local: Estação Cultura
Endereço: Praça Marechal Floriano Peixoto, s/nº, Centro
Entrada gratuita

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Brasil joga muito mal e perde para o Paraguai por 1 a 0 pelas eliminatórias

Em uma partida na qual mostrou muito pouco, a seleção brasileira foi derrotada por 1 a 0, na noite desta terça-feira (10) no estádio Defensores del Chaco, em Assunção, em confronto válido pela 8ª rodada das Eliminatórias para Copa do Mundo de 2026.

Após este revés, o Brasil caiu para a 5ª posição da classificação com 10 pontos. A liderança continua com a Argentina (com 18 pontos), que foi derrotada pela Colômbia (2ª colocada com 16 pontos) por 2 a 1 nesta quarta.

Como forma de melhorar a performance de sua equipe, o técnico Dorival Júnior realizou uma mudança na escalação inicial, com a entrada de Endrick, no comando de ataque, no lugar de Luiz Henrique. No entanto, esta modificação não foi suficiente.

O Brasil atuou muito mal no primeiro tempo, diante de um Paraguai que apostou na força física e que não ofereceu oportunidades à equipe brasileira. Assim, o time de Dorival pouco criou e viu os donos da casa abrirem o placar aos 18 minutos, com o volante Diego Gómez acertando um belo gol de três dedos, da entrada da área, que superou o goleiro Alisson.

Após o intervalo o técnico Dorival Júnior realizou algumas mudanças que elevaram um pouco o nível de atuação da seleção brasileira. Mas, fora bons lances de Luiz Henrique e de João Pedro, o Brasil pouco criou e acabou derrotado.

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Coluna Fernando Calmon — Híbridos mereciam ter incentivos maiores

Coluna Fernando Calmon nº 1.317 — 3/9/2024

Híbridos mereciam ter incentivos maiores do que os 100% elétricos

“Pressa é inimiga da perfeição”. Frase atribuída ao escritor Machado de Assis, que a cunhou de uma forma mais culta, pode se aplicar ao atual cenário mundial. Os carros elétricos despertaram atenções, programas apetitosos de incentivos governamentais e ocuparam parte relevante (em torno de 40%) do maior mercado de veículos do planeta, o chinês, do alto de seu 1,4 bilhão de habitantes.

Entretanto, há claros sinais de recuo em vários países da Europa e uma “meia-trava” nos EUA, segundo maior mercado mundial. A maioria dos fabricantes parece ter concluído, somente agora, que a transição precisa ser feita com menos açodamento. Alguns deles foram pegos de surpresa aos apostaram tudo numa rápida transição e sem terem dado a devida atenção aos semi-híbridos, híbridos e híbridos plugáveis.

Boa parte dessa falha estratégica foi patrocinada por um regime de estímulos inadequado. Países europeus refizeram as contas por afetar o equilíbrio fiscal. O Brasil até que não errou tanto, embora isso se deva em parte à oferta de motores flex que diminuem as emissões de CO2, quando se abastece o tanque com etanol. Embora estes respondam por 80% das vendas, apenas 30% usam regularmente o combustível de origem vegetal. Ainda falta, portanto, avançar e os híbridos deveriam receber uma atenção maior.

De qualquer forma os semi-híbridos e híbridos crescerão aqui a partir de lançamentos neste e nos próximos anos. É preciso dar tempo até a chegada dos híbridos plugáveis. E investir em uma rede de recarga rodoviária para elétricos, o que exige altos investimentos e um retorno financeiro muito baixo em um país de grande extensão territorial como o Brasil.

GM anuncia investimentos de R$ 5,5 bilhões em São Paulo

Este montante responde por quase 80% do total que a empresa desembolsará entre 2024 e 2028. Dois executivos da matriz, em Detroit (EUA), Rory Harvey e Shilpan Amin, vieram ao País para confirmar o investimento no Estado. Para completar os R$ 7 bilhões já anunciados, R$ 1,2 bilhão vai para a fábrica de Gravataí (RS) e R$ 300 milhões para a unidade de motores em Joinville (SC). Santiago Chamorro, presidente da GM do Brasil, confirmou que dois modelos híbridos “leves” (tecnicamente semi-híbridos) estrearão em breve, sem citar datas.

É possível que pelo menos o primeiro deles estreie em janeiro de 2025, quando a fabricante completa um século de atuação no País. Provavelmente caberá ao Tracker e ao Onix, nesta ordem, a primazia. Também um novo SUV compacto está previsto para Gravataí. Ainda em 2024 é esperada a importação do México do elétrico Equinox, em outubro próximo, que complementará o Blazer VE apresentado em julho passado e com preço a ser anunciado nos próximos dias.

Também chegará a vez dos híbridos flex, uma tecnologia mais cara, ainda sem previsão de data. Híbridos plugáveis a gasolina ficarão para o final do atual ciclo de investimentos ou do próximo.

Agosto apontou leve queda de vendas em cenário ainda bom

Estatísticas de comercialização do mês passado foram afetadas por um dia útil a menos do que julho. Foi um recuo de apenas 1,6%. Ainda assim, o acumulado de vendas de janeiro a agosto de veículos leves e pesados atingiu 1,622 milhão de unidades ou 13,4% a mais que o mesmo período de 2023. José Andreta Jr., presidente da Fenabrave, apesar de manter o otimismo ressalva que “alguns fatores ainda podem movimentar o setor, como as taxas de juros, que se aumentarem podem impactar nos financiamentos de veículos como automóveis e comerciais leves”.

A consultoria brasileira Bright, em relatório apresentado no recente Congresso Fenabrave, apontou algumas tendências em curso com uma visão geral positiva. Algumas delas:

  • Atrasos na definição da reforma fiscal e no programa Mover geram insegurança nos fabricantes quanto ao rumo tecnológico, com a definição do imposto seletivo sobre automóveis tendo sido novamente adiada​.
  • Depois de fortes aumentos nos últimos anos, o preço médio deve crescer de forma mais lenta de agora em diante.
  • Maior adoção de semi-híbridos prevista para 2025, à medida que o mercado brasileiro se ajusta a novas tecnologias sustentáveis.
  • Devido à preferência mercadológica e capacidade de absorver o custo incremental de equipamentos regulatórios, SUVs continuam em ascensão.
  • Sedãs em tendência de descontinuação, com poucas opções disponíveis no mercado.
  • Picapes correspondem a um em cada cinco veículos vendidos.
  • Por conta das dimensões continentais do Brasil, híbridos plugáveis passam a ter relevância.

Primeiro Kia elétrico, EV5, tem estilo e bom espaço

Primeiro modelo 100% elétrico da Kia no Brasil acaba de estrear. Com dimensões externas para se posicionar como um SUV familiar (4.615 mm de comprimento, 1.875 mm de largura, 1.715 mm de altura e cômodo entre-eixos de 2.750 mm), o EV5 dispõe de predicados técnicos apreciáveis, como alcance médio de 402 km, padrão Inmetro. Seu estilo é contemporâneo e o pacote ADAS incorpora nada menos do que 14 dispositivos de segurança ativa. Outros destaques: amplo espaço interno e bom acabamento. Ótimo porta-malas: 513 litros.

EV5 utiliza um único motor com potência de 217,5 cv e torque máximo de 31,6 kgf·m, alimentado por bateria de fosfato de ferro e lítio, montada com módulos em lâminas, de capacidade máxima de 88,16 kWh. Pode ser recarregado em corrente contínua (DC) de 360 kW, o que garante carga de 20% a 80% em apenas 27 minutos. Já em corrente alternada (AC) de 7 kW, precisa de 9h40m. Acelera de 0 a 100 km/h em 8,9 s.

O consumidor que adquiri-lo receberá um carregador residencial de emergência de 7 kW e gratuidade nas três primeiras revisões (20.000, 40.000 e 60.000 km). Por dentro, painel e multimídia formam uma tela única de 29,9 polegadas de ótima resolução. Chama atenção o banco do passageiro com extensor lateral em direção ao motorista, sobre o console, que tem a função lúdica de criar um “lounge interno”.

Num primeiro contato em trecho de estrada nos arredores de Itu (SP), mostrou dirigibilidade virtuosa. Tudo isso herdado principalmente do bom acerto de suspensão e desempenho impactante de todo elétrico, embora alguns concorrentes ofereçam motor mais potente, quase sempre desnecessário.
Preço: R$ 399.990.

Seminário aponta oportunidades para hidrogênio

A transição energética representa uma chance única para o Brasil se posicionar entre os líderes mundiais nos próximos anos. Afirmação de Thiago Lopes, coordenador de projetos no RCGI (sigla em inglês para Centro de Pesquisas de Inovações sobre Gases de Efeito Estufa) e professor da Poli-USP, no seminário organizado pela Carcon/Global Data, em São Bernardo do Campo (SP).

Gás carbônico (CO2) em níveis elevados demais tornou-se inimigo público mundial. Representa o principal vetor para o chamado efeito estufa, fenômeno de aquecimento atmosférico e suas consequências como derretimento de calotas polares e subida do nível dos mares. Automóveis e veículos comerciais não são os maiores responsáveis, porém, têm peso estimado em até 25% quando se calcula da fonte à roda.

Principal alternativa é o hidrogênio (H2), considerado combustível do futuro. Para Lopes, “a relevância do H2 produzido a partir do etanol atingirá um preço competitivo e no ciclo fonte à roda se tornará um combustível com intensidade negativa de carbono”.

Entretanto, torna-se muito difícil prever quando a era do hidrogênio realmente se tornará realidade, pois depende da matriz energética de cada país. Da eletrólise da água (H2O) também se obtém hidrogênio, mas exige enorme consumo de energia elétrica e esta precisa ser obtida de forma limpa como em hidroelétricas ou a partir do sol e vento.

Lopes citou o projeto da USP que testa um ônibus movido a H2, obtido a partir do etanol, em alternativa ao diesel com redução significativa de monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxidos de nitrogênio, além de alcançar o dobro de eficiência. No mundo, o Toyota Mirai é o único modelo com motor a combustão interna abastecido com H2, porém sua venda é simbólica e o reabastecimento, bastante limitado.

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Brasil enfrenta Equador buscando recuperação nas Eliminatórias

O Brasil enfrenta o Equador pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026, a partir das 22h (horário de Brasília) desta sexta-feira (5) no estádio Couto Pereira, em Curitiba, com objetivo de se recuperar na disputa.

Ocupando apenas a 6ª posição da classificação com sete pontos obtidos em seis jogos, a seleção brasileira tenta aproveitar o fato de jogar em casa para tentar apresentar um melhor futebol que a leve à vitória. Para isto, a equipe canarinho medirá forças com um adversário que, com oito pontos, ocupa a 5ª colocação da tabela.

Para mudar este panorama o fator comando técnico pode ser fundamental. Este será o primeiro jogo da equipe sob o comando de Dorival Júnior nas Eliminatórias. Nas primeiras rodadas do torneio o Brasil esteve sob o comando de Fernando Diniz.

Na era Dorival, a seleção já disputou oito jogos: quatro amistosos e quatro partidas da Copa América (competição disputada em Junho nos Estados Unidos e na qual o Brasil chegou às quartas de final).

Diante do Equador, Dorival afirmou, em entrevista coletiva concedida na última quinta (5), que o panorama é de um confronto difícil: “Será um jogo complicado. Não esperem um jogo tranquilo. O Equador fez uma grande Copa América, um jogo parelho com a Argentina. Esperem um jogo de bom nível”.

Para esta partida a tendência é que o treinador opte por uma escalação diferente da que usou nas primeiras apresentações sob seu comando. A expectativa é que o volante André, ex-Fluminense, ganhe uma oportunidade no meio, e que o trio de ataque seja formado por jogadores do Real Madrid (Espanha). Assim a seleção deve começar a partida com: Alisson; Danilo, Éder Militão, Gabriel Magalhães e Guilherme Arana; André, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Rodrygo, Vinícius Júnior e Endrick.

Assim como o Brasil, o Equador também terá novidades, a começar pelo seu comando. O espanhol Félix Sánchez saiu e o argentino Sebastián Beccacece assumiu a posição de técnico.

 

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Mata de Santa Genebra suspende visitas para evitar incêndios

O clima muito seco e os incêndios espalhados por todo o Brasil fez a Fundação José Pedro de Oliveira, responsável pela Mata de Santa Genebra, suspender, até 14 de setembro, algumas atividades, como as visitas autoguiadas e os passeios em roteiros mais distantes da sede, como a Trilha dos Canxins (5km) e o contorno da Floresta (8km). Os riscos de incêndios coloca em perigo, tanto os visitantes, quanto o local. O clima extremo também torna perigoso a realização de atividades físicas intensas.

Os visitantes poderão percorrer apenas pequenas distâncias, em área sombreada e próxima a pontos de hidratação, acompanhados de monitores da Fundação. Serão mantidas as visitas monitoradas nos percursos menores, próximos à sede da Fundação, como a Trilha do Jatobá e as visitas ao Borboletário e ao Viveiro de Mudas.


A Fundação assegura, portanto, a disponibilidade da equipe de técnicos, biólogos e brigadistas para atuação em caso de ocorrências na Mata de Santa Genebra e sua Zona de Amortecimento. A Mata possui uma brigada própria que trabalha na prevenção e combate a incêndio.

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Os únicos Bugatti Chiron e LaFerrari no Brasil participam de evento muito especial

No último sábado (31), o Motorgrid Brasil reuniu pela primeira vez no Brasil, em Mogi Guaçu, dois ícones esportivos: os únicos exemplares do Bugatti Chiron (um dos carros mais valiosos do mundo) e da Ferrari LaFerrari (o último hypercar lançado pela montadora italiana), no País.

O Chiron, com seus 1.500 cavalos de potência, e a Ferrari La Ferrari, com seus cerca de 1.000 cv, aceleraram na pista juntamente com outros hypercars, como os McLaren P1 e Senna, Porsche 918 Spyder e Carrera GT, Ford GT e BacMono. Outro modelo que fez sucesso foi o Bugatti EB110, lançado na década de 1990. Entre os supercarros estava o lançamento da Lamborghini, o Revuelto, que a marca nem apresentou oficialmente em solo nacional. Ainda na marca Lamborghini, presença também de um Aventador SVJ ‘AdPersonam’, que é o único exemplar no mundo.

Nesta edição, em parceria com o patrocinador de quase uma década, Paito Motors, responsável pela importação da maioria dos hypercars, foram ao todo cerca de 200 carros, entre eles o McLaren Artura, Porsche GT3 RS, Ferrari 812, SF90 e 488, além de algumas variações do Lamborghini Aventador, do Huracan STO, formando um belíssimo desfile de marcas e cores vivas fizeram o último domingo ser realmente especial.

O Motorgrid Brasil é um grupo de amigos unidos desde 2013 por uma grande paixão em comum. É um dos maiores grupos de proprietários de carros esportivos do mundo. São 3.920 membros ativos e mais de 8 mil pedidos de afiliação, em fila de espera. Em 11 anos o Motorgrid detém vários recordes de encontros de supercarros. Em 2024 reuniu mais de 800 modelos em um só local, e com isso alcançando a marca de maior encontro de supercarros da América Latina.

Outro recorde relevante é o de ter reunido 127 exemplares Ferrari em um só local, também um número recorde para a América Latina. Além disso, há vários grupos de afinidade de Whatsapp, como o de proprietários de Ferrari, de jatos executivos, e apreciadores de relógios, charutos, vinhos etc.

O Motorgrid também organiza o evento Track & Friends, evento exclusivo para membros do grupo e convidados dos patrocinadores, sem venda de ingresso para público geral, garantindo um ambiente exclusivo. Sua data e local são preservados e as imagens divulgadas mantém a privacidade dos membros.

Os chamados “Motorgrid Members” são em sua maior parte empresários e altos executivos, com idade que varia de 18 a 80 anos. Apesar de grande parte do grupo ser do Estado de São Paulo, hoje há pessoas do Brasil todo. Todos eles são proprietários de ao menos um carro esportivo e passam por uma seleção criteriosa, com base nos valores do MGB. Ao indicar um amigo próximo para fazer parte do time, o membro apadrinha e fica responsável pelo novo membro. Os membros não pagam mensalidades. A única cobrança no grupo é por boas amizades. Há também uma forte atuação filantrópica, como a doação (alcançada por meio das contribuições dos membros) de R$ 1 milhão para as vítimas das enchentes do Rio Grande do Sul.

Nesses 11 anos de atuação, o Motorgrid alcançou uma expressiva relevância em seu segmento e é responsável pelos maiores encontros de carros esportivos da América do Sul. Somados, os números registrados com os membros do Motorgrid impressionam. Atualmente esse grupo conta com mais de 400 proprietários de Ferrari, mais de 2.000 Porsche de associados (sendo 200 Porsche GT – versões semi-pista), e é responsável por 80% das vendas da McLaren do Brasil.

“O nosso grupo é muito unido. Apesar da grande repercussão de nossos encontros, somos discretos e gostamos de manter a privacidade dos nossos membros. Fazemos questão de ter a família por perto em nossos eventos. Isso faz com que o clima seja sempre muito agradável e de muita alegria. Nossa maior missão é unir pessoas de bem, com gostos em comum”, afirma Eduardo Schkair Jr., fundador do Motorgrid.

O evento é realizado pela agência Carbono, que trabalha nas experiencias disponibilizadas no evento, desde a culinária, simulador de F1, massagem, coach teórico e prático de pilotagem, entre outros diferenciais.

O próximo Motorgrid Track& Friends ocorrerá em novembro.

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Novo Kia EV5 surpreende pelo espaço, conforto e economia

A Kia apresentou esta semana o seu mais novo SUV de luxo no mercado nacional: o EV 5. O modelo é o primeiro veículo 100% elétrico da marca coreana á venda no Brasil e chega em versão única e sem opcionais. O SUV visa atender a famílias que buscam um veículo moderno, muito grande e muito bem acabado.

Com alcance de 402 km, de acordo com o Inmetro, o Kia EV5 vem com uma bateria de alta tensão de fosfato de ferro e lítio, estrutura tipo lâminas, 220,4 Ah de capacidade, tensão operacional de 400V, que gera 88,16 kwh de energia, além de uma bateria de baixa tensão (auxiliar), de chumbo ácido, 45 Ah de capacidade e 12V de tensão operacional. Essa tecnologia consegue conservar, mesmo em estradas, um menor consumo de energia.

Segundo a marca, o EV5 fornece uma potência máxima de 160 kW ou 217,5 cavalos e torque de 31,6 Kgf.m. A aceleração é de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos. O consumo, adotando ainda a metrologia Inmetro, o modelo foi classificado com a nota A. Dados fornecidos pelo importador, e usando a equivalência para um motor a combustão, na cidade faz 37,6 km/l equivalente, e 30,5 km/l equivalente na estrada. A eficiência energética do motor elétrico é de 0,63 MJ/km rodado.

Quanto ao recarregamento, em corrente contínua (DC) de 360 kW, a bateria do EV5 pode ser “abastecida” em 27 minutos (80%) e em estação de 50 kW em 83 minutos (também 80%); enquanto em corrente alternada (AC), de 11 kW (rede trifásica), em 8h10, e com unidade de 7 kW (rede bifásica) em 9h40.

O modelo tem tração 4×2, suspensão dianteira do EV5 é independente, tipo McPherson, com molas helicoidais e amortecedores a gás, enquanto na traseira é multilink. A direção é elétrica, sua transmissão é composta por sistema de engrenagem de redução.

As dimensões do Kia EV5 são generosas com 4,6 metros de comprimento, 1,8 m de largura, 1,7m de altura e entre-eixos de 2,7m. Com essas medidas, o EV5 oferece um excelente espaço interno. O porta-malas é de 513 litros e, com o banco traseiro rebatido (piso plano) chega a 1.718 litros.

Diferente

O design do EV5 é no mínimo muito moderno e chamativo. Ninguém vai passar desapercebido na ruas ou estradas. Como não precisa ter refrigeração para o motor, a frente é toda fechada e conta com uns faróis esguios com um desenho diferenciado.

Na traseira, um spoiler estendido e rebaixado mantém o perfil distinto do SUV enquanto melhora a eficiência aerodinâmica. No conjunto, mesmo sendo muito futurista, é agradável e harmonioso.

Espaço 

É sem duvida o local de maior destaque o modelo. Além do espaço é muito grande para qualquer passageiro, o conforto também é surpreendente. O ambiente interno proporciona uma sensação de bem-estar e muito prazer. Os bancos são muito confortáveis e amplos.

Tecnologia

O Kia EV5 está recheado de tecnologias de condução semi-autônoma, o ADAS – Advanced Driver-Assistance System: alertas de fadiga do condutor incluindo partida do veículo à frente (DAW – Driver Attention Warning w/ Leading Vehicle Departure Alert); de prevenção de colisão por ponto cego (BCA – Blind-spot Collision-avoidance Assist) traseiro; de saída de faixa de rodagem (LDW – Lane Departure Warning); de saída em segurança (SEW – Safe Exit Warning); assistentes de prevenção de colisão traseira em tráfego cruzado (RCCA – Rear Cross-traffic Collision-avoidance Assist); de centralização na faixa de rodagem (LFA – Lane Following Assist); de farol alto (HBA – High Beam Assist); permanência na faixa de rodagem (LKA – Lane Keep Assist); para prevenção de colisão frontal (FCA – Front Collision-avoidance Assist) com frenagem de emergência e detecção de veículos, pedestres e ciclistas; para prevenção de colisão frontal incluindo conversão em cruzamentos (FCA-JT); câmeras de ré com guias dinâmicas de estacionamento (RVM – Rear View Monitor) e de visão 360° (SVM – Surround View Monitor); monitor de ponto cego com visualização no painel digital de instrumentos (BVM – Blind-spot View Monitor); piloto automático adaptativo (SCC – Smart Cruise Control) com assistente de congestionamentos e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros (PDW – Park Distance Warning, Forward & Reverse).

Preço
Kia EV5 – R$399.990,00.
Garantia 5 anos. As revisões de 20 mil, 40 mil e 60 mil são gratuitas.

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Brasil registra 212,6 milhões de habitantes em julho de 2024, diz IBGE

 população estimada do Brasil chegou a 212,6 milhões de habitantes, na data de referência de 1º de julho de 2024. O dado, divulgado nesta quinta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), faz parte do estudo Estimativas da População 2024, um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios, além de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos.

Dos 15 municípios com mais de 1 milhão de pessoas, 13 são capitais. “Ao todo, 42,7 milhões de habitantes estão nessas cidades, representando 20,1% do total do país”, informou o IBGE.

Com 11,9 milhões de habitantes, São Paulo permanece como a cidade mais populosa do país. Na sequência vêm o Rio de Janeiro, com 6,7 milhões,  Brasília, com 3 milhões, Fortaleza com 2,6 milhões e Salvador, com 2, 6 milhões de habitantes.

Os únicos municípios não capitais que aparecem na lista são Guarulhos (1,3 milhão) e Campinas (1,2 milhão), os dois em São Paulo. “Eles também são os municípios mais populosos entre os 26 municípios com mais de 500 mil habitantes que não são capitais. São Gonçalo (RJ) é o terceiro, com 961 mil”, informou o IBGE.

O censo mostra que 26 municípios têm menos de 1.500 habitantes. O menos populoso é Serra da Saudade (MG), com 854 habitantes. Anhanguera (GO) com 921 e Borá (SP), com 928, também são municípios que têm menos de 1 mil habitantes.

Nos estados com mais habitantes, 21,6% da população está em São Paulo, com 46 milhões, seguido de Minas Gerais, com 10% (21,3 milhões) e Rio de Janeiro, com 8,1% (17,2 milhões). As cinco unidades da federação com menos de 1% da população do país são Rondônia (0,8%), Tocantins (0,7%), Acre (0,4%), Amapá (0,4%) e Roraima (0,3%).

Na análise da população das regiões metropolitanas e regiões integradas de Desenvolvimento e Aglomerações Urbanas, o estudo mostrou que há 30 municípios com mais de 1 milhão de habitantes, concentrando mais de 100 milhões de pessoas. Mais uma vez a liderança é de São Paulo com 21,5 milhões. Na sequência ficaram Rio de Janeiro (12,9 milhões), Belo Horizonte (6 milhões), Distrito Federal e Entorno (GO/MG – 4,7 milhões), Fortaleza (4,2 milhões) e Porto Alegre (4,1 milhões).

A distribuição da população brasileira e dos municípios, conforme as classes de tamanho da população apontou que 65,7 milhões de pessoas, ou 30,9% do total, estão em 48 municípios com população maior que 500 mil habitantes, ou 0,9% dos municípios brasileiros. Cerca de 58 milhões (27,3%), estão nos 339 municípios com população entre 100 mil e 500 mil habitantes. O número representa 6,1% do total de municípios.

Para o gerente de Projeções e Estimativas Populacionais do IBGE, Marcio Minamiguchi, esse fenômeno reflete o processo de distribuição da população no território. “Embora atualmente os maiores centros urbanos já não apresentem o grande crescimento do passado, eles ainda possuem o peso demográfico que vem de um processo de concentração de algumas décadas. E ao longo dos anos, vários municípios acabaram superando a marca dos 500 mil habitantes”, explicou.

Já os municípios menos populosos, com até 5 mil habitantes, equivalem a 23,1% (1.288) das 5.570 cidades e concentram somente 2% da população (4,3 milhões).

Estudo

De acordo com o IBGE, o estudo Estimativas da População foi calculado com base nas Projeções da População do Brasil e Unidades da Federação, Revisão 2024, e nos totais populacionais dos municípios enumerados pelos censos demográficos 2010 e 2022.

Segundo Minamiguchi, houve um ajuste nas populações que passaram pelos dois últimos censos realizados pelo IBGE, e a cada ano as alterações de limites geográficos que ocorram entre os municípios são incorporadas nas estimativas municipais de população.

“As populações recenseadas nos municípios nos dois últimos censos foram ajustadas e serviram de base para o estabelecimento da tendência de crescimento da população para as Estimativas da População até a data de referência, em 1º de julho de 2024”, explicou. (Agência Brasil)

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Coxinha é o aperitivo mais amado pelos brasileiros de acordo com o TasteAtlas

Se tem algo que orgulha os brasileiros é a culinária diversificada do país, com opções para todos os paladares. A coxinha figura em 1º lugar na lista das frituras mais amadas do Brasil e em 15º no ranking mundial do TasteAtlas, que atualizou a lista dos 100 melhores pratos fritos do mundo em agosto. Nos últimos anos, o quitute ganhou diferentes versões e preparos, inclusive uma feita inteiramente de costela de porco com molho barbecue, no Outback Steakhouse.

Encontrada facilmente em lanchonetes e bares, a coxinha é apreciada pelo equilíbrio perfeito entre cremosidade e crocância. Um ícone da culinária, ela se demonstra popular ao figurar, ano após ano, na lista de frituras mais amadas globalmente. O TasteAtlas é um ranking feito por usuários do site, que dão notas de 0,5 a 5 para os diversos pratos típicos ao redor do mundo. A coxinha conquistou 4,4 estrelas por meio da votação.

Restaurante inspirado na Austrália, o Outback lançou um prato que mistura o melhor da cozinha brasileira com o jeitinho aussie de ser. A opção All Ribs traz uma Jr. Ribs – meia costela de porco com barbecue servida com um acompanhamento – com a Ribs Coxinha, uma porção de oito coxinhas crocantes recheadas com um mix exclusivo da Ribs desfiada, um toque de cream cheese, limão siciliano e temperos. O prato traz 100% de costela, sem massa, o que traz uma suculência extra. A combinação sai por R$ 99,90.

Em São Carlos, a novidade pode ser apreciada no recém-inaugurado restaurante Outback do shopping Iguatemi.

Temporada de Ribs 

Durante a Temporada de Ribs, a marca traz três combinações inspiradas na Ribs on the Barbie, famosa costela com molho barbecue. A primeira é a All Ribs e traz a Jr. Ribs junto da amada Ribs Coxinha por R$ 99,90.

Já a Double Ribs conta com a Jr. Ribs e a Jr. Cheese Ribs, que também retorna especialmente neste período. Meia costela desossada e empanada, recheada e coberta com um mix de queijos, molho cheese ranch e bacon. A combinação vem com a Bloom Petals e um acompanhamento à escolha do cliente, por R$ 109,90.

Para quem curte uma combinação diferentona, o Outback apresenta o Ribs and Steak, uma Jr. Ribs servida com o Toowoomba Filet, um corte de filet mignon coberto por uma generosa porção de camarões ao molho Toowoomba, champignons e ervas finas ao molho Alfredo e queijo parmesão. A opção tem dois acompanhamentos à escolha do cliente e custa R$ 129,90.

Coxinha é o aperitivo mais amado pelos brasileiros de acordo com o TasteAtlas Read More »

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