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BMW Group e Toyota Motor se juntam para desenvolver veículos a hidrogênio

A BMW se juntou á Toyota para desenvolver uma nova geração de tecnologia de motores com células de combustível. As duas empresas já vêm trabalhando em outros projetos há mais de uma década. A marca alemã pretende lançar o seu primeiro veículo elétrico de célula de combustível em 2028, oferecendo assim aos clientes uma opção adicional de trem de força totalmente elétrico com zero emissões.
As duas empresas compartilham a intenção de avançar na tecnologia do hidrogênio e, segundo as marcas, a união vai facilitar e agilizar esse desenvolvimento.

“Este é um marco na história automotiva: o primeiro veículo de célula de combustível de produção em série a ser oferecido por um fabricante premium global. Alimentado por hidrogênio e impulsionado pelo espírito da nossa cooperação, ele destacará como o progresso tecnológico está moldando a mobilidade futura”, disse Oliver Zipse, presidente do Conselho de Administração da BMW AG.

Koji Sato, presidente e Membro do Conselho de Administração da Toyota Motor Corporation, disse: “Estamos satisfeitos que a colaboração entre a BMW e a Toyota tenha entrado em um novo estágio. Em nossa longa história de parceria, confirmamos que a BMW e a Toyota compartilham a mesma paixão por carros e crença na “abertura tecnológica” e uma abordagem ‘multicaminho’ para a neutralidade de carbono. Com base nesses valores compartilhados, aprofundaremos nossa colaboração em esforços como o desenvolvimento conjunto de sistemas de células de combustível de próxima geração e a expansão da infraestrutura, visando a realização de uma sociedade de hidrogênio. Aceleraremos nossos esforços junto com a BMW e parceiros em vários setores para concretizar um futuro em que a energia do hidrogênio apoia a sociedade”.

Novo modelo

Após testar com sucesso o BMW iX5 Hydrogen em todo o mundo, o BMW Group está agora se preparando para a produção em série de veículos com sistemas de propulsão a hidrogênio em 2028 com base na tecnologia de trem de força de última geração desenvolvida em conjunto. Os modelos de produção em série serão integrados ao portfólio existente da BMW, ou seja, a BMW oferecerá um modelo existente em uma variante adicional de sistema de propulsão de célula de combustível de hidrogênio. Como a tecnologia FCEV é outra tecnologia de veículo elétrico, o BMW Group a vê explicitamente como um complemento à tecnologia de propulsão usada por veículos elétricos a bateria (BEV) e ao lado de veículos elétricos híbridos plug-in (PHEV) e motores de combustão interna (ICE).

Hidrogênio

O hidrogênio é reconhecido como um promissor futuro portador de energia para a descarbonização global. Ele atua como um meio de armazenamento eficaz para fontes de energia renováveis, ajudando a equilibrar a oferta e a demanda e permitindo uma integração mais estável e confiável de energias renováveis ​​na rede elétrica. O hidrogênio é a peça que falta para completar o quebra-cabeça.

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Setor automotivo é determinante para bom desempenho da indústria

As atividades da indústria dirigidas para a produção de veículos automotores, reboques e carrocerias exerceram papel fundamental para os resultados apurados do desempenho geral da indústria, ao crescer 12% em julho deste ano em comparação a julho do ano passado.

“Os automóveis foram determinantes para esse resultado. As autopeças, em menor grau, mas também ajudaram o setor”, disse o gerente da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo.

Segundo Macedo, o desempenho negativo da produção industrial em julho, que recuou 1,4%, ocorre após um intenso crescimento verificado em junho, quando a produção cresceu 4,3%, sendo influenciada pelo retorno à produção de unidades produtivas que foram, direta ou indiretamente, afetadas pelas chuvas ocorridas no Rio Grande do Sul em maio. Indústrias automotivas como Scania e Volks, afetadas pela falta de componentes vindos de fábricas do Rio Grande do Sul, chegaram a conceder férias coletivas.

“Grande parte do recuo registrado neste mês tem resultado com o avanço visto no mês anterior, mas também se observa que importantes plantas industriais realizaram paralisações, mesmo assim estamos numa trajetória ascendente”, afirmou.

PIB

Ontem, o IBGE divulgou que o Produto Interno Bruto (PIB) teve crescimento de 1,4% no segundo trimestre, superando as expectativas. A indústria e o setor de serviços foram fundamentais para o resultado positivo.

O vice-presidente Geraldo Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), comemorou o desempenho geral.

“São três boas notícias. A primeira é o crescimento do PIB. O mercado esperava 0,9% e ele cresceu 1,4%. A segunda boa notícia é que fomos o terceiro maior crescimento entre todos os países do G20 e, finalmente, a qualidade desse crescimento. A indústria cresceu, os investimentos cresceram e isso é uma boa notícia para o Brasil e para os brasileiros”, disse Alckmin.

Confira resultados do PIB dos países do G-20 no segundo trimestre de 2024:

Indonésia: 3,8%;
Índia: 1,9%;
Brasil: 1,4%;
Arábia Saudita: 1,4%;
Japão: 0,8%;
Estados Unidos: 0,7%;
China: 0,7%;
Reino Unido: 0,6%;
Canadá: 0,5%;
África do Sul: 0,4%;
União Europeia: 0,3%;
Itália: 0,2%;
França: 0,2%;
México: 0,2%;
Turquia: 0,1%;
Alemanha: -0,1%;
Coreia do Sul: -0,2%

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Produção industrial recua 1,4% em julho; crescimento no ano é de 3,2%

A produção industrial brasileira teve um recuo de 1,4% em julho na comparação com o mês de junho deste ano, quando houve crescimento de 4,3% da atividade, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o mês de julho do ano passado, o desempenho da indústria cresceu 6,1% e no acumulado de janeiro a julho, a produção industrial cresceu 3,2%.

Segundo o IBGE, o crescimento de 6,1% entre julho deste ano e julho do ano passado foi decorrente dos resultados positivos em quatro das quatro grandes categorias econômicas, 21 dos 25 ramos, 60 dos 80 grupos e 67,3% dos 789 produtos pesquisados. Entre as atividades, as influências positivas foram registradas por veículos automotores, reboques e carrocerias, com crescimento nesse período de 26,8%.

Produtos químicos cresceram 10,5%, impulsionados, em grande medida, pela maior produção dos itens automóveis, caminhão-trator para reboques e semirreboques e veículos para o transporte de mercadorias e caminhões. Também tiveram desempenho positivo a produção da indústria de fungicidas para uso na agricultura, tintas e vernizes para construção, desinfetantes, herbicidas para plantas, fertilizantes químicos das fórmulas NPK (Nitrogênio, Potássio e Fósforo), inseticidas para uso na agricultura e polietileno.

Também são destaques da produção industrial na comparação de julho de 2024 com julho de 2023,  os produtos de metal com alta de 13,9%, equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, com alta de 24,4%, produtos de borracha e material plástico, com alta de 11,6% e máquinas e equipamentos, 10,8%. Contribuíram positivamente, ainda, a produção de móveis, com alta de 26,9%; artefatos de couro, artigos para viagem e calçados, com alta de 14,3% e produtos farmoquímicos e farmacêuticos, com 7,2%.

Avaliação

Segundo a Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp), a redução da produção industrial em julho, em 1,4%, foi registrada após um forte crescimento verificado em junho. Portanto, houve uma acomodação. Na avaliação por categorias, o destaque foi a continuidade do processo de recuperação do grupo de bens de capital e bens de consumo duráveis.

A primeira categoria, segundo a Fiesp, tem se beneficiado da recuperação da confiança empresarial e do aumento da capacidade instalada da indústria, enquanto na segunda categoria, de bens de consumo, a expansão da renda das famílias contribuiu para o bom desempenho industrial.  A Fiesp mantém a projeção de crescimento de 2,2% para a produção industrial em 2024. (Agência Brasil)

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Nova BMW R12 já está á venda no mercado nacional

Já á venda no Brasil, a nova BMW R 12 chega mesclando um visual clássico com uma condução confortável e o poderoso motor boxer tradicional da marca. A nova motocicleta da marca alemã vem com motor boxer de 1.170 cilindradas, que entrega 95 cavalos de potência a 6.500 rpm e 110 Nm de torque aos 6.000 rpm. O câmbio é de seis marchas e a motocicleta tem tanque de combustível com 14 litros de capacidade, sendo 3,5 litros de reserva.

As dimensões da R12 são generosas. De comprimento são 2,20 m, 0,83 m de largura, 1,1 m de altura e 1,52 m de entre-eixos. O banco do piloto tem altura de 0,75 m e o modelo pesa 227 kg em ordem de marcha.

O visual aposta nas linhas de uma motocicleta clássica com uma pilotagem confortável e em posição relaxada, graças ao banco baixo e o guidão largo. O design é clean e as linhas harmônicas, com uma pegada retrô-moderna bastante instigante. O escapamento com saída dupla e traseira curta dão o tom de esportividade típico das motos da BMW Motorrad. As rodas são de 19 polegadas na dianteira e 16 polegadas na traseira.

Três versões estão disponíveis no Brasil: BMW R 12, BMW R 12 Cruiser e BMW R 12 Option 719. Disponível na cor preta, a BMW R 12 é a porta de entrada do modelo. Dentre seus equipamentos, destacam-se o ABS Pro otimizado para curvas, controle de pressão dos pneus, controle de tração, controle de freio motor, farol pro com iluminação adaptativa em curvas, modos de pilotagem Rock & Roll, painel TFT de 3,5 polegadas e conectividade, sistema de partida com chave presencial, sistema de frenagem parcial integral, suspensão dianteira invertida e tomada 12v.

A BMW R 12 Cruiser é a versão intermediária do modelo e está disponível na cor vermelha. Ela conta com todos os equipamentos da versão anterior, somados ao assistente de partida em subidas, assistente de trocas de marchas PRO, controle de velocidade de cruzeiro e manoplas aquecidas.

Versão topo de linha da nova BMW R 12, a Option 719 está disponível exclusivamente na cor cinza e conta com todos os equipamentos das versões anteriores, mais alarme antifurto, banco option 719, kit passageiro, rodas raiadas pretas Option 719 e detalhes com acabamentos fresados Option 719, como manetes, pedais, espelhos na ponta do guidão e tampas do cabeçote. Todas as versões têm três anos de garantia.

Preços de lançamento
BMW R 12 R$89.900,00
BMW R 12 Cruiser R$94.900,00
BMW R 12 Option 719 R$105.900,00

 

 

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Coluna Fernando Calmon — Quem ganhou e quem perdeu no primeiro semestre do ano

Coluna Fernando Calmon nº 1.311 — 24/7/2024

 

Quem ganhou e quem perdeu no primeiro semestre do ano

Na classificação entre os 16 segmentos do mercado brasileiro, estudo tradicional organizado desde 1999, a novidade é o desempenho dos híbridos e elétricos chineses. O elétrico Seal, por exemplo, dominou quase 90% entre os sedãs grandes. BYD emplacou 21% entre os híbridos com o Song Plus e 31% dos elétricos com o Dolphin. No entanto, todos os modelos elétricos somados representaram apenas 2,9% do total das vendas.

Outros modelos predominantes no mercado que alcançaram mais de 50% de participação foram Corolla (72%), BMW Séries 3/4 (68%), Strada (56%) e 911 (54%). Ainda merecem destaques os BMW M2 e M3/M4 que somados responderam por 55% entre os esportivos.

As disputas pela liderança continuaram muito fortes. Mas enquanto o Polo consolidou-se entre os compactos, outro produto da marca alemã por muito pouco deixou de seguir na ponta, pois o T-Cross somou 11,5% das vendas contra 11,2% do Creta. Foram apenas 987 unidades de diferença no semestre ou 164 unidades por mês em média.

Outras lutas equilibradas: Compass (31%) e Corolla Cross (30%) com uma diferença média de 157 unidades a cada mês. Os chineses por seu lado protagonizaram uma boa batalha entre os híbridos. Song Plus venceu o H6 por uma diferença mensal de 166 unidades. Dolphin Mini, entre os elétricos, ficou apenas dois pontos percentuais atrás do Dolphin ou 92 unidades por mês ao longo do semestre. Graças à chegada do Dolphin Mini de cinco lugares, agora em agosto, o compacto deve liderar no balanço final de 2024.

Ranking da coluna tem critérios próprios e técnicos com classificação por silhuetas. Referência principal é distância entre eixos, além de outros parâmetros. Sedãs de topo (baixo volume) e monovolumes (oferta reduzida) ficam de fora. Base de pesquisa é o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Citados apenas os modelos mais representativos (mínimo de dois) e de maior importância dentro do segmento. Compilação de Paulo Garbossa, da consultoria ADK.

Hatch subcompacto: Mobi, 48%; Kwid, 38%; Dolphin Mini, 14%. Elétrico entra na disputa.

Hatch compacto: Polo, 26%; Onix, 19,4%; HB20/X, 18,7%; Argo, 17,7%; Yaris, 6%; C3, 4,5%; 208, 4,4%; City, 3%. Líder Polo avançou.

Sedã compacto: Onix Plus, 30%; Cronos, 17%; Virtus, 15%; HB20S, 14,8%; Yaris, 10%; City, 6,2%; Versa, 6%; Logan, 1%. Onix Plus ainda firme.

Sedã médio-compacto: Corolla, 72%; Sentra,11%; Jetta, 7%. Corolla longe de ameaças.

Sedã médio-grande: BMW Série 3/4, 68%; Mercedes Classe C, 17%; Audi A5/S5/RS5, 5,5%. Mantida folga dos BMW.

Sedã grande: Seal, 87%; Panamera, 8%; Taycan, 3%. Elétrico Seal, amplo domínio.

Esportivo: BMW M2, 29%; BMW M3/M4, 26%; Mustang, 20%. BMW se impôs.

Esporte: 911, 54%; 718 Boxster/Cayman, 34%; Corvette, 4%. Território consolidado Porsche.

SUV compacto: T-Cross, 11,5%; Creta, 11,2%; Tracker, 10,6%; Kicks, 10,3%; Nivus, 9,5%; Renegade, 8,6%; HR-V, 8%; Fastback, 8%; Pulse, 7%; Tiggo 5x, 5%; Duster, 4%; T-Cross quase perde a ponta.

SUV médio-compacto: Compass, 31%; Corolla Cross, 30%; Tiggo 7, 13%. Compass sob ameaça.

SUV médio-grande: Song Plus, 19%; H6, 17%; SW4, 15%. Novo líder é híbrido plugável.

SUV grande: Cayenne, 21%; BMW X5/X6, 19%; XC90, 13%. Cayenne volta à ponta.

Picape pequena: Strada, 56%; Saveiro, 24%; Montana, 13%. Nada ameaça Strada.

Picape média (carga 1.000 kg): Toro, 23%; Hilux, 22%; Ranger, 13%. Toro por um fio.

Híbridos: Song Plus, 21%; H6, 19%; Corolla Cross, 15%. Liderança apertada.

Elétricos: Dolphin, 31%; Dolphin Mini, 29%; Ora 3%, 12%. Amplo domínio BYD.

 

Marcas no exterior desaceleram planos para elétricos

Não se trata de movimento generalizado ou muito profundo, porém denota prudência entre os fabricantes que se apegaram com grande ardor ao lançamento de vários modelos de VE (veículos elétricos) ao redor do mundo. O fato de desaceleração das vendas, que ocorre este ano, acendeu uma luz amarela com tendência para vermelho.

Mesmo na China, onde há a maior concentração de produção de VE no mundo, já se conclui que há marcas demais apostando todas as fichas. O suporte do governo com subsídios explícitos ou ocultos pode arrefecer sem aviso prévio. A ordem agora é exportar a qualquer custo. Pode ser um sinal de que o mercado interno não permaneceria tão exuberante e a atual guerra de preços pode dizimar muitos fabricantes estimados em mais de 100.

Cautela parece ser palavra de ordem e não faltam exemplos. A Ford foi uma das primeiras a comunicar mudança de planos tanto nos EUA quanto na Europa. No continente europeu a empresa americana admitiu que as ações eram ambiciosas demais. Marin Gjaja, CEO de eletrificação, disse que os clientes da marca deixaram antever este cenário. Nos EUA, já se tinha anunciado que uma fábrica projetada para veículos elétricos irá produzir mesmo picapes com motor a combustão.

A Porsche reconheceu seu otimismo além da conta. Agora admitiu um ajuste às respostas sinalizadas pelos compradores. No semestre recém-encerrado a queda nas vendas do Taycan, seu primeiro elétrico, foi de 51% na Europa, EUA e China. Aqui, vendeu apenas 69 unidades no primeiro semestre, apesar de que em 2021 tornou-se o primeiro modelo elétrico a liderar um segmento (sedãs grandes) no ranking da coluna.

Mercedes-Benz, altamente entusiasmada com VE, também mudou de ideia e decidiu olhar para híbridos plugáveis. BMW sempre disse continuar a fornecer o que o mercado pede e isso inclui modelos com motores de combustão interna (MCI).

A GM igualmente voltou atrás e decidiu investir em modelos híbridos plugáveis em tomada nos EUA. A filial brasileira pegou o gancho da matriz e anunciou híbridos convencionais para os mercados interno e externo. Stellantis e VW já seguiam a mesma diretriz. Elétricos, claro, estão nos planos das três maiores, embora nenhuma acene uma previsão de data.

Neste cenário confuso quem se destaca positivamente é a Renault que criou a divisão Horse específica para MCI. CEO do grupo francês, Luca de Meo, tem insistido junto à União Europeia que o ano de 2035 fixado para o fim das vendas de MCI necessita de “flexibilidade”.

Polo GTS resgata clássico modo de dirigir com alma

Refinamento do Polo GTS é parte do sucesso do hatch que assumiu e manteve a liderança neste segmento (21% do total do mercado) que só perde em importância para os SUVs compactos (25%). Esta versão tem preço de R$ 153.790, realmente salgado, e se torna um limitador em suas vendas para algo em torno de 5% da linha.

Para começar, o motor turbo flex, 1,4-L, 150 cv e 25,5 kgf·m (ambos os combustíveis) é suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em 8,3 s, mais rápido entre os hatches. O câmbio é automático epicíclico de seis marchas e trocas por borboletas no volante. Câmbio manual descartado reflete os tempos atuais. Não chega a colar as costas no banco, porém garante uma diferenciação frente aos outros hatches. Instigante mesmo, o ronco do motor.

As suspensões mais firmes com molas, amortecedores e barra antirrolagem específicas para esta versão dão conta do recado, sem que chegue a incomodar quanto ao conforto de marcha. Necessário ter algum cuidado adicional com buracos em razão dos pneus de perfil baixo 205/45 R18. Velocidade máxima declarada de 205 km/h.

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BMW vai aumentar os pontos de carga pública na América Latina

O grupo alemão BMW decidiu investir 724 mil euros na América Latina (distribuídos na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, México, Panamá e Peru), com o objetivo de fortalecer a rede de carga pública para veículos eletrificados na região.

Através desse investimento, os usuários de automóveis eletrificados da BMW e Mini, assim como motocicletas elétricas da BMW Motorrad, terão acesso a mais pontos de carga em vias públicas.

“Para o BMW Group, o futuro é elétrico, digital e circular; é por isso que estamos comprometidos em reforçar e impulsionar essa estratégia na região. Todo modelo BMW e Mini vendido na América Latina é acompanhado de um carregador pessoal ou corporativo, e já somamos mais de 65 mil pontos de carga na casa ou no escritório de nossos clientes. Além dessas ações, buscamos continuar apoiando o investimento em carregadores em vias públicas como líder em mobilidade elétrica no segmento Premium e proporcionar soluções para nossos clientes que escolhem a eletromobilidade”, comentou Reiner Braun, Presidente e CEO do BMW Group América Latina. “Este ano celebramos 10 anos de vendas de carros elétricos na América Latina e continuaremos impulsionando a mobilidade Premium. Hoje, são 9 modelos puramente elétricos disponíveis na América Latina e outras 9 opções híbridas plug-in,” reforça o executivo.

A abertura tecnológica é fundamental no BMW Group, com recorde de vendas em elétricos e híbridos. A marca BMW se mantém como a marca premium preferida na região, com 20.678 veículos entregues de janeiro a junho; enquanto a Mini alcançou 3.344 vendas no mesmo período.

Nesta primeira metade do ano, as vendas de modelos eletrificados da marca BMW chegaram a um total de 4.703 unidades vendidas (+22%). Os modelos puramente elétricos alcançaram a marca de 1.584 unidades (+43%), um recorde. As vendas de modelos híbridos plug-in foram as maiores da história da companhia na América Latina, chegando a um total de 3.119 unidades (+13%). A MINI começou forte com a chegada da nova geração de modelos e fechou esta primeira metade do ano com 720 unidades vendidas de modelos eletrificados, da mesma forma que no ano anterior, sendo 9,2% de modelos puramente elétricos.

A instalação de carregadores em vias públicas será realizada com diferentes parcerias nos diversos mercados.

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Coluna Fernando Calmon — Imposto Seletivo inclui até carros elétricos e híbridos

Coluna Fernando Calmon nº 1.309 — 9/7/2024

Imposto Seletivo inclui até carros elétricos e híbridos

Também conhecido dentro da reforma tributária em tramitação final no Congresso Nacional pelo apelido “imposto do pecado” por mirar em bens e produtos que afetem o meio ambiente ou a saúde humana, na realidade faz parte da histórica alta tributação sobre veículos no Brasil. Para se ter ideia, só a partir de 2008 bens de produção como caminhões médios e pesados ficaram isentos do IPI. Antes apenas ônibus escapavam do IPI.

Por mais argumentos que se apresentem dificilmente serão levados em consideração, o que mantém o Brasil de longe campeão mundial de impostos sobre automóveis. No caso os poderes Executivo e Legislativo mantêm-se de mãos dadas. O enquadramento de carros elétricos e híbridos no Imposto Seletivo, porém, foi proposto pelo Executivo com apoio incondicional do Legislativo.

Não se pode negar que o recente programa Mover traz incentivos fiscais aos fabricantes e fornecedores que se comprometeram a investir em tecnologia e diminuição da pegada de CO2. A adesão de 89 empresas do setor foi quase imediata. Na realidade ainda que automóveis fossem movidos por vento, logo se encontraria um jeito de taxá-los de forma pesada pelo alto valor agregado e facilidade de arrecadação.

Um nível de carga tributária semelhante à média europeia já estaria de bom tamanho. Todavia, a participação dos tributos sobre automóveis no preço ao consumidor no Brasil é, nominalmente, 63% superior aos que os europeus pagam, 200% mais que os japoneses e 285% que os americanos.

Elétricos e híbridos voltaram à berlinda com o pleito da Anfavea de que o Imposto de Importação (I.I.), que vem sendo elevado paulatinamente até 2026, passe a 35% desde já. Isso foi interpretado, com razão, como uma quebra de regras. Mas o mundo está mesmo muito confuso. Ninguém poderia imaginar EUA e países da União Europeia sobretaxando importações de veículos elétricos de um único país, a China. Então essa é uma quebra de regras “seletiva”. Os chineses querem provar que não fomentam subsídios. Entretanto, há fortes indícios de que isso ocorre de forma escamoteada e muitas vezes indireta, a exemplo do frete marítimo.

Em outro movimento, a Volvo, cujos 79% de seu capital pertencem à chinesa Geely, passou a cobrar uma tarifa altíssima de R$ 4,00 o kW·h (dobro da média) para todo elétrico no Brasil que não for de sua marca. Quase metade era de modelos da conterrânea BYD, que investe em infraestrutura de recarga, todavia com rede atual bastante limitada.

Vendas vão bem no primeiro semestre, mas produção encolhe

Enquanto o mercado interno continua subindo de forma constante, a produção enfrenta grandes dificuldades em 2024. O balanço da Anfavea indicou que no mês passado as vendas diárias atingiram o bom nível médio de 10.715 unidades. No acumulado do ano, 14,4% a mais que igual período de 2023.

Ainda assim, a entidade revelou-se menos otimista que a Fenabrave. A representante das concessionárias prevê em 2024 crescimento de 14,7% e a dos fabricantes, 10,9% para 2,560 milhões de autoveículos. Tudo ainda muito longe do recorde, incentivado por IPI zerado em 2012, com 3,802 milhões de unidades

Já a produção que alimenta os mercados interno e externo não vai bem. Há previsão de avanço de apenas 4,9%, impactada por uma queda nas exportações de 20,8%. O Brasil enfrenta perda de participação em praticamente todos os países. Entretanto, a produção pode ser menor que a prevista, se o governo mantiver a baixa taxação do I.I. sobre elétricos e híbridos no cronograma atual até 2026.

Ciro Possobom, CEO da VW, participou do evento na Anfavea e informou que importações subsidiadas de elétricos e híbridos só este ano atingirão R$ 2,2 bilhões. Isso equivale à venda de 275.000 carros de entrada. O problema é o governo mudar, como aconteceu nos EUA e na Europa, porque a China é o maior comprador de produtos agrícolas do País. A conferir.

Novo MINI Cooper S entrega maior desempenho

A atualização visual do MINI, em um primeiro momento, pode ser algo impactante e além do necessário. O conjunto acaba por agradar, apesar da grade de grandes dimensões e lanternas traseiras que fogem do desenho tradicional da marca inglesa de propriedade da BMW há 24 anos.

No interior, nível de acabamento muito bom com destaque para o volante de dois raios e uma pequena tira de tecido que simula um inexistente terceiro raio. A tradição se mantém ao eliminar o quadro de instrumentos convencional, substituído por uma tela tátil circular de 9,5 pol. de diâmetro bem no centro do painel. Exige certa adaptação ao desviar o olhar, contudo um mostrador projetado no para-brisa já ajuda, embora deixa algo a desejar em nitidez. Banco traseiro é mais adequado para crianças.

Roteiro de avaliação por estradas sinuosas em torno de Campos do Jordão (SP), onde o MINI confirma qualidades dinâmicas de alto nível, como manda a tradição. O motor turbo de origem BMW teve potência e torque aumentados, de 192 para 204 cv e de 28,5 kgf·m para 30,6 kgf·m.

Aceleração de 0 a 100 km/h em 6,6 s garante que ninguém ficará insatisfeito, mas faz falta a troca manual das sete marchas do câmbio automatizado de duas embreagens. Descartou-se o ajuste de firmeza dos amortecedores no modo Sport da geração anterior, no entanto o comportamento em curvas continua irrepreensível. Preços: R$ 239.990 a R$ 269.990.

Ranger Raptor: exclusividade e alto desempenho

Uma picape que enfrenta trilhas ou terrenos ruins com a desenvoltura igual ou até superior aos utilitários tradicionais ou SUVs com alta aptidão fora-de-estrada. Na Raptor, no entanto, é difícil resumir todas suas competências já que as diretrizes de projeto são holísticas ao demonstrar qualidades também no asfalto.

Em geral, encarar as trilhas mais difíceis requer, além de conhecimento técnico e experiência, ter mais atenção, mais jeito e estar pronto para enfrentar os desaforos que se sucedem. Até agora apenas os utilitários se saiam bem. A começar pelo motor V-6, gasolina, 397 cv e 59,5 kgf·m capaz de entregar alto desempenho (0 a 100 km/h em 6,6 s) com a suavidade que os melhores motores Diesel ainda deixam a desejar apesar do ótimo nível atual.

As suspensões em modo off road permitem superar dificuldades do roteiro com ajuda dos amortecedores Fox de funcionamento ativo. É possível ignorar quase todas as lombadas naturais ou artificiais do percurso de teste e ter a picape sempre na mão. Destacam-se também os níveis de assistência de direção (normal, conforto ou esporte) e até o ronco do escapamento (silencioso, normal, esporte ou off-road). Todas essas funções são ativadas por botões dedicados nos raios do volante.

Outros destaques: amplo curso da suspensão reforçada (vão livre 272 mm), pneus grandes All-Terrain (285/70R17) que, obviamente, limitam a velocidade máxima a 180 km/h, pontos de ancoragem e protetores onde precisam estar, câmbio automático de 10 marchas, bloqueio nos diferenciais dianteiro e traseiro, controle de cruzeiro off-road (mantém velocidade escolhida em descida ou subida), muito boa geometria off-road (ângulos de entrada, saída e central) e câmeras 360° para auxiliar na trilha. Por fim, destaque para os bancos dianteiros com ótima sustentação lateral e sem dureza exagerada.

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No próximo domingo tem mundial de Endurance em Interlagos

Ao mesmo tempo em que reúne montadoras icônicas como Ferrari, Porsche, Lamborghini, BMW e Aston Martin, o Campeonato Mundial de Endurance tem outra característica bastante importante e que o torna singular no universo do automobilismo: a alta representatividade em seu grid, com pilotos oriundos dos cinco continentes. A Rolex 6 Horas de São Paulo reúne um contingente diverso, com bandeiras de 29 países diferentes neste fim de semana em Interlagos.

Palco do FIA WEC nesta quinta etapa da temporada 2024, depois de dez anos sem receber a competição, o Brasil estará na pista com dois pilotos na classe LMGT3: o curitibano Augusto Farfus, que corre pelo Team WRT com a BMW M4 LMGT3 #31; e o carioca Nicolas Costa, competidor da United Autosports a bordo da McLaren 720S Evo LMGT3 #59.

A América do Sul terá outros dois pilotos no grid em Interlagos. José María ‘Pechito’ López, vencedor das 24 Horas de Le Mans e campeão do FIA WEC em 2021 com a Toyota Gazoo Racing, volta ao volante do Lexus RC F LMGT3 #87 da Akkodis ASP Team, enquanto o chileno Nicolás Pino, de somente 19 anos, faz sua temporada de estreia no Mundial de Endurance como piloto da United Autosports a bordo da McLaren 720S Evo #95.O continente americano traz ainda dois pilotos canadenses — Antonio Serravalle, da Isotta Fraschini, na classe Hypercar, e Zacharie Robichon, da Proton Competition, na LMGT3. São três norte-americanos: Ian James, da Heart of Racing Team; Simon Mann, da Vista AF Corse; e Ryan Hardwick, da Proton Competition e companheiro de equipe de Robichon. Por fim, Aliaksandr Malykhin (Manthey Pure Rxcing, classe LMGT3) corre com a bandeira de São Cristóvão e Nevis e licença do país insular caribenho.

Pilotos

O FIA WEC abrange também três competidores africanos: os sul-africanos Sheldon Van der Linde (BMW M Team WRT, na Hypercar) e o irmão, Kelvin Van der Linde (Akkodis ASP Team), além do angolano Rui Andrade (TF Sport), os dois últimos inscritos na LMGT3.

Nação de enorme tradição no automobilismo, o Japão terá cinco pilotos em Interlagos, com destaque para Kamui Kobayashi e Ryo Hirakawa, campeões do FIA WEC com a Toyota Gazoo Racing na classe Hypercar. A China é representada pelo jovem Yifei Ye, que compõe o trio da AF Corse com a Ferrari 499P da principal categoria do campeonato.

A Ásia ainda tem no grid Ahmad Al Harthy, de Omã, no Oriente Médio. O piloto é um dos companheiros de equipe de Valentino Rossi na BMW M4 LMGT3 #46. O outro carro da equipe belga, que tem Augusto Farfus como um dos competidores, traz mais um asiático: Sean Gelael, da Indonésia. E Carl Wattana Bennett, piloto da Isotta Fraschini, tem dupla nacionalidade: norte-americano de nascimento, o competidor defende a bandeira tailandesa no FIA WEC, enquanto Robert Shwartzman estampa o pavilhão de Israel na Ferrari 499P #83 da AF Corse na Hypercar.

A Oceania é bem representada no grid da Rolex 6 Horas de São Paulo. A Nova Zelândia tem os campeões mundiais Earl Bamber (Cadillac Racing) e Brendon Hartley (Toyota Gazoo  Racing), enquanto a Austrália acelera com Matt Campbell (Porsche Penske Motorsport) e Yasser Shahin (Manthey EMA), um dos líderes do campeonato na LMGT3.

O maior contingente

Berço do automobilismo e também do FIA WEC, a Europa é o continente que reúne o maior número de pilotos e também de países neste fim de semana da Rolex 6 Horas de São Paulo.

Estarão alinhadas em Interlagos as bandeiras de Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, França, Grã-Bretanha, Países Baixos, Irlanda, Itália, Noruega, Polônia e Suíça.

A França é o país com maior representatividade no Campeonato Mundial de Endurance. Em São Paulo, 18 gauleses vão correr pela vitória. Outra nação com muitos pilotos em ação é a Itália, com 13, enquanto a Grã-Bretanha terá 12 competidores na pista.

Programação
Sexta-feira, 12 de julho

10h45 – Treino Livre 1 (90 minutos)
13h45 – Entrevista coletiva oficial FIA WEC
15h15 – Treino Livre 2 (90 minutos)
17h00 – Pit Walk

Sábado, 13 de julho
10h30 – Treino Livre 3 (60 minutos)
12h00 – Pit Walk
12h05 – Sessão de autógrafos
14h30 – Classificação GT3
14h50 – Hyperpole GT3
15h10 – Classificação Hypercar
15h30 – Hyperpole Hypercar
16h00 – Entrevista coletiva pós-classificação FIA WEC

Domingo, 14 de julho
08h40 – Pit Walk
08h45 – Sessão de autógrafos
08h55 – Desfile de Ferrari
09h20 – Desfile de Porsche
09h45 – Desfile dos pilotos FIA WEC
11h30 – Rolex 6 Horas de São Paulo – largada
18h25 – Entrevista coletiva pós-corrida

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BMW Motorrad apresenta novas motocicletas no International GS Trophy 2024

As novas motocicletas BMW R 1300 GS Trophy Competition e BMW F 900 GS Trophy Marshal, que irão estrear no BMW Motorrad International GS Trophy 2024, na Namíbia. Entre 15 e 20 de setembro de 2024, 22 equipes, incluindo seis femininas e 16 masculinas, enfrentarão o desafiador deserto da Namíbia em busca do cobiçado troféu.

A estrela da competição da marca alemã, será a BMW R 1300 GS Trophy Competition,  que foi criada sob medida para enfrentar os terrenos mais extremos. Com um  motor boxer e equipada com barras de proteção e pneus off-road, está pronta para devorar qualquer desafio.

 

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Nova BMW X2 chega totalmente renovada e com uma opção 100% elétrica

De uma só vez, a BMW do Brasil  apresentou quatro modelos muito especiais: Mini Countryman SE ALL4, Cooper S, X2 e iX2. São dois 100% elétricos e dois a combustão. O conceito do SAV –  Sports Activity Coupé foi lançado pela marca alemã há 17 anos e se tornou uma referencia mundial.

BMW X2

Os novos BMW X2 e BMW iX2 têm um design muito atraente, moderno e acabamento muito sofisticado, uma característica da marca. O novo modelo também marca a importante diferenciação do modelo X1. Como um coupé, onde as linhas têm caimento acentuado do teto, novo BMW X2 cresceu 19,4 cm em comprimento em relação ao seu antecessor, chegando a 4,55 m de comprimento. Nas demais medidas, o modelo aumentou 2,1 cm em largura (totalizando 1,84 m), mais 6,4 cm em altura (1,59 m) e 2 cm no entre-eixos (2,69 m). Com todas essas alterações, o X2 teve uma sensível melhora no espaço interno. Qualquer um dos quatro passageiros, têm uma ótima acomodação e conforto. O porta-malas, assim como orestante do interior, também é generoso: 560 a 1.470 litros, dependendo do rebatimento dos bancos e no iX2, 525 e 1.400 litros. O menor espaço no modelo elétrico se deve por conta das baterias.

Design

Até de longe é possível identificar que alí está uma legitimo BMW. A grade tradicional em forma de dois rins quase hexagonal, utilizada pela primeira vez no segmento compacto premium – é equipada com a iluminação de contorno BMW Iconic Glow. Os faróis são de LED adaptativos. A frente é muito bonita e agressiva.

A linha do teto, que flui ao longo de um caminho ininterrupto até a traseira, cria uma silhueta esbelta em formato de coupé. A traseira, assim como a frente, é também bonita e muito elegante. As caixas de rodas dão visual mais musculoso ao modelo e as lanternas e o spoiler da tampa do porta-malas, dão um visual muito esportivo. As rodas são de 20 polegadas nas variantes a combustão e elétrica, cada um com um desenho exclusivo. O conjunto como um todo é muito harmonioso.

O interior, não menos caraterístico da marca, tem um acabamento sofisticado e muito agradável.  Tanto o modelo a combustão quanto o eétrico são muito semelhantes. Logo que se entra no X2 o que chama á atenção é o grande BMW Live Cockpit Professional, uma incrível tela curvada — composta por duas peças, de 10,25” (painel de instrumentos) e 10,7” (multimídia). É o mesmo equipamento utilizado no BMW X1/iX1, equipado com o novo Sistema Operacional 9, que exibe as informações de maneira atraente e intuitiva. A única diferença entre X2 e iX2 fica para os paddle-shifts, utilizado no X2 a combustão para troca de marchas e no iX2 para ativar o boost temporário de potência.

Na parte frontal do console central estão dois porta-copos e uma bandeja para smartphone com iluminação indireta e carregamento sem fio.
Motores

A motorização a combustão é o já conhecido motor de quatro cilindros  TwinPower, de  2,0 litros, turbo, que entrega 204 cavalos e 300 Nm de torque. A transmissão é automática Steptronic de 7 marchas. Esse conjunto faz o X2 acelerar de 0 a 100 Km/h em 7,4 segundos e atingir a velocidade máxima de 231 km/h.

Já o elétrico é movido por dois motores, localizados um em cada eixo, resultando em uma tração integral xDrive. Juntando os dois motores, a potência é de 230 kW / 306 cavalos e um torque espetacular de 494 Nm. Quando o motorista desejar um pouco mais de potência, pode acionar o  boost temporário, numa borboleta atrás do volante, e terá por 10 segundos, uma potência extra de 7 cavalos. O modelo iX2 acelera de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos e a velocidade máxima de 180 km/h. Posicionada no assoalho, a bateria de alta tensão do BMW iX2 tem capacidade total de 64,8 kWh. São até 337 km de alcance, de acordo com o Inmetro.

Carga

O BMW iX2 carrega 100% de sua bateria em 6h30m na BMW Wallbox configurada em 11 kW. Para garantir a recarga em casa e em viagens, um carregador de alta potência acompanha o carro: o carregador Flex Charger portátil, que oferece potência de até 11 kW. O carregador possui padrão de tomada tipo-2, internacional, compatível com todos os veículos BMW e de outras marcas. Para recarga em carregadores ultrarrápidos de 100 kW, são necessários 38 minutos para recarregar de 10 a 80%, faixa de recarga mais comum em deslocamentos.

Moderno

No quesito conectividade, os novos BMW X2 e iX2 conta com o BMW ConnectedDrive, que fornece serviços como: Chamada de Emergência Inteligente, aviso de manutenção por telemetria, navegação com informação de trânsito em tempo real, portais de notícias, clima e aplicativos. Destaque para Digital Key plus que substitui as chaves físicas do veículo para a abertura das portas. Contando com a mais nova, rápida e segura tecnologia, chamada de UWB (banda ultra larga), não há mais a necessidade de aproximar o smartphone ou smartwatch da maçaneta do veículo para abri-lo e do carregador sem fio no console para ligar o motor. A tecnologia está disponível para modelos compatíveis da Apple e Samsung. O cliente também pode compartilhar chaves de forma totalmente digital, por envio de mensagem.

Há ainda os serviços remotos que podem ser acionados a partir do app My BMW, como trancar e destrancar as portas, buzinar, climatizar, localizar o veículo e enviar destinos diretamente ao sistema de navegação. Ainda é possível utilizar aplicativos de smartphones, com preparação para Apple CarPlay e Android Auto sem fio.

Entre os equipamentos disponíveis, sistema Parking Assistant Plus (que auxilia o motorista a estacionar), ar-condicionado com controle digital automático, BMW Comfort Access 2.0 (destrava e acende luzes de boas-vindas ao se aproximar do carro e tranca o veículo ao se afastar sem necessidade de encostar na chave, além de possibilitar a abertura do porta-malas através da aproximação do pé no para-choque traseiro), Driving Assistant Professional (assistente de condução inteligente em situações de trânsito lento ou em longos deslocamentos, informando o motorista, por meio de alertas visuais e sonoros, mudanças involuntárias de faixa de rolamento e controle e prevenção de aproximação frontal, entre outras funções), Head-Up Display, teto solar panorâmico e sistema de som Harman Kardon.

Há ainda o Assistente Pessoal Inteligente BMW (Intelligent Personal Assistant, capaz de executar inúmeras funções no veículo ou explicar o funcionamento de equipamentos, sendo ativado por comando de voz com a frase “Olá BMW”, ou qualquer outra frase que for programada pelo motorista. O modelo pode ainda se conectar com a Amazon Alexa e casas inteligentes, além de estar apto para receber atualizações remotas de software quando disponíveis.

O BMW Service Inclusive (BSI) é um programa que oferece serviços de manutenção de veículos BMW, com cobertura mundial na rede de concessionárias autorizadas, sem custo adicional dos serviços cobertos.

Preços
BMW X2 xDrive20 M Sport – R$ 388.950,00
BMW iX2 xDrive30 M Sport – R$ 443.950,00

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