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Na tentativa de se recuperar no mercado premium, Audi lança novos modelos

Depois de liderar por décadas o mercado brasileiro de veículos premium e hoje perder para todas as concorrentes, a Audi do Brasil tenta, sem sucesso, recuperar terreno e lança na semana que vem dois modelos: o A5 sedan e o A6 e-Tron.

O novo sedã, que chega em versão única, vai substituir o modelo A4 (?), e custará R$ 380 mil. O sedã já está á venda, apesar das entregas serem somente em setembro.

Já o sportback A6 e-tron, 100% elétrico, se destaca pelo design elegante, esportivo e possui uma autonomia de até 625 quilômetros. O modelo também dispõe da versão Avant (perua) que não deve vir para o Brasil. O preço é de R$ 650 mil.

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Coluna Fernando Calmon — Embate entre Anfavea e BYD é resolvido

Coluna Fernando Calmon nº 1.362 — 29/7/2025

 

Embate entre Anfavea e BYD resolvido, afinal, pelo governo

O desentendimento entre fabricantes associados à Anfavea e a BYD mostrou que o mercado brasileiro tem relevância e desperta choques de interesse. Em termos de produção a OICA (Organização Internacionais dos Fabricantes de Autoveículos) apontou o Brasil como sétimo maior produtor mundial em 2024, com 2.549.595 automóveis e veículos comerciais. Na classificação por tamanho do mercado o País aparece em sexto (atrás de China, EUA, Japão, Índia e Alemanha): 2.634.904 unidades.

Portanto, não se devem estranhar os manifestos que pontuaram os dias anteriores à reunião do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex), em 30 de julho. Anfavea começou por relembrar que o setor automobilístico gera 1,3 milhão de empregos diretos e indiretos e representa um dos pilares da economia nacional. Teve impacto ainda maior a carta enviada ao presidente da República pelos presidentes de quatro fabricantes: Ciro Possobom, Volkswagen; Emanuele Cappellano, Stellantis; Evandro Maggio, Toyota e Santiago Chamorro, General Motors.

“A possível aprovação de incentivos à importação de veículos semidesmontados (SKD) ou desmontados (CKD) impacta a competitividade da produção local e reduz o valor agregado nacional, além de ameaçar empregos, inovação e a engenharia brasileira.”

BYD respondeu com a deselegância de sempre: “Porque se os dinossauros estão gritando, é sinal de que o meteoro está funcionando”. A empresa deve entender bem de dinossauros porque em pleno Século XXI foi flagrada com empregados trazidos da China e tratados com métodos análogos à escravidão, conforme o Ministério Público do Trabalho da Bahia.

A Gecex-Camex acabou por deliberar uma solução intermediária, mas se não atendeu totalmente o pleito da Anfavea, chegou perto. Quanto à BYD, ela terá que se limitar a uma cota (US$ 463 milhões/R$ 2,55 bilhões), até janeiro de 2026, de isenção do Imposto de Importação para CKD e SKD. Híbridos e elétricos CKD passam a recolher imposto de importação de 35% a partir de janeiro de 2027, não mais em julho de 2028. Portanto, 18 meses antes.

Incertezas sobre alternativas de propulsão

A Stellantis anunciou que desistiu do hidrogênio (H2) em substituição ao diesel em furgões de carga de porte grande e médio na Europa, como já acontecido com a Renault. As justificativas são óbvias: preço elevado, rede de abastecimento mínima, custos altos de desenvolvimento e desempenho baixo. Além disso, o H2 majoritariamente obtido de fontes fósseis não resolve a necessidade de desenvolver alternativas viáveis ao petróleo.

Honda descontinuou o Clarity a hidrogênio em 2022, porém tem planos para 2027. Resta o sedã Toyota Mirai elétrico abastecido a hidrogênio, lançado em 2012. Comenta-se que o modelo talvez seja discretamente abandonado, em algum momento. A pilha a hidrogênio (fuel cell, em inglês) em alternativa à bateria dos elétricos enfrenta previsões duvidosas, apesar de BMW, Hyundai e a própria Toyota não terem desistido.

Mesmo veículos 100% elétricos ainda se sujeitam a incógnitas. A Ferrari, por exemplo, deve lançar seu primeiro modelo desse tipo em 2026. Já programava outra opção em 2028, todavia adiou frente às incertezas. Um relatório recente da agência BloombergNEF destaca que elétricos de alcance estendido (com motor-gerador a gasolina para recarregar a bateria), conhecidos pela sigla em inglês EREV, apresentam alta taxa de crescimento impulsionadas pelo gigantesco mercado chinês, principalmente em cidades afastadas dos grandes centros urbanos.

No entanto BYD e GWM rechaçam a solução EREV. Ambas declaram que não desenvolverão soluções desse tipo, preferindo focar em elétricos e híbridos plenos ou plugáveis na estratégia de transição. Contudo a Academia Chinesa de Engenharia tem outra visão para 2030: EREV e híbridos plugáveis representariam 55% do mercado interno, elétricos convencionais, 45% e carros com motor a combustão, só 15%.

Neste cenário chama atenção a japonesa Mazda. Bateu recorde de vendas nos EUA apenas oferecendo automóveis e SUVs com MCI. Abraçou a I.A. em seus projetos e ainda vai decidir, aparentemente sem pressa, quando partirá para o primeiro elétrico. Toyota e Honda também acabam de desenvolver motores a combustão mais eficientes que os atuais.

Já o chanceler (presidente, na prática) alemão Friedrich Merz critica um projeto da União Europeia que obrigaria locadoras e grandes empresas a comprarem só modelos elétricos, a partir de 2030. Para ele contribuiria para destruir a importante indústria automobilística do bloco europeu.

Geely estreia elétrico EX5 de pegada futurista

A Geely Auto, dona da Volvo, Polestar, Lotus e Zeekr (entre outras), segue estratégia típica de marcas chinesas: SUV elétrico de porte médio e preços competitivos para as duas versões: EX5 Pro, R$ 205.800 e EX5 Max, R$ 225.800. Marca está de volta ao Brasil depois de nove anos, agora em parceria com a Renault e outro patamar tecnológico.

Seu estilo é discreto na traseira e visto de frente faz falta um pouco de audácia. As rodas de 18 ou 19 pol. têm desenho atraente. Dimensões próximas às de SUVs grandes: comprimento, 4.615 mm; entre-eixos, 2.750 mm; largura, 1.901 mm; altura, 1.670 mm. Porta-malas de 461 L, dentro da média do segmento; massa em ordem de marcha compatível com outros elétricos: 1.715 (Pro) e 1.765 kg (Max).

No interior, destaque para a grande tela multimídia de 15,4 pol. com conexão AppleCarPlay (AndroidAuto, só mais adiante). Versão de topo inclui projeção de dados no para-brisa (13,8 pol.), encostos dos bancos dianteiros podem inclinar completamente para trás e incluem massagem, ventilação, aquecimento e memória. O encosto bipartido do banco traseiro também é reclinável

Tração apenas na dianteira, motor com 218 cv e 32,6 kgf·m. Aceleração de 0 a 100 km/h em 7,1 s (Max) e 6,9 s (Pro, 50 kg mais leve). Bateria LFP de 60,2 kW·h suporta recarga rápida e pode fornecer energia para eletrodomésticos, outros veículos ou funcionar como gerador portátil. Alcance, padrão Inmetro (mais rigoroso para não surpreender ninguém), de 413 km (Pro) e 349 km (Max).

Em primeiro contato, de São Paulo ao Autódromo Capuava em Indaiatuba (SP), destacaram-se espaço interno, atmosfera a bordo e respostas imediatas e silêncio de rodagem (típicos de elétricos). Há quatro níveis de regeneração de energia. Suspensão oferece bom equilíbrio entre conforto e estabilidade, além de freios bem dimensionados.

EX5 vem com seis airbags e traz pacote de segurança ativa completo: alerta de colisão, assistente de faixa, controle de cruzeiro adaptativo e câmeras 360º, entre outros (13, no total).

Avaliação dinâmica: BMW M235 xDrive

Após apresentação estática nos boxes de Interlagos, a BMW levou para a pista de testes da Goodyear, em Americana (SP), para uma breve avaliação o sedã-cupê de quatro portas M235 xDrive. Não se trata de ambiente ideal: autódromo ou autoestradas e subida/descida de serras. Mas havia trechos de asfalto seco e molhado artificialmente.

No segundo caso, foi possível avaliar o comportamento em condições específicas no limiar da tração. O controle de tração do sistema XDrive funcionou muito bem. Manteve o carro no skid pad (círculo de derrapagem na pista molhada) sem sair do traçado, uma característica que só a eletrônica de bordo é capaz de garantir. Contudo, sempre há um limite e assim não dispensa atenção ao volante e ao acelerador para evitar abusos na utilização cotidiana.

O carro é bem projetado, agrada quem aprecia dirigir de forma esportiva (quando possível), acelera forte, freia impecavelmente e demonstra comportamento muito seguro em curvas. Tem motor transversal, de quatro cilindros, turbo, 2-L, 317 cv e 40,8 kgf·m, câmbio robotizado de sete marchas e dupla embreagem. Tração é integral e acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,9 s. Diferencia-se pelas quatro saídas de escapamento e um defletor bem pronunciado na tampa do porta-malas.

Preço: R$ 479.950,00
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www.fernandocalmon.com.br

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Nova BMW Série 2 começa as ser vendida este mês no Brasil

A BMW brasileira confirmou da chegada este mês do novo Série 2 Gran Coupé, nas versões M235 xDrive e 220 Gran Coupé M Sport. O novo BMW M235 xDrive tem uma bonita e esportiva carroceria gran coupé e uma motorização de dois litros turbo com 317 cavalos de potência e aceleração de 0 a 100 km/h m menos de 5 segundos.

Já a versão 220 M Sport também é equipado com motor 2,0 litros, mas com 204 cavalos de potência. O BMW M235 será o 10º carro da BMW à venda no Brasil com a assinatura M.

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Estrela do filme do 007 contra GoldenEye, BMW Z3 comemora 30 anos

Não tinha como começar a carreira de maneira melhor do que num filme do agente secreto mais famoso do mundo. No filme 007 contra GoldenEye, o agente secreto James Bond (Pierce Brosnan) tinha como “companheiro” um belíssimo BMW Z3. O carro que aparece no filme está exposto no Museu da BMW, em Munique. Há exatamente 30 anos iniciava a produção do roadster BMW Z3, na fábrica da marca alemã em Spartanburg, nos Estados Unidos. Foi o primeiro modelo da BMW produzido fora da Alemanha e vendeu 297.087 unidades.

Ainda em 1995, foi lançada no mercado americano uma edição limitada chamada Z3 James Bond Edition, com apenas 20 unidades. O sucesso foi tão grande que a produção teve que ser aumentada para 100 carros. No início de 1996, toda a produção anual do Z3 (15.000 unidades) já estava vendida.

Roadster

A carroceria do BMW Z3 foi desenhada por Joji Nagashima, que também criou os traços do BMW Série 5 E39 e do Série 3 E90. O Z3 seguiu a clássica fórmula dos roadsters da BMW: capô longo, traseira curta, balanços reduzidos e posição de dirigir recuada, quase sobre o eixo traseiro.

Sem dúvida, o Z3 foi um digno sucessor, em tamanho compacto, do lendário BMW 507 dos anos 1950. Seu design combinava perfeitamente formas modernas e ousadas com detalhes clássicos como as aberturas laterais (brânquias). Atualmente, o design do BMW Z3 é considerado um clássico atemporal e o modelo conta com clubes de fãs ao redor do mundo.

Motores

Quando foi lançado, o BMW Z3 vinha com motores de quatro cilindros, de 115 cavalos e 143 cavalos. Em abril de 1997, chegou a versão com motor de seis cilindros em linha de 2,8 litros com 193 cavalos. Além disso, a divisão BMW M apresentou o Z3 Roadster M com motor de 3,2 litros e 321 cavalos. Com esse propulsor, o mesmo do BMW M3 E36, o Z3 tornou-se um verdadeiro esportivo de alto desempenho.


Em 1999, já haviam sido vendidas quase 170.000 unidades do Z3, e o modelo recebeu um leve facelift, com uma traseira mais musculosa, novas lanternas traseiras e uma dianteira com faróis de bordas cromadas que lhe davam um visual mais sedutor. Mecanicamente, surgiram novidades como o motor 1,9 litro de 117 cavalos, os seis cilindros 2,0 litros de 150 cavalos e o 2,2 litros de 170 cavalos. No topo da gama estavam os seis cilindros de 3,0 litros de 231 cavalos e a versão M com 325 cavalos.

Coupé

Dentro da história do Z3, merece destaque a versão Coupé, lançada no verão de 1998. Sua traseira tão peculiar remete ao lendário BMW 328 Sportcoupé, com o qual Huschke von Hanstein e Walter Bäumer venceram a Mille Miglia de 1940. Atualmente, o BMW Z3 Coupé é um carro cultuado, com cerca de 18.000 unidades fabricadas.

Os Z3 Coupé foram vendidos apenas com motores de seis cilindros: o Z3 Coupé 2.8i de 193 cv, o 3.0i de 231 cv e as versões M com 321 e 325 cv. Curiosamente, o Z3 M Coupé foi o carro de segurança utilizado na MotoGP durante a temporada do ano 2000. Outro fato curioso é a versão “Millennium Edition”, sorteada entre leitores de uma revista automotiva alemã.

Na carroceria roadster, existe uma unidade única e muito especial: o Z3 M V12. Este exemplar, com motor V12 de 326 cv, foi construído para testar a capacidade do compartimento do motor do Z3.

A BMW também produziu algumas versões especiais Individual, com combinações exclusivas de cores e equipamentos. Algumas dessas edições são “British Traditional”, “Dakkar” e “Kyalami”. Mais comuns foram as versões Sport Edition, disponíveis nos Z3 1.9i, 2.2i e 3.0i. Essa edição especial trazia rodas de 17 polegadas (modelos Style 42 ou Style 78), suspensão rebaixada (1,5 cm a menos que um Z3 normal), diferencial auto blocante traseiro e interior com bancos esportivos e detalhes M.

Clássico

A última unidade fabricada na planta de Spartanburg saiu da linha em 28 de junho de 2002 e também está exposta no museu da fábrica.

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Audi anuncia a chegada de dois novos modelos ao mercado nacional

A Audi do Brasil anunciou a chegada em breve do sedã A5 e do exclusivo superesportivo RS 6 Avant GT. A terceira geração do A5 ganhou um visual mais esportivo, motor de 272 cavalos e tração quattro. Já o RS 6 Avant GT terá a produção limitada em 660 unidades do modelo em todo o mundo e apenas 10 unidades virão para o mercado brasileiro.

Com visual inédito, com spoilers, difusores e para-choques exclusivos, além do uso de fibra de carbono em elementos espalhados por toda a carroceria, o modelo conta com rodas de 22 polegadas, bancos em concha e detalhes exclusivos.O RS 6 Avant GT é equipado com a motorização 4,0 TFSI biturbo, V8, que desenvolve 630 cavalos de potência e 830 Nm de torque máximo.

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O Suv da BMW mais vendido no mundo chega á quarta geração

Lançado há 21 anos, o modelo mais vendido pelo BMW da família X no mundo, chega ao Brasil numa nova geração. O modelo ficou com um visual mais atraente e motorização esportiva.

Uma nova linguagem de design para o exterior ajuda a dar à quarta geração do BMW X3 uma aparência diferente dos outros modelos BMW X. Com linhas limpas e discretas, o modelo segue uma linguagem minimalista, mas sem renunciar a sua característica bem definida e agradável. O novo BMW X3 é 3,4 cm maior que seu antecessor, totalizando 4,75 m, enquanto a largura aumentou em 2,9 cm e chegou aos 1,92 m. A altura diminuiu 2,5 cm, passando para 1,66 m.

A grade em formato tradicional da BMW na parte frontal do novo X3 conta com um novo design e iluminação de contorno BMW Iconic Glow, aumentando a sensação de requinte e tecnologia do modelo. As luzes de direção diurna, luzes laterais e indicadores de direção nos faróis de LED agora são todos produzidos por fontes de luz sobrepostas em formato de L. Os faróis são de LED adaptativos com farol alto não ofuscante.

Saias laterais diferenciadas e uma linha de teto que se estende até a traseira são as características distintivas da silhueta esportiva do novo modelo. Os arcos das rodas proeminentemente alargados criam a impressão de uma traseira mais larga e dão um visual mais arrojado ao SAV. O vidro traseiro embutido é delimitado por um longo spoiler de teto e os defletores de ar laterais adjacentes. A versão M50 conta ainda com o pacote opcional M Sport Pro, que cria um visual excepcionalmente dinâmico com recursos e detalhes de design personalizados para otimizar o fluxo de ar e o equilíbrio aerodinâmico. As rodas de liga leve são de 21 polegadas.


A cabine do novo BMW X3 combina a robusta funcionalidade de um SAV com amplo espaço e um ambiente premium cheio de estilo e tecnologia. O BMW Curved Display, a BMW Interaction Bar, o volante com base reta e a nova alavanca de câmbio são os elementos que dão um visual moderno ao cockpit do modelo.

O visual atraente e tecnológico do interior anda de mãos dadas com quantidades generosas de espaço e versatilidade no novo BMW X3. O porta-malas tem 570 litros de capacidade, mas pode chegar a 1700 litros com os bancos rebatidos.

Debaixo do capô, o novo BMW X3 M50 xDrive é equipado com o motor a gasolina de seis cilindros em linha mais potente já instalado em um modelo M Performance. A unidade M TwinPower Turbo de 3,0 litros se conecta à tecnologia mild hybrid de 48V. Sua potência máxima de até 398 cv é colocada no asfalto por meio de uma transmissão Steptronic Sport de oito velocidades e tração integral inteligente BMW xDrive. O BMW X3 M50 xDrive acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,6 segundos.

Este trem de força potente é combinado com uma tecnologia de chassi sob medida para oferecer uma mistura atraente de agilidade, dinamismo e precisão. Maior rigidez e a bitola traseira mais larga desempenham um papel aqui, assim como os componentes do chassi de alta qualidade e sistemas de controle ajustados para este modelo específico. Modificações no conjunto de amortecedores e molas do eixo dianteiro e do eixo traseiro aumentaram a precisão ao fazer curvas, enquanto o aumento de 19% no deslocamento do caster do eixo de direção ajuda a manter a estabilidade em linha reta.

O novo BMW X3 está repleto de tecnologias de auxílio para direção e estacionamento semiautônomos. É o caso dos sistemas Driving Assistant Professional, Parking Assistant Professional, Surround View, com câmera de ré e sensores de estacionamento dianteiro e traseiro. O Driving Assistant Professional oferece uma condução inteligente em situações de trânsito lento ou em longos deslocamentos, informando o motorista, por meio de alertas visuais e sonoros, de condições de tráfego cruzado, riscos de colisão traseira, mudanças involuntárias de faixa de rolamento e controle e prevenção de aproximação frontal, entre outras funções.
O Parking Assistant Professional, por sua vez, permite estacionar o veículo automaticamente, realizando manobras com a máxima precisão e segurança, com a ajuda de câmeras e sensores externos, e da função Surround View, que exibe imagens do entorno do veículo, em tempo real, na tela do sistema de navegação. Além disso, também é possível controlar as manobras por meio do smartphone.
Além dos sistemas de assistência, o novo BMW X3 conta com o mais novo sistema operacional 9 da BMW, recheado de ainda mais tecnologias do BMW ConnectedDrive, que fornece serviços como: Chamada de Emergência Inteligente, aviso de manutenção por telemetria, navegação com informação de trânsito em tempo real, portais de notícias, clima e muitos outros aplicativos.
Destaque para Digital Key plus que substitui as chaves físicas do veículo para a abertura das portas. Contando com a mais nova, rápida e segura tecnologia, chamada de UWB (banda ultra larga), não há mais a necessidade de aproximar o smartphone ou smartwatch da maçaneta do veículo para abri-lo e do carregador sem fio no console para ligar o motor. A tecnologia está disponível para modelos compatíveis da Apple e Samsung. O cliente também pode compartilhar chaves de forma totalmente digital, por envio de mensagem.

Há os serviços remotos que podem ser acionados a partir do app My BMW, como trancar e destrancar as portas, buzinar, climatizar, localizar o veículo e enviar destinos diretamente ao sistema de navegação. Ainda é possível utilizar aplicativos de smartphones, com preparação para Apple CarPlay e Android Auto sem fio.

Há ainda o Assistente Pessoal Inteligente BMW (Intelligent Personal Assistant, capaz de executar inúmeras funções no veículo ou explicar o funcionamento de equipamentos, sendo ativado por comando de voz com a frase “Olá BMW”, ou qualquer outra frase que for programada pelo motorista. O modelo pode ainda se conectar com a Amazon Alexa e casas inteligentes, além de estar apto para receber atualizações remotas de software quando disponíveis.

Preço
BMW X3 M50 xDrive – R$ 624.950,00

 

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Para comemorar os 46 anos de idade, Rossi ganha homenagem da BMW

Um dos pilotos com mais carisma, habilidades na duas e quatro rodas e muitos títulos, Valentino Rossi ganha uma série especial para comemorar os 46 anos de idade. O 46, tão icônico nas motos e no BMW M4 GT3 do piloto italiano, será homenageado pela marca alemã com uma série muito especial: um BMW M4 CS Edition VR46.

Produzida na fábrica do BMW Group em Dingolfing, a edição exclusiva está disponível em duas versões de design distintas: Sport e Style. O próprio “The Doctor” esteve pessoalmente envolvido no processo de customização das duas versões, ambas construídas em uma tiragem limitada de 46 carros. O número mundialmente famoso, que é a marca registrada de Rossi, aparece com destaque em vários lugares dentro e fora do BMW M4 CS Edition VR46 – por exemplo, nas portas e no teto, que é feito de plástico reforçado com fibra de carbono (CFRP).

A compra de um BMW M4 CS Edition VR46 também inclui uma experiência única na vida, que inclui um encontro pessoal exclusivo com Valentino Rossi em sua casa – o VR46 Motor Ranch, em Tavullia – Itália – e uma BMW M Driving Experience no circuito de corrida de Misano – Itália 

“Não há outra marca que tenha o automobilismo tão profundamente enraizado em seu DNA quanto a BMW M. Tenho orgulho de ser um piloto de fábrica da BMW M e de compartilhar essa paixão. O fato de haver agora uma edição especial VR46, na qual estive envolvido desde o início do processo de design, me deixa orgulhoso. Quando eu cruzar com um BMW M4 CS Edition VR46 na estrada ou na pista de corrida mais tarde, será muito legal”, diz Valentino Rossi.

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Novo display da BMW é visível a todos os passageiros do veículos

A BMW aproveitou o CES – Consumer Electronics Show 2025. em Las Vegas e apresentou um novo display que reproduz no vidro dianteiro todas as informações necessárias ao ocupantes do veículo. O sistema vai equipar todos os modelos da marca alemã a partir do final deste ano e tem no BMW Operating System X, o software que atua como o hub de inteligência por trás do novo conceito de display e operação.

“Alta tecnologia encontra operação altamente intuitiva – um quarto de século de trabalho pioneiro e liderança tecnológica em conceitos operacionais foi canalizado para o novo BMW Panoramic iDrive”, diz Frank Weber, membro do Conselho de Administração da BMW AG, responsável por Desenvolvimento.

O BMW Panoramic Vision – um conceito de head-up display recém-desenvolvido pela BMW reflete informações visíveis em uma superfície impressa em preto na seção inferior do para-brisa. Essa informação é visível para todos os ocupantes.

As informações de direção mais importantes são projetadas diretamente na linha de visão do motorista no lado esquerdo do Panoramic Vision (em carros com direção à esquerda), acima do volante. O motorista pode personalizar o conteúdo nas áreas central e direita do sistema por meio do display central. A integração do BMW Panoramic Vision cria um efeito 3D para o motorista e os passageiros.

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Mini Cooper S chega ao Brasil em mais uma versão esportiva

O Mini Cooper S ganha mais uma versão: a Sport. Com detalhes exclusivos do esportivo John Cooper Works. Com detalhes que remetem á esportividade do modelo, o Sport conta com para-choques dianteiro e traseiro exclusivos, teto e as capas dos espelhos em preto e faixas esportivas. Para reforçar ainda mais a esportividade o Mini Sport vem com pinças de freio em preto com o emblema JCW e rodas com design exclusivo de 17 polegadas.

Os bancos esportivos John Cooper Works para motorista e passageiro têm acabamento com material de malha multicolorido na área dos ombros e costuras com detalhes em vermelho. O esquema de cores inspirado no automobilismo continua na superfície de malha do painel com um padrão preto e vermelho específico do acabamento no estilo de uma bandeira quadriculada.

Debaixo do capô, o novo Mini Cooper S – Sport usa o mesmo motor das outras versões a combustão do modelo: um 2 litros de 204 cavalos e 300 Nm de torque. Com esse conjunto, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 6,6 segundos e chega a 240 km/h. A transmissão automática Steptronic de 7 velocidades e dupla embreagem.

Destaque

Centro das atenções no interior, o display redondo de 240 mm de diâmetro, posicionado ao centro no painel, é uma releitura dos modelos Mini que reuniam todas as informações em um só lugar. A tela OLED tem altíssima resolução e é a mesma utilizada nos smartphones mais modernos à venda no mercado.

Compatível com Apple Car Play e Android Auto sem fio, ela é responsável por reunir todas as informações do veículo, desde o painel de instrumentos até os sistemas de assistência ao motorista e entretenimento. Equipada com o novo Operating System 9, todas as funções do veículo podem ser operadas intuitivamente através do toque ou do assistente de voz. Há ainda animações divertidas para entreter os ocupantes. O sistema de som é assinado pela Harman-Kardon e conta com 12 alto-falantes e 365 watts de potência.

Preço
MINI Cooper S – Sport R$ 285.990,00

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Coluna Fernando Calmon — Programa Combustível do Futuro ainda tem falhas

Coluna Fernando Calmon nº 1.323 — 15/10/2024

Programa Combustível do Futuro ainda tem falhas e otimismo algo exagerado

Planejado ao longo de 20 anos, com várias idas e vindas para acomodar de automóveis a aviões, apresenta o grande mérito de reconhecer a transição energética planejada de forma inteligente e adaptável. Países de área continental como o Brasil e dezenas de outros com restrições econômicas, que dificultam avanço acelerado de veículos elétricos, precisam obviamente de uma visão abrangente e viável.

O otimista Programa Combustível de Futuro (PCF) sancionado em 8 de outubro último, prevê investimentos de R$ 260 bilhões (talvez mais) e datas de implantação factíveis, ao contrário da União Europeia e suas discutíveis metas distanciadas da realidade. Esta coluna foca-se em automóveis e apoia o aumento de percentual de etanol na gasolina de 27% para 30% considerado viável tecnicamente. Permissão para 35% mesmo para carros mais novos, no entanto, parece-me um erro.

Além de restrições técnicas conhecidas, seria injusto desconsiderar veículos de países vizinhos que hoje trafegam e abastecem no Brasil sem grandes problemas. Já motocicletas, geradores portáteis de eletricidade, motores de popa e até motosserras devem funcionar mal com 35%. Haveria dificuldades mesmo com automóveis recentes nacionais e importados. A Câmara dos Deputados falhou ao admitir a possibilidade na aprovação do PCF, pura perda de tempo.

Etanol é reconhecido como combustível limpo e capaz de compensar 80% das emissões de CO2 no ciclo da fonte à roda, se usado isoladamente. O que poucos sabem: a soma de anidro em mistura atual de 27% com a gasolina e mais os motoristas que abastecem só com o hidratado por preferência ou preço atraente, representa agora 42% de combustível limpo contra 58% de gasolina. Em outros poucos países, só há 10% de etanol. Para aumentar consumo aqui, o imposto teria de diminuir.

Neste cenário a Raízen acaba de lançar a segunda geração do aditivo para etanol Shell V-Power. Além de limpar vapores de óleo do cárter solidificados nas sedes de válvulas, evoluiu o filme de redução de atrito de 86% para 96%. Senna Brands, fundada pelo piloto de F-1 há 34 anos e falecido 30 anos atrás em Ímola, participa da campanha de lançamento.

Salão de Paris alcança objetivos, mas sem grande entusiasmo

A exposição bienal na capital francesa completou 90 anos e segue até o próximo dia 20. Sem a exuberância do passado atrai pouco mais de 30 fabricantes, inclusive nove chinesas. O salão bienal agora é o maior da Europa pelo fim da exposição em Genebra e encolhimento de Frankfurt, substituído por Munique.

Predominância natural de marcas francesas com a Renault apresentando novidades de peso: o 4 E-Tech, releitura elétrica em forma de crossover de um de seus sucessos do passado, além de dois protótipos elétricos Twingo E-Tech previsto para 2026 e Emblème, um SUV cupê para 2030 que trocará bateria por pilha a hidrogênio.

Stellantis, embora talvez encerre algumas de suas 14 marcas em 2026/27, mostra muita força em Paris. Peugeot concentra-se em estender o alcance de seus elétricos 3008 e 5008 para teóricos 700 km e apresentou o e-408 cujo alcance é de 450 km. Citroën C5 Aircross só chega em 2026, contudo se apresenta sem disfarces com motor de combustão interna.

Entre as alemãs, Mercedes-Benz abriu mão de Paris e deixa o protagonismo para BMW e Audi. BMW exibe os primeiros dois modelos de elétricos com carrocerias específicas e batizados de Nova Classe. Seu presidente Oliver Zipse declarou à agência Reuters a necessidade de correção da meta de 100% de elétricos para 2035, importante para redução de CO2, porém permitiria que fabricantes europeus dependessem menos da China para as baterias. A marca aposta em híbridos plugáveis e no hidrogênio tanto para motores convencionais quanto tração 100% elétrica.

Audi exibe seu novo carro-chefe elétrico, Q6 E-tron Sportback. VW, Skoda e Audi estão representadas por importadores franceses, sem presença oficial do grupo alemão. Alvo de críticas, Tesla tem um estande desorganizado e nem ao menos um tapete para separar os modelos.

Destaque das chinesas é o sedã BYD Sealion 7, SUV cupê elétrico que visa Tesla Model Y entre outros concorrentes.

Nivus 2025 chegará mais equipado e inclui mudanças no estilo

Será fácil reconhecer, mesmo de longe, o ano-modelo 2025 do compacto SUV cupê. As diferenças externas estão evidentes desde a nova grade, de dimensões avantajadas, contudo proporcionais, aos faróis estreitados. De perfil só rodas de 16 e 17 pol. mudam. Atrás, segue a fórmula de lanternas interligadas por barra iluminada de LEDs, além do novo para-choque com extrator estilizado.

No interior a VW procurou um acabamento apurado, a exemplo de material agradável aos olhos e ao tato. Evoluiu a central multimídia agora com internet a bordo na versão de topo Highline, mantida a tela de 10,1pol. Para a versão de topo, pacote de segurança inclui controle adaptativo de velocidade, além do indispensável alerta de colisão agregado à frenagem automática. Há ainda assistentes de ponto cego, saída de vagas, estacionamento e manutenção na faixa de rodagem.

Mantido o motor 1-L turbo flex, 128 cv (E)/116 cv (G), 20,4 kgf·m (E)/(G) com câmbio automático de seis marchas. Consumo será anunciado só em janeiro de 2025, quando ocorrerão as primeiras entregas. Veio também a esperada confirmação do GTS que agrega imagem forte ao modelo, apesar do preço alto não anunciado, provavelmente no segundo trimestre. Motor é o conhecido turbo flex 1,4-L, 150 cv/25,5 kgf·m de torque, etanol ou gasolina.

Pré-vendas já iniciadas para entregas somente em janeiro de 2025: R$ 136.990 e R$ 153.990.

Q8: boa presença com desempenho à altura do preço

É o maior e mais pesado (2.340 kg) entre todos os modelos da Audi. Imponência aparece logo nos quase 5 metros de comprimento (4.992 mm), largura (1.995 mm), entre-eixos (2.998 mm) e altura (1.697 mm). Um dos poucos com rodas de 23 pol., hoje maior diâmetro disponível no mercado e já a caminho para 24 pol. Porta-malas de 605 L impressiona. Para garantir viagens sem muitas escalas para abastecer dispõe de 85 litros no tanque. O SUV recebeu novos para-choques dianteiro e traseiro, grade e opção de faróis Matrix por R$ 26.000.

No interior acabamento e materiais são refinados com couro de alta qualidade e grande superfície do painel em preto brilhante. Os dois bancos dianteiros têm comandos elétricos, o do motorista com memória. Há duas telas no centro do painel: ajuste do ar-condicionado e multimídia de 10,1 pol., mas esta deveria ser um pouco maior (pelo menos 12 pol.) para o nível do modelo. Atrás, além do amplo espaço para três passageiros, há saídas de ar-condicionado no console e nas colunas centrais.

Motor é um 3-litros V-6, 340 cv e 51 kgf·m, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 5,6 s, apenas 0,1s inferior ao BMW X6. Trata-se de híbrido básico com bateria de 48 V para um pequeno motor elétrico. Na viagem de avaliação, São Paulo a São Roque (SP), destaque para a rapidez das trocas de marchas do câmbio automatizado de sete marchas e duas embreagens. Destacam-se o eixo traseiro direcional e as suspensões pneumáticas que permitem ajustar altura de rodagem entre 40 mm para baixo e 50 mm para cima.

Preço: R$ 774.990.

Elétrico Equinox é caro, contudo bem completo

Fácil explicar preços tão elevados dos modelos elétricos importados. Na origem também são altos e aqui exige montar infraestrutura específica nas poucas concessionárias. Sem contar que, apesar do imposto de importação menor (até 2026), a taxação interna continua bem maior aqui. A desvalorização do real entra nessa conta. Nem mesmo a origem mexicana resolve porque este elétrico deixa de atingir índice de localização exigido no Mercosul. Por isso, os R$ 419.000 deram “choque” no lançamento, mas é 12% menor que o Blazer EV. A GM importará, ainda este ano, o Equinox a gasolina, segundo a revista Autoesporte.

O SUV tem estilo bem moderno e destaca-se pela sua frente limpa com elegante filete de LED de um para-lama a outro e um impressionante pacote de recursos. Traseira segue o mesmo conceito com as lanternas interligadas avançando sobre as laterais. Rodas igualmente bonitas. Porta-malas de 441 litros tem tampa aberta por aproximação, sem nenhum chute no ar. Dimensões apenas um pouco menores às do Blazer EV: 4.840 mm (C), 1.954 mm (L), 2.954 (E-E) e 1.646 (A). Há amplo espaço interno em especial para joelhos de quem vai no banco traseiro. Só plástico rígido nas portas traseira destoa dos bons materiais a bordo. Impressiona a tela multimídia de 17,7 pol.

Primeiro contato foi no campo de provas da GM, em Indaiatuba (SP). Muito boa a alta capacidade regenerativa ao dispensar pisar no freio em condições de para-e-anda. Dois motores elétricos idênticos, atrás e à frente, totalizam 292 cv e 46 kgf·m com tração integral sob demanda. Aceleração é forte: 0 a 100 km/h em 5,8 s.

Importados caíram em setembro, todavia em alta no ano

Apesar da queda de 10,8% nos emplacamentos de veículos importados em setembro, com relação ao mês de agosto, a Abeifa, associação dos importadores, informa alta significativa de 192,9% no acumulado de janeiro a setembro. Os números de 2024 foram puxados por antecipação de compras em razão do aumento do imposto do imposto sobre elétricos e híbridos. No entanto, a base comparativa com 2023 é extremamente baixa e os percentuais vistosos, assim explicáveis.

Hoje há apenas nove associadas e nenhuma fabricante. BYD respondeu sozinha por 52,2% de todas as vendas em setembro. A marca chinesa comercializou 51.310 unidades de elétricos e híbridos de janeiro ao mês passado. Um pouco distante dos 120.000 carros previsto para entregar em 2024 (corrigiu depois para 100.000). A conferir em dezembro…

Marcelo Godoy, presidente da Abeifa, ponderou sobre a falta de pontos de carregamento. É um dos problemas a resolver dos elétricos no País. Atualmente somam 10.000 pontos públicos e semipúblicos. O consultor da área automobilística Milad Kalume Neto calculou 14 carros para cada carregador. Segundo ele, mesmo ao desconsiderar regiões pouco habitadas do Brasil, a Espanha tem 22 vezes mais carregadores: 220.000.

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