BMW

Sedã esportivo BMW M5 já está disponível no mercado nacional

Entre os amantes de automóveis esportivos, o BMW M5 é um dos mais desejados. A sétima geração do modelo já está á venda no Brasil. Com um visual mais agressivo e acabamento sofisticado, o sedã esportivo vem equipado com um sistema de propulsão M Hybrid. O novo M5 continua com um motor V8 turbo de 585 cavalos e 750 Nm de torque e é auxiliado por um motor elétrico de 197 cavalos e 280 Nm de torque. Na soma combinada, geram 727 cavalos de potência e torque de nada menos que 1.000 Nm.

Equipado com sistema de tração integral M xDrive, que permite transferir até 100% da força para o eixo traseiro, o esportivo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,5 segundos e tem velocidade máxima de 305 km/h.

Híbrido do tipo plug-in, o novo BMW M5 pode rodar apenas em modo elétrico a velocidades até 140 km/h, com autonomia que varia entre 67 e 69 quilômetros, de acordo com o ciclo WLTP.

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Mudanças no BMW M4 GT3 EVO devem o deixar mais veloz

Os engenheiros da BMW M Motorsport trabalharam para tornar o seu carro-chefe nas corridas de GT, o BMW M4 GT3, mais competitivo. O resultado deste trabalho é a versão EVO do carro, que foi apresentada recentemente em Nürburgring, na Alemanha.

O BMW M4 GT3 EVO estará nas pistas a partir da temporada de 2025 e o mesmo se aplica ao BMW M4 GT4, que também terá uma versão EVO disponível a partir da próxima temporada. A chave para otimizar o BMW M4 GT3 para os engenheiros da BMW M Motorsport foi o intenso diálogo com equipes e pilotos, já que nada melhor do que conversar com quem usa o carro profundamente para melhorá-lo.

Desta forma, o foco do BMW M4 GT3 EVO não foi exclusivamente no desempenho, mas também em áreas como dirigibilidade, eficiência e confiabilidade. O desenvolvimento foi realizado, principalmente, pelos pilotos da BMW M, entre eles, o brasileiro Augusto Farfus. Com visual atualizado, assim como o modelo de rua, o M4 GT3 EVO recebeu melhorias aerodinâmicas, na suspensão e freios para ficar ainda mais veloz e confiável nas pistas pelo mundo.

Se estivesse à venda nas concessionárias da BMW espalhadas pelo mundo, modelo custaria 578 mil euros (R$ 3,3 milhões na cotação do dia).

 

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Coluna do Douglas Mendonça – Os melhores carros importados que dirigi

Os melhores carros importados que dirigi nos
meus 50 anos como jornalista automotivo


Os anos 90 marcaram a volta da importação de carros no Brasil. O então presidente Collor, depois de chamar os carros nacionais de “carroças”, liberou a chegada de modelos fabricados no exterior em solo nacional, desde que recolhidos os devidos impostos pelo então governo. Para pressionar a indústria nacional, o tal imposto cobrado era até baixo, fazendo com que uma verdadeira enxurrada de carros inéditos aportasse por aqui. Foi, sem dúvidas, uma época de muito enriquecimento daquele pobre e restrito mercado brasileiro. De uma hora para outra, tínhamos o Brasil cheio de Audi’s, Alfa’s, BMWs, Mercedes, Porsche’s e outras joias raras que rodavam pelo mundo, e que, nós, só víamos nas fotos.

Para escolher os melhores carros importados que guiei nos meus 50 anos como jornalista automotivo, usei os mesmos critérios das matérias sobre os modelos nacionais. Ou seja, o melhor da década, o coadjuvante mais bacana de ser pilotado, e o conceito mais interessante dos anos 90, 2000 e 2010.

Anos 90

Sinceramente, essa foi a década mais difícil de chegar nos finalistas, já que foram tantos carros bacanas que dirigi nesses dez anos, que escolher o mais legal me tomou tempo. Mas, no final, quem superou todos foi o Honda Civic VTI, um hatch endiabrado com seus 160 cv de potência extraída de um pequeno motor 1.6 de aspiração natural! A verdadeira fera, além de ter um motor que girava a 7.600 rpm em sua potência máxima, tinha o corte de giro lá pra perto dos 8.400 rpm, fazendo inveja a muito motor de corrida.

O carrinho tinha um design meio estranho, mas contava com recursos bons como a eficaz suspensão independente nas quatro rodas e um desempenho que colocava carros de maior cilindrada para comer poeira. O segredo do motor estava no comando variável desenvolvido pela Honda na F1. Para não dizer que era 100% perfeito, faltava no hatch esportivo um sistema de freios à altura, já que aqueles de fábrica passavam longe de serem bons. Mas, um carrinho nervoso, que gostei tanto a ponto de comprar um no começo dos anos 2000.

Um outro carro que marcou a década de 90 para mim, talvez por ter sido um dos primeiros a chegar ao Brasil quando as importações foram liberadas, foi o poderoso Alfa Romeo 164. Não estávamos acostumados, até então, com um carro com tantos recursos e aquele design classudo que impressionava. O 164 tinha no cofre o motor V6 3.0 de 192 cv que, para impressionar ainda mais, dispunha de coletores de admissão cromados, que literalmente brilhavam quando se abria o capô. Um sedanzão grande, espaçoso, com suspensão independente nas quatro rodas e a pompa de poucos, tirando que custava absurdos US$130 mil.

No conceito de ideias bacanas, alguns representantes me marcaram nos anos 90, tanto que preferi escolher dois. Uma verdadeira paixão que tenho até hoje é o Renault Twingo, pelas soluções implantadas na indústria automotiva mundial em uma carroceria menor que a do atual Kwid. O carrinho acomodava muito bem quatro passageiros graças ao recurso do banco traseiro que corria sobre trilhos, e a grande área envidraçada se refletia em um interior claro e com maior sensação de espaço. Além disso, seu parabrisas inclinado aumentava a sensação de amplitude para os ocupantes, sem contar o painel digital central que democratizava as informações para todos a bordo. Um hatch pequeno e econômico com seu 1.2 de 55 cv (parente do CHT), mas muito versátil. Para mim, até hoje no Brasil não existiu outro igual.

Mas eu não poderia deixar de falar também do Toyota Prius, que, em 1997, fui conhecer no Japão. Era o primeiro híbrido da história, e, para a época, ficava boquiaberto sabendo que aquele carro tinha dois motores, um elétrico e outro a gasolina. Parecia bruxaria! Guiei o Prius na pista de testes da Toyota, com o Monte Fuji como plano de fundo, e adorava acompanhar pela telinha digital aquele diagrama do seu complexo funcionamento. Hoje a tecnologia híbrida é comum, mas, para os anos 90, era tão revolucionária que alguns colegas colocavam em xeque. Deu certo, e muito!

Fora da trinca de categorias que escolhi, vale a menção de algumas voltas com um Fórmula 3000 no Autódromo de Curitiba, no Paraná, em 1993. O carro tinha em seu currículo o vice-campeonato da categoria em 1991, nas mãos de Alessandro Zanardi, perdendo apenas para Christian Fittipaldi. Além da performance que assustava, o 3000 parecia um Fórmula 1 com limitações no número de rotações do motor. Um F1 virava a 12 mil rpm, e um 3000 não passava de 9 mil giros. Preparado pela japonesa Mugen, o motor tinha cerca de 400 cv e era muito nervoso, o que me deixou fazer o carro morrer na saída por umas três vezes, tamanha a sensibilidade dos pedais. Inesquecível!

Na próxima semana, não perca os “escolhidos” dos anos 2000 e 2010!

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O que esperar das próximas 24 Horas de Le Mans?


Texto e fotos Gerson Borini

Se considerarmos os resultados das duas principais corridas de Endurance realizadas às vésperas da próxima 24 horas de Le Mans, o Porsche 963 tem tudo para ser o protagonista na tradicional prova francesa.

Em SPA-Francorchamps o 963 fez dobradinha com a equipe Herts Team JOTA vencendo a dramática corrida de 6 horas após mais de 90 minutos de interrupção por bandeira vermelha, seguido pelo 963 de numeral 6 da equipe Porsche Penske Motorsport.

No campeonato américa, o IMSA, a prova realizada no último sábado pelas ruas de Detroit, novamente os Porsche 963 fizeram bonito, só não subiram ao lugar mais alto do pódio porque o Acura, que não participa de Le Mans, acabou estragando a festa alemã.

Mas se os cinco Porsches 963 que iniciarão a prova em La Satre chegam com moral elevada, as outras marcas não estão muito atrás. Em SPA o Cadillac V-Serire.R fez bonito na classificação, largando em segundo, e durante a prova teve um rendimento mais conservador nas primeiras horas, certamente para poupar pneus, pois em corridas de 6 horas de duração cada equipe tem apenas 18 pneus para administrar, e quando começou sua recuperação foi o causador da bandeira vermelha. Uma manobra equivocada que lhe custará punição para a largada da próxima semana. Em Le Mans serão três Cadillacs alinhados para a largada, assim como três Ferraris 499P.

A equipe Ferrari AF Course é outra quem vem com tudo para Le Mans, após ser desclassificada da pole position em SPA, e não participando do campeonato americano da IMSA, a equipe italiana quer repetir o feito do ano passado, quando venceu na tradicional prova de 24 horas no seu retorno à categoria. Saindo em último no grid, o Ferrari #50 chegou em terceiro lugar na pista belga.

Os Toyotas GR010-Hybrid buscam se reabilitar no campeonato 2024, e na tradicional prova de longa duração perdeu o reinado no ano passado, depois da hegemonia de alguns anos. Em Ímola conseguiu a vitória sobre o Porsche, mas novamente em SPA foi superado pelos Porsches, o mesmo que já havia acontecido na prova de abertura no Catar.

Se a BMW ainda não conseguiu mostrar um bom desempenho nos Hypercar, na LMGT3 foi a surpresa ao vencer nas 6 Horas de Ímola com o carro 31 que tem o brasileiro Augusto Farfus como principal piloto do trio. Em SPA a estratégia da equipe era ser mais agressiva com o carro #46, que tem como piloto o multicampeão de motovelocidade, o Valentino Rossi, e mais conservadora com o carro #31 do brasileiro. Mas ambos acabaram envolvidos em acidentes e ficaram totalmente fora da disputa.

 

Ainda na LMGT3 a disputa está bem aberta, pois se os Porsche 911GT3.R se deram bem ao final das 6 horas de SPA-Francorchamps, os Lamborghinis Huracan EVO2 da equipe Iron Lynx e Iron Dames estiveram sempre entre os primeiros colocados, e a equipe United Autosports fez bonito com o McLaren 720S EVO numeral 59 que tem como piloto o brasileiro Nicolas Costa, estreante na categoria e que brigou pela primeira colocação no início da prova, tendo terminado em 4º lugar.

O Brasil estará representado na categoria Hypercar pelos pilotos Felipe Nasr no Porsche 963 da equipe Porsche Penske Motorsport com numeral 4, por Pipo Derani e Felipe Drugovich no Cadillac V-Serire.R da equipe Whelen Cadillac Racing de numeral 311.

Na LMGT3 o piloto platinum Augusto Farfus é o principal brasileiro e estará a bordo do BMW M4 número 31 da equipe Team WRT. Nicolas Costa vem a bordo do McLaren 720P EVO numeral 59 da United Autosports, e Daniel Serra é o piloto com licença platinum no Ferrari 296 da equipe GR Racing com o numeral 86.

Mas não se esqueçam que uma prova de longa duração como as 24 horas de Le Mans, outras equipes que ainda não mostraram resultado no campeonato 2024 podem aparecer para surpreender, é o caso dos BMW M Hybrid V8 da equipe Team WRT ou do Peugeot 9X8 da Peugeot TotalEnergies que ano passado liderou várias voltas. Já as estreantes Isotta Fraschini com o Tipo6-C, a Iron Lynx com o Lamborghini SC63 e a Alpine Endurance Team com o Alpine A424 devem ser coadjuvantes na categoria dos Hypercar.

Na LMGT3 aparecem outras equipes utilizando o Ferrari 296 que certamente estarão disputando um lugar ao Sol ao lado dos Corvettes Z06.R da TF Sport ou do estreante Ford Mustang  da Proton Competition, assim como os Aston Martin Vantage AMR e o Lexus RC F.

E para rechear os olhos de quem gosta de competição de alto nível, as 24 horas de Le Mans terão mais 48 pilotos distribuídos em 16 carros da categoria LMP2, que não disputam a temporada regular do FIA-WEC, mas por utilizarem a mesma configuração de motor, chassi e pneu entre eles serão uma corrida a parte. Emoções não devem faltar neste ano.

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Novo BMW M3 CS é um superesportivo de sonho

Mais que exclusivo, o novo BMW M3 CS é um superesportivo colecionável, já que apenas 17 exemplares desembarcaram no Brasil. O M3 CS desembarcou por aqui. Referência entre os modelos esportivos, M3 é conhecido por ser um sedã de competição. E por incrível que pareça, o CS é ainda mais potente, mais leve e mais veloz.

Debaixo do capô, o esportivo usa um motor baseado no M4 GT3 de corrida. São seis cilindros em linha, tecnologia TwinPower Turbo com pressão das duas turbinas aumentada (de 1,7 para 2,1 bar) e incríveis 550 cavalos de potência e 650 Nm de torque. São 40 cavalos a mais que as versões M3 Competition e Competition Track.


A transmissão M Steptronic tem oito marchas e a tração é integral xDrive. Com esse conjunto, o M3 CS acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,4 segundos e leva 11,1 segundos para atingir 200 km/h a partir do zero. A velocidade máxima é limitada em 302 km/h.

Disponível nas cores Verde Signal, Cinza Brooklyn e Preto Safira, o BMW M3 CS se destaca visualmente pela grade em forma de rim e sem moldura, para reduzir o peso, e com design inspirado nos carros de corrida. Projetado especialmente para este modelo, os recursos estéticos incluem linhas de contorno vermelhas e o emblema “M3 CS” na parte superior das duas barras horizontais da grade. Tanto o emblema do modelo na frente quanto seu equivalente na tampa do porta-malas têm superfícies pretas com borda vermelha.

Os faróis BMW Laserlight incluídos na especificação padrão acrescentam outro toque particularmente marcante à dianteira do novo BMW M3 CS. O DRL agora traz a cor amarela, em referência aos carros de corrida GT de sucesso. E ficam acessos durante a sequência de boas-vindas e quando os faróis baixos ou altos estão ligados.

Mais leve

O BMW M3 CS tem no alívio de peso um grande aliado para alavancar seu desempenho. O modelo usa diversos compostos feitos de CFRP (plástico reforçado com fibra de carbono) para diminuir o peso final. Além do teto de fibra de carbono, o modelo de edição especial também utiliza esse material leve e de alta tecnologia no capô, para-choque dianteiro, entradas de ar, capas dos espelhos retrovisores externos, difusor traseiro e spoiler. O console central, os paddles shifts e os acabamentos internos também são todos fabricados em CFRP.

Os assentos M Carbon também contribuem para manter o peso baixo na cabine. O silenciador traseiro de titânio, por sua vez, reduz em mais de 4 kg o peso do sistema de escapamento instalado no novo BMW M3 CS. As várias reduções resultam em uma diminuição de cerca de 20 kg em comparação com o BMW M3 Competition.

A tecnologia de chassis do novo BMW M3 CS foi ajustada precisamente às características de desempenho do motor, ao conceito geral do veículo e à sua distribuição de peso. As configurações específicas do modelo para o sistema DSC e o modo dinâmico M também foram aprimoradas pensando em demandas específicas da condução em circuito de alta velocidade.

As configurações de cambagem das rodas, amortecedores, molas auxiliares e barras estabilizadoras servem para otimizar a precisão da direção e de controle lateral nas curvas do modelo. Os amortecedores controlados eletronicamente da suspensão adaptativa M do novo BMW M3 CS também vêm em uma configuração exclusiva, assim como a direção M Servotronic com relação variável e seu sistema de freios.

Também na lista de equipamentos de série do novo BMW M3 CS estão as rodas de liga leve M forjadas com design exclusivo de raios em V e acabamento dourado. Medindo 19 polegadas no eixo dianteiro e 20 polegadas no traseiro, as rodas são equipadas de série com pneus de especiais que foram desenvolvidos especificamente para o modelo e medem 275/35 R19 na frente e 285/30 R20 na parte traseira.

Veloz

Criada para uso extremo nas pistas, a versão CS também tem diversos atributos para tornar o modelo ainda mais veloz, como o Diferencial Ativo M no eixo traseiro – cujo funcionamento também é totalmente variável – que contribui para a sensação característica do M ao acelerar nas curvas.

Há também o menu M Setup, que permite que o motorista mude da configuração padrão de tração integra para o modo tração integral Sport, que direciona uma proporção ainda maior do torque do motor para as rodas traseiras. O motorista também pode desligar completamente o sistema DSC (Controle Dinâmico de Estabilidade) e ativar o modo tração traseira. Ao enviar a potência de tração apenas para as rodas traseiras e suprimir qualquer intervenção dos sistemas de controle de estabilidade, esta configuração permite uma experiência de condução mais intensa e divertida.

O modelo também é equipado com o sistema M Drive Professional, que conta com funções M Drift Analyzer e M Laptimer para avaliar e registrar habilidades de condução e desempenho na pista, como também vem com M Traction Control, que oferece ajustes na aceleração, na curva de torque e na programação dos sistemas de controle de tração e de estabilidade para dar mais segurança em terrenos difíceis, ou uma pilotagem ainda mais direta e esportiva – de acordo com a escolha do motorista.

No que diz respeito à tecnologia, o BMW M3 CS conta com sistema interativo para facilitar a condução do veículo e proporcionar uma melhor experiência a bordo, tais como: Driving Assistant, Parking Distance Control, BMW Display Key, assistente de farol alto, faróis BMW Laserlight, M Head Up Display, carregamento wireless para celulares e ar-condicionado de duas zonas.

Preço
BMW M3 CS R$ 1.300.000,00

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Novo Mini Cooper começa a ser produzido na Inglaterra

Em setembro de 1961, John Cooper, preparador e engenheiro de carros de competição, pegou um Mini e o transformou num carro de corrida. Logo o modelo seria um sucesso em competições e chegou a vencer o Rally de Monte Carlo em 1964. Desde então, as versões esportivas do pequeno carro passaram a ser denominadas com o nome de Cooper. E na mesma fábrica em Oxford, está iniciando a produção da quinta geração do esportivo.

Para marcar a data, funcionários e a diretora da marca, Stefanie Wurst, fizeram uma comemoração do lado do primeiro modelo de três portas. O primeiro foi “pilotado” por Charlie Cooper, neto do lendário John Cooper.

Desde o lançamento da reestilização do Mini em 2001, mais de 4,4 milhões de modelos foram produzidos na Grã-Bretanha – incluindo 150.000 modelos Mini Electric que foram construídos entre 2019 e 2023.

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BMW Motorrad apresenta taxa zero e cashback no mês de maio

A BMW Motorrad Brasil anuncia condições especiais para compra de seus modelos em maio por meio da BMW Serviços Financeiros. Com redução de R$ 4.600, a BMW F 850 GS está com preço promocional de R$ 69.900 neste mês. O modelo tem ainda IPVA e documentação grátis, taxa 0% no financiamento com 60% de entrada e saldo em 24 meses ou cashback no valor de R$ 5.000.

A superesportiva BMW S 1000 RR, assim como a a BMW R 1250 GS Adventure estão com taxa de juros de 0% ao mês em financiamentos ambas com entrada de 60% e 24x para o saldo restante. Já a BMW F 900 R tem taxa zero de juros no plano Select com parcelas a partir de R$ 369 com entrada e mais uma parcela final.

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Marcos Bento é reeleito para mais um mandato na Abraciclo

O presidente da Abraciclo, Marcos Bento, foi reeleito para mais um mandato à frente da Abraciclo –  Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, com vigência a partir de 1º de maio.

Formado em Direito pela UFG (Universidade Federal de Goiás), Bento assumiu a presidência da associação em abril do ano passado. Entre suas metas, está fortalecer ainda mais o polo de Duas Rodas localizado na Zona Franca de Manaus (o maior fora do eixo asiático), por meio dos três pilares de atuação da entidade: Política Industrial, Segurança Viária e Técnico. “Vamos continuar atuando em conjunto com nossas associadas na busca pelo fortalecimento e competitividade do setor”, afirma.

Graças a esse trabalho, hoje a indústria de duas rodas é reconhecida como sinônimo de desenvolvimento, inovação tecnológica e respeito ao meio ambiente. “Um setor que gera empregos, preserva a floresta e impulsiona a mobilidade urbana e a logística das cidades brasileiras”, enfatiza Bento.

Fundada em 1976, a Abraciclo é representante oficial do setor de duas rodas no Brasil, com 15 empresas associadas. Pelo segmento de motocicletas, as afiliadas são Bajaj, BMW, Dafra, Ducati, Harley-Davidson, Honda, JTZ, Kawasaki, Suzuki, Triumph e Yamaha. No segmento de bicicletas, as associadas são a Caloi, Houston, Ox Bike e Sense. 

Nova Diretoria 

 

Cargo Nome Empresa
PRESIDENTE MARCOS ANTONIO BENTO DE SOUSA MOTO HONDA
1º VICE-PRESIDENTE EDUARDO MISSAO SAMBUICHI YAMAHA
SUPLENTE AFONSO CAGNINO
VICE-PRESIDENTE CRESO FRANCO DAFRA
SUPLENTE JOSÉ RICARDO SIQUEIRA
VICE-PRESIDENTE JAIME TERUO MATSUI KAWASAKI
SUPLENTE SONIA HARUE ANDO
VICE-PRESIDENTE CESAR ROGÉRIO DE BARROS MOTO HONDA
SUPLENTE KEITHY GARCIA
VICE-PRESIDENTE REGIONAL GLEIDE MERCIA SOUZA PATRIZI BMW
SUPLENTE SAULO MARQUEZINI
VICE-PRESIDENTE BICICLETAS FERNANDO MORELLI ROCHA CALOI
SUPLENTE NADIA RICAS XAVIER
CONSELHO FISCAL ANA ROCHA MOTO HONDA
EUCLIDES ARAUJO
FERNANDA TOLEDO SUZUKI
VALÉRIA DENARDI
EDUARDO LISBOA MIRANDA YAMAHA
RAFAEL SILVA LIMA
CONSELHO CONSULTIVO JULIO KOGA MOTO HONDA
HILÁRIO HARUOMI KOBAYASHI YAMAHA

 

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Maçanetas modernas são muito perigosas em caso de acidente

Hoje, mais que estética e modernidade, as maçanetas das portas que se retraem para o interior das portas, ajudam na aerodinâmica. Teoricamente, esse mecanismo começou no Tesla e se expandiu para Mercedes-Benz, Audi, BMW e outros modelos, principalmente os elétricos.

Porém, a entidade independente de segurança automotiva alemã, ADAC, uma das mais sérias e competentes do mundo, faz um importante alerta: o sistema pode comprometer a segurança dos passageiros em caso de acidente. O sistema de abertura das portas é acionado na chave e algumas também abrem fazendo manualmente uma pressão. Mas a grande maioria, abre somente de maneira elétrica.


Num acidente ou incêndio, se a parte elétrica for afetada, as maçanetas não funcionam e dificulta a ação dos socorristas no salvamento dos passageiros. A demora em abrir as portas pode comprometer a vida das pessoas a bordo.
Segundo a ADAC, esse trabalho pode ficar ainda mais difícil se for feito por pessoas não profissionais.

O ADAC aconselha os proprietários de veículos com esse sistema de abertura das portas, a se informarem bem sobre o funcionamento e a manterem um martelo num lugar seguro para, em caso de emergência e de não ter ainda chegado a ajuda, quebrarem os vidros.

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Audi comemora 30 anos de Brasil com vendas menores

Mesmo não tendo muito para comemorar, pois nunca mais foi um sucesso de vendas, a Audi está completando 30 anos de Brasil. Desconhecida no mercado nacional até então, a Audi veio para o Brasil no inicio dos anos 90 pelas mãos da família Senna (Leonardo e Ayrton) e logo os modelos se tornaram um sucesso de vendas. Além disso, era uma das marcas mais desejadas e elitizadas do segmento.

Com o brilhante trabalho desenvolvido pela Senna Import, a marca alemã foi durante muitos anos a marca mais vendida no segmento de veículos premium. Nos últimos 10 anos, quando a própria marca alemã assumiu a administração de todo o negócio, a vendas caíram e nunca mais conseguiu se chegar na liderança de vendas.

Esportivo elétrico

Agora, um dos modelos mais atraente da marca vai passar por uma atualização. Assim como o Porsche Taycan, do qual herdou a plataforma e vários outros componentes, o modelo vai ganhar um restyling.

 

Além das mudanças exteriores e na suspensão ativa, a maior novidade será os novos motores elétricos que vão desenvolver em torno de 800 cavalos. Menos que o Taycan Turbo S, que produz 952 cavalos. O modelo atual do e-tron produz 646 cavalos.
O carregamento também deve melhorar dos atuais 270KWh para até 320 kWh.

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