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Anvisa proíbe venda de canetas emagrecedoras sem registro no país

Os medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, e de retatrutida, de todas as marcas e lotes, tiveram sua comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e uso proibidos pela Agência Nacional de Saúde (Anvisa) nesta quarta-feira (21). Esses produtos são popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.

Segundo a agência, esses medicamentos são produzidos por empresas desconhecidas e são vendidos – em perfis no Instagram – “sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa”.

A Anvisa diz também em seu comunicado que, por serem irregulares e de origem desconhecida, “não há garantia sobre o seu conteúdo ou qualidade”, e que por isso essas canetas emagrecedoras não podem ser usadas “em nenhuma hipótese”.

A resolução sobre a proibição foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta.

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Orelhões serão extintos em todo o Brasil até o fim de 2028

Os últimos 30 mil telefones de uso público, popularmente conhecidos como orelhões, já têm data marcada para a aposentadoria: o final de 2028. Lançados em 1972 em todo o Brasil, os orelhões têm design assinado pela arquiteta Chu Ming Silveira, chinesa radicada no país. A rede, que já teve mais de 1,5 milhão de terminais, era mantida por concessionárias de telefonia fixa, como uma contrapartida obrigatória do serviço.

Concessões terminam este ano

Os contratos de concessão que incluiam a manutenção dos orelhões foram firmados em 1998 e chegaram ao fim em dezembro de 2025. Adaptação desses contratos, no formato de autorizações de serviço, prevê a extinção gradual dos telefones públicos dentro do plano de universalização do acesso de telefonia no país.

Segundo a Anatel, com a proximidade do término dos contratos, “tornou-se oportuna uma discussão mais ampla sobre o atual modelo de concessão, com o fim de buscar estimular os investimentos em redes de suporte à banda larga”.

Nesse cenário, as concessionárias buscaram celebrar acordos com a administração pública para viabilizar a adaptação da concessão do sistema de telefonia fixa (STFC) para a modalidade de autorização, regida pelo regime privado, informou a Agência.

A mudança de regime teve um fator a mais de complexidade: uma das maiores concessionárias, a Oi, passa por crise financeira desde 2016, com processo de falência aberto.

Orelhões em funcionamento

Na prática, cerca de 9 mil telefones de uso coletivo permanecerão ativos em cidades onde não haja ao menos o sinal 4G para a rede móvel.Hoje a maior parte dos TUPs estão no estado de São Paulo, e sua localização pode ser consultada no site da Anatel.

“As empresas assumiram compromissos de manutenção da oferta de serviço de telecomunicações com funcionalidade de voz (incluindo os orelhões), em regime privado, por meio de quaisquer tecnologias, em localidades nas quais as empresas forem as únicas prestadoras presentes, até o prazo máximo de 31 de dezembro de 2028”, esclareceu a Anatel.

A agência reguladora acrescentou que as empresas se comprometeram ainda a realizar investimentos em infraestrutura de telecomunicações no país, tais como: implantação de fibra óptica em localidades sem tal infraestrutura, antenas da telefonia celular (tecnologia no mínimo 4G) em localidades sem tal infraestrutura, expansão da rede de telefonia celular em municípios, implantação de cabos submarinos e fluviais, conectividade em escolas públicas e construção de data centers.

A base que está melhor adaptada é a da Oi, que, conta com 6.707 unidades. Vivo, Algar e Claro/Telefônica desligarão suas redes este ano, restando em torno de 2 mil orelhões operados por elas.

Os outros 500 TUPs são da empresa Sercomtel, nos municípios de Londrina e Tamarana, no Paraná, e só poderão ser retirados após a adaptação necessária.

Há ainda, no país, orelhões cuja manuteção pelas operadoras não é obrigatória. Seu desligamento pode ser solicitado diretamente a elas, e caso não atendam à Anatel, por meio da central de atendimento (1331) ou no portal da agência na internet. (Agência Brasil)

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Hoje é o Dia Nacional do carro mais amado do Brasil: o VW Fusca

O Volkswagen Fusca não foi o carro mais vendido da história da indústria automotiva brasileira, que é o Volkswagen Gol, mas é o segundo e, sem dúvida o mais amado. Além disso deve ser, em todo o mundo, o único modelo que foi descontinuado e voltou á produção alguns anos depois.

E hoje é o seu dia. Para homenagear este ícone e celebrar a paixão nacional por clássicos, a Volkswagen do Brasil anuncia uma condição especial: de 20 de janeiro a 20 de fevereiro, todos os clientes que solicitarem o Certificado de Veículos Clássicos Volkswagen terão 10% de desconto.

Paixão nacional

O Fusca iniciou as operações da Volkswagen no Brasil, em 1953, montado em um galpão no bairro do Ipiranga, na cidade de São Paulo (SP). O ícone passou a ser produzido no Brasil a partir de 1959, na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), e teve papel fundamental no início da motorização do Brasil. Simples, robusto e confiável, o Fusca sempre ajudou a conectar cidades, famílias e sonhos, acompanhando o desenvolvimento do País sobre quatro rodas.

Ao longo de sua trajetória, recebeu evoluções mecânicas e diferentes versões, mantendo sempre sua essência. Com mais de 3,1 milhões de unidades vendidas no Brasil, o Fusca segue tirando sorrisos das pessoas pelas ruas até hoje. Estima-se que cerca de 1,7 milhão de exemplares ainda circulem pelo País, movimentando clubes, encontros, coleções e histórias que se renovam diariamente — prova de sua atemporalidade e de que o modelo permanece presente no dia a dia dos apaixonados.

Certificado de Clássicos

Para celebrar o Dia Nacional do Fusca e continuar incentivando a preservação e a paixão pelos clássicos, a Volkswagen do Brasil oferece uma condição especial: 10% de desconto na aquisição do Certificado de Veículos Clássicos Volkswagen, válido para todos os modelos com mais de 20 anos. A iniciativa reforça o compromisso da marca com a preservação e valorização de ícones que seguem presentes na vida das pessoas, conectando gerações e histórias que continuam sendo escritas. A condição é válida para solicitações feitas entre 20 de janeiro e 20 de fevereiro de 2026.

Atualmente, o Fusca é o modelo com maior número de Certificados de Veículos Clássicos VW emitidos, reforçando sua relevância emocional e histórica entre colecionadores e entusiastas da marca.

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Galleria Shopping recebe encontro de carros antigos neste sábado

O Galleria Shopping recebe neste sábado, 17 de janeiro, mais uma edição do Encontro de Carros Antigos, reunindo modelos clássicos que marcaram época e encantam diferentes gerações. O evento acontece das 9h às 13h, no estacionamento externo do shopping, com entrada gratuita.

O encontro é uma oportunidade para o público conferir de perto veículos icônicos, trocar experiências com colecionadores e apreciar verdadeiras relíquias do automobilismo. A iniciativa reforça a proposta do Galleria Shopping de oferecer programações que unem lazer, cultura e convivência em um ambiente ao ar livre, agradável e familiar.

“Eventos como o Encontro de Carros Antigos fazem parte do nosso compromisso em criar experiências que vão além das compras, valorizando paixões, histórias e encontros. É uma programação que atrai públicos diversos e convida as famílias a aproveitarem o shopping de uma forma diferente”, afirma João Timm, gerente de marketing do Galleria Shopping.

Os expositores participantes contam com isenção do estacionamento mediante a entrega de 2 kg de alimento não perecível, que serão destinados a instituições sociais, reforçando o caráter solidário da iniciativa.

Além da exposição dos veículos, os visitantes podem aproveitar toda a estrutura do shopping, com opções de gastronomia, lazer e serviços, tornando o passeio ainda mais completo.

Serviço
Encontro de Carros Antigos
Local: Galleria Shopping –  estacionamento externo
Data: 17 de janeiro
Horário: das 9h às 13h
Entrada: gratuita
Estacionamento: isenção para expositores mediante a entrega de 2 kg de alimento não perecível

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Superesportivo de 680 cavalos da Aston Martin já está no Brasil

Já estão em solo brasileiro as primeiras unidades do novo superesportivo da Aston Martin. O Vantage S chegou na cor Chilles Green e tem interior bicolor nas tonalidades Bison Brown e Ice Mocha. O Aston Martin Vantage S tem motor V8 biturbo de 4 litros com 680 cavalos de potência e 800 Nm de torque, além de alterações que melhoram a sua dirigibilidade. O acabamento externo e interno também foram refinados.

Se o Aston Martin Vantage já é emocionante e focado no motorista, o Vantage S consolida sua posição com mais potência e dinamismo, estabelecendo um novo padrão para a linha de carros esportivos com motor dianteiro da Aston Martin. O sufixo “S” é usado pela Aston Martin em versões especiais e de alto desempenho.

Uma convenção que começou com o Vanquish S, que estreou no Salão do Automóvel de Paris em 2004, seguido pelos Vantage S com motor V8 e V12, lançados em 2011 e 2013, respectivamente.

Rápido

O Vantage S possui uma versão atualizada do motor V8 biturbo de 4 litros da Aston Martin com 680 cavalos a 6.000 rpm e torque máximo de 800 Nm entregue entre 3.000 e 6.000 rpm. Para aprimorar mais o envolvimento do motorista e a sensação de desempenho, os engenheiros da Aston Martin refinaram e calibraram o peso e a resposta do pedal do acelerador.


Alterações na calibração também foram feitas no trem de força, com a otimização do Launch Control resultando em uma melhoria de 0,1 segundo no tempo de 0 a 100 km/h, que agora é de apenas 3,4 segundos e de 0 a 200 km/h em 10,1 segundos. A velocidade máxima permanece inalterada: 325 km/h.

O Vantage S também se beneficia de um amplo conjunto de alterações de detalhes no novo hardware de suspensão, nos suportes do trem de força e no software de controle, para proporcionar maior agilidade, além de melhorias na sensibilidade e no engajamento do motorista. O resultado é um carro com um apetite emocionante por curvas, apoiado por uma estabilidade inabalável.

Visualmente, o Vantage S possui características distintas. Na dianteira, ele é identificado pelas novas lâminas do capô montadas centralmente. Com acabamento em preto brilhante ou fibra de carbono “2×2 Twill”, essas saídas de ar não só conferem um caráter de design mais assertivo, como também otimizam a extração de ar quente do motor V8 com configuração “hot-V”.

Preço
Aston Martin Vantage S: R$ 2.700.000,00 (valor inicial)

 

 

 

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Depois de prêmios, O Agente Secreto está em mais salas de cinema

A conquista de dois prêmios no Globo de Ouro, no último domingo (11), provocou a ampliação da presença de O Agente Secreto nas salas de cinemas do Brasil. O diretor Kleber Mendonça Filho comemorou a medida nas redes sociais.

“O Agente Secreto está em 320 salas de cinema no Brasil desde essa quinta-feira [15], efeito direto dos dois Globos de Ouro. O filme voltou a fazer 20 mil espectadores por dia, estava fazendo cerca de 5 mil. 11ª semana em cartaz, 3º mês de lançamento. Vi vídeo do Cinema São Luiz em Fortaleza lotado ontem. Grato!”, disse ele.

O longa-metragem protagonizado por Wagner Moura estava em exibição em cerca de 137 salas. Mais de 1,2 milhão de espectadores já assistiram ao filme.

Agente Secreto conquistou dois troféus do Globo de Ouro na semana passada, de Melhor Filme em Língua não Inglesa e de Melhor Ator de Drama, para Wagner Moura.

O filme está pré-indicado ao Oscar e nesta semana os votantes da Academia de Cinema de Hollywood escolhem as produções que vão competir pela estatueta. A expectativa é que O Agente Secreto entre nas categorias de Melhor Filme Internacional, Melhor Direção de Elenco e Melhor Ator.

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VW Taos 2026 chega com alterações estéticas e a mesma motorização

Com pequenas alterações estéticas, a Volkswagen apresentou a linha 2026 do Taos. O SUV chega com uma assinatura de design marcante: é o primeiro modelo do mercado nacional a trazer o logo iluminado na traseira, acompanhado pelo light strip que conecta as novas lanternas. O emblema VW acende em vermelho, criando uma linha de luz.

Na dianteira, os faróis IQ.Light seguem como item de série, agora com uma nova identidade visual: o canhão principal em LED exibe um elegante formato em “X”. Exclusivo para a versão Highline, o light strip frontal contorna a grade e se integra aos novos para-choques, que ganharam aberturas maiores para entrada de ar, alinhando o Taos ao DNA de design dos SUVs Volkswagen, como Tera, Nivus e T‑Cross.

A motorização continua a 250 TSI, com 150 cavalos de potência e 25,5 kgfm de torque, agora aliado ao novo câmbio automático de oito marchas. As rodas também ganham novo design: 19 polegadas para a versão Highline e uma opção inédita de 18 polegadas para a Comfortline.

O modelo passa a ser comercializado a partir de R$ 199.990,00 na versão Comfortline e R$ 209.990,00 na Highline.

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Delegada é presa em São Paulo suspeita de ligação com PCC

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) faz, nesta manhã de sexta-feira (16) a Operação Serpens, para investigar o envolvimento de uma delegada de polícia suspeita de ter envolvimento com a facção criminosa do Primeiro Comando da Capital (PCC). Ela está presa.

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em São Paulo e Marabá, e dois mandados de prisão temporária.

Segundo informações divulgadas pelo próprio MPSP, a delegada – que não teve o nome revelado – mantinha ligação pessoal e profissional com integrantes do PCC. Ela usava seu cargo de maneira irregular em audiências de custódia de presos da facção criminosa.

Junto do MPSP nesta ação estão também o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), a Corregedoria-Geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo e Gaeco do Pará. (Agência Brasil)

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Lombadas em excesso são um mal brasileiro e muito perigosas

Durante o período de férias, com mais tempo para circular por Campinas e outras cidades da região, uma constatação tornou-se recorrente: a quantidade de lombadas espalhadas pela malha viária urbana é elevada — e, em muitos casos, elas estão fora dos padrões técnicos estabelecidos pelo Contran, com sinalização deficiente ou simplesmente inexistente.

A lombada é um dispositivo previsto no Código de Trânsito Brasileiro como medida pontual de moderação de tráfego, a ser utilizada apenas quando outras soluções de engenharia se mostram insuficientes. Não se trata, portanto, de um elemento de aplicação indiscriminada. Quando isso ocorre, o impacto deixa de ser apenas local e passa a comprometer o funcionamento do sistema viário como um todo.

Estimativas baseadas em dados abertos do OpenStreetMap — ajustadas para a cobertura típica desse tipo de base colaborativa — utilizando Campinas como estudo de caso e indicam algo entre 2.500 e 3.200 lombadas em sua malha urbana. Considerando que a cidade possui entre 2.500 e 4.000 quilômetros de vias pavimentadas, chega-se a uma média próxima de uma lombada por quilômetro de via, número elevado sob qualquer critério técnico de engenharia de tráfego.

Quando a exceção vira padrão

Essa média não significa distribuição homogênea. Pelo contrário: em bairros residenciais e vias locais, a densidade tende a ser significativamente maior, enquanto corredores estruturais também utilizam esse recurso, ainda que em menor quantidade. Ainda assim, o número revela uma política baseada em intervenções repetitivas e corretivas, em detrimento de soluções estruturais de desenho viário.

O resultado é previsível: a lombada deixa de ser uma ferramenta excepcional e passa a funcionar como elemento permanente de controle comportamental, substituindo investimentos em hierarquização viária, geometria adequada e indução natural de velocidade.

Ruído urbano: um efeito ignorado

Um dos impactos mais imediatos do excesso de lombadas é o aumento do ruído urbano. A frenagem brusca seguida de aceleração — especialmente de veículos comerciais, ônibus e motocicletas — eleva de forma consistente os níveis sonoros em áreas residenciais. Trata-se de um efeito contínuo, que ocorre 24 horas por dia e compromete diretamente a qualidade de vida urbana.

Em vias com sequência de lombadas, o ruído deixa de ser episódico e passa a ser estrutural.



Consumo e emissões: o custo ambiental invisível

Do ponto de vista energético, lombadas em excesso são ineficientes. Cada desaceleração forçada seguida de retomada de velocidade, ocasiona:

  • aumenta o consumo de combustível;
  • eleva as emissões de CO2  e outros poluentes;
  • penaliza ainda mais veículos mais antigos ou de maior peso;

Em um cenário urbano que discute redução de emissões e eficiência energética, o uso sistemático de lombadas vai claramente na contramão desses objetivos.

Transporte coletivo e veículos de emergência

O transporte coletivo sofre impacto direto: maior desgaste mecânico, menor velocidade média e pior qualidade da viagem para o passageiro. Mas o efeito mais sensível recai sobre veículos de emergência, especialmente ambulâncias.

Cada lombada representa:

  • perda de tempo em deslocamentos críticos;
  • desconforto e risco adicional ao paciente transportado;
  • necessidade de redução extrema de velocidade, mesmo em situações de urgência;

Quando esses dispositivos são mal projetados ou mal sinalizados — como observado em diversos pontos das cidades — o problema se agrava.

Lombadas fora do padrão: um problema adicional

Durante a circulação pela região, chama atenção a quantidade de lombadas que:

  • não seguem altura e geometria padronizadas;
  • não possuem pintura adequada;
  • carecem de sinalização vertical;
  • surgem de forma inesperada ao longo da via, muitas vezes após curvas;

Além de contrariar normas do Contran, isso cria risco adicional, especialmente à noite ou sob chuva, penalizando justamente o condutor que trafega de forma regular.

Lombada tipo “A” – para locais onde tiver a necessidade de limitar a velocidade máxima para 30km/h – Fonte: www.ebanataw.com.br / Resolução Contran 600/2016

Lombada tipo “B” – Pode ser instalada somente em via urbana local em que não circulem linhas regulares de transporte coletivo e não seja possível implantar a lombada do Tipo A, reduzindo pontualmente a velocidade máxima para 20 km/h – Fonte: www.ebanataw.com.br / Resolução Contran 600/2016

O que cidades mais maduras fazem diferente

Na engenharia de tráfego contemporânea, a redução eficaz de velocidade é obtida prioritariamente por meio de:

  • estreitamento visual de pistas;
  • calçadas mais largas;
  • platôs elevados integrados a travessias;
  • chicanes e mudanças permanentes de geometria;
  • desenho viário que desestimula naturalmente a velocidade excessiva;

Essas soluções atuam na causa, não apenas no efeito.

Um indicador que merece reflexão

A relação aproximada de uma lombada por quilômetro de via não é um dado oficial, mas funciona como indicador indireto de política pública. Quando esse número é elevado, ele sugere cidades que respondem ao problema da velocidade com soluções rápidas, baratas e repetitivas, porém com custos ambientais, operacionais e sociais relevantes.

A lombada é necessária, útil e eficaz quando bem aplicada. O problema surge quando ela deixa de ser exceção e passa a substituir o planejamento.

Talvez a pergunta que as cidades brasileiras precisem enfrentar não seja onde instalar a próxima lombada, mas por que tantas vias ainda dependem delas para funcionar com segurança. (Texto e fotos Gerson Borini – AutoEntusiastas)

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Sorteio de hoje da Mega-sena está acumulado em R$ 35 milhões

As seis dezenas do concurso 2.960 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 35 milhões.

Por se tratar de um concurso com final zero, ele recebe um adicional das arrecadações dos cinco concursos anteriores, conforme regra da modalidade.

As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6. (Agência Brasil)

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