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Ciclone extratropical intensifica chuvas no sul do país

A Região Sul do Brasil deverá ter chuvas neste sábado (8) – especialmente no Rio Grande do Sul e nas áreas sul de Santa Catarina -, de acordo com a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aumento da instabilidade é consequência do avanço de uma frente fria pelo Oceano Atlântico, desde quinta-feira (6).

Segundo a previsão do Inmet, nesta sexta-feira (7), a frente fria ajudará a manter um canal de umidade sobre o Rio Grande do Sul, e a chuva deve se espalhar por grande parte do estado, atingindo, inclusive, áreas do sul de Santa Catarina.

Chuvas intensas

Neste sábado, com a configuração do ciclone extratropical, “os volumes de chuva tendem a aumentar, especialmente no leste e no litoral gaúcho, podendo superar 70 milímetros (mm) em 24 horas, e, de forma pontual, com valores em torno dos 100 mm”, informa aviso meteorológico do Inmet.

No domingo (9), a frente fria vai atuar sobre o mar, na altura da Região Sudeste. No mesmo dia, a chuva tende a ficar concentrada entre Santa Catarina, Paraná e nas regiões sul e leste de São Paulo, mas em menores volumes.

“Vale destacar que, quanto aos volumes de chuva, há diferença entre os diversos modelos numéricos de previsão do tempo quanto a área de concentração dos maiores valores, especialmente, na sexta-feira e no sábado. Diante disso, é importante o acompanhamento diário das atualizações da previsão do tempo e dos avisos meteorológicos especiais nos próximos dias no portal do Inmet”, informou a Meteorologia.

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Elétricos BMW iX 40, iX3 e i4 contam com taxa zero no mês de julho


A BMW promove neste mês promoções comerciais para diversos modelos da marca alemã, com financiamento por meio da BMW Serviços Financeiros, além de outros benéficos aos clientes.
 

O modelo 2024 do BMW 320i é vendido em condições especiais com taxa especial de 0,99% ao mês, entrada de 60% e parcelamento em 24 meses. A mesma condição de financiamento é válida para todas as versões do BMW X1. 


Já a linha de elétricos também conta com ofertas únicas. O BMW iX3, versão 100% elétrica do X3, e o BMW i4, estão com taxa 0% de juros para planos com 60% de entrada e saldo em 24 meses para todas as versões.

Além das promoções, todos os veículos elétricos vêm acompanhados do carregador Wallbox.

BMW iX3

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Reforma tributária é tema da próxima edição do projeto Diálogos Amazônicos

As diretrizes do texto base da reforma tributária, que foi aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e agora seguirá para o Senado, serão abordadas na próxima edição do projeto Diálogos Amazônicos, que acontecerá na próxima terça-feira (11 de julho).

Para discutir esse tema, a FGV – Fundação Getúlio Vargas, convidou o deputado federal e um dos integrantes do grupo de trabalho, Sidney Leite, e o secretário da fazenda do Estado do Pará, René de Oliveira e Sousa Júnior.

Com apoio da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, a reunião virtual terá moderação dos professores da FVG, Márcio Holland e Daniel Vargas e começará às 19 horas (horário de Brasília), no canal do YouTube da FGV.

A transmissão é aberta a todos os interessados. Para saber mais e se inscrever, clique https://evento.fgv.br/dialogosamazonicos_1107/.

Além da Abraciclo, o projeto conta com apoio do CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), FIEAM (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas) e ELETROS (Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos).

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Coluna do Secco – Corvette comemora 70 anos e pode virar uma linha de modelos

Em 17 de janeiro de 1953, em Nova Iorque, a General Motors Corporation promoveu a apresentação do Corvette, primeiro modelo esportivo da linha Chevrolet. Hoje, 70 anos depois e com quase 2 milhões de unidades produzidas, o Corvette pode se tornar, a partir de 2025, uma submarca, com diferentes modelos, além do consagrado esportivo de dois lugares.

Imaginem nos anos 50, no pós-segunda guerra mundial, uma montadora desenvolver um carro diferente dos padrões norte-americanos? Por isso, causou surpresa e também muita emoção ao público, quando começou a ser visto circulando pelas ruas da cidade.

Ousadamente projetado para ser o carro dos sonhos e estabelecer uma nova forma de vida para uma faixa etária entre os jovens próximos de concluir a formação profissional e bem-sucedidos e apreciadores de automóveis ousados, o Corvette foi projetado por Harley Early, chefe de desenhos da General Motors.

A novidade era ser um automóvel de apenas dois lugares, normalmente ocupados pelo proprietário, acompanhado de uma jovem garota e desfrutando da paz com o encerramento da segunda guerra mundial.

O novo carro tinha ainda outras atrações, como as cores externas e internas vivas e alegres, modelo conversível que um simples botão descobria o ambiente interno fazendo o sol e o vento trazerem de volta aos jovens as comemorações que deixaram de existir durante a fase de conflito global.

O carro era equipado com motores de 3,9 litros e de 4,3 litros, que provocavam emocionantes prazeres e demonstravam superioridade sobre os europeus.

Agora, sete décadas depois, o que se especula é que essa decisão marcará uma nova grande e importante mudança na General Motors e está alinhada com o seu objetivo se tornar uma fabricante exclusivamente de veículos elétricos nos próximos anos.

Essa submarca Corvette, segundo a revista norte-americana Car and Driver, a partir de 2025 incluirá um “cupê” de quatro portas e um crossover esportivo de alto desempenho para fazer parceria com o próximo Corvette esportivo elétrico de dois lugares.

E por que a General Motors daria esse passo? Primeiro porque a fabricante já anunciou o final de produção do seu outro esportivo, o Camaro, para janeiro do ano que vem, e segundo porque, em todo o mundo, o Corvette está entre as marcas mais valorizadas e procuradas da indústria automobilística mundial e as pessoas compram um Corvette tanto pelo nome quanto pelo carro em si.

De acordo com a revista norte-americana, os carros esportivos são importantes formadores de imagem para as marcas e se essa boa imagem for estendida para outros segmentos de veículos, podem se transformar em modelos muito lucrativos.

Um exemplo disso aconteceu com a Porsche que, no início dos anos 2000, lançou o SUV Cayenne. O sucesso foi tamanho que várias outras marcas premium e de esportivos lançaram os seus modelos SUV, como a Lamborghini, Maserati, Jaguar e até a Bentley.

Só para conhecimento dos que ainda não eram nascidos (e nem planejados), o sucesso do Corvette foi tamanho nos Estados Unidos que fez a General Motors aprovar a proposta de patrocínio da série de filmes Rota 66, um sucesso cinematográfico que em quase quatro anos exibiu de forma romântica aventuras de dois jovens e a beleza do automóvel em praticamente todo o mundo.

Não conheci carro em minha vida que proporcionasse tanto sucesso cinematográfico.

Aqui no Brasil, apesar de todo esse glamour, o Corvette não se transformou em êxito de vendas. E nem na Argentina.

Nesses dois países, os dois principais mercados da América do Sul, o nome Corvette ficou reconhecido por uma versão V8 de seus motores que foi muito utilizada pelos especialistas em carros de corrida que criaram na Argentina a categoria Carretera, instalando-os em antigos Ford e Chevrolet, e, principalmente no Brasil, onde além das carreteras foram utilizados em uma categoria conhecida como Mecânica Continental, composta pelos monopostos da categoria Grand Prix (antiga Fórmula 1) que aqui existiram, como Ferrari, Alfa Romeo e Maserati que tinham os seus motores substituídos pelo V8 Corvette.

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Fiat comemora a produção de  400 mil unidades do Mobi

Fabricado no Polo Automotivo de Betim – MG, o Fiat Mobi foi desenvolvido para ser pequeno em tamanho, mas atraente no design e muito ágil nos perímetros urbanos, graças á praticidade para dirigir.

Entre os modelos mais vencidos do mercado nacional e exportado para 12 países, o Mobi chega á marca de 400 mil unidades vendidas.  Equipado com um motor de um litro, o modelo pode rodar até 15 km/l com gasolina.

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Coluna Fernando Calmon — Passado, presente e futuro em 70 anos da VW no Brasil

Coluna Fernando Calmon nº 1.258 — 4/7/23

Passado, presente e futuro em 70 anos da VW no Brasil

Ao comemorar sete décadas de atuação no Brasil a VW relembrou o início modestíssimo, em 23 de março de 1953. Apenas 12 funcionários montavam carros importados da Alemanha num galpão na rua do Manifesto, bairro paulistano do Ipiranga.

Em quatro anos produziram apenas 2.268 Fuscas e 552 Kombis. A fábrica em São Bernardo do Campo (SP) que iria se tornar a maior do Brasil em um só terreno, começou a produzir a Kombi com 50% de índice de localização em 2 de setembro de 1957. Foi a primeira instalação fabril da marca fora do país de origem.

Em 3 de janeiro de 1959 o Fusca começou a ser produzido à margem da Via Anchieta. Até 1986 foram 3,1 milhões de unidades, o que nenhum modelo no País havia alcançado até então.

Depois, mais três unidades: Taubaté (SP), em 14 de janeiro de 1976; São Carlos (SP) exclusiva para motores, em 12 de outubro de 1996 e São José dos Pinhais (PR), em 18 de janeiro de 1999. Até maio passado a VW produziu 25 milhões de unidades, das quais vendeu internamente 21 milhões e exportou 4 milhões.

Foram 34 modelos em quatro décadas, em ordem cronológica: Kombi; Fusca, VW 1600, Variant, VW 1600 TL, SP 1/SP 2, Brasília, Passat, Variant II, Gol, Voyage, Parati, Saveiro, Santana, Quantum, Apollo, Logus, Pointer, Golf (nacional), Polo, Polo Sedã, Fox, CrossFox, SpaceFox, up!, Saveiro Cabine Dupla, cross up!, Jetta (por breve tempo), Polo II, Virtus, T‑Cross, Golf GTE (importado), Nivus e Taos. Serão lançados 15 produtos (incluindo versões de modelos existentes, híbridos flex e elétricos) até 2025, dos quais sete já estão nas ruas.

A marca foi uma das primeiras a ter engenharia própria no Brasil, seguida pelo centro de desenvolvimento, pesquisa e design (1965), além de laboratórios de segurança veicular (1971), de emissões (1977), de realidade virtual e aumentada (2018). O presente está ligado ao Way to Zero Center (Centro Rumo ao Zero de emissões), inaugurado ano passado e focado em tecnologias de baixa emissão de CO2 como híbridos flex e plugáveis e mais para frente, elétricos.

O futuro começou a se delinear agora. Na festa dos 70 anos no Ginásio do Ibirapuera, na capital paulista, apresentou os elétricos SUV ID.4 e monovolume ID. Buzz inspirado no furgão Kombi original. Serão comercializados ainda neste trimestre apenas por meio de assinaturas e preços a anunciar.

A VW, na Alemanha, traçou uma meta de aumentar as vendas em 40% no Brasil até 2027. Já a penetração total de mercado dos veículos elétricos a bateria (VEB) aqui foi estimada pela matriz em cerca de 4% em 2033, o que me pareceu previsão cautelosa, mas realista. No entanto, a filial brasileira pretende crescer aqui mais rápido do que o mercado no segmento de VEB.

BYD faz aposta de peso no mercado brasileiro

 

Depois de algum mistério alimentado por vários meses, a BYD confirmou investimento de R$ 3 bilhões no município baiano de Camaçari. Os planos contemplam a produção de automóveis híbridos, numa primeira fase, e depois elétricos a bateria (data em aberto). A capacidade inicial será de 150.000 unidades ao ano (fala-se em 30.000 apenas, no primeiro ano). As primeiras unidades deixarão a linha de montagem até o final de 2024. Índice de localização deverá ser muito baixo: pouco mais do que uma operação CKD, a partir de veículos desmontados.

Persiste, no entanto, a dúvida se a BYD comprará ou não a fábrica que pertence à Ford, onde produziram-se EcoSport e Ka até janeiro de 2021. Desde o início das tratativas comentei que o acordo não tinha sido fechado e o cenário continua o mesmo. A matriz da Ford, nos EUA, é que tomará a decisão e isso implica, possivelmente, um jogo com nuances de geopolítica.

A marca chinesa, claro, tem a opção de construir novas instalações no mesmo município a partir de um greenfield (terreno desocupado). O cronograma ficaria apertado, mas podemos lembrar que a Honda construiu a fábrica de Itirapina (SP) em um ano com capacidade nominal de 120.000 unidades/ano em dois turnos. Para facilitar, o governo da Bahia cedeu o porto marítimo de Aratu, também já usado pela Ford.

Os planos do mais novo fabricante a se instalar no Brasil incluem produção de chassis para ônibus e caminhões elétricos. E ainda uma unidade para processamento de lítio e ferro fosfato, matéria-prima para baterias que atenderá o mercado externo. Nada adiantou sobre produção local de baterias.

 

Vendas em junho reagiram graças aos incentivos fiscais

 

Para o presidente da Fenabrave, José Andreta Jr, o programa de incentivos fiscais (R$ 500 milhões) da MP 1.175, que vigorou em junho e agora estendido, foi um sucesso e possibilitou às concessionárias reduzir seus estoques. “Fez bater os corações” com os clientes voltando aos salões de exposição, ele disse. Apesar dos estoques nas fábricas ainda estarem elevados, as vendas de automóveis e comerciais leves de 179.691 unidades no mês passado, representou aumento de 8% em relação a maio deste ano.

Quanto ao acumulado do primeiro semestre houve aumento de 9,76% em relação ao do ano passado. Se considerados também caminhões e ônibus o avanço sobre 2022 recua um pouco para 8,76%. Andreta também acredita que o mercado deve se manter aquecido em julho. Segundo ele, o mês pode ter quebra de recorde com o adicional de R$ 300 milhões em incentivos para automóveis de até R$ 120.000, além da liberação para compras por parte das locadoras.

Mesmo assim, a entidade mantém posição cautelosa e continua com previsão de resultados semelhantes ao do ano passado, no balanço final de 2023. Por isso não alterou as previsões feitas em janeiro deste ano. Andreta Jr não vê a elevada taxa de juros atual como um entrave forte às vendas, mas sim a redução do poder de compra dos clientes.

Para se ter um balanço mais exato, em minha opinião, é preciso ver o ritmo de queda dos juros a partir de agosto. Para manter a inflação sob controle ou pelo mesmo comportada, o Governo Federal precisa se sustentar dentro dos princípios de responsabilidade fiscal e esquecer de vez que “gasto é vida” sem controle.

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Em Monza, o campineiro Negrão volta ao local de sua grande vitória em 2022

Depois da famosa e histórica edição do aniversário de 100 anos das 24 Horas de Le Mans, o Mundial de Endurance chega à sua quinta etapa na temporada de 2023. O evento será as 6 Horas de Monza, na Itália, no próximo fim de semana.

O local foi palco de uma grande apresentação de André Negrão e o time da Alpine no último ano, quando seu trio conquistou uma belíssima vitória na classe Hypercar contra os dois carros da Toyota em uma emocionante briga, que contou com toques e uma chegada de tirar o fôlego: o Alpine assumiu a ponta na chegada por apenas 2s7.

Neste ano, retornando para a categoria LMP2 depois de ser vice-campeão na classe principal do WEC em 2022, Negrão espera poder andar entre os primeiros colocados após um início de temporada complicado e marcado por azares.

Corrida ao vivo

O piloto brasileiro disse que a Alpine tem conseguido avançar no acerto do carro. “Acho que temos tido um carro melhor a cada etapa e que podemos chegar um pouco mais perto dos ponteiros depois das melhoras que vimos em Le Mans. Falando da pista, não creio que exista um desafio particular para Monza. É um traçado um pouco mais simples e não muito técnico, então acredito que possamos chegar ao limite logo no começo”.

Ao lado do britânico Olli Caldwell e do mexicano Memo Rojas, André Negrão é o 14º colocado no campeonato da LMP2 do WEC, com 17 pontos. Na liderança está a WRT com Louis Deletraz (Suíça), Robert Kubica (Polônia) e Rui Andrade (Angola). (Agência Brasil)

 

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Flamengo recebe Athletico-PR em 1º jogo das quartas da Copa do Brasil

Flamengo e Athtetico-PR se enfrentam esta noite no Maracanã, no jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. Nos últimos cinco anos, os rivais rubro-negros protagonizaram duelos em fases decisivas do torneio.

Na mais recente delas, no ano passado, a equipe carioca eliminou o Furacão, nas quartas, e na sequência conquistou o quarto título da história. O embate no Rio de Janeiro começa às  21h30 (horário de Brasília).

 

O primeiro encontro dos dois rubro-negros na Copa do Brasil foi na final de 2013. Na ocasião, o Flamengo levou a melhor, faturando o terceiro título do torneio no Maracanã, com vitória por 2 a 0.

Seis anos depois, foi a vez do Furacão eliminar o time carioca nos pênaltis, nas quartas, e depois se sagrou campeão pela primeira e única vez na Copa do Brasil.

O troco do Fla ocorreu na temporada seguinte, em 2020: derrotou o Furacão com dois triunfos seguidos nas oitavas. A revanche dos curitibanos também foi rápida: em 2021, eles eliminaram os cariocas no jogo da volta das semifinais em pleno Maracanã, com vitória por 3 a 0.

O duelo desta noite pode marcar a estreia no Flamengo dos recém-contratados Luiz Araújo (atacante) e Allan (volante), ambos relacionados pelo técnico argentino Jorge Sampaoli. Entre os possíveis desfalques, estão Gabigol e Léo Pereira, que se recuperam de lesões e não participaram do treino na terça (4).

Do lado do Furacão, dois novos reforços podem ser escalados esta noite. O lateral-esquerdo Lucas Esquivel recém-contratado e o zagueiro colombiano Felipe Aguiar, de volta ao time após um ano no Lanús (Argentina). Entre os desfalques, o técnico interino Wesley Carvalho não poderá contar  meia-atacante uruguaio David Terans, cujo passe foi vendido na terça (4) ao Pachuca (México). Agência Brasil)

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AGU envia queixa-crime contra deputado do PL por afirmações discriminatórias

A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou, nesta segunda-feira (3), à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma queixa-crime contra o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO). A medida foi tomada após uma entrevista concedida pelo parlamentar a um programa de podcast (material em áudio disponível em dispositivos com acesso à internet) na semana passada.

Segundo a AGU, Gayer teria associado africanos a pessoas com quociente de inteligência (QI) baixo. Durante a conversa com o apresentador Rodrigo Barbosa Arantes, o deputado teria dito que a população daquele continente não tem capacidade para viver em um regime democrático.

Para a AGU, as declarações do deputado foram discriminatórias. “A manifestação é claramente discriminatória, pois diferencia a capacidade cognitiva de seres humanos considerando a origem africana, continente em que sabidamente a maioria da população é negra, concluindo que não teriam aptidão para compreender regime democrático”, concluiu o órgão.

Caberá ao procurador-geral da República, Augusto Aras, avaliar a notícia-crime. O documento foi elaborado pela Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD).

Defesa

Agência Brasil entrou em contato com o gabinete de Gustavo Gayer e aguarda retorno.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Gayer disse que sua entrevista foi tirada de contexto e publicada na internet. O parlamentar afirmou que fez comentários sobre a qualidade da educação e subnutrição no continente, fatores que, segundo ele,  têm impacto no QI da população. (Agência Brasil)

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