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Fome na América Latina atinge 43,2 milhões de pessoas em 2022

Os países da América Latina e Caribe conseguiram avançar no combate à fome e à insegurança alimentar nos últimos anos, sobretudo em decorrência da melhora nos índices da América do Sul. 

Na América Latina e no Caribe, o índice de fome passou de 7% em 2021 para 6,5% em 2022, o que representa, em números absolutos, que 43,2 milhões de pessoas se encontravam nessa situação. Apesar do recuo, a taxa ainda ficou 0,9% acima da registrada em 2019, ano imediatamente anterior à pandemia de covid-19. Entre a população mundial, a taxa se manteve estável em 9,2%.

Os dados fazem parte do Panorama Regional de Segurança Alimentar e Nutrição na América Latina e no Caribe 2023, elaborado por cinco agências do sistema da Organização das Nações Unidas (ONU).

O documento foi divulgado hoje (9) e detalha como fatores geopolíticos, a exemplo da guerra da Ucrânia, a crise sanitária da covid-19 e a crise climática afetam os números.

A evolução dos índices na região sul-americana foi constatada entre 2021 e 2022, embora, ao mesmo tempo, na mesoamérica – que inclui Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua e Panamá, além de porções do México –, a proporção da população que ainda convive com a fome ou insegurança alimentar em estágio moderado ou grave aumentou.

No ano passado, 247,8 milhões de pessoas da região constituíam a parcela com insegurança alimentar moderada ou grave, total reduzido em 16,5 milhões, na comparação com o registrado em 2021. A projeção para 2022 indica que, do grupo que vive nessa condição, 159 milhões de pessoas são da América do Sul, 61,9 milhões da América Central e 26,9 milhões do Caribe.

“As persistentes desigualdades da região têm um impacto significativo na segurança alimentar dos mais vulneráveis. A prevalência da insegurança alimentar moderada ou grave continua afetando mais as mulheres do que os homens”, ressaltam as agências da ONU no relatório.

Brasil

Segundo os especialistas que compilaram os dados e elaboraram o documento, a proporção da população com experiência de subalimentação caiu em uma década tanto no Brasil, como na América Latina e no mundo, porém em ritmos distintos.

Na América Latina e Caribe o percentual passou de 10,7% no período de 2000 a 2002, para 6,7%, de 2020 a 2022. No Brasil, a variação foi de 10,7% para 4,7%, no mesmo período. Já em termos globais, o índice caiu de 12,9% para 9,2%. O cálculo dos dados de 2020-2022 são projeções da ONU.

Em relação à caracterização da parcela com insegurança alimentar grave, os primeiros dados da análise datam de 2014 a 2016. Nesse caso, no mundo, o que se verificou foi um aumento no percentual: de 7,8% no biênio mais antigo, para 11,3% em 2020-2022. Na América Latina e Caribe, a variação foi de 7,9% para 13%, enquanto, no Brasil, passou de 1,9% para 9,9%.

Outro dado relevante que consta do relatório diz respeito ao impacto da falta de acesso à alimentação adequada na vida de crianças. Em todos os recortes geográficos, houve redução no índice de atraso no crescimento de crianças menores de 5 anos de idade, quando se comparam dados de 2000 e 2022.

No mundo, a porcentagem caiu de 33% e para 22,3%. Na América Latina e Caribe, passou de 17,8% em 2000 para 11,5% em 2022. Já no Brasil, o percentual passou de 9,8% para 7,2%, na mesma base de comparação. (Agência Brasil)

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Abate de bovinos, frangos e suínos cresceu no terceiro trimestre

A quantidade de bovinos, frangos e suínos abatidos no terceiro trimestre deste ano cresceu tanto em relação ao trimestre imediatamente anterior, quanto em comparação ao mesmo período do ano passado. Foram 8,85 milhões de cabeças de bovinos; 1,58 bilhão de frangos e 14,60 milhões de suínos.

Os números fazem parte de resultados preliminares da Estatística da Produção Pecuária, divulgados nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).



Bovinos

No terceiro trimestre foram abatidos 8,85 milhões de cabeças de bovinos, um crescimento de 5,8% em relação ao segundo trimestre deste ano e de 11,1% em relação ao mesmo período de 2022. Essa produção pecuária representa 2,36 milhões de toneladas de carcaças bovinas.

Frangos e suínos

O abate de frangos atingiu 1,58 bilhão de animais, alta de 1,4% ante o segundo trimestre deste ano e de 3,1% perante o terceiro trimestre de 2022. Foram 3,31 milhões de toneladas de carcaças.

A quantidade de suínos abatidos cresceu 3,7% na comparação entre trimestres imediatamente seguidos. Foram 14,60 milhões de julho a setembro, o que representa alta de 0,5% ante o mesmo período de 2022. O peso acumulado das carcaças registrou 1,37 milhão de toneladas.

Leite e ovos

A pesquisa do IBGE traz também informações sobre produtos de origem animal. A aquisição de leite cru por estabelecimentos que atuam sob algum tipo de inspeção sanitária atingiu 6,20 bilhões de litros no terceiro trimestre, acréscimo de 8,4% ante o segundo trimestre e de 0,8% na comparação anual.

A produção de ovos de galinha foi de 1,06 bilhão de dúzias no terceiro trimestre. Alta de 1% na comparação entre trimestres imediatamente seguidos e de 1,9% na comparação anual.

O levantamento mostrou ainda que os curtumes que trabalham no curtimento de pelo menos 5 mil unidades inteiras de couro cru bovino por ano, declararam ter recebido 8,63 milhões de peças de couro de julho a setembro. Essa quantidade representa alta de 3% em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 6,6% em comparação ao terceiro trimestre do ano passado. (Agência Brasil)

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Safra em 2024 deve ser 2,8% menor que a deste ano, estima IBGE

A safra brasileira de grãos, cereais e leguminosas deve ficar em 308,5 milhões de toneladas em 2024, segundo a primeira estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para a produção agrícola brasileira do ano que vem.

Caso se confirme, a safra deverá ser 2,8% inferior, ou 8,8 milhões de toneladas a menos, à estimada para este ano, de 317 milhões de toneladas, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) realizado em outubro e também divulgado nesta quinta-feira (9) pelo IBGE.

A queda de 2023 para 2024 deverá ser puxada principalmente pelas lavouras da soja, com previsão de queda de 1,3%, ou menos 2 milhões de toneladas, e do milho, que deverá recuar 5,6%, ou menos 7,3 milhões de toneladas. Tanto a soja quanto o milho também deverão ter queda na área colhida, de 0,6% e 0,4% respectivamente.

“O excesso de chuvas na Região Sul e o tempo seco no Norte está atrasando o plantio da nova safra em algumas unidades da Federação, o que pode atrasar a colheita e, consequentemente, o plantio da segunda safra, trazendo maior insegurança climática para a mesma”, explica o pesquisador do IBGE Carlos Barradas.

Já a cultura do arroz deverá ter alta de 2,5% na produção, com aumento de 4,5% na área colhida.

Safra de 2023

Segundo o LSPA de outubro, com uma safra de 317 milhões de toneladas neste ano, a produção agrícola deverá ser recorde, com uma alta de 20,6% em relação ao ano anterior, com altas de produção nas lavouras de soja (27%) e milho (19,5%), mas queda no arroz (4%). (Agência Brasil)

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Bancos têm piora na rentabilidade e crédito desacelera no 1º semestre

A rentabilidade dos bancos caiu 6% no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2022. O lucro líquido do sistema nos últimos 12 meses encerrados em junho foi R$ 134,4 bilhões. Apesar disso, segundo o Banco Central, o sistema bancário permanece rentável e com perspectivas positivas nos próximos meses.

“O recuo da rentabilidade refletiu o aumento de despesas com provisões [reserva sobre riscos de crédito], despesas de captação [o quanto é pago pela oferta do crédito] e custos administrativos”, explicou a autarquia. As informações são do Relatório de Estabilidade Financeira do BC, referente ao primeiro semestre de 2023, que foi divulgado hoje (9).

De acordo com o documento, a perspectiva para os próximos trimestres é de um cenário mais positivo para a rentabilidade das instituições financeiras. “A melhora na qualidade das novas concessões e a redução das estimativas de perdas nas carteiras de crédito indicam menores pressões via provisões”, diz.

O ciclo gradual de flexibilização monetária (queda dos juros básicos) também é favorável, pois reduzirá as despesas de captação dos bancos, ao mesmo tempo em que o estoque de crédito permanecerá com proporção ainda relevante de concessões recentes a taxas mais altas. “Além disso, o novo ciclo tende a aumentar a demanda por crédito e outros serviços bancários, além de reduzir a pressão sobre a capacidade de pagamento de famílias e empresas”, explicou o BC.

Em setembro, pelo quarto mês seguido, a taxa média de juros das concessões de crédito teve queda, desacelerando em 12 meses. O comportamento dos juros bancários ocorre em um momento em que a taxa básica de juros da economia, a Selic, também vem sendo reduzida. A Selic é o principal instrumento do BC para controlar a inflação e está em 12,25% ao ano.

Até o fim do ano, a previsão dos analistas é que a Selic caia para 11,75%. Com isso, a taxa de captação dos bancos vem recuando.

A elevação da taxa básica ajuda a controlar a inflação porque causa de reflexos nos preços, já que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, contendo a demanda aquecida. Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Cartão de crédito

De acordo com o relatório divulgado hoje, apesar das expectativas positivas de rentabilidade, a discussão sobre o limite de juros cobrados na modalidade cartão de crédito rotativo requer atenção. O crédito rotativo é aquele tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão e dura 30 dias.

A modalidade é uma das mais altas do mercado. Em outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou lei que limita os juros do crédito rotativo.

A legislação define que as empresas emissoras de cartão têm 90 dias para encaminhar ao Conselho Monetário Nacional (CMN) uma proposta de regulamentação com definição desse teto.

Caso contrário, ficou decidido que os juros não poderão ser maiores que o valor original da dívida. Ou seja, juros de 100% e não de mais de 400% ao ano como é cobrado atualmente.

Em declaração recente, o presidente do BC, Roberto Campo Neto, afirmou que todos precisam ceder para reduzir juros de cartão e que o principal problema é que o aumento da carteira de crédito vem acompanhado por “uma inadimplência cada vez mais alta e com uma taxa de cada vez mais alta”.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) já se manifestou criticando o limite de juros para o rotativo, pois poderia tornar os cartões inviáveis e reduzir a oferta de crédito. A entidade espera encontrar uma solução no mercado no prazo previsto pela lei, se aprovada.

Nas discussões, os bancos afirmam que os juros da modalidade rotativa são altos porque financiam o parcelamento de compras sem juros no cartão de crédito, que impacta diretamente no custo de capital, no risco de crédito e na inadimplência. Entretanto, segundo a Febrabran, “não há qualquer pretensão de se acabar com as compras parceladas”.

Segundo Campos Netos, uma possível limitação ou taxação do parcelamento de compras é um tema que também vai ser discutido no CMN e que já teve “forte resistência de vários setores”.

Desaceleração do crédito

De acordo com o relatório do BC, no primeiro semestre, o mercado de capitais continuou em expansão, apesar da desaceleração, em especial, nos três primeiros meses do ano, como reflexo do caso Americanas. Em recuperação judicial desde janeiro, as Lojas Americanas enfrentam uma crise desde a revelação de “inconsistências contábeis” de R$ 20 bilhões. Posteriormente, o próprio grupo admitiu que os débitos com os credores podem chegar a R$ 43 bilhões. Com isso, houve aumento com provisões e outras despesas.

“O aumento da materialização de risco e a postura da política monetária [de manutenção da Selic em alta por período prolongado] contribuíram para a desaceleração do crédito bancário tanto para Pessoa Jurídica [empresas] quanto para Pessoa Física [famílias]”, diz o documento.

No caso das empresas, segundo o BC, a carteira bancária cresce a taxas cada vez menores em todos os recortes, com destaque para a redução no crédito a grandes empresas. Para essas companhias, o mercado de capitais se mantém como fonte relevante de financiamento. No caso das micro, pequenas e médias empresas, há pressão sobre a capacidade de pagamento. “O elevado endividamento continua se manifestando na materialização de risco de crédito”, explicou.

Em relação às famílias, os critérios de concessão de crédito se tornaram mais restritivos e a capacidade de pagamento teve leve piora. “Em comparação com o segundo semestre de 2022, a renda está mais comprometida com modalidades de maior risco e com taxas de juros mais elevadas, em especial o cartão de crédito. A piora na capacidade de pagamento parece estar próxima do fim, especialmente entre as famílias nas faixas de menor renda”, diz o relatório.

O crédito bancário às famílias desacelerou em especial nas modalidades de maior risco, como cartões de crédito e de crédito não consignado. Segundo o BC, o atual ciclo de queda dos juros aliado ao aumento da renda bruta das famílias e às recomposições salariais deve ter impacto positivo sobre a capacidade de pagamento das pessoas físicas nos próximos trimestres.

Testes de estresse

Em seu relatório, o BC considera que não há risco relevante para a estabilidade financeira. “O Sistema Financeiro Nacional permanece com capitalização e liquidez [capacidade em cumprir com obrigações monetárias e de garantias] confortáveis e provisões adequadas ao nível de perdas esperadas. Além disso, os testes de estresse de capital e de liquidez demonstram a robustez do sistema bancário”, diz o documento.

O relatório do BC apresenta os resultados de diversas análises de risco e dos testes de estresse do sistema bancário. No teste de estresse, o órgão simula o quanto uma situação de severa inadimplência e de corrida aos bancos impacta o cumprimento dos limites regulatórios mínimos pelas instituições financeiras e quanto a autoridade monetária precisaria aportar ao sistema financeiro.

Entre esses limites estão a manutenção de uma reserva em caixa para garantir que os bancos paguem todos os clientes que forem sacar dinheiro em momentos de crise. São testados também os riscos de crédito, juros, câmbio e desvalorização de imóveis.

O BC considerou dois cenários, o primeiro de queda na economia mundial, na atividade econômica e no consumo das famílias, aumento do desemprego, queda da inflação e das taxas de juros; e o segundo cenário de um aumento de incerteza na economia, com deterioração fiscal, alta do câmbio, elevação da taxa de juros e pressão da inflação. (Agência Brasil)

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Novo equipamento amplia capacidade cirúrgica do Hospital Ouro Verde

O Complexo Hospitalar Prefeito Edivaldo Orsi (Hospital Ouro Verde) passa a contar com um novo arco cirúrgico móvel, equipamento que fornece imagens em tempo real durante as intervenções médicas. O investimento da Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar na aquisição foi de R$ 400 mil.

O equipamento é um aparelho de raio-x, utilizado durante cirurgias para observar se placas, pinos, parafusos, próteses estão implantados no lugar correto. Ele fornece imagens dos exames de raios-X em tempo real, em alta resolução, além de possibilitar que o cirurgião monitore todo processo. Também é chamado arco em C, devido ao seu formato.

Com a aquisição, o hospital passa a contar com dois arcos cirúrgicos. “A vantagem de ter mais um equipamento é poder utilizar as salas de ortopedia e urologia simultaneamente. Antes, com apenas um equipamento, isso era impossível. No dia que agendava cirurgia ortopédica, não podia agendar urológica, mesmo tendo salas e equipes disponíveis”, disse a diretora do Hospital Ouro Verde, Cynthia Herrera.

Na neurocirurgia, por exemplo, o equipamento guia procedimentos como colocação de cateteres cerebrais, remoção de tumores cerebrais e realização de embolizações.

Na cirurgia vascular, orienta a colocação de cateteres, stents e outros dispositivos dentro dos vasos sanguíneos, enquanto na ortopedia, é usado para guiar procedimentos como fixação de fraturas, implantação de dispositivos ortopédicos, cirurgias de coluna e outras intervenções.

Em procedimentos urológicos, propicia imagens claras do sistema urinário e auxilia os médicos em intervenções minimamente invasivas, como remoção de cálculos renais ou a colocação de stents uretrais.

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Domingo tem a definição dos classificados às oitavas de final do futebol amador

O Campeonato Municipal de Futebol Amador Série Ouro A define neste domingo, dia 12 de novembro, as 16 equipes classificadas para as oitavas de final. A próxima fase do Futebol Amador é eliminatória e as equipes com melhor campanha seguirão na competição, caso haja empate no tempo regulamentar de jogo.

Além do Galácticos, invicto, com o melhor aproveitamento entre todos os concorrentes, outras oito equipes já asseguraram matematicamente a classificação para a fase seguinte, independentemente do que farão em campo no fim de semana.

Com entrada gratuita, as partidas serão realizadas em 11 espaços públicos (veja abaixo)

Regras

De acordo com o regulamento, quatro equipes se classificam em cada grupo, para a fase eliminatória. No Grupo A, já asseguraram vaga as equipes do Boa Vista, Cruzeirinho e Flamengo Santa Mônica. Outras três equipes também confirmaram a classificação no Grupo B: Galácticos, Bayern Itajaí e Unidos do Campos Elíseos.

No Grupo C, já confirmaram vaga Grêmio Cafezinho e Bangu FC, com o Pureza virtualmente assegurado. O Grupo D é o mais equilibrado, com apenas o Granada garantido. As equipes do Parque Brasília, Fernanda FC, Acadêmicos do DIC VI e Carlos Lourenço, lutam pelas outras três vagas.

O Santinho FC, que integrava o Grupo B, comunicou o coordenador do Futebol Amador da Secretaria de Esportes e Lazer, José Ribeiro, da desistência de seguir disputando o campeonato. De acordo com o regulamento, o Santinho FC está rebaixado e vai disputar a Série Ouro B no ano que vem.

Rodada de domingo – 12/11
Praça de Esportes Argemiro Roque (São Bernardo)
8h30 São Bernardo EC x EC 31 Novo Horizonte
10h30 Vila Rica x COFA Vila Costa e Silva

Praça de Esportes Vida Nova (Dom Bosco)
8h30 Galácticos FC x FC Bayern Itajaí
10h30 Imperial Vida Nova x Bangu FC

Arena Cafezinho (Jardim Santana)
8h30 Grêmio Cafezinho x EC Pureza
10h30 Monte Cristo FC x Matina FC/Colorado CB

Praça de Esportes Santa Mônica(Jd Santa Mônica)
11h00 Flamengo Santa Mônica x Parque Anhumas FC

Bosque Ferdinando Tilli (Pq Valência)
8h30 São Luís x Atlético Madrid/Vila Formosa
10h30 Amigos Football Club x Carlos Lourenço FC

Praça de Esportes Estoril (Jd Estoril)
8h30 Bartira’s FC x AE Acadêmicos DIC VI

Praça Esportiva José Maria Gasparoni (Pq Brasília)
11h00 Parque Brasilia FC x Granada FC

Praça Jardim Fernanda (Jardim Fernanda)
8h30 Fernanda FC x Oziel FC

Praça Esportiva Adolecir Baptista de Souza (São Cristóvão)
8h30 Ud. Adhemar de Barros x EC Três Marias

Praça de Esportes José Moreira (Arena Boa Vista)
8h30 Vila Boa Vista FC x EC Cruzeirinho

Praça Primavera (Costa e Silva)
8h30 Atlético São Marcos x Família Campo Belo

Praça Primavera (Costa e Silva)
8h30 Atlético São Marcos x Família Campo Belo

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Defesa Civil alerta para os cuidados com a onda de calor e baixa umidade

A Defesa Civil de Campinas alerta a população para as altas temperaturas e possível queda da umidade relativa do ar que devem atingir a Região Metropolitana de Campinas até a próxima semana.

A orientação é para que as pessoas não se descuidem de tomar água e evitem caminhar ou fazer outras atividades físicas ao ar livre nos horários mais quentes do  dia.

O coordenador regional e diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidnei Furtado, destaca que o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Defesa Civil Estadual informou que, entre sábado (11) e segunda-feira (13), com a chegada de uma massa de ar quente, as temperaturas tendem a subir gradativamente, com momentos de calor intenso nas regiões de Campinas e Sorocaba.

Como há previsão para máximas de 38°C e sensação térmica de 40°C, ressalta-se a importância de se proteger do Sol, evitando exercícios ao ar livre nos períodos mais quentes dos dias e manter hidratação constante, bebendo bastante água. Além disso, recomenda-se não atear fogo na vegetação, pois isso é um crime ambiental e o risco para incêndios será elevado.

 

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Citroën C3 Aircross recebe o motor turbo de 130 cavalos e 200 Nm de torque

O Citroën C3 Aircross passa a contar com o competente motor 1,0 turbo de 130 cavalos e 200 Nm de torque. O propulsor, que é fabricado no Brasil, já equipa outros modelos da marca Fiat e Peugeot.

Além do sistema de controle de válvulas Multiair III, o motor também conta com amplo mapa de variação da abertura e tempo das válvulas, incluindo o modo Multilift, que permite o duplo acionamento das válvulas de admissão em um mesmo ciclo.

Já a turbina de baixa inércia com wastegate elétrica elimina praticamente qualquer atraso no tempo de resposta. A versão é oferecida com câmbio automático CVT.

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Novo Jeep Grand Cherokee 4Xe tem autonomia de até 1.400 quilômetros

Em janeiro de 1992, debaixo de um frio de 10 graus negativos, o Jeep Grand Cherokee entra no Salão Internacional de Detroit quebrando as portas de vidro e criando grande alvoroço na mais importante amostra automotiva do mundo (naquela época). O modelo também criou um novo segmento, o de SUV, e virou um sucesso de vendas em todo o mundo.


Com motor V8 de até 5,9 litros, o modelo era muito potente e tinha um consumo altíssimo. Foi o primeiro SUV equipado com um airbag lateral para o motorista e vinha com três sistemas de tração: Command Trac, Selec-Trac e Quadra-Trac.


O modelo chegou ao Brasil em 1994, quando o Brasil abria seu mercado para as importações. A versão Limited na cor preta e dourada era a mais procurada pelos consumidores endinheirados. Afinal, por aqui, poucas opções nesse segmento.

Tinha algumas unidades da Ford Explorer, Vendo que o mercado era promissor, a General Motors do Brasil lança em 1995 a Chevrolet Blazer. Derivada da picape S10 e bem menos sofisticada que a versão americana, a concorrente nacional, tendo em vista diferença de preço, chegaria em 1999 com a versão Executive, V6 e tração 4X4.

Segunda geração

O sucesso continuou com a segunda geração da Grand Cherokee em 1998. Com design ainda mais moderno e atualizado, a Jeep trouxe mais melhorias ao modelo. Incluindo uma suspensão melhorada e novos motores, como o V8 de 4.7 litros.

Uma das novidades era o sistema de tração nas quatro rodas que proporcionava transferência de torque progressiva e sensível à velocidade, mantendo o veículo em movimento com tração mínima.

Também havia uma nova transmissão, controlada eletronicamente, que produziu mudanças mais suaves e melhorou a economia de combustível.

Terceira geração

Mais uma vez renovado, o Grand Cherokee 2004 ganhou novidades tanto por dentro, como por fora. Essa geração trazia um design novo e mais atlético, com um interior mais luxuoso e tecnológico, três novos sistemas de tração integral, novos motores, suspensão totalmente nova e muito mais.

A terceira geração do modelo possuía dois novos motores: um V6 de 3,7 litros e o renomado HEMI V8 de 5,7 litros, que pela primeira vez equipava um Jeep. Além disso, havia três sistemas 4×4 exclusivos, o Quadra-Trac I, Quadra-Trac II e o Quadra-Drive II.

Quarta geração

Depois de vender 4 milhões de unidades, o modelo 2011 do Grand Cherokee, era realmente um modelo novo.

Nesta geração, o modelo melhorou o seu desempenho e dirigibilidade. Uma das novidades era o Quadra-Lift, que oferecia a lendária capacidade off-road da Jeep, juntamente com o novo sistema Selec-Terrain, que permite escolher o sistema que melhor se adaptava às condições de condução com base no tipo de terreno.

Quinta geração

A quinta e nova geração, que já está á venda no Brasil, é sem duvida a mais refinada de todas. Além da capacidade 4×4, a Grand Cherokee 4Xe 2024 chega com muito conforto, tecnologia embarcada e motor híbrido plug-in.


O motor a combustão do Grand Cherokee é um dois litros, turbo de quatro cilindros, que desenvolve 272 cavalos de potência a 5.250 rpm e 40,5 kgfm de torque a 3.000 rpm. Juntos, com os dois motores elétricos, conta com 380 cavalos e 64 kgfm totais.

A transmissão automática é de oito marchas e se adapta de acordo com o modo de condução selecionado.


O SUV chega a 206 quilômetros por hora e acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 6,3 segundos.

Segundo a Jeep, o Grand Cherokee pode fazer uma média de consumo de19,3 km/l. O tanque de gasolina tem capacidade para 72 litros e uma autonomia total de até 1.400 quilômetros. Só com a bateria, o modelo pode rodar 29 quilômetros.

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Campinas se prepara para a comemoração dos 250 anos

A contagem regressiva de 250 dias para a comemoração do aniversário de 250 anos de Campinas, no dia 14 de julho de 2024, começou nesta terça-feira, 7 de novembro. Neste período, a Prefeitura de Campinas anunciará 250 realizações, uma por dia.

O local escolhido para iniciar a contagem foi o Centro de Convivência Cultural de Campinas “Carlos Gomes”. Na tarde desta terça-feira, a entrada do saguão marcou o lançamento da campanha “Campinas, 250 – Conectada com o Amanhã” e a entrega da primeira fase de obras da reforma do espaço cultural.

Fundada em 14 de julho de 1774, a cidade que já foi a terra do açúcar e do café é cada vez mais eclética. Hoje, com vocação para ciência, tecnologia e inovação, ainda cultiva as raízes no agro.

É cheia de natureza, com muitas áreas verdes, e também com infraestrutura de qualidade em todas as áreas, como saúde, educação, saneamento, cultura, esportes, mobilidade urbana, lazer, entre outros. É uma cidade que abraça e acolhe quem nasce ou chega por aqui, que participa todos os dias da construção desta trajetória.

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