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Hemocentro e Mário Gatti precisam urgente de doações

O estoque baixo de bolsas de sangue já está impactando nas cirurgias do Hospital Municipal Dr. Mário Gatti. Entre quinta e sexta-feira, 4 e 5 de janeiro, cinco procedimentos tiveram que ser adiados. Os estoques do Hemocentro da Unicamp, responsável pelo fornecimento de sangue aos serviços que atendem o Sistema Único de Saúde (SUS), estão críticos; as doações tiveram uma queda de 40%.

De acordo com o diretor técnico do Hospital Mário Gatti, as cirurgias eletivas de grande porte exigem que seja feita uma reserva de sangue. “O paciente tem que ter garantido de duas a três bolsas do sangue para que possa utilizar numa emergência durante a cirurgia”, disse. “Nenhum paciente pode iria para uma cirurgia de grande porte sem essa reserva”, completou.

Ainda segundo Arca, quatro procedimentos já roram reagendados, sendo um – ortopédico – para esta sexta-feira, 5 – e os outros para a próxima semana. “As cirurgias foram reagendadas, mas para garantir que sejam feitos, precisamos de mais doações”, afirma.

Segundo o Hemocentro, nesta semana os tipos AB+ e B+ apresentam nível estável (suficiente para cinco dias), enquanto os tipos A+, A-, AB-, O- e B- estavam em alerta (suficiente para um dia); por outro lado, o estoque do tipos O+ está em nível crítico.

“Para um estoque estável, seria necessária a coleta de 130 e 140 bolsas diárias, mas a média tem sido de 80”, explicou o analista executivo no Hemocentro da Unicamp, Eduardo Baungartner.

Quem pode doar

– Pessoas que tenham entre 18 e 69 anos. (pessoas 16 ou 17 anos devem apresentar consentimento formal e presencial dos pais);

– Pesar mais de 50 quilos, não estar em jejum, mas evitar alimentos gordurosos e, se for doar depois do almoço, esperar três horas após a refeição.

– Não pode fumar duas horas antes ou depois da coleta do sangue.

Quem não pode doar

– Pessoas com mais de 60 anos que nunca doaram.

– Alcoolistas crônicos, portadores de sífilis, malária ou doenças de chagas, pessoas com sintomas respiratórios, grávidas, puérperas ou mulheres amamentando.

– Pessoas que tenham se exposto a situações de risco de doenças sexualmente transmissíveis

– Pessoas com histórico de consumo de drogas injetáveis

– Quem realizou exame de endoscopia há menos de seis meses ou tenha contraído hepatite após os 11 anos de idade.

Onde doar

Hemocentro
Endereço: Rua Carlos Chagas, 480, Cidade Universitária
Quando: de segunda a sábado, das 7h30 às 15h (inclusive feriados)

Hospital Mário Gatti
Endereço: Avenida Prefeito Faria Lima, 340, Parque Itália
Quando: de segunda a sábado, das 7h30 às 15h (inclusive feriados)

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Imposto faz brasileiros antecipar compra de híbridos e elétricos

Compra antecipada de híbridos e de elétricos, a partir do anúncio da majoração da alíquota do imposto de importação impactou fortemente nos dados de desempenho das filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, em dezembro último, com licenciamento de 8.349 unidades, das quais 5.508 unidades importadas e 318 veículos de produção nacional. Comparadas ao desempenho de dezembro de 2022, as vendas cresceram 281,2%: 8.349 unidades contra 2.190 veículos emplacados.

Ao considerar somente as unidades importadas, dados de licenciamento em dezembro mostram crescimento de 45,8% ante novembro último e de 282,4% em relação a dezembro de 2022, enquanto a produção nacional, com 318 emplacamentos, registrou alta de 133,8% ante as vendas de novembro (155 unidades) e aumento de 253,3% se comparados ao mês de dezembro de 2022 (90).

Com esse desempenho de dezembro, o acumulado do ano, de importados e produção nacional, com 43.428 unidades, mostra alta de 110,2%. Se consideradas somente as unidades importadas, o acumulado do ano expõe crescimento de 127,7% (41.501 unidades em 2023 contra 18.224 em 2022). No entanto, a produção local apresenta queda de 20,9% (1.927 unidades versus 2.436 veículos em 2022).

Na avaliação de João Henrique Garbin de Oliveira, presidente da Abeifa, “os dados de desempenho de vendas de nossas associadas nos mostram a imediata reação dos consumidores brasileiros, ao antecipar as compras de veículos híbridos e elétricos, cuja incidência de imposto de importação passou a valer a partir da última terça-feira, 2 de janeiro. Na realidade, o início desse movimento se deu na sequência ao anúncio da volta do imposto aos elétricos e aumento aos híbridos, em 10 de novembro, com alíquotas escalonadas até julho de 2026, quando chegarão ao limite de 35%”.

Em comunicado à imprensa, no dia 10 de novembro de 2023, a Abeifa ponderou que “a proposição de aplicação imediata (janeiro de 2024) da nova política de alíquota do imposto de importação para veículos elétricos e híbridos, ainda que faseada até julho de 2026, até 35%, é por demais punitiva ao nosso setor, em especial quando as nossas associadas já estruturaram seu planejamento estratégico/comercial para o próximo ano, além de ter produção em andamento em suas matrizes, unidades em trânsito por via marítima e até compromissos já firmados com as redes autorizadas de concessionárias para os primeiros meses do ano vindouro”.

“Mesmo assim”, de acordo com o presidente da Abeifa, “algumas empresas filiadas já anteciparam que não repassarão a incidência das novas alíquotas do imposto de importação aos atuais estoques em território brasileiro e outras vão repassar parcialmente”. Com isso, argumenta João Oliveira, “a entidade mantém seu compromisso de atuar fortemente no processo de descarbonização da frota brasileira e contribuir para o projeto de neoindustrialização do país, bases da inovação, da sustentabilidade e do fortalecimento do mercado interno, com geração de emprego e de renda, propostas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços”.

Participações

Em dezembro último, com 8.349 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 3,5% do mercado total de autos e comerciais leves (236.582 unidades). No acumulado do ano, a participação das associadas à Abeifa é de 2%.

Ainda segundo o presidente da entidade, “os importadores contribuíram (e contribuem) efetivamente com a modernização da frota brasileira, com a introdução de novas tecnologias e inovação com veículos eletrificados, trazendo perspectivas de colocar o Brasil no cenário internacional da mobilidade descarbonizada, além de possibilidade clara de instalação de novas unidades produtivas no país”.

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Muito confortável, o Volvo XC 60 híbrido impressiona pela economia

Num processo de renovação de toda a sua linha e buscando um consumidor mais jovem, a Volvo investe pesado em modelos híbridos e elétricos. O modelo testado, o XC 60 híbrido plug-in, foi renovado fazem dois anos e ganhou atualizações no meio do ano passado. Para ajudar no carregamento das baterias do veículo, a Volvo agora fornece um carregador portátil junto com o modelo. Afinal, diferente da Europa, por aqui, a quantidade de eletropostos é muito pequena.

Outro drama para quem tem um modelo 100% elétrico é que, com o aumento nas vendas, dificilmente se chega num eletroposto “publico” com ele disponível. Alguém já chegou primeiro e tem espera normalmente. Fora que é difícil achar um com carga de alta potência e a recarga fica demorada. Realidade muito diferente da vvida pelos consumidores europeus.

Por isso, a vantagem de ter um veicula hibrido. E nesse quesito o Volvo XC 60 de destaca, entre outras qualidades, se não tem eletroposto ele continua andando. E muito, já que a autonomia é grande.

Com uma bateria de 14,7 kW·h, somente com a eletricidade, o XC60 consegue andar até 55 quilômetros. Junto com o tanque de 70 litros de gasolina e as regenerações nas freadas, a autonomia passa dos 900 quilômetros.
Num eletroposto com corrente alternada (AC) de até 6,4 kW, que é o que acompanha o XC 60, a demora para carregar as baterias é de 3 horas.

Dois motores

A motorização do XC 60 Hybrid é bem competente. Com quatro cilindros, 2 litros, tração dianteira, oferece potencia máxima de 317 cavalos e  torque máximo  de 40,8 m·kgf. para as rodas dianteiras. O motor conta com injeção é direta, o bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas (correia dentada) e quatro válvulas por cilindro.

Junto com o motor a combustão, o XC 60 conta com um motor elétrico instalado junto ao eixo traseiro, proporcionando uma tração integral (e-AWD). Juntos, combustão e elétrico, o modelo sueco desenvolve 462 cavalos e torque combinado de 72,3 m·kgf.

Mesmo com esse enorme torque, está longe de ser uma aceleração igual aos modelos 100% elétricos, mas não desaponta. A transmissão é automática de oito velocidades, acoplada ao motor a combustão. É possível fazer as trocas manualmente. As trocas são muito suaves.

A velocidade máxima é limitada por segurança em 180 quilômetros por hora e a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 4,8 segundos.
Essa junção, combustão e elétrica, proporciona uma grande economia. Na estrada o modelo consumiu 25,1 km/l e na cidade 27,6 km/l.

Um dos destaques é que o modelo proporciona vários modos de atuação. Se o motorista optar pelo hibrido, as mudanças são selecionadas automaticamente. Mas também pode ser feita a opção de somente utilizar a carga da bateria e o motor elétrico. Nesse caso, há a possibilidade de andar até 55 quilômetros em velocidades moderadas.

Comportamento

A suspensão dianteira do tipo McPherson com molas helicoidais, amortecedores pressurizados e barra antirrolagem utiliza componentes em alumínio para que a massa do veículo não seja mais alta. Esse controle da massa não suspensa paga os dividendos no maior conforto e menor aspereza da suspensão.

Na traseira, a Volvo se afasta do tradicional multibraço com molas helicoidais para utilizar lâmina de mola transversal em material compósito. Uma solução interessante para melhor distribuição de espaço entre suspensão, tanque de combustível e bateria. Os amortecedores pressurizados e barra antirrolagem complementam a suspensão que também tem componentes em alumínio.

O resultado dinâmico dessa configuração de suspensão é muito bom. O suv roda macio e com baixo nível de aspereza, que tem participação dos pneus montados em rodas de liga de alumínio de 21 polegadas.

Para frenagens mais vigorosas o XC60 conta com freio a disco nas quatro rodas e está integrado ao freio por regeneração elétrica. A modulação é bem integrada e praticamente imperceptível quando da comutação entre elas. Há possibilidade de ativar o sistema one pedal que proporciona  ação de freio ao se levantar o pé do acelerador, e sua modulação também está bem ajustada.

O sistema de direção com assistência elétrica tem calibração de centragem positiva e bom compromisso de esforço entre as condições estático, baixa velocidade e alta velocidade. Combina-se com a boa empunhadura do volante, tornando o dirigir do XC60 bem confortável.

Conforto

Por dentro o XC60 é harmonioso e bonito. Tirando claro, a avalancha seletora de marchas, que é de gosto duvidoso. Imitando uma pedra preciosa, destoa do restante do interior. Os bancos são bem confortáveis e seguram bem o corpo do motorista em curvas mais fechadas. Para achar a melhor posição de dirigir, os bancos dianteiros contam com ajustes elétricos com duas memórias. Já os traseiros, com engates Isofix, acomodam bem duas pessoas.

O painel é muito funcional, agradável e permite algumas configurações, sendo que uma delas é projetar o mapa de navegação, deixando a tela do multimídia livre para outras funções. É uma maneira também de evitar que o motorista tire a visão da frente. Para auxiliar, o modelo tem na parte central uma tela multimídia incorpora navegador com GPS e mapas, além de permitir o pareamento Android Auto e Apple CarPlay através de cabo USB.

O sistema operacional Google permite instalar aplicativos e serviços, além de ser um bom atalho para configurações do veículo e inclusão de serviços digitais. A operação pode ser feita através de comando de voz, sem que o motorista perca foco na condução.

Tida como uma fabricante sempre preocupada com a segurança de ponta, o Volvo XC 60 utiliza vários sensores para alimentar o sistema avançado de assistência o motorista (ADAS). O controle de velocidade de cruzeiro do tipo adaptativo tem a funcionalidade de anda e para em seguimento ao veículo à frente. O sistema de permanência e centragem de faixa é um dos melhores do mercado, sendo intrusivo na maneira certa.

O sistema de ar-condicionado em duas zonas com saídas nas colunas para o banco traseiro é bem eficientes e mantém a temperatura da cabine sem que o ruído de fluxo de ar incomode. Os bancos dianteiros têm aquecimento e no console central está o carregador por indução para bateria de telefone celular.

Preço
Volvo XC60 Ultimate Hybrid – R$ 449.950,00

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Hyundai HB 20 é muito bem equipado e econômico

Sucesso desde o seu lançamento, muito em virtude do trabalho produzido pela importadora da marca coreana, o HB 20 ganhou no ano passado uma nova geração. O modelo avaliado foi o topo de gama, a versão Platinum hatch, que ficou mais elitizada, bem equipada e com motorização 1,0 litro turbo.

Equipado

O destaque desta versão é o conteúdo, principalmente nos itens conforto e segurança. O modelo tem itens muitas vezes só encontrados em automóveis de valor bem maior, como o ADAS – Advanced Driver Assistance System (Sistemas avançados de assistência ao motorista), denominado no HB 20S Platinum de SmartSense.

Ele conta com frenagem autônoma de emergência, permanência e centralização em faixa com correção ativa, alerta de saída segura para abertura de portas, detector de fadiga do motorista, alerta de tráfego transversal à retaguarda ao sair de vaga perpendicular, alerta de objeto no banco traseiro, farol alto automático, monitoramento de pressão de pneus e alerta de ponto cego nos retrovisores externos.

O conforto é acentuado com o ar-condicionado com controle digital e automático, central multimídia de 8 polegadas com pareamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, carregador de celular por indução e computador de bordo pelo qual o motorista pode se informar e configurar o veículo. Mas falta espelho retrovisor interno com escurecimento automático, que é muito útil à noite.

O painel de instrumentos é bem fácil de visualização, discreto, mas agradável.
Os bancos revestidos em tecido e imitação de couro são confortáveis e seguram adequadamente o motorista em curvas mais acentuadas.

Design

A nova geração se destaca por um design mais atual, mas discreto na dianteira, com nova grade e faróis mais finos. Já na traseira, uma barra de acrílico une as duas lanternas. O visual é agradável. Para ser sincero, essa adoção deixa o sedan mais atraente.

O que é grave são as setas, que foram colocadas na parte inferior do para-choques, dificultando muito a visualização dos veículos que vêm atrás.

Desempenho

O HB 20 2023 ganhou uma nova calibração na motorização, visando atender às determinações de emissões de poluentes do Proconve L7. O motor, ainda bem atual, tem três cilindros com bloco, cabeçote e cárter parcial em alumínio, duplo comando de válvulas acionado por corrente com variação de fase na admissão e escapamento.

São quatro válvulas por cilindro e o sistema de injeção direta é otimizado pela presença de sensor de álcool na linha de combustível. Conta ainda com recurso de temperatura diferenciada no cabeçote e bloco para melhor eficiência térmica. Essa motorização faz com que o motor ofereça 120 cavalos a 6.000 rpm de potência máxima e 17,5 m·kgf a 1.500 rpm de torque. Isso, já que é flex, com qualquer combustível.

A transmissão é automática com seis velocidades com trocas bem programadas e eficientes. Para o uso “manual”, de uso questionável, o modelo vem com borboletas atrás do volante.

A dirigibilidade do HB 20 Platinum é boa e a nova calibragem do motor deixou a motorização mais esperta e eficiente, sem o efeito do turbo lag ou hesitação nas acelerações e retomadas de velocidade. O peso do hatch, de 1.137 quilos, ajuda nesse bom desempenho.

A aceleração de 0 a 100 km/h foi de 10,7 segundos e a velocidade máxima atingiu 191 km/h. Com a nova recalibração para atender o Proconve 7, que muitas vezes deixa os automóveis mais beberrões, o modelo da Hyundai nacional fez na média entre cidade e estrada, 8,9 km/l com  etanol e 12,3 km/l com gasolina. São números um pouco mais elevados que a geração anterior, mas compatíveis com o segmento.

Comportamento

No modelo topo de linha, a marca coreana adotou rodas de liga leve com 16 polegadas e pneus 195/55R16. Isso fez que fosse necessária uma recalibração e a marca optou por deixar os amortecedores, tanto na frente como na traseira, mais “moles”, visando também aumentar o conforto.

Porém, isso aumentou o ruído interno, diminuiu a estabilidade em curvas mais fortes e algumas vezes bate no final do curso. Também em velocidades mais elevadas, juntamente com a direção elétrica, deixou o carro mais sensível.

Os freios, a disco ventilado na dianteira e tambor na traseira, transmitem segurança e param em espaços razoáveis.

Preço
Hyundai HB20S Platinum Plus Turbo aut. – R$ 123.790,00

 

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Avenida de Barão Geraldo será interditada pela Emdec

Para viabilizar trabalhos da Sanasa, a Emdec – Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas interditará totalmente ao tráfego de veículos um trecho da avenida Albino José Barbosa de Oliveira, no sentido bairro – Centro (Rhodia – Barão Geraldo), no bairro Cidade Universitária. O fechamento estava previsto para o dia 17 e foi reprogramado para o próximo domingo, 24 de dezembro, entre 8h30 e 12h.

A avenida será fechada no trecho entre a rua Alcides de Barros e a avenida Santa Isabel. O local recebe uma obra de reparo em rede de esgoto, comandada pela Sanasa.

Para desviar, os motoristas devem acessar as vias Alcides de Barros e Santa Isabel. Os trajetos das linhas 266 (Parque São Jorge / Hospital das Clínicas), 322 (Village Campinas / Terminal Barão Geraldo), 328 (Terminal Barão Geraldo / Cidade Judiciária) e 337 (Unicamp / Terminal Barão Geraldo) serão impactados temporariamente, durante a duração do bloqueio.

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Prédio recuperado no centro de Campinas vai atender 150 alunos

Os centros municipais de Educação de Jovens e Adultos (Cemefeja), Paulo Freire e Professor Sérgio Rossini ganharam ontem (21) um novo prédio. As duas unidades passam a funcionar no mesma edificação, na rua Luzitana, no Centro, esquina com a Rua Barreto Leme, onde funcionava o antigo Colégio Batista.

A entrega é um marco importante para a Educação no município e faz parte do pacote de ações em comemoração aos 250 anos de Campinas. Os 150 alunos dos dois centros começam a estudar no local em fevereiro do próximo ano.

As novas instalações integram as ações de revitalização do Centro de Campinas. A Secretaria de Educação comprou o prédio histórico juntamente com o Teatro Bento Quirino, que também será utilizado pelas duas escolas para atividades culturais. Os prédios foram comprados no final do ano passado, pelo valor de R$ 11,9 milhões.

“Há um esforço do município em ocupar o Centro. Sem contar que Campinas deu um salto importante na qualidade da Educação ao oferecer uma infraestrutura adequada para alunos e professores. Melhora a qualidade da Educação, sem dúvida”, disse o prefeito Dário Saadi.

Inicialmente, as duas escolas funcionavam em um prédio alugado, na rua Benjamin Constant. O valor do aluguel pago pelo município era de $ 11 mil por mês.

“Essas duas escolas funcionavam em um prédio inadequado e hoje têm uma estrutura muito melhor. É mais qualidade, mais condições de trabalho e um espaço com acessibilidade, adequado, para que os alunos possam aprender cada vez melhor”, acrescentou o chefe do executivo.

O espaço conta com uma área de 2,8 mil metros quadrados, com 25 salas de aulas, 10 salas administrativas e 2 quadras poliesportivas com vestiários.

A partir de fevereiro de 2024, os alunos destas duas escolas passam a estudar nas novas instalações. Os estudantes do Centro Paulo Freire terão aulas em período integral enquanto os do Sergio Rossini à noite.

“Eu acredito que vamos atingir a perfeição com um espaço tão apropriado quanto esse. E essa busca da perfeição é o desafio que deixo aqui para a comunidade dessas duas escolas” disse o secretário municipal de Educação, José Tadeu Jorge.

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Coluna Fernando Calmon — Elétricos começam a baquear em mercados no exterior

Coluna Fernando Calmon nº 1.282 — 19/12/23

Elétricos começam a baquear em mercados no exterior

É certo que a China continua como o maior mercado de carros 100% elétricos do mundo graças aos subsídios explícitos e implícitos, além das imposições por parte do governo ditatorial. Em alguns dos grandes conglomerados urbanos chineses só se pode obter uma licença ou placas para circular se for elétrico e, eventualmente, híbrido plugável.

No continente europeu os países também oferecem bônus atraentes para quem decide adquirir um VEB (Veículo Elétrico a Bateria). As vendas vinham subindo rapidamente, mas nos últimos meses o ritmo arrefeceu.

No Reino Unido, os 24.359 VEB comercializados em novembro último representaram uma queda de 17,1% em relação ao registrado um ano antes. A participação de mercado caiu de 20,6% em 2022 para 15,6% no mês passado, de acordo com números da SMMT (sigla em inglês para Associação de Fabricantes e Concessionárias de Veículos). Algumas projeções apontam para uma recuperação em 2024, mas não há realmente certeza.

Por outro lado na Alemanha, maior mercado do continente, a VW foi a primeira a sentir uma diminuição de procura por modelos elétricos. Análises iniciais atribuíram a queda a uma inadequação dos produtos.

No entanto, a Audi anunciou agora que irá adiar o lançamento de novos elétricos em resposta à diminuição do interesse dos compradores devido aos preços elevados em relação aos carros com motor de combustão interna (MCI). Em declaração ao site Automotive News Europe, o executivo-chefe da marca alemã, Gernot Dölner, admitiu que pretende reduzir a produção para evitar pátios cheios.

Já a BMW negou peremptoriamente que deixaria de investir em MCI. O presidente da empresa, Oliver Zipse, falou da sua aversão à proibição destes motores por parte União Europeia, em 2035. Alegou que isso colocaria os fabricantes de automóveis europeus numa guerra de preços com os produtos chineses.

Os novos registros de veículos elétricos ainda crescem a um bom ritmo nos EUA, mas limitados ao mercado de marcas de luxo. Porém, segundo dados da consultoria Experian, nos segmentos de altas vendas não conseguem avançar sobre modelos a gasolina e híbridos.

Uma surpresa, agora, veio do polêmico Elon Musk, o homem mais rico do planeta, dono da Tesla e de outros grandes negócios inclusive aeroespaciais. Ele afirmou que os alertas sobre mudanças climáticas são exagerados em curto prazo, embora repetisse que se considerava um ambientalista. Segundo o sul-africano naturalizado americano e canadense, maior produtor de carros elétricos do mundo, “petróleo e gás não podem ser demonizados”.

Difícil é saber exatamente o que ele considera “curto prazo”.

Ranger Raptor tem proposta marcantemente superior

A superespecialização chegou às picapes e a Ranger Raptor é o melhor exemplo. Importada da Tailândia, ocupa um nicho muito específico de mercado, inclusive por seu preço para bem poucos: R$ 446.800.

Em um primeiro contato no campo de provas da Ford, em Tatuí (SP), logo se destacou pela aceleração vigorosa e o ronco que ecoa do motor. Estabilidade muito boa, apesar dos pneus de perfil alto (285/70R17 A/T General Grabber) indicados para uso fora de estrada. Há molas helicoidais na traseira, além de maiores bitolas e cursos das suspensões dianteira e traseira. Os amortecedores são ativos da marca Fox.

Motor é um V-6, 3-L, gasolina, biturbo, 397 cv e 59,5 kgf·m. O câmbio automático epicíclico de 10 marchas ganhou desenvolvimento específico para a linha Raptor. Desempenho declarado de 0 a 100 km/h em 5,8 s, bem além de qualquer picape. Velocidade máxima é limitada eletronicamente em 180 km/h. O modo esportivo é selecionável no console.

Nos trechos fora de estrada demonstrou aptidão acima da média, em baixa e alta velocidade. Além do controle de tração bem calibrado, há cinco modos de terreno: escorregadio, lama, areia, pedregulho e baja. Neste último, para alto desempenho, o controle de estabilidade é desabilitado e aceita entrada de curvas no modo pêndulo típicas de ralis. O botão “R” no volante (modo Raptor) permite personalização para cada um dos itens separadamente: amortecedores, direção e escapamento.

Capacidade de vau (transpor alagados) é de até 850 mm, 50 mm a mais do que as outras versões da Ranger. Ângulos: de entrada, 32°; de saída, 27° e central, 24°. A facilidade com que as suspensões absorverem saltos reais é impressionante, com ótimo trabalho dos amortecedores ativos.

Tudo isso sem esquecer do bom comportamento em ambiente urbano e rodoviário, simuláveis também no campo de provas.

Melhorou segurança ativa da Hilux SRX Plus

Apesar de manter uma posição confortável na liderança entre picapes médias tradicionais – aquelas com carroceria sobre chassi de longarinas, também conhecido como chassi tipo escada – a Hilux apresentava algumas deficiências quando submetida a exigências rigorosas. Embora sem tanta repercussão no Brasil não se deu tão bem quando testada no exterior, no famoso Teste do Alce, em que chegou a retirar rodas do chão quando provocada a fazer desvio brusco de trajetória. Modelos de outras marcas passaram sem problemas.

As mudanças incluem alargamento das bitolas em 155 mm na traseira e 140 mm na dianteira com novo posicionamento de amortecedores e molas na dianteira; amortecedores traseiros externos ao chassi; barra antirrolagem também no eixo traseiro; aumento do vão livre em 20 mm o que melhorou ângulos de ataque e saída; freios a disco ventilado no eixo traseiro.

Esteticamente a SRX Plus ganhou extensões maiores de para-lamas (em razão do aumento das bitolas) e uma barra entre caçamba e cabine com formato aerodinâmico para diminuir ruído. Motorização Diesel não mudou (2,8 L, 16 V,  204 cv, 50,9 kgf·m), nem o câmbio automático de seis marchas e o bloqueio eletromecânico do diferencial traseiro.

Pacote ADAS (sigla em inglês para Sistemas Avançados de Assistência ao Motorista) inclui, entre outros, alertas de mudança de faixa e de pré-colisão, assistentes de partida em subida e de descida e controle de cruzeiro adaptativo.

Em um primeiro contato com a picape destaques para menos ruído a bordo e suspensões ligeiramente melhores em termos de conforto de marcha. Preço: R$ 334.890.

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*A todos os leitores(as) feliz Natal e um ano de 2024 turbinado. É tempo de dar uma parada e volto ao volante na segunda semana de janeiro.

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Ecoférias do Bosque do Jequitibás recebe inscrições hoje e amanhã

O Bosque dos Jequitibás abre nesta quinta e sexta-feiras (21 e 22), inscrições para mais uma edição do Ecoférias no Bosque, evento para adolescentes sobre a biodiversidade com atividades integradas ao meio ambiente. Para se inscrever, é preciso ir pessoalmente até o bosque. O evento ocorre de 9 a 11 de janeiro, das 8h às 12h, e é exclusivo para a faixa etária de 10 a 12 anos.

A participação é gratuita e os responsáveis pelos adolescentes devem fazer a inscrição pessoalmente, das 9h às 13h, na bilheteria do Museu de História Natural, que fica dentro do Bosque dos Jequitibás.

As vagas são limitadas a 48 participantes. No ato da inscrição, é necessário apresentar documento do adolescente, com foto. Quem puder, deve contribuir com 1 quilo de alimento não perecível. As arrecadações serão destinadas ao Banco de Alimentos de Campinas.

No Ecoférias deste ano, haverá ações educativas, gincanas, competições e visitas monitoradas por biólogos e médicos veterinários ao Zoológico, Museu de História Natural, Casa dos Animais Interessantes e tour ao próprio Bosque. Todas as atividades têm como foco a temática ambiental, com ênfase na sustentabilidade e na preservação do planeta.

O evento é promovido pelas Secretarias Municipais de Cultura e Turismo e de Serviços Públicos. Apoiam a ação, a Guarda Municipal e a Polícia Ambiental.

Serviço:
Inscrições para o Ecoférias no Bosque
Quando se inscrever: nesta quinta-feira e sexta-feira, 21 e 22/12
Horário: das 9h às 13h
Onde: na bilheteria do Museu de História Natural do Bosque do Jequitibás
Endereço: rua Coronel Quirino, n° 2, Bosque
Outras informações: (19) 3231-8795 ou (19) 3251-9849
Contribuição: 1 quilo de alimento não perecível

 

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Gabriel Casagrande é o novo bicampeão da Stock Car

Em um domingo quente e de muitas emoções, Gabriel Casagrande confirmou a conquista do bicampeonato na Stock Car Pro Series. Pela segunda vez em três temporadas, o paranaense nascido em Francisco Beltrão atinge o Olimpo do esporte a motor nacional e novamente com uma trajetória que aliou grande performance e muita regularidade.

Em casamento muito bem-sucedido com a equipe liderada por Mauro Vogel e Andreas Mattheis, o piloto de 28 anos agora é o mais novo integrante de um clube formado também por Giuliano Losacco e Rubens Barrichello, todos bicampeões da Stock Car.

Casagrande saiu do carro bastante exausto em razão do natural cansaço e do forte calor que fez na Zona Sul de São Paulo. A última etapa do campeonato para o agora bicampeão foi marcada por uma disputa bastante aguerrida com Rafael Suzuki (Pole Motorsport) na última volta da Corrida 1, para terminar em terceiro, enquanto seu principal concorrente, Daniel Serra, foi o quinto.

Na segunda prova, foi conservador ao extremo para fugir das confusões, terminou em 21º, enquanto Daniel ficou longe do resultado necessário para ser campeão — era preciso vencer a prova — e terminou em 12º.

“Estou morto [risos]”, disse o novo bicampeão. “Tenho de agradecer a Deus pelo dom da vida e por ter me dado oportunidade e a capacidade de estar aqui mais uma vez fazendo isso. Amo minha família, que sempre me aguenta quando estou bravo em casa sem corridas… Agradeço aos meus patrocinadores, que fazem isso acontecer, a todos os que estão torcendo em casa. Toda a energia é muito bem-vinda. Somos bicampeões e vamos por mais”, vibrou Casagrande.

“Tentei definir na primeira corrida, cheguei até a assumir a liderança, mas o carro não aguentou até o fim. E na segunda prova sabia que tinha de marcar o Daniel. Ele teria de fazer 21 pontos. No fim das contas, é um alívio muito grande conquistar o título depois do que aconteceu ano passado. Agradeço demais ao ‘seu Mauro [Vogel], a todo o time de engenheiros e mecânicos, a todos os meus parceiros. Se estou aqui é por eles, que acreditam no nosso projeto e no nosso trabalho. Graças a Deus, deu tudo certo”, complementou.

“Estava muito mais nervoso [no primeiro título]. Dessa vez fiquei nervoso, óbvio, mas consegui controlar muito bem. Tenho de agradecer a todo mundo que trabalha comigo no preparo físico e mental. Sempre há uma cobrança interna, é natural, mas dessa vez consegui disfarçar bem o nervosismo, não afetou em nada a pilotagem. E a sensação, ah, essa é maravilhosa. O primeiro é muito especial, o segundo é uma continuação desse sucesso que atingimos. E não vamos parar por aqui”, acrescentou Gabriel.

O caminho rumo ao título de Casagrande em 2023 foi construído por três vitórias, duas poles, sete pódios, duas voltas mais rápidas e 14 presenças no grupo dos dez primeiros em uma temporada extremamente competitiva e equilibrada. Gabriel marcou um total de 308 pontos, enquanto o vice-campeão Daniel Serra (Eurofarma RC) terminou a temporada com 296.

Ricardo Zonta (RCM Motorsport), vencedor da Corrida 1 deste domingo, fechou o ano em terceiro, com 280, mesma pontuação que Thiago Camilo (Ipiranga Racing), mas na frente pelo critério de desempate (maior número de vitórias). Felipe Fraga, da Blau Motorsport, concluiu o campeonato em quinto, com 265.

Ter um vice-campeão como Daniel Serra, um dos pilotos mais completos do Brasil, acaba por valorizar ainda mais a conquista de Casagrande. O tricampeão Serra ressaltou a união com a Eurofarma RC, lembrando as conquistas alcançadas de 2017 em diante.

“Estamos há sete anos juntos: sete anos lutando pelo campeonato. Fomos três vezes vice-campeões, três vezes campeões e uma vez terceiros colocados. Não perdemos o campeonato hoje, mas sim durante a temporada. Chegou um momento em que achamos que nem iríamos brigar mais pelo título, então, por esse motivo, temos de comemorar esse vice-campeonato”, afirmou o paulista de 39 anos.

E ainda que Serrinha tenha adiado o sonho do tetracampeonato para 2024, a Eurofarma RC teve muitos motivos para comemorar. A equipe liderada por Rosinei Campos, o ‘Meinha’, conquistou o título de campeã da Stock Car por equipes pela 12ª vez graças aos 497 pontos somados pela dupla de tricampeões Serra e Ricardo Maurício. A Ipiranga Racing, representada na pista por Thiago Camilo e César Ramos, foi a vice-campeã, com 470.

Quem também teve motivos para comemorar foi Felipe Massa, que venceu uma prova da rodada dupla pela segunda etapa consecutiva. O piloto da Lubrax Podium Stock Car Team liderou um top-3 da Corrida 2 que teve dois campeões na sequência: Marcos Gomes, em segundo, e Rubens Barrichello, na terceira posição.

As corridas

A corrida que abriu a Super Final BRB foi bastante técnica e decidida nos detalhes. Porém mesmo com vantagem confortável de 16 pontos para o vice-líder do campeonato, Gabriel Casagrande não fugiu das boas disputas, como as que travou com Rafael Suzuki na última volta e lhe valeu a terceira posição e o sétimo pódio do ano.

A vitória ficou com Ricardo Zonta, a terceira dele na temporada — segunda em Interlagos — e a 11ª na Stock Car, enquanto o conterrâneo e amigo Julio Campos terminou logo atrás, marcando seu primeiro pódio no ano. Serrinha cruzou a linha de chegada em quinto, o que significaria que o tricampeão teria de vencer e ainda torcer para Casagrande não pontuar para buscar seu quarto título.

Última disputa da temporada, a segunda prova deste domingo em Interlagos foi bastante mexida em razão de incidentes, como na primeira volta. Mas foi um acidente sofrido por Sergio Ramalho nas voltas finais mexeu com os rumos da corrida. O safety-car foi benéfico para Felipe Massa, que fez seu pit-stop obrigatório pouco antes do acionamento da bandeira amarela.

O ex-piloto da Ferrari na Fórmula 1 venceu em Interlagos depois de 15 anos, marcou seu segundo triunfo na Stock Car, e viu Marcos Gomes (Cavaleiro Sports) finalizar em segundo. O também ex-Ferrari Rubens Barrichello (Mobil Ale Full Time) concluiu em terceiro.
Casagrande nem precisou pontuar para comemorar seu segundo título na Stock Car.

O paranaense terminou em 21º e viu Serrinha concluir a Corrida 2 em 12º, resultado insuficiente para o piloto da Eurofarma RC buscar o tetra. Hoje foi o dia de Gabriel comemorar.

Muito equilíbrio

A Stock Car se notabilizou novamente pelo enorme equilíbrio de forças ao longo de toda a temporada. Uma dessas marcas está no empate sacramentado entre as montadoras Toyota e Chevrolet, que somaram 12 vitórias cada uma em 2023.

Outro número impressionante está na quantidade de pilotos que subiram ao pódio pelo menos uma vez no campeonato. Com os segundos lugares de Julio Campos e do campeão de 2015 Marcos Gomes nas corridas 1 e 2 deste domingo, respectivamente, foram 24 competidores que conseguiram se colocar no top-3 em uma das 22 provas da temporada. E 12 deles terminaram no alto do pódio pelo menos uma vez.

Depois do domingo de campeões, a Stock Car já vislumbra o futuro. A temporada 2024 começa em 3 de maio no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia (GO).

Stock Car corrida etapa 1:
1º – Ricardo Zonta (RCM Motorsport/Toyota Corolla), 19 voltas em 33min04s890
2º – Julio Campos (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze), a 2s370
3º – Gabriel Casagrande (A.Mattheis Vogel/Chevrolet Cruze), a 3s636
4º – Rafael Suzuki (Pole Motorsport/Chevrolet Cruze), a 4s041
5º – Daniel Serra (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze), a 8s520
6º – Thiago Camilo (Ipiranga Racing/Toyota Corolla), a 16s746
7º – Bruno Baptista (RCM Motorsport/Toyota Corolla), a 18s806
8º – Felipe Baptista (KTF Racing/Chevrolet Cruze), a 21s280
9º – Cesar Ramos (Ipiranga Racing/Toyota Corolla), a 22s172
10º – Átila Abreu (Pole Motorsport/Chevrolet Cruze), a 23s515
11º – Enzo Elias (Crown Racing/Toyota Corolla), a 26s168
12º – Lucas Foresti (A.Mattheis Vogel/Chevrolet Cruze), a 31s086
13º – Sergio Ramalho (Hot Car Competições/Chevrolet Cruze), a 32s869
14º – Felipe Massa (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze), a 36s394
15º – Ricardo Maurício (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze), a 40s875
16º – Lucas Kohl (Hot Car Competições/Chevrolet Cruze), a 42s549
17º – Dudu Barrichello (Mobil Ale/Toyota Corolla), a 43s598
18º – Rubens Barrichello (Mobil Ale/Toyota Corolla), a 44s387
19º – Allam Khodair (Blau Motorsport/Chevrolet Cruze), a 46s882
20º – Rodrigo Baptista (KTF Sports/Chevrolet Cruze), a 53s820
21º – Cacá Bueno (KTF Sports/Chevrolet Cruze), a 57s917
22º – Gianluca Petecof (Full Time Sports/Toyota Corolla), a 58s665
23º – Guilherme Salas (KTF Racing/Chevrolet Cruze), a 1min09s538
24º – Matías Rossi (Full Time Sports/Toyota Corolla), a 1min19s503
25º – Denis Navarro (Cavaleiro Sports/Chevrolet Cruze), a 1min43s084
26º – Tony Kanaan (Texaco Racing/Toyota Corolla), a 1 volta
27º – Nelson Piquet Jr. (Crown Racing/Toyota Corolla), a 2 voltas
28º – Sergio Jimenez (Scuderia Chiarelli/Toyota Corolla), a 5 voltas

Corrida 2, resultado final:

1º – Felipe Massa (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze), 17 voltas em 32min03s043
2º – Marcos Gomes (Cavaleiro Sports/Chevrolet Cruze), a 0s491
3º – Rubens Barrichello (Mobil Ale/Toyota Corolla), a 1s524
4º – Ricardo Maurício (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze), a 2s267
5º – Bruno Baptista (RCM Motorsport/Toyota Corolla), a 3s613
6º – Thiago Camilo (Ipiranga Racing/Toyota Corolla), a 5s935
7º – Átila Abreu (Pole Motorsport/Chevrolet Cruze), a 6s335
8º – Nelson Piquet Jr. (Crown Racing/Toyota Corolla), a 7s070
9º – Felipe Fraga (Blau Motorsport/Chevrolet Cruze), a 7s578
10º – Ricardo Zonta (RCM Motorsport/Toyota Corolla), a 7s948
11º – Matías Rossi (Full Time Sports/Toyota Corolla), a 12s193
12º – Daniel Serra (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze), a 12s840
13º – Felipe Baptista (KTF Racing/Chevrolet Cruze), a 15s285
14º – Cesar Ramos (Ipiranga Racing/Toyota Corolla), a 15s433
15º – Denis Navarro (Cavaleiro Sports/Chevrolet Cruze), a 16s998
16º – Rodrigo Baptista (KTF Sports/Chevrolet Cruze), a 18s091
17º – Felipe Lapenna (Scuderia Chiarelli/Toyota Corolla), a 18s710
18º – Enzo Elias (Crown Racing/Toyota Corolla), a 19s815
19º – Julio Campos (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze), a 20s283
20º – Rafael Suzuki (Pole Motorsport/Chevrolet Cruze), a 22s322
21º – Gabriel Casagrande (A.Mattheis Vogel/Chevrolet Cruze), a 22s778
22º – Lucas Kohl (Hot Car Competições/Chevrolet Cruze), a 23s889
23º – Allam Khodair (Blau Motorsport/Chevrolet Cruze), a 26s312
24º – Sergio Ramalho (Hot Car Competições/Chevrolet Cruze), a 5 voltas

Classificação final do campeonato
1º – Gabriel Casagrande, 308 pontos
2º – Daniel Serra, 296
3º – Ricardo Zonta, 280
4º – Thiago Camilo, 280
5º – Felipe Fraga, 265
6º – Rafael Suzuki, 263
7º – Rubens Barrichello, 260
8º – Ricardo Maurício, 231
9º – Felipe Baptista, 229
10º – Felipe Massa, 224

Classificação final do campeonato por equipes

1º – Eurofarma RC, 497
2º – Ipiranga Racing, 470
3º – RCM Motorsport, 459
4º – A.Mattheis Vogel, 458
5º – Pole Motorsport, 427
6º – KTF Racing, 407
7º – Lubrax Podium Stock Car Team, 400
8º – Blau Motorsport, 387
9º – Full Time Sports, 379
10º – Mobil Ale Full Time Sports, 367
11º – Crown Racing, 278
12º – Cavaleiro Sports, 206
13º – Hot Car Competições, 203
14º – KTF Sports, 184
15º – Scuderia Chiarelli, 85
16º – Texaco Racing, 37

Todos os campeões da Stock Car
1979 – Paulo Gomes
1980 – Ingo Hoffmann
1981 – Affonso Giaffone
1982 – Alencar Junior
1983 – Paulo Gomes
1984 – Paulo Gomes
1985 – Ingo Hoffmann
1986 – Marcos Gracia
1987 – Zeca Giaffone
1988 – Fábio Sotto Mayor
1989 – Ingo Hoffmann
1990 – Ingo Hoffmann
1991 – Ingo Hoffmann/Ângelo Giombelli
1992 – Ingo Hoffmann/Ângelo Giombelli
1993 – Ingo Hoffmann/Ângelo Giombelli
1994 – Ingo Hoffmann
1995 – Paulo Gomes
1996 – Ingo Hoffmann
1997 – Ingo Hoffmann
1998 – Ingo Hoffmann
1999 – Chico Serra
2000 – Chico Serra
2002 – Chico Serra
2022 – Ingo Hoffmann
2003 – David Muffato
2004 – Giuliano Losacco
2005 – Giuliano Losacco
2006 – Cacá Bueno
2007 – Cacá Bueno
2008 – Ricardo Maurício
2009 – Cacá Bueno
2010 – Max Wilson
2011 – Cacá Bueno
2012 – Cacá Bueno
2013 – Ricardo Maurício
2014 – Rubens Barrichello
2015 – Marcos Gomes
2016 – Felipe Fraga
2017 – Daniel Serra
2018 – Daniel Serra
2019 – Daniel Serra
2020 – Ricardo Maurício
2021 – Gabriel Casagrande
2022 – Rubens Barrichello
2023 – Gabriel Casagrande

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BYD Mini será o modelo elétrico mais barato do Brasil

A “guerra” entre os carros elétricos está cada vez mais acirrada. Depois de algumas importadoras diminuírem os preços de veículos já lançados, prejudicando quem comprou antes da redução, a BYD prepara o lançamento do Dolphin Mini (Seagull em outros mercados).


O modelo, que deverá ser o mais barato do mercado, chegará ao mercado nacional em março de 2024 por aproximadamente 100 mil reais. Vai depender dos impostos no momento do lançamento.

O BYD Dolphin Mini, que vai concorrer com o JAC EJ-1 e com o Caoa Chery iCar,  é um subcompacto com 3,78 metros de comprimento, 1,71 m de largura, 1,54 m de altura e distância de entre-eixos de 2,50 metros.

Ou seja, 20 centímetros menor que o Dolphin. A autonomia será em torno de 300 q1uilometros e a velocidade máxima de 130 quilômetros por hora.

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