Motor

Fiat lança nova Strada 2024 com motorização turbo

A Fiat apresentou hoje a nova linha Strada 2024. A picape líder de vendas em todos os segmentos nacionais, ganha, entre outras novidades, uma nova grade e rodas, volante redesenhadas. Mas o destaque é a versão com motorização turbo. O objetivo é fazer frente á sua maior concorrente, a Chevrolet Montana.

Por dentro, apesar de poucas novidades, a Strada ganha o volante utilizado no Argo, Cronos, Pulse e Fastback.

O motor turbo é o mesmo já utilizado no Fiat Pulse e Fastback, 1,0 litro, 130 cavalos e 200 Nm (20,4 kgfm) de torque, nas versões Ranch e Ultra (a mais sofisticada). A transmissão será CVT.

Os preços ainda não foram divulgados. (Informações MecânicaOnLine)

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Sob enconmenda, novo McLaren 750S pode ter uma pintura artesanal

A McLaren Automotive acaba de anunciar que o Spectrum Theme, um novo acabamento de pintura multi-tons desenvolvido e aplicado pela McLaren Special Operations, será oferecido exclusivamente no novo 750S, o seu mais leve e potente supercarro de produção em série. Uma unidade, ainda sem cor definida, brevemente chegará ao Brasil.

O Spectrum é apresentado em três versões: Spectrum Azul, Spectrum Cinza e Spectrum Laranja. As variantes de cor podem ser combinadas com outras personalizações sob encomenda da MSO.

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Ford F-150 foi a picapona mais vendida no mês passado

A recém lançada Ford F-150 foi a picape grande mais vendida no mês de julho, com 249 unidades emplacadas e 25,5% de participação no segmento, segundo o Renavam.

A sua concorrente mais próxima, a Ram 1500, registrou 204 unidades. As primeiras unidades da F-150 começaram a chegar ao mercado brasileiro em maio para atender os clientes que a adquiriram na pré-venda, em fevereiro. No total, o modelo soma hoje mais de 640 emplacamentos.

A F-150 é oferecida no Brasil nas versões Lariat e Platinum, com preço de R$479.990 e R$519.990, respectivamente.

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Coluna Fernando Calmon – Ofensiva da Stellantis inclui três híbridos flex e um elétrico

Coluna Fernando Calmon nº 1.262 — 1/8/23

Ofensiva da Stellantis inclui três híbridos flex e um elétrico

Os rumores acabaram de se transformar em confirmação. A Stellantis fez uma escolha racional e adequada dentro de um processo que reflete a realidade do País. Decidiu adotar a hibridização com motores flex gasolina/etanol em três níveis de projeto e preço, guardando para a etapa final o modelo 100% elétrico. O desenvolvimento foi feito no País.

Tudo planejado para levar em conta o poder aquisitivo do comprador, a oferta de etanol que terá de crescer e considerando o tempo e o capital necessários para construir a infraestrutura de recarga de elétricos puros em um país de dimensões continentais.

Os três primeiros produtos a empresa chama de Bio-Hybrid, Bio-Hybrid e-DCT e Bio-Hybrid Plug-in. As plataformas físicas, obviamente sem nenhuma carroceria, foram expostas no Tech Center em Betim, MG. São previstas de início para Fiat e Jeep, embora a Stellantis não tenha informado em que marcas e modelos devem estrear.

A primeira opção substitui o motor de partida e o alternador. Vai operar com a bateria convencional de chumbo-ácido e outra de íons de lítio (menos de 1 kWh), ambas de 12 volts.

O recurso liga-desliga o motor terá operação silenciosa (semelhante ao apresentado nos Audi A4 e A5, no ano passado) e possivelmente também poderá desligar o motor abaixo de 20 km/h para economizar combustível. O acréscimo de potência será de 3 kW (4 cv), difícil de perceber no dia a dia, mas não elevará tanto o preço de venda.

Antonio Filosa, presidente da Stellantis para América do Sul, adiantou apenas que haverá dois lançamentos ao longo de 2024. Acredita-se que poderão estrear no Fiat Pulse e no Jeep Renegade.

Quanto à e-DCT deve-se aplicar aos modelos com câmbio automatizado de duas embreagens. Neste caso haverá um segundo motor elétrico de 16 kW (22 cv) totalizando 19 kW (26 cv), mas trabalhará com arquitetura elétrica de 48 V e bateria de íons de lítio de 1 kWh de capacidade.

Esse sistema, mais caro, é um híbrido verdadeiro e não o chamado híbrido “leve” da primeira opção. Deve ser reservado para o Fiat Fastback, o Jeep Renegade de topo e o Jeep Compass em 2025.

O passo mais ousado dos Bio-hybrids é o híbrido flex plugável com arquitetura elétrica de 380 V, bateria de íons de lítio de 12 kWh e cujo motor elétrico adicionará 44 kW (60 cv) ao trem de força.

A Stellantis também manteve sob sigilo a potência e o torque combinados do motor a combustão e elétrico, bem como o alcance só no modo elétrico e o alcance total. Possivelmente estará reservado ao SUV Jeep Commander. Espera-se que chegue ao mercado no final de 2025.

Também sem marcar um prazo para lançamento, a Stellantis já trabalha no quarto projeto: um modelo 100% elétrico (BEV), embora deva utilizar inicialmente arquitetura monobloco derivada de motor a combustão. É o primeiro fabricante a confirmar oficialmente esse projeto.

Sistema elétrico de 400 V, motor com potência a partir de 90 kW (122 cv) e a capacidade da bateria iniciando em 45 kWh. Só deve ficar pronto, dentro de um cronograma previsível, em 2026.

Filosa lembrou ainda o objetivo estratégico do conglomerado franco-ítalo-germano-americano para 2030. Mix de vendas de elétricos atingiria 100% na Europa, 50% nos EUA e 20% no Brasil.

Em estudo recente a consultoria brasileira Bright estimou em 8% a participação de elétricos no mercado em 2030, o que parece mais perto da realidade, salvo se o preço das baterias caírem muito.

A fabricante também desenvolveu um motor 100% a etanol e estuda lançá-lo, se houver demanda por parte de empresas que adotem políticas de governança sócio-ambiental (ESG, na sigla em inglês).

Hoje só a Toyota vende híbridos flex no Brasil (Corolla e Corolla Cross), mas com tecnologia importada do Japão.

Julho foi o melhor mês de vendas este ano

Como já se esperava, julho refletiu as vendas efetuadas em junho, mas que não houve tempo de completar o emplacamento. Foi um reflexo direto do programa de descontos patrocinados pelo Governo Federal que se esgotaram em apenas um mês.

A comercialização de veículos leves e pesados em julho, segundo os números da Fenabrave, atingiu o volume de 225.603 unidades e o total acumulado em 2023, 1.223.885 unidades. O crescimento em relação a 2022 foi de 19,04% e 11,28%, respetivamente.

O presidente da entidade, José Andreta Jr., ainda não revisou a previsão de empate com o ano passado em termos de vendas. Mas continua a trabalhar em um plano mais sustentável que independa de picos de comercialização que durem pouco tempo. Para ele é necessário mecanismos de crédito que permitam ao consumidor readquirir poder de compra.

“Estamos finalizando esse estudo e esperamos apresentá-lo ao Governo em breve”, concluiu Andreta Jr.

Seres, nova marca chinesa, estreia com produtos elétricos

O mercado de modelos elétricos no Brasil ainda não chegou a 1% no Brasil, porém concorrentes não faltam. Uma das explicações tem a ver com a isenção do pesado imposto de importação de 35%, além de outros incentivos em nível estadual e estadual e até municipal, caso da isenção do rodízio em São Paulo (SP).

Mais recentemente graças à valorização de 10% do real frente ao dólar os preços também caíram. Isso explica, em parte, a onda atual de descontos nos importados e ofertas de lançamento atraentes.

Fato é que a Seres, a marca mais jovem no mercado que foi fundada nos EUA em 2016 e depois se mudou para a China onde se aliou com a gigante de telecomunicações Huawei, desembarca aqui com produtos modernos e em parceria com dois grupos nacionais Bel Energy (São Paulo) e Holding M2 (Brasília). O primeiro produto é o SUV Seres 3, de porte do Compass e Corolla Cross.

Com desenho atual, porém de estilo mais comportado, tem motor de 120 kW (163 cv) e 300 Nm (30,6 kgf.m). A tração é traseira, o que pode agradar em termos de dirigibilidade (ainda não foi possível a avaliação dinâmica), mas o porta-malas se limita a apenas 318 litros. Acabamento é bom, porém só aceita conexão com Apple CarPlay. Recursos de segurança são os de praxe.

A comercialização será feita sem concessionárias e oficinas independentes nomeadas cuidarão da manutenção. Os representantes de venda vão criar salões de exposição em locais estratégicos. O preço definitivo é de R$ 240.000. A linha será rapidamente ampliada com outro elétrico, o Seres 5, e os híbridos M5 EVR e M7 EVR, além do híbrido plugável E5.

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Fiat continua liderando o mercado brasileiro de veículos

A Fiat manteve a liderança do mercado brasileiro com 44.393 emplacadas. Com essa performance mensal, a Fiat chegou ao 31º mês consecutivo na liderança, ou seja, mais de dois anos e meio como a número um do mercado automotivo no Brasil.

Apesar do modelo mais vendido em julho ter sido o Volkswagen Polo, a marca italiana garantiu 20,6% de market share e emplacou três modelos entre os mais vendidos do País: Strada, Argo e Mobi.

No acumulado do ano, a Fiat mantém a liderança com 21,8% de market share e 251.228 unidades emplacadas, o que representa mais de 72 mil unidades à frente da segunda colocada.

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Aston Martin Valour V12 chega para marcar os 110 anos da marca

Para a comemoração ao seu 110º aniversário, a Aston Martin apresentou o Valour. O modelo comemorativo e exclusivo é equipado com motor V12 de 5,2 litros biturbo de 712 cavalos de potência e 753 Nm de torque. A transmissão é manual de seis marchas construída para honrar a longa tradição da marca.

Destinado diretamente àqueles que querem saborear uma real e envolvente experiência de pilotagem, o Valour foi concebido usando o que há de mais recente em tecnologia, métodos e materiais.

Com uma produção global limitada a apenas 110 unidades, o superesportivo será um dos mais “colecionáveis” de todos os Aston Martin.


O Valour recebeu uma suspensão sob medida, com amortecedores, molas e barras estabilizadoras ajustáveis, todos pensados especificamente para o carro.

O alinhamento da geometria das rodas cuidou do acerto de câmber, caster e convergência. Essas características asseguram que o Valour possui distintas e claramente definidas qualidades de rodar e dirigibilidade.

Reforçando ainda mais suas características dinâmicas únicas, a estrutura personalizada da carroceria apresenta painéis reforçados e braçadeiras de suporte da torre da suspensão traseira e do tanque de combustível.

Estes elementos maximizam tanto a rigidez torsional quanto lateral, provendo a suspensão com uma plataforma otimizada a fim de entregar o mais preciso controle da carroceria e refinamento ampliado. Além disso, um novo sistema de direção dá ao condutor ainda maior sensibilidade, conexão e imediatismo.


Com freios de cerâmica de carbono de série, o Valour tem enorme poder de frenagem graças aos discos dianteiros de 410 mm x 38 mm com pinças de seis pistões. Na traseira, discos de 360 mm x 32 mm fazem par com pinças de quatro pistões.

Completa o impressionante pacote do Valour um belo jogo de rodas leves de 21 polegadas forjadas em liga de “honeycomb”, as quais recebem os mais recentes pneus Michelin Sport S 5 produzidos especialmente para a Aston Martin – 275/35 R21 na frente e 325/30 R21 atrás – para assegurar o manuseio inspirado e o controle nas ruas no seco ou no molhado.

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Stellantis desenvolve plataformas para motopropulsão híbrida

Bio-Hybrid: este é o nome da tecnologia de motopropulsão híbrida, que combina energia térmica flex e eletrificação, que a Stellantis apresentou hoje no Polo Automotivo de Betim, em Minas Gerais.

As distintas alternativas da arquitetura híbrida foram demonstradas em três plataformas correntes da empresa e poderão ser adotadas de modo flexível na gama de marcas e produtos, constituindo diversas soluções acessíveis de transição para uma mobilidade mais sustentável.

As plataformas híbridas foram desenvolvidas pelo Tech Center Stellantis na América do Sul, em associação com fornecedores, pesquisadores e outros parceiros que constituem o ecossistema de inovação impulsionado pela empresa.

“O Bio-Hybrid faz parte da rota tecnológica da mobilidade acessível e sustentável adotada pela Stellantis. Queremos potencializar as virtudes do etanol, como combustível renovável, cujo ciclo de produção absorve a maior parte de suas emissões, combinando a propulsão à base do biocombustível com sistemas elétricos”, afirmou Antonio Filosa, presidente da Stellantis para América do Sul, que destacou também os ganhos de eficiência e economia de combustível trazidos pelos sistemas de propulsão elétrica.

O desenvolvimento das novas tecnologias de hibridização está em linha com o plano estratégico de longo prazo da Stellantis, Dare Forward 2030, que prevê a descarbonização de processos e produtos da empresa até 2038, com redução das emissões em 50% já em 2030.

Nacionalização

Os esforços de desenvolvimento das plataformas Bio-Hybrid começaram no ano passado, com a criação do Bio-Electro, uma plataforma destinada a acelerar tecnologias de motopropulsão baseadas na hibridização, combinando eficiência térmica e eletrificação.

Através dela, a Stellantis articulou um grande conjunto de parcerias estratégicas, visando acelerar o desenvolvimento e implementação de novas soluções de motopropulsão para a descarbonização da mobilidade.

O Bio- Electro está baseado em três pilares:
• Academy: abrange informação, formação e recrutamento;
• Lab: incubação de ideias e desenvolvimento de ecossistema;
• Tech: materialização de soluções e da inovação.

Agora, as plataformas Bio-Hybrid, que se apresentam como resultado do pilar “Tech”, são uma expressão concreta da estratégia de desenvolvimento da Stellantis América do Sul, que se apoia nas bases da descarbonização, da localização e da regionalização.

“O Bio-Hybrid é uma tecnologia de descarbonização da mobilidade, que privilegia as características e recursos do Brasil, como o etanol e a energia elétrica limpa”, afirma Antonio Filosa. “Nasceu de nossa plataforma Bio-Electro, que é um esforço de nacionalização de tecnologias. Nossa prioridade é descarbonizar a mobilidade, mas queremos fazer isto de modo acessível para o maior número de consumidores e desenvolvendo tecnologias e componentes no Brasil”.

Antonio Filosa destaca que as novas tecnologias híbridas e elétricas devem constituir uma oportunidade para o fortalecimento da engenharia brasileira e da indústria nacional. “É uma oportunidade de reindustrialização e de reconfiguração da indústria nacional de autopeças, que é diversificada, complexa e muito importante para a e economia brasileira”, observa.

Além disto, a tecnologia Bio-Hybrid é de aplicação flexível e pode equipar vários modelos produzidos pela Stellantis. É compatível com as linhas de produção das três plantas da empresa – Betim –MG (Fiat), Porto Real-RJ (Citroen e Peugeot) e Goiana-PE (Jeep e Ram)). Assim, se enquadra também na estratégia multirregional de produção a Stellantis.

Plataformas

Em sua rota tecnológica de descarbonização, a Stellantis desenvolveu quatro plataformas para aplicação no Brasil. São elas:
Bio-Hybrid
Bio-Hybrid e-DCT
Bio-Hybrid PLUG-IN
BEV (100% Elétrica)

“São plataformas baseadas em tecnologias diferentes, que apresentam distintos graus de combinação térmica e da eletricidade na propulsão do veículo. Cada uma destas tecnologias tem sua aplicação e, juntas, atendem a todas as faixas de consumidores, tornando acessíveis os sistemas híbridos baseados na combinação da propulsão térmica flex com a eletricidade”, explica Marcio Tonani, Vice-presidente do Tech Center da Stellantis na América do Sul.

A plataforma Bio-Hybrid traz como elemento um novo dispositivo elétrico multifuncional, que substitui o alternador e o motor de partida. Trata-se de equipamento capaz de fornecer energia mecânica e elétrica, que tanto gera torque adicional para o motor térmico do veículo quanto gera energia elétrica para carregar a bateria adicional de Lítio-Íon de 12 Volts, que opera paralelamente ao sistema elétrico convencional do veículo. O sistema gera potência de até 3KW, garantindo melhor performance ao automóvel e redução de consumo de combustível.

A plataforma Bio-Hybrid e-DCT conta com o serviço de dois motores elétricos. O primeiro deles é o que substitui o alternador e o motor de partida. Adicionalmente, outro motor elétrico de maiores proporções é acoplado à transmissão. Uma bateria de Lítio-Íon de 48 Volts dá suporte ao sistema e também é alimentada pelos dispositivos. Uma gestão eletrônica controla a operação entre os modos térmico, elétrico ou híbrido, otimizando eficiência e economia.

A plataforma Bio-Hybrid Plug-in conta com bateria de Lítio-Íon de 380 Volts, recarregada através de sistema de regeneração nas desacelerações, alimentada pelo motor térmico do veículo ou, por fim, através de fonte de alimentação externa elétrica (plug-in). A arquitetura conta ainda com motor elétrico que entrega potência diretamente para as rodas do carro. O sistema gerencia operação entre modo térmico, modo elétrico ou híbrido otimizando eficiência e economia.

Por fim, a arquitetura BEV (100% Elétrica) é totalmente impulsionada por um motor elétrico de alta tensão alimentado por uma bateria recarregável de 400 Volts, por meio de sistema de regeneração ou através de plug-in. A arquitetura oferece torque instantâneo, com acelerações rápidas e responsivas. O sistema possui sonoridade customizável e conta com desempenho, mesmo a baixas velocidades. (MecânicaOnLine)

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Go Electric inaugura dez pontos de recarga rápida em posto da Anhanguera

O Posto Anhanguera/Ipiranga vai receber em agosto dez conectores para recarregamento de veículos elétricos. A Posto Anhanguera/IpirangaPosto Anhanguera/Ipiranga, empresa brasileira de soluções para eletromobilidade, abre seu primeiro hub de recargas ultrarrápidas, no km 237, sentido interior-capital da Rodovia Anhanguera – SP 330, Santa Rita do Passa Quatro.


O serviço será monetizado e a cobrança feita via aplicativo. Com investimentos em torno de R$ 2 milhões, o empreendimento será um dos maiores na América Latina.

“Estamos no mercado de eletromobilidade há três anos e depois de mais de 500 clientes atendidos, entre residências e empresas, decidimos ampliar a atuação no setor porque entendemos que está em franco crescimento. O eletroposto é um passo muito importante para a nossa estratégia de negócios”, sintetiza Danilo Guastapaglia, CEO da Go Electric.

A Go Electric faz parte do grupo Orbitec, que atua nos segmentos de energia solar fotovoltaica e térmica e, desde 2019, oferece soluções completas para carregamento de veículos híbridos e elétricos – do projeto de infraestrutura (dimensionamento, integração e comissionamento), passando pela gestão de software, monitoramento operacional e a manutenção do funcionamento.

De acordo com estudos do setor, a eletromobilidade é uma realidade em todo o mundo e no Brasil a expectativa é que, entre 5 e 10 anos, os carros elétricos representem entre 30% dos modelos vendidos no país.

“Estamos acompanhando o amadurecimento do mercado no país. Com o tempo, dado o ritmo acelerado de crescimento, as unidades de recargas gratuitas não darão conta da demanda, nem mesmo se manterão economicamente. Um cluster com 524 KW, um dos maiores do país, vem para ratificar a viabilidade da eletromobilidade”, diz o CEO da Go Electric.

Diferenciais

O hub de recargas da Go Electric que será inaugurado esta semana , tem potência total de 524 KW, no qual estão acoplados dez conectores para carregamento ultrarrápido simultâneo.

Das pistolas, seis são de até 120 KW CCS2 DC (para modelos de veículos que utilizam o standard europeu), uma de até 120 KW GB/ T DC (para os standard chinês, como os JAC), uma de até 120 KW Chademo DC (standard japonês, como Nissan) e duas pistolas de 22 KW AC tipo 2 (para todos os modelos de veículos híbridos e 100% elétricos).

Além da instalação das máquinas (hardware de recarga e projetos de infraestrutura), a Go Electric também atua na gestão do software, ou seja, além da comercialização do equipamento e de dimensionar a demanda, a empresa faz a implantação, gestão e manutenção do sistema.

“Customizamos o projeto de acordo com a demanda de cada cliente, seja para unidades residenciais, comerciais ou para frotas, e nossa entrega é turn key. Temos o domínio da tecnologia”, ressalta o CEO.

Outro diferencial da tecnologia adotada pela Go Electric é a possibilidade de conectividade entre aplicativos.

“Tivemos esse cuidado ao implementar o nosso modelo. O consumidor poderá pagar pelo seu consumo via aplicativo Go Electric ou qualquer outro que se conecte aos nossos equipamentos através do processo de Interoperabilidade da Plataforma de Gestão, ponto crucial para a comodidade de utilização do usuário. Em um futuro próximo, todas as estações de recargas de uso público devem ser interconectadas com diferentes aplicativos”, explica Guastapaglia.

Energia limpa

O eletroposto Go Electric produzirá parte da energia consumida na unidade por meio de placas de energia solar fotovoltaica instaladas no teto de três carports

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Amanhã a avenida Ruy Rodrigues ganha mais um radar

A 5ª avenida mais perigosa de Campinas vai ganhar mais um radar amanhã. O novo radar vai funcionar na avenida Ruy Rodriguez, nas proximidades da estação Morumbi do BRT Ouro Verde e da Rodovia dos Bandeirantes. Segundo a Emdec, foram registrados diversos  acidentes na região.

Somente em julho (até dia 25), foram 3.118 ocorrências de velocidade acima da máxima permitida, principalmente por motociclistas que desrespeitam o sinal vermelho e cobrem a placa com as mãos para que o veículo não seja identificado.

O novo radar está posicionado no sentido centro-bairro da avenida.

 

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Latin NCAP atualiza o resultado do teste com o Volkswagen Virtus

O Latin NCAP (New Car Assessment Program) é um programa independente de avaliação de carros novos para a América Latina e Caribe. Em parceria com organizações internacionais como Global NCAP, FIA – Federação Internacional de Automobilismo, FIA Foundation, ICRT (International Consumer Research & Testing), e o apoio do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), o programa tem o objetivo de fazer avaliações independentes e imparciais de segurança dos carros novos.

No lançamento, a Latin NCAP fez o teste com o Volkswagen Virtus produzido na Índia, onde foi lançado inicialmente, e que é igual ao modelo produzido no Brasil.
Para comprovar os resultados do modelo indiano, o programa refez os testes com o modelo brasileiro. Segundo a Latin NCAP, o Volkswagen Virtus obteve cinco estrelas.

O veículo oferecia inicialmente proteção lateral com airbags de cabeça e tórax e foi atualizado para um sistema de proteção lateral de cabeça com airbags de cortina e do corpo. O modelo também oferece tecnologias ADAS como equipamento opcional, de acordo com as recomendações do Latin NCAP.

 

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