Motor

Operação “Placa Escura” aborda 65 motociclistas e faz 42 autuações em Campinas

Ação visou irregularidades como obstrução da placa, pilotagem com apenas uma das mãos, utilização de viseira aberta, transitar com pneu ‘careca’ e documentação irregular

Crédito: Divulgação / Prefeitura Municipal de Campinas

Uma operação conjunta entre a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e a Guarda Municipal, denominada “Placa Escura”, realizada na tarde da última sexta-feira, 28 de julho, na avenida John Boyd Dunlop, promoveu 65 abordagens de motociclistas e 42 autuações. As autuações envolveram obstrução da placa, pilotagem com apenas uma das mãos, utilização de viseira aberta, transitar com pneu ‘careca’ (equipamento ineficiente / inoperante), documentação irregular e pilotar motocicleta com baixa definitiva (proibida de operar). Foram três remoções de motocicletas ao Pátio Municipal de Recolhimento e Guarda de Veículos.  Nas abordagens pessoais, a GM contabilizou 70 pessoas, sendo 65 homens e cinco mulheres, entre pilotos e garupas.

“O intuito é coibir o comportamento de risco dos motociclistas e, assim, prevenir acidentes. Em conjunto com as ações educativas e de engenharia de tráfego, as operações de fiscalização contribuem para salvar vidas no trânsito”, destacou o presidente da Emdec, Vinicius Riverete.

A ação é o primeiro resultado da reunião convocada na quinta-feira pelo prefeito Dário Saadi, para discutir formas de inibir ‘rolezinhos’, como o que vitimou três pessoas na madrugada do último sábado, 22 de julho. A reunião teve a participação de representantes da Emdec, da Polícia Militar e da Guarda Municipal.

“Estas operações já fazem parte da rotina da Guarda Municipal e o trabalho conjunto é muito importante para a fiscalização. Geralmente, as motos que participam de ‘rolezinhos’ apresentam placa adulterada ou são de leilão. A ação desta sexta-feira também tem o objetivo de identificar estes veículos irregulares”, afirmou a comandante da Guarda Municipal de Campinas, Maria de Lourdes Soares.

Como funciona  

A primeira operação ‘Placa Escura’, nos moldes atuais, foi realizada em junho. “Esta é uma das operações de fiscalização realizadas pela Emdec. Estamos intensificando essas abordagens e faremos em outros pontos da cidade, em conjunto com a Guarda Municipal e a Polícia Militar. Na ‘Placa Escura’, vamos focar em pontos com radares, que registram o maior número desse comportamento de risco”, explicou o Gerente de Fiscalização e Operação, Claudionir Thomás de Sá.

Na operação “Placa Escura”, a Emdec identifica, por meio de equipamento de fiscalização eletrônica localizado na av. JBD, altura da rua Francisca Alves do Pinho, motociclistas que encobrem a placa ao passar pelo ponto, geralmente em velocidade superior à regulamentada. Técnicos da Emdec identificam a imagem em tempo real, por meio de tablets, e os motociclistas são abordados no trecho seguinte. A Guarda Municipal realiza a triagem e outros itens de segurança são observados, tais como condições dos pneus e utilização correta do capacete.

As equipes identificaram um motociclista que adotou a conduta irregular. Conduzir motocicleta com uma das mãos e obstrução da placa, são infrações de natureza grave e gravíssima, com multas de R$ 195,23 e R$ 293,47, respectivamente; e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

‘Rolezinhos’  

A Emdec recomenda que a organização de encontros de motocicletas ou passeios ciclísticos deve ser relatada à empresa, com informações como trajeto, local e horário previsto. Além disso, os participantes devem utilizar os equipamentos de segurança obrigatórios e respeitar a sinalização.

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Com design atraente e espaço para toda a família, o JAC e-js4 é um boa opção

O JAC E-JS4 se destaca primeiramente pelo design imponente. Ele chama a atenção por onde passa e mesmo quando está estacionado. Há curiosos que o cercam, observando com atenção. Cheguei a perguntar o que estavam achando do design e todos afirmaram terem gostado do modelo. A surpresa era quando eu informava que era um SUV 100% elétrico com 420 km de autonomia. A curiosidade aumentava.

Mas não foi só o design que agradou. O espaço interno e o desempenho são outros pontos positivos do E-JS4. Acomoda cinco pessoas com extremo conforto, que encontram no interior acabamento com qualidade. Este JAC tem uma vasta lista de equipamentos de série.

No quesito desempenho, o JAC E-JS4 surpreendeu com seu motor de 150 cavalos de potência. As respostas nas retomadas são imediatas oferecendo segurança nas ultrapassagens.

A bateria conta com capacidade de 55,1 kWh e com isso a importadora oficial do modelo, informa que a autonomia do JS4 é de 420 km. O motorista consegue fazer a viagem de São Paulo a Campinas sem problemas.

Porém, se for viajar de São Paulo para o Rio de Janeiro, onde percorrerá 430 quilômetros, terá que parar pelo caminho para carregar o veículo pelo menos uma vez para fazer uma recarga total. A fabricante, entretanto, diz que a bateria pode ser carregada em apenas uma hora se o carregador for de carga rápida.

A JAC sempre teve uma postura muito digna ao alertar o comprador de que a autonomia divulgada é na cidade e conforme o uso, inclusive porque tem o auxilio da regeneração de energia.

Ao contrario dos veículos a combustão, que na estrada são mais econômicos, o eletrificados consomem até 60% a mais e pouco podem fazer uso da regeneração.

Como um carro de uso familiar na cidade ou em pequenas viagens, o JAC E-JS4 é uma excelente opção.

Preço
JAC E-JS4 – R$ 242.900,00

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AutoShow Collection promove encontro de Opalas no domingo

O AutoShow Collection organiza neste domingo, 30 de julho, em São Paulo, o Dia do Opala. O evento de homenagem ao clássico da Chevrolet, começa a partir das 7 horas no estacionamento do Expo Center Norte.

O evento, realizado em parceria com a Sexta Antiga, espera reunir cerca de 700 veículos antigos no shopping as margens da marginal Tietê.

Versões como o Opala SS, Comodoro, De Luxo, Diplomata e a perua Caravan estarão expostos. Mesmo sendo um dia dedicado ao tradicional automóvel da General Motors, o evento é aberto a carros antigos de qualquer marca.

O AutoShow Collection deste domingo terá atrações como uma nova praça de alimentação, música ao vivo, mercado de peças e pista de teste com motos elétricas, em parceria com a Watts.

Além disso, os visitantes do Collection estarão ao lado do Feirão AutoShow, que acontece no estacionamento do Lar Center com cerca de 1.500 veículos usados à venda no espaço.

Interlagos 

Os visitantes do AutoShow Collection também poderão participar de um evento muito especial: a corrida do antigos modelos da categoria “C”, que deram origem á Stock Car. Na tarde do domingo, em carreata, os donos dos Opalas irão assistir á 5ª etapa da Old Stock Race, no Autódromo de Interlagos. Após a prova, haverá um desfile aberto aos modelos antigos de rua.

AutoShow

O AutoShow é o maior feirão de carros do Brasil! Com sua primeira edição em 1972, em frente ao estádio do Pacaembu, em São Paulo, o Feirão AutoShow se tornou um ponto de encontro entre compradores e vendedores de carros. O evento era chamado de Feira Livre do Automóvel, e assumiu uma nova identidade quando o evento presencial ganhou espaço também na internet com os classificados online.

Nos anos 80, se transferiu para o Anhembi e logo se expandiu para o ABC e hoje, o Feirão reúne automóveis, utilitários e motos, todos negociados na feira que conta com serviços de despachante, financiamento, vistoria e emissão de laudos, além de estacionamento para visitantes.

O AutoShow também está presente nas redes sociais, onde tem o  maior canal de varejo do país com 280 mil seguidores, e atinge um público de 1 milhão de espectadores por mês com os programas em formato de lives transmitidos aos domingos durante a feira.

Depois da pandemia de Covid-19, na retomada dos eventos, o Feirão AutoShow passou a acontecer no estacionamento do Shopping Center Norte, zona norte de São Paulo, em um espaço de 30.000m2, e no ABC, onde sempre esteve desde 1985. Atualmente, 1.500 veículos e 5.000 pessoas passam pelos feirões AutoShow todo domingo.

Serviço:
Auto Show Collection – Dia do Opala
Data:
30 de julho
Horário: A partir das 07h
Local: estacionamento do Expo Center Norte (Av. Otto Baumgart, 550 e Rua Miguel Mentem) entrada pelos portões 11 e 18.

Ingresso:
Pedestre é gratuito; carros antigos R$20 por veículo ou estacionamento por R$20.
Informações:
AutoShow Collection – www.autoshow.com.br e @autoshowcollection
Old Stock Race: www.oldstockrace.com.br e @oldstockraceoficial

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Começa na Alemanha a fabricação da nova Nova BMW Série 5

Em clima de festa, a BMW começou a produzir na planta de Dingolfing, na Alemanha, o novo Série 5, incluindo a versão i5 totalmente elétrico. Na presença do ministro-presidente da Baviera, Markus Söder e do diretor da marca alemã, Milan Nedeljković, comemoraram também os 50 anos da fabrica.


Este é o terceiro modelo em produção nessa planta industrial, onde já são produzidos os iX e i7.
Esta fábrica foi inaugurada em setembro de 1973 e o primeiro carro que saiu da linha de produção foi um 520i na cor laranja.

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Coluna Fernando Calmon – Dia do motorista: assistências e comandos podem gerar distrações

Coluna Fernando Calmon nº 1.261 — 25/7/23

Dia do motorista: assistências e comandos podem gerar distrações

 

Criado por decreto-lei federal nº 63.461 em 21 de outubro de 1968, o Dia do Motorista em 25 de julho tem origem na religião católica porque também é o Dia de São Cristóvão, protetor de motoristas e viajantes. Soluções modernas ajudam a evitar que o motorista se acidente e suas consequências.

Por isso a questão de segurança de trânsito é motivo de grande preocupação e pesquisas contínuas em todo o mundo. Estudos recentes chamam a atenção para duas tecnologias bastante úteis: automação veicular e comandos acessados por tela. Ambos oferecidos por vários fabricantes, mas precisam de atenções específicas.

Nos EUA o Instituto das Seguradoras para Segurança em Estradas (IIHS, na sigla em inglês) apresentou um relatório apontando que muitos motoristas usam automação parcial (Nível 2,5, na escala até 5) em seus veículos como se fossem totalmente autônomos, apesar dos avisos automáticos sobre a necessidade de retomar o controle de volante e pedais.

A pesquisa estudou as soluções da Cadillac, Nissan e Tesla, além de entrevistar 600 proprietários (cerca de 200 de cada marca). Eles afirmaram que aproveitavam para comer e enviar mensagens de texto. De forma geral os sistemas não levam os motoristas a permanecerem engajados ou impedem desvios de atenção.

Estes assistentes já são oferecidos em vários modelos também no Brasil: controle de velocidade de cruzeiro adaptativo e centralização na faixa de rolagem. Nenhum dos sistemas atuais é projetado para substituir um motorista humano ou tirar seu foco da estrada. Testes de pista e colisões no mundo real forneceram evidências de potencialmente causar acidentes.

Cerca de 40% dos usuários relataram que seus sistemas foram desligados em algum momento enquanto dirigiam e não eram reativados. Alguns desses motoristas confundiram a suspensão temporária do recurso com o procedimento de bloqueio. Porém, muitos falharam em responder aos avisos se estavam prestando atenção na estrada ou violaram repetidamente os parâmetros para acionar o bloqueio.

“Esses resultados de usuários frequentes de três sistemas diferentes de automação parcial mais uma vez mostram a necessidade de proteções robustas e multifacetadas”, disse Alexandra Mueller, cientista de pesquisa do IIHS e principal autora do estudo.

“Muitos relataram experiências em que tiveram de assumir repentinamente a direção porque a automação executou algo inesperado. E, às vezes, enquanto estavam fazendo o que não deveriam, como comer ou ler mensagens pelo celular”, ela explica.

Embora uma parte dos motoristas que receberam lembretes de atenção tenha dito que os alertas eram um pouco irritantes, a grande maioria disse que os considerava úteis e os faziam sentir-se mais seguros usando a tecnologia, desde que o objetivo do recurso fosse explicado a eles com clareza na hora da compra.

“A ampla aceitação de lembretes de atenção e bloqueios do sistema sugere não apenas que reúnem o potencial de tornar mais seguro o uso da automação parcial, como também podem ser implementados para ajudar a combater a distração do motorista em geral”, concluiu Mueller.

Na Alemanha também há preocupações

Um outro estudo, dessa vez encomendado pela Associação da Seguradoras Alemãs, colocou atenção nas Interfaces Homem-Máquina (HMI, em inglês). O nome parece complicado, mas se trata das telas táteis que processam comandos de múltiplas funções como ajustes do ar-condicionado, modos de tração, sintonia e volume de som, mapas de navegação e vários outros. A tendência é digitalizar o máximo possível, inclusive pela facilidade de atualização dos softwares.

No entanto, não é possível usar o HMI sem desviar o olhar da estrada, ao contrário de alavancas e interruptores. Se os comandos estiverem embutidos no menu ou exigirem muitas mudanças como rolar a tela, o motorista terá de desviar o olhar do percurso por um tempo preocupantemente longo. Isso representa riscos potenciais para a segurança viária.

A distração e a desatenção são consideradas entre as principais causas de acidentes de trânsito. Atualmente não há regulamentos ou práticas que definam como projetar interfaces cada vez mais complexas que distraiam os motoristas o mínimo possível de suas tarefas de dirigir.

Pesquisas e números de fora da Alemanha também apontam que se trata de um problema generalizado e implica maior possibilidade de acidentes.

Alguns fabricantes já detectaram como resolver em parte essa disfunção. Adicionaram um simplório botão para diminuir ou aumentar o volume de som do sistema multimídia. Quando várias funções estão embutidas na estrutura do menu e só podem ser acessadas através de numerosos passos intermediários, é preciso desviar os olhos da estrada por mais tempo.

A simplificação também se recomenda quanto à execução das tarefas. Ações intuitivas, como ligar o limpador de para-brisa ou acionar indicadores de direção, devem continuar comandável apenas por controles físicos e diretos.

Todavia, o controle por voz pode contribuir significativamente para diminuir a distração. Para alcançar isso, no entanto, o sistema deve ser intuitivo e operável diretamente. Se forem propensos a erros e exigirem muitas correções ou repetições, esta solução pode revelar-se altamente perturbadora.

F-150 Lariat é enorme, mas boa de guiar

O preço, claro, está muito longe de convidativo – R$ 479.990. Porém, tem público certo entre os endinheirados do agronegócio. Trata-se de um mercado bem limitado, em torno de 10.000 unidades por ano, porém bastante rentável para os fabricantes.

Chegou para dividir as atenções com a Ram Rebel que custa apenas R$ 10.000 a menos (2% de diferença). O estilo da versão de entrada Lariat da picape pesada da Ford é, digamos, mais esportivo com rodas e grade pintadas de preto.

A lista de equipamentos impressiona como faróis de LED, seis airbags, quadro de instrumentos digital e sistema de áudio de alto padrão (Bang & Olufsen). Deslocar-se em ruas exige atenção e achar uma vaga para quase 6 metros de comprimento por mais de 2 de largura não é fácil (melhor rebater os retrovisores). Com quase 2 metros de altura não entra em qualquer garagem, mas dá para ir aos shoppings, embora possa invadir os limites demarcados para estacionar.

Chama mais atenção a posição de dirigir semelhante a picapes de porte médio. Há boa visibilidade e as suspensões são duras, embora menos do que se espera. Também exige cuidado adicional no trânsito urbano. O seu habitat é mesmo o uso no campo com sua tração 4×4 por demanda e em estradas (neste caso, imbatíveis 1.170 km de alcance com 136 litros no tanque).

Para isso o motor V-8 (gasolina) de 405 cv e 56,7 kgf.m entrega alto desempenho, além da elasticidade que só um câmbio automático de 10 marchas proporciona. Acelera de 0 a 100 km/h em 7,1 s mesmo com seus 2.740 kg em ordem de marcha.

Nos EUA, a F-150 lidera há 46 anos o mercado de picapes.

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Brasil ganha 12 milhões de novos motociclistas em 10 anos

O número de brasileiros que utilizam a motocicleta como meio de transporte, lazer ou instrumento de trabalho cresce cada vez mais. Hoje 36,9 milhões de pessoas possuem CNH (Carteira Nacional Habilitação) na categoria A, o que representa um aumento de 47,9% em dez anos. Em 2013, havia 24,9 milhões de motociclistas no Brasil.

De acordo com levantamento da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, dos 10 estados que registraram a maior alta no número de habilitações, nove estão entre as regiões Norte e Nordeste. Confira o ranking:

RANKING DE HABILITADOS NA CATEGORIA A
Ranking Estado 2013 2022 Variação (%)
1 Alagoas 154.713 329.472 113,0
2 Amazonas 170.880 325.685 90,6
3 Bahia 910.269 1.691.731 85,8
4 Ceará 773.693 1.415.609 83,0
5 Maranhão 305.907 556.705 82,0
6 Piauí 248.046 430.937 73,7
7 Sergipe 189.250 324.846 71,6
8 Rio de Janeiro 892.977 1.486.676 66,5
9 Pará 656.747 1.073.027 63,4
10 Tocantins 261.839 410.982 57,0

Fonte: Abraciclo

Para dar visibilidade ao Dia do Motociclista, comemorado nesta quinta-feira (27 de julho), a Abraciclo reforça sua missão em promover a conscientização de todos para a redução de sinistros e, com isso, promover a paz no trânsito.

Nesse sentido, os representantes da associação reforçam a importância da boa formação dos condutores, sejam motociclistas ou motoristas, junto aos órgãos de trânsito em todas as esferas (federal, estadual e municipal). A segurança viária é um dos pilares que direcionam as ações da Abraciclo.

Aliado a isso, as fabricantes sempre investem no aperfeiçoamento de seus produtos, com o desenvolvimento de tecnologias voltadas para segurança; e na capacitação do motociclista, por meio da realização de cursos, palestras e atividades ligadas ao tema segurança.

Novos motociclistas

O analista comercial Robson Santos e a administradora de empresas Patrícia Gomes Borges integram o grupo de novos motociclistas. Ele está habilitado a conduzir motocicletas desde janeiro deste ano e ela, desde março.

Morador de Fortaleza (CE), Robson utiliza o veículo para ir ao trabalho. “Agora levo 10 minutos para chegar ao escritório. De ônibus, dependendo do trânsito, gastava cerca de 35 minutos”, conta. “Também uso para visitar os parentes em Itapiúna, cidade onde nasci e que fica a 120 quilômetros da capital. Chego mais rápido e aproveito melhor o tempo para matar a saudade”, completa.

Assim como Robson, Patrícia Gomes Borges, acreana de Rio Branco que adotou Manaus (AM) como lugar para viver, só usa a motocicleta em seus deslocamentos. “Pretendo viajar e conhecer outros locais, como Itacoatiara, por exemplo. Pegar uma estrada será um misto de liberdade e empoderamento”, afirma.

Patrícia representa uma parcela da população que não para de crescer: a cada quatro brasileiros habilitados para conduzir motocicletas, um é do gênero feminino. Hoje, as mulheres representam 24% das pessoas aptas a dirigir veículos motorizados de duas ou três rodas.

Segundo dados da Abraciclo, o número de mulheres motociclistas aumentou 78% nos últimos dez anos. Em 2013, 5 milhões de pessoas do gênero feminino tinham CNH na categoria A. Em 2022, atingiram a marca de 8,9 milhões. Entre os homens, nesse mesmo período, o aumento foi de 40,7%, passando de 19,9 milhões para 28 milhões de habilitados.

Perfil

Com frota estimada em mais de 32,3 milhões, a proporção hoje é de uma pessoa habilitada a pilotar motocicletas a cada seis habitantes. Em 2013, a relação era de um motociclista a cada nove habitantes.

A paulistana Juliana Iemanjara, que trabalha como entregadora de aplicativo, faz parte desse grupo. Atuando nesse segmento há cerca de cinco anos, ela afirma que é possível organizar melhor o dia a dia, como cuidar dos filhos Isis e Zaki (com idades de 8 e 4 anos, respectivamente) e trabalhar em eventos. “Antes, trabalhava num escritório. Hoje tenho mais liberdade”, comemora.

O soteropolitano Joe Azevedo de Santana também faz parte desse grupo. “Tirei minha habilitação há um ano e comprei uma estradeira”, comemora. “Minha primeira viagem foi até a cidade de Armagoza, no interior da Bahia. Foram quatro horas em uma estrada bastante sinuosa, me permitindo uma experiência incrível”, relembra.

A categoria preferida pelas mulheres é a Motoneta (58%). Já os homens preferem a Scooter (69%).

MOTOCICLETAS BICICLETAS
Frota nacional: 32,3 milhões*
de unidades
Frota nacional: mais de 70 milhões
de unidades
Produção anual: 1,4 milhão de unidades Produção anual: 2,5 milhões

unidades **

7º maior produtor mundial 4º maior produtor mundial

 

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Honda NXR 160 Bros versão 2024 chega ao mercado nacional

A Honda brasileira apresentou a geração 2024 da NXR 160 Bros. Com chassi de berço duplo, suspensões de curso longo (de 180 mm na dianteira e 150 mm na traseira), roda dianteira aro 19 polegadas e pneus de uso misto, a NXR é uma motocicleta para uso na cidade e off-road.

Segundo a Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Honda NXR 160 foi em 2022 a terceira motocicleta mais vendida no Brasil.

A motocicleta versão 2024 recebeu novos grafismos, mas as cores predominantes, preto, branco e vermelho, permaneceram.

O motor também é o mesmo. É um monocilindro, OHC – Over Head Camshaft, alimentado por injeção eletrônica,  tecnologia FlexOne e potência máxima é de 14,7 cavalos com etanol e 14,5 cv com gasolina, e torque máximo de 1,60 kgf.m com etanol e 1,46 kgf.m com gasolina. A transmissão é de cinco velocidades e embreagem de acionamento mecânico.

O painel é de LCD Blackout digital com conta-giros, velocímetro, hodômetro total e parcial, indicador do nível de combustível e luzes-alerta. Idem o farol dotado de refletor multifocal e resistente lente de policarbonato.
 
Preço R$ 18.686,00.

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Somente por  assinatura VW já está comercializando o seu SUV elétrico ID.4

Para marcar ainda mais as comemorações dos 70 anos da Volkswagen no Brasil, a marca alemã começou a comercializar o ID.4. O modelo é seu primeiro o SUV 100% elétrico introduzido no mercado nacional exclusivamente pelo programa de assinatura, o VW Sign&Drive.
 

Desde sua primeira aparição na América Latina em 2021, o modelo foi anunciado oficialmente em março deste ano. Junto com o ID.4, a Volkswagen também confirmou a chegada de algumas unidades o ID.Buzz (Kombi 100% elétrica).

Segundo Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil, “depois de anos de trabalho, estudos e testes com nossos IDs, finalmente poderemos vê-los nas ruas com nossos clientes. O lançamento do ID.4 é um marco para a Volkswagen”.

Com o VW Sign&Drive, serviço de carro por assinatura da Volkswagen, oferecerá a possibilidade de contratação da assinatura em 24 meses -, com preço de R$ 9.990,00 já com todas os serviços do programa: manutenção, seguro, documentação, logística de entrega, assistência 24 horas, gestão de multas e serviço de rastreador.

Além disso, clientes poderão optar por incluir um wallbox de 7,4kW e, pela primeira vez no sistema de assinatura, o ID.4 poderá ser entregue blindado ao cliente, como opcional.

ID.4

O SUV elétrico da Volkswagen tem o conjunto elétrico montado no eixo traseiro de 150 kW segue oferecendo 204 cavalos e 31,6 kgfm de torque, com tração apenas nas rodas traseiras.
A autonomia, segundo a marca é de até 520 quilômetros (pelo sistema WLTP) ou 370 quilômetros (INMETRO).

A Germânica, concessionária Volkswagen na região de Campinas,  apresentou o SUV no último dia 20 de julho e já está comercializando o modelo.

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Fiat Pulse atinge marca de 100 mil produzidos e é o mais vendido

No segmento dos B-SUVs, o Fiat Pulse foi o modelo que mais vendeu no mês de junho e teve um crescimento de 26% comparado com o mês de maio de 2023. A boa fase foi marcada pela marca recorde de 100 mil unidades produzidas no Polo Automotivo Stellantis em Betim – MG. O modelo é comercializado em 13 países da América do Sul.

Graças ao Pulse e ao Fastback, a Fiat liderou pelo sexto mês do ano no segmento.

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Futurista, Santos Dumont importou o primeiro automóvel do Brasil

No último dia 20 de julho, o genial Santos Dumont comemoraria 150 anos do seu nascimento. Muito à frente do seu tempo, Santos Dumont foi realmente o pai da aviação e um criador de inventos. Em 1898, criou o primeiro dirigível da história. Com 25 metros de comprimento, era movido à gasolina.

Anos depois, pediu a Louis Cartier que desenvolvesse o relógio de pulso, com o objetivo de controlar o tempo dos seus voos. O brasileiro também criou o chuveiro de água quente a partir de um balde e o primeiro ultraleve, o Demoiselle, em 1907.

Porém, a maior invenção foi o 14 Bis. Com 10 metros de comprimento, 4 metros de altura, 12 metros de envergadura e 205 quilos, o 14-Bis impressionou quando em 1906 realizou o primeiro voo em Paris.

Em 23 de julho de 1932, aos 56 anos, Dumont se suicidou com esclerose múltipla e depressão.

Automóvel

Por ser usuário de automóveis na Europa, onde passava o seu maior tempo, foi responsável por trazer o primeiro veículo movido à combustão para o Brasil. Na época, os veículos da Peugeot e Citroën eram a sensação. E foi um Peugeot Type 3 Vis-à-Vis que ele importou.

“Minha experiência de automobilista serviu muito para as minhas aeronaves”, diz Alberto Santos Dumont na autobiografia “Os Meus Balões”. É nesse livro que o aviador conta seus sonhos e aventuras na terra e no ar.

A saga da marca Peugeot no mundo da mobilidade carrega mais de 150 anos. No Brasil, apesar de ter recentemente completado 30 anos de atuação oficial no setor automotivo, há registros bem mais antigos – a começar pelas bicicletas da empresa, que se tornaram famosas por aqui logo após o lançamento na Europa, no fim do século XIX.

Mas o assombro desembarcou sobre quatro rodas em 1891, quando Santos Dumont, então com 18 anos, viajou com a família para a França. Foi lá que conheceu as primeiras criações de Armand Peugeot (1849-1915.

“Os automóveis eram ainda raros em Paris em 1891. Tive de ir à fábrica de Valentigney para comprar minha primeira máquina, um Peugeot de estrada de três e meio cavalos de força”, conta o pai da aviação em seu livro.

O carro importado, um Peugeot Type 3 Vis-à-Vis, teve apenas 64 unidades produzidas entre 1891 e 1894.

“Era uma curiosidade. Nesse tempo não existia ainda nem licença de automóvel nem exame de motorista. Quando alguém dirigia a nova invenção pelas ruas da capital, era por sua própria conta e risco”, relata Santos Dumont sobre suas primeiras voltas de carro pela França.

A família do então jovem aviador foi uma das primeiras a receber o automóvel francês em novembro de 1891, vindo de navio e desembarcado no Porto de Santos, o que comprovava o prestígio daqueles que, na época, figuravam entre os maiores produtores de café do Brasil.

Conhecido na França como Voiturette, o Type 3 era movido à gasolina e tinha 3,5 cavalos de potência máxima. Essa configuração permitia ao carro alcançar os 18 km/h de velocidade máxima.

Depois do Type 3, Santos Dumont importou o Phaeton Type 15, datado de 1897. O modelo não possuía volante, apenas uma alavanca para virar à direita e à esquerda. Para garantir a combustão dentro do motor, possuía duas barras de metal na traseira que eram aquecidas até ficarem incandescentes.

“Daí em diante, tornei-me adepto fervoroso do automóvel. Entretive-me a estudar os seus diversos órgãos e a ação de cada um. Aprendi a tratar e consertar a máquina”, diz Santos Dumont em sua autobiografia.

 

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