Motor

Além de luxuoso, o Mercedes-Benz E 300 é muito econômico

Com mais de 14 milhões de unidades vendidas em todo o mundo desde o seu lançamento em 1948, o Mercedes-Benz Classe E é, sem dúvida, um dos carros mais importantes e icônicos na trajetória da marca alemã.

É tão importante para a história da empresa tanto fora como no mercado nacional, que após a volta das importações no início dos anos 90, foi um Mercedes-Benz E 300 foi o primeiro modelo a descer no território brasileiro. Mais precisamente no aeroporto de Viracopos, em Campinas-SP.

A quinta geração do Classe E avaliada pelo De Fato!Campinas chegou em 2017 e ganhou uma reestilização no ano passado.

O modelo tem o mérito de conservar as linhas clássicas com uma boa dose de modernidade, como é do agrado do seu clássico consumidor.

Equipado com um motor inovador, que pela primeira vez reúne a tecnologia que a marca chama de Conicshape (cilindros mais largos na base e revestidos de grafite Nanoslide para reduzir o atrito interno), o dois litros, quatro cilindros, com turbocompressor twin-scroll desenvolve 258 cavalos de potência a 5.800 rpm e 37,7 kgfm de torque já a 1800 rpm.

Mesmo pesando 1.580 quilos, o E 300 tem um desempenho surpreendente, tanto na cidade como na estrada. Com muita desenvoltura, o E300 acelera de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos e tem a velocidade máxima limitada em 250 km/h.

E para parar, a 80 quilômetros por hora até a imobilidade, graças aos freios a disco ventilados na frente e na traseira e pneus 245/40 R19 na frente e 275/35 R19 na traseira, o Mercedes E 300 precisa de apenas 25 metros.

Se o desempenho agrada, o consumo é inacreditável para um veículo desse porte: 13,2 quilômetros por litro na estrada e 10,9 na cidade. Durante a avaliação, na Rodovia dos Bandeirantes, a 120 quilômetros por hora, o motor estava consumindo um litro a cada 16,7 quilômetros. Tem muito automóvel pequeno, os antigos populares, que não faz isso. Isso com muito conforto, tecnologia e espaço. E matando de inveja um monte de gente por onde passa.

A transmissão é automática de nove velocidades, com trocas rápidas e suaves, e a possibilidade fazer as trocas pelas “borboletas” atrás do volante.

No console central, tem um seletor que permite que o motorista escolha do modelo de condução mais interessante para aquele momento. Com quatro modos, Comfort, Sport, Sport Plus e Individual, eles ajustam as respostas do acelerador, da direção e do controle de tração e estabilidade. Mas se quiser deixar a escolha por conta da tecnologia, o melhor é colocar o Comfort e curtir o automóvel e a paisagem.

Mesmo não sendo um carro para andar rápido, o modelo tem boa estabilidade e passa muita tranquilidade para quem o dirige. A maciez e o silêncio não deixam dúvida que você está num Mercedes-Benz. Mas isso tudo em asfaltos bons. Em pisos ruins e esburacados, a mudança é radical.

Luxo

Como já é característica do Classe E, no 300 Exclusive o conforto e espaço interno são espetaculares. Logo ao entrar no habitáculo é fácil perceber o nível de sofisticação, materiais e conforto.

Os bancos de couro abraçam carinhosamente os quatro passageiros, com muito espaço. Atrás, os passageiros de maior estatura conseguem esticar as pernas. Afinal, o E tem quase cinco metros.

O painel e a tela de multimídia de 12,3” touch fazem quase um conjunto único no centro, acima do console. Bem mais elegante e bonito que aquele tablet solto que a maioria dos automóveis usa hoje em dia.
Lá é possível fazer todas as configurações necessárias e contar com a versão mais atualizada do moderno sistema MBUX.

Equipamentos

Além dos recursos de assistência ao motorista, como piloto automático adaptativo, frenagem automática de emergência, detector de pontos cegos, sensor de tráfego cruzado traseiro e sistema autônomo de estacionamento, o E 300 Exclusive oferece ar-condicionado de quatro zonas, sofisticado sistema de som high-end Burmester e teto solar panorâmico. (Antônio Fraga)

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Preço do litro da gasolina aumenta 1,56% no início de fevereiro

O litro da gasolina comercializada nos postos de abastecimento do País fechou os primeiros dias do mês de fevereiro com o valor médio de R$ 5,40, com aumento de 1,56%, em relação a janeiro, e o etanol, a R$ 4,44, ficou 1,21% mais caro, segundo levantamento do IPTL –  Índice de Preços Ticket Log.

“O preço mais alto para a gasolina é reflexo do último aumento de 7,47% para o combustível vendido às refinarias, anunciado no último dia 24 de janeiro. Neste início de mês, os acréscimos consecutivos registrados nos últimos meses para o litro do etanol começaram a desacelerar no País. Entre fevereiro e março, a oferta do produto deve aumentar no mercado e refletir em mais redução no preço do combustível”, destaca Douglas Pina executivo da Edenred Brasil.

Na análise por região, o Norte não só liderou o ranking das médias mais altas para os dois combustíveis, como também dos acréscimos mais expressivos. A gasolina foi comercializada a R$ 5,67 nos postos nortistas, com aumento de 2,92%. O etanol fechou a R$ 4,77 no período e aumentou 5,39%. Nenhuma região brasileira apresentou recuo no valor da gasolina, porém a média mais baixa foi registrada no Sul, a R$ 5,20.

Três regiões brasileiras registraram queda no preço do etanol. No Sudeste o combustível fechou o período a R$ 4,22, com redução de 2,06%. Já no Centro-Oeste, o etanol ficou em R$ 3,94, menor preço médio do País, com recuo de 1,99%. Com 1,13% de redução, no Sul o combustível encerrou o período a R$ 4,55.

No Distrito Federal, o preço da gasolina baixou 3,04% e fechou o período a R$ 5,04. Entre os Estados, o combustível ficou mais barato apenas para os motoristas do Piauí e da Bahia, onde o litro foi comercializado a R$ 5,39, com redução de 1,44%; e R$ 5,59, com recuo de 0,85%, respectivamente. Nos demais estados, a gasolina ficou mais cara, com destaque para o Amazonas, onde a média fechou a R$ 5,63, com aumento de 11,07%.

Com o valor da gasolina a R$ 6,1 Roraima ocupou o topo do ranking do litro mais caro para o combustível. Já o mais barato de todo o País foi encontrado nas bombas de abastecimento da Paraíba, a R$ 5,01. A redução mais expressiva para a gasolina foi registrada no Distrito Federal, onde o preço médio saiu de R$ 5,20 para R$ 5,04.

Já o litro do etanol oscilou entre recuos e acréscimos nos Estados. Entre os aumentos, o destaque ficou com o de 4,42% registrado no Sergipe, onde o combustível fechou a R$ 4,46. O Piauí teve a maior redução no preço do litro, de 4,32%, que passou de R$ 4,38 para R$ 4,19. O Pará apresentou o preço médio mais alto de todo o País para o litro, de R$ 5,19, e o Mato Grosso o mais baixo, de R$ 3,73.

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F-150 chega ao Brasil em duas versões com motor V8 do Mustang

No final dos anos 1990, a Ford estava em dúvida sobre qual picape seria mais interessante para brigar com a Chevrolet Silverado: a F-150 ou a F-250. A picape da General Motors foi lançada em 1997 e substituiu com muito sucesso a valente D-20. Na época, 1998, mesmo sendo muito questionada, a Ford optou pela F-250, já que era de uma categoria maior.

Agora, finalmente após 25 anos, a espetacular e desejada F-150 chega ao mercado nacional.

A picape F-150 é o veículo mais vendido nos Estados Unidos há mais de 40 anos e desembarca no Brasil em duas versões: Lariat e Platinum. A Lariat é mais esportiva, sem cromados, e a Platinum, mais luxuosa e com muitos cromados. Mas os equipamentos e motorizações são iguais. As duas contam com o mesmo motor utilizado no esportivo Mustang, V8 aspirado 5,0 litros e são superequipadas.

A nova picape full size da Ford chega para desbancar a Ram1500. Entre algumas vantagens, para dirigir a Ram é necessária a carteira de habilitação profissional e a F-150 pode ser a tradicional letra “B”.

Grande

Somente quando você se vê do lado de uma F-150 é que tem noção do tamanho. É muito grande. São 5,80 metros de comprimento, generosos entre-eixos de 3,67 metros, altura de dois metros e largura de 2,10. Para simplificar e ter ideia dessas dimensões, o entre-eixos da picape da Ford é maior que o de um Renault Kwid inteiro e um metro maior que qualquer das picapes médias do mercado nacional. O motor escolhido foi o mais forte da linha. O Coyote V8 aspirado de 5,0 litros, o mesmo que está no esportivo Mustang, entrega 405 cavalos e 56,7 kgfm de torque. Menos potência que o Mustang, principalmente por conta do sistema de escapamento e admissão para a F-150.

Mesmo assim, a F-150, com mais de duas toneladas, tem uma aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora em 7,1 segundos.

Segundo a marca, a F-150 faz 6,3 quilômetros por litro na cidade e 8,6 quilômetros por litro na estrada. Será? Independentemente do otimismo, a autonomia é superior aos mil quilômetros, já que o tanque, o maior da linha F-150, tem capacidade para 136 litros de gasolina.

Nos Estados Unidos, a versão a diesel existe somente para uso profissional.

Luxuosíssima

Por dentro, o espaço e o conforto são impressionantes. Os bancos dianteiros mais se assemelham a uma poltrona caseira. Muito bem equipada, a F-150 tem duas telas de 12 polegadas. Uma é para o painel de instrumentos na frente do motorista e a outra para o moderno sistema multimídia SYNC 4.

A picape também tem diversos assistentes, como piloto automático adaptativo, alerta de colisão, assistente de reboque configurável (não deixa que o reboque fique “vagando” e dificultando a condução), sistema de som Bang & Olufsen, teto-solar panorâmico e acabamento em couro nos bancos. Na mais sofisticada, a Platinum, tem até uma área no console para que o proprietário possa trabalhar.

A caçamba, com um inédito fechamento elétrico, tem 1,7 metro de comprimento e capacidade de carga de 728 quilos na Lariat e 681 kg na Platinum. No compartimento, há tomada 110 volts, iluminação em LEDs, nichos com travas e protetor fixo. Por conta do vão livre do solo, de 238 mm, o modelo tem um útil estribo elétrico na Platinum. A capacidade de reboque é de 3.515 quilos.

A Ford F-150 começa a ser comercializada no dia 14 de fevereiro pela internet e nos concessionários a partir do dia 16. O preço somente será divulgado no dia 14. A perspectiva é que fique em torno de R$ 450 mil.

Versões

F-150 Lariat

ar-condicionado de duas zonas com saídas traseiras

regulagem elétrica de bancos, coluna de direção e pedais

bancos dianteiros aquecidos e ventilados

banco traseiro aquecido

rodas de 20″ com pneus 275/60

abertura e fechamento elétrico da tampa da caçamba

escada de acesso a caçamba

estribos laterais fixos

faróis em LEDs

faróis de neblina em LEDs

lanternas em LEDs

compartimento sob o banco traseiro

iluminação ambiente

teto-solar panorâmico

oito airbags

acendimento automático dos faróis com farol-alto automático

controles de tração e estabilidade com estabilização de trailer

alerta de colisão com frenagem automática

câmera de ré com detecção de objetos

assistente de manobras evasivas

alerta de permanência em faixa

carregador de celular por indução

câmeras 360º

chave presencial com partida por botão

painel de instrumentos em tela de 12″

sistema multimídia SYNC 4 com tela de 12″ e espelhamento sem fios

sensor de chuva

sistema de som Bang & Olufsen com 8 alto-falantes

F-150 Platinum (tudo o que tem a Lariat), mais:

Acabamentos externos e rodas de 20″ cromados

Estribo lateral retrátil

Sistema de som Bang & Olufsen com 18 alto-falantes

Console central com plataforma de trabalho

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Produção e emplacamentos de veículos crescem, mas ainda ficam abaixo dos níveis pré-pandemia

Levantamento da ANFAVEA mostra ligeira recuperação no mês de janeiro em relação ao mesmo período de 2022

Créditos: Reprodução/Freepik

Dois mil e vinte e três começou de forma pouco aquecida para o setor automotivo, mas aponta uma pequena recuperação. De acordo com o balanço do primeiro mês do ano divulgado nesta terça-feira, 7 de fevereiro, pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), houve ligeiro crescimento dos números na comparação com janeiro de 2022, mas os patamares continuam inferiores ao verificados antes da pandemia e até em relação a janeiro de 2021. O único indicador que continua positivo é o das exportações. Já para máquinas autopropulsadas, o balanço de 2022 indicou relevante crescimento de vendas e exportações.

A produção de autoveículos (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus) em janeiro de 2023 foi de 152,7 mil unidades, 5% a mais que no mesmo mês do ano anterior, quando a crise dos semicondutores estava mais aguda e a onda de infecções pela variante ômicron estava no pico. Uma explicação para este crescimento tímido é que neste ano a maioria das fábricas deu férias coletivas. Nos anos anteriores, essas férias haviam sido antecipadas por paradas de fábricas em meses de escassez de itens como semicondutores. Mas o número deste primeiro mês é espacialmente baixo se levarmos em conta que antes da pandemia se produzia perto de 200 mil unidades no mês inaugural.

Os emplacamentos totalizaram 142,9 mil unidades, alta de 12,9% quando comparadas com as 126,5 mil do mesmo mês do ano anterior. Se não fosse a limitação de produção, a ANFAVEA estima que teria havido uma venda adicional de 20 mil unidades em janeiro de 2022, o que significaria um patamar idêntico ao de janeiro de 2023. Ou seja, um cenário de estabilidade e não de crescimento.

“Em janeiro, o problema do setor automotivo foi mais de demanda do que de oferta. O ano começa com o mercado automotivo desaquecido, em função das crescentes dificuldades de crédito e do clima de incertezas sobre o desempenho da economia em nível nacional e global”, ponderou o Presidente da ANFAVEA, Márcio de Lima Leite.

As exportações em janeiro foram as melhores nos últimos cinco anos, com 33 mil unidades. Essa aceleração vem de forma constante desde 2020, mas pode ter uma interrupção nos próximos meses. A explicação é que destinos importantes dos nossos produtos, como Colômbia e Chile, tiveram queda de vendas em janeiro.

Máquinas cresceram em 2022, mas devem ter leve recuo este ano

O setor de máquinas autopropulsadas obteve os melhores resultados de 2022, lembrando que o fechamento dos números chega com um mês de defasagem em relação aos autoveículos. As vendas de máquinas agrícolas totalizaram 67.385 unidades no ano, crescimento de 19,4% sobre 2021. Já as máquinas rodoviárias somaram 37.783 unidades, alta de 29,2%.

Nas exportações os resultados também foram muito positivos. As máquinas agrícolas tiveram 10.645 envios ao exterior, 7,6% a mais que em 2021. As rodoviárias, com 11.857 embarques, tiveram um desempenho 17,6% superior ao do ano anterior.

Para este ano, a ANFAVEA projeta vendas de 65 mil máquinas agrícolas e 36 mil rodoviárias, leve recuo de 3,5% e 4,7%, respectivamente. Nas exportações, a expectativa é de 9.520 agrícolas (queda de 13,1%) e 13.200 rodoviárias (alta de 11.3%).

“O setor de máquinas vem dando ano a ano demonstrações de seu vigor. As agrícolas vinham crescendo há mais tempo, na esteira do forte agronegócio brasileiro. No ano passado foi a vez das máquinas rodoviárias baterem recordes históricos, por conta de fortes investimentos em infraestrutura”, apontou Márcio de Lima Leite.

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Especialista aponta 5 cuidados para quem vai viajar de carro no Carnaval

Pontos de atenção vão da revisão do carro antes de pegar a estrada ao jeito correto de utilizar o cinto de segurança

Créditos: Reprodução/Freepik

Após dois anos sem Carnaval, muitos brasileiros estão prontos para tirar os planos do papel neste feriadão de fevereiro, que vai de sexta-feira, 17, à quarta-feira de cinzas, 22. Seja para escapar da folia e buscar um merecido descanso, ou para pular de bloquinho em bloquinho, a verdade é que muitas pessoas optam por pegar a estrada de carro para economizar nas passagens de ônibus e avião. Segundo o Índice de Preços do Consumidor (IPCA), do IBGE, os preços de produtos e serviços mais consumidos no verão avançaram 16,6% no acumulado de 2022, na comparação com 2021. Os principais vilões foram passagens aéreas, com acréscimo de 23,5%, e custos de hospedagem, com 18,2%.

O receio toma conta dos planos de quem vai pegar a estrada neste período, pois com a estrada cheia, os cuidados precisam ser redobrados. Esses cuidados com o carro antes de viajar são essenciais para garantir um trajeto tranquilo e com segurança. O especialista Tiago de Bortoli, engenheiro de automóveis e sócio da consultoria AutoInsp, elencou cinco principais dicas para dar atenção nas viagens de carro:

1. Revisão pré-viagem: Normalmente a revisão precisa ser feita a cada 6 meses ou a cada 10 mil quilômetros rodados. Mas para viagens mais longas, é bom levar o carro ao seu mecânico de confiança para avaliar o óleo, alinhamento e balanceamento. Mesmo com todos os cuidados, o motorista precisa ficar atento a possíveis sinais de problemas, como a trepidação nos pneus, que é indício de problema no balanceamento, por exemplo. Obs: Mesmo que o carro fique parado por muito tempo, é imprescindível fazer a revisão.

2. Usar o cinto de segurança corretamente: Alguns dos erros mais comuns na hora de usar o cinto de segurança é colocá-lo sobre o pescoço, utilizar presilhas ou grampo para afrouxar o cinto, passar a faixa do tórax pelas costas e colocar a subabdominal na barriga ao invés de no quadril. O correto é regular a altura do banco e utilizar a faixa transversal do cinto sobre o ombro, atravessando o tórax, para que em caso de acidente o seu corpo não seja projetado por cima do cinto, escapando da proteção. Priorize segurança acima do conforto.

3. Cuidados com as bagagens: muito cuidado com o transporte das bagagens, o compartimento ideal é o porta-malas. Caso o espaço do porta-malas não seja suficiente para acomodar seus pertences, a solução muitas vezes é organizar o restante das malas no banco traseiro. Nessa situação, o motorista precisa ficar muito atento, ocupar os bancos traseiros com objetos soltos, ou qualquer lugar que faz divisão do espaço interno com os passageiros, pode acarretar em multa e, mais que isso, comprometer a segurança dos ocupantes do veículo.

4. Trocar o óleo: Abrasão, corrosão e desgaste de componentes importantes do sistema de transmissão podem ser causas da má lubrificação e deteriorar o desempenho do seu carro. Negligenciar este aspecto pode render uma parada inesperada no meio da estrada. Nesse caso é bom ter o seu seguro veicular em dia.

5. Estepe completo: Mesmo com a revisão alguns imprevistos podem acontecer durante a viagem, como o caso do pneu furar no caminho. Por isso, confira o estado do seu estepe e o kit necessário para a troca: macaco, chave de roda, triângulo e pressão do pneu reserva. Caso precise trocar o estepe na estrada, lembre-se de tomar todos os cuidados e colocar o triângulo a uma distância mínima de 30 metros do seu carro, para que outros motoristas tenham tempo de frenagem.

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Inscrições abertas para curso gratuito sobre condução de combinações de veículos de carga

Crédito: Reprodução/Freepik

A ABTLP (Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos) e o SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) lançam o curso Teórico de Formação de Condutores para Combinações de Veículos de Carga (CVC).

O curso possui 20 horas-aula e foi desenvolvido pelo SEST SENAT em parceria com a ABTLP, com o objetivo de fornecer instruções específicas para a condução segura dessas composições de veículos de carga – denominados de bitrem, rodotrem e tritrem. A capacitação será gratuita e totalmente online, abordando itens como segurança, legislação, manobras, cuidados extras, entre outros temas.

Segundo levantamento realizado pela Comissão de Estudos e Prevenção de Acidentes no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos no Estado de São Paulo, em 2021, foi registrado um total de 1.095 ocorrências de acidentes e incidentes. Esse número teve uma elevação em relação ao ano de 2020, que apresentou um total de 939 ocorrências.

O curso, ofertado na modalidade a distância, traz todos os cuidados que devem ser tomados pelo condutor, desde a inspeção pré-viagem até o tempo de resposta dos freios. “Queremos, com essa parceria com a ABTLP, continuar ofertando treinamentos que garantam mais segurança no transporte de cargas em todo o país”, afirma Nicole Goulart, diretora executiva nacional do SEST SENAT.

A ABTLP é a entidade representativa da atividade transportadora e reforça a importância dessa capacitação, que tornará a atividade mais eficiente e segura no país. “O motorista precisa ser muito bem capacitado para que os acidentes sejam minimizados, principalmente levando-se em conta a Lei dos Crimes Ambientais. Precisamos formar condutores que estejam aptos a operar veículos em diversas condições, como raios de curva, sinalização de velocidade menor para essas composições, tipos de rodovias incompatíveis, alças de acesso, inclinação da carga, efeito dos deslocamentos das cargas e outras”, afirma o presidente da ABTLP, José Maria Gomes.

As inscrições para o curso estão abertas, por meio da nova plataforma EaD do SEST SENAT através do link: digital.sestsenat.org.br

Nova plataforma EaD

A excelência do ensino do SEST SENAT também está presente na modalidade de educação a distância. Para melhorar ainda mais a experiência do usuário, a plataforma da EaD foi totalmente atualizada com diferenciais tecnológicos que facilitam o desenvolvimento online. O site conta com 110 opções de cursos em dez áreas do conhecimento, para desenvolver as habilidades mais exigidas pelo mercado de trabalho.

Entre as novidades, agora, os estudantes contam com uma área exclusiva, onde poderão ver os certificados dos cursos finalizados, os status dos cursos matriculados, entre outras funções. Mais um destaque da nova página é a possibilidade de construção de trilhas de aprendizagem: cada aluno pode acessar cursos que se complementam ou se relacionam para atingir determinado objetivo na carreira. Todas as capacitações são certificadas. Para acessar a nova plataforma EaD do SEST SENAT, basta utilizar o link: digital.sestsenat.org.br

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Temporada de chuvas: saiba como avaliar o status dos pneus para viajar

Crédito: Reprodução/Freepik

Se uma viagem segura começa pelo planejamento, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) tem alertado que o início de 2023 reserva um grande volume de chuvas para motoristas em todo o país. Por esta razão, dirigir pelas estradas requer ainda mais atenção. A verificação do estado dos pneus é fundamental nesse processo, afinal, quando estão desgastados aumentam os riscos de acidentes, principalmente com a possibilidade de temporal que favorece a aquaplanagem dos veículos.

Além do estado, o motorista também deve observar que todos os pneus vendidos, novos ou reformados, tenham obrigatoriamente o selo de conformidade do Inmetro, uma garantia de que os produtos passaram por ensaios laboratoriais – como verificação da marcação, dimensional, ensaio de velocidade sob carga, entre outros – atestando que todos os requisitos de segurança e desempenho foram atendidos.

Outro ponto importante é a verificação do prazo de validade dos pneus, normalmente estabelecido em cinco anos pelos fabricantes. Na lateral do pneu, é possível encontrar quando o mesmo foi fabricado, sendo que os dois primeiros algoritmos são referentes a semana e os demais ao ano de fabricação.

“Mesmo que o veículo não seja muito utilizado, é preciso obedecer ao prazo de validade, porque a borracha pode ressecar trazendo maior risco de estouro do pneu. Também é importante se atentar às condições. Se o pneu estiver gasto, com bolhas ou ressecado é hora de trocá-lo”, explicou Marcos Torres Scomparin, representante da Associação Brasileira de Avaliação da Conformidade (Abrac). “O mesmo cuidado deve ser direcionado ao estepe também”, completou.

A verificação do balanceamento dos pneus também deve ser realizada, segundo Scomparin, já que é necessária a distribuição igualitária do peso por todos os pneus. “Assim, evita-se desgastes prematuros e aumenta a vida útil do pneu”, conclui.

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