vendas

Volkswagen e Polo lideram as vendas nacionais em abril

O modelo da Volkswagen que mais cresceu até a última quinta-feira (11/4/24) é o Polo, com alta de 87,5%: vendeu 5.648 unidades este mês, contra 3.012 no mesmo período do mês passado e lidera o ranking por modelo. O Nivus teve um aumento de 57% (2.092 unidades) e o T-Cross +40,2% (2.305).

Já a Fiat, segunda colocado no ranking parcial com 12.393 carros vendidos, teve queda de vendas da maioria dos seus modelos. As exceções são a Strada, que cresceu 13% e caiu para o terceiro lugar no ranking por modelo e o Cronos.

O segundo carro mais vendido até aqui é o Hyundai HB20, com 4.878 unidades e aumento de 89% em relação aos primeiros nove dias úteis de março. A propósito, os modelos Hyundai estão apresentando crescimento expressivos em abril: HB20S + 235% e Creta 26%, o que está colocando a montadora coreana na quarta posição no ranking na frente da Toyota.

As vendas totais de carros e comerciais leves estão em 8.873 unidades por dia, aumento de 1,03% em relação à média registrada no mês de março.

O ranking até agora está assim, por marca:

E por modelo:

AutoInforme

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Produção de veículos automotores cresce em relação a fevereiro

No mês de março, o licenciamento e a produção de veículos no Brasil apresentaram crescimento em relação a fevereiro, informou hoje (8) a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). No entanto, ambos manifestaram queda na comparação anual.

Em relação ao licenciamento, o crescimento foi 13,6% ante fevereiro, com 187.731 unidades comercializadas. O licenciamento inclui tanto veículos leves quanto caminhões e ônibus.

Por outro lado, houve queda de 5,7% em comparação a março do ano passado o que, para o presidente da Anfavea, pode ser explicado pelo fato de março deste ano ter tido três dias úteis a menos que março de 2023. “A média diária de vendas [em março] foi de 9,4 mil unidades”, disse Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea.

Já a produção cresceu 3,2% em comparação a fevereiro deste ano, com 195.751 unidades montadas. “A produção foi a melhor desde novembro e vai se ajustando à crescente demanda do mercado. Em março, ela se aproximou do patamar de 200 mil unidades”, disse Leite. Mas em relação ao mesmo mês do ano passado foi registrada queda na produção de 11,8%.

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“Um detalhe, que não consta ainda desses números: a primeira semana de abril foi a melhor primeira semana do mês de abril desde 2014. Isso é uma tendência de que o mercado vem com crescimento”, acrescentou.

As exportações também apresentaram comportamento positivo na comparação mensal, com aumento de 6,5% no período. “Março teve o melhor resultado em sete meses”, disse o presidente da Anfavea. Na comparação anual, no entanto, houve queda de 28%, com 32.706 unidades embarcadas. “Isso se deve, em especial, à queda nos mercados de destino como Argentina, Chile, Colômbia, Equador e Uruguai e, ao mercado do México, que especialmente em março, por uma questão de sazonalidade, teve uma queda. E isso impactou nas nossas exportações”, acrescentou.

Os empregos no setor, por sua vez, mantiveram uma certa estabilidade, com leve crescimento em relação a fevereiro e uma pequena queda na comparação com março do ano passado. Em março 101.404 pessoas estavam empregadas no setor, o que significou aumento de 0,7% ante fevereiro e queda de 0,2% em relação a março de 2023.(Agência Brasil)

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Coluna Fernando Calmon — Primeiro trimestre fecha com bons resultados de vendas

Coluna Fernando Calmon nº 1.295 — 2/4/2024

Primeiro trimestre fecha com bons resultados de vendas

O crescimento dos licenciamentos de veículos leves e pesados de janeiro a março deste ano foi de 9,1% com destaque para automóveis e comerciais leves, a faixa principal do mercado, que avançou 10,7% sobre o primeiro trimestre de 2023. Foram vendidas no total 514.517 unidades. Informações são da Fenabrave, entidade que reúne concessionárias de todos os segmentos.

José Andreta Jr., seu presidente, manteve previsão de aumento na comercialização de 12% frente ao ano passado, patamar superior ao esperado pela Anfavea (6%). “O crédito vem se expandindo em razão da tendência de estabilização da inadimplência. Ainda não chegamos à normalidade de 60 a 70% de vendas financiadas, o que depende de maior redução de atrasos nas prestações. No entanto, ainda poderemos rever para cima as nossas previsões”, destacou.

O executivo lembra que se o primeiro semestre consolidar a recuperação, o crescimento maior em 2024 se confirmaria porque em média o segundo semestre historicamente aponta resultados 30% maiores em relação ao primeiro. O Marco de Garantias prosperou depois que o Congresso derrubou o veto presidencial ao processo acelerado de retomada do bem financiado, mas ainda por honrar.

Este Marco terá efeito a médio prazo com a oferta de juros de financiamento menores para os bons pagadores, um instrumento há muito tempo aplicado no exterior e que, obviamente, deu certo.

Porsche demonstra no Brasil a opção da gasolina sintética

O projeto começou em 2022 no Chile, na usina de Haru Oni, localizada no extremo sul do país andino. Ali continua se produzindo em escala pré-industrial a gasolina sintética, em inglês denominada e-fuel (em tradução livre, combustível pró-ambiente). A iniciativa envolve a Porsche e outros parceiros a partir de água que pode ser salgada (retirada do mar ou fonte subterrânea) e energia elétrica de fonte eólica que no local apresenta ventos bastante fortes e contínuos.

CO2 ou dióxido de carbono, um dos gases responsáveis pelo efeito estufa que está elevando a temperatura do planeta, é capturado da atmosfera. Eletricidade gerada pelo vento separa hidrogênio do oxigênio contido na água (H2O) no processo chamado eletrólise. Então combina-se hidrogênio e CO2 para criar combustível líquido 100% neutro em carbono.

Combustível obtido ao fim do processo tem exatamente as mesmas características físico-químicas da Super E10 (mistura de 90% de gasolina e 10% de etanol), amplamente utilizada na Europa e EUA em motores a combustão interna (MCI) de ciclo Otto. O processo é complexo e caro, viável apenas em regiões de ventos fortes e constantes a exemplo da costa do Nordeste brasileiro.

A fabricante alemã tem interesse em autorizar e-fuel em seus carros com MCI. Pode depender do preço ao consumidor regulado pela carga fiscal que os governos impuserem à gasolina “ecológica” frente ao produto de origem petrolífera. Hoje a planta-piloto produz 130.000 litros por ano. No longo prazo, 550 milhões de litros/ano.

Para comprovar a viabilidade técnica do produto a Porsche Brasil importou do Chile 600 litros desta gasolina e convidou jornalistas para dirigir seis de seus modelos (do 911 ao Cayenne) abastecidos exclusivamente com este e-fuel. Entre São Paulo (SP) e Mairiporã (SP), ida e volta, foram quase 100 km, incluída subida de serra. Nenhuma hesitação ao acelerar ou qualquer mudança perceptível de desempenho neste trajeto, em impressões ao dirigir sem cronometragem ou aferição de consumo.

Numa pequena amostra fornecida do combustível, cheiro e aspecto são quase iguais aos das bombas nos postos, pois aqui o teor de etanol na gasolina varia entre 25% e 27% (gasolina Premium e comum, respectivamente).

Honda CR-V Advanced Hybrid só não atrai mais pelo preço alto

A primeira boa impressão do híbrido pleno CR-V é o seu estilo de acordo com a proposta de um SUV moderno. Na frente, nenhuma peça cromada. No teto, as indefectíveis barras longitudinais são tão discretas que não fariam falta, se eliminadas. Rodas de 19 pol. têm desenho elaborado, mas pintadas de preto escondem um pouco do seu aspecto. E na traseira as lanternas de desenho sinuoso agradam, embora lembrem as da Volvo. A saída de escapamento do lado esquerdo está lá apenas para compor o visual (funcional só a do lado direito).

Com distância entre eixos 40 mm maior (agora 2.700 mm) satisfaz também quem viaja no banco traseiro que desliza longitudinalmente, ajusta ângulo do encosto e tem assoalho quase plano apesar da tração 4×4 permanente. Na melhor condição o volume do porta-malas chega a ótimos 581 litros (VDA). Na frente os dois bancos têm regulagens elétricas e adequada sustentação lateral. Controle do ar-condicionado é feito de modo correto por botões e uma grelha no painel substitui as saídas de ar convencionais.

Tela multimídia de 9 pol. espelha navegadores Android Auto e Apple CarPlay. Ao acionar o comando de seta para o lado direito uma câmera amplia a retrovisão, superpondo-se ao mapa de navegação, mas basta apertar um botão na própria alavanca para desligá-la. É preciso certa concentração para não perder uma informação relevante.

Em segurança passiva o CR-V destaca-se pelos 10 airbags, sendo dois de joelho (motorista e acompanhante).

Ponto de destaque é a dinâmica do CR-V. Motor a combustão interna (MCI), gasolina, 2-litros, aspiração natural, 147 cv, 19,4 kgf·m e um elétrico de 184 cv, 34,2 kgf·m, além de um motor de partida/gerador integrado para carregar a pequena bateria de 1,1 kW·h. Potência combinada de 207 cv (torque combinado tecnicamente não pode ser medido).

O SUV arranca com o motor elétrico, mas de forma automática. A Unidade de Controle de Potência administra o funcionamento coordenado dos três motores. Ao motorista cabe escolher entre três modos de condução (Econômico, Normal e Esporte).

Preço: R$ 352.900. Difícil concorrer com produtos chineses, mas a japonesa tem a força de sua marca.

Ituran aposta em IA para agilizar combate a roubo e furto

No tradicional balanço de atividades no Brasil, a multinacional israelense Ituran apresentou um plano de negócios estruturado em etapas sucessivas. Para 2024 prevê crescimento de 13% da base de clientes que procuram os serviços de rastreamento contra roubo e furto. Seu produto agregado de rastreamento e seguro agora inclui modelos elétricos e híbridos, além de uma nova oferta voltada ao público das classes C e D que possuem carros mais antigos e de menor valor.

Vai investir em expansão do uso de Inteligência Artificial (IA) para melhorar a detecção de ocorrências e agilizar a recuperação de diferentes tipos de veículos: carros, picapes, motos, caminhões, barcos e maquinário agrícola. Opera com três tecnologias: comunicação por satélite, radiofrequência (imune a aplicação de bloqueios por parte de criminosos) e rede de telefonia celular (ideal para aéreas urbanas).

Com ajuda da rede de telefonia 5G a Ituran montou um sistema avançado de telemetria em tempo real para os 911 da Porsche Carrera Cup. A solução brasileira é considerada a de maior eficiência entre os 27 países que organizam estas competições monomarca.

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Produção de veículos cresce 24,3% em fevereiro

A produção de veículos automotores no Brasil cresceu 24,3% em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, com 189.684 unidades produzidas. Na comparação anual, o aumento foi de 17,4%. Os dados foram divulgados hoje (7), em São Paulo, pela Anfavea.

“Esse é um bom sinal, a produção é sempre um termômetro muito relevante para o nosso setor”, disse Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea, durante entrevista coletiva.

A venda total de veículos novos -o que inclui carros, comerciais leves, caminhões e ônibus – também aumentou no país. Segundo a Anfavea, em fevereiro foram comercializadas 165.225 unidades, o que representa expansão de 2,2% sobre janeiro e de 27,1% sobre fevereiro do ano passado. Desse total, 155.511 se referiam apenas a automóveis e comerciais leves.

Crescimento

A cada dia útil de fevereiro foram vendidos 8,7 mil veículos, o que representou alta de 18% em relação a janeiro e de 20,5% em relação a fevereiro do ano passado. Segundo o presidente da Anfavea, esse foi “um crescimento extremamente relevante”, superando o período antes da pandemia.

Já as exportações de veículos aumentaram 62,7% em um mês, com 30.652 unidades enviadas ao exterior. Na comparação anual, no entanto, houve queda de 14,1%. “É um crescimento sobre uma base muito baixa, que foi janeiro. Tivemos uma expansão que é importante, mas ainda assim é inferior ao ano de 2023”, disse o presidente da associação.

Para este ano, a Anfavea projeta crescimento em torno de 6% tanto na produção quanto no mercado. (Agência Brasil)

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Rede Iguatemi tem resultados históricos em 2023 e mantém expectativa de forte crescimento em 2024

Vendas totais da companhia, que na região administra o Iguatemi Campinas e o Galleria Shopping, atingiram R$ 18,9 bilhões no ano passado

Torre comercial Sky Galleria, construída junto ao Galleria Shopping, 100% locada em menos de um ano (crédito da foto: Guilherme Gongra / Divulgação Galleria)

A Iguatemi S.A. [IGTI11], uma das maiores companhias full service no setor, com participação em 14 shopping centers, dois premium outlets e quatro torres comerciais, além do e-commerce Iguatemi 365 e das lojas próprias operadas pela i-Retail, fecha 2023 evoluindo todos seus resultados operacionais sobre uma base robusta, reforçando a resiliência e consistência da Companhia e de seus ativos. Durante todo o ano, a Iguatemi S.A., administradora do Iguatemi Campinas e do Galleria Shopping, registrou crescimento constante e encerrou o 4T23 com R$ 5,3 bilhões em vendas totais, um incremento de 11,7% sobre o 4T22 e 7,0 pontos percentuais (p.p) acima da inflação do período. No acumulado de 2023, a Companhia alcançou R$ 18,9 bilhões em vendas totais, aumento de 11,2% em relação a 2022 e 6,0 p.p. acima da inflação.

“Encerramos 2023 com uma excelente performance. Em 12 meses do ano, crescemos nossas vendas 9,9 p.p. acima da média do setor, conforme números da ABRASCE”, explica Guido Oliveira, CFO da Iguatemi S.A. “Além disso, entregamos o guidance de receita líquida shopings e margens pactuado no início do ano passado: atingimos a média na linha de receita líquida na unidade de shoppings, com crescimento de 16,1%, mesmo em um ano com seis meses de IGP-M negativo. A margem EBITDA ficou acima do teto apresentado, chegando a 83,6% na unidade de shoppings e 75,0% no consolidado. Na receita líquida do varejo, crescimento de 2,3%, ficando abaixo do guidance devido à reestruturação do Iguatemi 365 para o atingimento do breakeven. Em relação ao CAPEX, atingimos R$ 199,3 milhões”, completa o CFO.

A entrada de lojistas qualificados e a consequente diminuição de área vaga impactou positivamente as vendas mesmas áreas (SAS) e vendas mesmas lojas (SSS), que no 4T23 atingiram, respectivamente, 11,7% e 9,4%. No ano, os indicadores chegaram a 11,2% e 9,0% de crescimento. Ainda, último trimestre, o mais aquecido do ano, os segmentos de Alimentação, Moda, Calçados, Artigos de Couro e Artigos Diversos, Saúde & Beleza, Joalherias, apresentaram resultados positivos, crescendo 11,2%, 10,4% e 9,3% acima do 4T22.

O patamar robusto de vendas que se manteve durante todo o ano e a qualificação contínua do mix possibilitou à Iguatemi a renovação dos contratos de aluguel de forma ainda mais positiva, superando o 3T23 e atingindo leasing spreads de 7,0% no trimestre, além de seguir com a retirada de descontos e renovação de contratos com leasing spreads positivos em termos reais. “Estes movimentos contribuíram para o crescimento de aluguéis mesmas lojas (SSR) e aluguéis mesmas áreas (SAR) a atingir 6,6% e 4,6% no 4T23, com crescimento real sobre a média do reajuste aplicado nos últimos 12 meses de 5,4 p.p. e 3,4 p.p.  No ano, o SSR e o SAR atingiram 10,1% e 8,2%”, mostra Oliveira.

A Iguatemi também registrou custo de ocupação de 11,1% no 4T23, 0,7 p.p. abaixo do 4T22. No ano, o indicador encerrou em 11,7%, 0,4 p.p. menor que  2022, resultado que comprova a saúde dos lojistas presentes no portfólio. Com a manutenção do custo de ocupação saudável, os indicadores de inadimplência seguem bons, com uma inadimplência líquida de  -1,7%, no 4T23, e de 1,2%, em 2023 .

Reflexo da forte comercialização dos últimos trimestres, a taxa de ocupação chegou a 94,5% no 4T23, 1,1 p.p acima do 3T23 e 1,6 p.p. acima do 4T22, atingindo seu melhor desempenho desde 2018. No ano, a taxa de ocupação média foi de 93,3%, 0,4 p.p. acima de 2022. “Tivemos um recorde de assinaturas de contratos, com 445 lojas assinadas em 2023. Então, considerando o fechamento de área vaga no decorrer do trimestre, encerramos dezembro com uma taxa de ocupação de 95,1%”, reforça o CFO.

Com o forte crescimento vindo dos empreendimentos, em 2023, a Iguatemi também avançou trimestre a trimestre em seus resultados tanto em lucro líquido quanto em fluxo de caixa proveniente das operações (FFO). Excluindo o efeito da linearização, Infracommerce e o resultado do SWAP das ações, no 4T23 o Lucro Líquido ajustado foi de R$ 134,6 milhões, 9,5% acima do 4T22, com margem líquida ajustada de 40,7% e R$ 388,4 milhões no ano, 47,3% acima de 2022, com margem líquida ajustada de 31,7%. Os Custos e Despesas Shoppings encerraram o 4T23 em R$ 69,7 milhões, queda de 9,4% versus 4T22 e R$ 259,0 no ano, 1,1% acima de 2022.

Já o FFO ajustado atingiu R$ 177,9 milhões no 4T23, 9,2% acima do 4T22, com margem FFO ajustado de 53,8% e R$ 562,8 milhões no ano, 33,3% acima de 2022, com margem FFO ajustado de 45,9%. Além disso, a alavancagem da Iguatemi S.A. encerrou o trimestre em 1,91x Dívida Líquida/EBITDA ajustado, 0,22x abaixo do 3T23. Entre os destaques do período, o EBITDA ajustado consolidado atingiu R$ 263,9 milhões no 4T23, um aumento de 29,4% versus 4T22, com margem EBITDA ajustada de 79,8% e R$ 919,7 milhões no ano, um aumento de 28,8% versus 2022, com margem EBITDA ajustado de 75,0%.

A Receita Bruta de shoppings foi de R$ 335,1 milhões no 4T23, aumento de 9,8% em relação ao mesmo período de 2022. A Receita de Aluguel, composta por Aluguel Mínimo, Aluguel Percentual (overage) e Locações Temporárias, teve crescimento de 7,8% em relação ao 4T22, representando 75,9% da receita bruta de shoppings. Já no ano, a receita de aluguel teve crescimento de 13,2% sobre 2022.

As operações da i-Retail e Iguatemi 365 somaram uma receita bruta de R$ 46,9 milhões no trimestre, um aumento de 2,0% versus o 4T22. Para o ano, a receita bruta atingiu R$ 145,9 milhões, crescendo 4,3% versus 2022, reflexo da boa performance de diversas marcas do portfólio. Os Custos e Despesas Varejo apresentaram queda de 33,3% sobre o 4T22 e de 14,6% sobre o 2022, resultado da estratégia de melhoria da rentabilidade do I365. Com isso, a operação de varejo se consolida de maneira rentável, atingindo seu breakeven devido às ações realizadas ao longo do ano.

Destaques de 2023

Seguindo a estratégia de adensamento das regiões onde seus empreendimentos estão inseridos, a Companhia concluiu a venda de fração do terreno do shopping Iguatemi Campinas, contribuindo em R$ 24,9 milhões de resultado no 4T23. O empreendimento comercial será integrado ao shopping, com área privativa de 16.762 metros quadrados, e expectativa de trazer 1.700 pessoas de fluxo por dia para o complexo quando finalizado. “O sucesso da torre Sky Galleria, 100% locada em menos de 1 ano, nos incentivou a fazer uma segunda torre corporativa, levando projetos cada vez mais qualificados para a cidade e a região”, acrescenta Guido Oliveira. Ainda em Campinas, após a conclusão da via protótipo, foram iniciadas em janeiro as obras de infraestrutura do bairro Casa Figueira, que recebeu a certificação AQUA de sustentabilidade.

A Iguatemi aprovou em reunião do Conselho de Administração o adiantamento de dividendos no montante de R$ 50 milhões, que deverá ser pago em 28 de fevereiro. A distribuição total será de R$ 200 milhões e será submetida à Assembleia Geral Ordinária em abril. O incremento de aproximadamente 80,0% nos dividendos em 2024, em comparação com 2023, reflete o crescimento da geração de caixa da Companhia e é central para a estratégia de valorização dos acionistas.

Durante 2023, a Iguatemi focou em evoluir e consolidar ainda mais sua agenda ESG. A Companhia apresentou ao mercado seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, compilando de forma transparente todas suas iniciativas e projetos que vêm sendo realizados ao longo dos anos, baseadas em três eixos de atuação: (1) gestão ambiental e crescimento sustentável; (2) pessoas diversas, felizes e prósperas; e (3) cadeia de valor ética, justa e sustentável. Os avanços já dão resultados: desde o dia 2 de janeiro, a Iguatemi passou a integrar pela primeira vez a 19ª edição do Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3, referência nacional em sustentabilidade corporativa ao avaliar as práticas ESG das maiores companhias de capital aberto.

Avançando em sua estratégia digital e de relacionamento com o cliente, ao longo de 2023 a companhia lançou duas edições da Iguatemi Collections, que registraram resultados expressivos. A última edição, realizada entre agosto e novembro de 2023, teve aumento de 83% nas vendas identificadas versus o mesmo período do ano anterior; incremento de 18% do gasto médio por cliente versus 2022; e 70 mil clientes participando da ação, sendo 37 mil novos cadastrados no Iguatemi One, programa de relacionamento da rede.

Os eventos seguiram como importantes aliados para tornar os empreendimentos cada vez mais atrativos, visando sempre proporcionar experiências diferenciadas aos clientes. O ano foi marcado por iniciativas inéditas, como a primeira loja oficial na América Latina de Stranger Things, que abriu as portas no JK Iguatemi, em São Paulo. Outros destaques foram a 7ª edição do Iguatemi Talks Fashion, que em outubro reuniu um time de palestrantes renomados para falar sobre moda, design, sustentabilidade, diversidade, negócios, wellness, inovação e criatividade, e o SPFW N56, que teve o Iguatemi São Paulo como palco da maior celebração de moda do continente ao receber 12 desfiles de marcas como Patrícia Vieira, The Paradise, Apartamento 03 e João Maraschin.

A Companhia iniciou 2024 confiante e com boa expectativa para mais um ano de crescimento. “A robustez dos nossos resultados obtidos em 2023 diante de um cenário desafiador demonstra o posicionamento assertivo no setor e o potencial dos empreendimentos. Focados em nossa estratégia para evoluir constantemente o portfólio do grupo, trazemos nosso guidance para 2024: queremos atingir um crescimento da receita líquida shoppings entre 4 – 9%, , margem EBITDA – Shoppings entre 82 – 85%, 75 – 79% e CAPEX entre 190 – 230 milhões”, finaliza Guido Oliveira.

Sobre o Iguatemi Campinas – O Shopping Center Iguatemi Campinas foi o primeiro shopping do Brasil construído fora das grandes capitais e tornou-se o melhor complexo de uso misto do interior de São Paulo.  Segundo shopping da S.A. e maior complexo da rede, são 388 operações com diversas opções de moda – marcas nacionais e internacionais –, gastronomia, casa/decoração, tecnologia, cultura e lazer.  Com um ambiente agradável e pensado nos mínimos detalhes, o empreendimento proporciona conforto e conveniência para seus clientes em um único lugar e apresenta diferenciais como o mais moderno teatro da cidade, dois complexos de cinema – incluindo um prime – e a única torre de estacionamento coberto entre os shoppings da região, com sistema de sinalização de vagas.

Sobre o Galleria Shopping – Com arquitetura diferenciada e um ambiente paisagístico que valoriza as áreas livres e arborizadas, o Galleria Shopping foi responsável por introduzir no país o conceito de lifestyle, principalmente por seguir o estilo de um open mall. O empreendimento, que pertence à Iguatemi S.A., destaca-se como um dos mais sofisticados centros de compras do país e apresenta um mix de operações completo formado por lojas especializadas em moda e acessórios, além de opções de gastronomia, serviços, lazer e entretenimento. Adicionalmente, o shopping faz parte de um complexo multiuso e oferece conforto e conveniência para os clientes.

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Indústria de motocicletas fecha 2023 em alta

Todos os fabricantes instalados no Polo Industrial de Manaus mantiveram o ritmo de produção em 2023, o que levou o setor a produzir  1.573.221 unidades no ano. Assim, segundo levantamento da Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, o volume é 11,3% superior ao registrado em 2022. Esse desempenho superou a expectativa da associação de alcançar 1.560.000 unidades produzidas, sendo o melhor resultado anual alcançado desde 2013, segundo  Marcos Bento, presidente da entidade.

FECHAMENTO MOTOCICLETAS 2023

  REALIZADO 2022 REALIZADO 2023 VARIAÇÃO (%) 2023/2022
PRODUÇÃO 1.413.222 1.573.221 11,3%
EXPORTAÇÃO 55.338 32.931 – 40,5%
VAREJO 1.361.941 1.582.032 16,2%

O faturamento do setor, que inclui bicicletas, ciclomotores, motonetas e similares, faturou R$ 31 bilhões no ano passado. O emplacamento de motos cresceu 27% em relação ao ano passado, enquanto a exportação caiu 40%. Quanto às bicicletas elétricas, a produção local é de 25 modelos.

Salão

O presidente da Abraciclo, Marcos Bento, confirmou a não realização do Salão das Duas Rodas neste ano, de comum acordo com as 14 empresas associadas e a empresa promotora do evento,  mas falou existirem planos para que ele aconteça em 2025. (Chico Lelis)

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Produção nacional de veículos cai 1,9% em 2023

A produção de veículos caiu 1,9% em 2023 e chegou a 2,36 milhões de unidades. No ano anterior, em 2022, foram produzidas 2,32 milhões de unidades.

No mês de dezembro de 2023, a produção foi de 171,6 mil, 15,3% a menos do que em novembro do mesmo ano (202,7 mil) e 10,4% a menos do que em dezembro de 2022 (191,6 mil).

A produção de automóveis comerciais leves foi de 2,2 milhões de unidades em 2023, alta de 1,3% em relação a 2022.

Segundo os dados divulgados hoje (10) pela Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), as vendas de veículos novos tiveram alta de 9,7% em 2023, com 2,3 milhões de unidades emplacadas contra as 2,1 milhões em 2022.

Em dezembro as unidades vendidas chegaram a 248,6 mil, o que representa aumento de 14,6% na comparação com dezembro de 2022 (216,9 mil) e de 16,9 % ante novembro de 2023(212,6 mil).

As exportações tiveram queda de 16% no ano passado, com 403,9 mil unidades comercializadas no mercado externo. No mesmo período de 2022 esse número foi de 480,9 mil. A queda ocorreu devido à diminuição de vendas em países como Argentina (-16%), Chile (-57%) e Colômbia (-53%).

Perspectiva

Para 2024, a Anfavea estima que haverá alta nas vendas (6,1%, com 2,45 milhões de unidades), na produção (6,2%, com 2,47 milhões de unidades) e nas exportações (0,7% nas exportações, com 407 mil unidades).

Segundo o presidente da entidade, Márcio de Lima Leite, há motivos para acreditar em um ano positivo para o setor automotivo brasileiro porque, além da expectativa de crescimento do mercado interno e da produção, a publicação da MP 1.205 que instituiu o Programa Mover também deve favorecer o setor.

“Trata-se uma política industrial muito moderna e inteligente, que garante previsibilidade a toda a cadeia automotiva presente no país e a novas empresas que chegarem, e ainda privilegia as novas tecnologias de descarbonização, os investimentos em P&D e favorece a neoindustrialização”, afirmou. (Agência Brasil)

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Coluna Fernando Calmon — Desempenho de vendas em 2024 continuará muito bom

Coluna Fernando Calmon nº 1.281 —12/12/23

Desempenho de vendas em 2024 continuará muito bom

Este ano começou morno, teve um estímulo com descontos patrocinados pelo Governo Federal em julho, seguido por uma acomodação e vai terminar com alta estimada em 8,8% em relação a 2022. São números bem melhores dos que as primeiras estimativas de crescimento de 3% feitas em janeiro último pela Anfavea e Fenabrave. Isso se deve em boa parte à grande safra agrícola plantada em 2022 e os bons resultados da colheita em 2023 que aumentaram a renda no campo e nas cidades em sua zona de influência.

O mercado interno deverá fechar no final deste mês com 2,290 milhões de unidades na soma de veículos leves e pesados. Automóveis e comerciais leves representarão 95%, caminhões, 4% e ônibus, 1%. Segundo estudo da Bright Consulting, focado em modelos leves, até o mês passado SUVs (incluídos os crossovers) responderam por 42% das vendas, hatches, 24,4%; picapes, 17,7%; sedãs,12,8%; furgões, 3,2%. Picapes estarem à frente de sedãs deve-se ao avanço das versões de quatro portas que ampliaram a versatilidade desse tipo de veículo. Este percentual de quase 18% é semelhante ao do mercado americano.

Anfavea decidiu antecipar para este mês as suas previsões para 2024, ao contrário dos outros anos em que apenas em janeiro revelava as estimativas. Para o mercado total o crescimento estimado é de 7% e 2,450 milhões de unidades. São bons números em razão da base comparativa com 2023 relativamente alta, mas a entidade não descarta rever as projeções para cima ao longo de 2024. As exportações deverão crescer apenas 2%.

As importações deram um salto este ano (projetadas em 348,4 mil unidades) pois representarão 12% das vendas totais contra a média de 8% nos últimos 10 anos. Pela primeira vez marcas chinesas ocuparam o segundo lugar, até o mês passado, com 10% de participação, contra 9% do México e 64% da Argentina, entre outros. A entidade, entretanto, não estimou o que acontecerá em 2024 com os veículos importados.

Quanto à divisão das vendas de autos e comerciais leves em relação aos sistemas de propulsão, no acumulado até novembro, houve uma surpresa: motores flex, 83,4%; diesel, 9,9%; híbridos, 3,3%, gasolina, 2,7% e elétricos, 0,7%. Híbridos superaram a gasolina pela primeira vez, o que pode indicar uma tendência. Elétricos ainda não chegaram a 1%.

VW, aos 70 anos, lançará mais quatro modelos até 2025

Depois de um início bastante modesto em um armazém do bairro do Ipiranga, em São Paulo (SP), no dia 23 de março de 1953, a VW completou 70 anos como líder do mercado de automóveis e SUVs e vice-líder entre veículos leves. Em 2023 concluiu nove lançamentos concentrados em versões de modelos existentes e até 2025 serão mais quatro. Um deles deverá ser o Nivus GTS em 2024, que pode estrear o motor flex 1,5 TSI, uma evolução do atual de 1,4 L.

Este ano os destaques são dois modelos elétricos que marcam a estreia da subsidiária brasileira neste nicho de mercado: o SUV ID.4 e o monovolume ID.Buzz, a nova Kombi elétrica. Igualmente estreou a reestilização do SUV Tiguan Allspace de sete lugares, importado do México.

As primeiras impressões do ID.Buzz foram apenas em um pequeno trecho urbano e não indicaram acelerações tão vigorosas, como se esperam de elétricos. Mas o torque instantâneo e constante de 31,6 kgf·m e os 204 cv asseguram boas respostas ao acelerador, não passando a impressão de um veículo pesado (2.200 kg) ou lerdo. Aceleração de 0 a 100 km/h declarada em 10,2 s. Bateria de 77 kW·h permite alcance médio de 337 km no padrão Inmetro.

A posição ao dirigir lembra a da Kombi original e os dois bancos dianteiros contam com dois descansa-braços cada. A tela do quadro de instrumentos tem apenas 5,3 pol. e está bem localizada na coluna de direção, cujo volante é ajustável em altura e distância. Espaço interno destaca-se em razão dos 2.989 mm de entre-eixos. Disponibiliza sete portas USB, acima da média. As portas laterais têm comando elétrico e o porta-malas impressionantes 1.121 litros.

Com tração traseira, o comportamento em curvas é bem previsível, enquanto as suspensões dotadas de amortecedores adaptativos, apesar de um pouco ruidosas em pisos irregulares, apresentam boa relação entre conforto e estabilidade. Um ponto de destaque é o silêncio a bordo graças aos vidros com isolamento acústico.

O lote único de 70 unidades só é comercializado por meio de assinaturas.

Em relação ao Tiguan, as mudanças externas são discretas. O motor de 2 litros TSI de 186 cv e 30,6 kgf·m recebeu uma calibração diferente em razão de emissões que diminuíram potência e torque, porém ainda forma um bom conjunto com o câmbio automático de oito marchas (antes, sete marchas). Aceleração declarada de 0 a 100 km/h em 9 s, adequada à proposta familiar deste SUV, bem como o ajuste das suspensões voltadas mais para o conforto.

Em passagens por lombadas o movimento de queda de rodas é um tanto ruidoso. Sistema de freios destaca-se frente aos concorrentes. Assistente de permanência em faixa de rodagem pouco intrusivo e sem o incômodo observado em outros modelos de diferentes segmentos.

Internamente, boa ergonomia no ajuste do volante e do banco do motorista que dispõe de aquecimento e ventilação. Isolamento acústico também se destaca. O banco traseiro é regulável em distância e o porta-malas com abertura por gesto dos pés tem volume pequeno de 216 litros em razão da terceira fileira de bancos.

Preço: R$ 278.990.

AEA comemora 40 anos em 2024 com grandes trabalhos

A eletrificação ainda está envolta em alguns “mistérios” ou interpretações de conveniência, a depender de quem tenta explicar a inegável necessidade de continuar avançando, mas esquece do ritmo certo sem atropelos ou recuos. Particularmente, não gosto de confundir híbridos, mesmos os plugáveis, com veículos elétricos. Mas, é comum utilizar o artifício de linguagem de “eletrificados” e colocar tudo sob o mesmo “chapéu”.

A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) comemora, em junho próximo, 40 anos de bons serviços ao País. Uma de suas iniciativas é a recente cartilha eletrônica sobre eletromobilidade disponível no site para leitura ou para baixar gratuitamente: https://aea.org.br/inicio/wp-content/uploads/2023/12/cartilha_eletromobilidade.pdf . As informações, em linguagem simples, esclarecem dúvidas e oferecem cenários sobre o futuro.

No encontro com a Imprensa deste final de ano vários membros da diretoria apresentaram o balanço das atividades em 2023. Uma das apresentações destacou a importância da Análise do Ciclo de Vida sobre emissões de CO2 ao longo da extensa cadeia produtiva de veículos. Isso inclui igualmente a fabricação de elétricos e suas baterias, assunto que não pode ser negligenciado.

Coluna Fernando Calmon — Desempenho de vendas em 2024 continuará muito bom Read More »

Fiat mantém a liderança do mercado brasileiro em novembro

Líder do mercado nacional desde janeiro de 2021, a Fiat está prestes a completar três anos consecutivos no topo do podium de vendas do país. No mês de novembro, garantiu novamente a primeira colocação, registrando 21,9% de market share e 44.265 unidades emplacadas, com um total de 13.983 à frente da segunda colocada. Além disso, a marca cresceu 10% no acumulado do ano em relação a 2022, com 428.635 unidades em 2023 contra 388.458 unidades no ano passado.

A liderança da Strada foi garantida novamente com 11.518 carros vendidos e 5,7% de market share no mês. Na sexta posição, o Mobi, que recentemente chegou a meio milhão de unidades fabricadas, fecha novembro com 3,2% de participação e 6.637 unidades. Importante destacar que o Fastback Abarth, lançado no final de outubro, já é um sucesso e teve 430 unidades vendidas em cerca de um mês.

A Fiat também comemorou em novembro a liderança em diferentes segmentos como o das picapes. Nesta categoria, a marca mantém a primeira colocação com 44,3% de participação e 15.936 unidades, graças à dupla que lidera as suas categorias: entre as B-Picapes, a Strada com 78,9% de market share e crescimento de 5,0 p.p em relação ao último mês, e a Toro, entre as C-Picapes, com 4.418 unidades e 41,1% na categoria, 3,0 p.p acima no comparativo com outubro.

Vale ainda ressaltar que o Cronos assumiu a liderança em B-Sedans no mês de novembro, com 5.572 unidades vendidas e 21,8% de segment share, desbancando o concorrente que estava em primeiro lugar há mais de um ano.

Entre os hatches, a marca obteve 19,9% de segment share, puxados pelo líder da categoria, Mobi, e o Argo, com 5.335 unidades. Já no segmento de vans, os veículos comerciais da Fiat são líderes com 2.619 unidades e 48,6% de market share, com destaque para a Fiorino, na primeira colocação entre as B-Van, com 2.194 emplacamentos e 90% de participação.

No varejo, a Fiat é a número um com 15,8% de market share no canal e 15.975 unidades vendidas. A liderança também ocorre em vendas diretas, com 28% de market share e 28.290 unidades emplacadas, com 10.425 unidades à frente da concorrente mais próxima.

Acumulado do ano


A Fiat é campeã de vendas nos resultados gerais de 2023 e manteve o patamar com 22% de market share e 428.635 unidades emplacadas, mais de 125.376 unidades à frente da segunda colocada. Da mesma forma, a marca mantém o trio entre os mais vendidos do ano, com a líder Strada (5,7% share e 110.027 unidades), o Mobi na sexta colocação (3,4% share e 66.037 veículos) e o Argo na oitava posição (3,2% share e 61.501 carros).

Vale destacar que, entre os SUVs, a marca registrou um crescimento de 47% na quantidade de unidades vendidas em comparação ao mesmo período do ano passado, fechando o acumulado com 77.733 unidades e 11,1% de segment share. Nos diferentes segmentos, as primeiras posições estão garantidas com as picapes, com 156.634 unidades e 43,3% de segment share, vans com 22.163 unidades e 43,1% de participação, e os hatches com 127.641 unidades e 23,2% de share.

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Renault vende Kwid com desconto de até R$7.200,00

A Renault acaba de promover uma mudança no seu processo de faturamento para o modelo Kwid, possibilitando a venda direta do modelo a todos os seus clientes. Com isso, é possível retornar com os descontos de até R$ 7.200, próximos ao mesmo patamar dos concedidos no período da Medida Provisória 1.175/2023.

Todos os pedidos continuam sendo realizados por meio da rede de concessionárias. A mudança no processo de venda vale por um período de até dois meses ou enquanto durarem os estoques.

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