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Ford F-150 Exclusive Day será no próximo sábado em todo o Brasil

A FordF-150, picape mais vendida dos Estados Unidos há 48 anos consecutivos, terá no próximo  sábado (15) um dia muito especial. A Ford brasileira promove uma ação nacional de vendas da F-150 em todas as concessionárias. O objetivo é dar aos clientes a oportunidade de conhecer as novidades, tirar dúvidas e experimentar a picape que é referência mundial da categoria.

“Cada concessionária criou uma programação diferente no F-150 Exclusive Day para receber os clientes, incluindo gastronomia e shows musicais. Queremos que ele fique marcado como um dia realmente especial para os clientes”, diz Daniel Sanches, gerente nacional de Vendas da Ford.

A Ford Série F, além de ser o veículos mais vendido nos EUA nas últimas décadas, está na sua  14ª geração.

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F-150 éo veículo mais vendido

Há 48 anos seguidos a Ford Série F é picape mais vendida da América do Norte e, também, o veículo mais vendido da indústria no continente há 43 anos. E em 2024 não foi diferente. Esse retrospecto impressionante dá uma ideia de quanto a picape é querida pelos norte-americanos. Desde o seu lançamento em 1948, a Série F já vendeu mais de 41 milhões de unidades.


Nos Estados Unidos, a Ford Série F se notabiliza por oferecer uma grande variedade de opções, que vai da F-150 à F-600, com motorizações a gasolina, diesel, híbridas e elétricas. No Brasil, F-150 é comercializada em duas versões, ambas equipadas com motor Coyote V8 de 405 cavalos, transmissão automática de dez velocidades, tração integral 4WD, diferencial traseiro blocante eletrônico e oito modos de condução.

Além de carroceria de alumínio de alta resistência, a F-150 oferece a possibilidade da tampa da caçamba ter multiacesso, com abertura tradicional ou lateral, iluminação 360 graus e head-up display, que projeta informações para o motorista no para-brisa sem precisar tirar os olhos da pista.

Traz ainda assistente de reboque e sistema de conectividade FordPass, que permite dar partida, travar e destravar portas, receber alertas de alarme e localizar o veículo pelo celular, entre outras funções remotas.

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Parada de Natal promete encantar o público neste sábado em Campinas

Neste sábado, 7 de dezembro, a partir das 18h30, a avenida Francisco Glicério, no centro de Campinas, será palco da Parada de Natal 2024. O espetáculo, com participação de 1.500 artistas, é parte da programação “Natal Caminho dos Sonhos”, organizada em parceria pela Prefeitura Municipal, ACIC Campinas e empresas apoiadoras.

A concentração será em frente aos Correios, de onde os atores, dançarinos e carros alegóricos sairão em direção ao Largo do Rosário, onde está montada a Vila do Papai Noel e Carrossel Iluminado. A promessa é encantar o público com a magia da data.

Vale lembrar que a Parada de Natal será realizada no contrafluxo da Glicério e o acesso de carros e demais veículos ao local será interditado. A prefeitura promoverá bloqueios também nas intermediações para segurança do público.

Comércio na região Central

Além de encantar o público, a Parada faz parte de programação especial para auxiliar nas vendas do comércio da região central, que tem outros quatro pontos decorados com luzes para encantar os visitantes.

“A Praça Carlos Gomes está encantadora com o correto todo iluminado, assim como a praça da catedral e o Largo do Rosário, com a Vila de Natal”, destaca Adriana Flosi, presidente da ACIC e secretária de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação. “Esperamos que todos se encantem com o que estamos fazendo”.

O comércio da região central está com horário de funcionamento ampliado em dezembro, permitindo que os clientes aproveitem melhor o período de compras. A novidade inclui o funcionamento aos domingos, das 8h às 17h (até 22/12), saiba mais:

  • Até 7 de dezembro: das 8h às 19h
  • De 9 a 14 de dezembro (segunda a sábado): das 8h às 20h
  • De 16 a 21 de dezembro (segunda a sábado): das 8h às 21h
  • No dia 23 de dezembro: até às 22h
  • No dia 24 de dezembro: até às 19h

As lojas estarão fechadas nos dias 25 e 29 de dezembro e em 1º de janeiro.

 

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Coluna Fernando Calmon — Novembro foi melhor mês do ano em vendas por dia

Coluna Fernando Calmon nº 1.330 — 3/12/2024

Novembro foi melhor mês do ano em vendas por dia

O mercado reagiu bem no mês passado e as previsões para o fechamento de 2024 foram até revisadas para cima pela consultoria Bright (Anfavea, só na próxima semana). Com 12.674 emplacamentos por dia, 16,9% superior aos 10.843 de outubro, maior ritmo até então, o fechamento do ano deve totalizar em torno de 2,5 milhões de unidades entre veículos leves e pesados. Fenabrave acredita em um pouco além isso.

As vendas diretas representaram até agora 51,81% do total nos 11 primeiros meses deste ano. É preciso observar que, além das locadoras, muitos profissionais liberais ajudam nessa estatística. Trata-se de pessoas físicas optantes por um preço mais favorável ao usar seu CNPJ. Fabricantes costumam oferecer descontos maiores para este segmento, em particular quando o mercado permanece longe do auge de 2013.

Outra observação é quanto ao crescimento dos registros em Minas Gerais. Este Estado responde por 24,7% dos emplacamentos totais em razão de grandes locadoras receberem incentivos para tal. São Paulo representa 27,6%, ainda maior, porém aquela ressalva segue como referência.

Curiosamente as diversas marcas da China juntas detinham 6,7% de participação total em outubro e caíram para 4,6% em novembro. Elas estão concentradas em elétricos e híbridos e têm pouca presença nos híbridos básicos (semi-híbridos). Previsões apontam que as chinesas devem fechar com 7% este ano e 11% em 2027, cresceriam cerca de 1,3 ponto percentual por ano, abaixo do que se estimava.

Já a cidade de São Paulo deve aprovar a ampliação até 2030 da isenção do rodízio e devolução de sua quota-parte (50%) do IPVA para proprietários de modelos híbridos, elétricos e a hidrogênio. Um estímulo especialmente aos semi-híbridos que conseguem em média até 7% de economia de combustível apenas no uso urbano.

Panorama confuso no exterior traz até renúncia

Na coluna anterior pontuei as várias notícias que assolam a indústria automobilística mundial em uma tumultuada e hesitante migração de tecnologia de motores térmicos para elétricos. Agora o impacto foi a renúncia de Carlos Tavares do comando mundial da Stellantis. O cenário geral internacional já era confuso quando a empresa franco-ítalo-germano-americana, com antecedência de um ano, anunciou estar em busca em busca de um sucessor para o executivo português. Ele veio algumas vezes ao Brasil e sempre demonstrou firmeza de posições e ideias.

No Brasil, Grupo Stellantis vai bem. São cinco marcas – Fiat (líder de mercado), Jeep, Citroën, Peugeot e Ram – que somadas representam 30% da comercialização de veículos leves. Atritos com fornecedores, concessionárias e sindicatos na Europa e nos EUA foram a causa principal da saída prematura de Tavares.

Porém, continuam notícias preocupantes ao redor do mundo. Greves agravam ainda mais a situação muito em razão de açodamento dos governos de países centrais que planejaram e ainda planejam mal a transição energética ou motivadas por divergências e dúvidas sobre a velocidade das mudanças.

Sindicatos paralisaram nove fábricas da VW na Alemanha por algumas horas em protesto contra possível fechamento de três unidades fabris. Vendas da Tesla na China caíram pelo segundo mês consecutivo, apesar de aumento nos subsídios do governo a elétricos (VE). GM aliena uma de suas quatro unidades de produção de baterias por fraca demanda de VE. BYD teve crescimento quase zero na China em outubro, apesar de sua posição altamente dominante.

Fabricante sul-coreana de baterias, LG, pede energia mais barata na União Europeia para enfrentar concorrência chinesa. A transformação para VE na Alemanha pode custar 186.000 empregos até 2035. Avanço chinês parcialmente culpado pela perda imediata de 50.000 empregos de fabricantes de autopeças na Europa e há planos de fechamento ou venda de fábricas. Diretor financeiro da Nissan deixa o cargo, enquanto a empresa enfrenta uma série de desafios.

No momento sem previsão de melhoras neste quadro bem difícil, embora uma guinada em direção aos híbridos já esteja em curso.

Equinox 2025: mais desempenho e agora conexão 5G

Em sua quarta geração, vem do México (isento de imposto de importação) e estreia nova plataforma um pouco mais larga, além de visual renovado. O SUV médio-grande Equinox tem coincidentemente a mesma distância entre eixos (2.730 mm) do venerável sedã Omega. Outras dimensões: comprimento, 4.667 mm; largura, 1.902 mm; altura, 1.713 mm; porta-malas, 469 litros. Assoalho traseiro plano garante conforto para as pernas e pés de quem ocupa o banco traseiro.

Há versões Active e RS, esta com teto preto e para-choque dianteiro diferenciado. Motor 1,5 turbo, gasolina, 177 cv (ganhou 5 cv) e 28,8 kgf·m. Novidade é o câmbio automático de oito marchas (antes, seis), mantida tração 4×4. Aceleração de 0 a 100 km/h em 9,5 s. Segundo a Chevrolet, ficou mais econômico: 9 km/l, cidade; 10,7 km/l, estrada.

No interior destaque para a tela multimídia de 11,3 pol. e sistema Google nativo, com Android Auto e Apple CarPlay, além de carregador sem fio para celular. Primeiro modelo da marca no Brasil com conectividade 5G (até 100 vezes mais rápida a depender da infraestrutura), além da assistência remota OnStar. Segurança dentro do padrão do segmento, entre outros, controle de velocidade de cruzeiro adaptativo e frenagem autônoma de emergência.

Primeiro contato em viagem a Campos do Jordão (SP) e um pequeno trecho de terra. No asfalto, suspensões calibradas para o conforto, embora ainda permita boa sensação de segurança em curvas. Desempenho limitado, em razão da massa de 1.678 kg, todavia considerado correto para uso comedido e familiar. Sistema de permanência em faixa de rodagem bem calibrado. Estranho é o comando do limpador na alavanca à esquerda do volante. Bom apoio lateral do banco do motorista. No uso off-road, fora da vocação do carro, visibilidade boa ajuda e a reação 4×4 é rápida.

Preço, em ambas as versões, é o mesmo: R$ 267.000.

Picape Hunter, da JAC, atrai pelo preço e robustez

A marca chinesa está no Brasil desde 2011, representada pelo Grupo SHC, agora focado exclusivamente na importação de elétricos. Decidiu estrear na ampla oferta de picapes médias a diesel ao trazer a Hunter de dimensões acima da Hilux e todos os seus concorrentes. Mede (mm): 5.330 de comprimento, 3.110 de entre-eixos, 1.995 de largura e 1.920 de altura. Pode carregar 1.400 kg, 40% superior à média do segmento, com massa em ordem de marcha de nada menos que 2.040 kg. Motor entrega 191 cv e 46 kgf·m, algo desproporcional à capacidade de carga. Câmbio automático ZF de oito marchas

Contudo, dificilmente seria utilizada nessa condição utilitária e o importador decidiu apostar no preço e na garantia inédita: R$ 259.000 e oito anos, respectivamente. Na primeira avaliação de São Paulo a Atibaia (SP) deixou impressão imediata de robustez, embora, como se espera, à custa de algum conforto de marcha. Motor responde bem, mas não se trata de uma picape que surpreende em agilidade. Exige certo nível de planejamento nas ultrapassagens em estrada.

A direção, apesar da assistência elétrica, é uma pouco pesada nas manobras, porém reforça a sensação de controle em terrenos difíceis. No off-road, tanto em 4×4 convencional quanto em reduzida, mostra eficiência e confiança em subidas e descidas íngremes. Distância elevada do solo e robustez do chassi reforçam essa experiência de segurança.

A cabine, espaçosa e bem pensada, é desprovida de luxo ou pormenores refinados. Materiais mais simples reforçam o foco utilitário do veículo. O layout funcional apresenta comandos fáceis de usar e uma posição de dirigir confortável. Apesar de o som do motor ser bastante perceptível dentro da cabine, fica dentro do esperado para picapes a diesel deste porte e massa.

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Mais cinco loteamentos clandestinos são embargados pela Prefeitura

Com o embargo de mais cinco loteamentos pela Prefeitura Municipal de Campinas, já são 10 empreendimentos impedidos de serem comercializados.  Os loteamentos estão numa Área de Proteção Ambiental (APA) da cidade e são ocupações ilegais  distritos de Sousas e Joaquim Egídio. Os fiscais da Coordenadoria de Fiscalização de Obras da Semburb – Secretaria Municipal de Urbanismo colocaram placas na entrada dos loteamentos clandestinos para avisar a população sobre as medidas tomadas e alertando para o crime.

As ocupações ilegais já foram avaliadas com o Ministério Público e também fazem parte de um levantamento apresentado pelo Congeapa – Conselho Gestor da APA Campinas em discussões sobre as intervenções necessárias. O parcelamento do solo com área menor do que 20 mil metros quadrados em zonas rurais e em área de proteção ambiental são ilegais e não são possíveis de regularização.

Loteamentos embargados

Dos dez locais embargados que já receberam as placas de publicidade do ato da Prefeitura alertando sobre a ilegalidade, os cinco visitados na última semana são conhecidos como: Fazenda Itapoã, Gleba Campestre, Gleba 3, Gleba 4 e Pesqueiro Palmeirinha.

Dois desses loteamentos clandestinos, a Gleba 3 e a Gleba 4, ficam na avenida Antonio Ignácio Pupo. Os responsáveis pelas duas áreas já foram multados duas vezes e os empreendimentos embargados.

O terceiro local, conhecido como Fazenda Itapoã, fica na estrada da Usina Jaguari (CAM 113). É um parcelamento do solo ilegal consolidado. Proprietário já foi multado e teve embargo determinado, assim como existe uma Ação Cautelar na Justiça. Outro empreendimento consolidado já embargado e com multa aplicada, conhecido como Gleba Campestre, no acesso via estrada Sousas-Pedreira, também recebeu placa informativa do embargo.

Já o quinto loteamento clandestino a receber a placa indicando o embargo nesta semana é conhecido como Pesqueiro Palmeirinha. Fica na Estrada Municipal Adelina Segantini Cerqueira Leite.

Os outros cinco loteamentos irregulares já embargados na APA Campinas, que receberam as placas no dia 30 de outubro, são: Gleba-003-GL-REM, Nova Cachoeira, Sítio Recanto Verde/Vila Natureza, Clube de Campo Colinas do Capricórnio e Ecoville Clube.

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Pulse e Fastback ganham motores elétricos auxiliares e ficam mais econômicos

A Fiat apresentou esta semana as versões híbridas do Pulse e Fastback. Equipadas com motorização T200 Flex, de um litro turbo desenvolvem 130 cavalos e 20,4 kgfm de torque. Segundo a marca, no caso do Fastback, no uso urbano, o modelo teve uma redução no consumo de combustível de 11,5% na gasolina (9,8% no etanol), e no Pulse o percentual é de 10,7% tanto na gasolina, quanto no etanol. A transmissão é CVT que simula sete velocidades.

O sistema híbrido da Fiat possui um motor elétrico multifuncional que substitui o alternador e motor de partida. Esse sistema híbrido dual-battery é capaz de gerar torque adicional para o motor a combustão do veículo e energia elétrica para carregar as baterias de chumbo-ácido de 68Ah e de íon de lítio de 11Ah, ambas de 12V, que fornecem energia ao motor elétrico. O sistema gera potência de até 3kW, garantindo, segundo a marca, uma melhora na performance e uma redução de consumo de combustível.

O sistema é composto pelos seguintes componentes:

  • Duas baterias de 12V, sendo uma de chumbo-ácido (localizada no cofre do motor) e outra de íon de lítio (localizada abaixo do banco do motorista).
  • Sistema DBSM (Dual-Battery Switch Module ou Módulo de Comutação de Duas Baterias) usado para conectar, separar ou controlar as duas baterias de acordo com a estratégia da central eletrônica, garantindo a operação eficiente e a carga adequada.
  • Motor elétrico multifuncional de 12V e 3kW conectado mecanicamente ao motor de combustão e alimentado por uma bateria auxiliar de íon de lítio, que substitui o alternador e o motor de partida.

O sistema funciona através de quatro modos de operação:

  1. e-Start&Stop:função Start-Stop durante paradas. Quando o veículo para completamente, o sistema desliga o motor a combustão, economizando combustível. Nas desacelerações, o motor a combustão permanece em funcionamento sem injetar combustível, priorizando a regeneração de energia.
  2. e-Assist:assistência do motor elétrico ao motor de combustão. Durante acelerações e retomadas, as baterias de lítio e chumbo fornecem energia para o motor elétrico, que gera torque adicional para o motor de combustão, reduzindo o consumo de combustível do veículo.
  3. Alternador Inteligente:dois modos de funcionamento que dependem da condição das baterias. No modo alternador, as baterias de chumbo-ácido e/ou íon de lítio estão com baixos estados de carga, e o alternador inteligente permite o carregamento das baterias. No modo neutro, as baterias de chumbo-ácido e/ou íon de lítio estão carregadas, e o alternador inteligente permite que as baterias mantenham as cargas elétricas do veículo.
  4. e-Regen:regeneração de energia durante desacelerações. A função de regeneração converte energia mecânica em energia elétrica, que é armazenada nas duas baterias – chumbo-ácido e íon de lítio. O sistema é capaz de regenerar até 25% da energia que seria desperdiçada em um motopropulsor convencional.

Preços
Pulse Audace T200 Hybrid AT – R$ 125.990
Pulse Impetus T200 Hybrid AT – R$ 140.990
Fastback Audace T200 Hybrid AT – R$ 151.990
Fastback Impetus T200 Hybrid AT – R$ 161.990

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Coluna Fernando Calmon — Salão do Automóvel, no Anhembi, volta em 2025

Coluna Fernando Calmon nº 1.322 — 8/10/2024

Salão do Automóvel, no Anhembi, volta em 2025 ao local tradicional

Sete anos depois, o tradicional Salão do Automóvel acaba de ter sua data confirmada. Será de 22 de novembro a 1º de dezembro do próximo ano e confirma informação que adiantei seis meses atrás sobre onde se realizaria. Ao longo do tempo, surgiram dúvidas sobre o local exato em razão de negociações. Desta vez, porém, prevaleceu a óbvia escolha do Distrito Anhembi, o pavilhão no centro de São Paulo agora totalmente reformado do piso ao teto.

Desapareceram aquelas grandes colunas metálicas internas em diagonal que enfeavam o visual, mas era a tecnologia disponível à época, quando o pavilhão foi inaugurado em 20 de novembro de 1970. Ar-condicionado levou décadas para instalação: apenas em 2016. O Distrito Anhembi é privilegiado pela localização, infraestrutura de transporte e estacionamento para cerca de 6.000 veículos.

O local anterior, São Paulo Expo, era menos central e sem mais necessidade de uma área tão grande. Salões de automóveis internacionais encolheram e o de Genebra desapareceu. Organização continuará de responsabilidade da empresa inglesa Reed Exhibitions, rebatiza de RX Brasil. Anfavea, no entanto, assumirá maior protagonismo. Possivelmente, poderá haver comercialização nos estandes, antes vetada, mas que o Festival Interlagos demonstrou como nova tendência. Em 2018 o Salão do Automóvel atraiu 742.000 visitantes.

Mercado terá 2024 bem melhor; Fenabrave previu já em abril

Balanço de vendas de setembro e do acumulado do ano permite projetar que haverá crescimento além do previsto pela Anfavea. A Fenabrave tinha detectado desde o início do segundo trimestre a movimentação acima do esperado nos salões de exposição das concessionárias.

O mês passado contabilizou 236,3 mil veículos leves e pesados vendidos. A alta foi de 19,5% em relação ao mesmo mês do ano passado e é recorde para o nono mês do ano nos últimos 10 anos. Perde, entretanto, para as 245 mil unidades de dezembro de 2023. No acumulado de 2024, as vendas totalizaram 1,86 milhão de unidades: 14,1% superiores ao mesmo período de 2023.

Maurício Andreta Jr., presidente da Fenabrave, reafirmou o bom momento e continuará até dezembro. Já a Anfavea admitiu que o mercado subiu além do previsto com a média diária de vendas 13,8% superior a setembro do ano passado. Márcio Leite, presidente da associação dos fabricantes, disse que os números ainda poderão mudar até o final de 2024 em razão do aumento previsto das taxas de juro ao consumidor puxadas pelos aumentos da Selic.

Realmente, os compradores podem estar se antecipando aos juros maiores previstos para os próximos meses e o início de 2025. Contudo ainda falta assegurar uma normalidade de 70% de vendas financiadas e 30% à vista. Hoje, cerca de 50% ainda são à vista.

Anfavea apontou que o acumulo de importação chinesa nos portos “atrapalhou a logística no fluxo de peças do exterior para produção local”. Na realidade só a BYD trouxe carros em massa para fugir do aumento do imposto de importação sobre elétricos, agora em “suaves” saltos até 2026. Afinal, um erro de avaliação do governo federal: cronograma acabou sob medida para apenas uma marca.

Basalt, terceiro novo produto Citroën, afinado ao mercado

SUVs cupês têm atraído atenção e o Basalt atende a este segmento. Não se trata exatamente de um SUV e sim crossover. Mas consegue se diferenciar do Fiat Fastback, ambos produtos da Stellantis. Há equilíbrio de linhas com destaque para as grandes lanternas traseiras que se estendem às laterais, o conjunto ótico dianteiro e a curvatura do teto. Distância entre-eixos, 2.645 mm (garante bom espaço interno, em especial para cabeças no banco traseiro); comprimento, 4.343 mm; largura, 1,821 mm e altura, 1.585 mm. Porta-malas de 490 L também muito bom, ligeiramente inferior ao do Fastback (516 L).

Motor é o mesmo de origem Fiat, 1 L turbo, 130 cv, 20,4 kgf·m (etanol ou gasolina) e também igual câmbio CVT de sete marchas. A fábrica indica aceleração de 0 a 100 km/h em 8,4 s. Esse conjunto se revelou bem adequado ao uso urbano e rodoviário, respostas imediatas ao acelerador, freios bem dimensionados e direção precisa durante primeira avaliação entre São Paulo e a Fazenda Capoava, em Itu (SP). Posição do volante, com boa definição de centro, peca pela falta de regulagem de distância e a de altura sem amortecimento (queda-livre). Suspensões são firmes, mantêm conforto em pisos irregulares, nem muito dura e nem macia em excesso, dentro do alto padrão da engenharia brasileira em geral.

O pacote de segurança, embora razoável, deixa de fora itens caros como faróis de LEDs e alerta de colisão frontal. Em contrapartida apresenta preços competitivos entre R$ 89.900 e R$ 107.390.

Creta 2025 recebe primeira atualização mais profunda

Harmonia de linhas marca a primeira grande mudança estética da segunda geração, surgida três anos atrás. Grade, para-choque, faróis e um filete de LED de um lado ao outro mostram uma frente inteiramente nova. Na traseira o Creta 2025 recebeu lanternas interligadas de ótimo efeito visual, que se completam com para-choque também redesenhado. Há novas rodas de liga leve diamantadas. No interior destaque para duas telas integradas de 10,25 pol. Versões Ultimate e N-Line foram lançadas simultaneamente.

Mantiveram-se as dimensões externas com simbólica mudança de 20 mm no comprimento. Mecanicamente, novo motor 1.6 turbo e injeção direta substituiu em boa hora o anterior 2-litros de aspiração natural. Agora entrega 193 cv e 27 kgf·m, apenas na versão a gasolina. Câmbio é automático de sete marchas com duas embreagens.

Na primeira avaliação em Itu (SP), apenas com o motor mais potente entre todos os SUVs compactos do mercado, a mudança é muito marcante com respostas imediatas e aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 7,8 s. Ótima estabilidade em curvas. Nível de ruído, outro destaque do novo motor do Creta. Sistemas de segurança (ADAS, em inglês), testados à parte, corresponderam ao esperado.

Preços mantidos: R$ 141.890 a R$ 182.090. Só na versão de topo Ultimate, com o novo motor, mais R$ 2.000 (R$ 189.990)

Ranger Black tem o preço mais competitivo do mercado

Picape média na versão de entrada da Ford recebeu pequenas melhorias de acabamento, especialmente no interior, além de itens de decoração externa. Substitui a versão anterior XLS e o preço de R$ 219.990 coloca a Ranger Black numa posição privilegiada frente aos concorrentes diretos. Manteve inalteradas as especificações de tração 4×2, câmbio automático de seis marchas e o mesmo motor diesel de 170 cv e 41,2 kgf·m, agora também fabricado na Argentina, o que costuma ajudar na redução de custos.

No interior o volante é revestido em couro. Os bancos não recebem esse material, mas melhorou bem o seu aspecto e a resistência da forração. Com um pormenor bem-humorado nas laterais dos bancos dianteiros da famosa frase em inglês de Henry Ford: “So long as it’s black”. Ele se referia a que o cliente poderia escolher qualquer cor de carroceria desde que fosse o preto, no começo do século 20. Além da padronização, a tinta secava mais rápido.

Apesar do nome Black, as cores da carroceria não se limitam ao preto: também pode em branco, prata e azul.

BMW investe R$ 1,1 bilhão e confirma híbrido plugável

Em abril último, a fabricante alemã já havia anunciado que produziria aqui o primeiro híbrido plugável premium do País, ao iniciar a comemoração de 10 anos de instalação da fábrica de Araquari (SC). Agora, além de revelar o investimento de R$ 1,1 bilhão de reais, entre 2025 e 2028, confirmou o início de fabricação do X5 híbrido plugável na versão a gasolina. Atualmente importado dos EUA, a produção nacional do SUV médio-grande deve se iniciar em novembro. Milan Nedeljković, responsável pela produção e membro da administração mundial da BMW, na sede em Munique, veio ao Brasil para o anúncio do desembolso e do início das vendas nas próximas semanas.

O diretor também não descartou uma futura versão híbrida flex que estaria nos planos, se houver demanda. A BMW já reúne experiência com este desenvolvimento desde seus primeiros motores do tipo, ao projetar o sensor de etanol junto ao sistema de injeção, bem mais preciso e confiável que o utilizado comumente após o catalisador.

Há ainda intensão de produzir outros modelos no País e também híbridos, como confirmou a presidente da operação local Maru Escobedo. Uma vantagem competitiva da marca da Bavária alemã é utilizar a mesma carroceria para oferecer carros com motores a combustão, híbridos e elétricos. Isso foi reconhecido até pelo jornal americano The New York Times, ao afirmar que a estratégia surtiu efeito nas vendas, algo de que os concorrentes duvidavam.

Entretanto, a BMW já exibiu protótipos de um sedã e um crossover específicos para motorização elétrica. Devem estrear até 2026, em alemão a Neue Klasse (Nova Classe).

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Fiat Strada continua sendo o veículo mais vendido no mercado brasileiro

As vendas de carros e comerciais leves fecharam setembro em 223.179 unidades, um aumento de 0,14% em relação a agosto e 13,7% em relação a setembro do ano passado. Foram 21 dias úteis, com 10.628 carros por dia.

Depois de passar os primeiros cinco meses do ano com vendas mensais em torno de 150 mil, o mercado se recuperou a partir de julho e mantém as vendas em alta. Pelo quarto mês consecutivo as vendas passam de 200 mil unidades. Em junho foram 202.474 carros vendidos, em julho, 227.300, em agosto 222.850 e 223.179 agora em setembro.

A briga pela liderança por modelos continua entre a Strada e o Polo. A picape da Fiat se mantém na frente, com 14.240 unidades licenciadas, contra 12.335 do Polo.

O destaque do mês vai para o Cronos, que em agosto não figurou nem entre os 20 modelos mais vendidos e nesse mês aparece na nona posição com 5.858 carros.

Veículos carros mais vendidos em setembro

AutoInforme

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Coluna Fernando Calmon — Desvalorização de elétricos usados impactam as vendas

Coluna Fernando Calmon nº 1.319 — 17/9/2024

Desvalorização de elétricos usados impactam
no crescimento de vendas

 

O comportamento do mercado quando uma nova tecnologia começa a se desenvolver, costuma enfrentar percalços que não podem ser previstos com facilidade em sua duração e alcance. Isso se repete agora no Brasil em relação aos carros 100% elétricos na comercialização de modelos usados. Comprar por impulso levou uma primeira leva de clientes a ter frustrações com a recarga de baterias em estradas e colocar o carro à venda sem encontrar interessados. O resultado foi uma forte desvalorização no preço de mercado.

Uma segunda onda ocorreu com a chegada dos elétricos chineses. Seus preços bem abaixo do mercado levaram a uma previsível e súbita desvalorização de veículos usados de todas as marcas. Para contornar a elevação do imposto de importação houve antecipação de importação e altos estoques destes veículos. Uma “invasão” de marcas chinesas com preços baixos levaram à atual onda de supertaxação tanto nos EUA quanto na Europa.

Em recente reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o presidente do portal Webmotors, Eduardo Jucevic, informou que a desvalorização média ao longo deste ano de modelos elétricos atingiu 12% contra 2,2% de carros convencionais. E acrescentou que o tempo médio para venda é 26% maior em relação a modelos híbridos ou com motores só a combustão.

Também na Europa e nos EUA os compradores resolveram esperar os preços dos elétricos recuarem e isso também levou à demanda em baixa. Por fim, o interesse redobrou por outras soluções com a consequente mudança de rumo de vários fabricantes em direção a híbridos e híbridos plugáveis. Estes últimos atraem quem deseja viajar sem se preocupar com postos de recarga.

Porsche 911 Turbo: meio século de existência

Motor de combustão interna, ciclo Otto, superalimentado por turbocompressor não foi primazia da Porsche. Em 1962 o Chevrolet Corvair (não confundir com Corvette) apareceu com esta novidade, já utilizada bem antes em motores de ciclo Diesel. Era uma unidade motriz de seis cilindros horizontais, opostos três a três, arrefecida a ar, 2,4 litros e apenas 151 cv. No entanto, a iniciativa não deu certo. A GM insistiu e lançou o Oldsmobile Toronado, em 1966, com um V-8 turbo, logo abandonado. Também houve tentativa da BMW, em 1973, no sedã 2002 Turbo e retirado de linha dois anos depois.

Coube ao 911 em 1974, no Salão de Paris, insistir na solução. A Porsche costuma afirmar que foi o primeiro motor turbo em automóveis de rua que deu certo. Inspiração veio dos monstruosos (no bom sentido) modelos de competição 917/10 e 917/30 do início dos anos 1970. As versões mais potentes, de 12 cilindros horizontais opostos seis a seis e também arrefecidos a ar, entregavam inacreditáveis 1.085 cv para corridas curtas da Série Can-Am, disputadas no Canadá e EUA, entre 1966 e 1974.

O primeiro modelo batizado apenas de Porsche Turbo (930, no jargão interno) tinha um seis-cilindros horizontais opostos três a três, arrefecidos a ar, 3-litros, 260 cv, 35 kgf·m, arrancava de 0 a 100 km/h em espantosos (para a época) 5,2 s e velocidade máxima de 250 km/h.

Passou meio século de sua estreia e a maioria dos motores de ciclo Otto atuais utilizam a mesma solução Turbo, até em modelos de entrada de baixo preço. Só que o 911 Turbo continua a impressionar como poucos modelos superesportes no mundo, já com arrefecimento a líquido, desde 1996. O motor atual biturbo, também seis-cilindros horizontais, 3,7 litros, 650 cv e 81,6 kgf·m, acelera de 0 a 100 km/h em estonteantes 2,7 s e velocidade máxima de 330 km/h.

Preços competitivos para o Peugeot 208 2025

Reestilização para o ano modelo 2025 do hatch 208 marcou também o fim de linha para o motor EC5 de 1,6 L de aspiração natural da própria Peugeot. Não havia mesmo porque mantê-lo em razão das novas exigências de emissões e consumo, tendo à mão as unidades mais modernas da Fiat e tudo sob o mesmo chapéu da Stellantis. Os motores de 1 litro são de aspiração natural ou turbo, sem alteração de potência e torque, em relação aos aplicados nos Fiat.

O compacto francês, produzido apenas em El Palomar, Argentina, recebeu modesta atualização visual concentrada na parte dianteira: luzes DRL de LED em forma de “garra de leão” (antes eram “dentes de sabre”), mudanças sutis na grade e para-choque e o novo logotipo da marca que estreou no 2008. A versão básica com câmbio manual Fiat de cinco marchas parte de um preço competitivo de R$ 76.999 e não recebeu essas mudanças. Porém ficou R$ 15.000 mais em conta que o modelo 2024, igualando-se ao valor do C3 básico, fabricado no Brasil, embora este tenha apenas dois airbags e o 208, quatro.

Atrás as modificações são ainda mais sutis. As lanternas agora têm elementos horizontais, o que dá (apenas) sensação de maior largura, que permanece igual. No interior mudou somente a interface da central multimídia de 10 pol.

Entre as outras três versões volta a GT, idêntico mecanicamente à versão Allure, e os preços vão de R$ 88.999 a R$ 114.990.

Pirelli e Bosch integram pneus aos sistemas de segurança

Pela primeira vez um fabricante de pneus e de autopeças juntam-se para ampliar sinergias e desenvolver recursos eletrônicos de segurança ativa para automóveis. O objetivo é integrar sensores internos nos pneus desenvolvidos pela Pirelli aos dispositivos da Bosch. Estes, atualmente, já monitoram pressão dos pneus dentro de um escopo mais amplo que a empresa alemã chama de Sistemas Microeletromecânicos ou MEMS, na sigla em inglês

O objetivo é coletar, processar e transmitir outros dados sobre pneus em tempo real, não limitados somente à pressão interna. Para fornecer parâmetros ao sistema de controle eletrônico do veículo, utiliza-se o BLE (sigla em inglês para Baixa Energia via Bluetooth) já desenvolvido pela Bosch.

Por sua vez, a Pirelli já aplicou seus sensores internos de pneus em atuação conjunta com a fabricante de hipercarros Pagani, do argentino naturalizado italiano Horácio Pagani. Este fundou a empresa em 1992 na cidade italiana de Modena, a mesma onde são fabricados os Ferrari. O modelo escolhido foi roadster Utopia, de 860 cv e velocidade máxima de 380 km/h!

Spin tem visual melhorado, mas ainda falta potência

Praticamente o único monovolume que resistiu ao avanço do SUVs no mercado, o Spin apresenta agora um estilo mais atual e de acordo com o restante da linha Chevrolet. Capô alto, faróis divididos em dois níveis, grade em três seções, novas rodas de 16 pol. com pneus 205/60 e lanternas traseiras redesenhadas tornaram seu estilo mais atual desde seu lançamento em 2012.

A fim de se aproximar do figurino SUV recebeu arcos plásticos nas caixas de rodas e rack de teto, além de vão livre do solo elevado em 16 mm. Dimensões externas: comprimento, 4.420 mm; entre-eixos, 2.620 mm; largura, 1.768 mm e altura, 1.699 mm. A fabricante também teve o cuidado de alargar as bitolas dianteira (1.503 mm) e traseira (1.509 mm) para compensar a altura de rodagem que alterou o centro de gravidade e assim manter o equilíbrio do carro. Os aumentos de bitolas foram pelas rodas em vez de alterações na suspensão. Porta-malas destaca-se com 553 L e mesmo na versão de sete lugares ainda há 162 L.

Novo Spin Premier

Mudanças maiores foram no interior, que incluíram novo quadro de instrumentos digital, tela multimídia de 8 pol., acabamento geral melhorado e novos porta-objetos nas laterais de portas. Há saídas de ar-condicionado para o banco traseiro, onde três adultos têm bom espaço nas três dimensões e ainda contam com regulagem longitudinal. Também houve atualização nos itens de segurança ativa: frenagem autônoma de emergência, o sempre útil indicador de distância do carro da frente, câmera de ré e os alertas de colisão, ponto cego e de saída de faixa. São seis airbags. Para o celular há carregador por indução.

Alguns senões sobre ergonomia interna: posição de regulagem dos espelhos na coluna dianteira, botão de volume da multimídia, volante sem regulagem de distância e botões de destravamento das portas mal posicionados no console.

O motor 1,8 L flex de aspiração natural continua com 111 (E)/106 (G) cv e 17,7 (E)/16,8 (G) kgf·m, porém a fábrica indica diminuição de consumo de até 11%. A massa em ordem de marcha 1.292 kg limita o desempenho do Spin, especialmente em ultrapassagens na estrada, e mesmo no uso urbano ainda falta fôlego ao ser exigido.

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Produção de motos cresce 11,4% em agosto no mercado brasileiro

A produção de motocicletas no Polo Industrial de Manaus (PIM) registrou, em agosto, 163.960 unidades fabricadas, sendo o melhor desempenho para o mês desde 2012, e uma quantidade 11,4% maior que a anotada em julho. No ano, a produção atinge 1.179.161 motocicletas, 12,1% acima do registrado em igual período de 2023.

A produção de bicicletas, também no polo industrial, totalizou 33.452 unidades em agosto, 17% acima da produção de julho.

No acumulado do ano, de janeiro a agosto, 245.421 bicicletas saíram das linhas de montagem, embora esse número tenha sido 29,2% menor na comparação com igual período de 2023. As informações são da Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares.

Em nota, a Abraciclo informa que o mercado para aquisição de motocicletas continua aquecido, principalmente modelos de baixa cilindrada que são mais econômicos; os preços são mais acessíveis tanto para a pessoa que compra sua primeira moto quanto para quem está trocando de modelo.

Em agosto, os emplacamentos somaram 163.929 unidades, 4,5% a mais do que em julho e 14,8% na comparação com agosto de 2023. Esse foi o melhor resultado para o mês nos últimos 13 anos. A média diária de vendas foi de 7.451 unidades, com destaque para as motocicletas de baixa cilindrada que detém 78,9% de participação no mercado.

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