Trump

Teste – VW Polo track impressiona muito pelo conjunto e economia

Uma das decisões mais difíceis da Volkswagen do Brasil foi substituir o campeão de vendas no Brasil. E o próprio Gol demorou para pegar quando surgiu para substituir o lendário Fusca. A dificuldade, fez a Volkswagen adiar muitas vezes o fim da produção do Fusca. E a decisão foi mais que acertada. O Polo é, nas últimas messes, o campeão de vendas do mercado brasileiro e em outros países da América do Sul. Muito superior ao Gol, o Polo é um modelo muito competente. Pela versão Tracck representar XX% das vendas da família Polo, decidimos testar essa versão. O que leva o Polo Trackser o queridinho do Brasil?

O modelo de entrada, o Track tem transmissão manual de cinco velocidades, interior mais despojado e motor de 1,0litro aspirado de 84 cavalos. Para quem quer um modelo de entrada e não se importar por ter que trocar de marchas, o Track é uma excelente opção. Ele concorrer diretamente com o Fiat Argo e os dois se equivalem.  Ao longo dos anos, a Volkswagen do Brasil vinha tentando substituir o valente Gol.

O modelo Track tem linhas muito bonitas, modernas e parece um modelo de categorias superiores. A versão de entrada não tem retrovisores com controle elétrico, painel mais simples, tela com poucos aplicativos e rádio simples. Logicamente que o modelo pode ser equipado com uma infinidade de opcionais. Apesar da simplicidade o interior do Track é muito agradável e confortável. O espaço para quatro passageiros é muito bom, mas para cinco, assim como nos demais automóveis, a situação complica. A versão testada, que não era a básica total, tinha ar condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros, travamento das portas, porta-malas e bocal do tanque elétrico.

Usando a moderna plataforma MQB, o Polo é muito mais avançado em termos de rigidez estrutural, segurança e dinâmica de condução que o Gol. Em termos de segurança, O Polo tem de série quatro airbags, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa e bloqueio eletrônico do diferencial e ABS

Motorização

O Polo Track está equipado com um motor 1,0 litro, aspirado, que desenvolve 84 cavalos de potência e 10,6 kgfm de torque quando abastecido com etanol, e 77 cavalos e 9,6 kgfm com gasolina. A transmissão é manual tem engates precisos, muito suaves (uma tradição dos modelos da marca alemã.), mas poderia ter seis marchas. Apesar de aumentar um pouco o preço, iria melhorar o consumo, principalmente nas estradas. O Polo tem um bom desempenho para a sua categoria. Em ultrapassagens, nas rodovias, necessita um pouco mais de planejamento. Se levando em conta ser uma motorização de um litro, o desempenho. Porém, muito coerente com a proposta.

O novo modelo acelera de 0 a 100 km/h em 14,7 segundos e atinge a velocidade máxima de 169 quilômetros por hora. Na estrada, apesar de ser competente, por ter motorização de um litro, é preciso planejar as ultrapassagens e retomadas. Já na cidade, o Track é ágil e muito gostoso de dirigir.

Outro ponto positivo é o consumo. Durante nossa avaliação, o modelo fez médias de 13,7 quilômetros por litro com gasolina e 9,9 com etanol no perímetro urbano. Já no ciclo rodoviário, o Track fez 15,6 com gasolina e 11,4 com etanol. São números bem razoáveis.

Andando

Ao rodar é que se percebe quanto o Volkswagen Polo Track e um veículo equilibrado. A suspensão, 1,7 centímetros mais elevada que a dos demais membros da família Polo, e os pneus 185/65 R15, com calotas pitadas de preto, absorvem bem as irregularidades do solo e tem uma ótima estabilidade. Isso mesmo com a maior altura do solo.

Os freios a disco na dianteira e a tambor na traseira (para baratear o modelo) param o carro em espaços razoáveis e sem desvios. Ou seja, o conjunto é agradável e passa segurança para quem o dirige. Apesar de o volante não ter regulagens nem de altura nem de profundidade, achar uma boa posição para dirigir não é uma tarefa muito difícil, graças ao banco do motorista, que tem regulagem de altura.

Preço
VW Polo Track R$ 94.340,00 (modelo avaliado)

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Jeep comemora 80 anos da versão civil do valente CJ2A

Sem dúvida, o valente Jeep é o veículo civil é o modelo mais longevo da história automotiva mundial. Este mês ele completa 80 anos de produção. Mesmo gerando uma série de outros modelos, nenhum chega aos pés da sua tradição e da enorme legião de faz.

Derivado do modelo de 1941, destinado para o exército americano usar na Segunda Guerra Mundial o Jeep CJ-2A, versão não militar, foi lançado em 1945 e até hoje mantém a icônica grade com sete fendas, um elemento de design que atravessou décadas e ainda define a identidade visual do modelo. Ao longo dos anos, foi ganhando sofisticação e tecnologia e se tornou um dos mais importante e respeitados veículos para o off-road.

O CJ-2A foi fabricado até 1949 quando foi substituído pelo CJ-3A, que trouxe melhorias estruturais como para-brisas de peça única e eixo traseiro reforçado, mantendo o motor original, de quatro cilindros com cabeçote em L. O CJ-3A chegou com melhorias estruturais, seguido pelo CJ-3B em 1953, que passou a ser montado no Brasil, em São Bernardo do Campo, pela Willys-Overland do Brasil.

O CJ-5, fabricado de 1957 a 1982, e o CJ-6 introduzido em 1956 e produzido até 1975, vieram depois e receberam ainda eixos mais robustos, freios maiores e bitola mais larga.

A grande virada veio em 1986, com o lançamento do CJ-7, o primeiro Jeep a oferecer transmissão automática, teto rígido moldado e portas de aço como opcionais. Com entre-eixos maior e visual mais moderno, o CJ-7 foi um marco. Hoje, o Wrangler e a picape Gladiator mantêm viva a valentia off-road.

Ao longo de quatro décadas, mais de 1,5 milhão de veículos CJ foram produzidos.

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Lula inaugura fábrica da chinesa GWM no interior de São Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta sexta-feira (15) da inauguração da nova fábrica da montadora chinesa Great Wall Motors (GWM), em Iracemápolis, no interior paulista.

A planta, adquirida da Mercedes-Benz em 2021, já conta com cerca de 400 trabalhadores contratados e está preparada para produzir até 50 mil veículos por ano, com foco em modelos híbridos e sustentáveis. A previsão da montadora é que a fábrica paulista gere, até o fim de 2025, de 800 a mil postos de trabalho.

A produção inicial prevista é de 20 mil a 30 mil veículos por ano e deve ser expandida para 50 mil em três anos. No futuro, a GWM pretende chegar a 100 mil carros feitos por ano no local.

Os investimentos já anunciados pela GWM no Brasil são de R$ 10 bilhões, cerca de R$ 4 bilhões de 2022 a 2025 e R$ 6 bilhões de 2026 a 2032. Na fábrica de Iracemápolis, o primeiro modelo a ser produzido será o SUV Haval H6, que contará com versões híbridas.

Segundo a empresa, a produção local começa com peças importadas, mas dentro das regras do programa federal MoVer, que estimula a mobilidade verde. De acordo com a GWM, no início da produção já haverá conteúdo local nos carros montados no local, o que inclui componentes como pneus, vidros, rodas, bancos e chicotes elétricos, além do processo de pintura dos veículos que deverá ser realizado localmente desde o princípio. O objetivo da empresa é alcançar 60% de nacionalização dentro de três anos.

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Padilha chama Trump de inimigo da saúde e afirma que sanção é absurda

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (foto), classificou como absurda a sanção imposta pelo governo dos Estados Unidos a dois profissionais brasileiros vinculados ao programa Mais Médicos. Hoje (14), durante a inauguração de uma nova etapa da fábrica de hemoderivados da Hemobrás, em Pernambuco, ele se referiu ao presidente norte-americano Donald Trump como “inimigo da saúde”.

“Estamos enfrentando não só o tarifaço. Estamos enfrentando a figura do presidente atual dos EUA, um inimigo da saúde. Antes das tarifas, desde o começo do governo dele, a cada momento, ele faz ataques à saúde do mundo como um todo”, disse, ao citar o corte de recursos feito por Trump para a produção de vacinas em território estadunidense.

Perseguição

O ministro da Saúde avaliou que o mandatário norte-americano incentivou “uma verdadeira perseguição” contra pesquisadores de vacinas nos EUA.

“Tanto é que estamos atraindo aqui para o Brasil, para a Hemobrás e para a Fiocruz, para as empresas nacionais e para as empresas privadas internacionais que investem no Brasil, vários pesquisadores que estão saindo dos EUA porque não aguentam mais a perseguição do negacionismo da extrema direita”, argumentou.

Em seu discurso, o ministro lembrou ainda que Trump também retirou recursos provenientes dos EUA da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dos principais fundos de produção de vacinas, além de ter rompido contratos de produção de vacinas nos EUA “porque não quer apostar mais na vacina RNA mensageiro”.

Ataque

“O último ataque que o governo Trump fez à saúde foi a sanção absurda ontem (13) contra dois brasileiros – um deles, inclusive, pernambucano de coração, Mozart Sales – que tiveram, pelo governo dos EUA, seus vistos e o direito retirados, deles e das famílias deles, filhos e esposas, de poder entrar nos EUA porque participaram da criação do programa Mais Médicos,” argumentou Padilha.

E acrescentou: “digo ao querido Mozar Sales, ao Alberto Kleiman e a todos aqueles que participaram do programa Mais Médicos: tenho orgulho do que vocês fizeram. Tenho orgulho da luta de vocês”, assegurou Padilha, ao destacar que, atualmente, o programa contabiliza mais de 28 mil profissionais espalhados pelo país, sendo mais de 95% deles brasileiros.

“No Mais Médicos, lá atrás, a gente não só trouxe médicos para onde faltava. A gente abriu possibilidade para que jovens brasileiros pudessem entrar numa faculdade de medicina, abrindo mais cursos. Hoje, mais jovens brasileiros se formam e, por isso, ocupam as vagas no Mais Médicos”, concluiu o ministro.

Entenda

O Departamento de Estado norte-americano anunciou, nessa quarta-feira (13), a revogação dos vistos de funcionários do governo brasileiro, de ex-funcionários da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e de seus familiares. A justificativa do governo Trump é que eles atuaram na implementação do Mais Médicos enquanto trabalhavam no Ministério da Saúde e que são cúmplices “do trabalho forçado do governo cubano”.

Foram revogados os vistos do secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales, e do ex-assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde e atual coordenador-geral para a 30ª Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Mudanças Climáticas COP30, Alberto Kleiman.

Logo após a sanção, Padilha defendeu o programa que, segundo ele, “sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja”.

“O programa salva vidas e é aprovado por quem mais importa: a população brasileira. Não nos curvaremos a quem persegue as vacinas, os pesquisadores, a ciência e, agora, duas das pessoas fundamentais para o Mais Médicos na minha primeira gestão como ministro da Saúde, Mozart Sales e Alberto Kleiman”, disse em postagem nas redes sociais.

Após ter o visto revogado, Mozart Sales também defendeu o programa, citando impactos positivos e melhoria expressiva na saúde da população.

Manifestação

Em seu perfil no Instagram, o médico classificou o programa como “iniciativa primordial” para garantir atendimento a milhões de brasileiros e lembrou que, no momento da criação do Mais Médicos, o governo brasileiro recorreu à possibilidade de cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), levando à contratação de profissionais cubanos.

“Médicos cubanos já prestavam esse atendimento em outros 58 países de diferentes orientações político-ideológicas, por meio de mecanismos de cooperação internacional. Graças a essa iniciativa, a presença de profissionais brasileiros, cubanos e de outras nacionalidades ofereceu atenção básica de saúde e mãos fraternas a quem mais precisava. Diminuiu dores, sofrimentos e mortes”, escreveu Mozart. (Agência Brasil)

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Mais Médicos promoveu melhoria da saúde da população, afirma secretário

Após ter o visto revogado pelo governo dos Estados Unidos em razão de sua ligação com o Mais Médicos, o secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales, defendeu nesta quinta-feira (14) o programa, citando impactos positivos e melhoria expressiva na saúde da população.

Em seu perfil no Instagram, o médico classificou o programa como “iniciativa primordial” para garantir atendimento a milhões de brasileiros. Lembrou que, no momento da criação do Mais Médicos, o governo brasileiro recorreu à possibilidade de cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), levando à contratação de profissionais cubanos.

“Médicos cubanos já prestavam esse atendimento em outros 58 países de diferentes orientações político-ideológicas, por meio de mecanismos de cooperação internacional. Graças a essa iniciativa, a presença de profissionais brasileiros, cubanos e de outras nacionalidades ofereceu atenção básica de saúde e mãos fraternas e quem mais precisava. Diminuiu dores, sofrimentos e mortes”, escreveu Mozart.

No post, o secretário citou ainda uma aprovação, logo no início do programa, de 87%, segundo dados do Datafolha divulgados em 2013. “Inúmeras publicações científicas comprovam os impactos positivos e a melhora expressiva na saúde da população”, escreveu.

“Essa sanção injusta não tira minha certeza de que o Mais Médicos é um programa que defende a vida e representa a essência do SUS [Sistema Único de Saúde], o maior sistema público de saúde do mundo – universal, integral e gratuito”, concluiu Mozart.

Entenda

O Departamento de Estado norte-americano anunciou nessa quarta-feira (13) a revogação dos vistos de funcionários do governo brasileiro, de ex-funcionários da Opas e de seus familiares.

A justificativa do governo de Donald Trump é que eles atuaram na implementação do Mais Médicos enquanto trabalhavam no Ministério da Saúde e que são cúmplices “do trabalho forçado do governo cubano”.

Foram revogados os vistos de Mozart e do ex-assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde e atual coordenador-geral para COP30, Alberto Kleiman.

Após a sanção, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu o programa que, segundo ele, “sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja”.

“O programa salva vidas e é aprovado por quem mais importa: a população brasileira. Não nos curvaremos a quem persegue as vacinas, os pesquisadores, a ciência e, agora, duas das pessoas fundamentais para o Mais Médicos na minha primeira gestão como ministro da Saúde, Mozart Sales e Alberto Kleiman”, disse em postagem nas redes sociais. (Agência Brasil)

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Para comemorar os 70 anos da Festa do Peão, VW lança série especial

Para comemorar os 70 anos da Festa do Peão de Barretos, a Volkswagen lançou uma série especial da sua picape média. A Amarok Barretos 70 Anos é limitada em 200 unidades.

O modelo especial da Amarok será o carro oficial da Festa, que ocorre entre os dias 21 e 31 de agosto de 2025, no Parque do Peão, em Barretos-SP. O evento organizado há 70 anos pelos Os Independentes, deve receber quase um milhão de visitantes, terá mais de 130 shows e reunirá dezenas de atrações, além de contar com uma programação intensa de cultura, tradição e entretenimento.

A picape comemorativa, que conta com motor V6, diesel, de 252 cavalos, é baseada no modelo Extreme. O modelo conta com itens e detalhes únicos no interior e exterior. Ela chega com capota marítima, amortecedor na tampa da caçamba, adesivo lateral alusivo a Barretos e adesivos laterais e traseiro com o tradicional logo da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos. A única cor disponível é a cinza Moonstone, antes presente apenas nos modelos Nivus e Saveiro.

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Governador rebate dados mentirosos de Trump sobre violência no DF

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, enviou nesta terça-feira (12) uma carta endereçada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em que reage às declarações do republicano, que citou Brasília como exemplo de capital violenta.

“Em razão de recentes declarações públicas proferidas por Vossa Excelência, nas quais Brasília foi mencionada de forma comparativa a localidades internacionalmente reconhecidas por elevados índices de violência, é necessário esclarecer, com base em dados oficiais, que tal percepção não reflete a realidade da capital brasileira”, escreveu Ibaneis.

No documento, o governador cita dados do Atlas da Violência 2024, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que mostram que Brasília registrou, no ano passado, taxa de 6,9 homicídios para cada 100 mil habitantes – terceira menor dentre todas as capitais do país. “Este resultado representa um marco histórico e reflete políticas públicas assertivas”.

“Recentemente, inclusive, promovi reunião com governadores de diversos estados brasileiros, com o objetivo de defender a abertura do diálogo direto com o governo norte-americano. Durante o encontro, enfatizou-se a necessidade de redução da tensão entre os dois países e de que haja atuação coordenada com o Congresso Nacional, visando minimizar prejuízos à economia nacional”, completou Ibaneis.

Entenda

Nesta segunda-feira (11), Trump anunciou intervenção federal na segurança da capital norte-americana Washington, alegando que a violência na cidade estaria fora de controle. O republicano ordenou a retirada de pessoas em situação de rua e de criminosos das ruas de Washington.

Ao justificar as medidas, o presidente norte-americano disse que a criminalidade na capital norte-americana superou a registrada em diversas capitais globais, classificadas por ele como “piores lugares do mundo” – incluindo Brasília.

Cidade do México

Outra capital citada por Trump é a Cidade do México. Em resposta, a prefeita Clara Brugada destacou que a cidade mexicana registrou, em 2024, uma taxa de homicídios de 10 por 100 mil habitantes – 60% menos do que o verificado em Washington onde, segundo ela, foram contabilizados mais de 27 homicídios por cada 100 mil habitantes. (Agência Brasil/Agência Lusa)

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Cross Urbano Caixa/Corrida da Ponte aquece o domingo do Dia dos Pais

O domingo do Dia dos Pais amanheceu ensolarado e frio em Campinas-SP. Com os termômetros indicando 10 graus às 7h, 2 mil atletas alinharam para a largada do Cross Urbano Caixa/Corrida da Ponte. A partir daí, a temperatura subiu. Esquentou com o calor provocado pelas passadas durante o percurso de 5k e 10k. Também pela paixão pelo clube, que comemora 125 anos de fundação nesta segunda-feira (11), e pelo amor de muitos pais e filhos, que correram lado a lado nas ruas da cidade do interior paulista.

A cereja do bolo para os corredores foi a volta olímpica ao final da prova, passando por dentro do tradicional estádio Moisés Lucarelli antes da linha de chegada. Foi esse tipo de emoção que tornou a corrida ainda mais especial para atletas como Marina Malachias, campeã dos 10k, com o tempo de 41min19seg. “Adorei a prova. Sou de Jaguariúna e torcedora da Ponte. O percurso é técnico e desafiador e chegar dando a volta olímpica é maravilhoso. Não tem como não lembrar dos jogos”, comentou.

Jorge Luís Siqueira e Thaís Reinaldi Siqueira compartilharam os mesmos sentimentos. Pontepretanos, pai e filha correram juntos os 5k. “Cruzei a linha de chegada chorando, muito agradecida por estar ao lado do meu pai, que me ensinou a paixão pelo clube. Eu entrava em campo junto com o time quando tinha seis anos de idade e hoje trago o meu filho. Amor não se explica”, disse Thaís.

Jorge, que começou a correr em 2023, incentivado pela filha, ainda ganhou um presente extra neste domingo. Bateu seu recorde pessoal. “Adorei a prova e correr com a minha filha é sempre especial, ainda mais no Dia dos Pais. Eu estava fazendo os 5k para 45 minutos e esperava correr para 42 hoje. No final, baixamos e completamos em 40 minutos”, contou.

O pai de Thaís chegou cerca de 3 minutos atrás do campeão dos 10k. Sebastião Donizete Vida cruzou a linha de chegada do Cross Urbano Caixa/Corrida da Ponte após 37min34seg de prova. E foi uma chegada acirrada, decidida nos últimos metros. O segundo colocado, Walter Ricardo Nicolucci, veio na cola do líder, um segundo atrás, com o tempo de 37min35seg.

Freddy Carvalho, idealizador do Cross Urbano, destacou o recorde de 2 mil participantes e a presença das famílias. “A parceria com a Ponte rendeu bons frutos para o nosso evento, que tem patrocínio da CAIXA e do Governo Federal, e também para o clube, que comemora 125 anos. Tivemos um resultado fantástico em Campinas. E com o Dia dos Pais, reunimos ainda mais pessoas. Vieram não só os corredores, mas seus familiares, tanto que contabilizamos cerca de 4 mil pessoas, incluindo adultos e também crianças. E não podemos esquecer dos pets, pois tivemos muitos cachorros com seus tutores também”, comentou.

Diego Almeida,  gerente de marketing e novos negócios da Ponte Preta, também comemorou o resultado. “Este ano foi desafiador por conta dos 125 anos do clube. E a chegada do Cross Urbano Caixa representou um reforço importante para o nosso evento. E conseguimos entregar um grande evento, com recorde de participantes. Vimos muitas mulheres, muitas crianças, muitas famílias. Filhos correndo com os pais. E pelos pais que deixaram um legado ao ensinar a paixão pela Ponte. Queremos trazer esse público para perto do estádio, para o dia a dia do clube. Queremos abraçar cada vez mais a comunidade de Campinas”, completou.

Resultados
10k – Masculino
Sebastião Donizete Vida (37min34seg)
Walter Ricardo Nicolucci (37min35seg)
Fernando Anastácio de Moura (37min52seg)
Billy Joe da Silva Queiroz (38min12seg)
Rodrigo Regis Romão (38min27seg)

10k – Feminino
Marina Malachias (41min19seg)
Julia Alves de Oliveira (45min07seg)
Luana Cunha de Andrade (45min34seg)
Tamara Brígida Padula (48min12seg)
Verônica Santos (47min40seg)

5k – Masculino
Douglas Miguel (17min12seg)
Wevertton da Silva Santos (17min42seg)
Rafael Cabral (17min53seg)
Erivaldo Domingues Mendes (17min57seg)
Pedro Diego Zoli (18min07seg)

5k – Feminino
Letícia Soares (19min56seg)
Yane Lima Pereira(20min06seg)
Pâmela Jorge Paiva (21min14seg)
Natália Monteiro de Souza (22min23seg)
Regina Célia Teixeira Boretti (22min41seg)

Conhecido como Corrida dos Estádios, o Cross Urbano Caixa 2025 já passou por Brasília (DF), em prova diurna, e Belém (PA) e Teresina (PI), noturnas. Depois de Campinas, chegará também a Fortaleza (CE), Maceió (AL) e Rio de Janeiro (RJ), todas à noite, totalizando sete etapas na temporada. Lançado em 2014, ano da Copa do Mundo no País, veio para fomentar o multiuso das arenas. A ideia do evento é não usar as vias públicas, em um circuito de corridas conceito.

O Cross Urbano Caixa/Corrida da Ponte foi organizado pela Bravus, com patrocínio da Caixa, Governo Federal e Associação Atlética Ponte Preta.

Próximas etapas 2025
06/09 – Arena Castelão – Fortaleza (CE) – noturna
04/10 – Estádio Rei Pelé –  Maceió (AL) – noturna
01/11 – Parque Olímpico da Barra – Rio de Janeiro (RJ) – noturna

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Superesportivo chinês da BYD supera Ferrari, Lamborghini e McLaren

Estamos acostumados com os modelos chineses que normalmente são sedãs ou suvs. Agora um superesportivo que pode superar um Ferrari ou um Lamborghini, é uma novidade. Num evento em Interlagos, a BYD mostrou o Yangwang U9. O primeiro da superesportivo da marca chinesa foi produzido com materiais leves e sofisticados, como fibra de carbono T700 12K, utilizada na indústria aeroespacial e muita tecnologia.

O modelo tem, por exemplo, sensores para prever o que acontece nas ruas ou estradas de maneira antecipada, ajustar rapidamente a rigidez dos amortecedores para conseguir a melhor estabilidade e faróis de LED com mais de 66 lâmpadas que formam um desenho interestelar.

A familiaridade com outros esportivos é clara, como frente e os faróis muito parecidos com a do McLaren 750S. Além do design, o U9 se destaca pela potência. São 1324 cavalos produzidos por quatro motores elétricos, um em cada roda, formado assim a tração integral. Tão impressionante como a potência é o torque máximo: 171,3 kgfm. Essas usina de força levam o superesportivo a 309 quilômetros por hora e acelerar de zero a 100 km/h em apenas 2,3 segundos.

As baterias de 80 kWh estão integradas ao monocoque de fibra de carbono, com boa rigidez torcional. A autonomia é de 450 quilômetros. O interessante é que as baterias podem ser recarregadas, de 30% a 80%, em 10 minutos a uma velocidade de 500 kW (vale destacar que, no Brasil, não existem esses carregadores e nem a rede aguenta essa “velocidade”).
Os enormes freios a disco nas quatro rodas são de fibra de carbono e cerâmica.

A asa traseira pode ser regulada em quatro posições, podendo chegar a 200 quilos de pressão aerodinâmica, melhorando a já boa estabilidade. O superesportivo dispõe de seis modos de condução, ajustáveis através de um seletor meio do console. E que aliás, console esse que é muito semelhante também á McLaren 750s.

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Lula quer decisão conjunta do Brics sobre tarifas dos Estados Unidos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (6) que vai conversar com os representantes dos países que integram o Brics sobre a taxação dos Estados Unidos aos produtos desses países. Em entrevista à agência de notícias Reuters, ele informou que pretende ligar para o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e para o presidente da China, Xi Jinping.

“Vou tentar fazer uma discussão com eles sobre como cada um está dentro da situação, qual é a implicação que tem em cada país, para a gente poder tomar uma decisão”, disse Lula, lembrando que o Brics tem dez países no G20, o grupo que reúne 20 das maiores economias do mundo.

No Brasil, entraram em vigor nesta quarta-feira (6) as tarifas de 50% impostas sobre parte das exportações brasileiras para os Estados Unidos. Também nesta quarta-feira, o  presidente americano, Donald Trump, publicou um decreto impondo tarifa adicional de 25% sobre os produtos da Índia, com o argumento de que o país importa direta ou indiretamente petróleo russo.

Prioridades

Segundo Lula, a prioridade do governo brasileiro, nesse momento, é ajudar as empresas brasileiras a encontrar novos mercados para seus produtos e cuidar da manutenção dos empregos. O texto da medida provisória (MP) com as ações planejadas pelo governo em resposta ao tarifaço deve ser enviado ao Palácio do Planalto pelo Ministério da Fazenda ainda nesta quarta-feira (6). Lula ressaltou que não vê abertura para negociação com Trump neste momento.

“Eu não liguei porque ele não quer telefonema. Não tenho por que ligar para o presidente Trump, porque nas cartas que ele mandou e nas suas decisões ele não fala em nenhum momento em negociação, o que ele fala é em novas ameaças”, disse Lula.

Lula reafirmou que quer fazer tudo o que for possível antes de “tomar outra medida que signifique que as negociações [com os Estados Unidos] acabaram”.

“Eu estou fazendo tudo isso [negociando] quando poderia anunciar uma taxação dos produtos americanos. Não vou fazer porque não quero ter o mesmo comportamento do presidente Trump. Eu quero mostrar que quando um não quer, dois não brigam, e eu não quero brigar com os Estados Unidos”. 

O presidente lembrou que o Brasil recebeu o comunicado da taxação de forma totalmente autoritária. “Não é assim que estamos acostumados a negociar”, afirmou.

Intromissão

O presidente Lula afirmou que não é admissível que o presidente americano resolva “dar pitaco” no Brasil. “Não é uma intromissão pequena, é o presidente da República dos Estados Unidos achando que pode ditar regras em um país soberano como o Brasil. Não é admissível que os Estados Unidos e nenhum país grande ou pequeno resolva dar um pitaco na nossa soberania”, afirmou.

“Ele que cuide dos Estados Unidos, do Brasil, cuidamos nós. Só tem um dono esse país, e só um dono que manda no presidente da República, é o povo, o povo que elegeu, o povo que pode tirar”.

O presidente também citou trechos da decisão de Trump que criticam a legislação brasileira sobre as grandes empresas de tecnologia americanas, as big techs.

“Esse país é soberano, tem uma Constituição, tem uma legislação. É nossa obrigação regular o que a gente quiser regular de acordo com os interesses e a cultura do povo brasileiro. Se não quiser regulação, saia do Brasil”, disse Lula. (Agência Brasil)

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