Saúde

Secretaria de Saúde intensifica vacinação contra a febre amarela

Com o objetivo de fortalecer a imunização para quem reside em regiões onde o risco de transmissão é maior, como as áreas rurais, ou  próximas das matas, a Secretaria de Saúde de Campinas ampliou a estratégia contra a febre amarela nesta semana com a vacinação de casa em casa realizada por equipes de 26 centros de saúde (CSs).

Na semana anterior, a Secretaria de Saúde já havia iniciado um trabalho temporário para intensificar a imunização em aproximadamente 1,9 mil residentes em 11 bairros de risco para a doença: Carlos Gomes, Gargantilha, Sousas, Joaquim Egídio, Xangrilá, Recanto dos Dourados, Bananal, Village, Jardim Paranapanema, Jardim São Vicente e Parque Jambeiro.

A estratégia de vacinar de casa em casa amplia a ação e contempla locais que fazem parte da abrangência dos CSs e apresentam as condições naturais que significam maior potencial de risco para transmissão.

Porém, a orientação do Programa de Imunização é para que todos os moradores de Campinas, a partir de 9 meses, que ainda não receberam a dose, compareçam aos CSs para aplicação. Vale destacar, porém, que a vacinação é seletiva, ou seja, as pessoas a partir de 5 anos que já tomaram uma dose ao longo da vida não precisam receber outra.

“A vacinação contra febre amarela é a principal estratégia de prevenção e controle da doença, sendo essencial para a proteção da saúde. Sendo assim, a atenção deve ser redobrada para aqueles que moram, atuam ou se deslocam para onde o risco de transmissão é maior”, destacou a coordenadora do Programa de Imunização, Chaúla Vizelli.

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Na volta às aulas especialistas reforçam importância da vacinação

No retorno dos estudantes às salas de aula é importante que os responsáveis confiram se a carteira de vacinação está em dia. “Toda vez que você tiver um grupo grande de crianças ou de adolescentes convivendo, tem um aumento de risco de transmissão de doenças. Então, é por isso que vacinar significa se proteger daquela doença e também proteger a coletividade”, explica a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabella Balallai.

Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece 16 vacinas para crianças e adolescentes que protegem contra mais de 20 doenças, além das vacinas contra dengue, que é aplicada em regiões do país com maior risco de contágio, contra a influenza, que tem campanha anual, e de alguns imunizantes especiais para públicos específicos. Algumas delas têm esquema de duas ou três doses, outras exigem dose de reforço algum tempo depois do esquema inicial para que a proteção permaneça alta. Ou seja: a proteção efetiva depende de muitas idas ao posto de saúde e não apenas para os bebês.

Para a imunologista e gerente médica de vacinas da farmacêutica GSK,  Ana Medina, isso mostra como o calendário vacinal do Brasil é robusto, mas pode confundir os responsáveis. Por isso, momentos de preparação para novos ciclos, como a volta às aulas, são uma boa oportunidade de conferir a carteira de vacinação.

“A gente fica num período de férias, naquele ambiente mais familiar, com possibilidade menor de contágio e depois passa para aquele ambiente escolar que, por mais seguro que seja, tem aglomeração, muitas vezes é uma sala fechada, com ar condicionado e tudo isso favorece transmissão de doenças infecciosas de uma forma geral. E a gente tem ainda o compartilhamento de objetos: a criança pequena pega o brinquedo, coloca na boca, outra criança pega e coloca na boca também, um adolescente empresta um batom, um copo. E eles voltam com aquela saudade né? Então querem abraçar, beijar”, alerta a especialista.

A diretora da SBIm, Isabella Ballalai, destaca algumas doenças infeciosas que podem ter desfechos graves em crianças, mas são preveníveis por vacinas: “30% dos infectados por meningite pneumocócica morrem e 20% dos que tem meningite meningocócica morrem. E dos que sobrevivem, um em cada cinco vai ter sequela grave como amputação dos membros, entre outras, para o resto da vida”. Essas doenças são causadas por bactérias do tipo pneumococo e meningococo, mas o SUS oferece as vacinas Pneumo-10, Meningo C e Meningo ACWY que protegem contra os sorotipos mais prevalentes.

Ela também cita a coqueluche, infecção respiratória causada por bactéria, que atinge principalmente os bebês e têm causado surtos em diversos locais. Em 2024, o Brasil registrou mais de 6.700 casos da doença, 31 vezes mais do que em 2023, e 28 mortes. A vacina Penta, aplicada nas crianças, protege contra a coqueluche e também contra difteria, tétano, hepatite B e infecções por Haemophilus influenzae B, mas é essencial que as mulheres grávidas recebam o imunizante dTpa em todas as gestações, para que o bebê já nasça com anticorpos.

Isabela lembra a covid-19: “A pandemia está numa situação muitíssimo melhor, mas a gente ainda tem muitos casos e muitas mortes. E o segundo grupo que mais morre de covid-19 no Brasil é de crianças menores de 1 ano que não estão vacinadas”. Desde o ano passado, a vacina contra a covid-19 faz parte do calendário básico do SUS e todas as crianças de 6 meses a menos de 5 anos devem receber duas ou três doses, dependendo do imunizante. Mas, de acordo com o painel de cobertura vacinal do Ministério da Saúde, só 32,4% do público-alvo de até 4 anos tomaram pelo menos duas doses.

A diretora da SBIm também ressalta que a vacinação de crianças e adolescentes ajuda a prevenir o adoecimento da população em geral, porque eles são grandes vetores de agentes infecciosos:  “A literatura mostra que a primeira onda de casos de influenza na sazonalidade ocorre entre as crianças. Então, no ambiente coletivo como a escola, os surtos são mais do que comuns: essas crianças se infectam, adoecem e transmitem a influenza“. É também por essa razão que as crianças de seis meses até menores de 6 anos devem ser imunizadas nas campanhas anuais. Crianças e adolescente também são os maiores transmissores de pneumococos e meningococos.

Para que essa cadeia de transmissão seja interrompida, ela recomenda que estudantes com sintomas como febre, tosse e coriza fiquem em casa enquanto estiverem doentes e pelo menos mais 24 horas, depois que os sintomas cessarem. Outra medida essencial é a vacinação dos profissionais das escolas, para que eles não se contaminem e não transmitam doenças aos alunos.

A imunologista Ana Medina complementa que as escolas precisam ser aliadas da vacinação, promovendo educação em saúde, mas ressalta: “Tem que buscar fontes corretas de informação. A gente tem o site do Ministério da Saúde, com uma série de informações adequadas sobre atualização de carteira de vacinação, tem o site da Sociedade Brasileira de Imunizações, que inclusive tem uma parte voltada para o público leigo falando sobre as diferentes doenças. Educação com fontes confiáveis: esse é o primeiro ponto.”

Ela também reforça que os responsáveis não devem ter medo de vacinar seus filhos, porque todos os imunizantes autorizados para uso na rede pública ou privada passam por rigorosos testes de segurança: “E os estudos de segurança nunca param. Depois que a vacina é lançada no mercado, a gente tem o que chama de estudo de fase 4, que são os estudos de farmacovigilância. Essa segurança é acompanhada ao longo da utilização da vacina. E quando você olha todos os estudos, as principais reações adversas geralmente são locais, aquela dor no local da aplicação, um inchaço, um avermelhamento. Isso é esperado de boa parte das vacinas, mas são reações aceitáveis, especialmente quando a gente compara com a gravidade das doenças que elas previnem.” (texto e fotos Agência Brasil)

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Prefeito de Campinas assume presidência do Consórcio Conectar

Com o objetivo de reduzir os custos em saúde dos municípios pertencentes á FNP – Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP), o prefeito de Campinas, Dário Saadi, assumiu nesta hoje (28), a presidência do Consórcio Conectar para um mandato que vai de 2025 a 2027.

A posse de Dário foi realizada durante uma assembleia extraordinária on-line em que também foram apresentados os novos vice-presidentes e conselheiros fiscais do Conectar. Trata-se do maior consórcio público do País em saúde, com 1.750 municípios participantes.

“Esse consórcio tem o objetivo de ser um formulador de compras públicas na área de saúde em larga escala. Há um papel fundamental para reduzir custos nos municípios. Estou muito honrado com essa oportunidade e vamos trabalhar nesse sentido”, afirmou o prefeito.

Dário sucede o ex-prefeito de Araraquara Edinho Silva na presidência, um dos presentes na cerimônia realizada nesta manhã. Ele foi acompanhado na posse pelo secretário de Saúde de Campinas, Lair Zambon, e pela secretária adjunta de Administração, Clair de Oliveira.

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Uma a cada três crianças tem perfil aberto em redes, alerta pesquisa

Aos 12 anos, a menina não tira os olhos das interações que chegam pela janelinha que carrega nas mãos. Para ficar feliz, basta o telefone celular vibrar com alguma interação ou novo seguidor. É por isso que a garota, que mora em São Paulo (SP), mesmo tão jovem, deixou o perfil aberto em redes como Instagram e Snapchat.

Isso quer dizer que não é necessária autorização para que qualquer pessoa possa visualizar as postagens dela. Esse comportamento da menina, que é à revelia da família, deixa a mãe, a publicitária Suzana Oliveira, de 41, muito preocupada.

Um levantamento da empresa Unico, especializada em identidade digital, e do Instituto de Pesquisas Locomotiva, divulgada nesta terça (28), Dia Internacional da Proteção de Dados, mostra que o caso dessa menina está longe de ser uma raridade.  Segundo a pesquisa, pelo menos uma a cada três contas atribuídas a crianças e adolescentes de 7 a 17 anos de idade em redes sociais no Brasil têm perfil “totalmente aberto”.

A pesquisa divulgada pelas entidades foi realizada com a participação de 2.006 responsáveis por crianças e adolescentes em todo o Brasil. O levantamento ocorreu entre os dias 9 e 24 de outubro de 2024, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

“Sem controle”

Entre outros dados que deixam as famílias em alerta é que quase metade (47%) desse público não controla os seguidores nas redes sociais (jovens que adicionam qualquer pessoa à conta e interagem com desconhecidos). Isso tem tirado o sono de Suzana, a mãe da criança paulistana.

Ela diz que tem monitorado, via aplicativo, as ações da filha e que restringe o tempo na frente da tela pequena. Só que a pressão tem sido motivo de longos embates e estresse dentro de casa.

“O hábito no celular gerou crises de ansiedade, choro e mau humor. Minha filha pratica atividades esportivas com regularidade, mas, mesmo assim, as redes sociais têm provocado danos à saúde dela”, conta a mãe.

Para a diretora de proteção de dados da Unico, Diana Troper, o percentual de crianças com perfil aberto é assustador: “essas informações que estão publicamente acessíveis ou com facilidade de acesso são de pessoas mais vulneráveis e utilizadas para cometimento de novos crimes e fraudes”, afirma a especialista.

O levantamento revela, por exemplo, que 89% dos pais e mães acreditam estar preparados para garantir a privacidade de dados, mas 73% desconhecem ações que podem provocar vazamentos. O cenário, conforme contextualiza a pesquisa, é que 75% das crianças e adolescentes brasileiros têm um perfil próprio em alguma rede social.

Ainda sobre o comportamento, 61% dos filhos das pessoas que responderam a pesquisa têm práticas de exposição, como compartilhar fotos pessoais e de familiares, marcar localizações e identificar membros da família nas plataformas.

Essa exposição inclui postar fotos em ambientes que frequentam (40% dos pesquisados) e até usando uniforme ou marcando a escola que frequentam (33%).

Diana Troper adverte que, segundo a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), as informações disponibilizadas em perfis abertos ao público não deveriam ser coletadas sem que sejam observadas as devidas bases legais, o que incluiria a necessidade do consentimento dos usuários.

“Sabemos que fotos e informações como locais frequentados compartilhados nas redes podem criar um mapa de vulnerabilidades, que pode ser explorado por fraudadores e pessoas mal intencionadas”, afirma.

A maioria dos pais e responsáveis por menores de idade (86%), de acordo com as respostas, concordam que devem educar os filhos sobre a proteção de dados para evitar problemas futuros. Mas 73% deles desconhecem os riscos de ações que podem ocasionar vazamento de dados.

Entenda os riscos

Os riscos, segundo os organizadores da pesquisa, incluem abrir links ou anexos de e-mails sem confirmar a procedência, utilizar computadores públicos ou compartilhados, usar redes públicas de wi-fi, repetir as mesmas senhas em várias contas, baixar e instalar aplicativos de origem duvidosa no celular e utilizar as informações dos cartões de crédito físicos em sites e aplicativos (ao invés de gerar cartões virtuais temporários).

“A conscientização e a educação digital são os pilares para proteger as futuras gerações no ambiente online“, diz Diana Troper. Por isso, ela recomenda que as contas tenham perfis fechados para evitar exposições que podem ser perigosas. (Agência Brasil)

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São Paulo confirma primeiro caso de febre amarela em humano em 2025

A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo confirmou o registro do primeiro caso de febre amarela em humano este ano. Trata-se de um homem de 27 anos, morador da capital paulista.

Ele esteve em Socorro, na região de Campinas, onde também houve notificação recente de um caso de febre amarela em macaco.

O estado registrou dois casos da doença em humanos em 2024 – sendo um autóctone (com origem dentro do estado) e outro de um homem contaminado em Minas Gerais, que morreu.

O Instituto Adolfo Lutz já confirmou nove casos da doença em macacos, sendo sete na região de Ribeirão Preto, um em Pinhalzinho e o outro em Socorro.

As ações de vigilância em saúde e vacinação foram intensificadas nessas regiões, além da recomendação de cuidados para quem irá viajar para áreas de mata.

A vacina contra a doença está disponível em postos de saúde e deve ser aplicada ao menos 10 dias antes do deslocamento para regiões com casos.

Febre amarela

A febre amarela é transmitida pela picada de mosquitos silvestres. Um indicador de sua presença se dá com a morte de macacos, que também sofrem com altos índices de mortalidade quando contaminados.

O avistamento de macacos mortos deve ser informado às equipes de saúde do município.

Os sintomas iniciais da febre amarela são febre súbita, calafrios, dores intensas no corpo e cabeça, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza recorrentes. (Agência Brasil)

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Secretaria de Saúde recebe 6 mil doses de vacina contra a covid

Os 68 centros de saúde de Campinas começaram a receber nesta terça-feira (14), 6.580 doses de vacina contra covid-19 aos 68 centros de saúde. A nova remessa foi entregue pelo Estado de São Paulo para a Secretaria de Saúde de Campinas e inclui 2.540 doses direcionadas para crianças de 6 meses a 4 anos. Também foram enviadas 4.040 para pessoas a partir de 12 anos que pertençam aos grupos considerados prioritários.

A expectativa da Secretaria é de que todas as unidades básicas estejam abastecidas com os dois tipos de imunizantes até quarta-feira (15). Vale destacar que, antes deste lote, somente seis unidades tinham recebido doses para crianças de 6 meses a 4 anos.

O Ministério da Saúde é responsável por fornecer vacinas aos estados para distribuição aos municípios. A Secretaria de Saúde mantém diálogo permanente com os dois governos a fim de manter o abastecimento regular de todos os imunizantes nas unidades básicas.

Considerando-se que o estoque de doses para covid-19 é limitado neste momento e a procura é dinâmica, a Secretaria de Saúde orienta a população a conferir a disponibilidade, por centro de saúde, pelo link: https://remedios.campinas.sp.gov.br/

A coordenadora do Programa de Imunização, Chaúla Vizelli, explicou que as crianças entre 5 e 11 anos pertencentes aos grupos prioritários precisam esperar a chegada das vacinas permitidas para as faixas etárias.

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Crianças visitam o Ceasa e aprendem a comer alimentos saudáveis

Em mais uma ação dos projetos Ceasa-Saúde e Escola Saudável, desenvolvidos para promover hábitos alimentares saudáveis e conscientizar sobre os benefícios do consumo de alimentos naturais, o Ceasa de Campinas recebeu 120 crianças de 3 a 6 anos do CEI Bem Querer Senador João Medeiros de Calmon, no Parque Vista Alegre, e do CEI Adão Emiliano, no bairro San Martin. As crianças visitaram a cozinha escola do Departamento de Alimentação Escolar da Ceasa Campinas, na manhã de ontem (7). Divididos em grupos nos períodos da manhã e da tarde, os alunos também visitaram o Mercado de Hortifrutigranjeiros.

Segundo a nutricionista Camila Porto, responsável pela ação, as crianças participaram de brincadeiras interativas e aprenderam sobre os alimentos. “E para encerrar a atividade é servido um lanche saudável e realizado um passeio no mercado de hortifrúti”, diz a nutricionista.

Para Julia Amorim, gerente do Departamento de Alimentação Escolar da Ceasa Campinas, a ideia do projeto é mostrar de forma lúdica e interativa os conceitos de alimentos saudáveis e de alimentos ultraprocessados para conscientizar as crianças sobre a importância do consumo de alimentos benéficos e os impactos no organismo.

 

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Com mercado em franca expansão, spas e banheiras trazem conforto e bem-estar

Sinônimo de relaxamento e conforto e cada vez mais associados ao bem-estar e ao estilo de vida saudável, as banheiras e spas apresentam franca expansão. Levantamento divulgado pela empresa Mordor Intelligence aponta que o tamanho do mercado global de banheiras de hidromassagem em 2024 é estimado em 5,66 bilhões de dólares, devendo atingir 6,68 bilhões de dólares até 2029.

De acordo com o estudo, o aumento da conscientização sobre a saúde, a mudança no estilo de vida das pessoas, os rápidos avanços tecnológicos do setor e a multifuncionalidade estão entre os fatores que impulsionam as vendas e colocam as banheiras e spas entre os itens mais desejados para a casa.

Em linha com essa tendência, acontece até 14 de dezembro, em Campinas, a edição 2024 da Mostra Aquaplás de Arquitetura, Design e Paisagismo. Em seu oitavo ano, o evento aberto ao público reúne 14 ambientes internos e externos preparados por um time de 25 renomados profissionais do setor.

Com o tema “Essência”, cada projeto foi pensado para proporcionar uma experiência única e ressaltar que a conexão com a natureza, o equilíbrio e o bem-estar podem ser incorporados ao cotidiano, proporcionando refúgios de paz e serenidade em meio ao caos da vida moderna.

A mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, no show room da fábrica de banheiras, spas e acessórios para banheiro Aquaplás, localizado na Rua Sebastião Ananias Nogueira, sem número, no Jardim das Bandeiras. A entrada é gratuita, mas a organização sugere a doação de 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a entidades assistenciais da cidade.

“Além de comprovar a versatilidade, beleza e avanço tecnológico dos nossos produtos, a mostra é uma excelente oportunidade para conferir a variedade de modelos, conhecer as tendências do segmento e aproveitar ideias de instalação e ambientação em projetos autorais e com estilos variados”, afirma Josimar Germano, gerente comercial da Aquaplás.

Além de salas de banho e áreas de lazer, o evento apresenta as banheiras e spas como estrelas de projetos inusitados, como um espaço gourmet e uma academia residencial, por exemplo, comprovando sua multifuncionalidade e dando asas à imaginação.

Participam desta edição, como expositores: Eliana Ranzani e Eduarda Ranzani (Resort Aqua Bamboo; Felipe Marcos (Sala de Banho); Mariana Niiya (Cura pela água), Marina Zanatto, Isabela Porto e Fabiana Oliveira (Espaço Ativo Revigorar); Carol Rodrigues e Mayline Mendes (Sala de Banho Sinestesia); Bruna Cordeiro (Sala de Banho Nero); Ana Lourinho (Refúgio Sereno); Karin Thum, Cristiano Kalil e Gabriel Congio, (Serenidade de Ébano); Elisa Lavie e Carol Araújo (Sonho e Paz); Cassiane Gouveia (Essência); Gabriela Ximenes, Isabella Ximenes e Giovanna Otaviano (Refúgio Natural); Camila Louise (Spa Gourmet); Patricia Parreiras e Wemerson Barbosa (La Vie Est Belle); Silvia Ledo e Pedro Jeovan (Banho Mediterrâneo).

Serviço
8ª Mostra Aquaplás de Arquitetura, Design e Paisagismo
Quando: até 14 de dezembro
Horários: de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h
Onde: Rua Sebastião Ananias Nogueira, s/n, Jardim das Bandeiras, Campinas (SP)
Evento aberto ao público, com entrada gratuita (a organização sugere a doação de 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a entidades assistenciais da cidade)
Realização: Aquaplás
Organização: Larissa Fernandes (A Casa da Baronesa) e Marilena Nacarato (MN Assessoria em Eventos)
Patrocínio: Via Metal (oferecimento), Artzzi, Bonaluce, Eco Decor, Hausen, Home Marcenaria Sob Medida, Invita, La table, Saint Germain e Urban Arts (patrocinadores máster)
www.aquaplas.com.br; https://www.instagram.com/aquaplasbr/

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Campinas volta a ter doses da vacina XBB contra covid-19 nos centros de saúde

A Secretaria de Saúde de Campinas iniciou nesta quarta-feira, 30 de outubro, a distribuição de 5,9 mil doses da vacina Spikevax (XBB) contra covid-19 para os centros de saúde.
A expectativa é de que todas as 68 unidades básicas estejam abastecidas até sexta-feira, 1º de novembro. A entrega foi realizada ao Município pelo Estado, que recebeu as doses do Ministério da Saúde.

A Pasta mantém diálogo com os dois governos para manter abastecimento regular do SUS Municipal com todos os imunizantes necessários. O estoque havia esgotado dia 21 e a situação também ocorreu em outras cidades.

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Excesso de consumo de energéticos pode levar a transtornos psíquicos

As bebidas energéticas se popularizaram nos anos 2000, após estratégia de marketing focada no cotidiano corrido consumidores. Assim, o mercado de energéticos ganhou espaço no orçamento dos brasileiros, se tornando cada vez mais presente no dia a dia.

Segundo dados da analista de mercado Scanntech, entre janeiro e agosto de 2024, o volume de vendas de energéticos cresceu em torno de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse número fica mais expressivo quando contextualizado nos últimos 10 anos. De acordo com levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas, o consumo e produção desses produtos mais que dobraram nos últimos anos. De 2010 para 2020, a produção dos energéticos passou de 63 milhões de litros por ano para 151 milhões. Já o consumo foi de 300 ml para 710 ml.

“Estudos mais recentes trazem uma associação do alto consumo de energéticos com mais ansiedade, mais sintomas depressivos, mais comportamentos de risco, então você tem uma associação. O aumento e o consumo excessivo se associam a essas coisas. Não se trata de uma relação de causalidade, mas com certeza há uma ligação, que já é relevante para a saúde mental da população”, alerta o professor Fernando Asbahr, psiquiatra coordenador do Ambulatório de Ansiedade na Infância e Adolescência do Instituto de Psiquiatria da USP.

Cafeína traz riscos

O excesso de consumo desses produtos pode gerar problemas graves à saúde e está associado a diversos transtornos psíquicos. “O consumo dos energéticos, por si só, já traz um excesso nas quantidades de substâncias que possuem. A cafeína, um dos principais elementos dessas bebidas, vem em uma concentração muito maior nos energéticos do que no cafezinho que a gente está habituado”, diz o psiquiatra.

Segundo ele, muitos dos efeitos sobre a saúde, em particular a saúde mental, e sobre comportamentos parecem estar associados à cafeína. “É importante lembrar que a cafeína é um potente estimulador do sistema nervoso central e o abuso dessa substância gera consequências graves.”

Em decorrência de uma série de complicações de saúde advinda do consumo excessivo de cafeína, a União Europeia decidiu que é obrigatória a rotulagem das bebidas que contenham uma proporção superior a 150 miligramas de cafeína por litro, a qual deve indicar a menção “Alto teor de cafeína/Não recomendado para crianças, mulheres grávidas ou lactantes” e a quantidade de cafeína expressa em miligramas por 100 mililitros. Energéticos em geral costumam ter em sua composição algo a partir de  300mg/l.  De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), um adulto não deve consumir mais do que 400 mg de cafeína diariamente.

“Pensando nos jovens, esse uso com certeza não se dá somente para recreação. A bebida energética se apresenta também como um recurso para quem está precisando ser mais produtivo. Por exemplo, aquelas pessoas que usam energéticos para virar a noite estudando porque vão ter um exame no dia seguinte ou depois. Também quem trabalha com demandas por extensos períodos. E aí você tem um aumento de consumo dos energéticos, associado ao desempenho e ao ritmo de vida”, explica. (Agência SP)

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