Jeep

Picape Oroch ganha mais uma versão intermediária

A Renault está ampliando as versões da picape Oroch com uma opção intermediária. A nova versão, a Iconic, chega bem equipada, motor 1,6 litro e transmissão manual de seis velocidades.

Com isso, a picape francesa passa a ser oferecida em quatro versões e duas opções de motorização e câmbio. A nova versão vem com motorização 1,6 SCe litro de 120 cavalos e 16,2 kgfm de torque.

Externamente, a Oroch Iconic traz elementos da versão topo de gama, a Outsider, como os alargadores de para-lamas, revestimento da coluna B em black piano, capota marítima e roda diamantada biton.

Internamente, a Oroch Iconic vem com bancos e laterais de porta revestidas com tecido de padronagem inédita, ar-condicionado automático e digital, sensores crepuscular e de chuva, câmera de ré e volante revestido de couro.

A versão Iconic também conta com sistema multimídia EasyLink de 8” com conexão sem fios, vidros e retrovisores elétricos, computador de bordo, sensor de ré, faróis de neblina, barras de teto funcionais, apoio de braço para o motorista, retrovisores e maçanetas em preto brilhante e para-choque na cor da carroceria.

Renault Duster Oroch. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / Renault

Em termos de segurança a picape da Renault tem Controle de Estabilidade (ESP), Controle de Tração (TCS), Assistente de Partida em Rampas (HSA), Sistema Anti-Capotamento (RMI), e freios ABS com BAS (Brake Assist System).

A capacidade de carga total do veículo é de até 680 quilos.

Preço Renault Oroch Iconic – R$ 127.800,00

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Honda CR-V Advanced Hybrid já está á venda no Brasil

A primeira versão do Honda CR-V foi apresentada no Salão de Tóquio, no Japão, em 1995. O SUV  começou a ser comercializado em 1996, quando os SUV ainda não eram a febre que são hoje.

Logo se tornou um sucesso mundial. No Brasil foi apresentado no final de 1999 e começou a ser vendido em 2000. Na sua sexta geração, o CR-V chega ao mercado nacional com a adoção da exclusiva tecnologia híbrida e:HEV. Flagship.

O Honda CR-V Advanced Hybrid conta com um design mais arrojado e moderno, mas que mantém marcante a sua identidade. O modelo também conta com uma maior distância de entre-eixos e da largura da carroceria.

Do ponto de vista dinâmico, o CR-V Advanced Hybrid vem com sistema híbrido e:HEV, com dois motores elétricos dispostos em paralelo – um para tração e outro para geração de energia – e o motor a combustão de quatro cilindros, 2,0 litros DOHC de ciclo Atkinson com injeção direta de gasolina. A tração integral Real Time AWD Intelligent Control System, de última geração, permite uma maior segurança e adaptabilidade aos mais diferentes tipos de terreno e condições de aderência, exaltando sua renomada versatilidade.

Com um interior totalmente renovado, o CR-V tem teto solar panorâmico, multimídia com tela de 9 polegadas, painel com tela TFT de 10,2 polegadas, Head-up display, 10 airbags, a operação inteligente da tampa do porta-malas, a conectividade proporcionada pelo myHonda Connect, o sistema de alto-falantes premium Bose e o evoluído sistema de condução assistida Honda Sensing colocam o CR-V em um estado de arte em equipamento, conforto, tecnologia e segurança.

Tecnologia híbrida

O novo CR-V Advanced Hybrid adota a tecnologia da marca japonesa e:HEV, que combina dois motores elétricos – um para tração e outro para geração de energia – e um motor a combustão.

O sistema e:HEV tem como um de seus destaques o motor a combustão de dois litros DOHC 16 válvulas de quatro cilindros, com ciclo Atkinson e injeção direta de gasolina. Ele tem 147 cavalos de potência máxima e 19,4 kgfm de torque máximo. A transmissão é CVT.

O sistema e:HEV possui três modos de operação: EV Drive (100% elétrico), Hybrid Drive (elétrico e combustão) e Engine Drive (somente combustão). A alternância entre eles acontece de maneira suave e automática, de acordo com variáveis como topografia, acionamento do acelerador, nível de energia nas baterias, entre outros.

O modelo tem 3 anos de garantia, sem limite de quilometragem. O conjunto elétrico (baterias e motores) tem garantia de 8 anos ou 160.000 km.

Preço
Honda CR-V Honda CR-V Advanced Hybrid  R$ 352.900,00.

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Nova geração do SUV Honda CR-V é híbrida

A primeira versão do Honda CR-V foi apresentada no Salão de Tóquio, no Japão, em 1995. O SUV  começou a ser comercializado em 1996, quando os SUV ainda não eram a febre que são hoje.

Logo se tornou um sucesso mundial. No Brasil foi apresentado no final de 1999 e começou a ser vendido em 2000. Na sua sexta geração, o CR-V chega ao mercado nacional com a adoção da exclusiva tecnologia híbrida e:HEV. Flagship.

O Honda CR-V Advanced Hybrid conta com um design mais arrojado e moderno, mas que mantém marcante a sua identidade. O modelo também conta com uma maior distância de entre-eixos e da largura da carroceria.

Do ponto de vista dinâmico, o CR-V Advanced Hybrid vem com sistema híbrido e:HEV, com dois motores elétricos dispostos em paralelo – um para tração e outro para geração de energia – e o motor a combustão de quatro cilindros, 2,0 litros DOHC de ciclo Atkinson com injeção direta de gasolina. A tração integral Real Time AWD Intelligent Control System, de última geração, permite uma maior segurança e adaptabilidade aos mais diferentes tipos de terreno e condições de aderência, exaltando sua renomada versatilidade.

Com um interior totalmente renovado, o CR-V tem teto solar panorâmico, multimídia com tela de 9 polegadas, painel com tela TFT de 10,2 polegadas, Head-up display, 10 airbags, a operação inteligente da tampa do porta-malas, a conectividade proporcionada pelo myHonda Connect, o sistema de alto-falantes premium Bose e o evoluído sistema de condução assistida Honda Sensing colocam o CR-V em um estado de arte em equipamento, conforto, tecnologia e segurança.

Tecnologia híbrida

O novo CR-V Advanced Hybrid adota a tecnologia da marca japonesa e:HEV, que combina dois motores elétricos – um para tração e outro para geração de energia – e um motor a combustão.

O sistema e:HEV tem como um de seus destaques o motor a combustão de dois litros DOHC 16 válvulas de quatro cilindros, com ciclo Atkinson e injeção direta de gasolina. Ele tem 147 cavalos de potência máxima e 19,4 kgfm de torque máximo. A transmissão é CVT.

O sistema e:HEV possui três modos de operação: EV Drive (100% elétrico), Hybrid Drive (elétrico e combustão) e Engine Drive (somente combustão). A alternância entre eles acontece de maneira suave e automática, de acordo com variáveis como topografia, acionamento do acelerador, nível de energia nas baterias, entre outros.

O modelo tem 3 anos de garantia, sem limite de quilometragem. O conjunto elétrico (baterias e motores) tem garantia de 8 anos ou 160.000 km.

Preço
Honda CR-V Honda CR-V Advanced Hybrid  R$ 352.900,00.

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Presidente da Stellantis confirma recorde de exportações

O presidente da Stellantis para a América do Sul, Emanuele Cappellano, reafirmou na última terça-feira, o compromisso da empresa com o Estado de Pernambuco e a importância estratégica do Polo Automotivo da Stellantis de Goiana.

“Exportamos para o mundo nossos produtos e muito conhecimento, incluindo os softwares desenvolvidos em Pernambuco, graças à capacidade técnica dos nossos engenheiros brasileiros e pernambucanos. Isso nos enche de orgulho e traz a certeza de que estamos no caminho certo”, declarou Cappellano.

Na ocasião, Cappellano, também celebrou o desempenho do mercado externo, que impulsionou a exportação dos modelos produzidos em Goiana, e destacou o plano de desenvolvimento da cadeia automotiva regional. Desde sua implantação, em 2015, a Stellantis é responsável pela geração de mais de 60 mil empregos diretos e indiretos no estado.

Investimentos

Durante o encontro, o presidente da Stellantis para a América do Sul afirmou que o polo receberá novos investimentos dentro do ciclo que será anunciado em breve. “O plano que anunciaremos levará a Stellantis a um novo patamar. Avançaremos como protagonistas da – 2 – mobilidade segura, sustentável e acessível, gerando desenvolvimento e riqueza para a região e todo o país”, diz Cappellano.

O novo ciclo de investimentos contemplará novos produtos e serviços, além da expansão da cadeia de fornecedores para o desenvolvimento e localização de novas tecnologias para acelerar a descarbonização da mobilidade.

Recorde

Durante a reunião, também foram apresentados alguns marcos alcançados pela Stellantis no estado, como o novo recorde de exportação de veículos em 2023. De janeiro a dezembro, a Stellantis foi responsável pela movimentação de mais de R$2,5 bilhões em Suape graças à produção de Goiana – PE.

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Grupo Stellantis compra 70% da campineira DPaschoal

A Stellantis, marca que é proprietária das Fiat, Jeep, Peugeot, Citroen, entre outras, adquiriu 70% do controle acionário da DPaschoal (DPK, KDP, AutoZ, Maxxi Trainning, Kmaxx, Recmaxx, Autocred e Maxxipel). Com mais 74 anos no mercado e mais de 2.800 funcionários, a empresa campineira de serviços automotivos especializados tem 128 lojas em quatorze estados, além de 28 centros de distribuição de pneus e peças.

A Stellantis pretende aumentar o numero de lojas, já que os proprietários das concessionarias das várias marcas vão, no futuro, poder abrir “franquias”. Além disso, a nova proprietária pretende internacionalizar a empresa de serviços.

Com a aquisição, a marca entra num negocio de peças de reposição que gira em torno de 61 bilhões de reais e amplia a sua a participação no mercado de pós-venda e serviços multimarcas no Brasil. A operação também entra num mercado que as concessionárias pouco atendem, que são os modelos que já não dispõem de garantia e procuram as oficinas independentes.

A operação está em linha com o objetivo estratégico de expansão regional, além de fortalecer a capacidade para responder às demandas mais complexas dos consumidores.

“Avançamos como uma mobility tech company, uma empresa capaz de atender a todas as necessidades de mobilidade e serviços de nossos clientes”, afirma Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul. “Essa é uma das metas do plano estratégico global de longo prazo da empresa, o Dare Forward 2030 e, com essa aquisição, a Stellantis torna-se o maior distribuidor de autopeças na América do Sul. É um passo coerente que se soma à recente aquisição da Norauto na Argentina, empresa especializada na comercialização de produtos e serviços automotivos”, exemplifica Cappellano.

A DPaschoal encerrou 2023 com o faturamento de R$ 2,6 bilhões. O ex-proprietário da empresa Luís Norberto Pascoal, manterá os 30% restantes das ações da companhia e seguirá como vice-presidente do conselho de administração.

“O Brasil é um dos mercados automotivos mais promissores do mundo e, por esta razão, a Stellantis estabeleceu um plano de expansão regional, a fim de aumentar sua capacidade de atendimento ao consumidor ao longo de sua jornada. Com essa aquisição, será possível atender aos clientes de todas as marcas de veículos em suas necessidades de mobilidade segura, acessível e sustentável”, explica Paulo Solti, vice-presidente de Peças e Serviços da Stellantis América do Sul.

Mercado

O mercado de autopeças movimentou mais de R$ 96 bilhões na América do Sul em 2022. Só no Brasil, o setor transacionou mais de R$ 61 bilhões no período. Desse montante, 20% equivalem a peças originais (OEM) e 80% correspondem a peças de fabricantes independentes no mercado de reposição e pós-vendas (IAM).

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Primeiro Jeep 100% elétrico será lançado no EUA

A Jeep começa 2024 lançando seu primeiro veículo elétrico a bateria (BEV – Veículo Elétrico a Bateria). O novo Jeep Wagoneer S é um SUV 100% elétrico, que começará a ser vendido nos Estados Unidos no segundo semestre deste ano. Até o final do ano, será exportado para diversos mercados mundiais.

O Jeep Wagoneer S será oferecido somente na versão elétrica. Com 600 cavalos de potência e uma performance de 0 a 96,6 km/h de cerca de 3,5 segundos, ou seja, é um modelo familiar mais rápido que muito esportivo. Com uma excelente eficiência aerodinâmica, o seu design exterior é moderno e mantem a tradicional grade da marca Jeep com sete fendas e iluminada por LED.

Video :  https://youtube.com/shorts/6x7GuzUJITE?si=Gmsc0QAMMbJU5hZc

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Alfa Romeo comemora os lançamentos dos modelos Giulietta e Alfetta

A Alfa Romeo inicia 2024 celebrando dois aniversários muito importantes. Este ano é o 70º ano do Giulietta Sprint, lançado em 1954, bem como o 50º ano do Alfetta GT de 1974; dois modelos muito cultuados e de sucesso comercial que, cada um à sua maneira, contam a história de duas épocas memoráveis, momentos extraordinários na história do automóvel italiano.

Para assinalar a ocasião, o Centro de Estilo da Alfa Romeo produziu dois novos logótipos. O seu objetivo é apoiar os eventos dos clubes e da marca ao longo de 2024.


 
Celebrações

O Museu Alfa Romeo de Arese já programou trêss eventos para celebrar as datas. Um ciclo de conferências foi iniciado em 2018 para explorar a história da Alfa Romeo recorrendo a materiais inéditos do Centro de Documentação e a testemunhos de historiadores, designers, pilotos de testes e mecânicos que desempenharam um papel ativo ou tiveram um conhecimento profundo da história da marca.

No domingo, 5 de maio, os holofotes estarão no Alfetta GT, com o Giulietta no dia 2 de junho. As palestras decorrerão na Sala Giulia do Museu, precedidas de um desfile para o qual são convidados os proprietários daquele modelo da Alfa Romeo.

O terceiro evento será o auge das comemorações, com os desfiles dos dois modelos. O programa completo das conferências será publicado em museoalfaromeo.com em breve.

História dos dois carros


Giulietta Sprint (1954)
O automóvel que marcou a transformação da Alfa Romeo numa grande indústria automóvel foi, sem dúvida, o Giulietta, “o queridinho de Itália”. Em 1952, a produção da Alfa Romeo concentrou-se exclusivamente no 1900, pelo que a ideia de um carro mais moderno e com uma cilindrada mais limitada avançou.

Tendo descartado os planos iniciais para um carro pequeno de 350 cc e para outro modelo de tração dianteira de 750 cc (embora o código 750 também fosse usado em projetos posteriores), em agosto de 1952 ficou claro que o design do carro seria convencional, com motor dianteiro e tração traseira.

Depois de um ano, o primeiro protótipo chegou à estrada, um cupê compacto criado pelo departamento de carroceria de Ivo Colucci, equipado com um motor de liga leve de 1.100 cc, quatro cilindros e duplo comando de válvulas no cabeçote. Seu deslocamento foi aumentado para 1300 cc. Com carburador de cilindro único, entregava 65 cv, para velocidade máxima de 165 km/h, mas no final da carreira, com a última evolução em 1958 e carburador de cilindro duplo, sua potência subiu para 79 cv, aumentando a 170 km/h.

A caixa de velocidades e a caixa do diferencial também foram feitos de alumínio. Os freios a tambor, com suas aletas helicoidais, foram criados na década de 1900.

No início de 1954, a mecânica estava na reta final, mas apenas esboços e alguns protótipos rudimentares da carroceria sobreviveram. No entanto, a Finmeccanica anunciou a entrega de um determinado número de unidades a acionistas selecionados. O impasse foi resolvido por Rudolf Hruska, recentemente chamado por Giuseppe Luraghi para reorganizar a fábrica com o objetivo de produzir 50 carros Giulietta por dia.

Um fabricante de carrocerias externo montaria uma pequena série de versões cupê para serem entregues aos acionistas enquanto esperavam pelo sedã. Após desconfiança inicial, o IRI liderado pela Alfa Romeo aceitou a proposta. Os esboços foram apresentados por Boneschi, Boano e Bertone. Este último, auxiliado pelo designer Franco Scaglione, criou então um carro compacto e bem proporcionado, com linhas minimalistas, refinadas e esportivas: o Giulietta Sprint.

O carro foi apresentado no Salão Automóvel de Turim em 21 de abril de 1954, mas duas semanas antes, uma prévia foi realizada no pátio de Portello para conhecedores e autoridades: dois atores saltaram de um helicóptero vestidos como Romeu e Julieta de Shakespeare.

O Giulietta deixou a sua marca nas vendas assim que foi apresentado. Poucos dias depois, os pedidos tiveram que ser suspensos. A fábrica já foi invadida. Além das linhas esportivas e de sucesso, seu sucesso se deveu ao desempenho, colocando o carro em um patamar inédito em sua categoria e superando concorrentes de uma classe muito superior.

Este seria o ponto de viragem para a Alfa Romeo, o nascimento de uma grande indústria automóvel. A produção do Giulietta nas suas diversas versões continuou durante 11 anos. Foram fabricadas 177.513 unidades, das quais 24.084 eram Sprint.

Alfetta GT (1974)

O lançamento do Alfetta foi seguido dois anos depois por uma versão coupé, à qual foi atribuída a nada invejável tarefa de substituir o lendário e bem-sucedido cupê Bertone, desenhado por Giorgetto Giugiaro em 1963 como uma versão esportiva do Julia. No entanto, a distância entre eixos do Alfetta GT 1.8 foi encurtada em 110 mm e a suspensão ficou mais desportiva.

A carroçaria continuou a ser desenhada por Giugiaro – que já tinha criado a sua própria empresa, a Italdesign – segundo padrões bastante modernos, já antecipados em parte com um protótipo alguns anos antes, baseado no 1750 GTV: hatchbacks com cauda fastback que terminava bem alta com um toque de spoiler. As linhas eram tensas e angulares. A dianteira, com quatro faróis embutidos, era baixa e assertiva. Na realidade, o Alfa Romeo Centro Stile já tinha deixado claramente a sua marca no design.

O banco do motorista também refletia o tom esportivo, com sua posição baixa e descontraída e seu único instrumento, um grande velocímetro, na frente do motorista. O tacômetro e os instrumentos secundários ficavam no centro do painel.

O Alfetta GT, no entanto, foi concebido mais como um grand tourer do que como um carro esportivo radical, com grande atenção à praticidade. Havia espaço interior suficiente para quatro pessoas, as janelas traseiras podiam ser abertas e a grande bagageira era facilmente acessível através da porta traseira.

Já em 1975, a mecânica do Alfetta GT seria ligeiramente modificada, passando de 122 CV às 5500 rpm para 118 CV às 5300 rpm. Um ano depois, foi lançada uma versão de entrada, com motor 1.6 de 109 cv (produzido apenas até 1980) e especificações simplificadas, e o GTV (GTS no mercado britânico) com motor de dois litros.

A produção terminou em 1986, após saírem de fábrica 136.275 unidades das diferentes versões.

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Renault atualiza o Duster e lança mais duas versões

Lançado no Brasil em 2011 e renovado em 2020, o Renault Duster é um sucesso de vendas desde o seu lançamento. Agora, a marca francesa faz uma atualização do seu SUV, e lança duas novas versões: Intense Plus e Iconic Plus. O modelo teve mudanças no design, equipamentos inéditos e mais tecnologias de segurança.

Com motorizações 1,6 litro (120 cavalos) aspirado com transmissões manual ou CVT e 1,3 litro (170 cavalos) turbo CVT, o Duster incorporou aprimoramentos de série em todas as versões. Na dianteira, o SUV traz novos faróis em LED e grade renovada com acabamento em preto brilhante. Já na traseira, o modelo recebeu novas lanternas em LED.

Internamente, todas as versões trazem um novo console elevado, substituindo o antigo descansa braço, além de novo grafismo para o quadro de instrumentos, e duas entradas USB adicionais traseiras, totalizando quatro conexões para dispositivos eletrônicos, três do tipo C e uma do tipo A.

Outra importante novidade no Duster é a adoção de seis airbags (frontais, laterais e do tipo cortina), de série em todas as versões.As versões Iconic Plus (equipadas com os motores 1.6 SCe flex e turbo TCe 1.3 flex), receberam ainda mais novidades. No design, além das mudanças comuns à todas as versões, trazem novas barras de teto e skis frontal e traseiro na cor Cinza Megalith, retrovisores externos em preto brilhante, com acabamento em laranja e novas rodas de liga leve de 17 polegadas, modelo Tergan, com verniz fumê.

As versões Iconic Plus trazem ainda novas padronagens para os bancos e painel, com detalhes em laranja, e tecnologias inéditas no SUV como sensor de chuva e o carregador por indução.

O Duster Iconic Plus 1.3 TCe CVT pode ser equipado com o Pack Outsider, que complementa o visual do SUV com faróis auxiliares no para-choque dianteiro – com molduras na cor Cinza Megalith e novos frisos laterais com detalhes em laranja.

Internamente, o SUV francês vem com um novo painel de instrumentos e central multimídia Display Link de 8”. Com conectividade wireless, sem precisar de cabos, possibilita o espelhamento de smarphones por meio das tecnologias Android Auto e Apple CarPlay.

Para quem quer usar o modelo no off-road, a Renault aumentou os ângulos de entrada (30°) e saída (34°5’) e a altura do solo (237 mm).

Versões e preços

Intense Plus 1.6 SCe manual R$ 122.290,00
Intense Plus 1.6 SCe CVT R$ 131.190,00
Iconic Plus 1.6 SCe CVT XTRONIC R$ 139.890,00
Iconic Plus turbo TCe 1.3 CVT R$ 153.890,00

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Coluna Fernando Calmon  —  GM continuará no Brasil e acena abertura para híbridos

Coluna Fernando Calmon nº 1.278 — 21/11/23

GM continuará no Brasil e acena abertura para híbridos

Durante o Congresso Autodata Perspectivas 2024, realizado esta semana em São Paulo (SP), o vice-presidente de Comunicação e de Relações Governamentais da General Motors do Brasil, Fábio Rua, reafirmou que a empresa não sairá do Brasil. A tentativa recente de reduzir o quadro de funcionários não prosperou nas condições imaginadas pela companhia. Ao contrário disso, o executivo anunciou que “muito em breve” haverá a revelação de um novo ciclo de investimentos, sem adiantar pormenores.

Apesar de a matriz em Detroit ter optado pela passagem direta dos motores a combustão para elétricos, Rua pareceu nas entrelinhas menos enfático em relação à negativa anterior de desenvolver híbridos nos mercados em que a eletrificação levará bem mais tempo para se tornar viável.Sua declaração indica isso: “Se o futuro nos disser que precisamos, talvez, ser um pouco mais abertos ao nosso espectro de investimento em novas tecnologias, seremos.”

No mesmo Congresso, Mauro Correia, presidente da HPE que representa Mitsubishi e Suzuki, revelou que novos investimentos estão sendo estudados para os próximos três anos, inclusive para a fábrica de Catalão (GO), onde se produzem a picape média L200 e o SUV Eclipse.

“Vamos importar em 2024 um SUV híbrido. Há mais de uma opção para diminuir emissões de CO2. O Brasil segue o bom caminho de legislar sobre o resultado das emissões, sem direcionar qualquer tecnologia”, afirmou.

Pesquisa aponta que preço ainda é maior barreira aos elétricos

Certamente os preços dos veículos elétricos (VE) estão entre os principais obstáculos para as vendas subirem com mais ímpeto. Em países cuja renda familiar é abaixo da média mundial esse fator traz muitas dificuldades. No entanto, isso também ocorre nos mercados maduros e ricos.

Essa conclusão está na recente pesquisa da Standard & Poors, uma renomada agência de classificação de risco de países e empresas conhecida pela sigla S&P, que divulgou o relatório Mobilidade Global no começo deste mês. Quase metade (48%) dos 7.500 entrevistados em países de vários níveis de renda (EUA, União Europeia, Brasil e Índia entre outros) apontaram o preço como fator inibidor, apesar de entenderem se tratar de uma tecnologia mais cara.

Igualmente, menos da metade dos potenciais compradores acredita que a tecnologia está pronta para adoção em massa. Segundo a agência noticiosa PRNewswire com acesso ao relatório, “embora 67% dos participantes inquiridos em maio deste ano estivessem abertos à ideia de comprar um VE, houve uma queda importante de 19 pontos percentuais em relação ao mesmo levantamento em 2021”.

Ponto preocupante é o relato frequente de defeitos nas redes públicas de recarga, um forte desestímulo para quem tenciona viajar com carro elétrico. Segundo a agência de notícias, o relatório apontou que vários obstáculos precisam ser superados para alcançar a aceitação generalizada de VE. “Os compradores podem querer esperar pelo próximo avanço tecnológico ou estar preocupados com o tempo de recarga e a disponibilidade de carregadores, mas no final é o bolso do consumidor – e não a engenharia – que lidera a atual resistência às compras”.

Na Europa, onde a aceitação de VE só perde para a China, há igualmente incertezas no ritmo das vendas. Embora estas tenham crescido 47% entre janeiro e setembro deste ano, as previsões estão bem menos otimistas para os próximos períodos. A VW adiou o início de sua quarta fábrica de baterias das seis previstas. Ford e LG Solutions desistiram também de construir uma nova instalação prevista na Turquia.

A Suíça anunciou que encerrará a isenção de imposto de importação para os VE em janeiro próximo, como acontecerá também aqui, alegando restrições orçamentárias. Isso indicaria que outros países também podem seguir esse exemplo. Em suma, no Velho Continente, são claros os sinais de desaceleração.

A fim de tentar reverter este cenário, VW e Renault anunciaram quase ao mesmo tempo planos para dentro de dois e três anos, respectivamente, lançarem um modelo elétrico compacto (ainda sem nome) e subcompacto (novo Twingo). Ambos custariam em torno de 20.000 euros (cerca de R$ 110.000, em conversão direta).

Range Rover Sport PHEV é superlativo até no preço

As dimensões chamam atenção por onde passa: 4.946 mm, comprimento; 2.047 mm, largura; 1.820 mm, altura; 2.997 mm, entre-eixos. Porta-malas de 835 litros não deixa ninguém descontente. É necessário ter cuidado para se adaptar também à massa em ordem de marcha, que se aproxima das três toneladas (exatos 2.810 kg).

O Range Rover Sport PHEV (híbrido plugável) impressiona em termos de desempenho ao associar um suave 6-cilindros em linha turbo a gasolina de 340 cv/48,9 kgf·m a um elétrico de 143 cv. O conjunto entrega 510 cv e nada menos que 71,4 kgf·m de torque combinado. Câmbio é automático convencional de oito marchas e tração 4×4. A bateria de 38,2 kW·h permite um alcance de até 88 km no modo elétrico.

As respostas ao acelerador são vigorosas, porém sua capacidade de manobra chama ainda mais atenção. O diâmetro de giro de apenas 11 m (até um pouco menor que os 11,6 m de um Corolla), graças ao esterçamento de 7,3 graus das rodas traseiras, alivia um pouco o sufoco de achar uma vaga para estacionar. A visibilidade para trás é prejudicada pelo formato do teto e das colunas traseiras com reduzida área envidraçada.

Rodas de 23 pol. de diâmetro e pneus 285/40 tomam pouco conhecimento de valetas e buracos, mas não convém abusar. Apesar de suas dimensões trata-se de um veículo relativamente dócil ao volante e freios bem dimensionados.

No interior, destacam-se bancos de couro com 22 regulagens elétricas, central multimídia de tela curva com 13,1 pol., conjunto de áudio de primeira linha, sistema de cancelamento de ruído externo, compartimento climatizado em posição central e duas telas para os passageiros do banco traseiro colocadas na parte posterior dos encostos de cabeça dianteiros.

O preço não poderia ser outro: R$ 1 milhão.

Telemetria IturanMob das ruas para as pistas

Durante décadas o automobilismo de competição transformou-se em um imenso laboratório que levou e ainda leva a grandes avanços técnicos e de segurança diretamente das pistas para as ruas e estradas. Agora, esse processo também pode ser invertido por meio da telemetria em tempo real que a IturanMob desenvolveu para rastrear veículos comuns em gestão de frotas, acompanhamento em planos de assinatura e capacidade de monitoramento em casos de furto e roubo.

A iniciativa envolve as provas da Porsche Cup no Brasil e, futuramente, poderá ser estendida a outros países. Os dados de desempenho de cada veículo são coletados por indução e enviados por meio da rede pública de telefonia móvel. Isso permite monitorar desde o boxe de cada equipe o funcionamento de motor, câmbio e diversos outros parâmetros. Elimina-se dessa forma a antiga abordagem passiva dos dados, o que aumenta o nível técnico da competição e diminui a possibilidade de acidentes e panes.

De acordo com Paulo Henrique Andrade, CEO da empresa, novos avanços serão testados a partir de 2024. “Objetivo é proporcionar atualizações de parâmetros para ajudar o piloto a tirar o máximo proveito da tecnologia, sem que precise parar nos boxes à semelhança com a F-1”, explicou.

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Novo Jeep Grand Cherokee 4Xe tem autonomia de até 1.400 quilômetros

Em janeiro de 1992, debaixo de um frio de 10 graus negativos, o Jeep Grand Cherokee entra no Salão Internacional de Detroit quebrando as portas de vidro e criando grande alvoroço na mais importante amostra automotiva do mundo (naquela época). O modelo também criou um novo segmento, o de SUV, e virou um sucesso de vendas em todo o mundo.


Com motor V8 de até 5,9 litros, o modelo era muito potente e tinha um consumo altíssimo. Foi o primeiro SUV equipado com um airbag lateral para o motorista e vinha com três sistemas de tração: Command Trac, Selec-Trac e Quadra-Trac.


O modelo chegou ao Brasil em 1994, quando o Brasil abria seu mercado para as importações. A versão Limited na cor preta e dourada era a mais procurada pelos consumidores endinheirados. Afinal, por aqui, poucas opções nesse segmento.

Tinha algumas unidades da Ford Explorer, Vendo que o mercado era promissor, a General Motors do Brasil lança em 1995 a Chevrolet Blazer. Derivada da picape S10 e bem menos sofisticada que a versão americana, a concorrente nacional, tendo em vista diferença de preço, chegaria em 1999 com a versão Executive, V6 e tração 4X4.

Segunda geração

O sucesso continuou com a segunda geração da Grand Cherokee em 1998. Com design ainda mais moderno e atualizado, a Jeep trouxe mais melhorias ao modelo. Incluindo uma suspensão melhorada e novos motores, como o V8 de 4.7 litros.

Uma das novidades era o sistema de tração nas quatro rodas que proporcionava transferência de torque progressiva e sensível à velocidade, mantendo o veículo em movimento com tração mínima.

Também havia uma nova transmissão, controlada eletronicamente, que produziu mudanças mais suaves e melhorou a economia de combustível.

Terceira geração

Mais uma vez renovado, o Grand Cherokee 2004 ganhou novidades tanto por dentro, como por fora. Essa geração trazia um design novo e mais atlético, com um interior mais luxuoso e tecnológico, três novos sistemas de tração integral, novos motores, suspensão totalmente nova e muito mais.

A terceira geração do modelo possuía dois novos motores: um V6 de 3,7 litros e o renomado HEMI V8 de 5,7 litros, que pela primeira vez equipava um Jeep. Além disso, havia três sistemas 4×4 exclusivos, o Quadra-Trac I, Quadra-Trac II e o Quadra-Drive II.

Quarta geração

Depois de vender 4 milhões de unidades, o modelo 2011 do Grand Cherokee, era realmente um modelo novo.

Nesta geração, o modelo melhorou o seu desempenho e dirigibilidade. Uma das novidades era o Quadra-Lift, que oferecia a lendária capacidade off-road da Jeep, juntamente com o novo sistema Selec-Terrain, que permite escolher o sistema que melhor se adaptava às condições de condução com base no tipo de terreno.

Quinta geração

A quinta e nova geração, que já está á venda no Brasil, é sem duvida a mais refinada de todas. Além da capacidade 4×4, a Grand Cherokee 4Xe 2024 chega com muito conforto, tecnologia embarcada e motor híbrido plug-in.


O motor a combustão do Grand Cherokee é um dois litros, turbo de quatro cilindros, que desenvolve 272 cavalos de potência a 5.250 rpm e 40,5 kgfm de torque a 3.000 rpm. Juntos, com os dois motores elétricos, conta com 380 cavalos e 64 kgfm totais.

A transmissão automática é de oito marchas e se adapta de acordo com o modo de condução selecionado.


O SUV chega a 206 quilômetros por hora e acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 6,3 segundos.

Segundo a Jeep, o Grand Cherokee pode fazer uma média de consumo de19,3 km/l. O tanque de gasolina tem capacidade para 72 litros e uma autonomia total de até 1.400 quilômetros. Só com a bateria, o modelo pode rodar 29 quilômetros.

Novo Jeep Grand Cherokee 4Xe tem autonomia de até 1.400 quilômetros Read More »

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