A Breitling apresentou na última segunda-feira (23), em São Paulo, o primeiro produto desenvolvido em parceria global pelas duas marcas: o relógio Navitimer B01 Chronograph 43 Aston Martin Formula One Team. O evento teve as presenças de Georges Kern, CEO da Breitling, e de executivos globais da marca suíça de relógios. A Aston Martin São Paulo participou como parceira local, com presença do diretor de operações Rodrigo Soares e suporte de profissionais das áreas de vendas, comunicações e eventos.
A parceria global de longo prazo conecta a Bretiling com o universo de veículos de ultra luxo e alto desempenho com a engenharia de precisão que define seu programa na Fórmula 1. O Navitimer B01 Chronograph 43 Aston Martin Formula One Team é limitado a 1.959 unidades – o número homenageia o ano em que a Aston Martin estreou na Fórmula 1, além de ter vencido as 24 Horas de Le Mans.
Em 1959, a Aston Martin estreou na Fórmula 1. Nessa mesma época, os pilotos Graham Hill e Jim Clark – ambos pilotos de avião e competidores de F1 – usavam relógios Breitling Navitimer. Desenvolvido em 1952 como um instrumento de pulso para aviadores, o cronógrafo com régua de cálculo circular permitia aos pilotos calcularem velocidade, intervalos de tempo e consumo de combustível. Hill e Clark levaram essas funções dos céus para as pistas.
“A Aston Martin e a Breitling cruzaram seus caminhos em momentos cruciais para o design e a cultura”, afirmou Adrian Hallmark, CEO da Aston Martin. “A parceria é uma vitrine perfeita de excelência, maestria em design e desempenho, algo que é parte integrante de tudo o que a Aston Martin representa”.
Perfeito. Assim foi o fim de semana do piloto britânico Lando Norris, da McLaren.Após vencer a corrida sprint e registrar a pole position no sábado (8), ele venceu o GP do Brasil neste domingo sem grandes ameaças dos adversários no autódromo de Interlagos.
Consequentemente, Norris, que começou o fim de semana com apenas um ponto de vantagem para o colega de equipe Oscar Piastri, tem agora 24 pontos de frente para o adversário, que terminou em quinto lugar. Kimi Antonelli, da Mercedes e Max Verstappen, da RBR, fecharam o pódio em São Paulo.
A corrida teve emoções desde a primeira volta. O brasileiro Gabriel Bortoleto, da Sauber, que não conseguira registrar tempo no treino classificatório após um acidente na corrida sprint, largou na última posição e se envolveu em outro acidente, desta vez com o canadense Lance Stroll, da Aston Martin. Bortoleto teve que abandonar a prova.
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Também no início, Lewis Hamilton, da Ferrari, teve acidente com Franco Colapinto, da Alpine. Após cair para o último lugar, o britânico acabou abandonando a corrida posteriormente.
Na retomada, outro acidente: Antonelli, Piastri e Charles Leclerc, da Ferrari, estavam em uma disputa na 6ª volta e o monegasco, que havia largado na terceira posição, levou a pior, sendo mais um a abandonar a corrida.
Na parte da frente da classificação, poucas emoções.Lando Norris foi soberano e, tirando momentos de trocas nos boxes, não largou a primeira posição. Um destes momentos aconteceu após a incrível recuperação do tetracampeão Max Verstappen, que largou do pit lane e chegou a ocupar a ponta antes de precisar fazer o seu pit stop. O holandês, com a prova que fez, se mantém na disputa do título de pilotos, em terceiro lugar na tabela de classificação, com 341 pontos, 49 a menos que Norris e 25 a menos do que Piastri.
Restam três provas para o fim da temporada, a próxima será dia 23, em Las Vegas, nos Estados Unidos.
Gabriel Bortoleto fechou sua participação no Grande Prêmio do Canadá, décima etapa do Campeonato Mundial de Fórmula 1, na 14ª posição após um fim de semana que evidenciou sua capacidade de adaptação e crescimento constante na principal categoria do automobilismo mundial.
O jovem brasileiro de 20 anos enfrentou o desafio de conhecer o icônico Circuito Gilles Villeneuve, em Montreal, onde as margens mínimas entre os competidores tornaram cada milésimo crucial para o resultado final.
Bortoleto iniciou o fim de semana com performance sólida nos treinos livres, registrando o 16º tempo no TL1 (1:14.324) e melhorando para a 13ª posição no TL2 (1:12.896), demonstrando rápida adaptação ao traçado canadense em que ele percorreu por 62 voltas.
“Foi um início muito positivo para o nosso fim de semana. Sendo minha primeira vez nesta pista, estava realmente focado em entender como Montreal funciona, e estou satisfeito com a sessão muito sólida que tivemos”, destacou o piloto após os treinos de sexta-feira.
Gosto amargo
No sábado Bortoleto, acabou ficando de fora do Q2 por apenas sete milésimos de segundo – uma margem ínfima que ilustra a competitividade extrema do grid atual. O brasileiro terminou o Q1 na 16ª posição com o tempo de 1:12.385.
“Estou desapontado por não conseguir chegar ao Q2 hoje, especialmente por uma diferença tão pequena. Perdemos a chance por apenas sete milésimos e, em uma pista como esta, isso não é nada”, analisou Bortoleto. “Ainda não temos o carro para estar confortavelmente lá toda vez, mas estamos construindo isso, chegando mais perto a cada fim de semana.”
Bom ritmo
Largando da 15ª posição, Bortoleto enfrentou uma corrida desafiadora, sendo pressionado por carros teoricamente mais rápidos logo nas primeiras voltas. A equipe optou por uma estratégia ousada com um stint longo no pneu duro, buscando se beneficiar de uma possível entrada do Safety Car. Gabriel ficou 48 voltas na pista com o mesmo jogo de pneus com que largou mostrando, sobretudo, um exímio controle sobre o desgaste dos pneus. Isso, sem contar, o grande número de voltas em que esteve à frente de carros notoriamente mais velozes como Red Bull, Williams e Alpine. Ao final das 70 voltas o brasileiro recebeu a bandeirada de chegada na 14ª colocação.
“Foi um fim de semana difícil para mim, mas fico satisfeito em ver a equipe pontuar novamente”, declarou Bortoleto após a prova. “Sinto que havia mais potencial, mas precisamos entender o que mais podemos fazer para começar a pontuar. Fizemos progresso desde Barcelona, mesmo que a pista não nos favorecesse tanto, e estou confiante de que estamos indo na direção certa”, concluiu o piloto brasileiro, já de olho nos próximos desafios do calendário.”
Mesmo com um resultado aquém das expectativas pessoais, Bortoleto mantém o foco na evolução contínua que tem demonstrado ao longo de sua temporada de estreia. O Grande Prêmio do Canadá reforçou que Gabriel segue em curva ascendente de aprendizado, acumulando experiência valiosa em cada etapa enquanto consolida sua posição como a principal estrela do automobilismo brasileiro na elite mundial.
O Campeonato Mundial de F1 retorna na próxima etapa pra a a Europa. Entre os dias 27 a 29 de junho será disputada a 11ª etapa do ano – Grande Prêmio da Áustria, no Autódromo de Red Bull Ring, em Spielberg.
A Racer Books, selo editorial da Gulliver Editora, abriu oficialmente a pré-venda do livro “Bruce McLaren e a história do M2B na Fórmula 1”, obra assinada pelo jornalista Américo Teixeira Junior, que apresenta um mergulho fascinante na gênese de uma das equipes mais icônicas da história da F1.
Diferente das narrativas que exaltam os títulos de Ayrton Senna, Alain Prost ou Lewis Hamilton, este livro resgata os bastidores da temporada de 1966, quando Bruce McLaren ousou colocar na pista o M2B, o primeiro monoposto construído por sua equipe para a Fórmula 1.
Embora o M2B nunca tenha vencido uma corrida, ele representou o ponto de partida para décadas de glórias. Com texto envolvente e pesquisa minuciosa, Américo reconstrói os desafios técnicos, os bastidores conturbados, os personagens marcantes e as decisões improváveis que marcaram aquela ousada empreitada.
“Mais do que contar a história de um carro, o livro revela o espírito de uma época em que ousar era tão importante quanto vencer — e homenageia a genialidade de Bruce McLaren”, diz Américo.
Pré-venda com preço promocional e brinde exclusivo
O livro já está disponível para pré-venda até o dia 11 de maio por R$ 50,00 + frete (preço regular após esse período será de R$ 69,90). Quem adquirir neste período ainda concorrerá ao sorteio de uma miniatura da McLaren MCL38 – GP de Mônaco 2024 em escala 1:43, oferecida pela Formula Collection.
Pela terceira vez em cinco corridas, o lugar mais alto do pódio na temporada 2025 da Fórmula 1 foi dele, Oscar Piastri. Neste domingo (20), o piloto australiano da McLaren sagrou-se vencedor do GP da Arábia Saudita, em Jedá e, de quebra, recuperou a liderança na tabela de pilotos.
O holandês Max Verstappen, da Red Bull, que largou na ponta, terminou em segundo, enquanto o monegasco Charles Leclerc, da Ferrari, completou o pódio.
Verstappen perdeu a primeira posição após sofrer uma punição por uma manobra não permitida, tendo que acrescentar 5 segundos em sua parada nos boxes. Por um instante, o britânico Lando Norris, da McLaren, que chegou como líder a este fim de semana e iniciou a prova na 10ª posição, ocupou a ponta, mas após todos os pilotos fazerem seus pit stops, o primeiro lugar ficou com Piastri, que havia largado em segundo.
A corrida seguiu até o fim disputada e Piastri cruzou a linha de chegada 2s8 antes de Verstappen. Lando Norris terminou em quarto. O brasileiro Gabriel Bortoleto, da Sauber, que largou em 20º e último lugar, terminou em 18º, à frente de Yuki Tsunoda, da Red Bull e Pierre Gasly, da Alpine, que não completaram a prova.
Agora, na tabela de classificação dos pilotos, Piastri – que já havia vencido os GPs da China e do Bahrein – soma 99 pontos, 10 à frente de Norris e 12 à frente de Verstappen.
A próxima corrida no calendário da Fórmula 1 é o GP de Miami, nos Estados Unidos, marcado para o dia 4 de maio. (Agência Brasil)
Com mais de 60 anos inovando com tecnologias para a Fórmula 1, a McLaren está em uma posição vantajosa para fornecer soluções automotivas que estabelecem os padrões na engenharia de supercarros.
E é com a fibra de carbono que as capacidades inovadoras da McLaren estão fortemente representadas. Leve, forte e rígida, a McLaren está agora se aproximando de meio século como líder mundial nesta área altamente técnica da ciência dos materiais e continua a ultrapassar os limites do que é possível.
A fibra de carbono desempenha um papel essencial na entrega de supercarros com a melhor combinação possível de atributos de estrada e de pista. Todos os carros de produção da McLaren desde o primeiro, o McLaren F1, foram baseados em um chassi feito desse compósito.
O baixo peso e a rigidez do material são fundamentais para proporcionar um desempenho de referência e uma dinâmica emocionante, mas também uma qualidade de condução líder na sua classe e os benefícios adicionais de eficiência. Sua resistência proporciona segurança, garantia e durabilidade. É o material perfeito para criar uma plataforma com soluções incríveis, permitindo aos designers criar carros com uma estética e eficiência aerodinâmica superlativas.
É uma tecnologia firmemente enraizada no legado da McLaren na Fórmula 1 e parte essencial de seu DNA:
MP4/1 (1981)
O MP4/1 revolucionou a Fórmula 1 como o primeiro carro de corrida a usar um chassi monocoque totalmente em fibra de carbono. A sua estrutura leve e rígida melhorou significativamente a segurança e o desempenho. Projetado por John Barnard, este chassi pioneiro levou à ampla adoção da fibra de carbono no automobilismo, mudando para sempre o design dos carros de F1.
A introdução de carros com chassi de fibra de carbono no esporte deu início a uma nova era na Fórmula 1. A superioridade da fibra de carbono do ponto de vista da segurança foi demonstrada de forma espetacular no Grande Prêmio da Itália de 1981. O piloto da McLaren, John Watson, saiu ileso de um grave acidente a mais de 220 km/h.
Foi um momento importante para convencer todo o paddock da Fórmula 1 de que a tecnologia de chassis de fibra de carbono era o futuro da segurança na categoria. O potencial de desempenho de um chassi de carbono ficou claro quando Watson venceu o Grande Prêmio da Inglaterra daquele ano com mais de 40 segundos de vantagem sobre o segundo colocado.
McLaren F1 (1993)
Das muitas características de design inovadoras do McLaren F1, a utilização de um chassi monocoque e de uma carroceria em fibra de carbono, enfatizando o peso mínimo e a máxima rigidez estrutural, estavam entre as mais importantes. Pioneiro no uso do material em carros de rua, o F1 ostentava um desempenho incomparável devido ao seu baixo peso (apenas 1.140 kg) e à imensa potência (627 cv) do seu motor V12 de 6,1 litros.
O monocoque de fibra de carbono – projetado usando design e análise de dados auxiliados por computadores de última geração – permitiu ao F1 alcançar uma relação peso-pótência significativa, nunca antes vista em carros de estrada, tornando-se um ícone da engenharia de supercarros.
Foi a plataforma sobre a qual não só foi construído o carro de rua mais rápido do mundo, alcançando uma velocidade máxima de 394 km/h no campo de provas de Ehra-Lessien, na Alemanha, mas que também conduziu o F1 GTR à vitória nas 24 Horas de Le Mans de 1995.
McLaren 12C (2011)
O 12C, primeiro carro produzido pela marca no moderno McLaren Production Center, apresentou o MonoCell, uma estrutura de fibra de carbono de peça única que proporcionava rigidez e leveza sem precedentes em um automóvel de rua. O desenvolvimento do chassi levou a história da fibra de carbono da McLaren para o século XXI. O MonoCell foi a espinha dorsal da primeira linha de supercarros produzidos em massa totalmente construída em fibra de carbono, proporcionando os benefícios desse tipo de construção de chassi em uma escala nunca vista antes na indústria automotiva.
O MonoCell foi uma das várias tecnologias revolucionárias introduzidas pelo 12C no segmento dos supercarros, ao mesmo tempo que foi um dos elementos centrais na criação do DNA dos supercarros modernos da McLaren, estabelecendo as bases para o futuro. Suas vantagens sobre as estruturas de alumínio ainda populares na época não estavam apenas no incrível peso de apenas 75 kg, mas também no nível de rigidez torcionalque permitia ao 12C Spider dispensar reforço adicional no chassi – uma solução que se estende a todos os conversíveis da McLaren criados até o momento.
McLaren P1 (2013)
Apenas dois anos após o lançamento do 12C, a McLaren revolucionaria mais uma vez a tecnologia de supercarros de fibra de carbono com o lançamento do McLaren P1, em 2013. Este segundo exemplar da linhagem de carros “1” da McLaren deu mais um passo à frenteatravés do uso de uma estrutura de carroceria totalmente em fibra de carbono, incorporando não apenas o teto e as estruturas inferiores, o teto e a cavidade de entrada de ar do motor; mas também a bateria e a carcaça dos componentes eletrônicos de potência que foram parte integrante do trem de força híbrido de alto desempenho do P1, em uma estrutura conhecida como MonoCage.
Toda a estrutura pesava apenas 90 kg – uma obra-prima da engenharia que provou ao mundo que a eletrificação não significa necessariamente comprometer o peso total do veículo e pode desempenhar um papel fundamental na entrega de desempenho num verdadeiro supercarro.
McLaren 720S (2017)
O 720S introduziu a estrutura de fibra de carbono Monocage II que ainda hoje é empregada pelo McLaren 750S, aumentando ainda mais a rigidez e reduzindo o peso em comparação com seu antecessor, o MonoCell. A estrutura leve compreende agora toda a célula de passageiros. Este avanço significativo na tecnologia monocoque de carbono em supercarros de produção em série proporcionou não apenas desempenho e dinâmica premiados, mas também melhorias na ergonomia, na visibilidade e no design.
Os pilares do teto incrivelmente finos do Monocage II resultam numa excelente visibilidade através do para-brisas e, combinados com os pilares B posicionados atrás no cockpit da cabine, o Monocage II contribui para uma sensação de espaço excepcional. As soleiras do Monocage II descem até onde estão os pés dos ocupantes, para facilitar a entrada e saída. As dramáticas portas diédricas de painel duplo articulam-se para frente e para cima à medida que se abrem. A célula de carbono proporcionou um supercarro tão fácil de entrar e sair quanto de extrair o máximo desempenho.
E tal como as vantagens introduzidas pelo MonoCell, a versão Spider do 720S e posteriormente do 750S apresentam uma estrutura traseira superior personalizada em fibra de carbono, sem a necessidade de reforço adicional, garantindo uma dinâmica emocionante e um aumento mínimo de peso.
Centro de tecnologias
A abertura do McLaren Composites Technology Centre (MCTC) em Sheffield, Reino Unido, em 2018, marcou um investimento de £ 50 milhões na primeira unidade de produção independente da McLaren fora de Woking. Esta instalação de classe mundial, formada por meio de uma parceria entre a McLaren Automotive, o AMRC da Universidade de Sheffield e a Câmara Municipal de Sheffield, pretende ser um centro de excelência em engenharia e pesquisa de compósitos, mas também na produção de tubos de fibra de carbono de nova geração que possam ser integrados diretamente com futuras tecnologias de trem de força.
As primeiras peças de produção de fibra de carbono a serem fabricadas no MCTC seriam para o incrível e ultraleve McLaren 765LT, com a asa traseira ativa do carro, para-choque traseiro e piso dianteiro, projetados, desenvolvidos e fabricados no MCTC.
McLaren Artura (2021)
O McLaren Artura introduziu a McLaren Carbon Lightweight Architecture (MCLA), projetada especificamente para integrar uma nova geração de motores híbridos de alto desempenho. Mais leve e mais forte que o chassi anterior, o MCLA suporta o trem de força V6 híbrido do Artura, ao mesmo tempo em que continua a otimizar e desenvolver ainda mais as vantagens estruturais do uso de um monocoque de fibra de carbono.
Fabricado na primeira grande instalação da McLaren fora de sua sede em Woking, o MCLA é fabricado no McLaren Composites Technology Center em Sheffield. O MCLA marca um momento revolucionário na tecnologia monocoque de fibra de carbono, melhorando não apenas os benefícios de leveza e rigidez anteriormente desenvolvidos nas estruturas MonoCell e MonoCage II, mas incorporando uma célula de segurança para a bateria do sistema híbrido usado pelo Artura e integrando ainda mais funcionalidade de colisão e suporte de carga no chassi.
As tecnologias revolucionárias da McLaren também permitiram que o monocoque de fibra de carbono MCLA do Artura fosse produzido em volumes nunca antes alcançados. E com o lançamento do Artura Spider, a McLaren continua seu DNA de conversíveis leves, sem nenhum fortalecimento ou reforço adicional para o chassi do Artura Spider.
McLaren W1 (2024)
O McLaren W1 dá continuidade à evolução do DNA leve da fibra de carbono da McLaren com a chegada do Aerocell, nosso tubo de fibra de carbono mais radical e tecnologicamente avançado já projetado para um carro de estrada. Construída com fibra de carbono pré-impregnada, esta tecnologia – usada no Solus GT, exclusivo para as pistas – utiliza compósito pré-impregnado com um sistema de resina que simplifica o processo de cura. O tratamento de pressão é então aplicado no molde, o que confere à Aerocell maior resistência estrutural do que banheiras comparáveis.
McLaren Automotive
Quilo por quilo, resulta em uma estrutura mais leve que elimina a necessidade de carroceria adicional em locais no exterior do carro – um benefício de leveza explorado no design do W1. O Aerocell também foi projetado como um elemento-chave do pacote aerodinâmico extremo do W1, fazendo uso do verdadeiro efeito solo, obtido ao elevar o piso do monocoque em 65 mm, o que elevou a posição dos pés e subiu para 80 mm em direção à frente do Aerocell. Ao mesmo tempo, para reduzir o comprimento do Aerocell – e de todo o veículo – foi tomada a decisão de fixar a posição do assento e incorporar assentos no monocoque. Ao reduzir a distância entre eixos em quase 70 mm, isto também tem a vantagem adicional de poupar ainda mais peso.
O McLaren W1 também apresenta a introdução da tecnologia de fibra de carbono de próxima geração da McLaren, ART. Tornada possível através do desenvolvimento da inovadora técnica de fabricação de deposição de “alta taxa” Automated Rapid Tape, a fibra de carbono McLaren ART abre novas possibilidades para os engenheiros. Mais leve e mais rígida, produzida com menos resíduos e permitindo a rápida criação de peças otimizadas de fibra de carbono com propriedades especializadas, a asa dianteira ativa do McLaren W1 estreia esta nova tecnologia.
A fibra de carbono é parte integrante da história da McLaren e uma parte essencial do nosso DNA. Permite-nos entregar supercarros superleves com os melhores atributos dinâmicos e continua a ser uma área de exploração técnica com muito a descobrir e muitos mais ganhos a serem obtidos”, explica Michael Leiters, CEO da McLaren Automotive.
O paulista Gabriel Bortoleto, de 20 anos, que será piloto da Sauber na Fórmula 1 em 2025, terminou o GP de Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) em segundo lugar e conquistou pontuação suficiente para confirmar o título mundial na Fórmula 2. Ele foi beneficiado pelos problemas de seu principal rival, o francês Isack Hadjar, que deixou o carro morrer logo na largada e acabou terminando em 19º. Agora Bortoleto tem os títulos da Fórmula 3 (conquistado no ano passado) e da Fórmula 2 no currículo.
Antes da derradeira corrida da temporada, o brasileiro e o francês estavam separados por apenas 4,5 pontos na tabela: Bortoleto somava 196,5 e Hadjar 192. Neste domingo, o piloto brasileiro largou na segunda posição, atrás do francês Victor Martins e logo à frente de Hadjar no grid. No entanto, logo na largada as coisas mudaram completamente. Hadjar ficou travado e precisou ir para os boxes. Bortoleto ultrapassou Martins e assumiu a ponta.
Vendo o principal rival afastado da briga pelo título, Bortoleto fez uma corrida segura, administrando sua posição. Ele chegou a cair para o décimo lugar depois do pit stop, mas recuperou posições quando os adversários tiveram que parar e voltou a superar Martins na volta 29 para recuperar a segunda posição. A vitória ficou com o paraguaio Joshua Durksen.
Bortoleto foi campeão com a pontuação final de 214,5, tendo conquistado duas vitórias ao longo da temporada. No começo de novembro, ele foi anunciado pela Sauber como piloto titular da equipe para o ano de 2025, fazendo dupla com o alemão Nico Hülkenberg. Com isso, o Brasil voltará a ter um representante na elite após a última corrida de Felipe Massa em 2017.
Sete anos após a aposentadoria de Felipe Massa, o Brasil volta em 2025 a ter um piloto no grid da maior categoria da Fórmula 1. Gabriel Bortoleto foi confirmado na Sauber Motorsport AG para 2025 ao lado de Nico Hülkenberg.
O piloto paulista iniciou sua carreira nas pistas aos seis anos no kart e, aos doze, mudou-se para a Europa para seguir o sonho de chegar à Fórmula 1. Ele se destacou ao estrear na Fórmula 3 em 2023, dominando sua temporada de estreia e vencendo o campeonato, antes de subir para o Mundial de F-2, onde lidera a classificação com apenas duas rodadas para o encerramento.
Gernot Döllner, da Sauber Motorsport AG afirmou que “ao contratar Gabriel Bortoleto, garantimos um desses grandes talentos. Sua contratação reforça a estratégia de longo prazo”.
Já Mattia Binotto, ex-dirigente da Ferrari e atual comandante da Sauber Motorsport AG, elogiou o piloto. “Gabriel já demonstrou nas categorias de base que tem o que é preciso para ser um piloto vencedor. Estamos muito satisfeitos que ele se tornará um membro da equipe Sauber. Junto com Gabriel, estamos em uma jornada rumo ao sucesso e evoluiremos como uma força unificada para moldar uma nova era para a Audi no automobilismo. Nico e Gabriel representam a combinação ideal de experiência e juventude, nos posicionando fortemente para o futuro”.
No auge da sua carreira na Fórmula 1, o piloto José Carlos Pace, o Moco, faleceu no dia 18 de março de 1977 em um acidente de avião no interior de São Paulo. Enterrado no Cemitério do Araça, em São Paulo, tendo o túmulo roubado e destruído por desconhecidos. Por intermédio do jornalista e amigo do piloto, Ricardo Caruso, editor do site Auto & Técnica, que soube do estado de abandono do túmulo de Moco, com o apoio do colecionador Paulo “Loco” Figueiredo, fez uma campanha junto à CBA – Confederação Brasileira de Automobilismo, Prefeitura Municipal de São Paulo e á administração do Autódromo de Interlagos, que leva o nome do piloto desde 1985 e conseguiu transferir os restos mortais para um lugar junto ao seu busto na pista paulistana. A vitória de Caruso será no próximo dia 23 de agosto de 2024.
A digna homenagem e reconhecimento ao piloto se fazem a poucos meses de quando completaria 80 anos de idade e 50 anos da sua vitória no GP do Brasil de Fórmula 1 de 1975.
O evento contará com a presença da família, amigos, jornalistas e admiradores do piloto. Para a homenagem, o filho do piloto, Rodrigo Pace, trajado com o macacão e capacete do que pertenceram ao seu pai, dará uma volta com um Karmann-Ghia de corrida que fora utilizado pelo piloto.
Em 1970 foi na “estrada” aberta por seu amigo Emerson Fittipaldi e foi para a Europa disputar o Campeonato Inglês de Fórmula 3 e sagrou-se campeão. Em 1971 subiu de categoria e disputou a Fórmula 2, onde venceu o difícil GP de Imola, na Itália. A convite do comendador Enzo Ferrari, passou a fazer parte do time da marca italiana na categoria Protótipos, conquistando um segundo lugar em nada menos que as 24 Horas de Le Mans, em 1973.
Esses bons resultados abriram-lhe as postas para a Fórmula 1 em 1972, numa equipe que estava começando: Williams. A equipe de Frank Williams usava carros antigos de outra equipe da categoria, a Mach, e mesmo com equipamento do ano anterior, Moco pontou 2 vezes ao longo daquele ano.
No ano seguinte, 1973, transferiu-se para uma equipe um pouco melhor, a Surtees e novamente se destacou, inclusive com um 3º lugar na Áustria. Naquele ano, a Revista e anuário Autocourse, o elegeu com o quarto melhor piloto do ano, ficando atrás de Jackie Stewart, Ronnie Peterson e Emerson Fittipaldi.
Em 1974, começou a temporada novamente na Surtees, mas na metade do campeonato se transferiu para a Brabham, conseguindo um segundo segundo lugar em Watkins Glen, nos Estados Unidos.
Em 1975 foi a melhor temporada do brasileiro na categoria. Além da Fórmula 1, Moco participaria também do Campeonato Brasileiro de Turismo e onde foi campeão do Grupo 1, com um Maverick. Naquele ano, venceria também a tradicional prova das 25 horas de Interlagos, junto com o multi campeão Paulo Gomes e o jornalista Bob Sharp, na famosa equipe da Ford, comandada por Luiz Antônio Grecco. Mas seu maior momento no automobilismo chegaria no segundo GP da temporada, após o da Argentina que foi no GP do Brasil. Ganhou de forma espetacular e em segundo chegaria nada menos que Emerson Fittipaldi.
Utilizando motores Alfa Romeo que eram muito pesados e “beberrões” a Brabham teve dificuldades e o ano de 1976 foi pouco produtivo para o piloto.
Em 1977, Pace voltou ao pódio. Seria o último. Após não pontuar no Brasil e África do Sul. De volta ao Brasil, no dia 18 de março de 1977, juntamente com seu amigo, fazendeiro e também piloto, Marivaldo Fernandes, decolou do Campo de Marte e com direção a Matão. Logo após a decolagem, os ocupantes da aeronave foram surpreendidos por uma tempestade que derrubou o avião na Serra da Mantiqueira.
Pelos feitos e pelo amor que tinha á pista de Interlagos, em 1985 foi homenageado dando o nome ao mais importante circuito do Brasil.
Serviço
Local: Autódromo de Interlagos, portão 7, São Paulo, SP
Horário: a partir das 10 horas
A Sid Special Paint, referência mundial na personalização de capacetes , e o BMW Group Brasil anunciam uma parceria exclusiva como parte das ações de lançamento do novo modelo BMW M3 CS. O esportivo chega ao Brasil já como um carro colecionável e ainda mais exclusivo, em tiragem limitada de 17 unidades. Para compor ainda mais o caráter premium do modelo, a empresa convidou a Sid Special Paint, responsável pela identidade visual de lendas do automobilismo mundial – entre eles Ayrton Senna – para produção de um capacete exclusivo para acompanhar as unidades do modelo M3 CS.
De acordo com Alan Mosca, sócio da Sid Special Paint e filho do genial Sid Mosca, desde o primeiro contato com a equipe da BMW, o projeto teve o objetivo de capturar a essência das linhas modernas e elegantes do M3 CS. “O capacete reflete características marcantes do modelo, criando uma identidade visual que se conecta imediatamente ao carro, transmitindo ao mesmo tempo sofisticação, velocidade, luxo e inovação”.
Mas Alan não criou a identidade visual sozinho. Para o desafio, contou com um companheiro de peso: trata-se de Raí Caldato, parceiro oficial da Sid Special Paint e responsável pela identidade visual do capacete de Lewis Hamilton, o maior campeão da história da Fórmula 1, com oito títulos. O designer brasileiro foi o vencedor, entre os mais de oito mil concorrentes do mundo inteiro, de um concurso para desenhar o capacete do então tricampeão, em 2017.
“O design do capacete traz inspiração nas próprias linhas internas e externas do novo BMW M3 CS, que combinam traços retos e curvilíneos, como a linha de caráter da carroceria, linhas do painel e console central interno e, de maneira mais evidente, na grade duplo rim, tradicional assinatura visual da BMW. A paleta de cores também faz conexão com o veículo: os detalhes em vermelho, presentes em acabamentos internos e externos, podem ser vistos também no design do capacete; os detalhes em dourado fazem alusão às belíssimas rodas de 20 polegadas do carro”, explica Caldato.
O designer acrescenta ainda que o grande diferencial deste design está na personalização do capacete para cada proprietário, como detalhes na respectiva cor do veículo, além do número do chassi específico. “A ideia é que o proprietário possa identificar seu novo veículo através do design do capacete, antes mesmo de perceber os detalhes personalizados”, diz.
“A parceria com a BMW é uma honra muito grande. Trata-se de uma marca que prima pela excelência, conforto, inovação e alto desempenho. Estamos animados com esse projeto e que seja o primeiro de muitas outras ações”, afirma Stella Mosca, sócia da Sid Special Paint.
Sid Special Paint
A Sid Special Paint é referência mundial na personalização de capacetes automobilísticos. A empresa foi fundada por Sid Mosca, conhecido como o “Mestre dos Capacetes”, e é responsável pelas cores e estilo dos capacetes utilizados por nomes como Ayrton Senna, Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Rubens Barrichello, Christian Fittipaldi, Maurício Gugelmin, Roberto Pupo Moreno, entre outros.
A pintura do capacete do Ayrton Senna foi criada por Sid Mosca para a equipe de Kart da CBA – Confederação Brasileira de Automobilismo, que disputou o mundial de 1979. Quando retornou ao Brasil, Ayrton pediu para o Sid Mosca a exclusividade da pintura.
Após seu falecimento, em 2011, a empresa continua a tradição de excelência e inovação em design, agora sob a liderança de Alan e Stella Mosca, filho e neta, respectivamente. Mais informações: https://sidspecialstore.com.br/