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Nova geração da picape Ford F-150 chega no segundo semestre

A Ford comunicou ontem que pretende trazer para o Brasil , a nova F-150 2024 no segundo semestre. A versão atualizada da picape, lançada no começo do ano nos Estados Unidos, traz aprimoramentos no design, na tecnologia e nos equipamentos.

A picape F-150 é a mais vendida da América do Norte há 47 anos consecutivos. Atualmente, a picape está na 14ª geração e com mais de 41 milhões de unidades produzidas.

“A F-150 construiu sua liderança global porque é um produto que está constantemente evoluindo e inovando, sempre à frente das tendências e antecipando as necessidades do mercado”, diz Martín Galdeano, presidente da Ford América do Sul. “O lançamento do novo modelo faz parte do nosso compromisso de aprimoramento contínuo para oferecer aos clientes o que há de melhor em picapes”.

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O que esperar das próximas 24 Horas de Le Mans?


Texto e fotos Gerson Borini

Se considerarmos os resultados das duas principais corridas de Endurance realizadas às vésperas da próxima 24 horas de Le Mans, o Porsche 963 tem tudo para ser o protagonista na tradicional prova francesa.

Em SPA-Francorchamps o 963 fez dobradinha com a equipe Herts Team JOTA vencendo a dramática corrida de 6 horas após mais de 90 minutos de interrupção por bandeira vermelha, seguido pelo 963 de numeral 6 da equipe Porsche Penske Motorsport.

No campeonato américa, o IMSA, a prova realizada no último sábado pelas ruas de Detroit, novamente os Porsche 963 fizeram bonito, só não subiram ao lugar mais alto do pódio porque o Acura, que não participa de Le Mans, acabou estragando a festa alemã.

Mas se os cinco Porsches 963 que iniciarão a prova em La Satre chegam com moral elevada, as outras marcas não estão muito atrás. Em SPA o Cadillac V-Serire.R fez bonito na classificação, largando em segundo, e durante a prova teve um rendimento mais conservador nas primeiras horas, certamente para poupar pneus, pois em corridas de 6 horas de duração cada equipe tem apenas 18 pneus para administrar, e quando começou sua recuperação foi o causador da bandeira vermelha. Uma manobra equivocada que lhe custará punição para a largada da próxima semana. Em Le Mans serão três Cadillacs alinhados para a largada, assim como três Ferraris 499P.

A equipe Ferrari AF Course é outra quem vem com tudo para Le Mans, após ser desclassificada da pole position em SPA, e não participando do campeonato americano da IMSA, a equipe italiana quer repetir o feito do ano passado, quando venceu na tradicional prova de 24 horas no seu retorno à categoria. Saindo em último no grid, o Ferrari #50 chegou em terceiro lugar na pista belga.

Os Toyotas GR010-Hybrid buscam se reabilitar no campeonato 2024, e na tradicional prova de longa duração perdeu o reinado no ano passado, depois da hegemonia de alguns anos. Em Ímola conseguiu a vitória sobre o Porsche, mas novamente em SPA foi superado pelos Porsches, o mesmo que já havia acontecido na prova de abertura no Catar.

Se a BMW ainda não conseguiu mostrar um bom desempenho nos Hypercar, na LMGT3 foi a surpresa ao vencer nas 6 Horas de Ímola com o carro 31 que tem o brasileiro Augusto Farfus como principal piloto do trio. Em SPA a estratégia da equipe era ser mais agressiva com o carro #46, que tem como piloto o multicampeão de motovelocidade, o Valentino Rossi, e mais conservadora com o carro #31 do brasileiro. Mas ambos acabaram envolvidos em acidentes e ficaram totalmente fora da disputa.

 

Ainda na LMGT3 a disputa está bem aberta, pois se os Porsche 911GT3.R se deram bem ao final das 6 horas de SPA-Francorchamps, os Lamborghinis Huracan EVO2 da equipe Iron Lynx e Iron Dames estiveram sempre entre os primeiros colocados, e a equipe United Autosports fez bonito com o McLaren 720S EVO numeral 59 que tem como piloto o brasileiro Nicolas Costa, estreante na categoria e que brigou pela primeira colocação no início da prova, tendo terminado em 4º lugar.

O Brasil estará representado na categoria Hypercar pelos pilotos Felipe Nasr no Porsche 963 da equipe Porsche Penske Motorsport com numeral 4, por Pipo Derani e Felipe Drugovich no Cadillac V-Serire.R da equipe Whelen Cadillac Racing de numeral 311.

Na LMGT3 o piloto platinum Augusto Farfus é o principal brasileiro e estará a bordo do BMW M4 número 31 da equipe Team WRT. Nicolas Costa vem a bordo do McLaren 720P EVO numeral 59 da United Autosports, e Daniel Serra é o piloto com licença platinum no Ferrari 296 da equipe GR Racing com o numeral 86.

Mas não se esqueçam que uma prova de longa duração como as 24 horas de Le Mans, outras equipes que ainda não mostraram resultado no campeonato 2024 podem aparecer para surpreender, é o caso dos BMW M Hybrid V8 da equipe Team WRT ou do Peugeot 9X8 da Peugeot TotalEnergies que ano passado liderou várias voltas. Já as estreantes Isotta Fraschini com o Tipo6-C, a Iron Lynx com o Lamborghini SC63 e a Alpine Endurance Team com o Alpine A424 devem ser coadjuvantes na categoria dos Hypercar.

Na LMGT3 aparecem outras equipes utilizando o Ferrari 296 que certamente estarão disputando um lugar ao Sol ao lado dos Corvettes Z06.R da TF Sport ou do estreante Ford Mustang  da Proton Competition, assim como os Aston Martin Vantage AMR e o Lexus RC F.

E para rechear os olhos de quem gosta de competição de alto nível, as 24 horas de Le Mans terão mais 48 pilotos distribuídos em 16 carros da categoria LMP2, que não disputam a temporada regular do FIA-WEC, mas por utilizarem a mesma configuração de motor, chassi e pneu entre eles serão uma corrida a parte. Emoções não devem faltar neste ano.

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Suspensão do novo Mustang GTD é muito sofisticada

No ano que completa 60 anos de seu lançamento, a Ford lançou a versão mais potente do esportivo já homologada para as ruas. O novo Mustang GTD tem motor V8 5,2 litros e mais de 800 cavalos. Mas além do design e do motor, a suspensão é outra forte atração. Para que todos possam admirar, essa obra de arte da engenharia em funcionamento, os designers criaram uma janela especial na cabine.

“A suspensão traseira do Mustang GTD foi projetada para a performance, mas também é algo lindo de se ver e seria uma pena escondê-la”, explica Jim Owens, gerente de marketing do Mustang GTD. “Com essa janela, é possível literalmente ver a suspensão em ação e admirar os detalhes em azul e dourado dos amortecedores”.

Com cerca de 60 centímetros de largura por 25 centímetros de altura, essa vitrine feita de policarbonato com revestimento resistente a arranhões permite observar a engenharia refinada do sistema, trabalhando como um relógio de precisão, tanto estando dentro como fora da cabine. “Com um carro tão capaz como o Mustang GTD, tivemos de fazer algo que fosse simplesmente legal e que os donos gostassem”, diz Owens.

Tecnologia das pistas

Assim como a aerodinâmica ativa, a carroceria de fibra de carbono, as rodas de magnésio e o eixo de transmissão traseiro, a suspensão semiativa do Ford Mustang GTD 2025 é um exemplo de como a Ford está usando o aprendizado das pistas para aprimorar seus veículos de rua.

“Nunca fizemos uma suspensão como essa no Mustang”, diz Greg Goodall, engenheiro-chefe do programa Mustang GTD. “Para atender as metas agressivas de tempo de volta que estabelecemos, buscamos inspiração nas corridas para fazer algo realmente avançado. Essa suspensão de última geração é fundamental para transformar um Mustang num Mustang GTD.”

Na suspensão traseira do Mustang GTD, os amortecedores e as molas ficam baixos e entre as rodas traseiras, em vez de alinhados e acima delas. Ela tem um subquadro tubular forte, rígido e eficiente em termos de peso, e amortecedores Adaptive Spool Valve (ASV) da Multimatic que vão além do permitido nas competições.

Capazes de passar da configuração mais suave para a mais firme em apenas 15 milissegundos – seis vezes mais rápido que o piscar do olho humano – os amortecedores ASV adaptam-se continuamente com base no modo de condução, na superfície da estrada e nas informações do motorista para maximizar o contato dos pneus Michelin com o piso.

Cada amortecedor possui duas molas e, ao dirigir na rua, elas trabalham juntas para aumentar o conforto. Ativando o modo Pista, uma das molas é comprimida hidraulicamente, quase dobrando a relação total e rebaixando o veículo cerca de 40 milímetros para otimizar o desempenho na pista. As taxas de mola mais firmes ajudam a manter a área de contato dos pneus com o piso nas acelerações, frenagens e curvas, enquanto a aerodinâmica ativa aumenta o downforce em altas velocidades.

O Mustang GTD estreia nas 24 Horas de Le Mans, em junho, participando depois das 24 Horas de Spa e do Festival de Velocidade de Goodwood. Ele também fará este ano uma volta oficial cronometrada em Nurburgring, na Alemanha, buscando um tempo abaixo de sete minutos.

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Ford Philanthropy doa recursos para o Rio Grande do Sul

Com o objetivo de ajudar a população da catástrofe que caiu no Rio Grande do Sul, a Ford se uniu as entidades Cruz Vermelha e a Aldeias Infantis SOS. Como parte da campanha SOS Rio Grande do Sul, a empresa fez uma doação de US$ 50 mil e está realizando o empréstimo de veículos para essas organizações, além de promover a arrecadação de água, alimentos, itens de higiene e roupas em parceria com colaboradores e sua rede de concessionárias.

A doação foi feita por meio da Ford Philanthropy, braço filantrópico da marca, e será revertida para as operações logísticas de socorro e apoio profissional nos abrigos, como a contratação de psicólogos, assistentes sociais e pedagogos. A rede de concessionárias da Ford também está mobilizada.

“Uma das prioridades da Ford é atuar ativamente nas comunidades onde estamos presentes, principalmente em momentos de necessidade. Agora, estamos unindo esforços com a Cruz Vermelha e a Aldeias Infantis SOS, nossa rede de concessionárias e colaboradores para ajudar a amenizar as consequências desse desastre no Rio Grande do Sul”, diz Martín Galdeano, presidente da Ford América do Sul.

Além da arrecadação de mantimentos e roupas, doações podem ser feitas pelos pix da Cruz Vermelha, chuvasrs@cruzvermelhasp.org.br, e da Aldeias Infantis SOS, pix@aldeiasinfantis.org.br. Pessoas e instituições de outros países que quiserem colaborar podem doar por meio da organização internacional Global Giving, parceira do Ford Philanthropy, acessando https://www.globalgiving.org/projects/brazil-flood-relief-fund/.

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Novo Mustang GT3 relembra modelos do passado

Inicia neste final de semana a temporada 2024 da IMSA GTD PRO, principal categoria de endurance do automobilismo norte americano. E um dos destaques será o novo Mustang GT3, versão para competições do icônico esportivo americano que está comemorando 60 anos em 2024. Para marcar a estreia, a Ford Performance criou uma pintura especial, a “Champion Spirit Livery”, que homenageia oito modelos emblemáticos de competição do esportivo.

Os carros da equipe Ford Multimatic Motorsport vão correr com essa pintura exclusiva na WeatherTech Raceway Laguna Seca (10 a 12 de maio) e no Grande Prêmio de Detroit (31 de maio e 1º de junho). E voltam a usar a pintura original da temporada em Watkins Glen (20 a 23 de junho).

“Selecionar apenas oito designs de uma longa lista de pinturas icônicas foi uma tarefa desafiadora”, diz Mark Rushbrook, diretor global da Ford Performance Motorsports. “Essa pintura é uma fusão de arte e história que resume as conquistas do Mustang nas corridas, desde o seu primeiro sucesso internacional no Tour de France, em 1964, até a inconfundível pintura Motorcraft de 1985, onde o Mustang dominou a classe IMSA GTO”.

Nesse trabalho, os designers combinaram os diferentes estilos das pinturas históricas. E conservaram os desgastes naturais das batalhas para valorizar as raízes do carro e inspirar futuras vitórias. Conheça a seguir os modelos homenageados na sua criação.

Mustangs do Tour de France 1964 – Apenas cinco meses após a estreia, os Mustangs preparados pela Alan Mann Racing encerraram a sequência de cinco anos de vitórias da Jaguar na categoria de turismo, conquistando o primeiro e o segundo lugar no exaustivo Tour de France – série de corridas de dez dias e mais de 5.600 km. Dos 56 participantes, os dois Mustangs ficaram entre os 19 finalistas, conquistando nove troféus em famosos circuitos europeus, como Le Mans e Monza, pilotados por Peter Proctor e Andrew Cowan.

Mustang GT350 SCCA B Production 1965 – Em 1964, como parte da sua campanha Total Performance, a Ford recorreu à Shelby American para ajudar a homologar o Mustang para as corridas da série SCCA. Surgiu assim o GT350, que dominou o campeonato SCCA B Production de 1965, pilotado por Jerry Titus, e venceu três campeonatos consecutivos.

Mustang Shelby American 1966 – A temporada inaugural da SCCA Trans-Am Series, em 1966, viu Tom Yeager e Bob Johnson garantirem a primeira vitória do Mustang Trans-Am no Mid-America 300. O Mustang venceu quatro das sete corridas daquela temporada, garantindo o campeonato.

Mustang Boss 302 1970 – Na temporada de 1970 a equipe Bud Moore, com os pilotos Parnelli Jones e George Follmer, dominou a SCCA Trans-Am Series, vencendo seis corridas e conquistando os títulos de fabricantes e de pilotos com o Mustang Boss 302.

Mustang IMSA GTX 1981 – Em 1981, o programa de corridas da Ford foi retomado com a estreia do Mustang Miller turbo Zakspeed Nº 6, pilotado por Klaus Ludwig. Apesar de ter perdido a vitória na primeira corrida por um décimo de segundo, o Mustang obteve vitórias importantes no Brainerd International Speedway e novamente em Sears Point na classe GTX, marcando o retorno da Ford às pistas.

Mustang Roush IMSA 1985 – O Mustang Roush GTO encerrou a temporada IMSA de 1984 em alta com uma vitória em Daytona de Willie T. Ribbs e Wally Dallenbach Jr., preparando o terreno para 1985. Naquele ano, o Mustang venceu nove corridas na IMSA. John Jones venceu o campeonato de pilotos, enquanto Lynn St. James garantiu três vitórias, tornando-se a primeira mulher a vencer na categoria e contribuindo para o título da Ford no campeonato de fabricantes.

Mustang Roush IMSA 1987 – Nas 24 horas de Daytona de 1987, o Mustang Roush nº 11 pilotado por Tom Gloy, Bill Elliott, Lynn St. James e Scott Pruett conquistou o primeiro lugar na classe GTO.

Mustang Cobra Trans-Am 1997 – A temporada de 1997 da SCCA Trans-Am teve um desempenho dominante do Ford Mustang. Tommy Kendall, pilotando o Mustang Cobra Roush All-Sport, cravou 11 vitórias consecutivas, enquanto Mike Borkowski venceu as duas últimas corridas da temporada. Kendall garantiu o título de pilotos pelo terceiro ano consecutivo.

Vídeo – https://www.youtube.com/watch?v=30SHGaluvI0

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Fábrica da CAOA Montadora em Goiás completa 17 anos de sucesso

Com recursos do próprio fundador, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, há 17 anos era inaugurada a fábrica da CAOA Montadora em Anápolis-GO. O Dr. Caoa, como era conhecido, investiu 1,2 bilhões de reais e montou um dos maiores conglomerados da América Latina.

O médico paraibano que fez sua vida em Pernambuco, começou no segmento automotivo em 1979, após comprar um Ford Landau e ter dificuldade de receber a compra, soube que a concessionária estava falida.

Comprou a revenda Ford e em pouco tempo se tronou o maior revendedor da América Latina da marca americana. Logo após a abertura do mercado para as importações, o empresário  trouxe a marca Renault para o Brasil. E em 1999 firmou uma parceria com a Hyundai, que rapidamente tornou-se outro grande sucesso.

A inauguração da fábrica em Anápolis, Goiás, em 2007, permitiu que a CAOA produzisse a camioneta Hyundai HR, além de outros modelos como o SUV Tucson, o caminhão leve HD78 (atualizado para HD80) e o IX35.

A produção do novo Tucson, no Brasil, começou em 2016, tornando o país o único a comercializar as três gerações da família ao mesmo tempo, o Tucson, o IX35 e o novo Tucson. No mesmo ano, a CAOA Montadora também iniciou a produção do caminhão leve HD80, desenvolvido para ampliar ainda mais os atributos de qualidade, economia e fácil manutenção do seu antecessor, o HD78.

Em 2017, a CAOA assinou uma cooperação estratégica com a Chery e deu início a produção dos modernos SUVs da CAOA Chery. Atualmente são produzidos na planta uma linha completa de utilitários esportivos: Tiggo 5x Sport, Tiggo 5x Pro, Tiggo 5x Pro Hybrid Max Drive, Tiggo7 Sport, Tiggo7 Pro Max Drive, Tiggo7 Pro Hybrid Max Drive e Tiggo 8 Max Drive.

Fábrica

A planta da CAOA emprega mais de quatro mil funcionários, sendo que, 9 em cada 10 empregados, são moradores da própria região e muitos deles fazem parte do quadro de funcionários desde 2007. As contratações para o quadro de colaboradores seguem ocorrendo, atualmente. Além dos empregos diretos, a Montadora é responsável por cerca de 25.000 indiretos. Ela ocupa uma área de 172 mil m² e tem capacidade para montar 115 mil veículos por ano.

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Tendo como base o modelo de 1965, Ford lança edição especial do Mustang

Hoje (17) é uma das datas mais importantes para a marca Ford em todo o mundo. Há 60 anos era lançado oficialmente nos Estados Unidos, o esportivo Mustang. Entre diversas comemorações, a marca americana lançou uma edição limitada denominada de 60th Anniversary, com 1.965 unidades, homenageando o primeiro ano-modelo oficial do veículo, de 1965.

A edição limitada de 60º aniversário do Mustang tem como base o modelo GT Premium 2025, com motor V8 5.0. Ela estará disponível nas versões cupê e conversível, com transmissão manual ou automática, a partir do segundo semestre nos Estados Unidos, quando também será anunciado o seu preço.

O esportivo traz emblemas exclusivos de 60º aniversário nos para-lamas e na tampa do porta-malas. As rodas de 20 polegadas também são exclusivas, com acabamento em cinza escuro, detalhes usinados brilhantes e uma tampa central vermelha de alumínio de estilo retrô.

O Mustang 60th Anniversary terá três opções de cores: o clássico branco Wimbledon e as modernas vermelho Race e azul Vapor, com faixas laterais em prata Iconic ou vermelho Vermillion. O interior pode vir nas tonalidades cinza Space, vermelho Carmine ou preto Onyx, com um emblema personalizado e número de série gravado no painel.

A grade dianteira com design exclusivo remete ao original de 1964, modernizada com molduras das entradas de ar em prata. Os faróis ganharam contornos fumê que destacam seus elementos internos prateados. As capas dos retrovisores são prateadas nos modelos vermelho Race e azul Vapor, fazendo referência aos espelhos cromados de antigamente, e são na cor da carroceria nos modelos branco Wimbledon.

“Na criação dessa série especial, observamos atentamente todos os detalhes do Mustang 1965 para capturar a sua sensação, como os emblemas dos para-lamas e as tampas centrais das rodas. Ao mesmo tempo, nos mantivemos fiéis ao Mustang como o carro esportivo moderno que ele é”, diz Stefan Taylor, designer sênior da Ford.

 

 

 

 

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Coluna Fernando Calmon — Elon Musk sabe exatamente o que não quer

Coluna Fernando Calmon nº 1.296 — 9/4/2024

Elon Musk sabe exatamente o que não quer: elétrico básico

O dono da Tesla, da empresa de foguetes SpaceX e do X (ex-Twitter) gosta também de criar polêmicas e nem se intimida. A mais recente, na área automobilística, foi a tentativa de desacreditar a maior agência noticiosa do mundo, a britânica Reuters. A Wikipédia aponta que a empresa fundada em 1851 pelo alemão Paul Julius Reuter tem 14.000 funcionários, em 204 cidades e distribui informações em 19 línguas.

No começo deste mês publicou uma extensa informação, tendo três diferentes fontes de referência, sobre a desistência da Tesla de construir um carro elétrico de entrada que custaria em torno de US$ 25.000 (R$ 127.000). E ainda adiantou que a marca americana investiria apenas em um robotáxi.

A resposta de Musk, sul-africano naturalizado americano e agora rebaixado pela Forbes de primeiro para segundo homem mais rico do mundo, foi de forma destemperada: “Reuters mentiu (de novo).” Ações da Tesla chegaram a cair de preço e depois se recuperaram.

Atualmente seu modelo mais barato é o Tesla 3 que custa US$ 39.000 (R$ 198.999) nos EUA. Concorrer em uma faixa de preço 36% inferior com os subsídios abertos e ocultos aplicados na China para veículos elétricos certamente se trata de um desafio hercúleo.

O automóvel de uso familiar e de menor preço pode ser até uma opção futura. Musk já afirmou que pretende, um dia, vender 20 milhões de veículos por ano, o dobro do grupo Toyota em 2023. Se conseguir alcançar essa escala de produção, talvez mude de ideia (de novo…). Hoje, com 1,8 milhão de unidades comercializadas no ano passado, tudo indica o descarte do elétrico básico. 

Produção de veículos estagnou no primeiro trimestre

 De janeiro a março o Brasil fabricou 538.000 unidades entre veículos leves e pesados, um aumento simbólico de 0,4% em relação ao mesmo período de 2023. Independentemente da sazonalidade o resultado não é bom, mas a Anfavea espera recuperação nos próximos trimestres e manteve sua previsão de que 2024 apresentará crescimento de 6% sobre o ano passado.

A produção não depende apenas das vendas internas (alta de 9,1%) em razão do comportamento das exportações que ficaram 28% menores. Também houve aumento das importações apesar da greve do Ibama nos portos. No primeiro trimestre deste ano a participação de veículos do exterior no mercado brasileiro foi de 17,5%, a maior dos últimos quatro anos.

Apesar da base comparativa muito baixa os veículos elétricos puxaram a venda dos importados no primeiro trimestre, porém o ritmo pode diminuir em razão do aumento do imposto para modelos sem produção local. Até meados de 2026 a taxa atual de 15% estará em 35%, mas por outro lado tornará rentável a fabricação no Brasil, mesmo que baterias e motores continuem vindo do exterior.

De janeiro a março ficou assim a distribuição (%) das vendas entre automóveis e comerciais leves: gasolina, 4,5; elétricos, 2,9; híbridos, 2,4; híbridos plugáveis, 2,1; flex, 78,1 e diesel, 10. Deve-se notar que os dois tipos de híbridos somados, 7.476 unidades no primeiro trimestre, ainda estão 22% acima dos 6.132 elétricos no mesmo período.

Os estoques totais nas fábricas e concessionárias atingiram 36 dias, em março contra 35, em fevereiro. Isso apesar de promoções e incentivos que estimularam a demanda, provocando estabilização ou até queda de preços em alguns modelos e versões.

Um estudo do Webmotors entre usuários da sua plataforma apontou que 83% dos entrevistados têm a intenção de comprar ou trocar de carro em 2024. Entre estes 22% visam um modelo zero quilômetro, 60% um usado e 18% ainda estão em dúvida.

Picape S10 2025 recebe mudanças estéticas e mecânicas

Em fase de pré-lançamento, a Chevrolet S10 2025, primeira picape média fabricada no Brasil (1995), recebeu modificações externas, internas e no trem de força. Não se trata de nova geração, mas uma mudança marcante disponível em maio. A estratégia de pré-venda agrega três versões, todas de cabine dupla e com itens sem custo adicional como protetor de caçamba e uma divisória para acomodação de carga.

As maiores mudanças foram na parte dianteira: grade de radiador, capô, para-lamas, para-choque, logotipos, faróis e lanternas agora em LED. Há novos pneus e rodas de liga de alumínio, estas com maior offset, o que permitiu pequeno aumento das bitolas. Para-lama traseiro e acabamento inferior das portas também mudaram. Atrás, as lanternas são iguais, mas com iluminação parcial em LED.

Interior recebeu a central multimídia de 11 pol. mais moderna com Wi-Fi nativo, portas USB-A e USB-C, já existente no monovolume Spin, que se junta ao quadro de instrumentos digital de 8 pol. Agora o volante é regulável em altura e distância. Bancos dianteiros mais anatômicos e melhora nos apoios laterais complementam as mudanças, incluindo isolamento acústico melhorado.

Motor diesel Duramax ganhou 7 cv e 1 kgf·m (207 cv/52 kgf·m), ficou até 13% mais econômico e com menor nível de ruído. Graças também ao novo câmbio automático, que passou de seis para oito marchas, o consumo homologado Inmetro é de 9,5/11.4 km/l (cidade/estrada).

Preços se mantiveram: R$ 281.900 (Z71), R$ 292.800 (LTZ) e R$ 302.900 (High Country).

O primeiro modelo premium e híbrido plug-in produzido na América do Sul está programado para entrar em linha na fábrica de Araquari (SC) no último trimestre deste ano. Será o quinto produto nacional e se juntará aos X1, X3 e X4, além do Série 3, já produzidos no País.

Reiner Braun, presidente do BMW Group América Latina, afirmou que a fabricante regula rigorosamente sua produção à demanda. “Como, no ano passado, alcançamos um recorde de 25% de mix de vendas de modelos híbridos e elétricos no mercado brasileiro e o X5 o terceiro modelo mais vendido do nosso portfólio, foram duas das razões para decidirmos agora pela produção aqui do X5 Plug-in Hybrid.”

Em dezembro de 2023, a empresa já havia anunciado aumento de 10% na capacidade de produção no Brasil, a partir de 2024, para o total de 11.000 unidades/ano. Sua fábrica catarinense é bastante flexível e está nos planos, inclusive, colocar em linha um modelo elétrico desde que a procura justifique o investimento.

 

Festa comemora 60 anos do Mustang

A Ford Brasil preparou uma programação digna do 60º aniversário de um ícone da indústria e da cultura pop. O Mustang estrelou filmes, séries, foi assunto de músicas, jogos e outros produtos, em suas sete gerações e mais de 100 versões. Inspirou a criação de mais de 300 clubes de proprietários ao redor do mundo.

Entre as ações estão a doação de um Mustang, em cor exclusiva e especialmente customizado por Alan Mosca, para que uma ONG organize um leilão com fins beneficentes.

Uma grande festa noturna em 13 de maio no autódromo de Interlagos prevê mais de 300 carros em desfile pelo circuito. Para os mais aficionados há uma Experiência de Pista individual desde um teste normal até uma volta rápida.

A marca reafirma que o cupê de quatro lugares continuará em linha e unicamente com motor V-8. Os dois principais concorrentes diretos do modelo (Chevrolet Camaro e os Dodge Challenger e Charger) terão apenas motores elétricos.

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Para comemorar os 60 anos, Ford doa um Mustang para uma ONG

Além do evento que terá no próximo dia que terá no próximo dia 13 em Autódromo de Interlagos para comemorar os 60 anos do Mustang, a Ford brasileira apresentou ontem mais duas ações.

A primeira é a doação de um Mustang GT Performance pintado pelo mestre das personalizações, Alan Mosca (Estúdio Sid Special Paint), para ser leiloado por uma ONG; e o segundo um concorrido álbum de figurinhas com a história do esportivo.

O aniversário coincide com o lançamento do Mustang GT Performance de sétima geração no Brasil.

“O Mustang é um dos poucos carros na história da indústria mundial a alcançar 60 anos de produção contínua. Mas o que o torna único, principalmente, é a capacidade de evoluir, se renovar, seduzir e encantar diferentes gerações sem abrir mão da sua essência. É isso o que queremos celebrar com todos os fãs”, diz Rogelio Golfarb, vice-presidente da Ford América do Sul.

Muscle car

Desde o seu lançamento em 17 de abril de 1964, na Feira Mundial de Nova York, o Ford Mustang construiu uma trajetória impressionante de sucesso. Ele vendeu 22.000 unidades no primeiro fim de semana e fechou aquele ano com mais de 418.000 unidades – quase três vezes mais que as 150.000 unidades programadas inicialmente. A sua produção chegou a um milhão de unidades em apenas 18 meses.

Hoje, o Mustang soma mais de 10 milhões de unidades e tornou-se um ícone cultural, que já participou de mais de 3.000 filmes e séries, além de inspirar músicas, clipes, roupas, brinquedos e videogames.

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Unicamp cria Centro para desenvolver baterias automotivas

Com a fundação do Centro de Manufatura de Baterias, na Unicamp, o Brasil ganha um centro de excelência em desenvolvimento de baterias para veículos elétricos ou híbridos. Para o inicio o Centro recebeu uma ajuda de R$9 milhões do programa Rota 2030, lançado em 2018 pelo governo federal com o objetivo de estabelecer uma política industrial para o setor automotivo, administrada pela Fndep – Fundação de Apoio da Universidade Federal de Minas Gerais.

A ideia é aprender a fazer, obter o know-how para a produção de células individuais de baterias de lítio e sódio”, afirma o físico Hudson Zanin, docente na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp – Universidade Estadual de Campinas e coordenador geral do projeto, realizado no âmbito do Cepetro – Centro de Estudos de Energia e Petróleo.

Atualmente o país não produz comercialmente as células individuais, que são as menores unidades de armazenamento de energia de uma bateria. Um carro elétrico, por exemplo, pode ter mais de mil células individuais, cada uma de 3-4 volts, dispostas em série e em paralelo.

O pesquisador ressalta que o Centro deverá aprimorar o ecossistema para o desenvolvimento da mobilidade elétrica no país, ampliando tecnologias, treinando recursos humanos especializados e favorecendo a criação de startups. Voltado à pesquisa e ao desenvolvimento na área de ciência de materiais, terá como foco o aperfeiçoamento de processos para manufatura de eletrodos e eletrólitos e a engenharia de células confiáveis e de altas capacidades.

O Centro atuará como um centro multiusuário, com parcerias de empresas e outros institutos de pesquisa, e, uma vez consolidado, funcionará também como um local para manufatura e testes de validação e certificação da segurança das baterias – para uso tanto em veículos elétricos, como em computadores ou celulares. “Queremos ajudar as empresas que tenham interesse em fazer um investimento nessa área. Porque, além de ser muito caro para montar uma fábrica, o empreendedor vai concorrer em um mercado extremamente agressivo, dominado pelos chineses”, diz Zanin.

“A nossa expectativa é de que em dezembro de 2024 o centro esteja operacional”, afirmou o físico. Nos primeiros anos de atuação, a equipe centrará seus esforços para fazer uma prova de conceito dos serviços oferecidos, com análise da viabilidade técnica e econômica.

Participam também do Centro, desde a sua etapa inicial, pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM). Entre as possíveis empresas parceiras, que já manifestaram interesse pelo projeto estão a Bosch, Toyota, Volkswagen, Raízen e Merck.

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