Ford

Versões XL e XLS completam a linha da nova picape Ford Ranger

Lançada nas versões mais sofisticadas no meio do ano, a Ford Ranger ganha agora suas versões de entrada e intermediaria. Mesmo não sendo tão sofisticadas como a XLT e Limited, a XL e XLS apresentam bom nível de acabamento e motorizações competentes.

As novas versões estão disponíveis apenas com cabine dupla (a cabine simples ainda não está previsto o lançamento) e estreiam o motor 2,0 litros turbodiesel, com potência de 170 cavalos e torque de 41,30 kgfm.

Com a função mais de trabalho, Ranger XL conta com esse novo motor, transmissão manual e tração 4×4. Na versão XLS, de uso misto, ou seja, trabalho e lazer, a transmissão é automática e conta com a opção de tração 4×2 ou 4×4.

Para quem quer mais desempenho, a XLS pode também ser adquirida com a motorização mais potente da linha, o três litros V6, criando uma opção mais acessível e única no mercado para o cliente que valoriza a performance.

Equipamentos

Desde a versão de entrada, a Ranger XL 4×4 é bem completa. Ela vem de série com sete airbags, multimídia SYNC 4 com tela de 10” e conexão sem fio com Android Auto e Apple CarPlay, painel de instrumentos digital configurável de 8”, faróis com acendimento automático e ajuste elétrico de altura, piloto automático, limitador de velocidade, degrau de acesso à caçamba e ajuste de profundidade e altura do volante.

Traz também sistema de conectividade FordPass Connect, ar-condicionado, vidros elétricos, luz de direção diurna, retrovisores com ajuste elétrico e piscas integrados, tampa da caçamba com assistência de abertura e fechamento, controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampa, controle automático de descidas e preparação elétrica para reboque.

Externamente, se diferencia pelos para-choques na cor preta e tem rodas de aço de 16”, calçadas com pneus 255/70 R16 All Terrain de baixa resistência à rolagem.

Segundo a marca, a XL tem um custo operacional de 15% a 20% menor que a principal concorrente. Nessa conta estão incluídos os gastos com seguro, combustível e manutenção, que somam uma economia de R$100.000 a cada 200.000 km de uso.

A ótima opção intermediaria, a XLS 4×2, é uma picape que ideal para quem quer andar no dia-a-dia e não precisa usar a tração integral. Aliás, é a grande maioria dos consumidores de picapes.

De fábrica, ela vem com para-choques na cor da carroceria, faróis full-LED, faróis de neblina halógenos, rodas de liga leve de 17” com pneus 255/70 R17 All Season, câmera de ré e sensor de estacionamento traseiro. Na cabine, traz também ar-condicionado para a segunda fileira de bancos, carregador por indução e partida remota com acionamento do ar-condicionado.

A versão XLS 4×4 oferece os mesmos itens da versão 4X2, mas a tração é integral e rodas e pneus 255/70 R17 All Terrain. O potente motor 3,0 V6 de 250 cavalos e torque de 61,18 kgfm, tem transmissão automática de 10 velocidades e o exclusivo modo automático de tração nas quatro rodas sob demanda (normal, eco, rebocar/transportar e escorregadio)).

O motor vem acoplado à nova transmissão automática de 10 velocidades, com conversor de torque e inovações que geraram mais de 20 patentes para a Ford. Ela usa um fluido de ultrabaixa viscosidade e algoritmos de troca adaptativa em tempo real para proporcionar um funcionamento suave e eficiente, incluindo o recurso de pular marchas (“skip-shift” e “direct downshift”).

A lista de itens da Ranger XLS 4WD inclui, ainda, câmbio eletrônico E-Shifter, sistema start-stop, freio a disco nas quatro rodas e freio de estacionamento eletrônico.

Valente

A nova geração da picape tem a maior bitola e distância entre-eixos da categoria (3.270 mm) e é construída sobre um chassi 30% mais resistente a torções, com longarinas e travessas redesenhadas, feitas de aço especial.

A sua caçamba, de 1.250 litros, é equipada com régua, seis pontos de amarração de carga, tomada 12 V, trava com chave e tampa com assistência de abertura e fechamento.

O novo conjunto de suspensão dianteira e traseira da picape contribui para oferecer uma boa dinâmica veicular e estabilidade que transmite confiança tanto nos pisos lisos como no fora de estrada. O modelo também conta com um curso 15 mm maior que a geração anterior e amortecedores externos à longarina em todas as séries.

Os seus recursos off-road incluem capacidade de imersão de 800 mm – a maior do segmento –, ângulo de ataque de 30°, ângulo de saída de 26°, ângulo de transposição de rampa de 22°, protetores inferiores de aço e ganchos de reboque dianteiros e traseiros. As versões com tração 4×4 possuem diferencial traseiro blocante.

Outro fator de economia é o sistema inteligente de monitoramento da vida útil do óleo, que permite estender o seu uso até 16.000 km. Em vez de seguir períodos de quilometragem fixa, a troca é determinada pelas condições reais de uso do veículo, calculada por algoritmos e parâmetros como regime de uso, temperatura e rotação do motor. O sistema avisa o cliente próximo do momento da troca, pelo painel e pelo aplicativo FordPass.

Toda a linha é equipada com a avançada central multimídia SYNC 4, com tela touch HD de 10”, conexão com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, Assistência de Emergência, sistema AppLink para aplicativos, Bluetooth e comandos de áudio no volante. A versão XL tem quatro alto-falantes e duas entradas USB, e as demais vêm com seis alto-falantes e quatro entradas USB.

A conectividade também é de série, incluindo as funções de alertas de funcionamento do veículo e de acionamento do alarme, localização do veículo, travamento, destravamento e acesso remoto a informações do nível de combustível, odômetro e vida útil do óleo.

Aplicações

Além de uma estrutura completa de venda e pós-venda, a Ford Pro oferece ao cliente da Ranger todo o suporte na preparação da picape para aplicações específicas. A marca dispõe de uma área dedicada de engenharia e instalações para o desenvolvimento e teste de veículos especiais, desde o projeto até a validação do produto final, e fornece também treinamento para atender as necessidades de grandes frotistas e entidades governamentais.

Esse trabalho é feito em parceria com os modificadores, que contam com o programa de certificação Ford Pro Convertor. Por meio desse programa, reconhecido mundialmente, a Ford Pro certifica os transformadores e disponibiliza informações técnicas dos produtos, o manual do implementador e um conjunto de ferramentas de manufatura e engenharia para que eles possam realizar um serviço de qualidade, preservando o desempenho e a garantia original do veículo.

Como exemplos dessa preparação, a Ford Pro apresentou dois modelos da Ranger. Um deles, equipado como viatura de força tática da polícia, traz blindagem, para-choque de impulsão, luzes de sinalização, cela humanizada para transporte de detentos, canil e compartimentos para armas e bagagem.

O outro é uma picape para uso em mineração, com suspensão elevada, barras de proteção integradas aos estribos e forros de proteção na cabine, entre outros acessórios especiais.

Ford Ranger
XL 4X4 – R$ 239.990,00
XLS 4X2 – R$ 234.990,00
XLS 4X4 At – R$ 279.990,00

 

 

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Ford Transit aumenta sua linha com a versátil opção Chassi

A Ford continua ampliando o seu portfolio de veículos comerciais Transit. Depois de investir numa operação para a fabricação das vans no Uruguai e num enorme deposito de peças no interior de São Paulo, a marca americana amplia suas ofertas com a Transit Chassi. A nova versão comercial, assim como as demais versões da Transit, conta com conectividade inéditas no segmento, além da tração e rodado duplo na traseira. A versão chassi chega com duas possibilidades: PBT de 3,5 t (que pode ser conduzida por quem tem CNH B) e 4,7 t (CNH tipo C).

Versões

A Transit Chassi tem na versatilidade uma das suas principais características. Com PBT técnico de 4,7 t, capacidade volumétrica de até 21 m3 e balanço traseiro ajustável, que permite um comprimento total de 6,10 ou 6,60 m, ela oferece duas homologações legais. A versão de 4,7 t tem capacidade máxima de carga de 2.601 kg e a versão de 3,5 t carrega 1.401 kg.

A oferta de duas versões a partir de um único produto base permite a unificação da frota para atender diferentes aplicações, como baú, carga seca, plataforma e serviços, entre outras e com menor complexidade de peças e serviço.

A Transit Chassi é equipada com a mesma motorização dos demais modelos da linha, um 2,0 litros EcoBlue diesel, com potência de 165 cavalos a 3.500 rpm e torque de 39,7 kgfm a 1.750-2.750 rpm, e transmissão manual de seis velocidades. Entre outros avanços, ele tem quatro válvulas por cilindro, turbo de geometria variável, correia de sincronismo banhada em óleo e utiliza óleo SAE 5W30 com trocas a cada 20.000 km.

Com cabine modular e conceito monobloco, construída com liga de boro e aços de ultra resistência, a Transit Chassi que garante boa capacidade torsional e grande estabilidade. Essa estrutura permite que o veículo rode muitos anos com a sua robustez preservada, o que reduz o custo de manutenção e se reflete também no valor de revenda.

Muito equipada a versão Chassi, assim como as demais versões, já vem de série com central multimídia Sync Move com tela de 8”, Android Auto e Apple CarPlay, direção elétrica, ar-condicionado, comandos no volante, três modos de condução (Eco, Normal e Escorregadio), travas e vidros elétricos.

Seus recursos de segurança incluem controle eletrônico de estabilidade e tração, controle de torque em curvas, controle eletrônico anticapotamento, estabilização de vento lateral e controle de carga adaptativo.

Outro item positivo é a posição de dirigir, garantindo boa ergonomia e conforto para o motorista. O volante tem ajustes de altura e profundidade, banco com três níveis de ajuste, bom espaço para as pernas e alavanca de marchas em posição elevada. A cabine conta com compartimento para carregamento de celular com USB, vários porta-copos e porta-documentos que facilitam a rotina de trabalho.

Custo

O custo de operação é um item chave para quem adquirir um veículo desse porte. Segundo a Ford, a Transit Chassi chega com um foco muito forte nesse aspecto, com um custo total 25% menor que a principal concorrente, a Sprinter, considerando seguro, consumo de combustível, manutenção preventiva e corretiva e peças de colisão.

Além disso, ela é a única que vem com conectividade embarcada de fábrica integrada à arquitetura do veículo, sem custo adicional, que permite reduzir os riscos de ocorrências e paradas inesperadas.

Ela também facilita a gestão dos veículos com o aplicativo FordPass e o portal FordPass Pro para clientes frotistas, incluindo recursos como a localização do veículo, acesso remoto aos dados de consumo de combustível e odômetro, recebimento de alertas de funcionamento e geração de relatórios de indicadores para o negócio.

Transformação

A Ford Pro garante o suporte ao cliente na transformação do veículo para atender às necessidades de cada tipo de aplicação com qualidade e eficiência. A área dedicada de engenharia da empresa conta com recursos próprios e instalações para o desenvolvimento de modificações e testes dos veículos para usos específicos de grandes frotas e entidades do governo.

A marca também dá suporte aos modificadores com o programa de certificação Ford Pro Convertor para garantir a qualidade do produto final. O Ford Pro Convertor é um processo mundialmente reconhecido de certificação de transformadores, que disponibiliza informações técnicas dos produtos, o manual do implementador e um conjunto de ferramentas de manufatura e engenharia para que a implementação e as modificações sejam feitas com qualidade, preservando o desempenho e a garantia do veículo.

Como exemplos de aplicação da linha, a Ford apresentou versões da Transit Chassi implementadas como Centro de Comando Móvel, baú, carga seca e guincho plataforma, além da furgão equipada como ambulância.

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Coluna Fernando Calmon — Territory agora oferece mais por preço menor

Coluna Fernando Calmon nº 1.266 — 29/8/23

 

Territory agora oferece mais por preço menor

Desde 1965 quando lançou o Bronco nos EUA como ano-modelo 1966 a Ford acumulou experiência no segmento de SUVs. Aqui foi responsável pelo primeiro utilitário esporte compacto, o EcoSport em 2003, que ficou sem concorrentes diretos até 2011 quando o Renault Duster estreou.

Encerrada a produção do EcoSport no Brasil, começou a importar o Territory do seu parceiro da China JMC, mas o produto apresentava limitações. Essa nova geração mostra uma evolução bem marcante a começar pelo estilo. Chama atenção a carroceria mais larga e alta do que a do Jeep Compass e pouco menor que o Commander de sete lugares. Porém a distância entre eixos (2.720 mm) cresceu apenas 10 mm.

Ainda assim quem viaja atrás ganhou espaço e assoalho plano. Os bancos dianteiros elétricos são confortáveis e ventilados, com 10 regulagens para o motorista e 4 para o passageiro.

Há duas telas geminadas de 12,3 pol. para quadro de instrumentos e sistema multimídia com carregador por indução e conexões Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de quatro portas USB. Todo o interior tem acabamento e materiais muito bons. Porta-malas agora com 448 litros (100 a mais).

Há um convincente pacote de segurança que inclui câmera 360°, sensores de obstáculos traseiro e dianteiro, frenagem autônoma de emergência (porém sem detectar pedestre e bicicleta), entre outros.

Motor 1,5 L turbo a gasolina ganhou vida – 169 cv e 25,5 kgf·m – e na viagem de avaliação foi rápido nas ultrapassagens, facilitadas pelo novo câmbio automatizado com duas embreagens banhadas a óleo e sete marchas. Em uso urbano tem o indispensável freio eletrônico de imobilização e ótima dirigibilidade.

O preço ficou menor: R$ 209.990 (R$ 10.000 a menos que o Territory anterior). Também é mais barato que Jeep Compass e VW Taos.

Elétrico BMW i7 60 alia grande conforto e desempenho

Novo modelo de topo da marca alemã é recheado de superlativos. A começar, dessa vez, por quem senta no banco traseiro que dispõe de uma inédita tela de 31 pol. que se desloca do teto, com resolução 8K, além de 36 alto-falantes e 1.865 W de potência sonora.

O passageiro do lado direito do banco conta com a função “primeira classe”: pode esticar as pernas à vontade com avanço elétrico do banco do passageiro dianteiro. Pacote de streaming de 20 GB/mês por um ano, com conexão 5G, é da Amazon Fire TV.

Todas as portas têm abertura elétrica que pode ser completa ou parcial, se os ocupantes preferirem. Quem está ao volante também conta com alto nível de tecnologia e duas telas conjugadas de 12,3 e 14,9 pol.

As dimensões do i7 impressionam: 5.390 mm de comprimento, 1.950 mm de largura e entre-eixos de 3.210 mm. Porta-malas segue o tom com volume de 500 litros. O sedã tem sistema de estacionamento totalmente automático.

Também oferece direção autônoma de Nível 3: o motorista não precisa tocar no volante, mas deve supervisionar o tráfego. O que porém só se aplica a algumas regiões da Alemanha, EUA e Japão.

Essa versão elétrica do sedã BMW de topo Série 7 conta com um motor em cada eixo, potência total de 544 cv e torque imediato de 77 kgf·m. A bateria de 101,7 kW·h permite até 479 km de alcance, ciclo Inmetro. Apesar de massa total de 2.595 kg, acelera de 0 a 100 km/h em impressionantes 4,5 s.

Preço é tão superlativo quanto o carro: R$ 1.282.950. Este ano a marca alemã pretende dobrar as vendas de modelos híbridos e elétricos.

Queda nos juros de financiamento, segundo o BC

Em julho o Banco Central informou que os juros para financiamento de carros novos (CDC) caíram para 26,1% ao ano. Isso ainda sem os reflexos da redução da taxa básica Selic em agosto e pode indicar uma tendência de redução mais acelerada nos próximos meses.

As concessionárias de veículos estão ansiosas para que a normalização chegue o quanto antes. Na semana passada o 31º Congresso & Expo Fenabrave, realizado no São Paulo Expo, atingiu os objetivos com sucesso.

Ao fazer um balanço do evento o presidente da entidade, José Maurício Andreta Jr, ressaltou a importância do mercado de carros usados que se reflete no comércio de veículos novos.

“Ideal seria dinamizar o Renave – Registro Nacional de Veículos em Estoque. Aplicado também aos usados garantiria mais segurança às transações. Bancos e financeiras estão sofrendo com a inadimplência e isso pesa muito na formação das taxas de financiamento”, concluiu.

Novo visual e equipamentos na Saveiro 2024

São 41 anos de mercado – a mais longeva picape compacta – e 1,6 milhão de unidades vendidas. A Saveiro 2024 continua com quatro versões e o mesmo motor EA-211 flex de 1,6 L, 116 cv (E)/106 cv (G) e 16,1 kgf·m/15,4 kgf·m, além do câmbio manual de seis marchas.

No entanto, a revitalização de suas linhas chega no momento em que as picapes chamam mais atenção de compradores como modelo da moda nas versões de quatro portas e cabine dupla.

Capô mais alto, grade de linhas marcantes, para-choque de aspecto mais robusto e reposicionamento dos faróis de neblina, além de retoques nas lanternas traseiras e para-choque completam o visual. A versão de topo Extreme recebeu novas rodas de liga leve de 15 pol. e desenho de belo visual.

No entanto, câmbio automático e motor turbo continuam de fora das mudanças mecânicas que lhe dariam mais competitividade. Devem surgir somente quando sua arquitetura for a mesma do Polo, ainda sem previsão.

A impressão de alta robustez se confirmou tanto no asfalto quanto na terra com caçamba vazia e também lastreada com sacos de areia em viagem de testes de mais de 200 quilômetros. Os preços vão de R$ 95.770 a R$ 114.850.

GWM confirma elétrico Ora 03 por R$ 150.000

Nada de preço com os enganosos decimais quebrados. A GWM confirmou R$ 150.000 para o Ora 03, na versão Skin e R$ 184.000, na GT para os hatches elétricos de entrada da marca. Haverá ainda uma série especial Skin Copacabana (200 unidades) pelos mesmos R$ 150.000 e com opcional de teto solar por exatos R$ 10.000. Ambos estão em pré-venda, porém as entregas só no final de novembro ou começo de dezembro próximos.

A principal diferença da versão GT, que tem o mesmo desempenho apesar da sigla inadequada, é uma bateria de maior capacidade: 48 kW·h na Skin e 63 kW·h, respectivamente.

O alcance ainda não foi homologado pelo Inmetro, mas deverá ser 30% maior que o Skin. Potência de 171 cv, 25,5 kgf·m de torque e aceleração de 0 a 100 km/h em 8,2 s, bem mais rápido que o BYD Dolphin de dimensões maiores e apenas 95 cv, 18,3 kgf·m e 10,9 s, respectivamente, com preço de R$ 149.800. Ainda não foi possível avaliar o desempenho no dia a dia do compacto da GWM.

O Ora 03 mostra um estilo mais jovial que seu rival direto e destaca-se pelo pacote de segurança passiva e ativa. Foi muito bem avaliado pelo Euro NCAP e é o primeiro compacto com airbag central entre os dois bancos dianteiros.

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Ressalva: O preço do Fiat 500e avaliado na coluna anterior foi reduzido para R$ 214.990 em junho, embora o site da marca informasse R$ 224.990 na semana passada. Agora está atualizado.

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Super picape Ram1500 TRX 6.2L Supercharged V8 deixa de ser produzida

A Ram anunciou hoje o fim da produção da  picape 1500 TRX 6.2L Supercharged V8 no final do ano. Para homenagear a super picape, a Ram está lançando a Final Edition 2024.

A era a picape mais potente no segmento. Com um motor HEMI V8 de 6,2 litros com compressor, o “monstro” desenvolvia 711 cavalos de potência e 882 Nm. A velocidade máxima é limitada em 190 km/h. Combinado ao câmbio automático de oito marchas TorqueFlite de alta capacidade de torque, a Ram TRX arranca de 0 a 96 km/h em 4,5 segundos e faz o quarto de milha (0 a 402 m) em 12,9 segundos.

Preço
Ram 1500 TRX 6.2L Supercharged V8 Final Edition
US$ 119.625,00 (nos EUA)

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Ford Territory retorna ao Brasil com mais espaço interno e design moderno

A Ford começa a vender em setembro a nova geração do SUV Territory. Importado da China, o modelo chega com design e acabamento bem mais moderno e tecnologia aprimorada. O SUV é vendido em mais de 60 países.

 Competente

O Territory agora conta com um desenho marcante e moderno. A grade dianteira hexagonal, o conjunto óptico com faróis e lanternas full-LED e as rodas de liga leve de 19 polegadas dão uma aparência esportiva ao modelo.

Outro destaque é o amplo espaço interno, principalmente, no banco traseiro. O acabamento é sofisticado, com materiais de boa qualidade e revestimentos agradáveis ao toque.

A motorização, totalmente revista, oferece ao SUV um trem de força eficiente. O motor turbo de 1,5 litro EcoBoost, a gasolina, conta com injeção direta e comando variável.

Ele desenvolve 169 cavalos a 5.500 rpm e torque de 250 Nm entre 1.500 e 3.500 rpm. O novo motor e recebeu uma calibração exclusiva para o estilo de condução e combustível do Brasil. A transmissão automática de dupla embreagem banhada em óleo de sete velocidades.

O Territory conta com quatro modos de condução – normal, serra/colina, eco e esportivo –, que ajustam o veículo automaticamente ás diferentes condições de rodagem.

O modelo oferece um pacote de equipamentos de série bem atraente. Ele vem com painel de instrumentos digital de 12,3”, teto solar panorâmico, ar-condicionado digital de dupla zona com saídas traseiras, bancos de couro com ajuste elétrico e assentos ventilados, câmera 360°, farol alto automático, central multimídia com tela de 12,3”, carregador por indução e luz ambiente configurável, entre outros.

Suas tecnologias de segurança incluem assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestres, controle de cruzeiro adaptativo com stop & go, sensor de ponto cego, alerta e assistente de permanência em faixa, sensor e assistente de estacionamento e seis airbags com detecção inteligente de ocupantes.

O Territory será vendido numa única versão, a topo de linha Titanium.

Preço
Ford Territory Titanium R$ 209.990,00.

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Coluna Fernando Calmon — As muitas opções do Brasil para ajudar a descarbonizar o planeta

Coluna Fernando Calmon nº 1.265 — 22/8/ 23

As muitas opções do Brasil para ajudar a descarbonizar o planeta

Esse tema foi muito bem debatido na 30ª edição do Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva (Simea), realizado na semana passada em São Paulo (SP) com o recorde de 900 inscritos. “O Brasil e o futuro sustentável da mobilidade” foi o escopo dos 60 trabalhos técnicos apresentados ao longo de dois dias, além dos dois painéis com 23 palestrantes e moderadores.

O presidente do Simea, Gastón Perez, foi enfático ao afirmar que enquanto outros países têm apenas uma carta na mão para combater os efeitos do gás carbônico (CO2), principal responsável pela elevação da temperatura média da Terra e as consequentes mudanças climáticas, o Brasil conta com o equivalente a várias outras cartas. Ele citou algumas como motor flex com etanol, biodiesel, biogás e a energia elétrica gerada por fontes limpas o que torna viável a produção de hidrogênio verde. Este é considerado o combustível definitivo e o mais adequado com que o planeta poderá contar nas próximas décadas.

O próprio etanol pode ser ponto de partida para pelo menos uma década à frente gerar, por meio de pilha eletroquímica a hidrogênio no veículo, a eletricidade para o motor elétrico deste, tendo como subproduto apenas água. Essa é uma tecnologia inicialmente ainda bem cara, mas que já está sendo estudada pela Universidade de São Paulo.

Não se trata da única opção para obter hidrogênio. A eletrólise da água é outro ponto de partida, mas exige grande quantidade de energia que não poderá vir de fontes fósseis como petróleo e gás. Energia eólica e solar, além da hidráulica em que o País já investe há décadas por meio de represas, são as soluções adequadas.

Como se abordou no Simea, em curto prazo será fundamental regular um mercado de créditos de carbono, prestes a se tornar realidade. Finalmente o motorista veria reverter para o seu bolso a contribuição ao clima do planeta, escolhendo o combustível na hora de abastecer seu veículo com motor a combustão. Já existe tecnologia para isso. Falta só a vontade política. Assim o País conseguirá uma transição viável e inteligente para a mobilidade sustentável que muitos almejam.

Ainda faltam acertos sobre operação BYD na Bahia


Esta é uma novela que já passou por vários capítulos, mas a fabricante chinesa BYD não dá nenhuma indicação de que vá recuar do investimento anunciado de R$ 3 bilhões no estado nordestino. Houve notícias equivocadas sobre a sua compra da unidade industrial de Camaçari (BA) que produziu modelos da Ford de 2002 a 2021.

Por fim, houve um acordo de “reversão da propriedade da fábrica de Camaçari para o Estado da Bahia”. A fábrica só tem as edificações, pois todo o maquinário foi retirado. A empresa americana espera ser indenizada pelas expansões com a fábrica de motores e câmbios que não estava no projeto inicial.

Fala-se em algo entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões, mas a avaliação virá de uma instituição financeira do porte da Caixa Econômica Federal. Os passos seguintes são a BYD se entender com o governo baiano, aceitar o valor e assumir as instalações fabris.

Não se sabe quando as partes envolvidas vão bater o martelo. Existe ainda uma briga política sobre a extensão do regime de incentivos federais para o Nordeste e Centro-Oeste que terminaria em 2025, mas que pode se estender até 2032.

A marca chinesa mantém sua previsão de no último trimestre de 2024 ter o primeiro modelo nacional. Como há décadas não existe mais exigência de conteúdo local mínimo, é factível. A produção começará com o híbrido plugável Song Plus que será equipado com motor flex, mas terá uma bateria de apenas 8,3 kW·h. O segundo produto ainda está em definição, porém tudo indica que a escolha do fabricante recairá sobre o elétrico Dolphin.

Fiat 500e tem vendas discretas, mas mantém o charme

Desde seu lançamento em 2021 por R$ 239.990 o elétrico que substituiu o icônico Fiat 500 teve seu preço reduzido para os atuais R$ 224.990 em razão da valorização do real frente ao dólar. Ainda assim o subcompacto 500e não deslanchou em vendas (393 unidades até agora) e se mantém como um modelo de nicho, embora tenha fãs incondicionais.

Com apenas 3.632 mm de comprimento é fácil de estacionar, porém um entre-eixos limitado a 2.322 mm traz desconforto no banco traseiro para adultos com mais de 1,75 m de altura. O porta-malas comporta apenas 185 litros mesmo sem o estepe, pois utiliza pneus do tipo runflat. Ao se rebater totalmente o banco traseiro o volume aumenta para surpreendentes 550 litros.

Seu alcance médio cidade/estrada é de 227 km, pelo padrão Inmetro. O Fiat 500e, como todo elétrico, destaca-se pela agilidade no para e anda do tráfego urbano, conforme avaliei. E ainda entrega duas características interessantes.

Uma é tocar acordes da música do filme franco-italiano “Amarcord” (1973, de Federico Fellini) quando atinge 21 km/h para avisar sobre sua presença para pedestres e ciclistas. Quem está dentro do carro também ouve. Isso só acontece uma vez após o primeiro uso do dia (para repetir precisa desligar e religar a energização do motor). O silvo de advertência presencial, obrigatório na Europa, é discreto e não incomoda os ocupantes do carro.

Outra função é o modo de condução sherpa (há outros dois, normal e range) para estender ao máximo seu alcance: limita velocidade a 80 km/h e desliga o ar-condicionado sem alterar muito a capacidade de acelerar.

Resposta de Inteligência Artificial (IA): “Sherpa é um termo técnico que se refere a um grupo étnico que vive nas montanhas do Nepal e conhecido por serem excelentes guias em expedições de montanhismo.”

 

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Domingo tem encontro do Mustang Clube de São Paulo

O Mustang Clube de São Paulo vai realizar no próximo domingo (20), o seu 19º Encontro Anual. O evento gratuito, que acontecerá das 9h às 13h no estacionamento externo do Shopping Eldorado, em São Paulo, espera receber cerca de 200 carros.

Nesta edição do Encontro, além da exposição dos vários modelos e anos do Mustang, haverá uma banda de rock clássico e tenda da grife do Clube.

Conhecido pelo seu design icônico e alto desempenho, o Ford Mustang existe há mais de 50 anos, e tem seu nome originário dos cavalos selvagens que habitavam os Estados Unidos.

No Brasil, o número de entusiastas do automóvel que possui a logomarca do “cavalinho” não é pequeno. Desde que o modelo foi lançado oficialmente no Brasil, em março de 2018, já foram mais de 2.500 unidades vendidas, volume que o garantiu na segunda posição do segmento de esportivos com 15,53% de participação.

Serviço
10º Encontro Anual do Mustang Clube de SP
Data: 20 de agosto, domingo
Horário: das 9h às 13h
Entrada: Gratuita
Local: Estacionamento externo do Shopping Eldorado

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Nova Chevrolet Silverado chega em outubro com muito luxo e motorzão

A nova picape grande que será lançada no Brasil pela General Motors em outubro, a Chevrolet Silverado, terá uma configuração única e o mesmo motor V8 utilizado pelo esportivo Camaro.

O modelo chega para brigar com a Ford F-150 e a Ram 1500. A picape Silverado foi o segundo veículo mais vendido nos Estados Unidos em 2022, com mais de 513 mil unidades comercializadas. O primeiro lugar é da Ford F-150, com quase 654 mil unidades. Aliás, a F-150 é o veículo mais vendido no mercado norte-americano há mais de 40 anos.

“A Silverado vai chegar ao mercado nacional com motor de última geração, capaz de otimizar a ativação do número de cilindros conforme a condição de rodagem, para melhorar a eficiência e o desempenho”, revela Chris Rego, diretora executiva de Marketing da GM América do Sul.

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Ford F-150 foi a picapona mais vendida no mês passado

A recém lançada Ford F-150 foi a picape grande mais vendida no mês de julho, com 249 unidades emplacadas e 25,5% de participação no segmento, segundo o Renavam.

A sua concorrente mais próxima, a Ram 1500, registrou 204 unidades. As primeiras unidades da F-150 começaram a chegar ao mercado brasileiro em maio para atender os clientes que a adquiriram na pré-venda, em fevereiro. No total, o modelo soma hoje mais de 640 emplacamentos.

A F-150 é oferecida no Brasil nas versões Lariat e Platinum, com preço de R$479.990 e R$519.990, respectivamente.

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Coluna Fernando Calmon – Dia do motorista: assistências e comandos podem gerar distrações

Coluna Fernando Calmon nº 1.261 — 25/7/23

Dia do motorista: assistências e comandos podem gerar distrações

 

Criado por decreto-lei federal nº 63.461 em 21 de outubro de 1968, o Dia do Motorista em 25 de julho tem origem na religião católica porque também é o Dia de São Cristóvão, protetor de motoristas e viajantes. Soluções modernas ajudam a evitar que o motorista se acidente e suas consequências.

Por isso a questão de segurança de trânsito é motivo de grande preocupação e pesquisas contínuas em todo o mundo. Estudos recentes chamam a atenção para duas tecnologias bastante úteis: automação veicular e comandos acessados por tela. Ambos oferecidos por vários fabricantes, mas precisam de atenções específicas.

Nos EUA o Instituto das Seguradoras para Segurança em Estradas (IIHS, na sigla em inglês) apresentou um relatório apontando que muitos motoristas usam automação parcial (Nível 2,5, na escala até 5) em seus veículos como se fossem totalmente autônomos, apesar dos avisos automáticos sobre a necessidade de retomar o controle de volante e pedais.

A pesquisa estudou as soluções da Cadillac, Nissan e Tesla, além de entrevistar 600 proprietários (cerca de 200 de cada marca). Eles afirmaram que aproveitavam para comer e enviar mensagens de texto. De forma geral os sistemas não levam os motoristas a permanecerem engajados ou impedem desvios de atenção.

Estes assistentes já são oferecidos em vários modelos também no Brasil: controle de velocidade de cruzeiro adaptativo e centralização na faixa de rolagem. Nenhum dos sistemas atuais é projetado para substituir um motorista humano ou tirar seu foco da estrada. Testes de pista e colisões no mundo real forneceram evidências de potencialmente causar acidentes.

Cerca de 40% dos usuários relataram que seus sistemas foram desligados em algum momento enquanto dirigiam e não eram reativados. Alguns desses motoristas confundiram a suspensão temporária do recurso com o procedimento de bloqueio. Porém, muitos falharam em responder aos avisos se estavam prestando atenção na estrada ou violaram repetidamente os parâmetros para acionar o bloqueio.

“Esses resultados de usuários frequentes de três sistemas diferentes de automação parcial mais uma vez mostram a necessidade de proteções robustas e multifacetadas”, disse Alexandra Mueller, cientista de pesquisa do IIHS e principal autora do estudo.

“Muitos relataram experiências em que tiveram de assumir repentinamente a direção porque a automação executou algo inesperado. E, às vezes, enquanto estavam fazendo o que não deveriam, como comer ou ler mensagens pelo celular”, ela explica.

Embora uma parte dos motoristas que receberam lembretes de atenção tenha dito que os alertas eram um pouco irritantes, a grande maioria disse que os considerava úteis e os faziam sentir-se mais seguros usando a tecnologia, desde que o objetivo do recurso fosse explicado a eles com clareza na hora da compra.

“A ampla aceitação de lembretes de atenção e bloqueios do sistema sugere não apenas que reúnem o potencial de tornar mais seguro o uso da automação parcial, como também podem ser implementados para ajudar a combater a distração do motorista em geral”, concluiu Mueller.

Na Alemanha também há preocupações

Um outro estudo, dessa vez encomendado pela Associação da Seguradoras Alemãs, colocou atenção nas Interfaces Homem-Máquina (HMI, em inglês). O nome parece complicado, mas se trata das telas táteis que processam comandos de múltiplas funções como ajustes do ar-condicionado, modos de tração, sintonia e volume de som, mapas de navegação e vários outros. A tendência é digitalizar o máximo possível, inclusive pela facilidade de atualização dos softwares.

No entanto, não é possível usar o HMI sem desviar o olhar da estrada, ao contrário de alavancas e interruptores. Se os comandos estiverem embutidos no menu ou exigirem muitas mudanças como rolar a tela, o motorista terá de desviar o olhar do percurso por um tempo preocupantemente longo. Isso representa riscos potenciais para a segurança viária.

A distração e a desatenção são consideradas entre as principais causas de acidentes de trânsito. Atualmente não há regulamentos ou práticas que definam como projetar interfaces cada vez mais complexas que distraiam os motoristas o mínimo possível de suas tarefas de dirigir.

Pesquisas e números de fora da Alemanha também apontam que se trata de um problema generalizado e implica maior possibilidade de acidentes.

Alguns fabricantes já detectaram como resolver em parte essa disfunção. Adicionaram um simplório botão para diminuir ou aumentar o volume de som do sistema multimídia. Quando várias funções estão embutidas na estrutura do menu e só podem ser acessadas através de numerosos passos intermediários, é preciso desviar os olhos da estrada por mais tempo.

A simplificação também se recomenda quanto à execução das tarefas. Ações intuitivas, como ligar o limpador de para-brisa ou acionar indicadores de direção, devem continuar comandável apenas por controles físicos e diretos.

Todavia, o controle por voz pode contribuir significativamente para diminuir a distração. Para alcançar isso, no entanto, o sistema deve ser intuitivo e operável diretamente. Se forem propensos a erros e exigirem muitas correções ou repetições, esta solução pode revelar-se altamente perturbadora.

F-150 Lariat é enorme, mas boa de guiar

O preço, claro, está muito longe de convidativo – R$ 479.990. Porém, tem público certo entre os endinheirados do agronegócio. Trata-se de um mercado bem limitado, em torno de 10.000 unidades por ano, porém bastante rentável para os fabricantes.

Chegou para dividir as atenções com a Ram Rebel que custa apenas R$ 10.000 a menos (2% de diferença). O estilo da versão de entrada Lariat da picape pesada da Ford é, digamos, mais esportivo com rodas e grade pintadas de preto.

A lista de equipamentos impressiona como faróis de LED, seis airbags, quadro de instrumentos digital e sistema de áudio de alto padrão (Bang & Olufsen). Deslocar-se em ruas exige atenção e achar uma vaga para quase 6 metros de comprimento por mais de 2 de largura não é fácil (melhor rebater os retrovisores). Com quase 2 metros de altura não entra em qualquer garagem, mas dá para ir aos shoppings, embora possa invadir os limites demarcados para estacionar.

Chama mais atenção a posição de dirigir semelhante a picapes de porte médio. Há boa visibilidade e as suspensões são duras, embora menos do que se espera. Também exige cuidado adicional no trânsito urbano. O seu habitat é mesmo o uso no campo com sua tração 4×4 por demanda e em estradas (neste caso, imbatíveis 1.170 km de alcance com 136 litros no tanque).

Para isso o motor V-8 (gasolina) de 405 cv e 56,7 kgf.m entrega alto desempenho, além da elasticidade que só um câmbio automático de 10 marchas proporciona. Acelera de 0 a 100 km/h em 7,1 s mesmo com seus 2.740 kg em ordem de marcha.

Nos EUA, a F-150 lidera há 46 anos o mercado de picapes.

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