Ford

Super picape Ram1500 TRX 6.2L Supercharged V8 deixa de ser produzida

A Ram anunciou hoje o fim da produção da  picape 1500 TRX 6.2L Supercharged V8 no final do ano. Para homenagear a super picape, a Ram está lançando a Final Edition 2024.

A era a picape mais potente no segmento. Com um motor HEMI V8 de 6,2 litros com compressor, o “monstro” desenvolvia 711 cavalos de potência e 882 Nm. A velocidade máxima é limitada em 190 km/h. Combinado ao câmbio automático de oito marchas TorqueFlite de alta capacidade de torque, a Ram TRX arranca de 0 a 96 km/h em 4,5 segundos e faz o quarto de milha (0 a 402 m) em 12,9 segundos.

Preço
Ram 1500 TRX 6.2L Supercharged V8 Final Edition
US$ 119.625,00 (nos EUA)

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Ford Territory retorna ao Brasil com mais espaço interno e design moderno

A Ford começa a vender em setembro a nova geração do SUV Territory. Importado da China, o modelo chega com design e acabamento bem mais moderno e tecnologia aprimorada. O SUV é vendido em mais de 60 países.

 Competente

O Territory agora conta com um desenho marcante e moderno. A grade dianteira hexagonal, o conjunto óptico com faróis e lanternas full-LED e as rodas de liga leve de 19 polegadas dão uma aparência esportiva ao modelo.

Outro destaque é o amplo espaço interno, principalmente, no banco traseiro. O acabamento é sofisticado, com materiais de boa qualidade e revestimentos agradáveis ao toque.

A motorização, totalmente revista, oferece ao SUV um trem de força eficiente. O motor turbo de 1,5 litro EcoBoost, a gasolina, conta com injeção direta e comando variável.

Ele desenvolve 169 cavalos a 5.500 rpm e torque de 250 Nm entre 1.500 e 3.500 rpm. O novo motor e recebeu uma calibração exclusiva para o estilo de condução e combustível do Brasil. A transmissão automática de dupla embreagem banhada em óleo de sete velocidades.

O Territory conta com quatro modos de condução – normal, serra/colina, eco e esportivo –, que ajustam o veículo automaticamente ás diferentes condições de rodagem.

O modelo oferece um pacote de equipamentos de série bem atraente. Ele vem com painel de instrumentos digital de 12,3”, teto solar panorâmico, ar-condicionado digital de dupla zona com saídas traseiras, bancos de couro com ajuste elétrico e assentos ventilados, câmera 360°, farol alto automático, central multimídia com tela de 12,3”, carregador por indução e luz ambiente configurável, entre outros.

Suas tecnologias de segurança incluem assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestres, controle de cruzeiro adaptativo com stop & go, sensor de ponto cego, alerta e assistente de permanência em faixa, sensor e assistente de estacionamento e seis airbags com detecção inteligente de ocupantes.

O Territory será vendido numa única versão, a topo de linha Titanium.

Preço
Ford Territory Titanium R$ 209.990,00.

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Coluna Fernando Calmon — As muitas opções do Brasil para ajudar a descarbonizar o planeta

Coluna Fernando Calmon nº 1.265 — 22/8/ 23

As muitas opções do Brasil para ajudar a descarbonizar o planeta

Esse tema foi muito bem debatido na 30ª edição do Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva (Simea), realizado na semana passada em São Paulo (SP) com o recorde de 900 inscritos. “O Brasil e o futuro sustentável da mobilidade” foi o escopo dos 60 trabalhos técnicos apresentados ao longo de dois dias, além dos dois painéis com 23 palestrantes e moderadores.

O presidente do Simea, Gastón Perez, foi enfático ao afirmar que enquanto outros países têm apenas uma carta na mão para combater os efeitos do gás carbônico (CO2), principal responsável pela elevação da temperatura média da Terra e as consequentes mudanças climáticas, o Brasil conta com o equivalente a várias outras cartas. Ele citou algumas como motor flex com etanol, biodiesel, biogás e a energia elétrica gerada por fontes limpas o que torna viável a produção de hidrogênio verde. Este é considerado o combustível definitivo e o mais adequado com que o planeta poderá contar nas próximas décadas.

O próprio etanol pode ser ponto de partida para pelo menos uma década à frente gerar, por meio de pilha eletroquímica a hidrogênio no veículo, a eletricidade para o motor elétrico deste, tendo como subproduto apenas água. Essa é uma tecnologia inicialmente ainda bem cara, mas que já está sendo estudada pela Universidade de São Paulo.

Não se trata da única opção para obter hidrogênio. A eletrólise da água é outro ponto de partida, mas exige grande quantidade de energia que não poderá vir de fontes fósseis como petróleo e gás. Energia eólica e solar, além da hidráulica em que o País já investe há décadas por meio de represas, são as soluções adequadas.

Como se abordou no Simea, em curto prazo será fundamental regular um mercado de créditos de carbono, prestes a se tornar realidade. Finalmente o motorista veria reverter para o seu bolso a contribuição ao clima do planeta, escolhendo o combustível na hora de abastecer seu veículo com motor a combustão. Já existe tecnologia para isso. Falta só a vontade política. Assim o País conseguirá uma transição viável e inteligente para a mobilidade sustentável que muitos almejam.

Ainda faltam acertos sobre operação BYD na Bahia


Esta é uma novela que já passou por vários capítulos, mas a fabricante chinesa BYD não dá nenhuma indicação de que vá recuar do investimento anunciado de R$ 3 bilhões no estado nordestino. Houve notícias equivocadas sobre a sua compra da unidade industrial de Camaçari (BA) que produziu modelos da Ford de 2002 a 2021.

Por fim, houve um acordo de “reversão da propriedade da fábrica de Camaçari para o Estado da Bahia”. A fábrica só tem as edificações, pois todo o maquinário foi retirado. A empresa americana espera ser indenizada pelas expansões com a fábrica de motores e câmbios que não estava no projeto inicial.

Fala-se em algo entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões, mas a avaliação virá de uma instituição financeira do porte da Caixa Econômica Federal. Os passos seguintes são a BYD se entender com o governo baiano, aceitar o valor e assumir as instalações fabris.

Não se sabe quando as partes envolvidas vão bater o martelo. Existe ainda uma briga política sobre a extensão do regime de incentivos federais para o Nordeste e Centro-Oeste que terminaria em 2025, mas que pode se estender até 2032.

A marca chinesa mantém sua previsão de no último trimestre de 2024 ter o primeiro modelo nacional. Como há décadas não existe mais exigência de conteúdo local mínimo, é factível. A produção começará com o híbrido plugável Song Plus que será equipado com motor flex, mas terá uma bateria de apenas 8,3 kW·h. O segundo produto ainda está em definição, porém tudo indica que a escolha do fabricante recairá sobre o elétrico Dolphin.

Fiat 500e tem vendas discretas, mas mantém o charme

Desde seu lançamento em 2021 por R$ 239.990 o elétrico que substituiu o icônico Fiat 500 teve seu preço reduzido para os atuais R$ 224.990 em razão da valorização do real frente ao dólar. Ainda assim o subcompacto 500e não deslanchou em vendas (393 unidades até agora) e se mantém como um modelo de nicho, embora tenha fãs incondicionais.

Com apenas 3.632 mm de comprimento é fácil de estacionar, porém um entre-eixos limitado a 2.322 mm traz desconforto no banco traseiro para adultos com mais de 1,75 m de altura. O porta-malas comporta apenas 185 litros mesmo sem o estepe, pois utiliza pneus do tipo runflat. Ao se rebater totalmente o banco traseiro o volume aumenta para surpreendentes 550 litros.

Seu alcance médio cidade/estrada é de 227 km, pelo padrão Inmetro. O Fiat 500e, como todo elétrico, destaca-se pela agilidade no para e anda do tráfego urbano, conforme avaliei. E ainda entrega duas características interessantes.

Uma é tocar acordes da música do filme franco-italiano “Amarcord” (1973, de Federico Fellini) quando atinge 21 km/h para avisar sobre sua presença para pedestres e ciclistas. Quem está dentro do carro também ouve. Isso só acontece uma vez após o primeiro uso do dia (para repetir precisa desligar e religar a energização do motor). O silvo de advertência presencial, obrigatório na Europa, é discreto e não incomoda os ocupantes do carro.

Outra função é o modo de condução sherpa (há outros dois, normal e range) para estender ao máximo seu alcance: limita velocidade a 80 km/h e desliga o ar-condicionado sem alterar muito a capacidade de acelerar.

Resposta de Inteligência Artificial (IA): “Sherpa é um termo técnico que se refere a um grupo étnico que vive nas montanhas do Nepal e conhecido por serem excelentes guias em expedições de montanhismo.”

 

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Domingo tem encontro do Mustang Clube de São Paulo

O Mustang Clube de São Paulo vai realizar no próximo domingo (20), o seu 19º Encontro Anual. O evento gratuito, que acontecerá das 9h às 13h no estacionamento externo do Shopping Eldorado, em São Paulo, espera receber cerca de 200 carros.

Nesta edição do Encontro, além da exposição dos vários modelos e anos do Mustang, haverá uma banda de rock clássico e tenda da grife do Clube.

Conhecido pelo seu design icônico e alto desempenho, o Ford Mustang existe há mais de 50 anos, e tem seu nome originário dos cavalos selvagens que habitavam os Estados Unidos.

No Brasil, o número de entusiastas do automóvel que possui a logomarca do “cavalinho” não é pequeno. Desde que o modelo foi lançado oficialmente no Brasil, em março de 2018, já foram mais de 2.500 unidades vendidas, volume que o garantiu na segunda posição do segmento de esportivos com 15,53% de participação.

Serviço
10º Encontro Anual do Mustang Clube de SP
Data: 20 de agosto, domingo
Horário: das 9h às 13h
Entrada: Gratuita
Local: Estacionamento externo do Shopping Eldorado

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Nova Chevrolet Silverado chega em outubro com muito luxo e motorzão

A nova picape grande que será lançada no Brasil pela General Motors em outubro, a Chevrolet Silverado, terá uma configuração única e o mesmo motor V8 utilizado pelo esportivo Camaro.

O modelo chega para brigar com a Ford F-150 e a Ram 1500. A picape Silverado foi o segundo veículo mais vendido nos Estados Unidos em 2022, com mais de 513 mil unidades comercializadas. O primeiro lugar é da Ford F-150, com quase 654 mil unidades. Aliás, a F-150 é o veículo mais vendido no mercado norte-americano há mais de 40 anos.

“A Silverado vai chegar ao mercado nacional com motor de última geração, capaz de otimizar a ativação do número de cilindros conforme a condição de rodagem, para melhorar a eficiência e o desempenho”, revela Chris Rego, diretora executiva de Marketing da GM América do Sul.

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Ford F-150 foi a picapona mais vendida no mês passado

A recém lançada Ford F-150 foi a picape grande mais vendida no mês de julho, com 249 unidades emplacadas e 25,5% de participação no segmento, segundo o Renavam.

A sua concorrente mais próxima, a Ram 1500, registrou 204 unidades. As primeiras unidades da F-150 começaram a chegar ao mercado brasileiro em maio para atender os clientes que a adquiriram na pré-venda, em fevereiro. No total, o modelo soma hoje mais de 640 emplacamentos.

A F-150 é oferecida no Brasil nas versões Lariat e Platinum, com preço de R$479.990 e R$519.990, respectivamente.

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Coluna Fernando Calmon – Dia do motorista: assistências e comandos podem gerar distrações

Coluna Fernando Calmon nº 1.261 — 25/7/23

Dia do motorista: assistências e comandos podem gerar distrações

 

Criado por decreto-lei federal nº 63.461 em 21 de outubro de 1968, o Dia do Motorista em 25 de julho tem origem na religião católica porque também é o Dia de São Cristóvão, protetor de motoristas e viajantes. Soluções modernas ajudam a evitar que o motorista se acidente e suas consequências.

Por isso a questão de segurança de trânsito é motivo de grande preocupação e pesquisas contínuas em todo o mundo. Estudos recentes chamam a atenção para duas tecnologias bastante úteis: automação veicular e comandos acessados por tela. Ambos oferecidos por vários fabricantes, mas precisam de atenções específicas.

Nos EUA o Instituto das Seguradoras para Segurança em Estradas (IIHS, na sigla em inglês) apresentou um relatório apontando que muitos motoristas usam automação parcial (Nível 2,5, na escala até 5) em seus veículos como se fossem totalmente autônomos, apesar dos avisos automáticos sobre a necessidade de retomar o controle de volante e pedais.

A pesquisa estudou as soluções da Cadillac, Nissan e Tesla, além de entrevistar 600 proprietários (cerca de 200 de cada marca). Eles afirmaram que aproveitavam para comer e enviar mensagens de texto. De forma geral os sistemas não levam os motoristas a permanecerem engajados ou impedem desvios de atenção.

Estes assistentes já são oferecidos em vários modelos também no Brasil: controle de velocidade de cruzeiro adaptativo e centralização na faixa de rolagem. Nenhum dos sistemas atuais é projetado para substituir um motorista humano ou tirar seu foco da estrada. Testes de pista e colisões no mundo real forneceram evidências de potencialmente causar acidentes.

Cerca de 40% dos usuários relataram que seus sistemas foram desligados em algum momento enquanto dirigiam e não eram reativados. Alguns desses motoristas confundiram a suspensão temporária do recurso com o procedimento de bloqueio. Porém, muitos falharam em responder aos avisos se estavam prestando atenção na estrada ou violaram repetidamente os parâmetros para acionar o bloqueio.

“Esses resultados de usuários frequentes de três sistemas diferentes de automação parcial mais uma vez mostram a necessidade de proteções robustas e multifacetadas”, disse Alexandra Mueller, cientista de pesquisa do IIHS e principal autora do estudo.

“Muitos relataram experiências em que tiveram de assumir repentinamente a direção porque a automação executou algo inesperado. E, às vezes, enquanto estavam fazendo o que não deveriam, como comer ou ler mensagens pelo celular”, ela explica.

Embora uma parte dos motoristas que receberam lembretes de atenção tenha dito que os alertas eram um pouco irritantes, a grande maioria disse que os considerava úteis e os faziam sentir-se mais seguros usando a tecnologia, desde que o objetivo do recurso fosse explicado a eles com clareza na hora da compra.

“A ampla aceitação de lembretes de atenção e bloqueios do sistema sugere não apenas que reúnem o potencial de tornar mais seguro o uso da automação parcial, como também podem ser implementados para ajudar a combater a distração do motorista em geral”, concluiu Mueller.

Na Alemanha também há preocupações

Um outro estudo, dessa vez encomendado pela Associação da Seguradoras Alemãs, colocou atenção nas Interfaces Homem-Máquina (HMI, em inglês). O nome parece complicado, mas se trata das telas táteis que processam comandos de múltiplas funções como ajustes do ar-condicionado, modos de tração, sintonia e volume de som, mapas de navegação e vários outros. A tendência é digitalizar o máximo possível, inclusive pela facilidade de atualização dos softwares.

No entanto, não é possível usar o HMI sem desviar o olhar da estrada, ao contrário de alavancas e interruptores. Se os comandos estiverem embutidos no menu ou exigirem muitas mudanças como rolar a tela, o motorista terá de desviar o olhar do percurso por um tempo preocupantemente longo. Isso representa riscos potenciais para a segurança viária.

A distração e a desatenção são consideradas entre as principais causas de acidentes de trânsito. Atualmente não há regulamentos ou práticas que definam como projetar interfaces cada vez mais complexas que distraiam os motoristas o mínimo possível de suas tarefas de dirigir.

Pesquisas e números de fora da Alemanha também apontam que se trata de um problema generalizado e implica maior possibilidade de acidentes.

Alguns fabricantes já detectaram como resolver em parte essa disfunção. Adicionaram um simplório botão para diminuir ou aumentar o volume de som do sistema multimídia. Quando várias funções estão embutidas na estrutura do menu e só podem ser acessadas através de numerosos passos intermediários, é preciso desviar os olhos da estrada por mais tempo.

A simplificação também se recomenda quanto à execução das tarefas. Ações intuitivas, como ligar o limpador de para-brisa ou acionar indicadores de direção, devem continuar comandável apenas por controles físicos e diretos.

Todavia, o controle por voz pode contribuir significativamente para diminuir a distração. Para alcançar isso, no entanto, o sistema deve ser intuitivo e operável diretamente. Se forem propensos a erros e exigirem muitas correções ou repetições, esta solução pode revelar-se altamente perturbadora.

F-150 Lariat é enorme, mas boa de guiar

O preço, claro, está muito longe de convidativo – R$ 479.990. Porém, tem público certo entre os endinheirados do agronegócio. Trata-se de um mercado bem limitado, em torno de 10.000 unidades por ano, porém bastante rentável para os fabricantes.

Chegou para dividir as atenções com a Ram Rebel que custa apenas R$ 10.000 a menos (2% de diferença). O estilo da versão de entrada Lariat da picape pesada da Ford é, digamos, mais esportivo com rodas e grade pintadas de preto.

A lista de equipamentos impressiona como faróis de LED, seis airbags, quadro de instrumentos digital e sistema de áudio de alto padrão (Bang & Olufsen). Deslocar-se em ruas exige atenção e achar uma vaga para quase 6 metros de comprimento por mais de 2 de largura não é fácil (melhor rebater os retrovisores). Com quase 2 metros de altura não entra em qualquer garagem, mas dá para ir aos shoppings, embora possa invadir os limites demarcados para estacionar.

Chama mais atenção a posição de dirigir semelhante a picapes de porte médio. Há boa visibilidade e as suspensões são duras, embora menos do que se espera. Também exige cuidado adicional no trânsito urbano. O seu habitat é mesmo o uso no campo com sua tração 4×4 por demanda e em estradas (neste caso, imbatíveis 1.170 km de alcance com 136 litros no tanque).

Para isso o motor V-8 (gasolina) de 405 cv e 56,7 kgf.m entrega alto desempenho, além da elasticidade que só um câmbio automático de 10 marchas proporciona. Acelera de 0 a 100 km/h em 7,1 s mesmo com seus 2.740 kg em ordem de marcha.

Nos EUA, a F-150 lidera há 46 anos o mercado de picapes.

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Importado da China, Ford Territory ganha nova geração

A Ford brasileira confirmou a importação da nova geração do Territory. O SUV médio fabricado na China conta agora com um design mais  aerodinâmico e com o acabamento mais moderno e sofisticado.


A carroceria ficou maior no comprimento, na altura e na distância entre-eixos, melhorando ainda mais o padrão de espaço e conforto, que já era considerado um dos diferenciais do modelo. O porta-malas também cresceu, aumentando a versatilidade para viagens e no dia a dia.

O estilo do Territory é marcado pela ampla grade hexagonal dianteira,  pelo conjunto óptico com faróis e lanternas full-LED e rodas de liga leve de 19 polegadas. Outra novidade está sob o capô, já que o motor EcoBoost de ciclo Otto está mais potente.

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Ford Mustang Mach-E Rally é desvendado no Festival de Velocidade de Goodwood

O tradicional Festival de Velocidade de Goodwood, no Reino Unido, onde se reúnem os mais espetaculares veículos de competição, foi palco para a Ford apresentar o Mustang Mach-E Rally, seu primeiro SUV elétrico inspirado em ralis.

A marca escolheu o evento para mostrar o modelo que leva o Mustang pela primeira vez aonde ele nunca esteve antes em suas quase seis décadas de história: do asfalto para a terra.

O Mustang Mach-E Rally tem capacidade para cinco passageiros e estará disponível nos EUA e na Europa.

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Com o novo Mustang GT3, Ford vai voltar a disputar as 24 horas de Le Mans

A tradicional prova de endurance 24 horas de Le Mans, tem uma longa e curiosa história com a marca Ford. Vale lembrar a disputa dos anos 60, que deu origem ao filme “Ford versus Ferrari”. Isso aumenta a expectativa para o retorno da marca em 2024 á maior prova de resistência do mundo, com o novo Mustang GT3.

Feito especialmente para competir na categoria GT3 da FIA, o Mustang GT3 é baseado no novo Mustang Dark Horse 2024. O seu visual ousado e colorido foi criado por Troy Lee, um dos principais designers de automobilismo do mundo, em seu primeiro trabalho com carros de corrida da marca. A vitória mais recente da Ford nas 24 Horas de Le Mans foi em 2016, com o Ford GT.

“A Ford e Le Mans estão unidas pela história. E estamos voltando para a corrida mais famosa, emocionante e gratificante do mundo”, disse Jim Farley, CEO da Ford. “Não é mais Ford versus Ferrari. É a Ford contra todos. Voltar a Le Mans é o início da construção de um negócio global de competição com o Mustang, assim como estamos fazendo com o Bronco e a Raptor no off-road”.

Junto com o carro, a Ford revelou também a nova logomarca da Ford Performance, com um visual mais limpo e simplificado que passará a ser visto em todos os seus carros de corrida.

Parceria

Para esse projeto, a Ford Performance ampliou seu relacionamento com dois parceiros de longa data, a Multimatic e a M-Sport. A Multimatic, construtora do icônico Ford GT, vai ajudar a construir e dar suporte ao Mustang GT3. Já a M-Sport, parceira bicampeã do Mundial de Rally, vai montar os motores de 5,4 litros baseados no V8 Coyote desenvolvidos pela Ford Performance.

O Mustang GT3 tem suspensão especial de braços curtos e longos, caixa de câmbio montada na traseira, carroceria de fibra de carbono e um pacote aerodinâmico exclusivo desenvolvido para a categoria.

Antes de correr em Le Mans, em 2024, o Mustang GT3 vai competir em várias provas GT3 pelo mundo com equipes clientes. Uma delas é a Proton Competition, com sede na Alemanha, que vai disputar o Campeonato Mundial de Endurance da FIA a partir de 2024 com dois Mustangs GT3.

A Ford Performance também vai correr na categoria GTD Pro da IMSA com dois Mustangs GT3, em parceria com a Multimatic Motorsports, a partir das 24 Horas Rolex de Daytona, em 2024.

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