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Fiat Mobi Trekking surpreende e faz até 20,6 quilômetros por litro

Tendo como concorrente o Renault Kwid, o Fiat Mobi é um dos poucos modelos de entrada em seu segmento no mercado brasileiro. Na linha 2026, o modelo ganhou vários melhoramentos, como um novo painel, volante (os mesmos da picape Strada), ajuste de altura da coluna de direção e uma nova motorização. Por isso, pegamos a versão Trekking para avaliação.

Apesar de pequeno no tamanho, os passageiros dos bancos dianteiros não terão do que reclamar. Obviamente que de um modelo com 3,64 metros de comprimento e entre-eixos de 2,30 m não se pode exigir muito.

Para quem viaja no banco traseiro, o conforto não é o mesmo, mas contando com boa vontade dos passageiros da frente, o Mobi acomoda bem duas pessoas atrás.
Com a regulagem de altura do banco do motorista, achar a posição mais cômoda para dirigir não é uma tarefa difícil.




Apesar de ser um carro de entrada, o Trekking é bem equipado. O modelo avaliado tinha multimídia de 7 polegadas com conexões sem fio, volante multifuncional, vidros dianteiros e travas elétricas, direção elétrica, ar-condicionado e som com seis alto-falantes. O painel de instrumentos, bem completo para um modelo do seu segmento, tem uma mistura de analógico e digital. É fácil de visualizar e operar.

No teto, um console com o útil espelhinho para olhar, principalmente, as crianças no banco traseiro, e Porta-CDs. Mas causou espanto o compartimento para CDs, pois o equipamento de som do carro não tem essa opção. Em compensação, para deixar o modelo mais atraente e auxiliar no pouco espaço do porta-malas, o Mobi Trekking tem racks de teto. A unidade testada ainda tinha sensores traseiros de estacionamento, rodas de liga leve, faróis de neblina, tampa do porta-malas com abertura elétrica e retrovisores elétricos com função tilt-down do lado direito.

Rodando

Na cidade, seu lugar, o Mobi é espetacular. Ágil, com bom desempenho, econômico e cabe em qualquer vaga. Com a nova motorização Firefly (nova no modelo), o Mobi ganhou um “plus”. Com três cilindros e até 75 cavalos e 10,7 kgfm de torque, o modelo não faz feio no trânsito urbano, ainda mais se o motorista aproveitar bem as marchas da transmissão manual de cinco velocidades. Outra vantagem do novo motor é que o modelo ficou mais silencioso, econômico e esperto. No perímetro urbano,  chegou a fazer médias de 14,8 quilômetros por litro com gasolina e 13,7 quilômetros por litro com etanol. Números muito bons.

Mesmo sendo um city car, o Trekking não tem medo da estrada. Com um comportamento até surpreendente, o modelo tem boa dirigibilidade, disposição e passa segurança para quem dirige. Sofre um pouco com os ventos laterais, mas a barra estabilizadora dianteira e o acerto da suspensão garantem a boa dirigibilidade.

O modelo atingiu a velocidade máxima de 165 quilômetros por hora e acelerou de 0 a 100 quilômetros por hora em 14,6 segundos. Aqui, mais uma vez, a boa utilização do câmbio é muito importante.

Mas foi no consumo que o Mobi mais surpreendeu. Com gasolina, fez uma média de 16,9 quilômetros por litro, e com etanol, 14,9. Como mostra a foto tirada durante a avaliação, na estrada, em um lugar plano e a 100 quilômetros por hora, chegou a fazer incríveis 20,6 quilômetros por litro com gasolina. Com o tanque de 47 litros, é possível fazer quase 800 quilômetros.
Os freios, nada de excepcional, param o carro em espaços normais e sem sustos.

Conclusão

Além dos ótimos números de consumo, apesar de ser um modelo de entrada, o Mobi Trekking é muito legal de ser dirigido, principalmente na cidade. O desempenho é compatível com a proposta e o conforto também. Ou seja, para quem mora na cidade, tem família pequena e viaja pouco (mais por conta do porta-malas que comporta apenas 200 litros), o modelo é uma ótima opção.

Preço (modelo avaliado)
Fiat Mobi Trekking R$ 87.270,00

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Vendas de Páscoa mantêm estabilidade em relação ao ano passado

A Associação Comercial de São Paulo estima que as vendas de Páscoa devem apresentar estabilidade em relação ao ano passado, segundo o modelo de previsão do varejo do Instituto de Economia Gastão Vidigal da ACSP (IEGV/ACSP).

De acordo com o economista da ACSP, Ulisses Ruiz de Gamboa, “apesar de o emprego e a renda continuarem crescendo, os fortes aumentos no preço do chocolate, motivados pela disparada no preço do cacau, em um contexto de elevado endividamento das famílias e taxas de juros elevadas, que encarecem o crédito e desestimulam o consumo, devem manter o volume de vendas praticamente no mesmo nível do ano passado”.

Ruiz de Gamboa explica ainda que, “para o varejo em geral, a Páscoa não é uma data tão importante, pois a maior parte das vendas se concentra em produtos alimentícios, especialmente os ovos de chocolate. Esse movimento acaba favorecendo, principalmente, supermercados e hipermercados, além de lojas especializadas em chocolate”.

Impostos na Páscoa

Quem planeja comprar ou presentear com ovos de Páscoa precisa estar ciente de que 38,25% do valor do produto corresponde a impostos. Essa informação é baseada nos dados do Impostômetro.

Destaca-se como o produto mais tributado, nesta temporada, o vinho importado, com uma taxa de 64,57%. Isso significa que, ao adquirir uma garrafa de vinho importado pelo preço de R$ 54,38, por exemplo, o consumidor desembolsa R$ 19,27 pelo produto e mais R$ 35,11 em tributos. Por outro lado, o vinho nacional apresenta uma carga tributária menor, porém, ainda muito elevada, com média de 45,56%.

Os ovos de Páscoa caseiros podem ser uma alternativa para os consumidores e uma oportunidade de renda extra para os microempreendedores. No entanto, evitar os produtos industrializados não significa, necessariamente, escapar dos altos impostos. Para a produção de um ovo simples, que requer chocolate, papel celofane e fita adesiva para embalagem, são gastos, respectivamente, 38,25%, 39,11% e 40,06% em impostos.

Segundo João Eloi Olenike, presidente-executivo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), “os altos tributos sobre os produtos de Páscoa limitam o poder de compra dos consumidores, impedindo que muitos adquiram itens de melhor qualidade nesse período.

Segundo ele, o sistema tributário brasileiro, focado, principalmente, no consumo, acaba penalizando as pessoas de renda mais baixa, que pagam, proporcionalmente, mais impostos do que as de renda mais alta. Isso dificulta ainda mais o acesso das classes menos favorecidas aos produtos típicos da data”, completa Olenike.

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Setor de eventos vive momento de expansão em 2026 e movimenta a economia

O consumo no setor de eventos deve crescer 7,8% este ano na comparação com o desempenho de 2025, revela levantamento realizado pela Abrape (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). A expansão, segundo a pesquisa, acompanha também a geração de postos de trabalho. Até dezembro, a perspectiva é de 143 mil novos empregos formais. Para Shyrly Masson Christofoletti, CEO da Lush Eventos, grupo com atuação nos setores de eventos, alimentício e bem-estar, o setor ainda tem a seu favor um extenso calendário de feriados em 2026, condição propícia à realização de festas e eventos de todos os portes.

O levantamento da Abrape para 2026 indica resultados 24% acima dos níveis pré-pandemia. Segundo a entidade, o faturamento do consumo no setor de eventos deve atingir R$ 152 bilhões.

Como aposta adicional de desempenho, o Grupo Lush considera o calendário de feriados do ano. Ao todo, são dez feriados nacionais, nove deles em dias úteis e sete coincidindo com segundas e sextas-feiras, configurando finais de semana prolongados. “Em 2026, temos a perspectiva de crescer 20%. Esse empenho já se reflete na geração de vagas de trabalho em nossas empresas e também na oferta de empregos indiretos. Da cozinha ao entretenimento, o momento é de contratação de profissionais para compor nossos quadros. Só em Campinas, a previsão é gerar pelo menos 35 novos postos de trabalho neste semestre”, afirma a CEO.

Com estruturas e serviços de buffets na região de Campinas e da capital, os reflexos da boa performance nos negócios do Grupo para a área de eventos são perceptíveis desde o ano passado. No cenário nacional, as festas infantis representam até 16% do mercado, com faturamento anual estimado em R$ 22 bilhões.

Em grande medida, segundo a executiva, o comportamento do consumidor contribui para a expansão do setor. “Hoje, os pais buscam soluções integradas de buffet, espaço, decoração e entretenimento em um só lugar. Além disso, há novos formatos de eventos ganhando força, como mesversários, festas pet, esportivas e miniweddings.”

Como forma de se alinhar às novas tendências em festas infantis e também em eventos intimistas, outra vertente que cresce no segmento com o propósito de conectar, celebrar, apresentar uma ideia ou produto, há investimentos em profissionalização, criatividade e cuidado em cada detalhe.

A criação de experiências imersivas e personalizadas, com cenografia impactante, interação com personagens e tecnologia integrada, para que o “dono da festa” e seus convidados vivam momentos inesquecíveis, é colocada em prática em três espaços do Grupo Lush em Campinas.

No Zuppa Upa, há um verdadeiro universo de diversão. Trata-se de um buffet de ponta com brinquedos tecnológicos, bar exclusivo, cardápios diferenciados e atendimento premium. O diferencial é o trem Monorail, que dá a volta no buffet e passa pela área externa, proporcionando diversão para crianças e adultos.

O The Falls, buffet premium com estrutura diferenciada, conta com brinquedos de última geração, atendimento personalizado e cardápios diversos. Com mil m² e pé direito alto, o espaço oferece infinitas possibilidades, de festas infantis a eventos corporativos para até 250 convidados.

A Casa Cambuí, espaço para eventos com conceito intimista, valoriza o estilo boho chic e se configura como um local exclusivo para comemorações. De casamentos a aniversários infantis, a estrutura é completa, com mobiliário, cardápios diferenciados, equipe especializada em todos os detalhes para proporcionar momentos memoráveis.

Com a personalização dos eventos em alta, muitas famílias têm optado por investir em experiências que criam momentos inesquecíveis. Para isso, o Grupo Lush também tem suas próprias empresas de decoração para atender aos desejos do consumidor.

Uma delas, a Party to Go, é hoje a maior loja de locação de itens para decoração do Brasil. Com mais de 15 mil peças no acervo, abrange os principais temas do mercado, além de sempre atualizar seu acervo para apresentar aos clientes as principais tendências do mundo da decoração de festas e eventos.

A MH Decora, por sua vez, é especializada em decorações prontas para os mais diversos tipos de eventos. Nessa proposta, é possível encontrar opções variadas, como pegue e monte e projetos personalizados com os principais temas do mercado. As montagens podem ser feitas tanto em eventos residenciais quanto em grandes espaços.

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Crianças visitam o Ceasa e aprendem a comer alimentos saudáveis

Em mais uma ação dos projetos Ceasa-Saúde e Escola Saudável, desenvolvidos para promover hábitos alimentares saudáveis e conscientizar sobre os benefícios do consumo de alimentos naturais, o Ceasa de Campinas recebeu 120 crianças de 3 a 6 anos do CEI Bem Querer Senador João Medeiros de Calmon, no Parque Vista Alegre, e do CEI Adão Emiliano, no bairro San Martin. As crianças visitaram a cozinha escola do Departamento de Alimentação Escolar da Ceasa Campinas, na manhã de ontem (7). Divididos em grupos nos períodos da manhã e da tarde, os alunos também visitaram o Mercado de Hortifrutigranjeiros.

Segundo a nutricionista Camila Porto, responsável pela ação, as crianças participaram de brincadeiras interativas e aprenderam sobre os alimentos. “E para encerrar a atividade é servido um lanche saudável e realizado um passeio no mercado de hortifrúti”, diz a nutricionista.

Para Julia Amorim, gerente do Departamento de Alimentação Escolar da Ceasa Campinas, a ideia do projeto é mostrar de forma lúdica e interativa os conceitos de alimentos saudáveis e de alimentos ultraprocessados para conscientizar as crianças sobre a importância do consumo de alimentos benéficos e os impactos no organismo.

 

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Novo Kia EV5 surpreende pelo espaço, conforto e economia

A Kia apresentou esta semana o seu mais novo SUV de luxo no mercado nacional: o EV 5. O modelo é o primeiro veículo 100% elétrico da marca coreana á venda no Brasil e chega em versão única e sem opcionais. O SUV visa atender a famílias que buscam um veículo moderno, muito grande e muito bem acabado.

Com alcance de 402 km, de acordo com o Inmetro, o Kia EV5 vem com uma bateria de alta tensão de fosfato de ferro e lítio, estrutura tipo lâminas, 220,4 Ah de capacidade, tensão operacional de 400V, que gera 88,16 kwh de energia, além de uma bateria de baixa tensão (auxiliar), de chumbo ácido, 45 Ah de capacidade e 12V de tensão operacional. Essa tecnologia consegue conservar, mesmo em estradas, um menor consumo de energia.

Segundo a marca, o EV5 fornece uma potência máxima de 160 kW ou 217,5 cavalos e torque de 31,6 Kgf.m. A aceleração é de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos. O consumo, adotando ainda a metrologia Inmetro, o modelo foi classificado com a nota A. Dados fornecidos pelo importador, e usando a equivalência para um motor a combustão, na cidade faz 37,6 km/l equivalente, e 30,5 km/l equivalente na estrada. A eficiência energética do motor elétrico é de 0,63 MJ/km rodado.

Quanto ao recarregamento, em corrente contínua (DC) de 360 kW, a bateria do EV5 pode ser “abastecida” em 27 minutos (80%) e em estação de 50 kW em 83 minutos (também 80%); enquanto em corrente alternada (AC), de 11 kW (rede trifásica), em 8h10, e com unidade de 7 kW (rede bifásica) em 9h40.

O modelo tem tração 4×2, suspensão dianteira do EV5 é independente, tipo McPherson, com molas helicoidais e amortecedores a gás, enquanto na traseira é multilink. A direção é elétrica, sua transmissão é composta por sistema de engrenagem de redução.

As dimensões do Kia EV5 são generosas com 4,6 metros de comprimento, 1,8 m de largura, 1,7m de altura e entre-eixos de 2,7m. Com essas medidas, o EV5 oferece um excelente espaço interno. O porta-malas é de 513 litros e, com o banco traseiro rebatido (piso plano) chega a 1.718 litros.

Diferente

O design do EV5 é no mínimo muito moderno e chamativo. Ninguém vai passar desapercebido na ruas ou estradas. Como não precisa ter refrigeração para o motor, a frente é toda fechada e conta com uns faróis esguios com um desenho diferenciado.

Na traseira, um spoiler estendido e rebaixado mantém o perfil distinto do SUV enquanto melhora a eficiência aerodinâmica. No conjunto, mesmo sendo muito futurista, é agradável e harmonioso.

Espaço 

É sem duvida o local de maior destaque o modelo. Além do espaço é muito grande para qualquer passageiro, o conforto também é surpreendente. O ambiente interno proporciona uma sensação de bem-estar e muito prazer. Os bancos são muito confortáveis e amplos.

Tecnologia

O Kia EV5 está recheado de tecnologias de condução semi-autônoma, o ADAS – Advanced Driver-Assistance System: alertas de fadiga do condutor incluindo partida do veículo à frente (DAW – Driver Attention Warning w/ Leading Vehicle Departure Alert); de prevenção de colisão por ponto cego (BCA – Blind-spot Collision-avoidance Assist) traseiro; de saída de faixa de rodagem (LDW – Lane Departure Warning); de saída em segurança (SEW – Safe Exit Warning); assistentes de prevenção de colisão traseira em tráfego cruzado (RCCA – Rear Cross-traffic Collision-avoidance Assist); de centralização na faixa de rodagem (LFA – Lane Following Assist); de farol alto (HBA – High Beam Assist); permanência na faixa de rodagem (LKA – Lane Keep Assist); para prevenção de colisão frontal (FCA – Front Collision-avoidance Assist) com frenagem de emergência e detecção de veículos, pedestres e ciclistas; para prevenção de colisão frontal incluindo conversão em cruzamentos (FCA-JT); câmeras de ré com guias dinâmicas de estacionamento (RVM – Rear View Monitor) e de visão 360° (SVM – Surround View Monitor); monitor de ponto cego com visualização no painel digital de instrumentos (BVM – Blind-spot View Monitor); piloto automático adaptativo (SCC – Smart Cruise Control) com assistente de congestionamentos e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros (PDW – Park Distance Warning, Forward & Reverse).

Preço
Kia EV5 – R$399.990,00.
Garantia 5 anos. As revisões de 20 mil, 40 mil e 60 mil são gratuitas.

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Mostra Moda Campinas conecta varejo e atacado e discute as tendências do setor

Quarta edição do evento acontece nesta quarta-feira, 24 de julho, com acesso gratuito, mediante cadastro no site

Apresentação durante a última edição: expectativa é bater novo recorde de público e negócios

As atenções do universo fashion estarão voltadas para Campinas nesta quarta-feira, dia 24 de julho, quando acontece a quarta edição do Mostra Moda Campinas. Com a missão de conectar indústria, varejo e atacado e fomentar toda a cadeia do segmento, o evento reunirá palestras e talks sobre tendências, montagem de coleção, sustentabilidade, novo varejo e experiência do cliente, visando potencializar oportunidades de mercado e atender às demandas do setor na região.

Com apoio da Associação Brasileira da Indústria do Vestuário (ABIV), Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC), Santander, PUC-Campinas e START! by WGSN, empresa de previsão de tendências, o evento traz como tema “O Encantamento da Natureza no Jardim da Moda” para explorar as tendências de Verão 2025 e é destinado gratuitamente a profissionais, empreendedores e estudantes de moda, mediante cadastro no site https://eventomostramoda.com.br/.

“O Mostra Moda Campinas fomenta toda a cadeia do segmento, desde o varejista até o atacadista, passando por prestadores de serviços, instituições de ensino e empreendedorismo. Promovemos a aproximação desses profissionais e o acesso deles à inovação, à sustentabilidade e a tendências, além de prestigiar novos talentos das faculdades. A 4ª edição promete surpreender, com crescimento entre 30% e 50% em relação ao número de visitantes e negócios fechados do evento anterior”, afirma Kefer Van Der Laan, um dos fundadores do evento, ao lado de Marco Bonfante, seu sócio na empresa Evanstur, especializada no relacionamento e aproximação entre indústria e varejo de moda.

Eles relembram que a terceira edição, realizada em fevereiro deste ano, totalizou 512 empreendedoras de moda, 123 estudantes e 1.005 visitantes, além de uma estimativa de R$ 600 mil em negócios fechados.

A edição de amanhã trará uma arena de moda multicultural, com fabricante de vários Estados do Brasil, que evidenciam a diversidade do país e a influência de cada região. “Teremos lojas atacadistas de Minas Gerais, Fortaleza, Goiânia, São José do Rio Preto, Maringá, São Paulo, entre outros. O DNA do Mostra Moda Campinas é justamente esse: inovações, mercado, sustentabilidade e toda a diversidade brasileira com conexão direta nos negócios e economia do segmento”, destaca Marco.

A equipe do De Fato! Campinas participou do jantar de lançamento do evento, realizado no dia 15 de julho, no restaurante Kazu Sushi, no qual Kefer  Van Der Laan explanou sobre o cenário atual da moda e os desafios do setor, que passa por constantes mudanças, especialmente após a pandemia, que alterou os hábitos de consumo. A noite de apresentação, que teve o apoio de diversos parceiros do Mostra Moda, contou ainda com desfile e talk com a criadora da marca Desnude, Cris Fim (fotos abaixo).

 

O Espaço Angelinos, onde será realizado o evento, fica na Rua Luiz Otávio, 11, no bairro Mansões Santo Antônio em Campinas.

PROGRAMAÇÃO

12h30 – Abertura dos portões

13h – Cerimônia de Abertura

13h10 – Abertura das arenas de Negócios

13h15 – Desfile

14h30 – 1ª Palestra: Tendências Primavera/Verão 2024/2025 com Gabriel Sanchez – líder em conteúdo global da Start! by WGSN.

15h30 – Aulão: “Como criar uma coleção de moda para sucesso de vendas?” com Daniela Marx – especialista em marketing e comunicação, com atuação em marcas como: Bershka, Guess Europa, Topshop, Lojas Renner, Riachuelo e Amaro & Kefer Van Der Laan – Especialistas em Varejo e atacado e idealizador do Mostra Moda Campinas.

17h – 2ª Palestra: “Sustentabilidade: uma realidade de mercado” com Manami Kawaguchi – gestora de relações institucionais do movimento Sou de Algodão

18h – Talk: “Como prosperar e alcançar resultados no novo varejo da moda” com Minoro Suga – CEO da SpotShop, o primeiro Marketplace de Live Shopping do Brasil para lojistas e influenciadores digitais & Suellen Arrigo, apresentadora, jornalista, YouTuber e criadora do método M.O.D.A – Workshop Imersão à Moda e Autoestima.

18h45 – Sorteio

19h30 – Show Otávio e Rafael no camarote Abiv

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Alckmin diz que carga tributária não aumentou no governo Lula

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira (16) que a carga tributária no atual governo não aumentou. A declaração foi dada em meio à disseminação, via redes sociais, de memes e outros materiais com desinformação sobre o trabalho do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, impulsionados por opositores do governo.

“Em 2023, a carga tributária bruta foi 32,4% do PIB [Produto Interno Bruto]. Ela era 33,7% até 2022. A carga tributária não só não aumentou no governo do presidente Lula como caiu. Caiu para 32,4%. Então, não teve aumento de carga tributária, até reduziu em 0,6%”, afirmou Alckmin a jornalistas, após se reunir com representantes da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), que anunciaram investimentos de R$ 120 bilhões ao longo dos próximos anos no país. O vice-presidente reconheceu que a carga tributária nesse patamar é alta para um país em desenvolvimento, mas que o Brasil avançou com a reforma tributária.


“Tem um fato importantíssimo que é a reforma tributária. Simplifica, substitui cinco impostos de consumo, IPI, PIS, Cofins, ISS e ICMS, por um IVA dual. Desonera completamente exportação, desonera completamente investimento. Agora, alguns querem enganar. Não tem aumento nenhum, estamos é simplificando”, reforçou o vice-presidente.

Sobre a lei que estabelece a taxação de compras internacionais de até US$ 50 (cerca de R$ 250), aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente da República, Alckmin explicou que a medida buscou garantir “lealdade concorrencial” entre empresas estrangeiras e fábricas instaladas no país, que produzem os produtos no território nacional. “O que está se buscando é ter uma lealdade concorrencial. Não é criar nada. Simplesmente aquele tributo que o estrangeiro paga, o importador paga, não ser o dobro ou o triplo que o produtor no Brasil, que está gerando emprego aqui, agregando valor aqui”, disse. O novo texto inclui uma cobrança de 20% sobre o valor de compras dentro desse limite, muito comuns em sites internacionais como Shopee, AliExpress e Shein.

Setor de alimentos

Durante a tarde, no Palácio do Planalto, o vice-presidente Geraldo Alckmin, o presidente Lula e ministros receberam empresários do setor de alimentos, representados pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia). O grupo anunciou investimentos de R$ 120 bilhões no país, entre 2023 e 2026, que vão viabilizar a abertura de novas fábricas, ampliação de fábricas existentes e ações de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

“O Brasil se consolidou, em 2023, como o maior exportador de alimento industrializado do planeta. Nós já tínhamos um campo forte, o Brasil era considerado o celeiro do mundo. E, agora, como muito orgulho, a gente pode dizer também que nós passamos a ser o supermercado do mundo, posto que somos o maior exportador de alimento industrializado, já pronto para o consumo”, afirmou o presidente-executivo da Abia, João Dornellas, informando que a indústria de alimentos exporta para 190 países atualmente. Segundo ele, o setor cresceu, no primeiro semestre deste ano, 3,3%, contrariando a expectativa de analistas de mercado.  (agência Brasil)

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Intenção de consumo das famílias cresce pelo terceiro mês

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) cresceu 0,5% em junho deste ano, em relação ao mês anterior. É a terceira alta consecutiva do indicador, neste tipo de comparação, apesar de ter sido a menos intensa, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (21) pela Confederação Nacional de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Na comparação com junho do ano passado, o crescimento da intenção de consumo chegou a 5,1%, de acordo com a CNC.

Na comparação com maio, o crescimento do indicador foi puxado principalmente pelos componentes nível de consumo atual (1,7%) e renda atual (1,5%). Também apresentaram alta perspectiva de consumo (0,9%), perspectiva profissional e momento para a compra de bens duráveis (ambos com 0,5%), além de emprego atual (0,2%). O acesso ao crédito foi o único componente que não cresceu e ficou estável.

Em relação a junho de 2023, a maior alta foi observada no momento para a compra de duráveis (13,4%), seguido por renda atual (8,2%), nível de consumo atual (8%), acesso ao crédito (5,9%), perspectiva de consumo (3,8%) e emprego atual (3,6%). A perspectiva profissional foi o único componente a apresentar queda nesse tipo de comparação (-2,3%).

No Rio Grande do Sul, a ICF apresentou quedas de 3,4% em relação a maio e de 23,3% na comparação com junho do ano passado, devido ao evento climático extremo que atingiu o estado recentemente. Todos os componentes apresentaram quedas nas duas comparações temporais. (Agência Brasil)

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Em minoria nas prateleiras, azeite brasileiro tem mercado em expansão

Produtores brasileiros de azeite de oliva têm chances de se beneficiarem da alta internacional do preço do alimento, e ganhar mais espaço para vender ao segundo maior mercado importador do mundo: o próprio Brasil.

De todo azeite que o país consome, menos de 1% (0,24%) é produzido por sua lavoura. A maior participação no mercado interno poderá se dar pela qualidade do produto, o que permite crescimento de consumo mesmo quando o preço se eleva.

Entre 2018 e 2022, a produção de azeite só no Rio Grande do Sul passou de 58 mil litros para 448,5 mil litros. O estado e outras regiões do país, como a Serra da Mantiqueira – entre Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro -, está se especializando na produção de azeite extra virgem, de menor acidez, reconhecido como artigo especial ou premium.

De acordo com o Internacional Olive Council, entre 2013 e 2020, o Brasil importou uma média de 74 mil toneladas ao ano de azeite e óleo de bagaço de azeitona. No período de oito anos, a importação cresceu de 73 mil toneladas ao ano para 104 mil toneladas ao ano.

Em 2020, oitenta por cento desse volume veio de Portugal e da Espanha. Os dois países da península ibérica diminuíram a produção de azeite nos últimos anos por causa do aumento de temperatura quando ocorre a floração das oliveiras, o que causou a elevação do preço do produto em cerca de 45% de 2020 para cá.

Paralelo ao encarecimento do azeite, produção nacional começa a ter reconhecimento. No mês passado, por exemplo, um azeite de marca gaúcha (Potenza Frutado) foi escolhido como o melhor do Hemisfério Sul – Prêmio Internacional Expoliva de Qualidade dos Melhores Azeites Extravirgens, realizado na Espanha (22ª edição).

Abastecimento mais rápido – Além de azeite extra virgem de qualidade reconhecida, o produtor nacional tem em seu favor a agilidade para abastecer o mercado interno. “Se eu colher uma azeitona hoje no pé aqui, eu posso tranquilamente em dez dias ter o azeite dela em uma loja do Pão de Açúcar em São Paulo”, calcula Luiz Eduardo Batalha, o maior produtor de azeite do Brasil e dono da marca que leva seu nome.

Batalha, que acumula experiência com a produção de carne, café e cana-de-açúcar em diferentes partes do país, cultiva oliveiras em três fazendas com total de 3 mil hectares nos municípios de Pinheiro Machado e Candiota, no sudeste gaúcho, a cerca de 60 quilômetros da fronteira com o Uruguai.

Segundo ele, o azeite extra virgem “é um produto que precisa de muito frescor” e as marcas estrangeiras apesar do domínio absoluto “não competem com a rapidez que a gente tem de colocar o azeite nas gôndolas do supermercado, nos lugares, nos restaurantes.”

O argumento do produtor faz sentido para Ticiana Werner, dona de um restaurante em Brasília que leva o seu nome. Ela pondera que além do maior tempo para chegar às redes brasileiras de abastecimento, o azeite importado pode não estar devidamente acondicionado em seu transporte.

Brasil se especializa na produção de azeite de oliva extra virgem. - Azeite, azeitona, oliveiras - Foto: EMBRAPA/LANZETTA, Paulo

“Um azeite da Europa vem como? Em um contêiner. Como é esse contêiner, é refrigerado? Se não for refrigerado o azeite pode oxidar”, avalia a empresária que desde o início do ano começou a usar azeite nacional em saladas, pratos quentes e até sobremesas.

O Brasil cultiva oliveiras desde o século passado, mas a perspectiva de ter uma produção mais robusta e virtuosa começou a se desenhar entre os anos de 2005 e 2006, quando o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) demandou que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) avaliasse a possibilidade de o país cultivar oliveiras, como já acontecia com as vinheiras no Sul do Brasil e no Vale do São Francisco (Bahia e Pernambuco).

O trabalho teve início com o plantio de mudas de oliveiras tradicionais em países de grande produção. As variedades de maior sucesso foram koroneike, de origem grega; as espanholas arbequina e arbosana; e a covatina, da Itália.

Mudança no metabolismo – “Quando você traz uma espécie de uma condição adequada para uma condição como a nossa, a planta mexe no seu metabolismo e se adapta à nova condição”, explica o engenheiro agrônomo Rogério Oliveira Jorge, responsável técnico em laboratório da Embrapa Clima Temperado em Pelotas (RS), que faz pesquisas e avalia a qualidade dos azeites produzidos no Brasil.

O desempenho da planta depende da capacidade de se adaptar ao clima e ao solo. A ciência sabe que as oliveiras não se desenvolvem bem em lugares com muita chuva e solos enxarcados.

Além do baixo índice pluviométrico e da baixa umidade relativa do ar, a planta precisa de exposição ao sol e de temperaturas amenas. Nos períodos de florescimento pleno, polinização e frutificação efetiva “a temperatura diária deve ficar em torno de 20ºC, a fim de que todos os processos metabólicos ocorram normalmente”, descreve estudo da Embrapa sobre a distribuição potencial de oliveiras no Brasil e no mundo, feito em 2015.

De acordo com os pesquisadores da empresa estatal, além do Rio Grande do Sul e de lugares de altitude como a Serra da Mantiqueira, há zonas “apontadas como mais favoráveis” no semiárido nordestino.

O azeite de oliva é rico em ácidos graxos, pode ajudar a controlar os níveis de açúcar no sangue e contribuem para o fortalecimento do sistema imunológico. Em entrevista a nutricionista Mônica Julien, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, aconselhou o consumo. “Eu recomendo que use azeite se possível, não em substituição a todas as outras gorduras, porque até as gorduras saturadas têm sua função também no organismo, mas se puder acrescentar e trocar uma boa parte das gorduras por azeite é bastante saudável.”

Rotineiramente, o Ministério da Agricultura e Pecuária faz fiscalização e apreensões de azeites em supermercados. O Mapa orienta aos consumidores conferir a lista de produtos irregulares já apreendidos; não comprar a granel; optar por produtos com a data de envase mais recente; reparar a data de validade e o tempo dos ingredientes contidos – o tempo de colheita de azeitona para azeites extra virgem é de seis meses. Outra sugestão é observar se o óleo está turvo e se na embalagem há informação sobre mistura de óleos (adição de outro óleo vegetal).

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Compensação de boletos no mesmo dia começa nesta sexta-feira

A partir desta sexta-feira (15), os boletos bancários ganham mais agilidade em seu processamento. Os documentos pagos até as 13h30 poderão ser compensados no mesmo dia, dependendo do contrato que o credor mantiver com a sua instituição financeira para emissão do documento. A informação é da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O prazo de liquidação da cobrança no mesmo dia é definido pelas instituições bancárias como D+0 [zero]. Segundo a Febraban, o pagamento realizado após este horário continuará com a liquidação no próximo dia útil ou D+1, prazo no jargão bancário.

Para a Febraban, a novidade faz parte de um projeto de modernização desta modalidade de pagamento e envolverá 136 instituições bancárias. A expectativa do setor é que, inicialmente, cerca de 57% dos boletos possam ser processados no mesmo dia, enquanto 43% seriam no prazo D+1 para os pagamentos feitos após o horário limite.

A medida terá impacto somente para o credor do documento, ou seja, aquele que irá receber o dinheiro no mesmo dia. Nada mudará para quem paga o boleto diretamente. Mas, no caso do e-commerce a Febraban considera que a agilidade na liquidação do boleto trará vantagens ao comércio e aos compradores.

Quanto ao e-commerce, por exemplo, “vemos também vantagens para os compradores, que poderão ter o processo de entrega de mercadorias feito com mais rapidez”, afirmou o diretor-adjunto de Serviços da Febraban, Walter Faria.

A entidade prevê que, após a implantação da modernização e se as compensações no mesmo dia funcionarem sem nenhuma ocorrência técnica, a Febraban iniciará estudos para trazer toda a liquidação de boletos para o prazo D+0, no mesmo dia de pagamento do boleto.

Utilização

O boleto bancário é o quarto meio mais usado pelos brasileiros para pagamentos de contas de consumo no dia a dia. Em 2023, os bancos registraram 4,2 bilhões de transações realizadas via boletos, totalizando R$ 5,8 trilhões. Superando os boletos, figuram como meios de pagamentos preferidos em 2023 o PIX (42 bilhões de transações), o cartão de crédito (17,8 bilhões de transações) e o cartão de débito (16,3 bilhões de transações).

O boleto bancário é considerado também como uma forma eficiente de cobrança. Qualquer pessoa física ou jurídica pode fazer uma cobrança por meio de boletos bancários, basta ter uma conta bancária e contratar o serviço diretamente na instituição financeira onde tem a conta.

O pagamento de boletos pode ser realizado pela conta bancária, online, via Internet Bankingapp [aplicativo] por celular; terminal de autoatendimento e caixa eletrônico diretamente em agência bancária ou correspondentes bancários, como casas lotéricas, agências dos Correios e supermercados.

Desde 1994, o boleto bancário é um documento usado pelos bancos e seus clientes para recebimento de valores referentes a uma determinada venda de produto ou serviço, como no pagamento de escolas, condomínios, planos de saúde, consórcios, financiamentos, cartões de crédito e cobrança entre empresas e outros. Desde 2018, entretanto, os boletos precisam ser, obrigatoriamente, registrados, ou seja, para emissão do boleto é necessário enviar a requisição ao banco. (Agência Brasil)

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