China

GWM Wey 07 oferece muito luxo e conforto por um preço competitivo

É surpreendente o nível de luxo e conforto que o GWM Wey 07 oferece aos seus ocupantes. O SUV da marca chinesa tem, além de todo requinte interno, um preço muito mais atraente do que os concorrentes. O seu concorrente direto, o Toyota SW4, além de mais caro, está ultrapassado e tem motorização a diesel. Entre os importados, os que mais se aproximam é o BMW X7 ou o Audi Q7, que custam mais que o dobro e têm menos espaço.

Com mais de cinco metros de comprimento, o Wey 07 tem um generoso entre-eixos (três metros) o que reflete no seu interior. O espaço para todos os passageiros é excelente. Com três fileiras de assentos, os do meio são poltronas individuais, com uma comodidade impressionante.  Até a última fileira, que geralmente acomodam apenas crianças, os dois passageiros não vão ter do que reclamar. Inclusive, porque como as poltronas do meio são individuais, o corredor permite um acesso mais fácil.

A posição e os bancos dos passageiros da frente são muito bons, mas as poltronas do meio dão inveja para todos os ocupantes.

Elegante

Apesar do tamanho, o modelo tem linhas limpas e muito harmoniosas. Na frente os faróis são divididos em duas partes e o logo é bem discreto. A grande lateral, é não menos elegante e se destacam as bonitas rodas diamantadas de 21 polegadas.

Já a traseira, mantem o design sóbrio do modelo, com lanternas em LEDs com filete as interligando.
O interior, como já deixamos claro, é o grande destaque do SUV chinês. O acabamento é muito bom e os bancos contam com massagem, ventilação e aquecimento. A fileira do meio, aquela das poltronas, dispõe de ar condicionado exclusivo, cortinas e uma boa mesa, ideal para quem usar um notebook.

O teto solar é panorâmico e se estende por toda a área superior. Os vidros dianteiros possuem dupla camada, aumentando o ótimo silencio a bordo. O Wey praticamente não tem botões (uma tendência dos modelos chineses, mas não é prático). Os comandos estão praticamente todos na grande tela ao centro.

Com 14,6 polegadas, lá pode se acessar o ar-condicionado, ajuste de ângulo de saída da ventilação, ajuste de faróis, espelhos retrovisores e os sistemas de assistência ao motorista.
O seletor do câmbio automático, assim como á muito adotado pela Mercedes-Benz, é do lado do volante, para cima ou para baixo conforme a necessidade.



Potente

Para combinar com o tamanho e o luxo, o GWM WEY 07 dispõe de um motor 1,5 litro turbo, quatro cilindros a combustão e dois elétricos. São generosos e competentes 517 cavalos de potência máxima e torque de 83,6 kgfm.
Com tamanha força, o modelo que pesa mais de duas toneladas e meia, acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 5,1 segundos e atinge a velocidade máxima de 190 quilômetros por hora. São números de modelos esportivos.

Mesmo em velocidades mais elevadas, mesmo levando em conta que é um SUV, o modelo transmite muita confiança e tranquilidade ao motorista.
Em termos de consumo o Wey também surpreende. Mesmo com os números oficiais do Inmetro, quando utilizado somente com os motores elétricos, a autonomia foi bem superior aos 128 quilômetros indicados pelo órgão. Na nossa avaliação conseguimos quase 170 quilômetros.  Logicamente que varia conforme a maneira de dirigir de cada um.

Na estrada, deixando a tecnologia escolher a utilização dos três motores, conseguimos fazer 18,3 quilômetros por litros e na cidade 12,1 km/l.
A boa aerodinâmica do modelo também ajuda muito.
A conclusão é simples: pelo preço, tecnologia e o luxo a bordo o GWM WE 07 não tem concorrentes diretos.

Preço
GWM Wey 07 – R$ 429.000,00

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GWM Wey 07 Dark Edition é uma versão esportiva e refinada do SUV

O Wey 07 Dark Edition é a nova versão do modelo de luxo da chinesa GWM. Com aparência mais esportiva, Dark Edition se destaca pelo design externo escurecido, rodas exclusivas de 21 polegadas e as pinças de freio vermelhas. No interior, a proposta segue a mesma linha, com cabine totalmente preta, incluindo revestimento do teto e das colunas. O SUV conta com acabamento com materiais premium, como Alcântara, criando um ambiente envolvente e sofisticado.

O modelo plug-in, vem com um motor a combustão 1,5 litro, turbo, com dois motores elétricos (um dianteiro e um traseiro, ambos independentes), proporcionando tração integral com distribuição de torque variável entre os eixos por meio da tecnologia Hi4 (Hybrid Intelligent 4WD).

O conjunto entrega 517 cavalos de potência total e 820 Nm de torque, permitindo aceleração de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos. A bateria de 42,5 kWh, segundo a marca, garante autonomia de até 128 km no modo totalmente elétrico. A transmissão é DHT.

Preço
GWM Wey 07 Dark Edition – R$ 432.000,00

 

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Com preço competitivo o Caoa Changan CS 75 chega ao Brasil

O SUV mais vendido na China no segmento de veículos à combustão chegou esta semana ao Brasil. O Caoa Changan CS75, disponível somente com motor à combustão, tem boas dimensões e acabamento sofisticado. Em sua quarta geração global e vendido em mais de 117 países, o CS75 recebeu adaptações específicas para se adequar ao mercado nacional, inclusive motorização flex.

Espaçoso

O novo CS75 chega com o objetivo de agradar os passageiros com seu bom espaço interno. Com 4.770 mm de comprimento, 1.910 mm de largura, 1.705 mm de altura e 2.800 mm de entre-eixos, o maior da categoria no Brasil, o SUV oferece boa acomodação até para pessoas de maior estatura.
O ambiente interno tem acabamento sofisticado e materiais de excelente qualidade. O banco do passageiro dianteiro incorpora o exclusivo conceito Zero Gravity, oferecendo 14 ajustes elétricos, apoio para pernas, aquecimento, ventilação e 8 modos de massagem. O banco do motorista também conta com ajustes elétricos, memória, função cortesia, aquecimento e ventilação.

Os bancos traseiros contam com ajuste de inclinação dos encostos, ventilação e aquecimento.
Com mais de 20 porta-objetos distribuídos pela cabine e pelo console central com função de refrigeração, o CS oferece muita comodidade.
O sistema de som conta com 14 alto-falantes, incluindo unidades instaladas no encosto de cabeça do motorista.

O modelo chinês vem com 3 amplas telas com 37,2 polegadas. Além do painel de instrumentos digital de 10,3” e da central multimídia de 14,6”, o passageiro dianteiro também tem uma exclusiva tela de 12,3”, permitindo acesso a vídeos, conteúdos digitais, websites e jogos durante os deslocamentos.

O sistema Connect permite monitorar e controlar diversas funções do veículo diretamente pelo smartphone, além de oferecer dois anos de internet gratuita para seus usuários. O modelo também conta com Android Auto e Apple CarPlay wireless, mapa nativo com GPS integrado e assistente de comando de voz. O motorista também conta, para auxiliá-lo nas manobras e lugares de pouca visibilidade, com uma câmera 540º Ultra High Definition.

Outro destaque tecnológico é a função Straight-In/Straight-Out, que permite movimentar o veículo remotamente pela chave em linha reta, facilitando a entrada e a saída de vagas estreitas, garagens e espaços de difícil acesso.

Motorização

Sob o capô, o Caoa Changan CS75 está equipado com um 1,5 litro TGDi turbo flex de 180 cavalos e 29,2 kgf.m de torque. A transmissão é automática Aisin, de oito velocidades. Essa transmissão, com poucas alterações, também equipa modelos da Porsche, BMW, Volvo e Lexus.

A suspensão dianteira independente é McPherson e traseira independente Multilink. O modelo também traz recursos como piloto automático integrado adaptativo, alerta de saída de faixa, assistência de permanência em faixa, assistente de congestionamento, alerta de colisão frontal e frenagem automática de emergência. O CS75 vem ainda com ABS, EBD, controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, assistente de descida, assistente de partida em rampa, Auto Hold, monitoramento de pressão dos pneus, ISOFIX e airbags frontais, laterais e de cortina.

Preço
Caoa Changan CS75 – R$ 199.990,00.
A garantia é de 7 anos ou 150.000 quilômetros.

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No Salão da China Nissan apresenta o novo SUV NX8

O Auto China – Salão Internacional do Automóvel de Pequim começou no último dia 24 de abril (23 de abril no fuso do Brasil) e a Nissan apresentou o seu primeiro SUV da nova geração N, o NX8, e dois novos carros-conceito.

Os dois novos conceitos mostram a visão de longo prazo da marca japonesa, definidos por Inteligência Artificial, segundo a marca, integram a mobilidade inteligente ao cotidiano e as tecnologias de eletrificação.

Já o NX8 é um SUV que, de acordo com a fabricante, agrega potência, arquitetura eletrônica, espaço e segurança. O Auto China vai até 03 de maio.

 

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GWM inova e apresenta o primeiro híbrido plug-in flex fuel

Durante o Salão de Pequim 2026, na China, a GWM apresentou o primeiro modelo híbrido plug-in flex fuel do planeta. Desenvolvido pela engenharia brasileira em Iracemapolis – SP, o Tank 300 PHEV Flex, inaugura uma nova etapa da eletrificação automotiva ao combinar, de forma inédita, um powertrain híbrido plug-in com a capacidade de utilização de etanol e gasolina.
O modelo já está á venda no mercado nacional, como linha 2027, por R$ 342 mil.

Avançado

O GWM Tank 300 PHEV Flex une um conjunto híbrido plug-in de última geração, composto por um motor 2,0 litros, turbo, a combustão associado a um motor elétrico conectado ao câmbio de nove marchas, que entregam 394 cavalos de potência combinada e 750 Nm de torque combinado. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 6,8 segundos, segundo a marca. energia consumida.

Já o consumo, também dados fornecidos pela fabricante, o “jipão” faz até 18,3 km/l na cidade e 18,8 km/l na estrada com gasolina e e até 13,1 km/l e 14,1 km/l com etanol nas mesmas condições.

No modo elétrico, a autonomia é de até 74 quilomtros no modo elétrico pelo padrão Inmetro. Em recarga rápida DC, o modelo aceita até 50 kW, permitindo carregar de 30% a 80% em aproximadamente 24 minutos, enquanto em corrente alternada a potência máxima é de 6,6 kW.

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Importado pela Stellantis, Leapmotor tem boa autonomia e excelente preço

Cada dia é mais frequente ver rodando em nossas ruas modelos chineses elétricos ou híbridos. As marcas chinesas brotam. Há os modelos 100% elétricos, que precisam ser conectados a um carregador para alimentar as baterias; há os híbridos, que andam tanto com o motor à combustão quanto com o elétrico; ou com os dois juntos. E há a novidade do mercado: o Leapmotor C10 REEV – range extended electric vehicle.

O que quer dizer essa sigla? Apesar de ser híbrido, quem “manda” força para as rodas é o motor elétrico. O motor 1,5 litro à combustão serve apenas para alimentar as baterias e não tem “contato” com as rodas motrizes. Ou seja, tendo gasolina no tanque, o motorista do Leapmotor nunca ficará parado. Para ajudar e economizar ainda mais, o SUV pode ter as baterias carregadas na tomada. Nos modelos 100% elétricos, quando acaba a bateria, o motorista só tem uma alternativa: chamar um guincho.

Marca presença

Com um design limpo e elegante, o Leapmotor tem mais algumas diferenças dos demais modelos chineses: é discreto. O interior é muito espaçoso e luxuoso, com um acabamento impecável. Em termos de equipamentos, o C10 tem tudo o que se espera de um modelo de luxo: sete airbags, ar-condicionado automático de duas zonas, saídas de ar comandadas pela tela, teto panorâmico, sistema de som de 840 W com 12 alto-falantes, iluminação completa por LEDs, multimídia com tela de 14,6″, atualizações remotas, controle de cruzeiro adaptativo atuante também em congestionamentos, monitor de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, assistente de permanência em faixa e bancos de couro com aquecimento, ventilação e memória.

O porta-malas tem capacidade para 435 litros. Para deixar o modelo ainda mais harmonioso, as rodas de 20 polegadas são pintadas num bonito grafite fosco.

O interior não tem botões, pois tudo é resolvido na grande tela central. É legal? Sim. Mas pouco prático. Uma simples regulagem dos espelhos retrovisores ou das saídas do ar-condicionado, que poderia ser feita num botãozinho em alguns segundos, demanda uma complexa operação de toques em vários ícones na tela. Mas são sinais da modernidade, que devem ser cada vez mais frequentes nos futuros veículos.

Atração motriz

Como já falamos acima, a maior novidade é o sistema de propulsão do Leapmotor C10. O SUV vem equipado com um motor elétrico instalado na traseira que desenvolve 215 cavalos de potência e 32,6 kgfm de torque. Não esqueça: a força vem só do elétrico, por isso não há a soma dos dois motores (elétrico e à combustão).

Mesmo com sua autonomia declarada de 141 quilômetros usando somente as baterias, sem entrar em ação o motor à combustão para carregá-las, em nossa avaliação, chegamos a mais de 150 quilômetros. Depende da forma de condução. Ou seja, é muito bom. Agora, usando as baterias e o tanque de combustível de 50 litros, a autonomia pode passar dos 950 quilômetros. São realmente números muito interessantes. Em nossa avaliação, o SUV fez médias de 12,7 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada.

Muito agradável de dirigir, tanto no uso urbano como nas rodovias, o C10 tem mais uma boa surpresa. Enquanto a grande maioria dos modelos chineses dá prioridade ao conforto, as suspensões do Leapmotor são muito bem equilibradas. Não são macias demais, nem duras a ponto de o carro ficar pulando e dando tranco nas costas do motorista. O equilíbrio obtido pela engenharia da marca é surpreendente, o que beneficia, além do conforto e prazer ao dirigir, uma melhor dirigibilidade e estabilidade.

O desempenho não é nada de impressionante, mas atende às necessidades de quem o vai usar no dia a dia. A velocidade máxima é de 170 quilômetros por hora e a aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora leva 8,6 segundos.

Preço R$ 219.990,00

 

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Dólar cai para o menor valor em 21 meses e bolsa bate recorde

Num dia de euforia no mercado financeiro, o dólar caiu para o menor nível em 21 meses e fechou abaixo de R$ 5,20. A bolsa de valores teve forte alta e bateu recorde, superando os 186 mil pontos.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (9) vendido a R$ 5,188, com queda de R$ 0,032 (-0,62%). A cotação caiu durante toda a sessão, chegando a R$ 5,17 por volta das 13h. A partir daí, investidores aproveitaram para comprar moeda barata, mas a moeda não deixou de operar em baixa.

A moeda estadunidense está no menor nível desde 28 de maio de 2024, quando estava em R$ 5,15. A divisa acumula queda de 5,47% em 2026.

O mercado de ações teve um dia de ganhos. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 186.241 pontos, com alta de 1,8%. O indicador foi puxado por ações de bancos, de petroleiras e de mineradoras, setores com maior peso no índice.

A última vez em que o Ibovespa tinha batido recorde foi no último dia 3. A bolsa brasileira sobe 15,69% em 2026.

Recomendação da China

O dólar iniciou o pregão em queda frente ao real, acompanhando o movimento no mercado internacional. Possíveis intervenções para fortalecer o iene japonês e a repercussão de dados recentes da economia dos Estados Unidos contribuíram para a queda.

Os números do mercado de trabalho americano, divulgados na semana passada, vieram abaixo do esperado. Isso aumentou as chances de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) volte a reduzir os juros. Além disso, a vitória eleitoral da primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi fez o dólar recuar diante do iene.

O principal fator, no entanto, que pesou no mercado foi a recomendação do governo da China de que bancos privados reduzam a compra de títulos do Tesouro dos Estados Unidos. O país asiático é o maior detentor de papéis estadunidenses e pretende diversificar as reservas internacionais.

Essa combinação de fatores fez o dólar cair e a bolsa subir. A moeda estadunidense também cedeu diante de divisas de outros países emergentes, como o rand sul-africano, o peso mexicano e o peso chileno. Esse ambiente mais favorável aos mercados emergentes, observado desde o início do ano, tende a persistir e pode continuar a beneficiar o câmbio brasileiro nos próximos meses. (Agência Brasil/Reuters)

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Mais um modelo da Geely 100% elétrico chega ao mercado brasileiro

A Geely Auto anuncia o desembarque no porto de Paranaguá – PR do primeiro lote do Geely EX2 com propulsão 100% elétrica e é o segundo modelo da marca que será comercializado no país. Veículo mais vendido na China em 2025, maior mercado de automóveis do mundo, o Geely EX2 terá suas vendas iniciadas no Brasil em novembro.

“O Geely EX2 chega ao Brasil como uma opção de veículo 100% elétrico, moderno e acessível”, explica Alex Chen, diretor comercial da Geely Auto Brasil.

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Coluna Fernando Calmon – Pela primeira vez, Brasil importa mais da China do que da Argentina

Coluna Fernando Calmon nº 1.368 — 9/9/2025

Pela primeira vez, Brasil importa mais da China do que da Argentina

Esse aumento de importação refere-se ao mês passado e deve ser revertido nos próximos meses. Argentina é o maior cliente das exportações brasileiras, enquanto obviamente o Brasil nada exporta em veículos para a China. No entanto, o cenário mudará com a produção no País da GWM, BYD e GM (em novembro, no Ceará, com a Comexport que iniciará a montagem do chinês Spark, onde já se fabricou o SUV Troller). A fabricação de modelos chineses no Brasil começa no regime SKD, veículos semidesmontados e praticamente sem conteúdo nacional, porém este crescerá de forma paulatina.

Enquanto isso, o mercado de veículos novos continua sinalizando crescimento menor do que o previsto no início do ano. O presidente da Anfavea, Igor Calvet, atribuiu às taxas de juros altas que impactam nas prestações dos financiamentos. Nos oito primeiros meses deste ano emplacaram-se 1,668 milhão de unidades de veículos leves e pesados resultado apenas 2,8% acima deste mesmo período do ano passado.

A associação ainda não mudou a estimativa de aumento de 5% nas vendas de 2025 frente a 2024. Historicamente o segundo semestre costuma ser mais positivo que o primeiro. O mercado de caminhões já engatou a marcha à ré, contudo o programa Carro Sustentável tem apresentado bons resultados: os seis modelos habilitados de cinco marcas cresceram 26% em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, são carros que deixam baixa margem aos fabricantes e tendem a perder um pouco de fôlego nas vendas. Aquele programa se encerra no final de 2026, quando começa a reforma tributária e o IPI será extinto.

Participação de mercado nos primeiros oito meses deste ano de automóveis e comercias leves: gasolina, 4,6%; híbridos, 4%; híbridos plugáveis, 3,5%; elétricos, 2,9%; diesel, 10,2% e flex, 74,8%. Chama atenção a baixa taxa de aceitação de elétricos que terminaram o ano passado com 2,5% de penetração e este ano subiram para apenas 2,9%, mesmo com imposto de importação como subsídio direto. Espera-se uma melhora, quando avançar a sua produção nacional.

Linha 2026 chega para Citroën e Peugeot

Novidade é a versão XTR para o C3 e o Aircross. Têm um apelo levemente aventureiro e, de acordo com o fabricante, chegam mais robustos. Os pneus de uso misto são Pirelli Scorpion de 15 e 17 pol., respectivamente, para os dois modelos. Ambos receberam filetes verdes nas laterais. Em relação com a natureza a costura dos bancos que também é verde.

O C3 XTR manteve o motor atual 1-L Firefly de três cilindros sem alterações: 75 cv (E)/71 cv (G); 10,7 kgf·m (E) e 9,8 kgf·m (G). Preço: R$ 88.990. Em avaliação inicial, no Rio de Janeiro (RJ), pouco se notou em relação aos pneus, mas um detalhe foi reformulado: a posição dos acionadores dos vidros traseiros, no console central, e que agora também ficam na porta do motorista.

Aircross XTR está disponível apenas na versão de 7 lugares (R$ 129.990). Motor 1-L turbo de três cilindros manteve 130 cv (E)/125 cv (G) e 20,4 kgf·m (E/G). Câmbio automático CVT, sete marchas. No percurso de teste, por ser maior e mais pesado, inclina mais em curvas e assim um pouco menos dinamicamente confortável.

O Basalt estreia a versão Dark Edition com acabamentos escurecidos e detalhes em vermelho no defletor e na costura dos bancos. Motor é o mesmo do Aircross e o preço R$ 114.990.

Novidade nos Peugeot 208 GT T200 Hybrid e 2008 GT T200 Hybrid (mesmo motor do Citroën) é o sistema híbrido básico (semi-híbrido) que estreou nos Fiat Pulse e Fastback em novembro de 2024. Há redução de até 10% no consumo de combustível no ciclo urbano e até 8% a menos em emissões. Trata-se de um alternador/motor de arranque de 3 kW (4 cv), que alimenta a bateria comum de chumbo-ácido e a bateria de íon de lítio de 11 A·h do sistema híbrido básico. Motor é desligado em paradas e religado automaticamente de forma suave e silenciosa. O sistema só não entra em funcionamento se o ar-condicionado estiver em processo de climatizar a cabine.

Em ambos os modelos há novos faróis de LED e DRL verticais, além de grades específicas.

Preços: 208, de 91.990 a 126.990 e 2008, de 133.390 a 162.990.

Golf GTI só por encomenda para março 2026

Volkswagen montou uma estratégia diferente para comercializar a versão mais potente do Golf, depois de seis anos de ausência do modelo. O GTI Experience Club vai abrigar os compradores que terão de ser ex-proprietários de versões GTS, GLI e GTI ou já possuam qualquer outra marca de modelos esportivos do grupo alemão. Os futuros proprietários devem dar uma entrada de 10%, a partir de agora, e as entregas serão em março de 2026. O GTI de oitava geração e meia (com pequenas alterações) custa R$ 430.000 com o clássico estofamento xadrez e R$ 445.000 com estofamento em couro especial, além de bancos dianteiros com resfriamento e aquecimento.

Essa versão será oferecida com as devidas modificações para estradas e ruas do País. Pelo menos de início a Volkswagen pede direito de recompra, quando o proprietário for vendê-lo. Motor 2-L entrega 245 cv e 37,7 kgf·m. O GR Corolla, também importado, custa entre R$ 416.990 (versão Core) e R$ 461.880 (versão Circuit). Diferença de potência é grande, 304 cv, mas o torque exatamente igual 37,7 kgf·m e a tração 4×4. O japonês tem câmbio manual de seis marchas, enquanto o alemão dispõe de um automatizado de sete marchas e dupla embreagem. Outro japonês é o Civic Type R: 297 cv, 42,8 kgf·m, também com câmbio manual de seis marchas, R$ 434.900.

Primeiro contato com o Golf GTI foi muito breve, na pista do aeroporto de São Joaquim da Barra (SP). Mas a essência esportiva do modelo está presente, além da robustez do conjunto que sempre o marcou. Posição ao volante muito boa e o banco bem firme sem causar desconforto. A tela multimídia de 12,9 pol. tem ótima definição, apoio perfeito para o pé esquerdo e alavanca seletora de câmbio do tipo joystick, além de carregador de celular por indução. Motor apresenta ronco discreto e respostas imediatas, embora inferior aos dois concorrentes orientais. Aceleração 0 a 100 km/h em 6,1 s.

Picape média Poer da GWM estreia com bom preço

Objetivo é tornar-se alternativa viável dentro de um dos segmentos mais disputados do mercado. Poer P30 estreia com motor 2,4 L, turbodiesel, 184 cv, 48,9 kgf·m, câmbio automático de nove marchas, além de tração configurável em 4×2, 4×4 High e 4×4 Low. A cabine tem central multimídia de 14,6 pol., câmeras 360° e bancos dianteiros climatizados. Destaque para condução semiautônoma nível 2+. Dimensões um pouco maiores que as da Toyota Hilux: comprimento, 5.416 mm; entre-eixos, 3.230 mm; largura, 2.107 mm; altura, 1.884 mm; vão livre do solo, 227 mm, caçamba, 1.135 L; massa em ordem de marcha, 2.050 kg.

Primeiras impressões da picape média chinesa foram em um percurso de aproximadamente 50 km nos arredores de São Francisco do Sul (RS). O teste off-road mesclou trechos de lama, subidas íngremes e passagens estreitas, o que exigiu robustez mecânica e recursos de tração eficientes.

No terreno mais difícil, surpreendeu pela facilidade em superar obstáculos. O motor entregou desempenho bom (embora abaixo de concorrentes com mais de 200 cv) desde baixas rotações e nível baixo de ruído. Com modos High e Low, o conjunto de tração 4×4 mostrou disposição em condições críticas. As suspensões filtraram bem os impactos, mesmo em situações de maior exigência.

O sistema de câmeras ajudou na visualização em espaços estreitos, enquanto os modos de condução facilitaram a adaptação da picape ao tipo de piso. Dentro da cabine com bom acabamento, o conforto não ficou em segundo plano, particularmente o isolamento acústico. No geral proporcionou uma experiência adaptada ao uso severo no Brasil e pronta para uma concorrência de mercado desabrida.
Preço: R$ 240.000 a R$ 260.000.
www.fernandocalmon.com.br

 

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H9 tem 7 lugares, excelente acabamento e é mais barato que o concorrente

Depois do lançamento do Tank 300, a GWM apresenta o surpreendente H9. Com um acabamento primoroso, baixo nível de ruídos e muito confortável, o modelo ainda tem a vantagem de ser quase 160 mil reais mais barato que eu concorrente direto, a Toyota SW4. Infelizmente, é impossível, por diversos motivos, colocar a Chevrolet Trailblazel como concorrente. Mesmo com o preço bem menor, o H9 leva vantagem no conjunto.

O modelo de sete lugares vem em versão única com motor de 2,4 litros, turbo diesel de 184 cavalos e torque máximo de 480 Nm entre 1.000 rpm e 100% a 1.500 rpm. A transmissão é automática de 9 marchas.
O modelo traz tração integral 4×4, bloqueio de diferenciais (dianteiro e traseiro), caixa de redução e sete modos de condução do Sistema Todo-Terreno (ATCS), que permitem enfrentar desde o asfalto até trilhas severas. Recursos exclusivos, como a função Tank Turn, que reduz o raio de giro em até 1,5 metro, e a visão panorâmica 540° com chassi transparente, tornam o SUV ainda mais versátil.

Sua capacidade off-road é reforçada por ângulo de ataque de 31°, saída de 25°, altura livre do solo de 224 mm e habilidade de vencer rampas de até 57% (29,7°) e a maior capacidade de imersão da categoria, de até 800 mm.
O Haval H9 é equipado com uma suspensão dianteira independente do tipo duplo A com molas helicoidais e barra estabilizadora com 221 mm de curso, e uma traseira com eixo rígido com cinco braços (five link) com molas helicoidais e barra estabilizadora de 235 mm de curso.

Conforto

Os bancos dianteiros em couro e muito confortáveis oferecem massagem (8 modos com 3 níveis de intensidade), aquecimento, ventilação, ajustes elétricos e memória de posição. A segunda fileira dispõe de ventilação e tomadas exclusivas (uma 12V, uma USB Tipo A e uma USB tipo C), enquanto a terceira fileira foi projetada para oferecer conforto real a adultos, com saídas de ar no teto e porta-objetos laterais. O Haval H9 ainda conta com teto solar panorâmico de série com acionamento elétrico.

Design

Como convém a um SUV aventureiro, ele tem linhas fortes e marcantes. E brutas. A dianteira ressalta a grade frontal reta, tridimensional de barras horizontais, com faróis matriciais e lanternas full LED. Se destacam os para-lamas tridimensionais, rodas de 19 polegadas, rack de teto com capacidade de até 75 kg e estribo retrátil automático, completa o interior o painel digital de 10,25” e a central multimídia de 14,6” Full HD com grande conectividade e integração sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, além de comandos de voz em português desenvolvidos no Brasil. O carregador sem fio super rápido de 50W e as múltiplas entradas USB-C e USB-A oferecem praticidade, enquanto o sistema de som premium de 640 RMS com 10 alto-falantes.

Preço
GWM Haval H9 Exclusive
R$ 319 mil (para o lançamento a marca está dando R$ 10 mil de desconto).

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