China

Dólar cai para o menor valor em 21 meses e bolsa bate recorde

Num dia de euforia no mercado financeiro, o dólar caiu para o menor nível em 21 meses e fechou abaixo de R$ 5,20. A bolsa de valores teve forte alta e bateu recorde, superando os 186 mil pontos.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (9) vendido a R$ 5,188, com queda de R$ 0,032 (-0,62%). A cotação caiu durante toda a sessão, chegando a R$ 5,17 por volta das 13h. A partir daí, investidores aproveitaram para comprar moeda barata, mas a moeda não deixou de operar em baixa.

A moeda estadunidense está no menor nível desde 28 de maio de 2024, quando estava em R$ 5,15. A divisa acumula queda de 5,47% em 2026.

O mercado de ações teve um dia de ganhos. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 186.241 pontos, com alta de 1,8%. O indicador foi puxado por ações de bancos, de petroleiras e de mineradoras, setores com maior peso no índice.

A última vez em que o Ibovespa tinha batido recorde foi no último dia 3. A bolsa brasileira sobe 15,69% em 2026.

Recomendação da China

O dólar iniciou o pregão em queda frente ao real, acompanhando o movimento no mercado internacional. Possíveis intervenções para fortalecer o iene japonês e a repercussão de dados recentes da economia dos Estados Unidos contribuíram para a queda.

Os números do mercado de trabalho americano, divulgados na semana passada, vieram abaixo do esperado. Isso aumentou as chances de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) volte a reduzir os juros. Além disso, a vitória eleitoral da primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi fez o dólar recuar diante do iene.

O principal fator, no entanto, que pesou no mercado foi a recomendação do governo da China de que bancos privados reduzam a compra de títulos do Tesouro dos Estados Unidos. O país asiático é o maior detentor de papéis estadunidenses e pretende diversificar as reservas internacionais.

Essa combinação de fatores fez o dólar cair e a bolsa subir. A moeda estadunidense também cedeu diante de divisas de outros países emergentes, como o rand sul-africano, o peso mexicano e o peso chileno. Esse ambiente mais favorável aos mercados emergentes, observado desde o início do ano, tende a persistir e pode continuar a beneficiar o câmbio brasileiro nos próximos meses. (Agência Brasil/Reuters)

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Mais um modelo da Geely 100% elétrico chega ao mercado brasileiro

A Geely Auto anuncia o desembarque no porto de Paranaguá – PR do primeiro lote do Geely EX2 com propulsão 100% elétrica e é o segundo modelo da marca que será comercializado no país. Veículo mais vendido na China em 2025, maior mercado de automóveis do mundo, o Geely EX2 terá suas vendas iniciadas no Brasil em novembro.

“O Geely EX2 chega ao Brasil como uma opção de veículo 100% elétrico, moderno e acessível”, explica Alex Chen, diretor comercial da Geely Auto Brasil.

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Coluna Fernando Calmon – Pela primeira vez, Brasil importa mais da China do que da Argentina

Coluna Fernando Calmon nº 1.368 — 9/9/2025

Pela primeira vez, Brasil importa mais da China do que da Argentina

Esse aumento de importação refere-se ao mês passado e deve ser revertido nos próximos meses. Argentina é o maior cliente das exportações brasileiras, enquanto obviamente o Brasil nada exporta em veículos para a China. No entanto, o cenário mudará com a produção no País da GWM, BYD e GM (em novembro, no Ceará, com a Comexport que iniciará a montagem do chinês Spark, onde já se fabricou o SUV Troller). A fabricação de modelos chineses no Brasil começa no regime SKD, veículos semidesmontados e praticamente sem conteúdo nacional, porém este crescerá de forma paulatina.

Enquanto isso, o mercado de veículos novos continua sinalizando crescimento menor do que o previsto no início do ano. O presidente da Anfavea, Igor Calvet, atribuiu às taxas de juros altas que impactam nas prestações dos financiamentos. Nos oito primeiros meses deste ano emplacaram-se 1,668 milhão de unidades de veículos leves e pesados resultado apenas 2,8% acima deste mesmo período do ano passado.

A associação ainda não mudou a estimativa de aumento de 5% nas vendas de 2025 frente a 2024. Historicamente o segundo semestre costuma ser mais positivo que o primeiro. O mercado de caminhões já engatou a marcha à ré, contudo o programa Carro Sustentável tem apresentado bons resultados: os seis modelos habilitados de cinco marcas cresceram 26% em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, são carros que deixam baixa margem aos fabricantes e tendem a perder um pouco de fôlego nas vendas. Aquele programa se encerra no final de 2026, quando começa a reforma tributária e o IPI será extinto.

Participação de mercado nos primeiros oito meses deste ano de automóveis e comercias leves: gasolina, 4,6%; híbridos, 4%; híbridos plugáveis, 3,5%; elétricos, 2,9%; diesel, 10,2% e flex, 74,8%. Chama atenção a baixa taxa de aceitação de elétricos que terminaram o ano passado com 2,5% de penetração e este ano subiram para apenas 2,9%, mesmo com imposto de importação como subsídio direto. Espera-se uma melhora, quando avançar a sua produção nacional.

Linha 2026 chega para Citroën e Peugeot

Novidade é a versão XTR para o C3 e o Aircross. Têm um apelo levemente aventureiro e, de acordo com o fabricante, chegam mais robustos. Os pneus de uso misto são Pirelli Scorpion de 15 e 17 pol., respectivamente, para os dois modelos. Ambos receberam filetes verdes nas laterais. Em relação com a natureza a costura dos bancos que também é verde.

O C3 XTR manteve o motor atual 1-L Firefly de três cilindros sem alterações: 75 cv (E)/71 cv (G); 10,7 kgf·m (E) e 9,8 kgf·m (G). Preço: R$ 88.990. Em avaliação inicial, no Rio de Janeiro (RJ), pouco se notou em relação aos pneus, mas um detalhe foi reformulado: a posição dos acionadores dos vidros traseiros, no console central, e que agora também ficam na porta do motorista.

Aircross XTR está disponível apenas na versão de 7 lugares (R$ 129.990). Motor 1-L turbo de três cilindros manteve 130 cv (E)/125 cv (G) e 20,4 kgf·m (E/G). Câmbio automático CVT, sete marchas. No percurso de teste, por ser maior e mais pesado, inclina mais em curvas e assim um pouco menos dinamicamente confortável.

O Basalt estreia a versão Dark Edition com acabamentos escurecidos e detalhes em vermelho no defletor e na costura dos bancos. Motor é o mesmo do Aircross e o preço R$ 114.990.

Novidade nos Peugeot 208 GT T200 Hybrid e 2008 GT T200 Hybrid (mesmo motor do Citroën) é o sistema híbrido básico (semi-híbrido) que estreou nos Fiat Pulse e Fastback em novembro de 2024. Há redução de até 10% no consumo de combustível no ciclo urbano e até 8% a menos em emissões. Trata-se de um alternador/motor de arranque de 3 kW (4 cv), que alimenta a bateria comum de chumbo-ácido e a bateria de íon de lítio de 11 A·h do sistema híbrido básico. Motor é desligado em paradas e religado automaticamente de forma suave e silenciosa. O sistema só não entra em funcionamento se o ar-condicionado estiver em processo de climatizar a cabine.

Em ambos os modelos há novos faróis de LED e DRL verticais, além de grades específicas.

Preços: 208, de 91.990 a 126.990 e 2008, de 133.390 a 162.990.

Golf GTI só por encomenda para março 2026

Volkswagen montou uma estratégia diferente para comercializar a versão mais potente do Golf, depois de seis anos de ausência do modelo. O GTI Experience Club vai abrigar os compradores que terão de ser ex-proprietários de versões GTS, GLI e GTI ou já possuam qualquer outra marca de modelos esportivos do grupo alemão. Os futuros proprietários devem dar uma entrada de 10%, a partir de agora, e as entregas serão em março de 2026. O GTI de oitava geração e meia (com pequenas alterações) custa R$ 430.000 com o clássico estofamento xadrez e R$ 445.000 com estofamento em couro especial, além de bancos dianteiros com resfriamento e aquecimento.

Essa versão será oferecida com as devidas modificações para estradas e ruas do País. Pelo menos de início a Volkswagen pede direito de recompra, quando o proprietário for vendê-lo. Motor 2-L entrega 245 cv e 37,7 kgf·m. O GR Corolla, também importado, custa entre R$ 416.990 (versão Core) e R$ 461.880 (versão Circuit). Diferença de potência é grande, 304 cv, mas o torque exatamente igual 37,7 kgf·m e a tração 4×4. O japonês tem câmbio manual de seis marchas, enquanto o alemão dispõe de um automatizado de sete marchas e dupla embreagem. Outro japonês é o Civic Type R: 297 cv, 42,8 kgf·m, também com câmbio manual de seis marchas, R$ 434.900.

Primeiro contato com o Golf GTI foi muito breve, na pista do aeroporto de São Joaquim da Barra (SP). Mas a essência esportiva do modelo está presente, além da robustez do conjunto que sempre o marcou. Posição ao volante muito boa e o banco bem firme sem causar desconforto. A tela multimídia de 12,9 pol. tem ótima definição, apoio perfeito para o pé esquerdo e alavanca seletora de câmbio do tipo joystick, além de carregador de celular por indução. Motor apresenta ronco discreto e respostas imediatas, embora inferior aos dois concorrentes orientais. Aceleração 0 a 100 km/h em 6,1 s.

Picape média Poer da GWM estreia com bom preço

Objetivo é tornar-se alternativa viável dentro de um dos segmentos mais disputados do mercado. Poer P30 estreia com motor 2,4 L, turbodiesel, 184 cv, 48,9 kgf·m, câmbio automático de nove marchas, além de tração configurável em 4×2, 4×4 High e 4×4 Low. A cabine tem central multimídia de 14,6 pol., câmeras 360° e bancos dianteiros climatizados. Destaque para condução semiautônoma nível 2+. Dimensões um pouco maiores que as da Toyota Hilux: comprimento, 5.416 mm; entre-eixos, 3.230 mm; largura, 2.107 mm; altura, 1.884 mm; vão livre do solo, 227 mm, caçamba, 1.135 L; massa em ordem de marcha, 2.050 kg.

Primeiras impressões da picape média chinesa foram em um percurso de aproximadamente 50 km nos arredores de São Francisco do Sul (RS). O teste off-road mesclou trechos de lama, subidas íngremes e passagens estreitas, o que exigiu robustez mecânica e recursos de tração eficientes.

No terreno mais difícil, surpreendeu pela facilidade em superar obstáculos. O motor entregou desempenho bom (embora abaixo de concorrentes com mais de 200 cv) desde baixas rotações e nível baixo de ruído. Com modos High e Low, o conjunto de tração 4×4 mostrou disposição em condições críticas. As suspensões filtraram bem os impactos, mesmo em situações de maior exigência.

O sistema de câmeras ajudou na visualização em espaços estreitos, enquanto os modos de condução facilitaram a adaptação da picape ao tipo de piso. Dentro da cabine com bom acabamento, o conforto não ficou em segundo plano, particularmente o isolamento acústico. No geral proporcionou uma experiência adaptada ao uso severo no Brasil e pronta para uma concorrência de mercado desabrida.
Preço: R$ 240.000 a R$ 260.000.
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H9 tem 7 lugares, excelente acabamento e é mais barato que o concorrente

Depois do lançamento do Tank 300, a GWM apresenta o surpreendente H9. Com um acabamento primoroso, baixo nível de ruídos e muito confortável, o modelo ainda tem a vantagem de ser quase 160 mil reais mais barato que eu concorrente direto, a Toyota SW4. Infelizmente, é impossível, por diversos motivos, colocar a Chevrolet Trailblazel como concorrente. Mesmo com o preço bem menor, o H9 leva vantagem no conjunto.

O modelo de sete lugares vem em versão única com motor de 2,4 litros, turbo diesel de 184 cavalos e torque máximo de 480 Nm entre 1.000 rpm e 100% a 1.500 rpm. A transmissão é automática de 9 marchas.
O modelo traz tração integral 4×4, bloqueio de diferenciais (dianteiro e traseiro), caixa de redução e sete modos de condução do Sistema Todo-Terreno (ATCS), que permitem enfrentar desde o asfalto até trilhas severas. Recursos exclusivos, como a função Tank Turn, que reduz o raio de giro em até 1,5 metro, e a visão panorâmica 540° com chassi transparente, tornam o SUV ainda mais versátil.

Sua capacidade off-road é reforçada por ângulo de ataque de 31°, saída de 25°, altura livre do solo de 224 mm e habilidade de vencer rampas de até 57% (29,7°) e a maior capacidade de imersão da categoria, de até 800 mm.
O Haval H9 é equipado com uma suspensão dianteira independente do tipo duplo A com molas helicoidais e barra estabilizadora com 221 mm de curso, e uma traseira com eixo rígido com cinco braços (five link) com molas helicoidais e barra estabilizadora de 235 mm de curso.

Conforto

Os bancos dianteiros em couro e muito confortáveis oferecem massagem (8 modos com 3 níveis de intensidade), aquecimento, ventilação, ajustes elétricos e memória de posição. A segunda fileira dispõe de ventilação e tomadas exclusivas (uma 12V, uma USB Tipo A e uma USB tipo C), enquanto a terceira fileira foi projetada para oferecer conforto real a adultos, com saídas de ar no teto e porta-objetos laterais. O Haval H9 ainda conta com teto solar panorâmico de série com acionamento elétrico.

Design

Como convém a um SUV aventureiro, ele tem linhas fortes e marcantes. E brutas. A dianteira ressalta a grade frontal reta, tridimensional de barras horizontais, com faróis matriciais e lanternas full LED. Se destacam os para-lamas tridimensionais, rodas de 19 polegadas, rack de teto com capacidade de até 75 kg e estribo retrátil automático, completa o interior o painel digital de 10,25” e a central multimídia de 14,6” Full HD com grande conectividade e integração sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, além de comandos de voz em português desenvolvidos no Brasil. O carregador sem fio super rápido de 50W e as múltiplas entradas USB-C e USB-A oferecem praticidade, enquanto o sistema de som premium de 640 RMS com 10 alto-falantes.

Preço
GWM Haval H9 Exclusive
R$ 319 mil (para o lançamento a marca está dando R$ 10 mil de desconto).

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GWM lança picape a diesel com acabamento esmerado e competente

Diferente das demais marcas chinesas que chegaram ao Brasil, que apostam em carros 100% elétricos e híbridos, a GWM está “disputando” o mercado em vários segmentos na mobilidade. De uma só vez, apresentou uma picape média e um SUV/jipe a diesel muito bem acabados, com motores competentes e design agradável.

O compromisso com o mercado nacional e sul-americano se destaca pela inauguração de uma fábrica que realmente vai produzir veículos (apesar de a maioria das peças serem importadas) e não somente “aparafusar”  todas as peças vindas da China. Vale destacar que, os modelos que começaram a ser comercializados esta semana, são importados, mas logo entrarão em produção no Brasil.

A GWM não é uma novata na produção de picapes. A marca já vendeu mais de 2,65 milhões de unidades da Poer e é líder no mercado chinês de picapes há 27 anos consecutivos.

Competente

A picape Poer P30 atende é exatamente o que o consumidor desse produto quer: motor a diesel, confortável e robusto. Equipada com motor 2,4 litros, turbo diesel, ela produz 184 cavalos de potência máxima e tem transmissão automática de nove velocidades.

Na disputa de marketing que explora qual a picape mais potente, quase todas com mais de 200 cavalos, a Poer mostra sua disposição pelo torque máximo de 480 Nm, superior ou equivalentes ás concorrentes, mas que chega num estágio de rotação bem menor, o que dá mais valentia nas dificuldades do off-road e nas ultrapassagens e retomadas.  Cerca de 50% do torque total já está disponível a apenas 1.000 rpm e 100% a 1.500 rpm.
Assim como a maioria das picapes médias a diesel, a Poer conta com tração 4×4.


Tradicional

O design da Poer P30 é muito semelhante á sua concorrente direta, a Toyota Hilux, com linhas tradicionais, mas imponentes. A grade frontal cromada e os faróis full LED marcam a dianteira. Na traseira o que ressalta é as inscrições da marca chinesa. A caçamba, com capacidade para 1.248 litros, suporta até 1.010 kg na versão Exclusive e 1.018 kg na versão Trail. A tampa de caçamba conta com uteis amortecedores, que permite abrir e fechá-la com o mínimo esforço, além de contar com o travamento elétrico da tampa traseira.

Com 5.416 mm de comprimento, 2.107 mm de largura, 1.884 mm de altura e entre-eixos de 3.230 mm, a Poer P30 oferece espaço interno amplo e dirigibilidade segura. A caçamba permite transporte de cargas pesadas, enquanto o tanque de diesel de 78 litros e o reservatório de ARLA 32 de 15 litros garantem autonomia estendida.

A nova picape utiliza suspensão dianteira independente com braços duplos e na traseira com eixo rígido e molas semi-elípticas. A direção é elétrica e os freios a disco nas quatro rodas, com ABS e distribuição eletrônica.

 

Interior

Mais uma feliz surpresa da Poer é o acabamento e o baixo nível de ruídos do motor no interior da cabine. Na versão Trail os bancos são de couro ecológico e têm ajustes elétricos para o motorista. O ar-condicionado mantém os tradicionais botões físicos.

Em termos de tecnologia a picape chinesa vem com carregador sem fio de 50W, telas full HD de 10,25” no painel de instrumentos e 14,6” na multimídia, que permite espelhamento Android e CarPlay sem fio, além do controle remoto via aplicativo MY GWM, que integra funções como travamento, localização do veículo, programação do ar-condicionado e monitoramento do status do motor, tudo pelo celular.

A cabine da versão Exclusive oferece acabamento em couro legítimo, painel soft touch, paddle shift no volante para troca das marchas, resfriamento/aquecimento de bancos e amplo espaço interno. O console central ainda traz um recurso exclusivo, que são três botões que acionam os pontos de alimentação 12V para instalação de equipamentos. Eles ficam posicionados no cofre do motor (para a instalação de um guincho elétrico, por exemplo), no banco do motorista (rádio amador ou geladeira) e na parte traseira do chassi (para uso de reboques).

Desempenho

Segundo a marca, a Poer acelera de 0 a 100 km/h em 11,2 segundos e atinge a velocidade máxima de 165 quilômetros por hora. O consumo, ainda segundo a GWM, é de 9,5 km/l na cidade e 10,6 km/l na estrada, permitindo autonomia de até 740 km na cidade e 820 km na estrada.

Confiança

A GWM lança a P30 com uma garantia de dez anos (para motor, transmissão, eixos, freios, caixa de direção e ar-condicionado), assim como a concorrente Hilux, porém o da marca chinesa é muito mais abrangente. Na Toyota, itens como suspensão, volante, acabamentos internos, borrachas, cintos de segurança, painel de instrumentos e central multimídia têm garantia de apenas três anos e na GWM o prazo sobe para cinco anos.

Preço
GWM Poer P30
Exclusive R$ 260 mil;
Trail R$ 240 mil.
(Para o lançamento a marca está dando R$20 mil de desconto até o dia 20 de setembro).

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Novo XC70 da Volvo Car tem autonomia de 1.200 quilômetros

O modelo Volvo XC70 é o primeiro modelo da marca sueca a oferecer uma autonomia totalmente elétrica de mais de 200 quilômetros. Junto com o motor a combustão, o XC70 pode alcançar 1.200 quilômetros de autonomia. O SUV híbrido plug-in de longo alcance da Volvo Cars é construído sobre a nova plataforma Scalable Modular Architecture e visa atender à crescente demanda por esses veículos, especialmente na China.

A marca também planeja levar o carro para a Europa posteriormente. Caso a montadora o transforme em um produto global, a Volvo brasileira já demonstrou o interesse em adicionar o XC70 ao seu portfólio atual, ao lado dos híbridos XC60 e XC90; e dos totalmente elétricos: EX30, EX40, EC40 e EX90.

O XC70 é equipado com tecnologia de carregamento rápido, permitindo que ele carregue de 0 a 80% em apenas 23 minutos. Além disso, a capacidade de carregamento bidirecional do carro permite usar a bateria como um carregador portátil para outros dispositivos elétricos, como equipamentos para atividades ao ar livre.

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Coluna Fernando Calmon — Embate entre Anfavea e BYD é resolvido

Coluna Fernando Calmon nº 1.362 — 29/7/2025

 

Embate entre Anfavea e BYD resolvido, afinal, pelo governo

O desentendimento entre fabricantes associados à Anfavea e a BYD mostrou que o mercado brasileiro tem relevância e desperta choques de interesse. Em termos de produção a OICA (Organização Internacionais dos Fabricantes de Autoveículos) apontou o Brasil como sétimo maior produtor mundial em 2024, com 2.549.595 automóveis e veículos comerciais. Na classificação por tamanho do mercado o País aparece em sexto (atrás de China, EUA, Japão, Índia e Alemanha): 2.634.904 unidades.

Portanto, não se devem estranhar os manifestos que pontuaram os dias anteriores à reunião do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex), em 30 de julho. Anfavea começou por relembrar que o setor automobilístico gera 1,3 milhão de empregos diretos e indiretos e representa um dos pilares da economia nacional. Teve impacto ainda maior a carta enviada ao presidente da República pelos presidentes de quatro fabricantes: Ciro Possobom, Volkswagen; Emanuele Cappellano, Stellantis; Evandro Maggio, Toyota e Santiago Chamorro, General Motors.

“A possível aprovação de incentivos à importação de veículos semidesmontados (SKD) ou desmontados (CKD) impacta a competitividade da produção local e reduz o valor agregado nacional, além de ameaçar empregos, inovação e a engenharia brasileira.”

BYD respondeu com a deselegância de sempre: “Porque se os dinossauros estão gritando, é sinal de que o meteoro está funcionando”. A empresa deve entender bem de dinossauros porque em pleno Século XXI foi flagrada com empregados trazidos da China e tratados com métodos análogos à escravidão, conforme o Ministério Público do Trabalho da Bahia.

A Gecex-Camex acabou por deliberar uma solução intermediária, mas se não atendeu totalmente o pleito da Anfavea, chegou perto. Quanto à BYD, ela terá que se limitar a uma cota (US$ 463 milhões/R$ 2,55 bilhões), até janeiro de 2026, de isenção do Imposto de Importação para CKD e SKD. Híbridos e elétricos CKD passam a recolher imposto de importação de 35% a partir de janeiro de 2027, não mais em julho de 2028. Portanto, 18 meses antes.

Incertezas sobre alternativas de propulsão

A Stellantis anunciou que desistiu do hidrogênio (H2) em substituição ao diesel em furgões de carga de porte grande e médio na Europa, como já acontecido com a Renault. As justificativas são óbvias: preço elevado, rede de abastecimento mínima, custos altos de desenvolvimento e desempenho baixo. Além disso, o H2 majoritariamente obtido de fontes fósseis não resolve a necessidade de desenvolver alternativas viáveis ao petróleo.

Honda descontinuou o Clarity a hidrogênio em 2022, porém tem planos para 2027. Resta o sedã Toyota Mirai elétrico abastecido a hidrogênio, lançado em 2012. Comenta-se que o modelo talvez seja discretamente abandonado, em algum momento. A pilha a hidrogênio (fuel cell, em inglês) em alternativa à bateria dos elétricos enfrenta previsões duvidosas, apesar de BMW, Hyundai e a própria Toyota não terem desistido.

Mesmo veículos 100% elétricos ainda se sujeitam a incógnitas. A Ferrari, por exemplo, deve lançar seu primeiro modelo desse tipo em 2026. Já programava outra opção em 2028, todavia adiou frente às incertezas. Um relatório recente da agência BloombergNEF destaca que elétricos de alcance estendido (com motor-gerador a gasolina para recarregar a bateria), conhecidos pela sigla em inglês EREV, apresentam alta taxa de crescimento impulsionadas pelo gigantesco mercado chinês, principalmente em cidades afastadas dos grandes centros urbanos.

No entanto BYD e GWM rechaçam a solução EREV. Ambas declaram que não desenvolverão soluções desse tipo, preferindo focar em elétricos e híbridos plenos ou plugáveis na estratégia de transição. Contudo a Academia Chinesa de Engenharia tem outra visão para 2030: EREV e híbridos plugáveis representariam 55% do mercado interno, elétricos convencionais, 45% e carros com motor a combustão, só 15%.

Neste cenário chama atenção a japonesa Mazda. Bateu recorde de vendas nos EUA apenas oferecendo automóveis e SUVs com MCI. Abraçou a I.A. em seus projetos e ainda vai decidir, aparentemente sem pressa, quando partirá para o primeiro elétrico. Toyota e Honda também acabam de desenvolver motores a combustão mais eficientes que os atuais.

Já o chanceler (presidente, na prática) alemão Friedrich Merz critica um projeto da União Europeia que obrigaria locadoras e grandes empresas a comprarem só modelos elétricos, a partir de 2030. Para ele contribuiria para destruir a importante indústria automobilística do bloco europeu.

Geely estreia elétrico EX5 de pegada futurista

A Geely Auto, dona da Volvo, Polestar, Lotus e Zeekr (entre outras), segue estratégia típica de marcas chinesas: SUV elétrico de porte médio e preços competitivos para as duas versões: EX5 Pro, R$ 205.800 e EX5 Max, R$ 225.800. Marca está de volta ao Brasil depois de nove anos, agora em parceria com a Renault e outro patamar tecnológico.

Seu estilo é discreto na traseira e visto de frente faz falta um pouco de audácia. As rodas de 18 ou 19 pol. têm desenho atraente. Dimensões próximas às de SUVs grandes: comprimento, 4.615 mm; entre-eixos, 2.750 mm; largura, 1.901 mm; altura, 1.670 mm. Porta-malas de 461 L, dentro da média do segmento; massa em ordem de marcha compatível com outros elétricos: 1.715 (Pro) e 1.765 kg (Max).

No interior, destaque para a grande tela multimídia de 15,4 pol. com conexão AppleCarPlay (AndroidAuto, só mais adiante). Versão de topo inclui projeção de dados no para-brisa (13,8 pol.), encostos dos bancos dianteiros podem inclinar completamente para trás e incluem massagem, ventilação, aquecimento e memória. O encosto bipartido do banco traseiro também é reclinável

Tração apenas na dianteira, motor com 218 cv e 32,6 kgf·m. Aceleração de 0 a 100 km/h em 7,1 s (Max) e 6,9 s (Pro, 50 kg mais leve). Bateria LFP de 60,2 kW·h suporta recarga rápida e pode fornecer energia para eletrodomésticos, outros veículos ou funcionar como gerador portátil. Alcance, padrão Inmetro (mais rigoroso para não surpreender ninguém), de 413 km (Pro) e 349 km (Max).

Em primeiro contato, de São Paulo ao Autódromo Capuava em Indaiatuba (SP), destacaram-se espaço interno, atmosfera a bordo e respostas imediatas e silêncio de rodagem (típicos de elétricos). Há quatro níveis de regeneração de energia. Suspensão oferece bom equilíbrio entre conforto e estabilidade, além de freios bem dimensionados.

EX5 vem com seis airbags e traz pacote de segurança ativa completo: alerta de colisão, assistente de faixa, controle de cruzeiro adaptativo e câmeras 360º, entre outros (13, no total).

Avaliação dinâmica: BMW M235 xDrive

Após apresentação estática nos boxes de Interlagos, a BMW levou para a pista de testes da Goodyear, em Americana (SP), para uma breve avaliação o sedã-cupê de quatro portas M235 xDrive. Não se trata de ambiente ideal: autódromo ou autoestradas e subida/descida de serras. Mas havia trechos de asfalto seco e molhado artificialmente.

No segundo caso, foi possível avaliar o comportamento em condições específicas no limiar da tração. O controle de tração do sistema XDrive funcionou muito bem. Manteve o carro no skid pad (círculo de derrapagem na pista molhada) sem sair do traçado, uma característica que só a eletrônica de bordo é capaz de garantir. Contudo, sempre há um limite e assim não dispensa atenção ao volante e ao acelerador para evitar abusos na utilização cotidiana.

O carro é bem projetado, agrada quem aprecia dirigir de forma esportiva (quando possível), acelera forte, freia impecavelmente e demonstra comportamento muito seguro em curvas. Tem motor transversal, de quatro cilindros, turbo, 2-L, 317 cv e 40,8 kgf·m, câmbio robotizado de sete marchas e dupla embreagem. Tração é integral e acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,9 s. Diferencia-se pelas quatro saídas de escapamento e um defletor bem pronunciado na tampa do porta-malas.

Preço: R$ 479.950,00
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Geely, a maior fabricante chinesa, retorna ao mercado brasileiro

A maior fabricante de automóveis da China e proprietária de várias marcas, retorna ao Brasil numa parceria de distribuição com a Renault do Brasil. A marca chinesa lançou oficialmente esta semana o seu primeiro modelo: o Geely EX5. O retorno da marca também marca uma nova direção nos produtos, já que antes a marca apostava nos sedãs e agora, para atender a moda, é nos SUVs.

O anúncio da volta ao mercado brasileiro foi feita em abril deste ano e este mês a marca garante que já estarão em funcionamento 8 concessionárias. Até o final do ano serão 23, quase todas anexadas ás revendedoras da marca francesa.

Em duas versões, Pro e Max, o primeiro SUV á venda no Brasil e que é vendido em 90 países, tem um design típico dos modelos chineses, bom espaço interno, acabamento bem cuidado e motor 100% elétrico. A Geely conta hoje com quatro centros de design: Gotemburgo, Suécia; Xangai, China; Coventry, Inglaterra; e Milão, Itália.

Design

O design do Geely EX5 tem linhas elegantes e atraentes. A frente tem visual curvo envolvido por grandes ranhuras no para-choque. Os faróis de LED são ligeiramente curvados para cima e, já que não tem necessidade de refrigeração do motor a combustão, não tem grade dianteira.

Na lateral, dois vincos na parte de baixo das portas, a área envidraçada e rodas de até 19 polegadas dão um ar de modernidade ao modelo. Já a traseira, conta com um spoiler integrado e lanternas inteiriças com 274 lâmpadas de LEDs que exibem um animado efeito 3D. O conjunto é muito agradável. Segundo a marca, coeficiente aerodinâmico de apenas 0,269.

MotorO EX5 vem com um powertrain 100% elétrico que desenvolve 218 cavalos e 320 Nm (32,6 kgfm). Ainda segundo a marca, o SUV acelera de zero a 100 km/h em até 6,9 segundos e atinge a velocidade máxima é de 180 km/h. O EX5 tem três modos de condução: Eco, Normal e Sport.

A bateria é de Lítio Fosfato Ferro (LFP) tem 60.22 kWh de capacidade. Segundo o programa de certificação do INMETRO, a autonomia pode chegar até 413 km. São quatro níveis de regeneração de energia, cuja eficiência regenerativa chega a 94,18%.

Em um posto de carregamento com corrente contínua (DC) e 100 kW, o tempo de recarga de 30 a 80% é de 20 minutos. Em um carregador de corrente alternada (AC) tipo Wallbox de 11 kW, o carregamento de 10 a 100% demora 6 horas.

A Geely garante que o padrão de segurança da bateria Short Blade é superior aos parâmetros mais exigentes. Por ser integrada à plataforma, é completamente protegida em casos de impactos.

Segurança

O Geely EX5 conta com recursos de segurança passiva, ativa, bateria, pedestre e ativos de segurança cibernética, e na versão Max o modelo vem com sistemas avançados de auxílio para o motorista (ADAS). Como:

– Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC), que ajusta, de acordo com tráfego à frente a velocidade do veículo, garantindo a segurança de condução;
– Controle Inteligente de Cruzeiro (ICC), que controla a velocidade do veículo de maneira dinâmica e mantém a posição na faixa de forma automática, levando em consideração os veículos ao seu redor.
– Sistema de Alerta Colisão Frontal (CMSF), alerta com sinais luminosos e sonoros o risco de uma colisão frontal;
– Sistema de alerta de colisão traseira (CMSR), alerta com sinais luminosos e sonoros o risco de uma colisão traseira;
– Alerta de Tráfego Cruzado Traseiro (RCTA), alerta com sinais luminosos e sonoros o risco de uma colisão em manobras de marcha à ré;
– Frenagem de Tráfego Cruzado Traseiro (RCTB), que freia o veículo automaticamente na iminência de uma colisão em manobras de marcha à ré;
– Assistente de reconhecimento de placas de trânsito (TSI);
– Assistente de permanência em faixa (LKA), que mantém o veículo centralizado na via, conforme as linhas de sinalização.
– Assistente de emergência de permanência em faixa (ELKA), retorna o veículo à faixa de rodagem
– Assistente de ponto cego (BSD), alerta o condutor quando há um veículo em pontos cegos.
– Assistente de mudança de faixa (LCA), monitora os veículos nas faixas adjacentes e alerta o motorista sobre riscos ao trocar de faixa, atuando como uma extensão do alerta de ponto cego.
– Aviso de segurança para a abertura das portas (DOW). Alerta aos ocupantes se há algum veículo se aproximando pela lateral no momento de abertura das portas.

O sistema de Visão 360 graus é de série nas duas configurações. Bem como os faróis de LEDs, com alta capacidade, permitindo iluminar 177 metros de distância (quase dois campos de futebol) à frente e cobrir 23 m de largura de raio. A versão Max possui ainda controle inteligente do facho, adaptando a luz alta em relação aos veículos que vem no sentido contrário ou que estão à frente.

Espaço

Com 4,61 metros de comprimento, 1,90 m de largura, 1,67 m de altura e 2,75 m de distância entre-eixos, o EX5 tem um ótimo espaço interno e um generoso porta-malas com 461 litros com os bancos na configuração normal e de 1.877 litros com eles rebatidos.

Confortáveis, os bancos dianteiros são construídos em quatro camadas e mais uma, batizada de Zero Sensation. A camada extra tem função relaxante, ajudando a aliviar a pressão corporal, melhorar a absorção de choques e o apoio do corpo. O banco do motorista tem regulagem elétrica de série, sendo que na versão Max, é acrescentado ainda os ajustes elétricos para o carona, e função ventilação e massagem.

A atmosfera é completada por uma iluminação interna com até 256 opções de cores para criar um ambiente para cada estado de espírito, disponível na opção Max, que traz teto-solar panorâmico de 1,18 m2 de área envidraçada e abertura em 11 estágios.

O quadro de instrumentos digital tem 10,2 polegadas e é acompanhado da central multimídia Flyme Auto de 15,4”. A sua tela é de ultra alta definição e alto brilho, facilitando a visualização sob qualquer condição de luminosidade. A tecnologia de toque é a Incell, a mesma usada por celulares de última geração. Há conexão com Apple CarPlay, bem como 4G a bordo. É possível também usar o navegador GPS nativo por satélite. A versão Max oferta um head-up display (HUD) de 13,8”, oferecendo o maior contraste e brilho do mercado. O carregador de smartphone sem fio tem 15 watts de potência e dispõe de aviso de esquecimento do aparelho.

O sistema de áudio Flyme Sound, que integra 16 alto-falantes de alta qualidade, sendo eles cinco de médio alcance, quatro tweeters, quatro woofers e dois no encosto de cabeça do motorista. Com 1.000 watts de potência, o conjunto também possui subwoofer independente.

Preços
EX5 Pro – R$ 205.800,00
EX5 Max – R$ 225.800,00

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Novo Ford Territory oferece muito espaço interno e tecnologia

A Ford do Brasil hoje (07) a nova geração do SUV Territory. O segundo modelo mais vendido pela marca americana no mercado nacional, surpreende pelo espaço interno, acabamento e tecnologia embarcada. E com mais uma grande vantagem: não teve aumento no preço.

Com um design marcante e moderno, o novo Territory chama a atenção por onde passa, não só pelas suas linhas, mas também pela imponência da dianteira que conta com faróis full-LED em L, grade preta com detalhes cromados, para-choque redesenhado e o logo Ford renovado. Maior 5,5 centímetros que a versão anterior, o suv tem  4,7 metros de comprimento e 2,72 cm de entre-eixos, o que colabora para o ótimo espaço interno, principalmente, para os passageiros do banco de trás. O porta-malas com capacidade de 448 litros ou 1.422 litros com o banco traseiro rebatido, oferece a praticidade do acionamento elétrico sem as mãos, com regulagem do ângulo de abertura e sistema antiesmagamento.

A harmonia das linhas são reforçadas pelas rodas esportivas de 19 polegadas com acabamento escuro e cromado e pneus 235/50,  maçanetas cromadas e o para-choque traseiro com linhas retas.

Requintado

O interior do Territory é luxuoso e agradável. Os bancos são muito confortáveis, com acabamento em couro micro perfurado e novos encostos de cabeça. O assento do motorista pode ser ajustado eletricamente em até dez posições e em quatro para o passageiro, que também possuem aquecimento e resfriamento.

Na cor preta contrastada por faixas marrons nas laterais dos bancos e nas portas, criam no suv um efeito esportivo e moderno.

O volante revestido em couro conta com vários comandos der fácil controles, o seletor de marchas no console central é rotativo, luz ambiente de LED configurável em 26 cores e ar-condicionado digital de dupla zona com saídas para a segunda-fileira ampliam o conforto e comodidade.

Na versão 2026, a tecnologia foi ampliada. Tanto o painel digital como a central multimídia, ambos de 12,3”, com respostas rápidas e intuitivas, ganharam novos grafismos e softwares, e estão alinhados com as tendências mais atuais. Além das conexões sem fio com Android Auto e Apple CarPlay, o Territory oferece um novo sistema de áudio com efeito 3D, carregador por indução, três portas USB-C, uma porta USB-A e tomada de 12 V.

O novo suv também é 100% conectado, com todas as funcionalidades do aplicativo FordPass, como partida remota e agendada, travamento e abertura de portas, alertas e status do veículo (odômetro, nível de combustível, pressão dos pneus, carga da bateria e localização) e alarme perimétrico.

Esses recursos fazem parte das experiências convenientes, conectadas e personalizadas oferecidas pela Ford, que incluem ainda agendamento de serviços online, serviço leva e traz, Guia 360, sistema Ford Concierge e o exclusivo acompanhamento preventivo inteligente, que avisa o cliente proativamente se houver alguma manutenção importante a fazer no veículo.

Motorização

Apesar de na linha do Territory a marca dispor de uma versão hibrida, a Ford brasileira optou por trazer o modelo equipado com a motorização turbo de 1,5 litro EcoBoost a gasolina, com injeção direta e comando variável que gera 169 cavalos a 5.500 rpm e torque máximo de 250 Nm entre 1.500 e 3.500 rpm. A transmissão é automática de sete velocidades com dupla embreagem banhada a óleo e quatro modos de condução – normal, eco, trilha e esportivo.  Os freios são a disco nas quatro rodas, com discos ventilados na dianteira e discos sólidos na traseira e freio de estacionamento eletrônico com auto-hold.

Segundo a marca, com o auxílio do sistema start-stop, o modelo faz 8,8 km/l na cidade e 11,2 km/l na estrada. O tanque de combustível é de 60 litros.

O conjunto de suspensão independente, tipo McPherson na dianteira e multilink na traseira, foi especialmente calibrado para as condições brasileiras.

O suv, que é fabricado na China, também vem com vários recursos de segurança e assistência ao motorista: frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo com Stop & Go, monitoramento de ponto cego com alerta de tráfego cruzado, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, assistente de permanência e centralização em faixa e seis airbags com detecção inteligente de ocupantes. Conta ainda com câmera 360°, assistente de partida em rampa, assistente de descida, controle de estabilidade e tração, monitoramento de pressão dos pneus e farol alto automático.

Preço

Ford Territory Titanium 2026 R$ 215.000,00

 

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Com modelos modernos e confortáveis, chinesa GAC chega ao Brasil

Mesmo sem ter um número exato, a China tem hoje mais de 150 fabricas de veículos a combustão, híbridos e elétricos. Juntas produzem mais de 40 milhões de veículos ano e exportam mais de 8 milhões. E as mais importantes estão desembarcando no Brasil. Esta semana chegou oficialmente a quarta fabricante, a GAC, e apresentou 5 modelos.

Com tecnologia de ponta, a marca vai, inicialmente, vender quatro modelos 100% elétricos e um híbrido convencional, tipo HEV (não requer recarga externa). São três utilitários-esportivos, um crossover e um sedã.

Os modelos elétricos GAC terão 8 anos de garantia ou 160 mil quilômetros e 200 mil quilômetros para a bateria. Já o híbrido vai contar com 5 anos ou 150 quilômetros, com a mesma quilometragem de garantia para a bateria.

“Como o maior mercado automotivo da América do Sul, o Brasil serve como um ponto de entrada estratégico para a GAC. A GAC ​​ oferecerá aos consumidores produtos de alta qualidade e alta tecnologia”, disse  CEO da GAC Brasil, Alex Zhou.

Os modelos Hyptec HT (suv elétrico premium-foto), Aion V (suv elétrico de porte médio), Aion ES (sedã elétrico de porte médio), Aion Y Plus (crossover elétrico de porte médio) e GS4 (suv híbrido de porte médio), chegam importados da China com design moderno, bom acabamento e muita tecnologia embarcada.

Destaque

Todos os cinco modelos surpreendem, porém o que mais chama á atenção é o utilitário-esportivo de grande porte Hyptec HT Premium. Com quase cinco metros de comprimento, o suv tem quase três metros de entre-eixos, o que lhe proporciona um ótimo espaço interno e um porta-malas de 725 litros.

Disponível em duas versões (HT e HT Premium), o que logo chama a atenção no Hyptec é a abertura das portas traseiras. Na versão HT, elas são portas convencionais. Já a HT Premium adota portas estilo asa-de-gaivota, que são operadas pelo simples acionamento de uma tecla. Elas garantem, além do visual, grande amplitude de acesso para os ocupantes entrarem e saírem do carro.

O modelo vem com um motor100% elétrico com 355 Nm (36,2 kgfm) de torque e 245 cavalos, que leva o Hyptec HT á velocidade máxima de 183 km/h de velocidade máxima e permite acelerar de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos.

No padrão Inmetro, o modelo topo de gama da GAC possui 362 km de autonomia.

Preços
Aion Y R$ 174.990,00
Aion V R$ 214.990,00
Aion ES R4 169.990,00
GS4 R$ 189.990,00
Hyptec HT 299.990,00

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