Chevrolet

Nova picape da Renault, a Niagara, chega ao mercado em novembro

A Renault apresentou hoje na França a nova picape pequena Niagara. O modelo será fabricado na Argentina e atender, inicialmente, a América Latina. Segundo a marca, a nova picape combina o conforto e a tecnologia de um SUV com as qualidades funcionais de uma picape. Ela é parte da ambição da marca para lançar 14 novos modelos em mercados fora da Europa até 2030 e também é o primeiro veículo na ofensiva de produção do plano futuREady fora da Europa.

Renovação

Junto com os modelos Kardian e Boreal, a Niagara faz parte da renovação da gama de produtos da Renault fora da Europa, principalmente na América Latina. Esta estratégia é baseada no desenvolvimento de veículos que incorporam as tecnologias e o novo DNA da marca. Baseada na plataforma RGMP picapes, ela foi criada especialmente para satisfazer as necessidades dos clientes na América Latina.

Inteiramente projetada e fabricada na América Latina, a Niagara une o design de um SUV com a praticidade de um veículo criado para uma ampla gama de usos. Sua forte personalidade é expressa em seu design contemporâneo, robusto e tecnológico.

Com 4,94m de comprimento (4,91m de comprimento na versão 4×2) e 1,72m de altura, a Niagara tem linhas de cintura pronunciadas, as caixas de rodas robustas, as linhas esticadas e as rodas de 17 ou 18 polegadas – dependendo da versão.

Interior

A Niagara promete satisfazer as expectativas dos clientes deste segmento. Organizado em torno do motorista, o cockpit reúne os principais controles e informações na linha de visão do motorista.

Já o cluster de instrumentos horizontal destaca a largura da cabine e contribui para a sensação de espaço, integrando de forma harmoniosa o sistema multimídia, com a tela de 10,1 polegadas que permite fácil acesso às funções embarcadas, bem como o painel de instrumentos digital com tela de 10,2 polegadas.
O câmbio eletrônico e-shifter faz parte deste novo layout.

Motorização

A Niagara conta com um motor 1,3 litro, turbo, com injeção direta (GDi), compatível com gasolina e flex. O motor entrega 156 cavalos na versão a gasolina e 160 cavalos na versão flex entregando um torque máximo de 270 Nm.

Esta motorização é associada a um câmbio manual de seis velocidades ou um câmbio automático de seis velocidades com dupla embreagem úmida.
A caçamba da Niagara tem capacidade para 938 litros e carga máxima de 654 kg. Item exclusivo em sua categoria, a capa retrátil protege a carga da chuva e poeira, permitindo fácil acesso à área de carga.

Todo terreno

A Niagara também ganha versatilidade com seu sistema de tração integral, desenvolvido para as inúmeras superfícies de rodagem encontradas na América Latina. Disponível em algumas versões, este sistema melhora a tração quando as condições de rodagem se tornam mais desafiadoras.

Por meio de um botão giratório localizado na base do console central, é possível selecionar os diferentes modos de condução: Eco, Conforto, Esportivo, Inteligente, Lama-Areia e Off-Road.

 

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Jeep Renegade com motor elétrico ganha em economia e aceleração

Se você conheceu o Jeep Renegade antes das alterações feitas pela marca norte-americana no ano passado, vai se surpreender muito positivamente. O modelo teve um salto de qualidade nas suspensões, que estão mais macias e eficientes, no acabamento e na tecnologia a bordo.

As medidas continuam as mesmas: 4,27 metros de comprimento, 1,80 m de largura e 2,57 m de distância entre os eixos. A altura livre do solo é de 208 mm, o que ajuda muito no uso off-road ou ao transpor obstáculos. Com a nova motorização híbrida leve de 48V, o SUV também ficou mais econômico na cidade.

Híbrido

O Renegade é equipado com um motor flex de 1,3 litro, turbo, que entrega 176 cavalos e 270 Nm de torque. Associado à motorização à combustão, há um gerador elétrico de 11,4 kW e até 65 Nm.

A economia vem desse auxílio elétrico, que recupera energia durante desacelerações e frenagens e a utiliza para “facilitar” o motor à combustão, para tirar o SUV da imobilidade e em algumas situações no trânsito urbano. Em nenhuma hipótese o veículo será movimentado somente com a energia elétrica.

A bateria não pode ser recarregada externamente. No caso do modelo avaliado, Sahara MHEV, a transmissão é automática de seis marchas, que desempenha um papel muito eficiente em conjunto com a motorização.

Por conta do sistema híbrido, o consumo urbano é ligeiramente melhor que o rodoviário, dado incomum entre carros movidos à combustão.

Na avaliação, o Renegade Sahara MHEV fez 12,0 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, o consumo foi de 8,5 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada. O tanque tem capacidade para 55 litros.

O motor híbrido também colaborou com a melhor aceleração: de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos, uma melhora de um segundo. Já nas retomadas não houve melhora, pois nessa situação o motor elétrico não faz diferença. A velocidade máxima é de 206 quilômetros por hora.

O Renegade, que não é mais o modelo de entrada da marca após o lançamento do Avenger, ganhou novo interior, mais sofisticado e com layout mais elegante. Outra alteração foi a central multimídia de 10,1 polegadas.

O SUV conta ainda com painel de instrumentos digital, carregador de celular sem fio e saídas de ar para quem viaja no banco traseiro. Na versão avaliada, a lista inclui banco do motorista com regulagem elétrica e teto solar panorâmico, além de sistemas eletrônicos de assistência à condução.

O porta-malas comporta 385 litros e pode chegar a 1.448 litros com o banco traseiro rebatido.

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Com tecnologia 100% elétrica chinesa GWM lança o Suv compacto Ora 5

A GWM Brasil apresentou oficialmente ontem, 24 de junho, o seu primeiro SUV 100% elétrico, o Ora 5. Com preço inicial de R$ 159.000,00, o modelo entra num dos segmentos que mais crescem no mercado brasileiro, o de SUVs compactos e que tem, entre outros, o Volkswagen T-Cross, o Toyota Yaris Cross e o Honda HR-V.

O lançamento do Ora 5 representa um passo importante na estratégia da marca chinesa no Brasil e é o seu segundo modelo 100% elétrico. O primeiro foi o Ora 03, que atende um nicho pequeno do mercado.

Eficiência energética

Equipado com motor elétrico de 204 cavalos e torque de 260 Nm, o Ora 5 tem, como todo o veículo elétrico, respostas rápidas e silenciosas. A bateria de íons de lítio do tipo LFP tem capacidade de 58,3 kWh e oferece autonomia de 349 quilômetros pelo ciclo Inmetro e 435 quilômetros no ciclo WLTP. Aliás, na grande maioria, o ciclo WLTP é muito mais concreto que o regulamentado pelo Inmetro.

O modelo também oferece sistema de frenagem regenerativa ajustável e tecnologia Vehicle-to-Load (V2L), que permite compartilhar energia com equipamentos externos com potência de até 6.000 W.
Segundo a marca, o modelo acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 7,7 segundos e atinge a velocidade máxima de 170 quilômetros por hora.

O desenho atualizado é bem mais harmonioso que o do irmão Ora 03. As linhas ficaram mais fluidas, modernas e muito aerodinâmicas. O coeficiente de arrasto (Cd) de 0,276 é o melhor da categoria.
Os faróis Full LED com assinatura luminosa exclusiva e iluminação de boas-vindas reforçam a personalidade do modelo, enquanto as lanternas de LED integradas contribuem para um visual diferenciado.

As rodas de liga leve de 18 polegadas e os detalhes aerodinâmicos completam o visual. O modelo estará disponível em quatro cores.

Muito espaço

Levando em conta os concorrentes, tanto à combustão quanto elétricos, o modelo leva grande vantagem em tecnologia e espaço interno. Com 4.471 mm de comprimento, 1.833 mm de largura e 2.720 mm de distância entre-eixos, o Ora 5 tem bastante espaço para até cinco ocupantes. Esses números revelam que o novo SUV elétrico é 236 mm maior no comprimento, 70 mm maior no entre-eixos e 8 mm maior na largura quando comparado ao irmão menor, o hatch Ora 03.

Apesar das dimensões maiores, a construção mais moderna fez o Ora 5 atingir 1.669 quilos de peso – exatamente 1 kg a menos que o Ora 03. Além disso, são 175 mm de vão livre do solo, 17 graus de ângulo de entrada e 25 graus no ângulo de saída, o que ajuda a aguentar as ruas e estradas brasileiras, até em alagamentos.

O interior tem acabamento refinado e moderno. Com duas opções de acabamento interno, uma clara e outra mais escura, o SUV oferece um teto panorâmico de vidro fixo de 1,65m² com cortina elétrica, bancos revestidos de couro sintético com ventilação para motorista e passageiro, ajustes elétricos, memória de posição para o banco do motorista, iluminação ambiente configurável e compartimento climatizado (mini geladeira) de 3,2 litros. Entre os diversos itens que foram adotados para o mercado brasileiro está o estepe.

O sistema de áudio conta com nove alto-falantes, incluindo subwoofer e amplificador, entrega 216 watts de potência e ajuste automático de volume de acordo com a velocidade do veículo.

Comandos com IA

A tecnologia é um dos diferenciais do Ora 5 e permite uma utilização digital avançada e intuitiva. Um dos destaques é o sistema operacional Coffee OS 3, a plataforma inteligente de terceira geração da GWM que integra mais de 300 comandos de voz com auxílio de IA (Inteligência Artificial), navegação nativa, conectividade e atualizações remotas de software Over-The-Air (OTA), permitindo que o veículo receba atualizações ao longo dos anos.

A central multimídia com tela de 14,6 polegadas de alta definição oferece interface personalizável, integração sem fio com Apple CarPlay e Android Auto, além de GPS nativo com informações de trânsito em tempo real e visualização tridimensional. O ORA 5 recebe o mesmo sistema que estreou no Wey 07 e no novo Haval H6, com direito a uma barra de menu personalizável, criada especialmente para o mercado brasileiro.

Complementando o pacote tecnológico, o SUV traz quadro de instrumentos digital Full HD de 10,25 polegadas, personalizável pelo motorista.
A experiência conectada é ampliada pelo aplicativo My GWM, que permite controlar remotamente diversas funções do veículo.

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Muito elegante, o Peugeot 2008 GT Hybrid é uma boa compra

Quando chegou, em 2015, o Peugeot 2008 era fabricado no Brasil. Na segunda geração, lançada no meio de 2024, passou a ser feito na Argentina. O SUV compacto da marca francesa ficou mais alinhado com o modelo europeu e, faz pouco tempo, ganhou motorização “híbrida”.

A nova geração, que está melhorando nas vendas, tem um design bem moderno, bom nível de acabamento e comportamento dinâmico muito equilibrado.
O modelo traz o mesmo sistema híbrido “muito leve”, que foi adotado nos modelos Fiat Pulse e Fastback, Peugeot 208 e em modelos da Jeep.

Nesses veículos, o sistema híbrido (MHEV) é na verdade um gerador elétrico acionado por uma bateria de 12 volts, que auxilia o motor à combustão nas saídas da imobilidade e, com isso, diminui o “esforço”, reduzindo o consumo de combustível. O sistema não permite que o veículo ande somente com eletricidade. Quando em ação, ele oferece 4 cavalos a mais.

Equipado com o motor à combustão de um litro turbo flex, oferece até 130 cavalos de potência máxima e torque máximo de 20,4 mkgf. Muito agradável de ser dirigido, o desempenho é muito bom, tanto na cidade, como na estrada. A aceleração de zero a 100 quilômetros por hora leva 9,7 segundos e atinge a velocidade máxima de 195 quilômetros por hora. Já o consumo com gasolina no perímetro urbano chegou a quase 14 quilômetros por litro.

Na estrada, também com gasolina, a média foi de 13,8 quilômetros por litro. Em alguns trechos, em velocidade constante, o SUV chegou a fazer 16 quilômetros por litro. Com etanol, as médias foram de 9,1 na cidade e 9,8 quilômetros por litro na estrada. Ou seja, a autonomia com gasolina pode chegar a quase 650 quilômetros. A transmissão CVT faz um conjunto harmonioso com o motor.

Linhas muito atraentes

A única alteração externa do 2008 híbrido para a versão não eletrificada é a placa Hybrid. De resto, o modelo mantém as linhas muito bonitas e modernas, faróis Full-LED e rodas diamantadas de 17 polegadas. A versão GT tem pintura bicolor, com teto em preto brilhante.

O interior é muito bem acabado, com bancos com costura aparente, painel de instrumentos i-Cockpit digital, volante esportivo com uma excelente “pega” bem compacto. Diferentemente de outros modelos, no carro francês, a leitura do painel de instrumentos é feita por cima do volante. É necessário se habituar, mas é muito legal. No centro do interior, uma tela  multimídia de 10,3 polegadas, compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio.

O SUV ainda conta com sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera 360° VisioPark, controle de velocidade de cruzeiro, sensores de chuva e crepuscular e teto solar panorâmico. O pacote de assistências ao condutor dispõe de alerta de colisão com frenagem automática, alerta de saída de faixas, leitor de placas e alerta de ponto-cego.

Mas um carro desse nível deveria ter piloto automático adaptativo e sistema ativo de permanência de faixas, que alguns concorrentes têm.
Com relação ao espaço para os passageiros, o 2008 é generoso. Quatro passageiros vão muito bem acomodados e com espaço à vontade. Cinco passageiros vão bem também, mas logicamente, como em qualquer veículo, não ficam tão bem acomodados.

Para o motorista, diferentemente de outros SUV que deixam o motorista quase no teto do veículo, para passar a falsa imagem de carro muito alto, no 2008 GT a posição é muito boa e confortável. Devido às regulagens do banco, achar a melhor posição para dirigir não é nada difícil.

Boa compra

Se você procura um modelo com design moderno e atraente, bom desempenho e econômico, com toda a certeza o Peugeot 2008 GT é uma excelente opção. Mais uma vez vale a pena explicar que a eletrificação dos carros da Stellantis tem a finalidade de apenas melhorar o consumo urbano em mais ou menos 10%. E consegue. Não anda só com a motorização elétrica, nem pode ser carregado.

Preço (promocional)
Peugeot 2008 GT Hybrid – R$ 162.990,00

 

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Novo Caoa Chery Tigo 5X chega com novidades e preço atraente

Além de preço muito competitivo para o segmento e aumento na garantia (maior do mercado), o novo Caoa Chery Tiggo 5X chega em duas versões, Sport e Pro, com design mais atraente e mais equipado.

Montado em Anápolis -GO, o Tiggo 5X ganhou uma grade muito sofisticada com detalhes tridimensionais, faróis e DRL em full led com uma nova assinatura luminosa. Na traseira, o conjunto óptico em LED interligado por barra iluminada dá um visual muito harmonioso e amplia a percepção de largura.
Nas laterais, a coluna “C”, entre a porta traseira e a tampa do porta-malas, também foi renovada, dando elegância ao modelo.


 Sofisticação

O interior ficou muito mais sofisticado e agradável. Ao contrário da tendência imposta pelos modelos chineses importados de telas exageradas e que desviam a atenção do motorista, o 5X tem uma tela de tamanho generoso, mas muito mais agradável e funcional. A tela, de 20,5” full HD, integra de maneira inteligente o painel de instrumentos digital e central multimídia em um único display panorâmico. O SUV ainda vem com conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay.

O acabamento interno tem bancos em couro, superfícies macias ao toque, detalhes em Black Piano e que normalmente é encontrada em modelos de categorias superiores.
O modelo incorpora ainda comandos acionados por voz, que permitem controlar funções como climatização, multimídia e navegação de forma natural e intuitiva, além do novo volante inteligente, com botões multifuncionais, ergonomia aprimorada e acabamento premium.

O console central foi totalmente redesenhado e incorpora soluções inteligentes de ergonomia, design e funcionalidade. Destaque para o carregador de celular por indução ultrarrápido de 50W, banco do motorista elétrico, com 6 funções e ajuste lombar em 4 posições, sensor frontal e comandos digitais intuitivos e experiência de conectividade integrada.

Segurança

O modelo também ficou mais seguro, com o sistema ADAS 2.0 Max Drive, 7 airbags (2 frontais, 2 laterais, 2 cortinas laterais e 1 airbag central, entre motorista e passageiro).  O pacote ADAS 2.0 Max Drive inclui: frenagem autônoma de emergência (AEB), piloto automático adaptativo (ACC), alerta de colisão frontal,  assistente e alerta de permanência em faixa, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, comutação automática de farol alto, visão panorâmica 360° em alta definição. Os freios são a disco nas quatro rodas.

Motorização 

O motor continua o mesmo, mas com uma nova calibração. O propulsor é um 1,5 litro, turbo flex, de 150 cavalos e torque de 22,8kgmf. A transmissão CVT simula nove velocidades.
A suspensão é independente nas quatro rodas e a direção também é elétrica.

Preços

Para o lançamento, segundo a marca, as concessionárias estão promovendo uma ação nacional entre os dias 24 e 28 de fevereiro, com condições especiais de lançamento e supervalorização do seminovo na troca. Destaque para a nova garantia de sete anos.

Tiggo 5X Sport R$ 119.990,00 (lançamento)
Tiggo 5X Pro R$ 134.990,00 (lançamento)
Tiggo 5X Sport R$ 132.990,00 (preço pós lançamento)
Tiggo 5X Sport R$ 154.990,00 (preço pós lançamento)

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Novo carro da Fiat chega para marcar os 50 anos da marca no Brasil

Desde o ano passado já foi confirmada a chegada, em 2026, do novo Panda. Modelo de muito sucesso na Europa, vai se chamar por aqui de Argo e vai marcar os 50 anos da inauguração da fábrica mineira da Fiat. O novo veículo vai substituir os modelos mais “elitizados” e conviver, por um tempo, como modelo de entrada com atual Argo.

O novo hatch chega para reforçar a liderança da marca italiana no Brasil, diferentemente do mercado europeu, onde vive dias difíceis e de estagnação. O novo lançamento vai dar vida a outras versões, como um novo fastback e um substituto para a picape Strada.

Por aqui, o novo Argo terá algumas modificações estéticas e as padronagens dos bancos e acabamentos serão diferentes, já que para o mercado europeu, usa cores extravagantes e vibrantes. A plataforma do novo carro é a Smart Car, já utilizada no Peugeot 208 e no Citroën C3. As dimensões serão quase iguais ao do Argo atual.

Elétrico

A versão atual que será o modelo de entrada, continuará com a motorização 1,0 litro aspirada, de 75 cavalos e 10,7 kgfm. Já o novo modelo contará com o motor T200 de um litro, turbo, 3 cilindros, que entrega até 130 cavalos de potência máxima e torque de 20,4 kgfm.

O motor terá a eletrificação leve de 12 volts, a mesma já utilizada no “híbridos” Pulse, Fastback e Strada. Essa eletrificação, não permite que o novo Argo ande somente com energia, apenas “ajuda” o motor a combustão, proporcionando uma pequena economia de combustível nos perímetros urbanos.

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Prêmio Imprensa Automotiva 2025 vai eleger os melhores veículos do Brasil

Uma das principais premiações da indústria automobilística, o Prêmio Imprensa Automotiva 2025, realizado há 27 anos pela Abiauto – Associação Brasileira da Imprensa Automotiva, acontecerá neste mês de novembro, em São Paulo. Quarenta e cinco jornalistas de quase todos os Estados brasileiros, de meios de comunicação variados, como jornal, rádio, revista, TV, internet, escolherão os melhores veículos comercializados no Brasil.

“Somos um dos mais tradicionais prêmios do Brasil, com quase três décadas de realização ininterrupta, com um júri formado por jornalistas com décadas de experiência no setor automotivo. Nossa proposta com a premiação é que os nossos leitores, ouvintes ou telespectadores possam saber o que na opinião dos jornalistas especializados foi o lançamento mais representativo em cada segmento do setor automotivo. Um guia para auxiliar os consumidores na compra de modelos que se destacam pela tecnologia, design e inovação. A divulgação dos resultados em nível nacional contribui para uma visibilidade expressiva para os modelos vencedores dada a abrangência dos jornalistas que fazem parte de nossa Associação”, conta Antônio Fraga, presidente e fundador da Abiauto.

Os profissionais escolherão o Melhor Carro Nacional, o Melhor Carro Importado, a Melhor Picape Pequena/Média, a Melhor Picape Grande, o Melhor Carro Verde, o Melhor Utilitário Esportivo Nacional pequeno /médio, Melhor Utilitário Esportivo grande, o Executivo de 2025 e Assessor de Imprensa. Além dessas premiações, os profissionais elegerão ainda o Carro Abiauto 2025 (Prêmio José Roberto Nasser) e a Moto Abiauto 2025 (Prêmio Josias Silveira), entre os modelos testados durante o ano e que mais se destacaram. Até final de outubro os jornalistas escolherão cinco finalistas em cada uma das categorias. Em seguida, votarão em apenas um modelo nessas categorias.

No total, serão 16 premiações, que também incluem o melhor Assessor de Imprensa, o Homenageado do Ano (normalmente um piloto consagrado no automobilismo), Executivo do Ano (Prêmio José Rosemilton Silva) e o Homenageado Locutor Automotivo do Ano (Prêmio Luciano do Valle). Os ganhadores serão anunciados na cerimônia de premiação que será realizada no dia 19 de novembro, às 19 horas, no maior clube independente de automóveis do mundo, o P Talk, no bairro de Indianópolis, em São Paulo.

 

“ É com muito orgulho que nós do P Talk Brasil recebemos em nosso espaço o Prêmio Abiauto 2025 e seus convidados, para a eleição dos melhores existentes no mercado brasileiro”, disse Mauricio Billy.

 

 

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Teste: Maverick tem bom motor, muito espaço e agilidade de um automóvel

É uma picape, mas tem dirigibilidade e conforto de um SUV. Essa é a Ford Maverick Lariat Black. Lançada em maio deste ano, a versão chega para atingir um consumidor que busca uma alternativa ´Fiat Toro, líder de vendas.

Com design muito agradável e moderno, a Maverick tem todos os detalhes escuros. A grade frontal com visual em forma de colmeia, se une aos faróis mais afilados e com um pouco de atenção, eles formam um “F” em referência à marca. Como todos os veículos oriundos do México, a picape de entrada da Ford, tem olhos-de-gato encrustados no para-choques.


Elegante, a traseira continua com linhas retas e com fácil acesso á caçamba, pois a picape, diferente das demais do segmento, não é muito alta. Como a maioria dos consumidores dessas picapes raramente usam a caçamba com cargas pesadas, é muito bom o seu uso. Para quem vai carregar motos, bicicletas ou jet-ski, é o modelo ideal. A capacidade de carga é de 943 litros de volume ou 618 kg. Outra coisa muito útil para as manobras, são as câmeras e os sensores de estacionamento.

A lateral com 5.096 mm de comprimento, é muito harmoniosa e é complementada com rodas de liga leve de 17″, também escurecidas. No retrovisores, câmeras que fazem parte do sistema de visão 360º integrado ao multimídia.

Boa de andar

Como já falamos acima, a dirigibilidade e versatilidade vai surpreender quem está acostumado ás picapes tradicionais. O rodar é muito macio e absorve muito bem as irregularidades do piso. Quando começa a se rodar, até se esquece que é uma picape. Isso se deve à suspensão multilink na traseira, que permite às rodas atuarem de maneira isolada e passam bem mais conforto para o interior.

O interior é muito bem acabado, confortável e muito espaçoso. Inclusive para os passageiros do banco traseiro, já que o modelo conta com um entre-eixos superiores a três metros. Isso é, tradicionalmente, uma característica dos modelos da marca norte-americana. Mesmo com muitos acabamentos em plástico, eles são de muito boa qualidade, bem montados e com tonalidades diferentes. É curioso, que nem nas portas tem nenhum acabamento em tecido ou couro. Mas de verdade: não faz falta. Outro conforto muito interessante da picape de entrada da Ford, é o excelente som B&O e o teto solar.

Com muitos porta-objetos, debaixo do banco existe um espaço que permite esconder coisas pessoais, como por exemplo, um mochila ou uma bolsa pequena.

Rodando

Já falamos da do conforto ao rodar, mas acelerando não é menos surpreendente. O motor muito competente é um 2,0 litros EcoBoost, que no passado equipou a última geração do Fusion e atualmente equipa o Bronco Sport, produz 253 cavalos de potência a 5.500 rpm e 38,7 kgfm de torque a 3.000 rpm. A transmissão automática é de oito velocidades.

Esse propulsor leva a picape pequena a acelerar de 0 a 100 km/h em 7,1 segundos e atingir a velocidade máxima de 180 km/h, que é limitada eletronicamente. Ou seja, mais uma vez, é desempenho de automóvel.
A Lariat Black não é tão econômica como a versão hibrida, mas não decepciona. Aliás, muito pelo contrário. O motor só aceita gasolina e fez na cidade 9 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada.

Preço
Ford Maverick Lariat Black R$ 219.990,00

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Coluna Histórias & Estórias – Por Chico Lelis

Cabides? A GM também fabricava

Certo dia, lá pelos anos 90, o proprietário das Casas Bahia, Samuel Klein, recebeu em sua sala um jovem empreendedor, diretor de Marketing da Fábrica de Cabides da General Motors. Intrigado, o empresário, que era um homem de visão, recebeu o rapaz.   Ele levava consigo uma amostra do produto que encantou o empresário, tal a sua qualidade.

Acertadas condições de compra, o negócio só “gorou” quando Samuel Klein disse ao garoto: quero 2 mil peças por mês e depois poderia dobrar esse pedido.

O jovem, cujo nome ninguém consegue se lembrar, assustou-se porque aquele volume não era atingido nem mesmo ao final da etapa de quatro meses de existência  da fábrica.

O que resultou desse encontro é que, segundo a lenda urbana, quando o jovem completou 18 anos, Samuel Klein o contratou para trabalhar na equipe de Marketing das Casas Bahia.

Ótima qualidade

Eu tenho muitos deles, que não sofreram o mínimo desgaste com os mais de 20 anos que uso. Nem mesmo um risco na sua pintura ou entortada por ter sido usado para pendurar uma peça, ou mais que uma pesada demais, como casacos de inverno, por exemplo.

Estou falando, ou melhor, escrevendo sobre os cabides que foram fabricados em São Caetano do Sul, na Avenida Goiás, 1805. Isso mesmo, na fábrica da GM, de onde saiam e ainda saem modelos Chevrolet ou seja, veículos. E não era só no ABC, mas também em todas as unidades da GM no Brasil, além de veículos e componentes, também saiam cabides da melhor qualidade.

Pois é, eram fábricas de cabides administradas e com mão de obra composta por jovens empreendedores. A empresa deles tinha presidente, diretor de marketing, diretor de produção, mais três diretores e 24 que trabalhavam na produção dos cabides. Todos eles eram eleitos pelos 30 integrantes do “time”.

Foram Muitas as “empresas” que a garotada montou dentro da GM. Os nomes, na maioria delas varia do produto, como Cabidão, Cabitudo, Cabimais e assim por diante.

A fábrica funcionava por quatro meses, com início em agosto. Os integrantes iniciavam o trabalho, vendendo mini ações e assim ter fundos suficientes para comprar o material destinado à produção dos cabides, que eram fabricados em alumínio e depois pintados de preto na sessão de pintura da GM.

Foram várias as ​ “empresas​” e segundo Graça Martins, que coordenou as turmas, todas elas deram lucro, que era dividido entre os que compraram a​s ações​ (em geral parentes dos jovens) e doação a uma entidade escolhida pelos integrantes. Uma verba era separada para uma noite de pizza para ​d​o grupo.

B​ob Stone implantou

O então presidente da GM no Brasil, Robert (Bob,​ como  o chamávamos) Stone participou desse programa, nos Estados Unidos quando jovem. Aqui no Brasil, conforme contou Pedro Luis Dias, ex-diretor de Relações Públicas da GM, ele soube da existência, aqui no programa da Junior Achievemente Brasil – JA Brasil (https://jabrasil.org.br/), por  intermédio da American Chamber. Em parceria com o IGM (Instituto General Motors), a opção foi estruturar uma fábrica de cabides, que com apoio da Manufatura, virou referência.

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