Chevrolet

Muito elegante, o Peugeot 2008 GT Hybrid é uma boa compra

Quando chegou, em 2015, o Peugeot 2008 era fabricado no Brasil. Na segunda geração, lançada no meio de 2024, passou a ser feito na Argentina. O SUV compacto da marca francesa ficou mais alinhado com o modelo europeu e, faz pouco tempo, ganhou motorização “híbrida”.

A nova geração, que está melhorando nas vendas, tem um design bem moderno, bom nível de acabamento e comportamento dinâmico muito equilibrado.
O modelo traz o mesmo sistema híbrido “muito leve”, que foi adotado nos modelos Fiat Pulse e Fastback, Peugeot 208 e em modelos da Jeep.

Nesses veículos, o sistema híbrido (MHEV) é na verdade um gerador elétrico acionado por uma bateria de 12 volts, que auxilia o motor à combustão nas saídas da imobilidade e, com isso, diminui o “esforço”, reduzindo o consumo de combustível. O sistema não permite que o veículo ande somente com eletricidade. Quando em ação, ele oferece 4 cavalos a mais.

Equipado com o motor à combustão de um litro turbo flex, oferece até 130 cavalos de potência máxima e torque máximo de 20,4 mkgf. Muito agradável de ser dirigido, o desempenho é muito bom, tanto na cidade, como na estrada. A aceleração de zero a 100 quilômetros por hora leva 9,7 segundos e atinge a velocidade máxima de 195 quilômetros por hora. Já o consumo com gasolina no perímetro urbano chegou a quase 14 quilômetros por litro.

Na estrada, também com gasolina, a média foi de 13,8 quilômetros por litro. Em alguns trechos, em velocidade constante, o SUV chegou a fazer 16 quilômetros por litro. Com etanol, as médias foram de 9,1 na cidade e 9,8 quilômetros por litro na estrada. Ou seja, a autonomia com gasolina pode chegar a quase 650 quilômetros. A transmissão CVT faz um conjunto harmonioso com o motor.

Linhas muito atraentes

A única alteração externa do 2008 híbrido para a versão não eletrificada é a placa Hybrid. De resto, o modelo mantém as linhas muito bonitas e modernas, faróis Full-LED e rodas diamantadas de 17 polegadas. A versão GT tem pintura bicolor, com teto em preto brilhante.

O interior é muito bem acabado, com bancos com costura aparente, painel de instrumentos i-Cockpit digital, volante esportivo com uma excelente “pega” bem compacto. Diferentemente de outros modelos, no carro francês, a leitura do painel de instrumentos é feita por cima do volante. É necessário se habituar, mas é muito legal. No centro do interior, uma tela  multimídia de 10,3 polegadas, compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio.

O SUV ainda conta com sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera 360° VisioPark, controle de velocidade de cruzeiro, sensores de chuva e crepuscular e teto solar panorâmico. O pacote de assistências ao condutor dispõe de alerta de colisão com frenagem automática, alerta de saída de faixas, leitor de placas e alerta de ponto-cego.

Mas um carro desse nível deveria ter piloto automático adaptativo e sistema ativo de permanência de faixas, que alguns concorrentes têm.
Com relação ao espaço para os passageiros, o 2008 é generoso. Quatro passageiros vão muito bem acomodados e com espaço à vontade. Cinco passageiros vão bem também, mas logicamente, como em qualquer veículo, não ficam tão bem acomodados.

Para o motorista, diferentemente de outros SUV que deixam o motorista quase no teto do veículo, para passar a falsa imagem de carro muito alto, no 2008 GT a posição é muito boa e confortável. Devido às regulagens do banco, achar a melhor posição para dirigir não é nada difícil.

Boa compra

Se você procura um modelo com design moderno e atraente, bom desempenho e econômico, com toda a certeza o Peugeot 2008 GT é uma excelente opção. Mais uma vez vale a pena explicar que a eletrificação dos carros da Stellantis tem a finalidade de apenas melhorar o consumo urbano em mais ou menos 10%. E consegue. Não anda só com a motorização elétrica, nem pode ser carregado.

Preço (promocional)
Peugeot 2008 GT Hybrid – R$ 162.990,00

 

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Novo Caoa Chery Tigo 5X chega com novidades e preço atraente

Além de preço muito competitivo para o segmento e aumento na garantia (maior do mercado), o novo Caoa Chery Tiggo 5X chega em duas versões, Sport e Pro, com design mais atraente e mais equipado.

Montado em Anápolis -GO, o Tiggo 5X ganhou uma grade muito sofisticada com detalhes tridimensionais, faróis e DRL em full led com uma nova assinatura luminosa. Na traseira, o conjunto óptico em LED interligado por barra iluminada dá um visual muito harmonioso e amplia a percepção de largura.
Nas laterais, a coluna “C”, entre a porta traseira e a tampa do porta-malas, também foi renovada, dando elegância ao modelo.


 Sofisticação

O interior ficou muito mais sofisticado e agradável. Ao contrário da tendência imposta pelos modelos chineses importados de telas exageradas e que desviam a atenção do motorista, o 5X tem uma tela de tamanho generoso, mas muito mais agradável e funcional. A tela, de 20,5” full HD, integra de maneira inteligente o painel de instrumentos digital e central multimídia em um único display panorâmico. O SUV ainda vem com conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay.

O acabamento interno tem bancos em couro, superfícies macias ao toque, detalhes em Black Piano e que normalmente é encontrada em modelos de categorias superiores.
O modelo incorpora ainda comandos acionados por voz, que permitem controlar funções como climatização, multimídia e navegação de forma natural e intuitiva, além do novo volante inteligente, com botões multifuncionais, ergonomia aprimorada e acabamento premium.

O console central foi totalmente redesenhado e incorpora soluções inteligentes de ergonomia, design e funcionalidade. Destaque para o carregador de celular por indução ultrarrápido de 50W, banco do motorista elétrico, com 6 funções e ajuste lombar em 4 posições, sensor frontal e comandos digitais intuitivos e experiência de conectividade integrada.

Segurança

O modelo também ficou mais seguro, com o sistema ADAS 2.0 Max Drive, 7 airbags (2 frontais, 2 laterais, 2 cortinas laterais e 1 airbag central, entre motorista e passageiro).  O pacote ADAS 2.0 Max Drive inclui: frenagem autônoma de emergência (AEB), piloto automático adaptativo (ACC), alerta de colisão frontal,  assistente e alerta de permanência em faixa, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, comutação automática de farol alto, visão panorâmica 360° em alta definição. Os freios são a disco nas quatro rodas.

Motorização 

O motor continua o mesmo, mas com uma nova calibração. O propulsor é um 1,5 litro, turbo flex, de 150 cavalos e torque de 22,8kgmf. A transmissão CVT simula nove velocidades.
A suspensão é independente nas quatro rodas e a direção também é elétrica.

Preços

Para o lançamento, segundo a marca, as concessionárias estão promovendo uma ação nacional entre os dias 24 e 28 de fevereiro, com condições especiais de lançamento e supervalorização do seminovo na troca. Destaque para a nova garantia de sete anos.

Tiggo 5X Sport R$ 119.990,00 (lançamento)
Tiggo 5X Pro R$ 134.990,00 (lançamento)
Tiggo 5X Sport R$ 132.990,00 (preço pós lançamento)
Tiggo 5X Sport R$ 154.990,00 (preço pós lançamento)

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Novo carro da Fiat chega para marcar os 50 anos da marca no Brasil

Desde o ano passado já foi confirmada a chegada, em 2026, do novo Panda. Modelo de muito sucesso na Europa, vai se chamar por aqui de Argo e vai marcar os 50 anos da inauguração da fábrica mineira da Fiat. O novo veículo vai substituir os modelos mais “elitizados” e conviver, por um tempo, como modelo de entrada com atual Argo.

O novo hatch chega para reforçar a liderança da marca italiana no Brasil, diferentemente do mercado europeu, onde vive dias difíceis e de estagnação. O novo lançamento vai dar vida a outras versões, como um novo fastback e um substituto para a picape Strada.

Por aqui, o novo Argo terá algumas modificações estéticas e as padronagens dos bancos e acabamentos serão diferentes, já que para o mercado europeu, usa cores extravagantes e vibrantes. A plataforma do novo carro é a Smart Car, já utilizada no Peugeot 208 e no Citroën C3. As dimensões serão quase iguais ao do Argo atual.

Elétrico

A versão atual que será o modelo de entrada, continuará com a motorização 1,0 litro aspirada, de 75 cavalos e 10,7 kgfm. Já o novo modelo contará com o motor T200 de um litro, turbo, 3 cilindros, que entrega até 130 cavalos de potência máxima e torque de 20,4 kgfm.

O motor terá a eletrificação leve de 12 volts, a mesma já utilizada no “híbridos” Pulse, Fastback e Strada. Essa eletrificação, não permite que o novo Argo ande somente com energia, apenas “ajuda” o motor a combustão, proporcionando uma pequena economia de combustível nos perímetros urbanos.

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Prêmio Imprensa Automotiva 2025 vai eleger os melhores veículos do Brasil

Uma das principais premiações da indústria automobilística, o Prêmio Imprensa Automotiva 2025, realizado há 27 anos pela Abiauto – Associação Brasileira da Imprensa Automotiva, acontecerá neste mês de novembro, em São Paulo. Quarenta e cinco jornalistas de quase todos os Estados brasileiros, de meios de comunicação variados, como jornal, rádio, revista, TV, internet, escolherão os melhores veículos comercializados no Brasil.

“Somos um dos mais tradicionais prêmios do Brasil, com quase três décadas de realização ininterrupta, com um júri formado por jornalistas com décadas de experiência no setor automotivo. Nossa proposta com a premiação é que os nossos leitores, ouvintes ou telespectadores possam saber o que na opinião dos jornalistas especializados foi o lançamento mais representativo em cada segmento do setor automotivo. Um guia para auxiliar os consumidores na compra de modelos que se destacam pela tecnologia, design e inovação. A divulgação dos resultados em nível nacional contribui para uma visibilidade expressiva para os modelos vencedores dada a abrangência dos jornalistas que fazem parte de nossa Associação”, conta Antônio Fraga, presidente e fundador da Abiauto.

Os profissionais escolherão o Melhor Carro Nacional, o Melhor Carro Importado, a Melhor Picape Pequena/Média, a Melhor Picape Grande, o Melhor Carro Verde, o Melhor Utilitário Esportivo Nacional pequeno /médio, Melhor Utilitário Esportivo grande, o Executivo de 2025 e Assessor de Imprensa. Além dessas premiações, os profissionais elegerão ainda o Carro Abiauto 2025 (Prêmio José Roberto Nasser) e a Moto Abiauto 2025 (Prêmio Josias Silveira), entre os modelos testados durante o ano e que mais se destacaram. Até final de outubro os jornalistas escolherão cinco finalistas em cada uma das categorias. Em seguida, votarão em apenas um modelo nessas categorias.

No total, serão 16 premiações, que também incluem o melhor Assessor de Imprensa, o Homenageado do Ano (normalmente um piloto consagrado no automobilismo), Executivo do Ano (Prêmio José Rosemilton Silva) e o Homenageado Locutor Automotivo do Ano (Prêmio Luciano do Valle). Os ganhadores serão anunciados na cerimônia de premiação que será realizada no dia 19 de novembro, às 19 horas, no maior clube independente de automóveis do mundo, o P Talk, no bairro de Indianópolis, em São Paulo.

 

“ É com muito orgulho que nós do P Talk Brasil recebemos em nosso espaço o Prêmio Abiauto 2025 e seus convidados, para a eleição dos melhores existentes no mercado brasileiro”, disse Mauricio Billy.

 

 

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Teste: Maverick tem bom motor, muito espaço e agilidade de um automóvel

É uma picape, mas tem dirigibilidade e conforto de um SUV. Essa é a Ford Maverick Lariat Black. Lançada em maio deste ano, a versão chega para atingir um consumidor que busca uma alternativa ´Fiat Toro, líder de vendas.

Com design muito agradável e moderno, a Maverick tem todos os detalhes escuros. A grade frontal com visual em forma de colmeia, se une aos faróis mais afilados e com um pouco de atenção, eles formam um “F” em referência à marca. Como todos os veículos oriundos do México, a picape de entrada da Ford, tem olhos-de-gato encrustados no para-choques.


Elegante, a traseira continua com linhas retas e com fácil acesso á caçamba, pois a picape, diferente das demais do segmento, não é muito alta. Como a maioria dos consumidores dessas picapes raramente usam a caçamba com cargas pesadas, é muito bom o seu uso. Para quem vai carregar motos, bicicletas ou jet-ski, é o modelo ideal. A capacidade de carga é de 943 litros de volume ou 618 kg. Outra coisa muito útil para as manobras, são as câmeras e os sensores de estacionamento.

A lateral com 5.096 mm de comprimento, é muito harmoniosa e é complementada com rodas de liga leve de 17″, também escurecidas. No retrovisores, câmeras que fazem parte do sistema de visão 360º integrado ao multimídia.

Boa de andar

Como já falamos acima, a dirigibilidade e versatilidade vai surpreender quem está acostumado ás picapes tradicionais. O rodar é muito macio e absorve muito bem as irregularidades do piso. Quando começa a se rodar, até se esquece que é uma picape. Isso se deve à suspensão multilink na traseira, que permite às rodas atuarem de maneira isolada e passam bem mais conforto para o interior.

O interior é muito bem acabado, confortável e muito espaçoso. Inclusive para os passageiros do banco traseiro, já que o modelo conta com um entre-eixos superiores a três metros. Isso é, tradicionalmente, uma característica dos modelos da marca norte-americana. Mesmo com muitos acabamentos em plástico, eles são de muito boa qualidade, bem montados e com tonalidades diferentes. É curioso, que nem nas portas tem nenhum acabamento em tecido ou couro. Mas de verdade: não faz falta. Outro conforto muito interessante da picape de entrada da Ford, é o excelente som B&O e o teto solar.

Com muitos porta-objetos, debaixo do banco existe um espaço que permite esconder coisas pessoais, como por exemplo, um mochila ou uma bolsa pequena.

Rodando

Já falamos da do conforto ao rodar, mas acelerando não é menos surpreendente. O motor muito competente é um 2,0 litros EcoBoost, que no passado equipou a última geração do Fusion e atualmente equipa o Bronco Sport, produz 253 cavalos de potência a 5.500 rpm e 38,7 kgfm de torque a 3.000 rpm. A transmissão automática é de oito velocidades.

Esse propulsor leva a picape pequena a acelerar de 0 a 100 km/h em 7,1 segundos e atingir a velocidade máxima de 180 km/h, que é limitada eletronicamente. Ou seja, mais uma vez, é desempenho de automóvel.
A Lariat Black não é tão econômica como a versão hibrida, mas não decepciona. Aliás, muito pelo contrário. O motor só aceita gasolina e fez na cidade 9 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada.

Preço
Ford Maverick Lariat Black R$ 219.990,00

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Coluna Histórias & Estórias – Por Chico Lelis

Cabides? A GM também fabricava

Certo dia, lá pelos anos 90, o proprietário das Casas Bahia, Samuel Klein, recebeu em sua sala um jovem empreendedor, diretor de Marketing da Fábrica de Cabides da General Motors. Intrigado, o empresário, que era um homem de visão, recebeu o rapaz.   Ele levava consigo uma amostra do produto que encantou o empresário, tal a sua qualidade.

Acertadas condições de compra, o negócio só “gorou” quando Samuel Klein disse ao garoto: quero 2 mil peças por mês e depois poderia dobrar esse pedido.

O jovem, cujo nome ninguém consegue se lembrar, assustou-se porque aquele volume não era atingido nem mesmo ao final da etapa de quatro meses de existência  da fábrica.

O que resultou desse encontro é que, segundo a lenda urbana, quando o jovem completou 18 anos, Samuel Klein o contratou para trabalhar na equipe de Marketing das Casas Bahia.

Ótima qualidade

Eu tenho muitos deles, que não sofreram o mínimo desgaste com os mais de 20 anos que uso. Nem mesmo um risco na sua pintura ou entortada por ter sido usado para pendurar uma peça, ou mais que uma pesada demais, como casacos de inverno, por exemplo.

Estou falando, ou melhor, escrevendo sobre os cabides que foram fabricados em São Caetano do Sul, na Avenida Goiás, 1805. Isso mesmo, na fábrica da GM, de onde saiam e ainda saem modelos Chevrolet ou seja, veículos. E não era só no ABC, mas também em todas as unidades da GM no Brasil, além de veículos e componentes, também saiam cabides da melhor qualidade.

Pois é, eram fábricas de cabides administradas e com mão de obra composta por jovens empreendedores. A empresa deles tinha presidente, diretor de marketing, diretor de produção, mais três diretores e 24 que trabalhavam na produção dos cabides. Todos eles eram eleitos pelos 30 integrantes do “time”.

Foram Muitas as “empresas” que a garotada montou dentro da GM. Os nomes, na maioria delas varia do produto, como Cabidão, Cabitudo, Cabimais e assim por diante.

A fábrica funcionava por quatro meses, com início em agosto. Os integrantes iniciavam o trabalho, vendendo mini ações e assim ter fundos suficientes para comprar o material destinado à produção dos cabides, que eram fabricados em alumínio e depois pintados de preto na sessão de pintura da GM.

Foram várias as ​ “empresas​” e segundo Graça Martins, que coordenou as turmas, todas elas deram lucro, que era dividido entre os que compraram a​s ações​ (em geral parentes dos jovens) e doação a uma entidade escolhida pelos integrantes. Uma verba era separada para uma noite de pizza para ​d​o grupo.

B​ob Stone implantou

O então presidente da GM no Brasil, Robert (Bob,​ como  o chamávamos) Stone participou desse programa, nos Estados Unidos quando jovem. Aqui no Brasil, conforme contou Pedro Luis Dias, ex-diretor de Relações Públicas da GM, ele soube da existência, aqui no programa da Junior Achievemente Brasil – JA Brasil (https://jabrasil.org.br/), por  intermédio da American Chamber. Em parceria com o IGM (Instituto General Motors), a opção foi estruturar uma fábrica de cabides, que com apoio da Manufatura, virou referência.

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Por R$238 mil, Ram Rampage ganha versão de entrada com novo motor

Para quem sonha ter uma das melhores picapes do mercado, a Ram anunciou o lançamento da versão Big Horn da Rampage. O modelo de entrada chega custando R$ 237.990 e equipada exclusivamente com o motor 2,2 turbodiesel com 200 cavalos e 450 Nm de torque.

Externamente, a Rampage Big Horn se diferencia das demais versões pela grade exclusiva, com bordas cromadas e aletas preto brilhante, que destacam o logo Ram cromado na parte superior da mesma, além das rodas de liga leve de 17″, com pneus 235/65. Os cromados também estão presentes nas molduras das janelas, nos espelhos retrovisores e no para-choque traseiro, equipado com sensores de estacionamento que trabalham em conjunto com a câmera de ré de alta definição.

O sistema de iluminação é full LED, incluindo os faróis de neblina, que contam com a função cornering para uma iluminação mais precisa em curvas. A caçamba de 980 litros oferece revestimento interno, iluminação interna de LED e capota marítima como item de série. A tampa traseira, com trava elétrica e amortecimento, pode ser aberta remotamente através da chave presencial.

Internamente, a nova versão possui quadro de instrumentos digital de 10,3 polegadas e a central multimídia com tela de 12,3 polegadas é sensível ao toque e compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de possuir sistema de navegação embarcado e permitir conexão simultânea para até dois smartphones. Durante a utilização dos recursos de conectividade é possível carregar a bateria do smartphone através do carregador por indução refrigerado ou em uma das seis portas USB espalhadas pela cabine, sendo três do tipo C para carregamento rápido.

 

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Coluna Fernando Calmon — Desvalorização de elétricos usados impactam as vendas

Coluna Fernando Calmon nº 1.319 — 17/9/2024

Desvalorização de elétricos usados impactam
no crescimento de vendas

 

O comportamento do mercado quando uma nova tecnologia começa a se desenvolver, costuma enfrentar percalços que não podem ser previstos com facilidade em sua duração e alcance. Isso se repete agora no Brasil em relação aos carros 100% elétricos na comercialização de modelos usados. Comprar por impulso levou uma primeira leva de clientes a ter frustrações com a recarga de baterias em estradas e colocar o carro à venda sem encontrar interessados. O resultado foi uma forte desvalorização no preço de mercado.

Uma segunda onda ocorreu com a chegada dos elétricos chineses. Seus preços bem abaixo do mercado levaram a uma previsível e súbita desvalorização de veículos usados de todas as marcas. Para contornar a elevação do imposto de importação houve antecipação de importação e altos estoques destes veículos. Uma “invasão” de marcas chinesas com preços baixos levaram à atual onda de supertaxação tanto nos EUA quanto na Europa.

Em recente reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o presidente do portal Webmotors, Eduardo Jucevic, informou que a desvalorização média ao longo deste ano de modelos elétricos atingiu 12% contra 2,2% de carros convencionais. E acrescentou que o tempo médio para venda é 26% maior em relação a modelos híbridos ou com motores só a combustão.

Também na Europa e nos EUA os compradores resolveram esperar os preços dos elétricos recuarem e isso também levou à demanda em baixa. Por fim, o interesse redobrou por outras soluções com a consequente mudança de rumo de vários fabricantes em direção a híbridos e híbridos plugáveis. Estes últimos atraem quem deseja viajar sem se preocupar com postos de recarga.

Porsche 911 Turbo: meio século de existência

Motor de combustão interna, ciclo Otto, superalimentado por turbocompressor não foi primazia da Porsche. Em 1962 o Chevrolet Corvair (não confundir com Corvette) apareceu com esta novidade, já utilizada bem antes em motores de ciclo Diesel. Era uma unidade motriz de seis cilindros horizontais, opostos três a três, arrefecida a ar, 2,4 litros e apenas 151 cv. No entanto, a iniciativa não deu certo. A GM insistiu e lançou o Oldsmobile Toronado, em 1966, com um V-8 turbo, logo abandonado. Também houve tentativa da BMW, em 1973, no sedã 2002 Turbo e retirado de linha dois anos depois.

Coube ao 911 em 1974, no Salão de Paris, insistir na solução. A Porsche costuma afirmar que foi o primeiro motor turbo em automóveis de rua que deu certo. Inspiração veio dos monstruosos (no bom sentido) modelos de competição 917/10 e 917/30 do início dos anos 1970. As versões mais potentes, de 12 cilindros horizontais opostos seis a seis e também arrefecidos a ar, entregavam inacreditáveis 1.085 cv para corridas curtas da Série Can-Am, disputadas no Canadá e EUA, entre 1966 e 1974.

O primeiro modelo batizado apenas de Porsche Turbo (930, no jargão interno) tinha um seis-cilindros horizontais opostos três a três, arrefecidos a ar, 3-litros, 260 cv, 35 kgf·m, arrancava de 0 a 100 km/h em espantosos (para a época) 5,2 s e velocidade máxima de 250 km/h.

Passou meio século de sua estreia e a maioria dos motores de ciclo Otto atuais utilizam a mesma solução Turbo, até em modelos de entrada de baixo preço. Só que o 911 Turbo continua a impressionar como poucos modelos superesportes no mundo, já com arrefecimento a líquido, desde 1996. O motor atual biturbo, também seis-cilindros horizontais, 3,7 litros, 650 cv e 81,6 kgf·m, acelera de 0 a 100 km/h em estonteantes 2,7 s e velocidade máxima de 330 km/h.

Preços competitivos para o Peugeot 208 2025

Reestilização para o ano modelo 2025 do hatch 208 marcou também o fim de linha para o motor EC5 de 1,6 L de aspiração natural da própria Peugeot. Não havia mesmo porque mantê-lo em razão das novas exigências de emissões e consumo, tendo à mão as unidades mais modernas da Fiat e tudo sob o mesmo chapéu da Stellantis. Os motores de 1 litro são de aspiração natural ou turbo, sem alteração de potência e torque, em relação aos aplicados nos Fiat.

O compacto francês, produzido apenas em El Palomar, Argentina, recebeu modesta atualização visual concentrada na parte dianteira: luzes DRL de LED em forma de “garra de leão” (antes eram “dentes de sabre”), mudanças sutis na grade e para-choque e o novo logotipo da marca que estreou no 2008. A versão básica com câmbio manual Fiat de cinco marchas parte de um preço competitivo de R$ 76.999 e não recebeu essas mudanças. Porém ficou R$ 15.000 mais em conta que o modelo 2024, igualando-se ao valor do C3 básico, fabricado no Brasil, embora este tenha apenas dois airbags e o 208, quatro.

Atrás as modificações são ainda mais sutis. As lanternas agora têm elementos horizontais, o que dá (apenas) sensação de maior largura, que permanece igual. No interior mudou somente a interface da central multimídia de 10 pol.

Entre as outras três versões volta a GT, idêntico mecanicamente à versão Allure, e os preços vão de R$ 88.999 a R$ 114.990.

Pirelli e Bosch integram pneus aos sistemas de segurança

Pela primeira vez um fabricante de pneus e de autopeças juntam-se para ampliar sinergias e desenvolver recursos eletrônicos de segurança ativa para automóveis. O objetivo é integrar sensores internos nos pneus desenvolvidos pela Pirelli aos dispositivos da Bosch. Estes, atualmente, já monitoram pressão dos pneus dentro de um escopo mais amplo que a empresa alemã chama de Sistemas Microeletromecânicos ou MEMS, na sigla em inglês

O objetivo é coletar, processar e transmitir outros dados sobre pneus em tempo real, não limitados somente à pressão interna. Para fornecer parâmetros ao sistema de controle eletrônico do veículo, utiliza-se o BLE (sigla em inglês para Baixa Energia via Bluetooth) já desenvolvido pela Bosch.

Por sua vez, a Pirelli já aplicou seus sensores internos de pneus em atuação conjunta com a fabricante de hipercarros Pagani, do argentino naturalizado italiano Horácio Pagani. Este fundou a empresa em 1992 na cidade italiana de Modena, a mesma onde são fabricados os Ferrari. O modelo escolhido foi roadster Utopia, de 860 cv e velocidade máxima de 380 km/h!

Spin tem visual melhorado, mas ainda falta potência

Praticamente o único monovolume que resistiu ao avanço do SUVs no mercado, o Spin apresenta agora um estilo mais atual e de acordo com o restante da linha Chevrolet. Capô alto, faróis divididos em dois níveis, grade em três seções, novas rodas de 16 pol. com pneus 205/60 e lanternas traseiras redesenhadas tornaram seu estilo mais atual desde seu lançamento em 2012.

A fim de se aproximar do figurino SUV recebeu arcos plásticos nas caixas de rodas e rack de teto, além de vão livre do solo elevado em 16 mm. Dimensões externas: comprimento, 4.420 mm; entre-eixos, 2.620 mm; largura, 1.768 mm e altura, 1.699 mm. A fabricante também teve o cuidado de alargar as bitolas dianteira (1.503 mm) e traseira (1.509 mm) para compensar a altura de rodagem que alterou o centro de gravidade e assim manter o equilíbrio do carro. Os aumentos de bitolas foram pelas rodas em vez de alterações na suspensão. Porta-malas destaca-se com 553 L e mesmo na versão de sete lugares ainda há 162 L.

Novo Spin Premier

Mudanças maiores foram no interior, que incluíram novo quadro de instrumentos digital, tela multimídia de 8 pol., acabamento geral melhorado e novos porta-objetos nas laterais de portas. Há saídas de ar-condicionado para o banco traseiro, onde três adultos têm bom espaço nas três dimensões e ainda contam com regulagem longitudinal. Também houve atualização nos itens de segurança ativa: frenagem autônoma de emergência, o sempre útil indicador de distância do carro da frente, câmera de ré e os alertas de colisão, ponto cego e de saída de faixa. São seis airbags. Para o celular há carregador por indução.

Alguns senões sobre ergonomia interna: posição de regulagem dos espelhos na coluna dianteira, botão de volume da multimídia, volante sem regulagem de distância e botões de destravamento das portas mal posicionados no console.

O motor 1,8 L flex de aspiração natural continua com 111 (E)/106 (G) cv e 17,7 (E)/16,8 (G) kgf·m, porém a fábrica indica diminuição de consumo de até 11%. A massa em ordem de marcha 1.292 kg limita o desempenho do Spin, especialmente em ultrapassagens na estrada, e mesmo no uso urbano ainda falta fôlego ao ser exigido.

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Em nosso comparativo, Citroën C3 Aircross vence a Chevrolet Spin

Aos longo de muitos anos, a Chevrolet Spin não tinha concorrentes na sua faixa de preço e demorou para a General Motors do Brasil fazer uma atualização do modelo.  A Spin ficou mais moderna e com mais equipamentos e as alterações mais significativas foram no interior e na frente. Porém, essas alterações chegaram após o modelo da Chevrolet ganhar um concorrente bem mais moderno e com melhor motorização. O Citroën C3 Aircross, também com sete lugares, desembarcou no mercado nacional, mais barato, motor turbo e com design mais agradável.

Fizemos o comparativo entre os dois modelos, que estão na faixa dos 150 mil reais. A Chevrolet Spin Premier custa R$ 145 mil e o Citroën C3 Aircross Shine 7 R$ 137 mil.

Família

Ambos os modelos têm o objetivo de acomodar famílias grandes e que precisam de espaço interno e porta-malas. Isso sem ter que desembolsar “muito”. O espaço interno, quase sempre, é determinado pela distância do entre-eixos. Aqui o modelo francês leva vantagem em cima da concorrente. A Spin, que ainda utiliza a plataforma do sedã Colbalt, tem 2,62 m, contra 2,67 do Aircross.

Na largura também a C3 Aircross leva vantagem: 1,79 m contra 1,76 m. Para os ocupantes dos bancos dianteiros, ambas oferecem um bom espaço e os bancos são confortáveis. Mas a Spin tem um vantagem no banco intermediário, já que o mesmo pode se deslocar para a frente ou para trás, aumentando o espaço para as pernas. Porém, se deslocado para trás, não pode levar ninguém na terceira fileira. E para entrar nos bancos da última fileira, o banco do meio precisa estar todo para a frente. No Aircross, também não é nada fácil o acesso, mas necessita menos “ginástica”. Em ambos os modelos, os dois bancos da terceira fileira são para um pequeno trajeto e para crianças.

Agora, se nos dois modelos as três fileiras estiverem na posição de uso, a minivan da Citroën leva vantagem. Uma coisa que assusta é a proximidade dos últimos bancos com a tampa traseira. E por falar em última fileira e tampa, o porta-malas, tão importante para quem vai escolher uma minivan, é maior na Spin. Com a terceira fileira no lugar, a Spin tem 162 litros de espaço, contra 42 da Aircross. E sem a terceira fileira, novamente a Spin tem uma pequena vantagem: 553 litros contra 493 litros. Mas um detalhe faz grande diferença na Citroën C3 Aircross. Os bancos podem ser removidos e recolhidos em uma bolsa especial.

Conforto

Em ambas, o acabamento não foi a maior atenção das fabricantes. Na Citroën C3 Aircross, até por ser mais moderna, alguns detalhes mereciam um estudo mais profundo. Os controles dos vidros elétricos traseiros estão no console central entre os bancos dianteiros, para serem utilizados pelos passageiros da frente e do banco intermediário.

Mas muito mal colocados, pois os passageiros têm que quase sair do banco para os acionar e os dos bancos dianteiros precisam “jogar” o braço para trás e ficar adivinhando onde eles estão. A mesma coisa com os botões dos ajustes dos espelhos retrovisores, travamento dos vidros traseiros e das portas e controle de velocidade, instalados à esquerda, encobertos pelo volante. Os demais controles, tanto os do volante como os do meio, são de fácil acesso.

A quantidade de espaços e porta-trecos é muito mais generosa no Aircross. Em ambos, muito plástico e bancos confortáveis.
Uma vantagem da Spin é dispor de seis airbags, contra quatro do Aircross.

Conectividade

Em ambos os modelos, a conectividade é bem interessante e aceita o uso do Android Auto ou Apple Car Play. A telas em ambas são grandes, na Spin mais retangular e C3 Aircross mais horizontal.

A Spin tem carregador sem necessidade de fio, mas o espelhamento das duas não precisa do cabo. Os painéis de instrumentos em ambas são digitais, mas no Aircross é de mais fácil utilização.

Motorização

Neste importante item, a Citroën C3 Aircross leva uma grande vantagem. O motor mais moderno do Aircross é de 1 litro turbo, que entrega 130 cavalos com etanol e 125 com gasolina. O torque é de 20,4 kgfm com qualquer dos combustíveis. Já na Spin, o motor apesar de ter sido atualizado, ainda é o velho motor muito utilizado na linha Chevrolet, um 1,8 litro que oferece ao motorista 106 cavalos com gasolina e 111 com etanol. E o torque é de 16,8 com gasolina e 17,7 kgfm com etanol.
A grande diferença é ressaltada no desempenho. De 0 a 100 quilômetros por hora,  o Citroën precisou de 10,2 segundos e a Spin 14,1 segundos. Quase quatro segundos a mais. Isso numa ultrapassagem ou carregado faz muita diferença.

Mais uma vez, na transmissão, o Aircross leva vantagem. Apesar de ter um câmbio verdadeiramente automático de seis velocidades, e o C3 um CVT que simula sete velocidades, o do Citroën é mais ágil.

No consumo houve quase um empate. Com gasolina, o C3 Aircross fez 10,6 quilômetros por litro no perímetro urbano contra 10,2 km/l da Spin. Já na estrada, a Spin fez 15,5 km/l, contra 14,6. Com etanol, na estrada, a Aircross fez 12,7 quilômetros por litro, contra 12,6 da Spin, e na cidade, com o mesmo combustível, 8,8 quilômetros por litro na Spin e no Aircross, 8,7 km/l. Ou seja, estão no que se esperava.

Nos dois modelos as rodas são de liga-leve, sendo na Spin de 16 polegadas e de 17 no concorrente. Isso deixa o modelo da marca francesa mais elevado e com maior facilidade de superar obstáculos e na utilização nas estradas de terra ou esburacadas.

Comparativo

Lógico que é muito pessoal a escolha. Porém, o Citroën C3 Aircross, até por ser mais moderno, ter mais espaço, ser mais barato e ter um motor mais moderno, leva uma pequena vantagem sobre a Chevrolet Spin.  Ambos são boas opções para famílias que necessitam de espaço e a eventual utilização de sete assentos.

Preço
Chevrolet Spin Premier 1,8 AT 7 lugares – R$ 144.990,00
Citroën C3 Aircross Shine CVT 7 lugares – R$ 136.590,00

Em nosso comparativo, Citroën C3 Aircross vence a Chevrolet Spin Read More »

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