Saúde e Bem-Estar

Saúde de Campinas passa a oferecer teleconsultas pelo SUS

Fase inicial do programa prevê 100 atendimentos digitais por semana em 16 centros de saúde da cidade

O prefeito de Campinas, Dário Saadi, durante entrevista sobre o Saúde Digital (crédito: Carlos Bassan / PMC)

Uma boa notícia para os moradores de Campinas: a Secretaria Municipal de Saúde lançou oficialmente nesta quinta-feira, 25 de maio, o projeto Saúde Digital – SUS Campinas, por meio do qual será possível fazer teleconsultas (consultas à distância pelo celular ou computador) com médicos que atuam na rede pública.

Em sua fase inicial, o programa oferece 100 teleconsultas por semana em 16 centros de saúde: Barão Geraldo, Joaquim Egídio, DIC 3, Aeroporto, 31 de Março, Carlos Gomes, Rossin, Bassoli, Aurélia, San Diego, São Marcos, Boa Vista, Costa e Silva, Nova América, Capivari e Centro.  A partir do segundo semestre, de acordo com a administração, o número semanal de consultas será ampliado para 400 e o serviço será oferecido em todos os centros de saúde de Campinas.

“A adoção da Saúde Digital é uma opção da nossa gestão para oferecer mais uma ferramenta de acesso à saúde pública. Além disso, ao fazer essas consultas, desafogamos os prontos-socorros e unidades de pronto atendimento”, disse o prefeito Dário Saadi durante o evento de lançamento da ferramenta. Ele ressaltou que o atendimento presencial não será substituído pelo digital. “Trabalhamos com ampliação de jornada, horas extras e profissionais credenciados para este tipo de consulta”, explicou.

Na fase atual, o paciente com queixa que não tem consulta agendada passa pela triagem do centro de saúde onde procurar atendimento. Se for o caso de consulta médica, a enfermeira vai oferecer o serviço de teleconsulta. Se a pessoa aceitar, ela receberá um comprovante com o horário do atendimento on-line por whatsApp ou SMS.

Um pouco antes do horário, um link será enviado para o celular do paciente. Daí, basta clicar e entrar na sala virtual do médico. Esse acesso pode ser feito do lugar que o paciente desejar. Se a pessoa não tiver equipamento para o procedimento virtual, poderá acessar o profissional por meio de um computador do centro de saúde.

O médico que fará o atendimento a distância fica instalado no Hospital Municipal Dr. Mário Gatti. No final da consulta, haverá a possibilidade de avaliação e o envio de material educativo. Neste mês, por exemplo, está sendo divulgado o Maio Amarelo.

Ampliação

Até o final deste ano, os pacientes poderão agendar as teleconsultas pelo site da Prefeitura, pelo aplicativo que está sendo desenvolvido ou pelo telefone 160.

O secretário de Saúde de Campinas, Lair Zambon, afirmou que a nova plataforma contempla muitas demandas da área da Saúde. “Vamos conseguir diminuir a desigualdade de acesso à Saúde”, disse. Ele ressaltou que a implantação é contínua e que mudará de acordo com os avanços da tecnologia.

“A ideia inicial é agilizar o atendimento e diminuir o fluxo de pessoas nos serviços de urgência e emergência. Calculamos que 20% dos atendimentos feitos em prontos-socorros e unidades de pronto atendimento poderiam ser resolvidos nos centros de saúde”, comentou o presidente da Rede Mário Gatti de Urgência e Emergência.

Interconsultas

Outro recurso que faz parte desta primeira fase é a interconsulta, que permite que o médico generalista dos centros de saúde se comunique com especialistas das policlínicas da Rede Municipal de Saúde para tirar dúvidas. Por enquanto, a modalidade só está sendo realizada com as especialidades de cardiologia e endocrinologia.

Funciona assim: se um médico da Atenção Básica atender um paciente cardíaco e quiser uma segunda opinião sobre o encaminhamento que será dado, pode acessar a plataforma (por enquanto disponível apenas para este serviço) e deixar uma mensagem para o especialista. Esse retorno pode, por exemplo, evitar que o paciente precise ser encaminhado à policlínica e, dessa forma, ter seu caso resolvido mais rapidamente, sem precisar de uma nova consulta.

 

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Boldrini promove curso de capacitação de voluntários

Atividades gratuitas serão desenvolvidas nos dias 20 e 27 de maio para habilitar candidatos a atuarem entre 13 áreas do hospital que é referência nacional no tratamento de câncer infantil

O Centro Infantil Boldrini, referência no tratamento de câncer pediátrico e doenças do sangue, realiza nos dias 20 e 27 de maio o curso de capacitação de voluntários para trabalho no hospital. O candidato pode escolher a área em que deseja atuar entre os 13 setores da instituição.

Villa Boldrini, Terapias Complementares, Secretaria da Diretoria, Recreação e Artes, Oficina de Capacitação, Ludoteca, Internação, Estação Boldrini, Capelania, Artesanato e Costura, Acompanhamento Escolar, Acolhimento e Força Jovem são as áreas em que os voluntários atuam.

Para ser um voluntário, é obrigatório ter comprovante de três doses de vacina contra covid-19, usar máscara dentro do ambiente hospitalar, comparecer aos dois dias de atividades e ter mais de 14 anos.

As atividades serão desenvolvidas pela Diretoria do Voluntariado, das 9h às 13h, no auditório do hospital, na Rua Gabriel Porto, 1.270, na Cidade Universitária, no distrito de Barão Geraldo, em Campinas.

No primeiro dia (20), o candidato deverá apresentar preenchido o questionário disponível no site do Boldrini em que vai responder às questões sobre seus conceitos de voluntariado e expectativas sobre o trabalho dentro do hospital.

No dia 27, o candidato terá de preencher o cadastro. Para isso, deverá apresentar uma foto 3×4 e cópia de documento de identidade (RG), atualizados, com até 10 anos de validade.

Após os dois dias de capacitação, os candidatos receberão formação específica durante as primeiras semanas de atividades no setor escolhido, além de aprenderem sobre as normas internas do voluntariado e do hospital. Cumpridas essas etapas, estarão habilitados para iniciar o trabalho.

Informações sobre todas as áreas do voluntariado e o questionário que deverá ser entregue preenchido estão no portal do Boldrini. Basta acessar https://www.boldrini.org.br/voluntariado. Qualquer dúvida pode ser tirada pelo email voluntboldrini@gmail.com

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Problemas na saúde de motoristas causam 470 sinistros por dia nas rodovias

A conclusão é da Abramet – Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, que durante o Maio Amarelo 2023 chama a atenção dos condutores e autoridades para a importância da prevenção à saúde para a redução de acidentes nas vias e rodovias brasileiras.

Com base na catalogação de dados coletados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), os médicos do tráfego reuniram os acidentes em categorias mais recorrentes, entre elas a falta de atenção, ingestão de álcool e substâncias psicoativas, sonolência do condutor e o mal súbito.

Para o presidente da Abramet, Antonio Meira Júnior, as condições de saúde dos condutores são extremamente relevantes para a segurança do trânsito.

“Observamos que um terço dos mortos e feridos nas rodovias monitoradas pela PRF podem ter sido acometidos por problemas como déficit de atenção (permanente ou circunstancial), deficiências visuais, distúrbios de sono e comprometimento motor ou de raciocínio” pontua.

Para ele, a saúde do condutor é um aspecto que deve ser considerado no âmbito de ações e políticas públicas destinadas à redução dos indicadores e reforça o estímulo à realização periódica do Exame de Aptidão Física e Mental pelo motorista, mecanismo considerado decisivo para a redução da mortalidade no trânsito.

Para além do Maio Amarelo, lembra o presidente da Abramet, é preciso investir em campanhas permanentes de conscientização e fiscalização.

Saúde

A falta de reação, resposta tardia ou ineficiente ao volante, à propósito, foram as principais causas de mortes e ferimentos, segundo o levantamento.

Mais de 50,2 mil pessoas ficaram feridas e outras 5 mil morreram em cerca de 119 mil sinistros ocorridos em 2022 por falta de resposta imediata às circunstâncias que comprometeram a direção.

“Diversos fatores podem comprometer o tempo de reação, julgamento, visão e dificuldades no processo da informação e memória de curto prazo do condutor”, alerta o diretor científico da Abramet, Flavio Adura.

Através de orientações e aconselhamentos, explica Adura, o médico do tráfego pode auxiliar na identificação de motoristas com risco de se envolverem em acidentes de trânsito e auxiliá-los a dirigir com segurança.

“É muito importante afastar da direção de um veículo condutores que possuem problemas de saúde que interfiram na direção veicular segura”, acrescentou.

A ingestão de bebida alcoólica é a terceira causa mais frequente, no que diz respeito à saúde de quem conduz. Foram mais de 28,6 mil sinistros nas rodovias, só no ano passado, que deixaram um saldo de 10,8 mil feridos e pelo menos 1,2 mil mortos.

“Sabe-se que o álcool compromete o reflexo dos motoristas. Se fosse apenas isso, já não seria pouco, mas também reduz a capacidade de percepção da velocidade e dos obstáculos, reduz a habilidade de controlar o veículo, diminui a visão periférica, prejudica a capacidade de dividir a atenção e aumenta o tempo de reação”, alerta Flavio Adura.

Outra condição de saúde que mais aparece no levantamento é o sono. Este fator motivou, segundo a PRF, 961 mortes e deixou 7,5 mil feridos em 2022.

Em comparação com o ano anterior, o número de sinistro relacionados ao sono aumentou em 25%. Completam o trabalho, o chamado mal súbito — perda de consciência devida mais frequentemente a doenças cardiológicas (infarto, arritmias) e neurológicas (AVC, convulsões) –, com mais de 2 mil mortos e feridos.

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Cresce o número de doenças intestinais crônicas

Campanha Maio Roxo visa chamar a atenção da população para a conscientização e para o diagnóstico precoce das doenças inflamatórias intestinais

Crédito da foto: Freepik
Visando chamar a atenção da população para a conscientização e para o diagnóstico precoce das doenças inflamatórias intestinais, como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa, o mês de maio ganhou a cor roxa. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) já são mais de 5 milhões de pessoas com essas patologias.
De acordo com o clínico geral Valdir Russo, do hospital Santa Casa de Mauá, essas doenças são silenciosas e mesmo sendo crônicas, sem cura, possuem tratamentos eficazes que garantem a boa qualidade de vida do paciente. “As causas são desconhecidas, mas sabe-se que estão ligadas a uma pré-disposição genética e a fatores ambientais, dieta e tabagismo. E, por não se conhecer a causa exata, o diagnóstico precoce é muito importante”, alerta o especialista.
As doenças inflamatórias intestinais podem ser leves ou graves, evoluírem para o desenvolvimento de câncer de intestino e até levar à morte. Na doença de Crohn há a inflação intestinal crônica e o comprometimento de todo o sistema digestivo, da boca ao ânus, além do intestino delgado e o cólon.
Entre os sintomas está a fraqueza, que ocorre em razão da dificuldade na absorção de nutrientes; dores abdominais, diarreia, perda de peso e febre. Nos casos mais graves são comuns as aftas, inflamação nos olhos, lesões na pele, pedras nos rins e na vesícula.
“Assim que o paciente notar algum dos sintomas, é preciso procurar atendimento médico, pois não há um exame específico para o diagnóstico, o qual se baseará em histórico clínico, exames físicos, de sangue e de imagem, incluindo a endoscopia digestiva e a colonoscopia.
Os sintomas da retocolite ulcerativa são parecidos com os da doença de Crohn e o diagnóstico ocorre da mesma forma. A doença ainda apresenta inflamação do cólon, diarreias frequentes com sangue e muco nas fezes. Nos casos mais avançados podem surgir anemia, fraqueza e febre.
Ambas as doenças acometem homens e mulheres e são mais comuns em adolescentes e adultos jovens, de 15 a 40 anos. O tratamento varia conforme cada caso e envolve  controle do processo inflamatório e dos sintomas, com medicação e dietas à base de vegetais cozidos, carnes magras, frutas sem casca e cereais sem glúten – tais alimentos por terem digestão mais fácil aliviam a inflamação do intestino. No entanto, é aconselhável evitar alimentos gordurosos, com lactose, açúcar refinado, doces, bolos e leguminosas.
“Um dos grandes vilões para essas patologias é o tabagismo e, inclusive, estudos apontam que fumar é um risco para o seu desenvolvimento e agravamento dos sintomas”, explica o clínico geral Valdir Russo.

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A alimentação saudável e sua importância para a longevidade

Médicos orientam sobre o papel de determinados alimentos para ao público 60+, que atualmente representa cerca de 15% da população do Brasil

Crédito da foto: Freepik

Estimativas da ONU indicam que, nos padrões atuais, o Brasil terá cerca de 184,5 milhões de habitantes em 2100. Desse total, 73,3 milhões — 40% da população — terão mais de 60 anos. Hoje, o público 60+ representa 14,7% da população residente no Brasil, de acordo com dados de 2021. Em números absolutos, são 31,23 milhões de pessoas.

Uma alimentação equilibrada é importante em todas as fases da vida. Mas quando se fala no público 60+, alguns itens merecem destaque, já que podem auxiliar em problemas específicos que são mais característicos nessa fase da vida, ajudando inclusive na prevenção de doenças e como formas de manter o organismo em bom funcionamento.

“Cada vez mais temos trabalhos científicos de qualidade mostrando a importância do estilo de vida no processo de envelhecimento. Um estilo de vida saudável proporciona não somente a prevenção de diversas doenças comuns no envelhecimento, como doenças cardiovasculares, diabetes, demências e câncer, como também nos auxilia no controle adequado dessas condições quando elas acontecem. Isso pode significar mais independência e autonomia ao longo de toda a vida”, afirma Polianna Souza,  médica geriatra e cofundadora do canal Longidade.

A primeira recomendação é com relação aos alimentos ultraprocessados, ricos em gordura saturada, açúcar e sódio, frituras, embutidos, refrigerantes e doces, que devem ser evitados e consumidos com moderação, pois podem levar ao surgimento de doenças cardiovasculares, diabetes e hipertensão.

Um dos principais nutrientes que deve fazer parte da alimentação dos idosos é o cálcio, pois ajuda na prevenção da osteoporose e de outras doenças ósseas. Alimentos como queijo, iogurte, leite e folhas verdes escuras são boas opções que servem como fontes de cálcio. As fibras também são importantes, auxiliando a manter o bom funcionamento do intestino e a evitar problemas como a constipação. Elas estão presentes em frutas, legumes e verduras, além dos cereais integrais.

“O cálcio é um mineral essencial para a saúde dos ossos. Ele desempenha um papel fundamental na manutenção da estrutura e força óssea, assim como na regulação de outras funções do organismo, incluindo a contração muscular, a coagulação sanguínea e a transmissão nervosa. Quando a ingestão de cálcio é inadequada, o organismo retira o cálcio dos ossos para manter as funções corporais normais. Com o tempo, isso pode levar à perda óssea e ao enfraquecimento dos ossos, aumentando o risco de osteoporose e fraturas, além de sintomas como cãibras musculares, fadiga, insônia e irritabilidade”, explica Sérgio R. Costa, médico ortopedista especialista pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT e cofundador do canal Longidade.

Ele ainda complementa afirmando que a quantidade recomendada de cálcio varia de acordo com a idade e o sexo. Para adultos com menos de 50 anos, a ingestão diária recomendada é de 1.000 mg por dia. Já para adultos acima de 50 anos, a recomendação é de 1.200 mg por dia. E é importante notar que a absorção de cálcio é afetada por outros fatores, como vitamina D e atividade física.

As proteínas também são importantes por ajudarem a manter a massa muscular e prevenir a sarcopenia, ou seja, a redução gradual da massa muscular que ocorre com o avanço da idade. Outro nutriente que deve estar em dia é a vitamina D, pois ela auxilia na absorção do cálcio, o que mantém os ossos fortes.

A principal fonte de vitamina D são os alimentos: os ovos e os peixes mais gordurosos, como sardinha e salmão. Porém, o sol é necessário para que a vitamina D dos alimentos seja convertida. Contudo, após os 60 anos, há uma redução dessa capacidade de conversão pelos raios solares, por isso, muitas vezes é necessário fazer a reposição da vitamina D convertida.

Crédito da foto: Pixabay

“A partir dos 60 anos, temos uma maior tendência à perda de massa muscular, que diminui a autonomia, aumenta risco de infecção, piora prognóstico de doenças e aumenta complicações em cirurgias. Para reduzir essa perda, devemos consumir proteínas em todas as refeições principais, como, por exemplo, carnes, ovos, leite e derivados e grãos”, explica Andrea Pereira, médica nutróloga do hospital Albert Einstein e cofundadora do canal Longidade.

A atividade física também é forte aliada no ganho de massa muscular e deve fazer parte do dia a dia do público 60+. O pilates, por exemplo, traz benefícios relacionados ao alinhamento da postura, alongamento e fortalecimento muscular. A musculação e a caminhada também são boas opções, mas o importante é encontrar uma atividade que traga satisfação e bem-estar, lembrando que a recomendação é a prática de 30 minutos de atividade física diária para uma vida mais saudável e uma boa longevidade.

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Grupo de voluntárias do Boldrini realiza bazar beneficente para o Dia das Mães

Evento aberto ao público acontecerá no dia 9 de maio, no Clube Regatas, em Campinas, das 10h às 17h

Um grupo de costureiras e artesãs que fazem trabalho voluntário para o Centro Infantil Boldrini realiza no próximo dia 9 de maio, das 10h às 17h, no Clube Regatas, em Campinas, um bazar beneficente de Dia das Mães, com peças de cama, mesa e sacolas ecológicas confeccionadas por elas, para arrecadar verba para o hospital, que há 45 anos atua no cuidado a crianças e adolescentes com câncer e doenças do sangue.

A iniciativa é coordenada por Amália Monteiro, conhecida como Dona Nena, uma das voluntárias mais antigas do Boldrini, que integra o grupo de artesanato e costura desde a fundação do centro infantil, há 45 anos.

O bazar será realizado no espaço de eventos Red Hall do Regatas e será aberto a todos os interessados em participar dessa ação solidária e adquirir peças cujas vendas ajudarão a custear os gastos do hospital que é referência no tratamento do câncer pediátrico e doenças crônicas relacionadas ao sangue.

Serviço

Bazar Beneficente de Dia das Mães

Data: 9/5

Horário: Das 10h às 17h

Local: Red Hall Regatas – Avenida Cel. Silva Telles, 462 – Cambuí – Campinas

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Shopping recebe feira de adoção, microchipagem e vacinação de animais

Ação agendada para este final de semana, dias 6 e 7 de maio, no Parque D. Pedro, terá atendimento gratuito para moradores de Campinas

Crédito: Carlos Bassan

O Parque D. Pedro Shopping, em Campinas, recebe neste sábado e domingo, dias 6 e 7 de maio uma feira voltada para a adoção, vacinação e microchipagem gratuitas de animais.  O evento é fruto de uma parceria entre o Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal (DPBEA) da Prefeitura, o curso de Veterinária da PUC-Campinas e o centro comercial.

De acordo com o coordenador do curso de Veterinária da PUC-Campinas e servidor do DPBEA, Paulo Anselmo Nunes Felipe, cerca de 50 graduandos devem participar das atividades.

Os moradores de Campinas que comparecerem ao evento poderão, gratuitamente, microchipar seus animais e aplicar a vacina V8, que protege contra cinomose, parvovirose, leptospirose e hepatite infecciosa canina, entre outras doenças. A microchipagem e vacinação são ações voltadas exclusivamente para moradores de Campinas, que devem apresentar comprovante de endereço.

A feira será realizada na Praça BeGreen, na Entrada Árvores, das 15h às 20h. No local, funcionará também feira de adoção animal, brincadeiras, venda de produtos e doações para ONGs.

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Campinas começa a vacinar pessoas acima de 18 anos com bivalente

Imunizante contra a covid-19 é aplicado em quem já recebeu pelo menos duas doses das vacinas monovalentes, em todos os centros de saúde, sem necessidade de agendamento prévio

Crédito: Carlos Bassan

A partir desta quarta-feira, 26 de abril, a Secretaria de Saúde de Campinas vai aplicar a vacina bivalente contra a covid-19 em todas pessoas a partir de 18 anos que já tiverem recebido pelo menos duas doses das vacinas monovalentes e que tenham um intervalo mínimo de quatro meses da última dose recebida. O imunizante está disponível em todos os centros de saúde e não é necessário agendamento, mas é preciso levar documento com foto, CPF e carteira de vacinação (se tiver).

A coordenadora do Programa Municipal de Imunização, Chaúla Vizelli, ressalta a importância do reforço. “A bivalente aumenta a resposta protetora e eleva a efetividade da vacina, garantindo maior proteção à população”, afirma.

Quem ainda não completou o ciclo vacinal ou está com alguma dose em atraso deve procurar uma unidade de saúde para se vacinar, mesmo que não esteja no grupo prioritário, pois é importante manter o calendário vacinal contra a covid-19 atualizado com as doses monovalentes, que também estão disponíveis em todos os centros de saúde.

Balanço

Desde o início da campanha, em 27 de fevereiro, até 20 de abril, data do último balanço, Campinas aplicou 86.389 doses da vacina bivalente. Do total, 44%, ou seja, 66.941, foram destinadas aos maiores de 60 anos. A meta é atingir 90% de todas as faixas etárias.

As demais vacinas, 19.448, foram recebidas pelos demais grupos prioritários: imunossuprimidos e pessoas com comorbidades a partir de 12 anos, residentes e trabalhadores em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI), indígenas, populações ribeirinhas, quilombolas, gestantes, puérperas e profissionais de saúde.

Mais informações no https://vacina.campinas.sp.gov.br/vacinas/covid-19

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Maternidade de Campinas faz campanha por doação de leite humano e de frascos para armazenamento

Estoque registrou esta semana apenas 86 litros, enquanto o ideal seriam 200 litros; além da mobilização das doadoras, hospital pede a doação de kits, que custam R$ 28,20, contendo itens necessários para o acondicionamento no pós-doação

Crédito: Weverson Santos

O Hospital Maternidade de Campinas antecipa a comemoração do “Dia Mundial da Doação de Leite Humano”, em 19 de maio, com uma ampla campanha de orientação e chamamento das doadoras, considerando o baixo estoque que tem sido registrado no Banco de Leite da instituição. Enquanto o ideal seria manter estocados pelo menos 200 litros para o atendimento aos bebês internados na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e na UCI  (Unidade de Cuidados Especiais), a queda nas doações reduziu a quantidade de leite materno armazenado a 86 litros.

Dessa forma, a Maternidade pede às mães que contribuam com a doação do leite materno excedente a fim de garantir o alimento para os bebês internados. Para as mulheres que residem em Campinas, a coleta é feita quinzenalmente nas próprias residências. Informações sobre a coleta e forma de doação são fornecidas pelo telefone (19) 3306-6039.

Nascem por mês, em média, no Hospital Maternidade de Campinas, cerca de 750 bebês, dos quais 60% são atendidos pelos SUS (Sistema Único de Saúde). Embora a média seja de 25 nascimentos por dia, atualmente o hospital conta com apenas com 30 doadoras cadastradas. Anteriormente a média era de 50 mães.

“A coleta do leite é feita pelas próprias mães, em suas residências. Elas tanto podem entregar os frascos no Banco de Leite do Hospital Maternidade de Campinas ou aguardar a retirada quinzenal feita pela instituição em suas casas, para aquelas que residem em Campinas”, orienta Tereza Mathiazzi, coordenadora do Banco de Leite do Hospital Maternidade de Campinas. Cada litro doado pode alimentar até 10 recém-nascidos por dia. O leite materno é o único alimento completo para nutrir os bebês por, no mínimo, seis meses de vida de forma exclusiva, e até dois anos complementado com outros alimentos.

Para ser doadora é necessário que a mulher seja saudável, que esteja amamentando o próprio filho e que tenha uma produção excedente de leite após a mamada. O primeiro passo é fazer contato prévio pelo telefone (19) 3306-6039 para o cadastramento, agendar a realização da coleta de sangue receber as orientações e os materiais para a coleta e armazenamento do leite. A realização do exame de sangue é feita no ambulatório da Av. Francisco Glicério, nº 1.913, sendo necessária para a verificação de sorologias de Sífilis, Hepatites B e C, doença de Chagas, HTLV (Vírus Linfotrópico da Célula Humana) e HIV (Aids).

Kits de armazenamento

 Além da doação do leite pelas mães, este ano o Hospital iniciou a campanha “Doe Leite e Salve Vidas” para que a comunidade também ajude com a doação de “kits”, contendo itens necessários (frascos com tampas) para o acondicionamento do leite materno no Banco de Leite Humano do Hospital. Cada kit está orçado em R$ 28,20, mas as pessoas podem contribuir com qualquer valor via PIX, na chave CNPJ 46043980000100.

O kit é formado por um frasco graduado de 400 ml (R$ 14,00), um frasco graduado de 200 ml (R$ 12,00), uma tampa referência 74 (R$ 0,80 a unidade), uma tampa referência 63 (R$ 0,70 a unidade) e por uma tampa referência 58 (R$ 0,70 a unidade). A meta é conseguir, no mínimo 200 kits por meio das doações. Por ano, cerca de 900 bebês ocupam os leitos de UTI e UCI da Maternidade.

A coordenadora do Banco de Leite Humano esclarece que os frascos fracionados são os ideais para o armazenamento, pois, além de serem feitos em material apropriado para a pasteurização, a graduação permite que seja mantida a padronização de cada ciclo. Já as tampas plásticas são exigidas pelas normas técnicas que regem os bancos de leite porque não enferrujam e podem passar pelo processo de lavagem e esterilização.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) relata que, aumentar a amamentação ideal de acordo com as recomendações, poderia evitar mais de 823 mil mortes de crianças e 20 mil óbitos maternos a cada ano, no mundo. “O aleitamento materno é a forma mais natural e segura de alimentar a criança no início da vida. No leite materno são encontrados diversos componentes imunológicos, tornando esta prática essencial para alcançar o crescimento e o desenvolvimento infantil adequados, além de promover benefícios para a saúde física e psíquica da mãe e do bebê. A criança amamentada pela mãe apresenta menor incidência de infecções, menor tempo de hospitalização e menor ocorrência de reinternações”, explica a médica.

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Vacinação gratuita contra a gripe começa em Campinas

A partir desta segunda-feira, 10 de abril, todos os centros de saúde da cidade vão fazer a imunização, que neste ano não terá escalonamento dos grupos

A Campanha de Vacinação contra a Gripe começou nesta segunda-feira, 10 de abril, em todos os centros de saúde de Campinas. Neste ano não haverá escalonamento dos grupos. Portanto, todas as pessoas que têm indicação da vacina já podem receber a dose.

Poderão ser vacinados idosos a partir de 60 anos, crianças de seis meses a cinco anos, população indígena, pessoas com comorbidades, trabalhadores da saúde (inclusive os que atuam em cuidados domiciliares e aqueles que trabalham nos serviços, mas não prestam serviços diretos de assistência à saúde das pessoas, como, por exemplo, recepcionistas e seguranças), gestantes, puérperas, professores, quilombolas, profissionais das forças de segurança e salvamento, profissionais das Forças Armadas, pessoas com deficiência permanente e caminhoneiros. É preciso apresentar documento que comprove o trabalho nessas áreas.

Neste ano, a vacina protege contra as gripes A (H1N1 e H3N2) e B/Victoria. Para a imunização, é preciso apresentar documento com foto e a carteira de vacinação (se tiver).

“A vacinação contra influenza previne o surgimento de complicações da doença, reduzindo os sintomas nos grupos prioritários, ou seja, aqueles que têm mais riscos ou que estão mais expostos aos vírus”, afirmou a coordenadora do Programa de Imunização de Campinas, Chaúla Vizelli. Ela ressalta que a vacina pode ser administrada junto com outras vacinas do Calendário Estadual de Vacinação.

Bivalente

A partir desta segunda-feira, 10 de abril, a Secretaria de Saúde vai ampliar o público da vacina bivalente contra a covid-19. Com a medida, também serão vacinadas pessoas com comorbidades entre 12 e 59 anos, população privada de liberdade a partir de 18 anos, pessoas a partir de 12 anos com deficiência permanente, adolescentes cumprindo medidas socioeducativas e funcionários do sistema carcerário. A recomendação do Ministério da Saúde é que o imunizante seja aplicado em quem já recebeu pelo menos duas doses das vacinas monovalentes.

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