Motor

Tradicional pista de Tarumã desafia a técnica e a coragem dos pilotos

É como se a Stock Car Pro Series voltasse às suas origens. Aquela que se tornou a principal categoria do automobilismo na América do Sul regressa ao circuito onde sua história começou, em 22 de abril de 1979.

O Autódromo Internacional de Tarumã, em Viamão, na Grande Porto Alegre, receberá uma prova da Stock Car depois de quase seis anos. A pista é uma das mais tradicionais do esporte a motor brasileiro e, também, uma das mais desafiadoras pelas características técnicas únicas e pelas altas velocidades impostas ao longo de pouco mais de três quilômetros de extensão.

“Ser rápido em Tarumã não é para qualquer um”, define o tricampeão da Stock Car, Chico Serra. “Tarumã separa os homens dos meninos pelos riscos que envolvem uma volta na pista. É preciso habilidade, sim. Mas também muita coragem”, justifica o ex-piloto de Fórmula 1, em uma frase que era uma espécie de slogan de Tarumã nas décadas de 70, 80 e 90, e que expressa a opinião de Ingo Hoffmann e Paulão Gomes, outras lendas que foram uma espécie de “trindade” do automobilismo.

“Tarumã sempre foi uma pista muito desafiadora. Eu, particularmente, gosto demais de pilotar lá. É um dos meus traçados preferidos: simplesmente muito rápido. Ao mesmo tempo, as voltas são curtas. Então é tudo muito dinâmico. Lembro que as áreas de escape eram pequenas, o que a tornava ainda mais desafiadora em razão das suas curvas de alta velocidade. É um mix ao mesmo tempo tentador e perigoso”, detalha Serra.

Raiz

O piloto de Stock Car que mais venceu em Tarumã foi Ingo Hoffmann, que foi oito vezes primeiro colocado no icônico traçado gaúcho. “Tarumã é uma pista raiz, mesmo”, opina ele.

“É muito rápida, com média horária alta, não tem muitas áreas de escape – uma mistura que desafia qualquer a gente. E também intriga. Corri lá pela primeira vez em 1974. Quando chegava em Tarumã e via aquelas curvas 1 e 2, 8 e 9, levava algumas voltas para me adaptar. Era diferente das outras. Eu adorava correr lá”, recordou Ingo.

Dono de quatro vitórias em Tarumã, Paulão Gomes também enfatizou o fato de o circuito gaúcho ser um tanto traiçoeiro. “É uma pista com muitos macetes. Se o piloto achar que sabe tudo, pode se estrepar”, comenta o tetracampeão, rindo de forma marota, ao mesmo tempo em que sugere se tratar de um aviso aos incautos.

“Agora, a pista está bem melhor, mais segura do que nos anos 70 ou 80. Mas ainda assim quem pilota em Tarumã precisa ficar esperto”, alerta.

Paulão relembrou um momento marcante de sua carreira em Tarumã. “Eu gostava muito das curvas 1 e 2, as mais rápidas e desafiadoras do circuito. Lá, os carros vinham “pendurados”, como a gente definia quando vínhamos derrapando, no limite da aderência”, conta ele.

“Tenho dali a lembrança de uma ultrapassagem, de Stock Car, por fora, que é muito mais arriscado. Foi no estilo tudo ou nada. Ninguém gosta de ser ultrapassado por fora. Então não vou dizer em cima de quem foi. Mas te garanto que foi uma cena inesquecível”.

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Honda apresenta na Alemanha novo SUV 100% elétrico

A Honda revelou recentemente, na Alemanha, a sua nova aposta para o segmento de veículos elétricos: o e:Ny1. O modelo vai chegar ao mercado europeu em breve. O e:Ny1 (podia ter um nome mais fácil) é um SUV muito parecido com o HR-V.

Com tração dianteira, grande rigidez estrutural, o e:Ny1 é muito aerodinâmico.
A distância entre-eixos é grande, o que gera um excelente espaço interno.

O motor elétrico oferece 150 kW/204 cavalos de potência máxima e 310 Nm. A autonomia é de 412 quilômetros e é possível ter 80% da bateria carregada em 45 minutos.

O modelo elétrico já conta com a nova cor do “H” (Honda) que agora passa a ser branco.

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Veículo 100% elétrico feito de vegetais já está rodando na Europa

Criado por uma jovem start-up de Santa Pola, em Alicante, na Espanha, o pequeno Liux Geko tem a carroceria feita 100% de produtos naturais.

O quadriciclo 100% elétrico é moldado com um composto de resina biológica e fibras de linho. A arquitetura e resistência são semelhantes à fibra de vidro. O chassi é de alumínio e o modelo pronto pesa somente 550 quilos.

Com dois lugares e 2,7 metros de comprimento, o pequeno elétrico conta com baterias extraíveis, podendo ser substituídas em apenas alguns segundos por outras totalmente carregadas. A autonomia é de 150 quilômetros.

O preço é a partir de 8.000 euros (R$ 40 mil).

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Totalmente restaurada na própria fábrica, Ferrari 365 GTB/4 vai a leilão

Nos dias 22 e 26 de maio, a conceituada RM Sotheby’s, em Düsseldorf, na Alemanha, vai leiloar um exemplar raro de uma Ferrari 365 GTB/4.

Esse modelo, usado pela marca italiana para desenvolvimento do 365 GTB/4, foi fabricado entre 1968 e 1973, num total de 1.284 exemplares produzidos.

Apesar de nunca ter sido oficial, o 365 GTB era conhecido como Ferrari Daytona, muito em função de os EUA serem o seu principal mercado e a versão de competição ter conquistado os três primeiros lugares nas 24 horas de Daytona, em 1967.

O modelo, que será leiloado em uma cerimônia a portas fechadas, tem motor Colombo de 12 cilindros em “V”, 4,4 litros, seis carburadores duplos Weber 40 DCN/20 e 48 válvulas (quatro por cilindro).

Essa obra prima da engenharia produzia 352 cavalos a 7.500 rpm e 431Nm de torque máximo a 5.500 rpm. A transmissão é manual de 5 marchas.

Desenhado pelo estúdio da Pininfarina, o modelo foi vendido depois que acabaram as experimentações e passou por vários donos. Foi localizado em 2003 num estado lamentável. Após ser reformado pela própria Ferrari, recebeu o certificado da Ferrari Classiche e ficou em exposição no Museo Ferrari entre 2015 e 2016.

A expectativa é de que atinja um preço elevadíssimo.

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Peugeot promove vendas com preços especiais para o 208 e 2008

De hoje até ao dia 21 de maio, a Peugeot está oferecendo uma série de condições especiais para a compra de seus modelos novos.

O Peugeot 208 Like 23/23, com motor 1.0 Firefly e câmbio manual, sai a partir de R$ 69.990 com entrada e saldo em até 72 parcelas.

A marca oferece ainda taxa de juros 0% na compra em 24 parcelas para todas as outras versões do hatch e também para gama Peugeot 2008.

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Em três décadas Stock Car Series já formou cerca de 400 pilotos

Lewis Hamilton, Tony Kanaan e Cacá Bueno têm alguns pontos em comum. Os três são grandes nomes do automobilismo e têm nas suas prateleiras uma galeria de troféus e títulos conquistados.

Outro fato que une os pilotos é que todos foram formados em categorias de acesso antes de atingirem o sucesso nas suas respectivas carreiras.

Tentando chegar à F-1, Hamilton aprendeu sua arte enquanto conquistava o título da antiga GP2, atualmente chamada Fórmula 2, em 2006. Tony Kanaan foi campeão da Indy Lights em 1997, o que o ajudou a chegar à F-Indy.

No mesmo ano, Cacá Bueno ergueu o troféu de campeão da Stock B, chamada hoje de Stock Series, o que abriu o caminho para sua carreira na Stock Car Pro Series.
Completando 30 anos de existência em 2023, a Stock Series já formou cerca de 400 pilotos.

A categoria disputará no próximo domingo, em Tarumã, a segunda etapa da temporada. Em meio a um ano de comemoração, os jovens talentos têm outras boas razões para tentar o título.

Atualmente, além de formar pilotos em alto nível, a categoria também concede ao campeão o maior prêmio da história do automobilismo brasileiro: uma bolsa equivalente a R$ 2,5 milhões, equivalente ao custo de uma temporada completa na Stock Car Pro Series.

Talentos

Em todo o mundo, as divisões de acesso nasceram com o objetivo principal de oferecer espaço e lapidar novos talentos que visam chegar às categorias de ponta.

O último degrau antes da Stock Car é a Stock Series. Fundada em 1993, com 30 anos a Stock Series é a divisão de acesso mais longeva da história do automobilismo brasileiro.

Dos últimos 19 títulos colocados em jogo pela Stock principal, 13 foram conquistados por pilotos formados na Series.

Alguns dos centenas de pilotos formdos na Stock Series alcançaram enorme sucesso. Além do pentacampeão Cacá Bueno, a categoria formou nomes como o tricampeão Daniel Serra e os campeões Felipe Fraga, Marcos Gomes e Gabriel Casagrande.

A Series forjou ainda muitos outros vencedores para a Pro: Thiago Camilo (tricampeão da Corrida do Milhão), Guilherme Salas, Gaetano Di Mauro e Felipe Baptista estão entre eles. Veja abaixo marcos importantes registrados pela Stock Series para o automobilismo brasileiro.

Stock Series
Fundação: 1993
Carro de estreia: Chevrolet Omega (monobloco de fábrica)
Primeiros campeões: Carlos Col / Georges “Grego” Lemonias
Campeão 2022: Vitor Baptista
Custo por temporada: máximo de R$ 750 mil
Prêmio ao campeão: equivalente a R$ 2,5 milhões
Corridas em 2023:
 18
Alguns campeões na Stock principal: Cacá Bueno (2006, 2007, 2009, 2011, 2012), Daniel Serra (2017, 2018, 2019), Marcos Gomes (2015), Felipe Fraga (2016) e Gabriel Casagrande (2021)
Alguns destaques: Thiago Camilo (tricampeão da Corrida do Milhão), Felipe Baptista, Guilherme Salas, Gaetano Di Mauro – todos vencedores de corridas na Stock Pro
Pilotos formados: Mais de 400 (estimativa)

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Galvão Bueno volta a narrar as transmissões da Stock Car Pro Series

A Stock Car Pro Series confirmou hoje (16) um acordo de transmissão com o novo canal do narrador Galvão Bueno, para as suas etapas do biênio 2023/2024.

Disponível no Youtube, o Canal GB exibirá as corridas a partir da terceira etapa, marcada para o próximo dia 21 de maio, em Tarumã (RS). Com a novidade, a categoria amplia o leque de opções para os fãs, que agora contam com dez canais diferentes para acompanhar as corridas, com destaque para a transmissão para mais de 150 países e em todos os tipos de tela.

“Para mim, é um prazer imenso estar de volta”, disse Galvão Bueno. “Todos sabem da minha ligação com a Stock. Meus filhos Cacá e Popó se destacaram na categoria, ambos com resultados que me trouxeram muita alegria. Vi a Stock Car nascer, e um ano depois, eu e o já finado (ex-piloto) Reinaldo Campello a levamos para a televisão, para a rede Bandeirantes. Depois, no final dos anos 90, junto com Washington Bezerra (ex-chefe de equipe), levamos a Stock Car para a TV Globo.
Que bom que vai ser voltar à pista com a Stock Car”, comentou narrador.

A estreia do canal de Galvão Bueno, no dia 25 de março, em parceria com a Play9, foi um sucesso. A live registrou números expressivos de audiência: o alcance chegou a cinco milhões de usuários únicos e pico de 1,5 milhão de pessoas acompanhando a transmissão.

O canal bateu 10 milhões de views ao longo das três horas de live, e hoje está com mais de 740 mil inscritos.

“Galvão Bueno é uma referência inquestionável e mostra que a Stock Car realmente construiu um time de gigantes”, diz Fernando Julianelli, CEO da Vicar, promotora da categoria.

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Em quatro meses, indústria monta mais de meio milhão de motocicletas

As fabricantes de motocicletas instaladas no PIM (Polo Industrial de Manaus) produziram 513.879 unidades no primeiro quadrimestre de 2023.

De acordo com o levantamento da Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, essa é a primeira vez, desde 2014 (559.075 motocicletas), que a indústria supera a marca de meio milhão de unidades produzidas em quatro meses.

Ainda segundo a associação, o resultado é 16,8% superior ao registrado nos quatro primeiros meses de 2022 (439.817 unidades).

Em abril, foram produzidas 116.809 motocicletas. O volume é 23,4% inferior ao registrado em março (152.450 unidades). Esse recuo já era esperado devido ao menor número de dias úteis – 18 em abril e 23 no mês anterior.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve alta de 3,7% (112.678 motocicletas).

Ao avaliar os resultados alcançados pela indústria de motocicletas, o presidente da Abraciclo, Marcos Antonio Bento, afirma que “o ritmo atual das linhas de produção está dentro do planejado para atingirmos a estimativa de fabricar 1,55 milhão de unidades este ano. Com isso, vamos crescer aproximadamente 10% em relação a 2022”.

Bento destaca que o segmento deve continuar aquecido. “Temos diversos fatores que favorecem o mercado de motocicletas, como o menor custo de aquisição, a economia de combustível e a agilidade nos deslocamentos urbanos”, diz. “No entanto, estamos atentos aos fatores socioeconômicos, com a alta das taxas de juros, o acesso ao crédito e a diminuição do poder aquisitivo da população”, pondera.

Varejo

No acumulado do ano foram licenciadas 478.178 motocicletas, crescimento de 25,1% em relação ao mesmo período de 2022 (382.380 unidades). Assim como a produção, esse foi o melhor resultado em nove anos. Em 2014, os emplacamentos de motocicletas totalizaram 487.050 unidades.

“Em março, as fábricas tiveram produção plena, o que permitiu atender melhor à demanda por motocicletas. Dessa forma, gradativamente estamos atendendo ao consumidor e reduzindo eventuais filas de espera”, explica o presidente da Abraciclo.

Em abril, as vendas no varejo atingiram o melhor resultado em dez anos e somaram 120.969 unidades. Em 2013, foram vendidas 140.878 motocicletas.

O volume registrado no quarto mês deste ano, é 12,3% superior ao registrado em abril de 2022 (107.707 unidades) na comparação com março, no entanto, houve recuo de 17,2% (146.035 unidades).

Com 63.449 unidades e 52,5% de participação no mercado, a categoria Street ficou em primeiro lugar no ranking de emplacamentos em abril.

A Trail ficou em segundo lugar (23.115 motocicletas e 19,1% dos licenciamentos) e a Motoneta, em terceiro (16.190 unidades e 13,4%).

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Depois de seis anos, Stock Car retorna ao Autódromo Internacional de Tarumã

Foram motivos de segurança que deram impulso à construção do Autódromo Internacional de Tarumã – e a mesma razão afastou a Stock Car Pro Series do icônico traçado gaúcho, que é um dos mais admirados pelos pilotos da categoria.

Em 1968, um acidente trágico nas 12 Horas de Porto Alegre, realizadas nas ruas da capital do Rio Grande do Sul, levou à proibição de provas em vias públicas pelo governo local.

Era o impulso final para o projeto que vinha sendo gestado pelo Automóvel Clube do Rio Grande do Sul desde a década de 1950.

Dois anos depois, no início de 1970, os engenheiros Miguel Xavier da Costa, Edemar Lorenzini, Lucio Regner, Jaime Gaspar dos Santos e Edmar Levy, em conjunto com o arquiteto Sergio Monserrat, finalizam o desenho do autódromo, que seria financiado por doações de fãs e praticantes do esporte, sendo inaugurado meses depois.

Sob o comando do piloto e administrador Antonio Pegoraro, a pista estrearia no dia oito de novembro com vitória do paulista Jayme Silva, a bordo de um Alfa Romeo Fúria. Na mesma data também abriu as portas o restaurante do Tala Larga, lembrança que persiste até hoje na curva que leva o mesmo nome.

Com o avanço da tecnologia e das exigências modernas de segurança no automobilismo mundial, as pistas mais tradicionais têm passado por atualizações.

É o que está acontecendo com Tarumã, que volta a receber a Stock Car Pro Series no próximo domingo (21) após quase seis anos de ausência. A principal categoria do país novamente competirá no emocionante traçado situado no município de Viamão, onde disputou a primeira corrida de sua história, em 1979.

A pista mantém os 3.039 metros originais de sua fundação, com nove curvas que combinam configurações de alta, média e baixa velocidades. Entre elas, destacam-se a Curva do Tala Larga e as Curvas 1, 2 e 9. As últimas disputas da Stock em Tarumã aconteceram em 22 de outubro de 2017, com vitórias de Daniel Serra e Ricardo Maurício.

Pontos sensíveis

As obras em Tarumã foram lideradas pelo presidente da Comissão Nacional de Circuitos da Confederação Brasileira de Automobilismo, Luís Ernesto Morales. O desafio inicial, segundo ele, foi escalonar as intervenções, evitando altos custos imediatos. Por isso, Morales focou, na primeira etapa deste processo, nos pontos mais sensíveis do autódromo.

Em razão de as obras da primeira fase estarem baseadas em adequações para aumentar a segurança, o reasfaltamento da pista foi postergado para um segundo momento, após análise final da comissão da CBA.

“Somos muito gratos à administração do Autódromo Internacional de Tarumã pelo esforço de atualizar o autódromo”, diz ele. “Ao longo dos últimos três anos, o foco foi o ajuste em termos de segurança”, destaca.

As intervenções iniciais aconteceram principalmente nas curvas. “Foram realizados nivelamentos de todas as áreas de escape. Em algumas delas, trabalhamos no sentido de ganhar mais espaço. Corrigimos e adequamos as barreiras de proteção e reconstruímos algumas zebras”, acrescentou Morales.

“Mas trata-se de um processo que ainda não está concluído e que precisará continuar depois da passagem da Stock Car, quando será feito um relatório sobre o que temos hoje e o que ainda precisará ser modificado em termos de segurança”, finalizou o técnico da CBA.

Imagens históricas

As fotos desta matéria foram produzidas pelo gaúcho Paulo Dias Nunes, que cobriu a corrida de estreia da Stock Car em Tarumã, em 22 de abril de 1979. Pela preservação dos registros, Paulo foi homenageado pela categoria em seis de abril de 2019, no Velopark (RS), no fim de semana das comemorações do aniversário de 40 anos da Stock Car e da 500ª corrida da história da competição. As imagens foram cedidas para este press-release.

Além da terceira etapa da Stock Car Pro Series, o fim de semana de 19 a 21 de maio também contará as segundas etapas da Stock Series e da Copa Shell Hyundai HB20. As atividades de pista começam com treinos na sexta-feira. As três categorias farão corridas no domingo. Confira a programação abaixo.

AUTÓDROMO DE TARUMÃ
Inauguração: oito de novembro de 1970
Extensão: 3.039 metros
Sentido: anti-horário
Curvas: nove (cinco para a esquerda e quatro para a direita)
Primeiro vencedor: Jayme Silva (Alfa Romeo Fúria)

STOCK NA PISTA GAÚCHA

Estreia: 22 de abril de 1979
Largadas disputadas: 35
Primeiro pole: João Carlos Palhares (Chevrolet Opala)
Primeiro vencedor: Affonso Giaffone Júnior (Chevrolet Opala)
Primeiro pódio: Affonso Giaffone Júnior, João Carlos Palhares e Raul Boesel (todos de Opala)
Recorde de volta: Daniel Serra (Chevrolet Sonic), em 2013, 1min01s800, média horária de 177,029 km/h
Maiores vencedores: Ingo Hoffmann, oito vitórias (1985, 1991, 1992, 1996, 1998, 1998, 1999, 1999). Em atividade: Cacá Bueno, três vitórias (2004, 2008 e 2015)

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Na próxima quarta-feira começam as 1000 Milhas Históricas Brasileiras 

Baseado em Águas de Lindóia, estância hidromineral paulista, o rally 1000 Milhas Históricas Brasileiras, que será realizado pelo MG Club do Brasil, de 17 a 21 de maio, reunirá cerca de 30 automóveis clássicos.

O mais antigo, um Cadillac Serie 60 Coupe V8 de 1936, e todos os outros poderão ser vistos no boulevard do Iguatemi São Paulo (Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232), onde serão realizadas vistoria técnica, adesivação dos carros e confraternização inicial, a partir das 16h30 do dia 16 de maio, terça-feira.

Entre o Cadillac e o veículo mais novo, um Mazda MX5 Miata de 1993, o rally levará para as estradas paulistas e mineiras, em que serão disputadas as provas de regularidade, um painel de exemplares de carros importantes na vida dos brasileiros nas últimas décadas, especialmente nos anos 1970 e 1980, cujos modelos são maioria entre os inscritos.

Automóveis fabricados do ano 2000 em diante poderão acompanhar o percurso da 1000 Milhas Históricas Brasileiras na categoria Turismo, sem concorrer a troféus. É o caso de um BMW Z4 eDrive 20i fabricado em 2014.

Como costuma ocorrer, por enquanto automóveis Mercedes Benz predominam, com modelos 450 SLC 1974 e 1976, 500 SEL 1980, 380 SL 1982, 280CE 1983, e SL 300 1991.

Mas há máquinas para todos os gostos, a começar pelos britânicos MG (modelos B Roadster 1969, B GT V8 1973 e B GT 1974). Além deles, a lista de inscritos já tem dois Alfa Romeo GTV 1974 e modelos BMW 320 1976, Range Rover 1989, Mustang Fastback 1974, Jaguar XJS 1989, Camaro 1968, e Ferrari 308 GTSi 1980 (um exemplar de cada). Entre os carros nacionais, destaques para uma Berlineta Willys Interlagos 1966, um Puma GTE 1977 e um Puma GTS 1600 1980.

Roteiros

Tradicionalmente, o roteiro do rally 1000 Milhas Históricas Brasileiras mescla provas de regularidade em estradas asfaltadas e atrativos culturais, com paradas em postos de combustíveis e restaurantes que acabam se tornando uma festa para os olhos de quem tem a oportunidade de apreciar uma frota tão especial.

Na quarta-feira, 17, o rally terá os participantes largando um a um na Ecoporada Madero localizada no km 44 da Rodovia Castello Branco, no município de Araçariguama, na região metropolitana de Sorocaba, a partir das nove horas da manhã, para um percurso que terá visita a uma coleção particular de carros clássicos, almoço no restaurante Rancho da Picanha, em Itú, e terminará no Villa Di Mantova Resort Hotel, base do evento, em Águas de Lindóia, de onde os carros partirão todos os dias.

O programa da quinta-feira, 18, será especial, com uma prova nas pistas do Circuito Panamericano, o campo de provas da Pirelli, localizado no município de Elias Fausto.

Na sexta-feira, 19, o roteiro inclui visita à Vinícola Casa Geraldo, com almoço, mas evidentemente sem degustação de vinho, em Andradas, já no sul de Minas Gerais.
No sábado, 20, o dia terá visita à Chamonix, fabricante nacional de carros esporte, em Jarinu, e almoço no restaurante La Terraza, em Serra Negra.

Categorias

O rally 1000 Milhas Históricas Brasileiras, o mais importante do MG Club do Brasil, que reúne sócios proprietários de carros de quaisquer marcas, divide-se em quatro categorias: Rally Clássico, apenas com cronômetro de mão, odômetro e velocímetro originais do carro; Rally com APP, com uso de aplicativos no celular, planilha digital, velocímetros, odômetros e cronômetros; Pro Livre, com uso de qualquer equipamento; e Turismo, para quem quer apenas passear e se familiarizar com o universo do rally de clássicos e para inscritos com carros fabricados a partir de 2000, que não participam da classificação.

Inscrições

Interessados encontram no site do MG Club do Brasil (mgcbr.com.br) o link para inscrições pela internet e podem falar com a diretoria esportiva pelo whatsapp (11) 94161-2326.

Apoio

A 1000 Milhas Históricas Brasileiras tem chancela da Federação Internacional de Veículos Antigos (FIVA) e da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA), e apoio da Kia,  Liqui Moly, Roue, Brunelli, Unif, High Clean, Universo Marx e Iguatemi São Paulo.

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