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Com um novo e potente motor V6, nova Ranger já está á venda no Brasil

O mercado de picapes está agitado, principalmente com a chegada da nova Ram Rampage e da Ford F-150. E nesta semana mais dois modelos foram anunciados por aqui, ambos importados (assim como a F-150): a Ford Ranger e a Chevrolet Silverado.

Referência entre as picapes médias há muitos anos, a Ford Ranger, que é fabricada em Pacheco, na Argentina, vem mais sofisticada e com nova motorização.Por enquanto, a nova picape da Ford chega em duas versões de acabamento, XLT e Limited, ambas com um potente motor diesel V6 3.0 e transmissão automática de 10 velocidades.

Em breve chegará ao mercado brasileiro a versão de entrada, a XL, com um novo motor de dois litros, diesel de quatro cilindros e transmissão manual ou automática de seis velocidades.

Numa nova plataforma, que tem um maior chassi, a Ranger tem o design forte, bonito e agressivo, e segue a tendência adotada para a marca na F-150 e a Maverick, por exemplo. Os faróis de LED têm um formato em C e grade com detalhes cromados.

No interior, como já é tradição, a Ranger tem acabamento muito bom, com material de boa qualidade. Mais tecnológica, a picape conta com um painel de instrumentos configurável com tela LCD de 8” ou 12,4” e outra tela multimídia de 10” ou 12” com conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay e carregador por indução.

Com o aplicativo FordPass, o cliente pode localizar o veículo, dar partida e acionar o ar-condicionado, verificar o travamento das portas, o nível de combustível e até a pressão dos pneus remotamente, tudo isso no celular. A conectividade permite também antecipar e marcar as revisões ou falar na oficina.

Preços Ford Ranger 2024
XLT R$ 289.990;
Limited R$ 319.990.
O prazo de entrega é de 30 a 60 dias.

A volta da Chevrolet Silverado

Assim como as outras marcas, a General Motors também está se virando para mostrar novos produtos no mercado brasileiro. Recentemente apresentou a Chevrolet Montana, uma picape de pequena para média, que tem como missão brigar com a Toro.

A marca norte-americana tem uma longa história com o segmento de picapes. Há 105 anos, ela lançou mundialmente a Oneto, uma picape espartana, com vocação exclusiva para o trabalho.

Em breve a marca vai importar a Chevrolet Silverado, picape que já foi vendida com relativo sucesso no Brasil de 1999 a 2001. A Silverado, que brigava com a enorme Ford F-250, não foi um sucesso como a D-20, mas mudou definitivamente o segmento por ser um veículo muito bem acabado, luxuoso e com ótimo desempenho.

A picape chegará com uma configuração exclusiva para o mercado brasileiro e motorização à gasolina 6,2 litros, V8 aspirado de 426 cavalos e 63,6 km de torque. A transmissão será automática de 10 velocidades. O motor é o mesmo usado no esportivo Camaro.

Pelo mesmo motivo que a Ram 1500 e a Ford F-150, a Silverado não terá uma versão a diesel. A legislação brasileira não permite a venda de picapes com motores a diesel que não consigam carregar pelo menos uma tonelada de carga.

Preços Chevrolet Silverado
R$ 470.000,00 (estimativa).

 

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Coluna do Secco – Ford Maverick, apesar dos muitos admiradores, não teve sucesso no Brasil 

Lee Iacocca, que foi o poderoso presidente mundial da Ford comprovou, com a sua própria empresa, que o lançamento de um novo carro sob a coordenação da área de finanças dificilmente tem êxito.

E a comprovação dessa verdade, que poderia ter ocorrido em todos os países nos quais a Ford tinha fábrica, precisaria ser no Brasil?

Realmente, a Ford brasileira foi uma das empresas que confirmaram a teoria de Lee Iacocca. E essa decisão ocorreu há exatos 50 anos, quando a montadora fez o lançamento do Maverick no Brasil, em junho de 1973.


Antes do seu lançamento no País, a empresa realizou uma pesquisa com a participação de mais de dois mil clientes que teria indicado que a maioria dos entrevistados teria escolhido o automóvel Ford Taunus, produzido na Alemanha, para o mercado brasileiro.

Mas a Ford deixou de seguir a eleição dos clientes por considerar muito elevado o valor necessário para cumprir todo o programa e optou pelo Ford Maverick, dos Estados Unidos.

Essa história não foi confirmada por parte de quem conheceu a empresa, o que foi transformado no primeiro capítulo de um enredo que nunca foi perfeitamente esclarecido.

A que mais prevaleceu, mas que os admirados do automóvel não confirmam, é que, em vez de lançar o Maverick como nascera nos Estados Unidos, os homens de finanças da Ford convenceram a empresa a utilizar alguns componentes já existentes no Brasil para reduzir os custos, principalmente o motor de 6 cilindros e 3.000 cm3 de capacidade cúbica, usado no Itamaraty, versão de luxo do Aero-Willys, automóvel de tamanho médio da empresa que a Ford havia adquirido em 1967.

Esse motor era de uma geração mais antiga e oriundo da Kayser Corporation, o que desagradou alguns jornalistas especializados, que o consideraram ultrapassado e de consumo elevado, principalmente pela coincidência de após o lançamento do Maverick no Brasil ter ocorrido a primeira crise internacional do petróleo.

Na fase de comercialização do Maverick surgiram as insatisfações com o nível de desempenho e consumo do motor de 6 cilindros do modelo básico, programado para ser o de maior volume de vendas pelo menor preço. O desempenho não correspondeu às expectativas dos clientes, acrescido de itens relativos a conforto interno, desconfortável acesso ao interior do veículo e visibilidade traseira deficiente.

A estreia do Maverick no mercado brasileiro teve grande repercussão porque, em corridas o automóvel empolgou os aficionados, com vitórias nas corridas 500 Quilômetros de Interlagos, 6 Horas de Tarumã e 25 Horas de Interlagos.

Na área promocional, em outubro do ano de lançamento, o publicitário Mauro Salles acertou com o Ministério dos Transportes e o Ministério do Turismo e também com o Departamento Nacional de Rodagens – DNER, Embratur e Empresa de Correios e Telégrafos, a realização do Reide da Integração Nacional com uma viagem por todo o País.

Ao longo de quase um mês, o Reide foi idealizado como incentivo à construção de estradas percorrendo 11 mil quilômetros, com um Maverick, um Corcel cupê e uma Belina para incentivar o transporte rodoviário brasileiro.

A área de jornalismo também participou fortemente da divulgação do reide e da promoção do Maverick, com forte distribuição de notícias e, após a viagem, a entrega de automóveis para testes de jornalistas e realização de eventos que resultassem em reportagens positivas para o automóvel.

Um dos participantes foi José Carlos Pace, piloto da Fórmula 1 que teve participação de um teste publicado no Jornal da Tarde.

Para reverter a má imagem do veículo, elevar as vendas e desenvolver um modelo de menor consumo, para demonstrar a preocupação com a economia de combustível, a Ford decidiu utilizar na linha Maverick uma versão de menor consumo, aproveitando a disponibilidade do motor Ford, de 2.300 cm3 produzido na fábrica de Taubaté e exportado para o Japão, para equipar a pick-up Courier; Inglaterra, para o automóvel Capri e para os Estados Unidos, aplicado no Mustang e no Thunderbird.

Com o lançamento dessa versão, a Ford promoveu o primeiro test-drive de longa distância realizado no Brasil, com a reunião de jornalistas em viagem de ida e volta entre Recife e João Pessoa, na distância de 200 quilômetros.

Essa nova versão entusiasmou parte do público, mas não fez as vendas deslancharem.

A grande atração da linha sempre foi a versão esportiva, equipada com motor V8 de 4.900 centímetros cúbicos de cilindrada. Embora com vendas limitadas pelo maior preço, fez a alegria dos clientes aficionados.

Para atender a esse público esportivo e ampliar o desempenho do novo carro nas pistas sobre o Chevrolet Opala, que lançou o motor 250-S a Ford adotou um kit de carburação quadrijet, que elevou a potência a mais de 250 cavalos que o ajudou a se impor como um carro vencedor nas pistas.

Mas com as críticas recebidas da imprensa e os aspectos que não agradaram os consumidores, as vendas perderam a intensidade e, em 1979, a Ford interrompeu a produção do Maverick que, nos seis anos de presença no mercado completou 108.000 unidades.

O modelo esportivo, pelo estilo atraente e desempenho nas pistas, ganhou a fama de mito, mantido até hoje por uma legião de admiradores, por intermédio do Clube do Maverick.

A paixão pelo Maverick foi confirmada pelos associados do Ford Clube do Maverick, com o encontro de aproximadamente 150 colecionadores, na Garage do Maverick, nos dias 3 e 4 deste mês, no bairro da Moóca, e no dia 10, em Curitiba, organizado pelo Maverick Clube do Paraná.

O calendário de comemorações dos 50 anos prevê outros eventos para a Bahia, em agosto, e também para outubro, no Nordeste do País.

https://soundcloud.com/user-645576547/ford-maverick-apesar-dos-muitos-admiradores-nao-teve-sucesso-no-brasil

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Coluna Fernando Calmon – Ram Rampage sobe o nível entre picapes médias nacionais

Coluna Fernando Calmon nº 1.256 — 20/6/23

Ram Rampage sobe o nível entre picapes médias nacionais

Como uma picape média pode ser projetada aqui a partir de outra já existente, mas com DNA próprio e ao mesmo tempo garantir relação preço-benefício competitivo? A resposta está na nova Ram Rampage (traduzido do inglês como alvoroço ou fúria) e suas qualidades intrínsecas tanto de projeto quanto de robustez.

Dá até para rir de alguns economistas acostumados a oferecer pitacos sobre o “atraso” de modelos desenvolvidos no Brasil e que usam peças de qualidade inferior.

Apesar de as quatro versões da Rampage estarem bem equipadas, em nível superior à maioria das picapes nacionais e importadas, não significa que vá disputar o segmento premium.

Atente-se a essa confusão: toda marca premium é cara, mas nem toda marca de preço elevado e repleta de equipamentos se enquadra no segmento premium.

Este é formado por produtos com inconfundível e longa tradição histórica de luxo, conforto, qualidade, exclusividade e alto desempenho.

A base monobloco da nova picape é a mesma da Fiat Toro e dos Jeep Renegade, Compass e Commander. As duas picapes têm distância entre-eixos quase igual (2.994 e 2.990 mm, respectivamente), mas o novo modelo é mais comprido, largo e alto.

A caçamba, além do maior volume (980 litros), tem tampa única com destravamento elétrico e abertura amortecida. Além de todas as linhas nem lembrarem às da Toro, o teto ficou livre das indefectíveis barras longitudinais.

Há dois motores disponíveis, ambos importados e turbos: gasolina (272 cv/40,8 kgf.m) e diesel (170 cv/38,8 kgf.m). A tração é sempre 4×4 por demanda e reduzida só na primeira marcha. Capacidade de carga: de 750 a 1.015 kg.

O interior reserva espaço apenas razoável no banco traseiro. Na frente o banco do motorista conta com regulagem elétrica em 12 direções de série, sendo opcional para o passageiro.

Entre as quatro versões, de R$ 239.990 a R$ 269.990, a R/T Hurricane 4 oferece escapamento esportivo, altura de rodagem 10 mm menor e rodas de liga leve de 19 pol. para quem curte uma tocada exigente como no teste no autódromo de Interlagos.

Em uso fora de estrada das outras versões o controle de tração está bem calibrado, direção é precisa, há bons ângulos de entrada e saída. Porém, em condições adversas, tem leve tendência a “raspar” a frente ao transpor obstáculos mais difíceis.

Eficiência energética terá maior protagonismo agora

O mundo está profundamente engajado em novas tecnologias e apostas em diferentes recursos para controlar o efeito estufa, causador da elevação da temperatura da Terra devido ao gás carbônico (CO2) acumulado na troposfera que elevará o nível dos mares, além de tornar frequentes grandes desastres naturais.

Mas é importante frisar: a comunidade científica está atenta. Com este escopo, a Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) organizou semana passada, em São Paulo (SP) o Simpósio de Eficiência Energética, Emissões e Combustíveis. Reuniu 200 participantes.

Rafael Mosquim, da Unicamp, defendeu que quanto mais se postergar o processo de descarbonização, maior será o desafio. “A tendência atual de veículos maiores e potentes (SUVs) eleva o consumo energético e compromete a eficiência média da frota”, alertou.

Para ele, a taxação sobre veículos deveria ser pela emissão de CO2 e menos por cilindrada. E concluiu: “Não existe bala de prata e sim um mix de soluções adaptável a cada país.”

O consultor e CEO da Consultoria Bright, Paulo Cardamone, ressaltou o Brasil como o primeiro país a adotar o critério correto de emissões do poço (ou do campo) à roda. E a transição caminha para uma combinação de soluções para a futuro. Pelos estudos da Bright, em 2030 os elétricos representarão 7% das vendas no Brasil e 35% no mundo.

Os debates foram moderados pelo engenheiro e consultor Ricardo Abreu. Ele chamou atenção para o fato de não existir regulação perfeita e sim aquela possível, sem fixar a tecnologia e sim os objetivos.

No balanço das opiniões a eficiência energética terá que permear todas as opções entre eletricidade, hidrogênio verde, biocombustíveis e até combustíveis fósseis por meio dos híbridos fechados e plugáveis.

Civic híbrido mostra um dos caminhos a seguir

De volta ao mercado, agora importado da Tailândia, o sedã médio japonês afastou-se um pouco da sua silhueta inconfundível. As lanternas traseiras de LED em formato que lembrava um “C” de Civic da geração anterior tornaram-se discretas.

O carro cresceu 35 mm na distância entre eixos (2.730 mm), mantendo largura e altura praticamente inalteradas. A motorização híbrida (única disponível) encareceu o modelo (R$ 244.990) mesmo com o imposto de importação para híbridos e elétricos estando zerado e isso, obviamente, limita o número de interessados.

A experiência ao volante surpreende tanto pelo silêncio a bordo quanto pelo desempenho. Ao colocar o seletor do modo de condução Conforto só o motor elétrico é acionado e no trânsito urbano entrega o mesmo conforto acústico de um carro elétrico. Se precisar de acelerações fortes, basta selecionar o modo Sport e o comportamento muda completamente.

Nesta condição o motor a combustão também recarrega a bateria pequena de apenas 1,05 kWh, mas o elétrico continua a responder sozinho pelas acelerações. O câmbio automático CVT tem pequenas variações de relações, que surgem com o modo de condução Sport.

Em estradas acima de 100 km/h o motor a combustão é o protagonista, na condição em que se destaca sua eficiência. Esta combinação virtuosa entre os dois tipos de motores entrega números de consumo de combustível (só gasolina) excelentes.

No uso em rodovias, 21,8 km/l e urbano, 18,2 km/l conforme indicado pelo computador de bordo. Os dados de desempenho na avaliação o colocam em patamar bem acima de seu principal concorrente direto, o Corolla Altis Premium Hybrid. Acelerou de 0 a 100 km/h em 7,3 s, ou seja, mais rápido até que o descontinuado Civic Si turbo.

O interior destaca-se por materiais de alta qualidade e um desenho criativo das saídas do ar-condicionado sem as tradicionais grelhas. Tela do sistema multimídia poderia ser maior do que 9 pol. e espelha celulares Apple sem fio, mas exige fio para o sistema Android.

Muito boa a posição de guiar, enquanto os bancos dianteiros aliam conforto e ótima sustentação lateral.

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O automóvel queridinho de todos comemora hoje 77 anos

No dia 22 de junho de 1934, o ditador nazista Adolf Hitler determinou ao projetista Ferdinand Porsche a incumbência para que se desenvolve um veículo que fosse simples, barato e resistente, com foco nas classes mais populares da Alemanha e que pudesse andar até no deserto.

O projetista, juntamente com uma equipe de engenheiros, criou o Fusca que atendia exatamente ao que fora solicitado.

Lançado em 1938, o modelo popular foi ganhando muitas modificações ao longo dos 77 anos de existência e vendeu mais de 22 milhões de unidades em todo o mundo.

Brasil

Criado para ser barato, durável e com manutenção simples, o Fusca virou realmente sinônimo de carro do povo em dezenas de países. No Brasil, o valente foi fabricado de 1959 até 1996 e o modelo mais vendido por 23 anos. O sucesso era tanto, que chegou a ser mais de 30% da frota nacional.

De carro do povo, o Fusca virou celebridade em diversos filmes, o mais famoso o Herbie, da Disney, até carro da rebeldia dos jovens dos anos 70.

Em 1998 surgiu o Nem Beetle, uma modernização do Fusca, mas a produção já foi encerrada.

Nomes que o Fusca recebeu ao redor do mundo

Volla na África do Sul
Käfer ou Kugelporsche (“Porsche-bola”) na Alemanha
Coccinelle na BélgicaFrança e Haiti
Peta (“tartaruga”) na Bolívia
Sedan e depois Fusca (ou Fuca/Fuque) no Brasil
Косτенурка (Kostenurka, “tartaruga”) na Bulgária
Baratinha em Cabo Verde
Weevil no Canadá
Buba na Croácia
Boblen (bolha) na Dinamarca
Escarabajo ou Pichirilo no Equador
Chrobák na Eslováquia
Hrošč na Eslovênia
Escarabajo (escaravelho) na Espanha e parte da América Latina
Kakalardo no País BascoEspanha
Escarabat na CatalunhaEspanha
Bug ou Beetle nos Estados Unidos
Põrnikas na Estônia
Kotseng kuba (literalmente ‘”carro corcunda'”), Pagong (tartaruga), Ba-o (tartaruga em Cebuano), Boks nas Filipinas
Kuplavolkkari (kupla, bolha) na Finlândia
Σκαθάρι (“Skathári”, besouro) ou Σκαραβαίος (“Skaravéos”, escaravelho) na Grécia
Cucaracha ou Cucarachita (“Barata” e “Baratinha”) na Guatemala
Cucarachita (“Baratinha”) em Honduras
Bogár na Hungria
Kodok (“sapo“) na Indonésia
عقروقة (“Ag-ru-ga”) no Iraque
Bjalla na Islândia
חיפושית (“Hipushit”, Besouro) em Israel
Maggiolino na Itália. Também conhecido pelo apelido carinhoso de Maggiolone
Vabalas na Lituânia
Sedán ou Vocho no México
Boble (“bolha“) na Noruega
Kever (“besouro“) nos Países Baixos e na Bélgica
Foxi no Paquistão
Garbus (“corcunda”) na Polónia
Volky em Porto Rico
Carocha em Portugal
Brouk na República Checa
Cepillo (“Escova”) na República Dominicana
Broscalanu’ or Broscuţa (sapinho) na Romênia
Bagge (contração de skalbagge, besouro) ou bubbla (bolha) na Suécia
Mgongo wa Chura (“costas de sapo”) e Mwendo wa Kobe (“velocidade de tartaruga”) em Swahili na Tanzânia
Kaplumbağa ou tosbağa (“tartaruga”) ou vosvos na Turquia
Bhamba datya em Shona no Zimbabwe
Mbatsani (Amêijoa) ou Xifufu-n’hunu (Joaninha, Besouro) em Moçambique

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Nova Ram Rampage é a mais veloz e bem acabada picape nacional

A Stellantis, responsável pelas marcas Ram, Jeep, Fiat, Peugeot e Citroën, entre outras, está agitando o mercado nacional como poucas vezes se viu na história da indústria automotiva. E, pela posição de seus produtos no ranking de vendas, está muito certa.

Deixou claro que o consumidor brasileiro gosta de uma picape e não precisa ser muito grande. A Toro é a maior prova disso. Então imagine o sucesso que vai ser a nova Rampage, que nada mais é que uma Toro com motores mais potentes, acabamento mais sofisticado e design muito agressivo. A nova Ram chega em três versões: Rebel, Laramie e R/T.

A picape Rampage é o primeiro modelo da marca desenvolvido e produzido fora dos EUA e o quinto veículo a sair do Polo Stellantis de Goiana, Pernambuco (os demais são Renegade, Commander, Gladiator e Toro).

Os primeiros modelos serão entregues em agosto, mas a pré-venda começa amanhã, 22 de junho, às 10h, pelo site www.ram.com.br.

Muita força

Teoricamente derivada da Fiat Toro, a Rampage aparece com várias e importantes diferenciações. Começa pelo design, acabamento e motores.

A mais marcante é a dos fortes e competentes motorizações. As duas versões de entrada, Rebel e Laramie, usam motores MultiJet 2,0 litros turbodiesel, com 70 cavalos e torque de 38,7 kgfm.

Em todas as versões, a transmissão é automática de 9 velocidades e tração integral. Na verdade, esse conjunto é o mesmo utilizado no Jeep Commander, mas com o torque “revisto” de 35,7 kgfm para 38,7 kgfm.

Segundo dados da fabricante, a aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora é feita em 10,9 segundos e a velocidade máxima é de 186 km/h.

Já na versão mais emocionante e topo de linha, a R/T, o motor é um extraordinário 2,0 litros, Hurricane-4, turbo com injeção direta à gasolina, que entrega 272 cavalos e nada menos que 40,8 kgfm de torque máximo.

Todas as versões da nova Rampage não foram desenvolvidas por “amadores”. Nesta picape se encontra o top da engenharia. Todas são muito competentes e agradáveis de dirigir. Porém, a R/T é fantástica. Na nossa rápida avaliação, ficou uma pergunta: como a Ram transformou uma picape de quase 2 toneladas num automóvel esportivo. Mas é isso mesmo.

Logo que se pisa o acelerador, o Hurricane-4 mostra seu ronco e a sua vontade de andar rápido. Durante as voltas rápidas por Interlagos, mostraram-se impressionantes a estabilidade e o acerto que a engenharia fez nesta picape.

No limite, diferentemente das demais picapes, que saem de traseira, a tendência é sair levemente de dianteira. Nada que uma leve aliviada no acelerador não resolva. O equilíbrio é tanto que você tem a certeza de que está no comando e pode abusar. Isso ao som de um ronco é maravilhoso.

A aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora foi de 6,9 segundos e a velocidade máxima é de 220 quilômetros por hora. Do Brasil com certeza é a mais veloz e de todas as Rams também.

O mais curioso é que ela faz bonito na pista e no off-road também. Numa exigente e difícil pista off-road, a R/T mostrou que também tem muita disposição. É disparada a melhor picape em seu segmento.

Design

Apesar de serem iguais, as três Rampage são diferentes no visual. Com linhas inspiradas nas “irmãs” 1500, 2500 e 3500, a picape é facilmente reconhecida como uma Ram.

A carroceria é toda nova e foi dada uma atenção especial às proporções de todos os volumes, para a carroceria ficar “musculosa”, de qualquer ângulo que se veja.

A Rebel tem um visual off-road mais agressivo, com o uso extensivo de peças externas com acabamentos preto e grafite. Da mesma forma que na “irmã maior” Ram 1500 Rebel, as rodas e a grade, em formato trapezoidal, têm desenho exclusivo.

Na Rampage Laramie, predominam os acabamentos cromados e prateados em peças como grade dianteira, molduras dos vidros, capas dos retrovisores, maçanetas, logotipos, rodas e para-choque traseiro, trazendo um estilo mais tradicional, como nas Ram 2500 e 3500.

Já na versão mais esportiva, a R/T, toda a tradição da sigla famosa (“Road/Track”, Estrada/Pista) é exibida com uma mescla de componentes na cor da carroceria e preto brilhante.

Destaque ainda para as grandes faixas no capô e para o emblema da versão nos para-lamas traseiros e nas faces da rodas também exclusivas dessa versão. Completa o pacote esportivo o teto printado em preto.

Vale ressaltar ainda a atenção colocada nos detalhes da Rampage, como nos conjuntos óticos, ambos inteiramente de LED. Na frente, os faróis têm assinatura marcante e as  setas são dinâmicas, com a luz se “movimentando” de dentro para fora – recurso inédito no segmento.

Ainda sobre os faróis, eles contam com um projetor de função dupla, responsável pelo farol baixo e alto. E os faróis de neblina também são em LED com função cornering (acompanham a curva).

Atrás, as lanternas trazem grafismos que, quando iluminados, remetem à bandeira dos Estados Unidos, com listras vermelhas e a luz de ré formando o retângulo das estrelas. Ambos conjuntos óticos ainda possuem um welcome movement ao ligar a picape.

Em relação às principais dimensões externas, a Rampage tem 5.028 mm de comprimento, 1.886 mm de largura, 1.780 mm de altura, 2.994 mm de entre eixos e 264 mm de vão livre entre os eixos. Ou seja, é 7 centímetros maior que a Fiat Toro, 8centimetros da Ford Maverick.

Acabamento

Sem igual em seu segmento. A Rampage vem com o acabamento superior até aos dos Jeep Compass e Commander e sem concorrente no Brasil.
Os bancos, principalmente os dianteiros, são muito confortáveis e com acabamento com material de excelente qualidade, como couro perfurado.

O ar-condicionado é digital, de duas zonas, e ainda inclui saídas para os passageiros de trás. A atenção na composição de uma atmosfera requintada também se reflete na luz ambiente em LED e no sistema de som premium Harman Kardon. Esse último conta com 10 falantes distribuídos na cabine, sendo um deles um subwoofer de 6” localizado abaixo do banco do passageiro.

O sistema é capaz de gerar 360 watts de potência. Ambos os recursos fazem parte do único pacote opcional, Elite, que inclui ainda banco com ajustes elétricos de 12 vias para o passageiro – o do motorista sempre é elétrico de série.

 

Até mesmo a tampa traseirana da caçamba teve uma atenção especial. Além de contar com abertura elétrica (por um botão na chave), ela tem amortecimento, para baixar com suavidade e facilitar o levantamento, e iluminação interna também em LED.

O painel de instrumentos é revestido em couro, assim como o painel de portas, o apoio de braço central e o volante multifuncional com ajuste de altura e profundidade. O revestimento do painel de instrumentos é revestido em couro preto na versão Rebel, couro marrom na Laramie e suede na R/T.

Além desse cuidado, painel de porta dianteiro e a parte superior do painel de instrumentos são de toque macio, o que ajuda inclusive a reduzir o ruído interno na cabine.

Sofisticação

O painel de instrumentos é de 10,3 polegadas full digital e o central de 12,3”. O sistema se destaca pelo uso intuitivo e pela quantidade de recursos, como conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay e possibilidade de parear dois smartphones ao mesmo tempo.

No console central, outro ponto alto é o RamCharger, carregador de celular por indução com saída de ar para resfriar o telefone.

Falando em carregamento, 6 portas USB – sendo 3 do tipo C – estão espalhadas pela cabine, a maior quantidade entre as picapes compactas e médias oferecidas no mercado. Vale lembrar que duas dessas estão posicionadas em um porta-objetos localizado abaixo do console central.

A lista de equipamentos de segurança é farta e inclui, por exemplo: sete airbags (frontal, lateral dianteiro, de cortina (dianteiro e traseiro) e de joelhos para motorista), controle de estabilidade, mitigação de rolagem da carroceria, comutação automática do farol alto, monitoramento da pressão dos pneus e vários auxílios à condução.

Entre eles estão o controle de velocidade adaptativo com Stop&Go, alerta de colisão frontal com frenagem autônoma de emergência e detecção de pedestres e ciclistas, monitoramento de pontos cegos, detecção de tráfego traseiro cruzado e alerta de saída de faixa com correção.

O Ram Connect é um amplo pacote de conectividade, segurança em tempo real com monitoramento 24 horas, assistência em situações de emergência, atualizações remotas e navegação inteligente (como o cálculo da autonomia de combustível para chegada ao destino e a situação do trânsito no momento, por ex.).

Toda Rampage incluirá acesso gratuito a todos os serviços premium por 12 meses, a exemplo de Wi-Fi embarcado com 60 GB de franquia de dados, tornando o veículo um hotspot com possibilidade de conectar até oito dispositivos simultaneamente. O sistema traz ainda recursos como agendamento online de serviço e conexão a conta pessoal.

Completam os itens de série da Rampage a partida remota na chave (que também pode ser feita pelo aplicativo do Ram Connect), o sistema Keyless Enter’n Go, o retrovisor interno eletrocrômico, sensores crepuscular e de chuva, e os espelhos retrovisores exteriores elétricos com rebatimento elétrico e luzes de cortesia.

 

Preços de lançamento

Ram Rampage Rebel Turbo Diesel – R$ 239.990

Ram Rampage Rebel Hurricane 4 – R$ 249.990

Ram Rampage Laramie Turbo Diesel – R$ 249.990

Ram Rampage Laramie Hurricane 4 – R$ 259.990

Ram Rampage R/T Hurricane 4 – R$ 269.990

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Volkswagen comemora os 50 anos da inovadora Brasília

A menos de um mês para comemorar os seus 70 anos de sucesso no Brasil, a Volkswagen já está em festa por conta de outra data importante: os 50 anos do lançamento da Brasília.

O modelo, que homenageava a Capital Federal, chegou ao mercado como uma revolução graças ao espaço interno, design moderno e motor resistente.

Com a mensagem publicitaria, “Uma nova tendência estilística para o automóvel brasileiro”, nascia a Brasília em junho de 1953. Nascia também um modelo icônico para a indústria nacional e que popularizou o segmento de hatches por aqui.
No bonito museu que a marca alemã guardada algumas preciosidades no interior da fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo, a Brasília tem um lugar de destaque.

1982 a última

No museu, onde tem modelos raros e valiosos, a Volkswagen do Brasil mantém uma unidade: uma Brasília 1982. A unidade foi uma das últimas produzidas antes do fim do modelo, saiu diretamente da linha de produção para as salas da engenharia da Volkswagen. Nunca emplacado, o modelo mantém toda sua originalidade e tem exatos 460 quilômetros marcados em seu hodômetro. Seu motor é um 1,6 litro a gasolina e carburação dupla.

Entre os destaques da unidade, pintada na cor metalizada Verde Mármore, estão o interior com revestimento vinílico nas portas e laterais de bancos, os detalhes em madeira no painel e até um simpático relógio do lado esquerdo do quadro de instrumentos. A versão LS também ostenta acendedor, bancos dianteiros com encosto para a cabeça e desembaçador traseiro.

Primeiro hatch

Em quase 10 anos de produção, o Brasília atingiu a marca de 1 milhão de unidades fabricadas em seu sétimo ano de mercado. Foi o segundo veículo a conquistar tal feito – o primeiro foi o Fusca.

Seu projeto começou ainda no início da década de 1970, com estudos e testes. O ponto de partida foi a plataforma mecânica da linha VW-1600, mas sua diretriz era clara: o mercado precisava de um veículo totalmente novo em estilo, em desempenho e de preço competitivo.

O primeiro passo foi a definição preliminar do estilo do veículo, sendo aprovado pelo então presidente da Volkswagen, Rudolf Leiding, e fruto do traço do designer Marcio Piancastelli.

O veículo concebido tinha o seu ponto marcante no tamanho do para-brisa dianteiro, de dimensões realmente incomuns para a época. Fato curioso é que os técnicos chegaram às primeiras medidas visando o estabelecimento das dimensões aproximadas que o veículo teria, adotando como padrão de medida um boneco com o tamanho exato de um brasileiro médio.

Vale ressaltar também que, absolutamente todo o processo de desenvolvimento do veículo, desde o projeto de estilo da carroçaria aos protótipos, esteve a cargo de engenheiros e técnicos brasileiros.

De linhas retas e equilibradas, a Brasília inaugurava uma nova tendência estilística para o automóvel brasileiro. Sua concepção obedeceu ao mais atualizado e racional design da indústria automobilística europeia da época.

Ainda seduzia amantes das viagens pelo grande porta-malas dianteiro de 135 litros e pelo bagageiro interno, que possuía 273 litros com a possibilidade de alcançar até 970 litros.

O responsável por fazer mover a Brasília era o motor 1.600 cm³ de 60 cavalos. Em 1975 veio a versão com dois carburadores, elevando a potência para 65 cavalos.

O modelo já trazia recursos de segurança como painel acolchoado, freios a disco na dianteira, trava especial no capô dianteiro e estrutura já desenvolvida para absorver a energia cinética em caso de colisão, preservando o habitáculo e a segurança dos ocupantes.

Foi exportado para mais de 25 países, incluindo México, Venezuela, Portugal e Nigéria, seus principais mercados. Saiu de cena em março de 1982.

 

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Fiat reduz preço público de toda linha diesel da Toro em R$20 mil

A segunda picape mais vendida do Brasil, a Fiat Toro, teve seu preço reduzido R$20 mil nas versões Volcano Turbo Diesel, Ranch e Ultra. A redução não mexeu com a lista de equipamentos oferecida no modelo.

A Toro com motor turbo diesel vem com tração 4X4, câmbio automático de nove marchas e faróis Full LED, além de central multimídia touchscreen de até 10.1” com Apple CarPlay wireless e Android Auto wireless.

Confira os novos preços
Toro Volcano Turbodiesel 4×4 AT9 2023: R$ 188.590
Toro Ranch Turbodiesel 4×4 AT9 2023: R$ 205.790
Toro Ultra Turbodiesel 4×4 AT9 2023: R$ 206.890

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Próxima etapa da Stock Car na traiçoeira pista de Cascavel tem previsão de frio intenso

A Stock Car Pro Series regressa neste fim de semana ao veloz Autódromo Internacional Zilmar Beux, de Cascavel, cidade localizada no Oeste do Paraná. A categoria realizará a quarta etapa da temporada 2023 com os líderes separados por apenas dois pontos e a certeza de que o público assistirá a duas corridas imprevisíveis, de um campeonato pra lá de disputado.

Um dos pilotos com mais vitórias em Cascavel, Thiago Camilo (Ipiranga Racing) é o líder da tabela com 99 pontos e tem em seu encalço o campeão de 2021, Gabriel Casagrande (A.Mattheis Vogel), apenas dois tentos atrás.

O fim de semana especial, que contará também com a terceira etapa do ano na Stock Series, marcará a chegada do tricampeão Ricardo Maurício (Eurofarma RC) ao seleto clube dos pilotos que alcançaram 300 corridas na principal categoria do automobilismo na América do Sul.

O circuito de 3.058 metros passou por um processo de recapeamento no ano passado, além da instalação de novas zebras padrão FIA, com custo de R$ 2,6 milhões, segundo a Prefeitura Municipal.

A pista já recebeu 25 corridas da Stock Car entre 1979 e 2021, número que coloca Cascavel entre as dez que mais sediaram provas da categoria.

Admirado pelos pilotos, o traçado entrega as maiores médias de velocidade da Pro Series. Autor da última pole no oeste paranaense, Thiago Camilo virou 1min03s741 em sua volta mais rápida, com média horária de 172,711 km/h.

Um dos maiores atrativos da pista é a famosa Curva do Bacião, uma espécie de versão brasileira ‘Eau Rouge’, em alusão à desafiadora curva do circuito de Spa-Francorchamps, na Bélgica. O trecho cascavelense de raio longo é percorrido em alta velocidade e em descida logo após a reta dos boxes.

A meteorologia não prevê chuva para o fim de semana. Entretanto, o frio intenso deve dar as caras em Cascavel. Segundo o site ‘Climatempo’, para sábado e domingo a temperatura mínima deve bater os 6ºC, e os termômetros alcançarão máxima de somente 17ºC às vésperas da entrada do inverno no Brasil.

Campeonato

Como de costume, a Stock vem entregando uma temporada muito equilibrada, com corridas absolutamente imprevisíveis e um grid de alto nível. Até agora, foram cinco vencedores diferentes nas seis provas disputadas no campeonato de 2023.

Apenas Thiago Camilo, o líder da tabela, tem duas vitórias, terminando em primeiro em Goiânia e Tarumã. Daniel Serra e Ricardo Maurício (Eurofarma RC), Gabriel Casagrande e Rubens Barrichello (Mobil Ale) têm um primeiro lugar cada.

Treze pilotos já subiram ao pódio: Camilo, Maurício, Casagrande, Bruno Baptista (RCM Motorsport) e Felipe Fraga (Blau Motorsport) escalaram o top-3 em duas oportunidades. Serra, Barrichello, Ricardo Zonta (RCM Motorsport), Guilherme Salas (KTF), Rafael Suzuki (Pole Motorsport), Gaetano Di Mauro (Hot Car Competições), Cesar Ramos (Ipiranga Racing) e Átila Abreu (Pole) também levaram um troféu para casa até o momento.

Camilo, Átila Abreu e Marcos Gomes (Cavaleiro Sports) são os maiores vencedores em atividade em Cascavel, com três vitórias cada um. Em um clima de “tudo pode acontecer”, os líderes Thiago e Casagrande terão que defender suas posições de diversos outros competidores.

Entre eles, o atual campeão Rubens Barrichello, que está em terceiro (79 pontos) e vem embalado pela vitória na Corrida 2 em Tarumã. Cesar Ramos e Ricardo Maurício vêm a seguir, com 77 e 73 pontos, respectivamente.

Um dos pilotos mais vitoriosos da história da Stock Car, Ricardo Maurício chegará a 300 corridas na categoria ainda no auge do desempenho. Com quase 20 anos na Pro Series, o paulista de 44 anos estreou em 2004, em Curitiba. Ricardinho, como é chamado na categoria, é dono de três títulos (2008, 2013 e 2020), 36 vitórias, 87 pódios — recordista na estatística entre os pilotos em atividade na Stock Car —, 20 poles e 31 voltas mais rápidas.

Sua largada de número 300 será a primeira das duas provas a serem disputadas no domingo. Outros pilotos que já atingiram essa marca são Cacá Bueno (338 largadas), Ingo Hoffmann (332), Thiago Camilo (325) e Allam Khodair (302).

Programação em Cascavel
Sexta-feira, 16 de junho

08h00 – Stock Car – Treino de Rookie
08h40 – Stock Series – Shakedown
09h10 – Stock Series – Treino Livre 1 (Rookie)
10h10 – Stock Car – Shakedown
11h35 – Stock Series – Treino Livre 2 (Grupo único)
13h00 – Stock Car – Treino Livre 1

Sábado, 17 de junho
08h35 – Stock Series – Treino Livre 3 (Grupo único)
09h10 – Stock Car – Treino Livre 2
12h30 – Stock Series – Classificação
12h50 – Stock Car – Classificação
14h20 – Stock Series – Corrida 1 (25 minutos + 1 volta)

Domingo, 18 de junho
09h20 – Visitação aos boxes
11h10 – Stock Car – Corrida 1 (30 minutos + 1 volta)
11h50 – Stock Car – Corrida 2 (30 minutos + 1 volta)
13h20 – Stock Series – Corrida 2 (20 minutos + 1 volta)
14h00 – Stock Series – Corrida 3 (25 minutos + 1 volta)

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Corvette E-Ray e Cadillac V-Series são destaques da nova edição do Forza Motorsport

Durante o Xbox Games Showcase, a Turn 10 Studios revelou a jogabilidade do Chevrolet Corvette E-Ray e do Cadillac Racing V-Series.R, estrelas da capa da mais nova edição do jogo “Forza Motorsport”, que estreia dia 10 de outubro.

O “Forza Motorsport”, o mais recente título da série Forza que começou em 2005, vai estar disponível globalmente para as plataformas Xbox Series X|S, Windows 10 e 11 via Microsoft Store e Steam, além de Xbox Game Pass para PC e console.

Para assegurar a posição de destaque no jogo, os times da Chevrolet e da Cadillac anteciparam detalhes do Corvette E-Ray e do bólido V-Series.R aproximadamente um ano antes da apresentação pública dos carros.

Uma vez escolhidos os veículos da capa do jogo, a Turn 10 foi convidada para conhecer referências de design dos produtos, gravar o som real de seus respectivos motores, assim como ter acesso a dados antecipados de performance.

Isso mostra o nível de detalhamento que a Turn 10 Studios proporciona para os jogadores, tanto do ponto de vista do espetáculo audiovisual das corridas quanto da dirigibilidade simulada dos veículos pelas 20 pistas disponíveis para esta edição do jogo.

Esta combinação reforça a atratividade da Chevrolet e da Cadillac porque o “Forza Motorsport” permite que consumidores tenham a oportunidade de conhecer os veículos e formular uma opinião a respeito deles, impactando potencialmente a decisão de compra e a afinidade com a marca.

O E-Ray é o mais rápido dos Corvette, além de ser o primeiro eletrificado e com tração integral. Começará a ser entregue aos consumidores nos Estados Unidos juntamente quando o “Forza Motorsport” estiver sendo oficialmente lançado.

Já o Cadillac V-Series.R é a terceira geração do protótipo de corrida da marca de luxo da GM, que tem também uma longa tradição de sucesso nas pistas. Este modelo especificamente foi desenvolvido pela Cadillac Racing, Cadillac Design e Dallara, trazendo elementos visuais marcantes da Cadillac, como os faróis com iluminação vertical.

Na vida real, o bólido de corrida da marca vai ser pilotado apenas por um seleto grupo de pilotos, mas através do “Forza Motorsport”, uma grande audiência terá a oportunidade de experimentá-lo também em pistas de competição.

Front 3/4 view of 2023 Cadillac V-Series.R driving on a track in Forza Motorsport.

O “Forza Motorsport” reúne lendários carros de corrida e de rua nos mais renomados circuitos pelo mundo. A parceria entre a GM e a Turn 10 Studios traz à tona dois dos melhores modelos de performance da atualidade – o Chevrolet Corvette E-Ray e o Cadillac Racing V-Series.R.

A Cadillac ficou com o segundo e terceiros lugares nas 24 de Le Mans. A vitória ficou com a Ferrari.

 

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Novo Porsche Mission X é um superesportivo 100% elétrico com 1500 cavalos

A Porsche lançou na semana passada, na véspera da abertura da exposição “75 anos de carros esportivos da Porsche”, no Museu da Porsche, em Stuttgart, Alemanha, o novo Mission X.

O superesportivo é um carro de dois lugares e fez sua estreia em 8 de junho de 2023 na mesma data que há 75 anos saiu de produção o numero 1 do 356  Roadster, e se tornou o primeiro automóvel da marca.

“0 Porsche Mission X é um farol de tecnologia para o carro esportivo do futuro. Ele traz a alma de carros esportivos icônicos de décadas passadas, como o 959, o Carrera GT e o 918 Spyder.”, disse na oportunmidade Oliver Blume, presidente da Conselho Executivo da Porsche AG.

“A ousadia de sonhar e os carros dos sonhos são duas faces da mesma moeda para nós. A Porsche só permaneceu Porsche mudando constantemente”.

Para Michael Mauer, chefe de estilo da Porsche “O Mission X é um claro compromisso com a alma da marca. A expressão contínua e aprimorada de nossa marca e identidade de produto é uma bússola importante para navegarmos no desenvolvimento de nossos modelos de produção em série. O estudo conceitual simboliza uma simbiose de DNA inconfundível do automobilismo com o luxo”.

Medindo aproximadamente 4,5 metros de comprimento e dois metros de largura, o carro-conceito Mission X é um hipercarro relativamente compacto.

Com uma distância entre eixos de 2,73 metros, tem as dimensões do Carrera GT e do 918 Spyder.

Para fins aerodinâmicos, o carro-conceito possui pneus de tamanho misto, com rodas de 20 polegadas na frente e rodas de 21 polegadas na traseira.

Design 

O Mission X representa o auge do desempenho e do luxo moderno. Ao mesmo tempo, sua forma esculpida e linhas musculosas demonstram que os hipercarros não precisam parecer agressivos.

A carroceria rebaixada, com menos de 1,2 metro de altura, tem acabamento em Rocket Metallic – uma elegante cor de tinta especialmente projetada para o estudo do conceito. Elementos de design com acabamento em trama de carbono são encontrados abaixo da linha da cintura.

Esses componentes são envernizados em um acabamento acetinado e, portanto, levemente coloridos, mas sua estrutura de material permanece reconhecível.

As portas estilo Le Mans estão presas à coluna A e ao teto; abrem-se para a frente e para cima. Este tipo de porta foi usado anteriormente no lendário carro de corrida Porsche 917. Outro atrativo é a assinatura de luz: para o Mission X, os designers reinterpretaram a assinatura visual de quatro pontos característica da Porsche.

A forma de base vertical dos faróis foi inspirada em carros de corrida históricos, como o Porsche 906 e 908, e desenhada bem para baixo em direção à estrada. Uma estrutura de suporte de alta tecnologia enquadra os módulos de luz LED e apresenta os elementos estreitos expostos das luzes de condução diurna e indicadores. Quando ativada, a luz se abre como um piscar de olhos. Totalmente iluminados, os faróis transmitem confiança.

Uma unidade de luz de comprimento total que parece flutuar caracteriza a traseira do Mission X. As letras Porsche transparentes e iluminadas são uma característica de destaque.

A bateria é instalada centralmente atrás dos assentos do veículo. Este layout e-core centraliza a massa no carro. Tal como acontece com um carro com motor central convencional, isso fornece a base para uma excelente agilidade.

O motor 100% elétrico tem potência de 1500 cavalos e tração traseira.

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