Motor

Scooter Honda ADV ganha novas cores e mais praticidade

Inovadora, a Honda ADV surgiu para unir num só scooter a praticidade de andar no asfalto com versatilidade no fora-de-estrada. E a marca japonesa acertou em cheio.

Apresentada no mercado nacional no início de 2021, o scooter Honda ADV encara qualquer terreno á resistência do chassi tubular de aço reforçado, suspensões de longo curso e os pneus on-off calçados em rodas de 14 polegadas na dianteira e 13 na traseira.

A suspensão dianteira telescópica, com 130 mm de curso, se alia à suspensão traseira bichoque, com amortecedores Showa Twin Subtank dotados de molas de três estágios e reservatórios externos, que oferecem 120 mm de curso, grande capacidade de absorção de irregularidades.

Os pneus on-off Pirelli Tourance tem banda de rodagem eficaz tanto no asfalto como na terra, com destaque para suas medidas, 110/80-14 à frente e 130/70-13, o que proporciona maior aderência além de resistência à impactos.

Por fim no que diz respeito à parte ciclística, vale lembrar do sistema de freios: disco dianteiro de 240 mm de diâmetro tipo “wave” com cáliper de pistão duplo e sistema ABS. Na traseira, disco de 220 mm tipo “wave” e cáliper de pistão simples.
A ADV é equipada com um motor monocilindro de 149,3 cm3, 4 tempos, com injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection), com arrefecimento a líquido, acoplado a uma transmissão automática continuamente variável CVT (V-Matic).

Este moderno motor conta com o ISS (Idling Stop System), o dispositivo que quando acionado através de tecla no punho direito, desliga o motor automaticamente em paradas mais prolongadas, religando-o assim que o comando do acelerador é acionado.

Tal dispositivo está associado ao ACG, um compacto e avançado gerador/motor de partida tipo “brushless”.

Detalhes como o SMART Key System (chave presencial), painel LCD Black-Out, para-brisa ajustável em duas posições, espaço sob o assento de 27 litros de capacidade e a segurança da iluminação full LED são outros itens que dão à Honda ADV sua justificada fama de scooter versátil.
Preço
Honda ADV R$
23.060,00

Scooter Honda ADV ganha novas cores e mais praticidade Read More »

Volkswagen T-Cross ganha versão especial The Town

Muito comum na Europa para marcar ações especiais de marketing que apoia, a Volkswagen está lançando uma edição especial do T-Cross: a The Town. A edição faz alusão ao maior evento de música, cultura e arte de São Paulo.

Antes já tinha feito o Gol Rolling Stones e o Fox Rock In Rio. Depois de anunciar seu patrocínio à primeira edição do The Town, a Volkswagen do Brasil apresenta o carro do festival: o T-Cross The Town.

O T-Cross The Town, produzido na planta de São José dos Pinhais – PR é baseado na versão 200 TSI, equipada com motor até 128 cavalos e 20,4 kgfm de torque. O é câmbio automático de seis velocidades. Na versão especial, o modelo ganha itens de série somente encontrados nas configurações mais completas.

Do lado de fora, o SUV aparece com pintura bicolor – com coluna C e teto pintados na cor preto Ninja, assim como os retrovisores externos e o rack de teto. A versão pode ser adquirida em quatro opções de cores.

O modelo conta ainda com rodas de liga leve de 17”, com acabamento diamantado e pintadas na cor preta. O destaque externo fica para o badge exclusivo “The Town”, localizado próximo da linha de cintura, ligeiramente abaixo dos retrovisores, nas duas laterais do veículo.

Ainda do lado de fora, o T-Cross The Town vem faróis de neblina em LED e lanternas traseiras em LED, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros e também câmera de ré.

O acabamento interno é exclusivo. Os bancos são revestidos de couro e possuem costura aparente em azul. Os apoia-braços dianteiros são acolchoados e parcialmente em vinil.

O modelo conta ainda com um brinde: um kit exclusivo com itens da edição limitada VW Collection The Town, composto por uma mochila dobrável com logo VW + The Town, squeeze de metal e boné.

Volkswagen T-Cross ganha versão especial The Town Read More »

Em Interlagos, Felipe Massa dá show de pilotagem

A Stock Car Pro Series vem escrevendo uma temporada verdadeiramente histórica, empolgante e imprevisível em 2023. O quinto capítulo desta grande jornada foi completado na tarde deste domingo, 9 de julho, no mais icônico palco do automobilismo nacional. Interlagos foi o cenário de um fim de semana dominante para o argentino Matías Rossi, que venceu uma emocionante primeira prova da etapa depois de ter largado na pole position com o Toyota Corolla da Full Time Sports.

Foi a terceira vitória de Rossi na categoria, sendo a segunda em Interlagos. Em seguida, a Stock Car alcançou a marca de 150 corridas disputadas na pista paulistana com vitória do ex-Fórmula 1 Ricardo Zonta (Corolla da RCM Motorsport) depois de um final eletrizante.

Mas foi Felipe Massa o nome que chamou a atenção neste dia. O ex-ferrarista alcançou em Interlagos algumas das maiores glórias da sua carreira, como as duas vitórias no GP do Brasil de Fórmula 1. Mas o vice-campeão mundial em 2008 vinha buscando o primeiro pódio desde sua estreia na categoria, em 2021.

Neste fim de semana, de uma só vez ele cravou dois pódios ao finalizar no terceiro lugar na primeira prova e em segundo na Corrida 2. Além de Matías Rossi, Ricardo Zonta e Felipe Massa, quem também escalou o pódio nesta tarde foi Felipe Baptista, segundo colocado na primeira disputa do dia com o Chevrolet Cruze da KTF.

As duas corridas foram marcadas por batalhas cinematográficas. A primeira prova teve um dos pontos altos a disputa entre Felipe Massa, Nelsinho Piquet (Crown Racing) e Ricardo Zonta, três ex-Fórmula 1, quando o piloto da Lubrax Podium era o melhor colocado na pista, em segundo.

Depois, outro duelo espetacular, entre Guilherme Salas (KTF) e Rubens Barrichello (Mobil Ale) pelo décimo lugar, posição que valeu também a primeira colocação do grid da Corrida 2. O bicampeão da Stock Car levou a melhor e cruzou a linha de chegada apenas 0s012 à frente de Salas, garantindo o top-10.

Além do pódio formado por Matías Rossi, Felipe Baptista e Felipe Massa, a prova teve Nelson Piquet Jr. em quarto e Gaetano Di Mauro (Hot Car Competições) em quinto. Ricardo Zonta foi o sexto, seguido por Daniel Serra (Eurofarma RC), Thiago Camilo (Ipiranga Racing) e Gianluca Petecof (Full Time Sports), além de Rubens Barrichello em décimo.

 Interlagos

A histórica e aguardada corrida que marcou o desfecho da etapa em Interlagos teve Zonta como grande estrela. Na largada, o paranaense deu o ‘pulo do gato’ e subiu de quinto para primeiro antes do S do Senna.

Gaetano Di Mauro também avançou importantes posições, de sexto para segundo, enquanto Felipe Massa passou de sétimo para terceiro, seguido por Piquet Jr., enquanto Rubens Barrichello caiu para quinto e, no fim da primeira volta, Matías Rossi já figurava em sexto.

A corrida 150 da Stock Car no solo sagrado do esporte a motor nacional teve uma bela disputa pela liderança envolvendo Gaetano, Massa e Zonta. O piloto da Hot Car acionou o botão de ultrapassagem, superou Felipe e colocou lado a lado com o dono do Toyota Corolla #10 no S do Senna.

Experiente, Zonta se defendeu bem e manteve a liderança. Logo depois, o safety-car interveio em razão do incêndio no Chevrolet Cruze de Diego Nunes (Blau Motorsport), substituto de Felipe Fraga nesta etapa.

Zonta seguiu na liderança e fez o pit-stop obrigatório na última volta de prova. O curitibano voltou logo à frente de Felipe Massa, mas sustentou a dianteira antes de vencer pela nona vez na carreira e a primeira na temporada.

Matías Rossi completou um grande domingo com mais um pódio, em terceiro, atrás de Felipe e à frente de Nelsinho Piquet. Daniel Serra terminou em quinto, enquanto Rubens Barrichello foi o sexto, em resultado com quatro ex-Fórmula 1 entre os seis melhores colocados. O top-10 foi completado por Felipe Baptista, Gianluca Petecof, Dudu Barrichello (Mobil Ale) e Átila Abreu (Pole Motorsport).

“Foi sensacional”

Em sua terceira temporada completa como piloto na Stock Car e agora com 59 corridas pela categoria, o piloto da Lubrax Podium viu sua estrela brilhar pra valer neste domingo para conquistar pódios que, na sua visão, simbolizam um divisor de águas na temporada.

“Foi sensacional. Mostramos que daqui até o fim do ano será outra história. E mais feliz ainda por marcar dois pódios seguidos. Tivemos até a chance de não colocar combustível na parada e tentar arriscar, como alguns fizeram e deu certo. Mas valeu demais pelo trabalho duro da equipe e vamos lutar para buscar mais pódios na temporada. Essa pista é muito especial, tem algo diferente aqui”, comemorou Felipe.

Vencedor da Corrida 1, Matías Rossi exaltou a grande forma em Interlagos depois de ter liderado os dois treinos livres e os três segmentos da sessão classificatória, complementando uma forte jornada em São Paulo com dois pódios e a maior pontuação da etapa.

“Muito feliz. Foi uma corrida muito boa para nós, com um carro que funcionou muito bem, com ritmo muito forte. Foi uma prova rápida, de muito push. Tive um pouco de sorte na segunda prova com o safety-car, de modo que durante a janela não precisamos colocar combustível. Terminar em primeiro e terceiro é algo extraordinário. Trabalhamos muito e tivemos uma performance muito boa aqui. A Stock Car é muito difícil, com grandes equipes e grandes pilotos, então temos de seguir trabalhando”, declarou o vencedor da Corrida 1.

Por sua vez, Ricardo Zonta voltou ao topo do pódio, posição que não frequentava desde a Corrida 1 da etapa do Velocitta no ano passado, em maio. A conquista deste domingo foi especial por ter sido em uma prova histórica e de alta intensidade. Foi a quarta vitória do paranaense em Interlagos, repetindo feito alcançado também nos anos de 2013, 2018 e 2020.
“Foi muito legal! E foram corridas muito disputadas, com safety-cars na segunda prova. Isso acabou nos ajudando, porque tínhamos de abastecer e acabamos por não colocar combustível. Isso me ajudou muito e consegui ficar na frente. Arriscar naquela saída de box fez a diferença para que terminássemos em primeiro. Foi maravilhoso”, afirmou.

Novo  líder

Em fim de semana especialmente difícil para Gabriel Casagrande (A.Mattheis Vogel), que terminou as corridas do domingo em 23º e 22º, Thiago Camilo reassumiu a liderança do campeonato.

O piloto da Ipiranga Racing marcou, além do oitavo lugar na primeira prova, o 13º na segunda disputa e somou pontos suficientes para avançar à primeira colocação, situação já ocorrida depois da etapa de Tarumã, em maio.

Thiago soma agora 151 pontos, contra 134 de Casagrande. Quem encostou em Gabriel foi Daniel Serra, que está em terceiro, com 131. Cesar Ramos caiu para o quarto lugar, e Rubens Barrichello é o quinto, com 108. Ricardo Zonta pegou o ‘elevador’ e ganhou seis posições na tabela, subindo de 12º para sexto, com 104. Guilherme Salas tem 96 pontos, um a mais que o companheiro de equipe Felipe Baptista. Rafael Suzuki aparece em nono, com 93, e Ricardo Maurício caiu cinco posições e é o décimo, com 92 pontos.
Matías Rossi, o Vivo Man of Race por ter somado o maior número de pontos neste domingo (50, ou 89% da pontuação em jogo), também deu um grande salto na tabela. O argentino ganhou dez posições e saiu de 25º para 15º no campeonato, agora com 76 tentos.

A temporada 2023 da Stock Car volta a acelerar dentro de quatro semanas, entre 4 e 6 de agosto, com a disputa da sexta etapa do campeonato, marcando a metade do calendário. A rodada vai acontecer no Autódromo Velocitta, em Mogi Guaçu, interior de São Paulo.

Stock Car Pro Series, 


Corrida 1

1º – Matías Rossi (Full Time Sports/Toyota Corolla), 18 voltas em 32min06s754
2º – Felipe Baptista (KTF Racing/Chevrolet Cruze), a 2s043
3º – Felipe Massa (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze), a 5s593
4º – Nelson Piquet Jr. (Crown Racing/Toyota Corolla), a 12s255
5º – Gaetano Di Mauro (Hot Car Competições/Chevrolet Cruze), a 17s265
6º – Ricardo Zonta (RCM Motorsport/Toyota Corolla), a 18s805
7º – Daniel Serra (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze), a 21s549
8º – Thiago Camilo (Ipiranga Racing/Toyota Corolla), a 22s820
9º – Gianluca Petecof (Full Time Sports/Toyota Corolla), a 23s233
10º – Rubens Barrichello (Mobil Ale/Toyota Corolla), a 24s725

Corrida 2
1º – Ricardo Zonta (RCM Motorsport/Toyota Corolla), 15 voltas em 32min39s003
2º – Felipe Massa (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze), a 0s651
3º – Matías Rossi (Full Time Sports/Toyota Corolla), a 1s951
4º – Nelson Piquet Jr. (Crown Racing/Toyota Corolla), a 3s926
5º – Daniel Serra (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze), a 6s107
6º – Rubens Barrichello (Mobil Ale/Toyota Corolla), a 6s113
7º – Felipe Baptista (KTF Racing/Chevrolet Cruze), a 6s785
8º – Gianluca Petecof (Full Time Sports/Toyota Corolla), a 7s060
9º – Dudu Barrichello (Mobil Ale /Toyota Corolla), a 10s162
10º – Átila Abreu (Pole Motorsport/Chevrolet Cruze), a 10s776

Classificação do campeonato depois de cinco etapas
1º – Thiago Camilo, 151 pontos
2º – Gabriel Casagrande, 134
3º – Daniel Serra, 131
4º – Cesar Ramos, 114
5º – Rubens Barrichello, 108
6º – Ricardo Zonta, 104
7º – Guilherme Salas, 96
8º – Felipe Baptista, 95
9º – Rafael Suzuki, 93
10º – Ricardo Maurício, 92

Em Interlagos, Felipe Massa dá show de pilotagem Read More »

Governo encerra hoje o programa de descontos para carros leves

O governo encerrou, nesta sexta-feira (7), o programa de incentivo à compra de veículos com a liberação de todos os recursos disponíveis para carros leves. De acordo com o balanço do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), 125 mil carros foram comercializados com descontos entre R$ 2 mil e R$ 8 mil, ou 1,7% e 11,7%.

“Nós tivemos casos de redução de valor bem maior, 14%, 16% até 21%. Aí por conta do setor privado, das montadoras e concessionárias. E foi muito positivo porque o desconto era para carros até R$ 120 mil, mas acima de R$ 120 mil também aumentou a venda porque despertou o interesse”, disse o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, ao apresentar os números do programa.

Segundo ele, nove montadoras participaram com a venda de 117 modelos de carros. Na última semana de junho foi registrada a maior venda dos últimos 10 anos. O recorde da história da indústria automotiva ficou para o dia 30 de junho, quando 27 mil veículos foram emplacados.

“Se você pegar o auge da indústria automobilística, foi de uma produção de 3,8 milhões de veículos. Esse foi o auge. Hoje, a produção é 2,3 milhões. Nem naquele período, não teve um dia que vendeu, que emplacou 27 mil veículos”, destacou.

Foram liberados R$ 650 milhões dos R$ 800 milhões disponíveis para veículos leves. De acordo com o MDIC, os R$ 150 milhões restantes compensarão a perda de arrecadação de impostos provocada pelos descontos no preço final.

Já para caminhões, vans e ônibus, o programa segue em vigor. O prazo é de quatro meses ou até os créditos tributários se esgotarem. Está prevista a utilização de R$ 700 milhões para a venda de caminhões e R$ 300 milhões para vans e ônibus, sendo que já foram utilizados R$ 100 milhões e R$ 140 milhões, respectivamente.

Para Alckmin, a utilização dos créditos para veículos pesados é mais demorada pois o programa objetiva a renovação da frota e há morosidade na baixa dos veículos antigos pelos departamentos de Trânsito dos estados. “Falei com o Denatran [Departamento Nacional de Trânsito] e ele se responsabilizou em conversar com todos os Detrans”, disse Alckmin.

Créditos tributários

O programa para a renovação da frota é custeado por meio de créditos tributários, descontos concedidos pelo governo às montadoras no pagamento de tributos futuros, no total de R$ 1,8 bilhão. Em troca, a indústria automotiva comprometeu-se a repassar a diferença ao consumidor.

Para compensar a perda de arrecadação, o governo pretende reverter parcialmente a desoneração sobre o diesel que vigoraria até o fim do ano. Dos R$ 0,35 do Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) atualmente zerados, R$ 0,11 serão reonerados em setembro, depois de 90 dias, prazo determinado pela Constituição para o aumento de contribuições federais. Com a reoneração a taxa subirá para R$ 0,14 em outubro. (Agência Brasil)

Governo encerra hoje o programa de descontos para carros leves Read More »

Elétricos BMW iX 40, iX3 e i4 contam com taxa zero no mês de julho


A BMW promove neste mês promoções comerciais para diversos modelos da marca alemã, com financiamento por meio da BMW Serviços Financeiros, além de outros benéficos aos clientes.
 

O modelo 2024 do BMW 320i é vendido em condições especiais com taxa especial de 0,99% ao mês, entrada de 60% e parcelamento em 24 meses. A mesma condição de financiamento é válida para todas as versões do BMW X1. 


Já a linha de elétricos também conta com ofertas únicas. O BMW iX3, versão 100% elétrica do X3, e o BMW i4, estão com taxa 0% de juros para planos com 60% de entrada e saldo em 24 meses para todas as versões.

Além das promoções, todos os veículos elétricos vêm acompanhados do carregador Wallbox.

BMW iX3

Elétricos BMW iX 40, iX3 e i4 contam com taxa zero no mês de julho Read More »

Coluna do Secco – Corvette comemora 70 anos e pode virar uma linha de modelos

Em 17 de janeiro de 1953, em Nova Iorque, a General Motors Corporation promoveu a apresentação do Corvette, primeiro modelo esportivo da linha Chevrolet. Hoje, 70 anos depois e com quase 2 milhões de unidades produzidas, o Corvette pode se tornar, a partir de 2025, uma submarca, com diferentes modelos, além do consagrado esportivo de dois lugares.

Imaginem nos anos 50, no pós-segunda guerra mundial, uma montadora desenvolver um carro diferente dos padrões norte-americanos? Por isso, causou surpresa e também muita emoção ao público, quando começou a ser visto circulando pelas ruas da cidade.

Ousadamente projetado para ser o carro dos sonhos e estabelecer uma nova forma de vida para uma faixa etária entre os jovens próximos de concluir a formação profissional e bem-sucedidos e apreciadores de automóveis ousados, o Corvette foi projetado por Harley Early, chefe de desenhos da General Motors.

A novidade era ser um automóvel de apenas dois lugares, normalmente ocupados pelo proprietário, acompanhado de uma jovem garota e desfrutando da paz com o encerramento da segunda guerra mundial.

O novo carro tinha ainda outras atrações, como as cores externas e internas vivas e alegres, modelo conversível que um simples botão descobria o ambiente interno fazendo o sol e o vento trazerem de volta aos jovens as comemorações que deixaram de existir durante a fase de conflito global.

O carro era equipado com motores de 3,9 litros e de 4,3 litros, que provocavam emocionantes prazeres e demonstravam superioridade sobre os europeus.

Agora, sete décadas depois, o que se especula é que essa decisão marcará uma nova grande e importante mudança na General Motors e está alinhada com o seu objetivo se tornar uma fabricante exclusivamente de veículos elétricos nos próximos anos.

Essa submarca Corvette, segundo a revista norte-americana Car and Driver, a partir de 2025 incluirá um “cupê” de quatro portas e um crossover esportivo de alto desempenho para fazer parceria com o próximo Corvette esportivo elétrico de dois lugares.

E por que a General Motors daria esse passo? Primeiro porque a fabricante já anunciou o final de produção do seu outro esportivo, o Camaro, para janeiro do ano que vem, e segundo porque, em todo o mundo, o Corvette está entre as marcas mais valorizadas e procuradas da indústria automobilística mundial e as pessoas compram um Corvette tanto pelo nome quanto pelo carro em si.

De acordo com a revista norte-americana, os carros esportivos são importantes formadores de imagem para as marcas e se essa boa imagem for estendida para outros segmentos de veículos, podem se transformar em modelos muito lucrativos.

Um exemplo disso aconteceu com a Porsche que, no início dos anos 2000, lançou o SUV Cayenne. O sucesso foi tamanho que várias outras marcas premium e de esportivos lançaram os seus modelos SUV, como a Lamborghini, Maserati, Jaguar e até a Bentley.

Só para conhecimento dos que ainda não eram nascidos (e nem planejados), o sucesso do Corvette foi tamanho nos Estados Unidos que fez a General Motors aprovar a proposta de patrocínio da série de filmes Rota 66, um sucesso cinematográfico que em quase quatro anos exibiu de forma romântica aventuras de dois jovens e a beleza do automóvel em praticamente todo o mundo.

Não conheci carro em minha vida que proporcionasse tanto sucesso cinematográfico.

Aqui no Brasil, apesar de todo esse glamour, o Corvette não se transformou em êxito de vendas. E nem na Argentina.

Nesses dois países, os dois principais mercados da América do Sul, o nome Corvette ficou reconhecido por uma versão V8 de seus motores que foi muito utilizada pelos especialistas em carros de corrida que criaram na Argentina a categoria Carretera, instalando-os em antigos Ford e Chevrolet, e, principalmente no Brasil, onde além das carreteras foram utilizados em uma categoria conhecida como Mecânica Continental, composta pelos monopostos da categoria Grand Prix (antiga Fórmula 1) que aqui existiram, como Ferrari, Alfa Romeo e Maserati que tinham os seus motores substituídos pelo V8 Corvette.

Coluna do Secco – Corvette comemora 70 anos e pode virar uma linha de modelos Read More »

Fiat comemora a produção de  400 mil unidades do Mobi

Fabricado no Polo Automotivo de Betim – MG, o Fiat Mobi foi desenvolvido para ser pequeno em tamanho, mas atraente no design e muito ágil nos perímetros urbanos, graças á praticidade para dirigir.

Entre os modelos mais vencidos do mercado nacional e exportado para 12 países, o Mobi chega á marca de 400 mil unidades vendidas.  Equipado com um motor de um litro, o modelo pode rodar até 15 km/l com gasolina.

Fiat comemora a produção de  400 mil unidades do Mobi Read More »

Coluna Fernando Calmon — Passado, presente e futuro em 70 anos da VW no Brasil

Coluna Fernando Calmon nº 1.258 — 4/7/23

Passado, presente e futuro em 70 anos da VW no Brasil

Ao comemorar sete décadas de atuação no Brasil a VW relembrou o início modestíssimo, em 23 de março de 1953. Apenas 12 funcionários montavam carros importados da Alemanha num galpão na rua do Manifesto, bairro paulistano do Ipiranga.

Em quatro anos produziram apenas 2.268 Fuscas e 552 Kombis. A fábrica em São Bernardo do Campo (SP) que iria se tornar a maior do Brasil em um só terreno, começou a produzir a Kombi com 50% de índice de localização em 2 de setembro de 1957. Foi a primeira instalação fabril da marca fora do país de origem.

Em 3 de janeiro de 1959 o Fusca começou a ser produzido à margem da Via Anchieta. Até 1986 foram 3,1 milhões de unidades, o que nenhum modelo no País havia alcançado até então.

Depois, mais três unidades: Taubaté (SP), em 14 de janeiro de 1976; São Carlos (SP) exclusiva para motores, em 12 de outubro de 1996 e São José dos Pinhais (PR), em 18 de janeiro de 1999. Até maio passado a VW produziu 25 milhões de unidades, das quais vendeu internamente 21 milhões e exportou 4 milhões.

Foram 34 modelos em quatro décadas, em ordem cronológica: Kombi; Fusca, VW 1600, Variant, VW 1600 TL, SP 1/SP 2, Brasília, Passat, Variant II, Gol, Voyage, Parati, Saveiro, Santana, Quantum, Apollo, Logus, Pointer, Golf (nacional), Polo, Polo Sedã, Fox, CrossFox, SpaceFox, up!, Saveiro Cabine Dupla, cross up!, Jetta (por breve tempo), Polo II, Virtus, T‑Cross, Golf GTE (importado), Nivus e Taos. Serão lançados 15 produtos (incluindo versões de modelos existentes, híbridos flex e elétricos) até 2025, dos quais sete já estão nas ruas.

A marca foi uma das primeiras a ter engenharia própria no Brasil, seguida pelo centro de desenvolvimento, pesquisa e design (1965), além de laboratórios de segurança veicular (1971), de emissões (1977), de realidade virtual e aumentada (2018). O presente está ligado ao Way to Zero Center (Centro Rumo ao Zero de emissões), inaugurado ano passado e focado em tecnologias de baixa emissão de CO2 como híbridos flex e plugáveis e mais para frente, elétricos.

O futuro começou a se delinear agora. Na festa dos 70 anos no Ginásio do Ibirapuera, na capital paulista, apresentou os elétricos SUV ID.4 e monovolume ID. Buzz inspirado no furgão Kombi original. Serão comercializados ainda neste trimestre apenas por meio de assinaturas e preços a anunciar.

A VW, na Alemanha, traçou uma meta de aumentar as vendas em 40% no Brasil até 2027. Já a penetração total de mercado dos veículos elétricos a bateria (VEB) aqui foi estimada pela matriz em cerca de 4% em 2033, o que me pareceu previsão cautelosa, mas realista. No entanto, a filial brasileira pretende crescer aqui mais rápido do que o mercado no segmento de VEB.

BYD faz aposta de peso no mercado brasileiro

 

Depois de algum mistério alimentado por vários meses, a BYD confirmou investimento de R$ 3 bilhões no município baiano de Camaçari. Os planos contemplam a produção de automóveis híbridos, numa primeira fase, e depois elétricos a bateria (data em aberto). A capacidade inicial será de 150.000 unidades ao ano (fala-se em 30.000 apenas, no primeiro ano). As primeiras unidades deixarão a linha de montagem até o final de 2024. Índice de localização deverá ser muito baixo: pouco mais do que uma operação CKD, a partir de veículos desmontados.

Persiste, no entanto, a dúvida se a BYD comprará ou não a fábrica que pertence à Ford, onde produziram-se EcoSport e Ka até janeiro de 2021. Desde o início das tratativas comentei que o acordo não tinha sido fechado e o cenário continua o mesmo. A matriz da Ford, nos EUA, é que tomará a decisão e isso implica, possivelmente, um jogo com nuances de geopolítica.

A marca chinesa, claro, tem a opção de construir novas instalações no mesmo município a partir de um greenfield (terreno desocupado). O cronograma ficaria apertado, mas podemos lembrar que a Honda construiu a fábrica de Itirapina (SP) em um ano com capacidade nominal de 120.000 unidades/ano em dois turnos. Para facilitar, o governo da Bahia cedeu o porto marítimo de Aratu, também já usado pela Ford.

Os planos do mais novo fabricante a se instalar no Brasil incluem produção de chassis para ônibus e caminhões elétricos. E ainda uma unidade para processamento de lítio e ferro fosfato, matéria-prima para baterias que atenderá o mercado externo. Nada adiantou sobre produção local de baterias.

 

Vendas em junho reagiram graças aos incentivos fiscais

 

Para o presidente da Fenabrave, José Andreta Jr, o programa de incentivos fiscais (R$ 500 milhões) da MP 1.175, que vigorou em junho e agora estendido, foi um sucesso e possibilitou às concessionárias reduzir seus estoques. “Fez bater os corações” com os clientes voltando aos salões de exposição, ele disse. Apesar dos estoques nas fábricas ainda estarem elevados, as vendas de automóveis e comerciais leves de 179.691 unidades no mês passado, representou aumento de 8% em relação a maio deste ano.

Quanto ao acumulado do primeiro semestre houve aumento de 9,76% em relação ao do ano passado. Se considerados também caminhões e ônibus o avanço sobre 2022 recua um pouco para 8,76%. Andreta também acredita que o mercado deve se manter aquecido em julho. Segundo ele, o mês pode ter quebra de recorde com o adicional de R$ 300 milhões em incentivos para automóveis de até R$ 120.000, além da liberação para compras por parte das locadoras.

Mesmo assim, a entidade mantém posição cautelosa e continua com previsão de resultados semelhantes ao do ano passado, no balanço final de 2023. Por isso não alterou as previsões feitas em janeiro deste ano. Andreta Jr não vê a elevada taxa de juros atual como um entrave forte às vendas, mas sim a redução do poder de compra dos clientes.

Para se ter um balanço mais exato, em minha opinião, é preciso ver o ritmo de queda dos juros a partir de agosto. Para manter a inflação sob controle ou pelo mesmo comportada, o Governo Federal precisa se sustentar dentro dos princípios de responsabilidade fiscal e esquecer de vez que “gasto é vida” sem controle.

Coluna Fernando Calmon — Passado, presente e futuro em 70 anos da VW no Brasil Read More »

Em Monza, o campineiro Negrão volta ao local de sua grande vitória em 2022

Depois da famosa e histórica edição do aniversário de 100 anos das 24 Horas de Le Mans, o Mundial de Endurance chega à sua quinta etapa na temporada de 2023. O evento será as 6 Horas de Monza, na Itália, no próximo fim de semana.

O local foi palco de uma grande apresentação de André Negrão e o time da Alpine no último ano, quando seu trio conquistou uma belíssima vitória na classe Hypercar contra os dois carros da Toyota em uma emocionante briga, que contou com toques e uma chegada de tirar o fôlego: o Alpine assumiu a ponta na chegada por apenas 2s7.

Neste ano, retornando para a categoria LMP2 depois de ser vice-campeão na classe principal do WEC em 2022, Negrão espera poder andar entre os primeiros colocados após um início de temporada complicado e marcado por azares.

Corrida ao vivo

O piloto brasileiro disse que a Alpine tem conseguido avançar no acerto do carro. “Acho que temos tido um carro melhor a cada etapa e que podemos chegar um pouco mais perto dos ponteiros depois das melhoras que vimos em Le Mans. Falando da pista, não creio que exista um desafio particular para Monza. É um traçado um pouco mais simples e não muito técnico, então acredito que possamos chegar ao limite logo no começo”.

Ao lado do britânico Olli Caldwell e do mexicano Memo Rojas, André Negrão é o 14º colocado no campeonato da LMP2 do WEC, com 17 pontos. Na liderança está a WRT com Louis Deletraz (Suíça), Robert Kubica (Polônia) e Rui Andrade (Angola). (Agência Brasil)

 

Em Monza, o campineiro Negrão volta ao local de sua grande vitória em 2022 Read More »

Rolar para cima