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Como manter o skin care durante as férias de verão?

Janeiro é sinônimo de férias, verão e dias ao ar livre. Entre praia, piscina, passeios sob o sol forte e mudanças na rotina, a pele enfrenta desafios intensos: calor prolongado, exposição à água salgada e ao cloro, vento, ar-condicionado e, muitas vezes, uma rotina de cuidados que fica em segundo plano. Tudo isso pode comprometer o equilíbrio natural da pele e provocar queixas comuns, como oleosidade excessiva, ressecamento, sensibilidade ou manchas (melasma).

Segundo a médica especialista em estética, Vanessa Penteado, os cuidados com a pele não precisam de uma necessaire cheia para atravessar esse período — é preciso apenas atenção ao essencial. “No verão, a pele está mais exposta e vulnerável. Sol, calor, água do mar e piscina atuam simultaneamente. Por isso, mais do que ter muitos produtos, o importante é manter uma rotina simples, consistente e adaptada ao clima tropical”, explica.

Ela conta que, nesta época do ano, é normal notar o aumento da oleosidade, sensação de brilho excessivo e pequenos incômodos causados pela exposição solar prolongada. O contato frequente com água salgada pode ressecar, enquanto o cloro da piscina tende a irritar peles mais sensíveis. E, mesmo nos ambientes fechados, o ar-condicionado pode deixar o rosto mais opaco e desidratado.

Para a especialista, o segredo é ajustar as necessidades da pele às atividades do verão. Ela orienta priorizar a proteção solar adequada, aplicando o filtro a cada duas horas — especialmente após mergulhar no mar ou na piscina —, e evitar os horários de pico de sol (10h às 16h). Apostar na ingestão de no mínimo dois litros de água por dia e na hidratação leve da pele ajuda a evitar o ressecamento. Após o contato com água salgada ou clorada, lavar o rosto com água doce e reaplicar hidratante também faz diferença.

E, embora seja natural relaxar um pouco durante as férias, a médica lembra que abandonar totalmente os cuidados pode trazer efeitos difíceis de reverter rapidamente. “As férias são para aproveitar, mas isso não precisa significar abrir mão do básico. Limpar, hidratar e proteger são passos que mantêm a pele saudável mesmo nos dias mais corridos”, afirma.

Quando o verão avança e a rotina começa a se normalizar, Vanessa orienta iniciar uma fase de recuperação com cuidados suaves: reforçar a hidratação, apostar em produtos calmantes e, aos poucos, reintroduzir ativos renovadores que já faziam parte do dia a dia. A pele, segundo ela, costuma se reequilibrar entre três e cinco dias após a retomada dos cuidados regulares — mas, se persistirem manchas, sensibilidade ou qualquer alteração incomum, o ideal é buscar uma avaliação profissional.

“Essas mudanças são naturais. A pele sente, responde e se adapta ao verão. O importante é ouvir esses sinais e cuidar com carinho durante toda a temporada”, finaliza.

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Volkswagen abre as portas para a visitação á fábrica e ao museu

Para quem curte automóveis e sua história, um passeio imperdível é proporcionado pela Volkswagen do Brasil. Mediante agendamento, o público em geral pode visitar à fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo-SP, inaugurada em 18 de novembro de 1959 e que foi a primeira da marca alemã fora da Alemanha. Na planta já foram produzidos o Fusca, Kombi, Gol Passat, Santana, entre outros modelos icônicos. Atualmente, a fábrica Anchieta produz os modelos Nivus, Polo, Virtus e Saveiro.

É muito interessante acompanhar cada etapa do processo produtivo.
As visitas, que duram 2h30, são gratuitas, para maiores de 18 anos e realizadas todas as quintas-feiras, em dois períodos: manhã (8h30) ou tarde (13h30). O tour pode ser feito em duas modalidades: individual ou grupos entre 15 e 25 pessoas. As próximas turmas serão recebidas a partir de 22 de janeiro de 2026.

História

Além de conhecer a produção de um veículo, o passeio inclui a visita ao espetacular museu da Volkswagen, o Garagem VW, com modelos que contam a história da marca no Brasil.

“O Programa de Visitas Volkswagen é um grande sucesso e nos orgulha receber os fãs da marca para essa experiência única e fascinante, passando pela produção e a Garagem VW, o maior acervo de clássicos de uma montadora no Brasil, que conta a história da indústria automotiva”, afirma Cláudio Rawicz, diretor executivo de Comunicação e Sustentabilidade da Volkswagen do Brasil e LAM (América Latina).

Para agendar acessehttps://www.vw.com.br/pt/volkswagen/programa-de-visitas.html

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Iguatemi promove campanha de doação junto à ONG Lar das Crianças da CIP

Para reforçar a importância da solidariedade, a Iguatemi, administradora do Iguatemi Campinas, promove mais uma edição da campanha social de Natal com doações para o Lar das Crianças da CIP. A tradicional organização sem fins lucrativos atua nas áreas de assistência social, suporte psicossocial e educação não-formal (contraturno escolar) para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social da capital paulista.

Este é o terceiro ano da parceria entre Iguatemi e Abacashi em prol da causa e as doações poderão ser feitas entre 1 de dezembro de 2025 e 31 de janeiro de 2026 por meio da plataforma, referência em campanhas online. Ao todo, a Abacashi já arrecadou mais de R$ 60 milhões doados em prol de ações que mudam a vida das pessoas.

“É uma enorme satisfação contribuir com a ONG, cujo trabalho é fundamental para o desenvolvimento humano sustentável e ver a Iguatemi, mais uma vez, reforçando seu compromisso com a solidariedade. Para quem quiser participar desta corrente, é bem simples: basta um login, colocar o valor e confirmar a doação, que será enviada diretamente para a conta da instituição”, afirma Dilene Teixeira, Vice-presidente Jurídica, GRC e de ESG da Iguatemi S.A.

 

As contribuições poderão ser feitas de qualquer valor, para investimento em ensino técnico ou superior destes jovens. A iniciativa também contribui para importantes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, como a erradicação da pobreza (ODS 1), educação de qualidade (ODS 4), redução das desigualdades (ODS 10) e cidades e comunidades sustentáveis (ODS 11).

 

Para Fernanda Kalim, diretora voluntária da instituição, apoios como esse da Iguatemi S.A. fazem toda a diferença no trabalho do Lar das Crianças da CIP. “Iniciativas como essas nos ajudam a seguir na missão de transformar as vidas dessas 500 crianças e adolescentes que assistimos. Toda contribuição faz a diferença e é uma nova oportunidade para reescrever o futuro de cada um deles”, conclui.

Clientes One também podem ajudar

Os clientes Iguatemi One que contribuírem com valores a partir de R$ 100,00 ganharão 2 mil pontos no programa de relacionamento da companhia, que neste ano ganhou ainda mais capilaridade com as chegadas em novos shoppings da Companhia.

Da rede Iguatemi, participam da ação os shoppings Iguatemi Campinas, Iguatemi Alphaville, Iguatemi Brasília, Iguatemi Esplanada, Iguatemi Ribeirão Preto, Iguatemi São José do Rio Preto, Iguatemi São Paulo, JK Iguatemi, Market Place, Pátio Higienópolis e Pátio Paulista.

Para mais informações, acesse o site da campanha Natal Iguatemi na plataforma Abacashi.

 

 

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Stellantis anuncia novos modelos da Fiat e da Jeep para o ano que vem

A Stellantis antecipou planos da empresa para o próximo ano. No Polo Automotivo de Goiana-PE, serão produzidos quatro novos produtos, equipados com tecnologia Bio-Hybrid (eletrificação leve), desenvolvida no Brasil, para o mercado local. A marca também anunciou o início da produção da chinesa Leapmotor, ​na unidade pernambucana. Já na planta de Porto Real – RJ, será produzido o novo Jeep Avenger.

Ao completar 50 anos de atividades em 2026, a primeira unidade da Fiat no Brasil, produzirá um novo modelo da marca no País. Com mais de 18 milhões de veículos produzidos, a fábrica mineira é referência global na Stellantis e continuará se reinventando com novos produtos.

A Stellantis também confirmou o investimento de R$ 32 bilhões de reais na América do Sul.

 

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Stuttgart entrega a primeira unidade no Brasil do Porsche 911 Spirit 70

A Stuttgart Porsche fez ontem (9) a primeira entrega a cliente do 911 Spirit 70, em São Paulo. Produzido em série limitada (1.500 unidades), o Spirit 70 é inspirado nas cores, na estética, nas artes e na memória festiva e descontraída que a década de 1970 desperta em muitas pessoas. A base do Spirit 70 é o 911 Carrera GTS Cabriolet, equipado com motor boxer turbo de 6 cilindros com 3,6 litros e 541 cv de potência.

A unidade entregue é da cor Olive Neo, um tom de verde criado pela Porsche especialmente para o 911 Spirit 70. Entre os detalhes exclusivos desta série especial estão as três faixas longitudinais pretas que começam nos algarismos “911” na extremidade do capô dianteiro e se estendem até a traseira do carro, inclusive na capota de lona.

As laterais possuem círculo com número (comuns em carros de corrida até a década de 1970, e no Spirit 70 com algarismos à escolha do cliente), faixa com o nome “Porsche” e plaqueta “Exclusive Manufaktur” aplicada nos para-lamas dianteiros (uma inspiração da década de 1950, quando a Porsche colocava nesse mesmo local a identificação do fornecedor de carroceria). Na traseira, ficam o logotipo “911 Spirit 70” banhado a ouro e o distintivo “Heritage Design” aplicado na grade da tampa do motor.

No interior do 911 Spirit 70, destaca-se o tecido padrão Pasha aplicado nas faixas centrais dos bancos, nas portas e no forro interno do porta-luvas. Esse padrão é inspirado no movimento de uma bandeira quadriculada e foi um dos mais marcantes da Porsche entre o fim da década de 1970 e o começo da de 1980. O padrão é preto e Olive Neo nas unidades pintadas nessa cor. Nas demais, o Pasha é preto e branco.

Além da chave do Porsche 911 Spirit 70 (pintada na cor da carroceria do automóvel), a compradora recebeu de presente da Stuttgart um buquê de flores e um quadro exclusivo do artista Rodrigo Pavanini. Feito com lâminas de madeira esculpidas, a obra retrata um 911 estilizado (pintado na cor do 911 Spirit 70) e o deslocamento de ar causado pelo movimento do automóvel em alta velocidade.

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Quase 50% das mulheres brasileiras denunciam desrespeito

Quase metade das mulheres brasileiras (46%) não é tratada com respeito no país. A sensação se repete em casa, no trabalho e, principalmente, nas ruas, onde 49% delas dizem que não são respeitadas. É o que mostra a 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, o maior levantamento do país sobre o tema, realizado pelo DataSenado e pela Nexus, em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), do Senado.

A pesquisa ouviu mais de 20 mil mulheres em todas as regiões do país e revela que o machismo continua sendo regra e não exceção: 94% das entrevistadas classificam o Brasil como um país machista.

“Esse acompanhamento e atualização bienal dos dados permite que a gente mensure como está e o que tem mudado no país em relação à violência contra mulheres e a percepção sobre o tema. Ou seja, é essencial para apoiar senadores e governo na hora de criar e medir o sucesso de leis e políticas públicas de proteção às mulheres”, diz Marcos Ruben de Oliveira, coordenador do Instituto de Pesquisa DataSenado.

Machismo

A percepção de que o Brasil é um país machista continua praticamente unânime entre as mulheres. Em 2025, 94% delas afirmam viver em um país machista, mesmo índice de 2023. O que mudou foi a intensidade: o grupo que considera o Brasil muito machista subiu de 62% para 70% em dois anos, o que representa 8 milhões de mulheres a mais com avaliação mais crítica sobre a desigualdade de gênero.

Desde 2017, o percentual nunca ficou abaixo de 90%, e apenas 2% das brasileiras dizem não ver machismo no país. O aumento da percepção de machismo caminha junto com a sensação de que a violência doméstica cresceu: 79% das mulheres acreditam que esse tipo de violência aumentou nos últimos 12 meses, retomando o maior patamar da série histórica.

Desrespeito

Desde 2011, a rua é o ambiente mais mencionado como de maior desrespeito. Apesar de ter caído o número de mulheres com essa percepção entre 2023 e 2025, quase metade (49%) das entrevistadas ainda afirma que é nas vias públicas que elas ficam mais vulneráveis. Já a percepção de que o desrespeito é maior dentro de casa aumentou 4 pontos, o que corresponde a cerca de 3,3 milhões de mulheres a mais que passaram a ver o ambiente familiar como o lugar mais inseguro. No ambiente de trabalho, não houve alteração significativa, mas permanece como o segundo ambiente em que percebem que há menos respeito.

“Embora seja preocupante a percepção de que as mulheres não são respeitadas no círculo social mais íntimo, aquele que, em tese, deveria ser um espaço de proteção e acolhimento, isso vai ao encontro dos números altos de violência doméstica no país. Infelizmente, não é só a rua que apresenta perigo e desrespeito, conforme demonstram nossos altos índices de feminicídio”, afirma a antropóloga e líder de Políticas Públicas pelo Fim da Violência Contra Meninas e Mulheres do Instituto Natura, Beatriz Accioly.

Diferenças regionais

As diferenças na percepção de respeito também variam de acordo com a região do país. A pesquisa do DataSenado e da Nexus aponta que no Sul, por exemplo, 53% das mulheres afirmam que “às vezes” as mulheres não são tratadas com respeito, o maior índice entre todas as regiões. No Nordeste, metade das entrevistadas (50%) diz que as mulheres não são respeitadas. Embora sem diferença estatisticamente significativa em relação ao Nordeste, o Sudeste aparece logo em seguida, com 48% afirmando que as mulheres não são respeitadas, seguido do Centro-Oeste (44%) e do Norte (41%).

Apesar das variações, em todas as regiões, há uma presença significativa de mulheres que oscilam entre o respeito ocasional e o completo desrespeito, o que demonstra que o sentimento de instabilidade na forma como a sociedade trata as mulheres é generalizado. “Os dados ajudam a dimensionar como a violência contra a mulher deixa de ser um assunto restrito à esfera doméstica e passa a ser estrutural, com efeitos sociais e econômicos de longo prazo”, diz a coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência no Senado Federal, Maria Teresa Prado.

Escolaridade

Quando os dados são analisados a partir do nível de escolaridade, o cenário revela desigualdades ainda mais profundas. Entre as mulheres não alfabetizadas, 62% afirmam que as mulheres não são tratadas com respeito, índice muito superior ao registrado entre as que concluíram o ensino superior (41%). A percepção de respeito aumenta conforme cresce o nível de instrução, mas não desaparece completamente: mesmo entre mulheres com diploma universitário, apenas 8% dizem que as mulheres são plenamente respeitadas. As maiores variações se concentram nas faixas com ensino médio e superior incompleto, em que mais da metade das entrevistadas afirmam que as mulheres são tratadas com respeito apenas às vezes, revelando que a escolaridade pode reduzir, mas não elimina, a percepção de desrespeito e machismo estrutural.

“O cruzamento entre escolaridade e percepção de respeito também mostra como as desigualdades educacionais se convertem em vulnerabilidade social. Mulheres com menor acesso à educação formal não apenas percebem mais situações de desrespeito, como também enfrentam maior dificuldade para denunciar ou acessar serviços de proteção”, analisa a diretora executiva da Associação Gênero e Número, Vitória Régia da Silva. (Agência Brasil)

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Metrô de São Paulo começam a funcionar 24 horas aos sábados

A partir de amanhã (6), quatro linhas operadas pelo Metrô de São Paulo passam a funcionar 24 horas. Ao longo da madrugada, os passageiros podem embarcar e desembarcar em todas as estações das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.

A medida será adotada inicialmente em regime experimental, sempre na passagem do sábado para domingo, em todos os fins de semana até fevereiro de 2026.O objetivo é analisar a viabilidade da operação, para atender antiga demanda de passageiros e turistas que procuram melhores formas de locomoção para curtir a vida noturna.

Nos trechos da Linha 2-Verde, entre as estações Vila Madalena e Clínicas e entre Sacomã e Vila Prudente, os trens operam em única via. No restante do trajeto e nas linhas 1-Azul e 3-Vermelha, a operação é realizada normalmente. Não será possível fazer a baldeação para as demais linhas de metrô e trem durante a madrugada.

Na Linha 15-Prata, neste primeiro fim de semana, o atendimento de madrugada será feito por ônibus gratuito do sistema Paese, devido aos testes com o trem da nova frota. Após o teste, a oferta será avaliada para atender à demanda do horário nos fins de semanas seguintes.

Nas linhas 1-Azul e 3-Vermelha, a entrada pode ser feita por meio de pagamento por aproximação, com cartões físicos de crédito e débito. Ao longo de dezembro essa opção será válida também nas linhas 2-Verde e 15-Prata.

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Aston Martin DB5 vai de sucata a reliquia e hoje vale R$ 8 milhões

Um Aston Martin DB5 comprado por menos de £ 1.000 no início da década de 1970 acaba de passar por uma restauração completa na Aston Martin Works, realizando o sonho de seu proprietário e representando um dos exemplos mais notáveis de valorização automotiva.

O galês John Williams, soldador e dono de oficina mecânica, tinha 18 anos em 1972, quando estabeleceu como meta comprar o carro dos seus sonhos: um Aston Martin DB5. Economizando arduamente por mais de um ano e trabalhando horas extras sempre que possível, John juntou 900 libras em dinheiro (o equivalente a cerca de 15.000 libras em valores atuais) e, em setembro de 1973, com 19 anos, fez uma longa viagem de trem entre sua casa no norte do País de Gales e Londres para ver o DB5 de 1965.

O modelo com motor Vantage, carburadores Weber, rodas raiadas, vidros elétricos Sundym e, de acordo com o anúncio na revista Motorsport, “muitas contas”, provou ser o carro ideal para John, que o adquiriu por 900 libras.

John retornou ao País de Gales e usou orgulhosamente o DB5 como seu carro do dia a dia por mais de quatro anos. Só o guardou em sua garagem quando conseguiu um emprego no Oriente Médio em 1977. Ele diz: “Então… a vida aconteceu. Recebi ofertas de compra e houve momentos em que eu poderia ter usado o dinheiro, mas resisti e, como Sue [esposa de John] disse, ‘você nunca terá outro igual’”. Sue Williams acrescentou: “As crianças dos vizinhos costumavam vir brincar e brincavam em cima dele. Pulavam no capô. Uma delas se equilibrou no cano de escape e o quebrou!”. John prossegue: “Com o passar do tempo, meu objetivo passou a ser restaurá-lo e poder dirigi-lo novamente. Sendo mecânico, eu tinha um pouco de vergonha de ter deixado chegar a esse estado. Trabalhei duro para comprá-lo e trabalhamos duro para consertá-lo”.

Naturalmente, os Williams optaram por usar a Aston Martin Works em Newport Pagnell (berço histórico da marca, onde mais de 13.000 dos mais icônicos carros esportivos Aston Martin foram construídos ao longo de 50 anos) para realizar a restauração que começou no final de 2022. Agora, cerca de três anos após sua chegada, o casal retornou a Buckinghamshire para ver o DB5 concluído, tendo visitado regularmente as instalações da Works para acompanhar o progresso do carro em sua jornada de restauração completa.

Reconhecido como a especificação mais desejada de todos os DB5, o carro dos Williams é um DB5 de 1965 com volante à direita e o cobiçado motor Vantage. Originalmente, foi especificado no que permanece, hoje, a cor externa mais desejada (Silver Birch, “bétula prateada”) e possui uma procedência interessante que inclui um proprietário original da área de St. George’s Hill em Surrey, uma comunidade fechada que, na época, abrigava muitas celebridades – incluindo John Lennon e Ringo Starr, dos Beatles.

Dos 1.022 modelos DB5 produzidos pela Aston Martin entre 1963 e 1965, 887 foram construídos com carroceria cupê (a fábrica oferecia também o conversível) e, destes, apenas 39 ostentavam originalmente a pintura Silver Birch, o motor Vantage de maior potência e a configuração de direção à direita, tornando este exemplar particularmente raro.

Em 2023, ao verem seu carro em processo de restauração na Oficina de Painéis da Fábrica, onde o chassi e a estrutura Superleggera estavam sendo restaurados e onde cada painel da carroceria de alumínio estava sendo moldado à mão, Sue disse: “Uau! Ela está incrível, não é? Você fez um trabalho enorme!”.

John comentou: “Agora parece um Aston Martin. Estou muito feliz. É ótimo ver que todos os métodos antigos de construção de um carro foram transmitidos e que os mais jovens aqui estão mantendo a tradição”.

Paul Spires, presidente da Aston Martin Works, disse: “Esta é realmente uma história encantadora. Estamos muito felizes que o Sr. e a Sra. Williams tenham trazido o carro de volta ao local onde foi construído para que pudéssemos restaurá-lo. Embora estivesse em condições extremamente precárias quando chegou, sempre apreciamos um desafio e eu sabia que tínhamos as habilidades, a dedicação e a experiência necessárias para devolvê-lo a uma condição melhor do que quando era novo”.

Segue Spires: “Após mais de 2.500 horas de trabalho de nossas equipes nas oficinas de Funilaria, Pintura, Acabamento e Patrimônio Histórico, juntamente com o apoio vital de nosso Departamento de Peças interno, o carro agora está finalizado e, pelo menos aos meus olhos, está absolutamente deslumbrante. Embora possa ser indelicado especular sobre o valor do carro, acho razoável supor que, se ele fosse oferecido ao mercado novamente, e levando em consideração suas especificações e procedência, um valor de até £ 1 milhão seria apropriado”.

O presidente da Aston Martin Works completou: “Neste ano do 70º aniversário da presença da Aston Martin aqui em Newport Pagnell, é inspirador ver a dedicação, o comprometimento e o orgulho de proprietários como a família Williams. Sei que foi compreensivelmente emocionante ver restaurado tão meticulosamente o carro que eles possuem há mais de meio século, e sei que cada membro da equipe aqui espera que eles possam desfrutar de muitos anos de condução feliz em seu ‘novo’ DB5”.

Ao ver seu DB5 totalmente restaurado pela primeira vez, John Williams disse: “Bem, demorou muito, levou muito tempo para ficar pronto, mas valeu cada centavo. É simplesmente incrível. Já faz quase 50 anos que não dirijo este carro, mas a experiência é fenomenal. É simplesmente inacreditável. Minha menina está de volta e funcionando! De volta à sua antiga glória”.

 

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Réveillon de Copacabana terá shows de Gilberto Gil e Ney Matogrosso

O réveillon na Praia de Copacabana terá os shows de Gilberto Gil e Ney Matogrosso como atrações principais do Palco Rio, o principal, em frente ao Hotel Copacabana Palace. Também vão se apresentar Alcione, João Gomes e Iza, DJ Alok , Belo e a escola de samba Beija-Flor.

O Palco Samba, na altura da Rua República do Peru, terá apresentações de Roberta Sá, Mart’nália, Diogo Nogueira, o Bloco da Preta com o novo vocalista, o Feyjão e a escola de samba Grande Rio.

No Palco Leme, de música gospel, as atrações serão Midian Lima, Samuel Messias, Thalles Roberto e o grupo de pagode gospel Marcados. O presidente da Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (Riotur), Bernardo Fellows, disse que o segmento gospel cresce cada vez mais com shows lotados.

“Só reafirma a necessidade que a cidade viu de oferecer uma festa para esse segmento em locais públicos.”

Ao todo, serão mais de 70 atrações espalhadas em 13 palcos pela cidade. A queima de fogos terá 12 minutos de duração e os fogos serão lançados a partir de 19 balsas no mar de Copacabana. Nos anos anteriores, eram 10 balsas.

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Finger Food ganha espaço e se consolida como tendência em eventos

O que antes era um hábito reservado a coquetéis e festas em pé, com garçons volantes circulando entre os convidados, tornou-se uma das principais tendências gastronômicas do mercado de eventos. O formato Finger Food, que consiste em servir pequenas porções de pratos em potinhos ou unidades individuais, caiu no gosto popular e hoje está presente em festas infantis, batizados, recepções, eventos corporativos e encontros sociais dos mais variados perfis.

Para a chef Tati Porcari, proprietária do buffet Fala Que Eu Cozinho (FQC), o sucesso desse modelo está na pluralidade e na experiência que proporciona.

“O Finger Food permite trazer um pouco de tudo o que o buffet oferece, servido em pequenas porções, com cuidado e apresentação. É uma forma de surpreender e, ao mesmo tempo, tornar o evento mais dinâmico e envolvente”, explica.

A adesão crescente tem explicações claras: o modelo oferece versatilidade de cardápio, amplia as possibilidades de combinações dentro de um mesmo menu e permite agradar públicos com preferências diferentes. Além disso, facilita a logística dos eventos, ao promover uma experiência mais fluida e interativa para os convidados.

Na prática, o Finger Food traz a comida até as pessoas, dispensando a necessidade de mesas fixas e filas de buffet. Os pratos, que vão de entradas e petiscos ao prato principal e até sobremesas, são servidos de forma contínua e elegante, permitindo que os convidados conversem, circulem e aproveitem o evento enquanto degustam diferentes preparações.

No Fala Que Eu Cozinho, buffet de alta gastronomia da região de Campinas que atende diversos segmentos do mercado, a procura por esse tipo de menu cresceu significativamente nos últimos meses, ultrapassando os 200%. A tendência se consolidou também em eventos realizados durante o dia, mostrando que o formato caiu no gosto do público e passou a ser uma das principais escolhas dos clientes.

Segundo Tati, a configuração atual dos eventos, com espaços mais integrados e foco na experiência, impulsiona a escolha por cardápios versáteis, que acompanham o ritmo dos convidados. “As pessoas querem viver momentos, conversar, se divertir, aproveitar o ambiente. O Finger Food entra como um aliado dessa experiência, sem engessar a dinâmica do evento”, completa.

Com esse novo olhar sobre a gastronomia em eventos, o Finger Food deixou de ser um detalhe para se tornar protagonista, influenciando a forma de receber e de viver os encontros. A tendência, antes restrita aos coquetéis, agora está definitivamente incorporada ao dia a dia de diferentes tipos de celebrações e tudo indica que veio para ficar.

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